– Ufa!

Dia 118 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Cansei, trabalhei bastante e dei muita atenção às filhas. Isso valeu!

Até amanhã.

– O Futuro de uma Criança da Coréia do Sul versus a de uma Criança Brasileira

Uma crônica recente e interessante que li me trouxe a perplexidade sobre como alguns governos conseguem vencer as dificuldades do seu povo e outros têm uma imensa capacidade de não resolvê-los.

O texto é do economista Ricardo Amorim (extraído de: http://is.gd/lQH8Ih) e mostra a desigualdade e nuances diversas de duas crianças crescendo nos anos 70. E o cerne é: a diferença do desenvolvimento sulcoreano em relação ao do Brasil.

Muito bom, abaixo:

JOÃO E KIM

“Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

João e Kim nasceram em 21 de junho de 1970, dia em que o Brasil ganhou a Copa do México. Os pais de Kim eram professores; os de João também. Kim sempre estudou em escola pública; João também. Kim ama futebol; João adora. Kim é da classe média de seu país; João também. Os pais de Kim já se aposentaram; os de João também. Kim e João trabalham na mesma empresa, uma multinacional líder mundial em tecnologia. Kim é engenheiro e ganha R$ 7.100,00 por mês. João não chegou a terminar o ensino médio, ganha R$ 1.900,00 por mês. Kim trabalha na sede da multinacional e é chefe do chefe de João, que trabalha aqui no Brasil.

Onde os caminhos de Kim e João se separaram? 
A cegonha deixou Kim na Coreia do Sul, João no Brasil. Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

Como as vidas de centenas de milhões de Kims e Joãos tomaram destinos tão diferentes em poucas décadas? Educação, educação e educação.

O país dos Kims investiu no ensino público básico, de qualidade e acessível a todos. O governo coreano gasta quase seis vezes mais do que o brasileiro por aluno do ensino médio. Na Coreia, um professor de ensino médio ganha o dobro da renda média local; no Brasil, menos do que a renda média. Com isso, os Kims estão sempre entre os primeiros lugares nos exames internacionais de estudantes de ensino fundamental e médio – muitas vezes, em primeiro lugar. Os Joãos, melhor nem falar.

Só após garantirem uma boa formação básica e bom ensino técnico, os coreanos investiram em ensino universitário. Ainda assim, a Coreia tem três universidades entre as 70 melhores do mundo. O Brasil não tem nenhuma entre as 150 primeiras. Hoje, a Coreia do Sul é, em todo o mundo, o país com maior percentual de jovens que chegam à universidade – mais de 70%, contra 13% no Brasil. De quebra, o país dos Kims forma oito vezes mais engenheiros do que nós em relação ao tamanho da população de cada um. Tudo isso com um detalhe: a Coreia gasta menos com cada universitário do que o Brasil, mas forma quatro vezes mais Ph.Ds. per capita do que nós.

Para cada won gasto com a aposentadoria do pai de Kim, o governo coreano gasta 1,2 won com a escola do seu filho. No Brasil, para cada real gasto pelo governo com a aposentadoria do pai de João, ele gasta apenas R$ 0,10 com a escola do Joãozinho.

No ano que vem, os pais de Kim virão para a Copa do Mundo no Brasil. A mãe de João já tinha falecido, mas seu pai quis muito ir à Copa da Coreia e do Japão em 2002, mas não tinha dinheiro para isso. Há um ano, ele está fazendo uma poupancinha e ainda está esperançoso em ser sorteado para um dos ingressos com desconto para idosos para ver um jogo da Copa de 2014, nem que seja Coreia do Sul x Argélia. Como os ingressos com descontos são poucos e concorridos, as chances de seu João são baixas. Se conseguir, quem sabe ele não se senta ao lado do sr. e da sra. Kim. Pena que seu João não teve a chance de estudar inglês. Eles poderiam conversar sobre os filhos…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– São Paulo x Universidade Católica terá árbitro “abaixo” da importância do jogo.

Hoje abordamos as queixas do São Paulo contra a arbitragem no Chile. E ressaltei: se a Conmebol escalar um árbitro venezuelano ou boliviano no Morumbi, é porque as queixas foram aceitas.

Nesses bastidores de pressão, escalou-se Alexis Herrera, da Venezuela, para o jogo de volta (detesto utilizar o termo “compensação”, pois toda a arbitragem deveria ser indiscutivelmente competente e honesta). A sinalização foi: “vocês realmente tiveram uma arbitragem ruim, agora escalamos um árbitro de ‘segundo escalão’ na sua casa para ‘agradar'”.

Em tese, é árbitro que sente pressão de camisa pesada (pelo seu histórico). E para ser mais específico: lembremos da péssima atuação dele em Colo-Colo x River Plate (item 2 do post em: https://professorrafaelporcari.com/2022/04/28/perguntas-para-a-conmebol-responder/).

Andrés Matonte, uruguaio, apitará Boca x Corinthians. Esse é um árbitro no qual a Conmebol aposta altíssimo, sendo juiz para, no mínimo, “3 copas” segundo alguns. Estará no Catar e tem apenas 34 anos. Mas dele falaremos em outra postagem nos próximos dias.

Conmebol aplica multa ao Barcelona-EQU por gritos racistas em jogo contra o  Flamengo na Libertadores - Lei em Campo

Imagem extraída de: https://leiemcampo.com.br/conmebol-aplica-multa-ao-barcelona-equ-por-gritos-racistas-em-jogo-contra-o-flamengo-na-libertadores/

– A Educação abre portas!

Estive pelo Sebrae / IBS Américas no Centro Comunitário Mara Siaulys, um espaço mantido pelo Unique Garden Hotel & Spa, falando sobre Marketing.

Que espaço sensacional, transbordando cultura, conhecimento e… muita paz!

É com a Educação que ajudaremos o Brasil.

#education

– Pessoas de sucesso se comportam …

… desta maneira, abaixo. Mas ressalvo: elas também possuem bom caráter!

Quem vence na vida, deve entender que o fez por essas situações relatadas. Porém, é sabido que muitos enriquecem menosprezando o próximo, faltando de ética e praticando coisas condenáveis.

Será que esses, que têm dinheiro mas não tem bom caráter, são de “sucesso”?

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Imagem extraída de: https://pt-br.facebook.com/nutriliamanfredi/photos/aplique-se-agora-e-na-pr%C3%B3xima-vida-sem-esfor%C3%A7o-voc%C3%AA-n%C3%A3o-pode-ser-pr%C3%B3spero-apesar/1612826815500769/

– A diferença da Tristeza e do Cansaço? Da Depressão e do Stress? Do Burnout e do Pânico?

São coisas diversas, mas caminham próximas: a tristeza, a depressão, a ansiedade e… o Pânico e o Burnout!

Sabe o que é tudo isso?

Vamos por partes: quem “cansa”, muitas vezes se entristece, mas pode enervar-se também ou ainda se desesperar! O sujeito “cansado pela vida”no trabalho ou em casa dificilmente estará feliz!

Digo isso pois fui instigado por mim mesmo a responder à questão da relação entre Depressão e Stress, Síndrome do Pânico e Síndrome de Burnout. Claro que não consegui “me responder”

Para entender tudo isso, vale assistir esse vídeo que minha esposa me indicou e é extremamente pertinente: a jornalista Izabella Camargo e o Padre Fábio de Melo, de maneira leve e didática, debatem e respondem toda essa relação e os males disso nas questões física e espiritual.

Independente da religião ou da atividade profissional, o conteúdo é excepcional para todas as situações, crenças e descrença, ânimos e desânimos.

Destaco uma menção importante nesse vídeo:

Depressão é o excesso de passado, estresse é o excesso de presente, ansiedade é o excesso de futuro ”. (Ana Beatriz Barbosa, psiquiatra).

O vídeo está disponível em: https://youtu.be/F_mzwRbuVGg

Reprodução: Web

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Penapolense.

Douglas Marques das Flores, da CBF, apitará Paulista x Penapolense. Para mim, uma escala mal feita da FPF, e explico:

  • Não incentiva a renovação de árbitros; os que foram bem na 1a fase, estão fora.
  • É desmotivador para quem desce da 1a divisão do Brasileirão, apitar a 4a estadual. Vem com má vontade.
  • O histórico de jogos que Douglas não foi bem em Jayme Cintra, pesa contra.

Comentei a última partida que Douglas apitou pelo Brasileirão, que foi Santos 2×2 Red Bull Bragantino. Nela, “travou o jogo” com faltinhas (parecia que não queria jogo) e economizou nos acréscimos. Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/18/analise-da-arbitragem-de-santos-2×2-red-bull-bragantino/

Conselho para Roberval Davino: oriente aos seus jogadores para não se enervarem com o árbitro e buscarem apenas se concentrarem na partida, pois o árbitro adora “palestrar” em campo e isso acabará tirando tempo de jogo do Galo.

Sobre as características do árbitro, vale o que eu escrevi na análise pré-jogo da partida citada, como alguns links de outras partidas que ele apitou do Paulista. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/16/analise-pre-jogo-da-arbitragem-de-santos-fc-x-red-bull-bragantino-rodada-12-do-brasileirao-da-serie-a/

Até esse momento (10h de sexta-feira, menos de 24h do jogo, a FPF não divulgou oficialmente a escala da arbitragem com bandeiras e demais membros).

Torcerei para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Paulista x Penapolense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A desistência de Datena.

E o jornalista José Luiz Datena desistiu da candidatura ao Senado… “surpresa zero“.

Penso que foi como Luciano Huck: com boas intenções, mas consciente que um provável fim da carreira artística para gerenciar um “abacaxi” chamado Brasil não valeria a pena para ele.

Cá entre nós: Datena vai continuar ganhando muito dinheiro fazendo o que gosta, e vida que segue.

José Luiz Datena

Imagem extraída de: https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/dessa-vez-e-para-valer-diz-datena-sobre-disputar-eleicoes/

– Entardecendo…

Entardecendo em Atibaia! Olhe só que sol grandão temos para hoje…

Que vontade de estar em casa com minhas garotas! Já, já, as abraçarei e as “encherei” de beijos.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Tempo de Deus ou tempo dos homens

Muitas vezes rezamos, pedimos e não entendemos a “recusa de Deus”. Mas precisamos estar consciente: Ele sabe o que é melhor para nós!

Além disso, vale ressaltar: a “demora” para uma Graça se deve ao tempo de Deus, atemporal, diferente do nosso, imediatista. A “suposta recusa” sempre será para o nosso bem, preparando-nos para algo melhor ou no tempo certo.

Uma verdade retratada na imagem: “Deus não se atrasa, a gente é que não sabe esperar…”

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Na Cantareira.

Hora de desligar o celular e trabalhar. Já enxergo a Serra da Cantareira, onde vou dar aula num projeto social ali entre as montanhas. Lugar espetacular!

A natureza nos permite essas paisagens tão belas…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Qual das Ligas Brasileiras vingará?

Pois bem: temos a Libra e a Liga Forte Futebol, duas entidades que querem gerenciar os interesses dos clubes brasileiros. Nelas, alguns rivais históricos dividindo pressão e poder.

Sinceramente? Creio que as duas não terão futuro, e a Liga Brasileira demorará para surgir…

Abaixo, o quadro dos atuais clubes envolvidos, extraído do perfil de “Última Divisão” em seu Facebook:

– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– A beleza da água e do céu!

E a imagem bacana da manhã é essa: clareou o dia, à beira do lago!

Eu me inspiro nesse visual. E você?

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– Nossa bela alvorada!

Cores vibrantes de um novo dia! Como eu gosto de tudo isso…

Clicar a natureza é sempre um prazer. Veja esse céu registrado às 06h30:

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– UCA 2×4 SPFC: o que aconteceu, juizão?

Postagem da madrugadaLecionei bastante e não pude assistir o jogo do São Paulo contra a Católica no Chile. E, há pouco, quando vi essa figura (abaixo) sobre os números do confronto  (UCA 2×4 SPFC) com 11 cartões (sendo 3 expulsões) para apenas 10 faltas, me impressionei.

Sem nenhuma informação da partida, sou levado a pensar: foram cartões por reclamação / ofensa, ou briga generalizada. Afinal, por “jogo-jogado”, eles não seriam aplicados normalmente.

Por fim: o árbitro foi Christian Ferreyra (URU), que, sabemos, não é lá essas coisas no cenário sul-americano…

L

Imagem extraída: Reprodução Twitter Rádio Jovem Pan.

– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 05h30 – Desperte, Bragança Paulista, ainda escura.

Que a sexta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, 6ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas (clicadas outro dia).

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida (a Padroeira do Brasil), rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes, além dos que são vítimas das guerras mundanas e espirituais. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

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