– Análise da Arbitragem de Mauaense 1×1 Paulista.

Um jogo limpo, com poucas faltas, onde as duas equipes queriam jogar bola e não tumultuar. “Facinho, facinho” para a arbitragem.

Vamos falar dela, comandada por Flávio Nascimento Flores Helena?

Logo no começo da partida, uma falta em Bressan não marcada aos 2 minutos. Errou o árbitro, pois apesar de correr bastante (e em muitos lances se posicionar bem, em outros não), faltou experiência para saber que não pode ficar parado no campo de defesa de um dos times esperando a bola chegar. Ele tem que estar com “farol ligado”, atento às faltas longe do seu campo de visão.

Depois desse erro, marcou faltas idênticas à não-marcada e se encontrou no posicionamento do jogo. Talvez tenha percebido que correr demais, de nada adiantará, se não se posicionar para os eventos inesperados.

Tecnicamente, pecou no pênalti a favor da Mauaense (justamente pela falta de experiência): o atacante da casa se joga para cima do zagueiro de Jundiaí quando ele trava a bola e ela fica parada no drible. Errou. Percebam: a bola permanece na inércia e o atleta é quem se projeta. Se tivesse um pouco mais de malícia, entenderia a esperteza do jogador. Aprenderá com o tempo.

Disciplinarmente, quando exigido, foi bem ao punir com Cartão Amarelo o atacante jundiaiense Dudu, que impediu o contra-ataque do time de Mauá. Baiano, o treinador, foi inteligente ao substituí-lo pois o jogador começou a reclamar bastante, inclusive fora do lance.

Leandra Cossette, a assistente 1, não ajudou o árbitro numa falta bem à sua frente no primeiro tempo, além de um impedimento inexistente (ou pelo menos muito duvidoso) por estar mal colocada (um pouco atrasada na linha), já que Henry estava em posição de impedimento, mas a bola vai a Fabrício. O árbitro não percebeu a bandeira levantada e foi parar o lance quando ela já estava no campo de defesa do adversário.

– E o “Squezze comunitário”?

Quando houve o atendimento médico ao goleiro da Mauaense, o zagueiro da casa bebeu água na garrafinha, o árbitro bebeu nela também e o atacante visitante idem (tudo na sequência). Lembremo-nos: o contágio de Covid se dá principalmente por perdigotos (gotículas). Então vira demagogia / teatro todo mundo de máscaras antes do jogo para se fazer isso sem preocupação!

Tanto o assistente 2 quanto o quarto-árbitro não tiveram trabalho e pouco apareceram na partida.

Um registro positivo: tanto Paulista quanto Mauaense tem treinadores negros (Baiano e Zé Roberto), coisa que não se vê no Brasileirão e/ou em clubes da elite.

Mauaense sai na frente, mas Paulista busca o empate em duelo pela Segundona  | paulista segunda divisão | ge

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