– De novo “causando”, Bolsonaro?

Pobre Brasil… Aguentar um presidente birrento, que apesar de alguns bons ministros, se perde por si próprio, ninguém merece.

O corrupto Lula não emplacou seu candidato por conta das mentiras que promoveu com o Mensalão e Petrolão, fomentando a urgente troca do poder. Surgiu Bolsonaro, que apesar da virtude anti-lulista, se mostrou incapaz de unir o país e se perdeu na pandemia, com incentivo à aglomeração, desconfiança do uso de máscaras e negacionismo inicial das vacinas.

Não é possível que não surja um nome de credibilidade entre o ladrão e o incompetente! Meu Deus…

O chilique contra a jornalista em Guaratinguetá, abaixo, ou em: https://twitter.com/choquei/status/1407025511801425924?s=21

– O socó.

Um socó admirando o entardecer, ao lado do reflexo do sol na água.

Acabou a 2a feira, amigos.

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– Diferenciando Política e Politicagem

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– Você conhecia a TSū, a Rede Social que remunerava seus membros?

Esse post tem algum tempo, e era uma rede social bem bacana. Abaixo, apenas para rememorar (há outras na Web), a TSū, que “quebrou”. 

Já imaginaram se o Facebook tivesse a mesma lógica que ela? Abaixo:

TSŪ

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

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– A cultura do Fair Play na Eurocopa.

Assistiram o lance de “boa educação” em Inglaterra x Escócia?

Penso: isso aconteceria na Copa América também?

Veja, extraído de: https://www.agazeta.com.br/colunas/wallace-valente/uma-aula-de-cultura-e-educacao-em-jogo-de-futebol-pela-eurocopa-0621

UMA AULA DE CULTURA E EDUCAÇÃO EM JOGO DE FUTEBOL PELA EUROCOPA

Por Wallace Valente

Uma aula de cultura e educação na partida entre Inglaterra x Escócia pela Eurocopa. O jogador O’Donnell, da Escócia, fez falta em uma disputa de bola no alto e saiu de perto do jogador alemão, que ficou caído. O árbitro espanhol Antônio Mateu Lahoz chamou a atenção do escocês e o fez voltar e levantar o adversário do chão.

– Lições da educação para um mundo pandêmico

Pais, professores, alunos… todos nós sofremos com a Educação e o Ensino neste difícil tempo da Pandemia.

E que lições tiramos desse momento?

Compartilho esse material bem interessante, abaixo, extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/04/24/8-licoes-apos-um-ano-de-ensino-remoto-na-pandemia.htm

8 LIÇÕES APÓS UM ANO DE ENSINO REMOTO DEVIDO A PANDEMIA

Alunos equipados com notebook foram uma minoria, e a maioria faz contato com professores por WhatsApp - Getty Images
Alunos equipados com notebook foram uma minoria, e a maioria faz contato com professores por WhatsApp. Imagem: Getty Images

No momento em que a alta de mortes por covid-19 no Brasil torna ainda mais complexas as discussões sobre volta às aulas presenciais, o ensino remoto continua a ser a rotina de muitas famílias — assim como não ter acesso à educação à distância continua a ser a realidade de grande parte da população mais vulnerável.

Mas um ano sem precedentes na história veio acompanhado também de lições inéditas para professores, alunos e pesquisadores.

A BBC News Brasil compilou alguns estudos nacionais e internacionais que ajudam a traçar um retrato da educação na pandemia para entender o que funcionou e o que ainda precisa melhorar.

1 – O enorme impacto da demora do poder público e da baixa conectividade

O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.

Foram analisados os meios usados para as aulas (como TV ou internet), seu alcance e qualidade entre as diversas etapas de ensino e os materiais e tecnologias oferecidos aos alunos.

Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação à Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.

Chamou a atenção dos pesquisadores a demora na apresentação de um plano depois do fechamento das escolas. Em média, as capitais levaram 43 dias, e os Estados, 34.

Também faltou supervisão para verificar se alunos estavam de fato acompanhando as aulas e houve pouca oferta de formas de acesso, dando aparelhos ou a conexão de internet para que os estudantes conseguissem assistir às aulas online.

“A quase totalidade dos Estados decidiu pela transmissão via internet, (mas) apenas cerca de 15% deles distribuíram dispositivos e menos de 10% subsidiaram o acesso à internet”, escrevem os pesquisadores Lorena Barberia, Luiz Cantarelli e Pedro Schmalz.

No Brasil, poucas redes se preocuparam em fornecer meios para os alunos se conectarem - Getty Images - Getty Images
No Brasil, poucas redes se preocuparam em fornecer meios para os alunos se conectarem. Imagem: Getty Images

A maioria dos planos falhou em oferecer estratégias de interação com professores, e também de supervisão e estímulo à presença, concluiu o estudo.

“Este é um elemento crucial para políticas de ensino remoto, por permitir interações que considerem as necessidades e dificuldades específicas de cada aluno, sobretudo em um contexto de elevadas taxas de abandono escolar.”

“Temos de cobrar do gestores que as políticas para a educação estejam na mesma velocidade da pandemia. Não podemos deixar que passem meses ou semanas sem intervir e ‘no próximo semestre melhoramos'”, diz Barberia à BBC News Brasil.

“O que choca é, em geral, ainda não ter um plano B (entre os gestores)”, acrescenta ela, citando como exemplo a interrupção das aulas na cidade de São Paulo quando, em março passado, as escolas voltaram a fechar por conta da fase emergencial no Estado.

Para Luiz Cantarelli, outros problemas graves foram a falta de coordenação nacional por parte do Ministério da Educação e os cortes orçamentários substanciais na área, que vão dificultar investimentos em acesso ao ensino remoto em 2021.

Cantarelli recorda que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou, por questões orçamentárias, projeto de lei aprovado no Congresso que previa investimento em acesso gratuito à internet para alunos e professores da rede pública.

2 – WhatsApp virou o principal meio de aula

Diante desse pouco acesso a planos de dados ou a dispositivos, a alternativa de muitas famílias e professores tem sido se conectar via WhatsApp.

Uma pesquisa do Instituto Península apontou que 83% dos professores mantinham contato com alunos por meio dos aplicativos de mensagens (e foi pelo WhatsApp que ocorreu a absoluta maioria das interações), muito mais do que pelas próprias plataformas de aprendizagem (34%).

Isso mostra que a imagem de um estudante fazendo aulas diante de um tablet ou notebook corresponde à realidade de um número restrito de crianças, diz Inés Dussel, pesquisadora de educação no México que recentemente participou de um seminário virtual brasileiro sobre tecnologia e ensino, promovido pelo instituto Itaú Social.

Dussel afirma à BBC News Brasil que o mesmo fenômeno ocorreu em todo o continente. “O uso do WhatsApp foi uma grande surpresa, mas é porque não temos outras ferramentas (massificadas de conexão) na América Latina”, aponta.

“A maior parte do ensino foi feita pelo celular e, geralmente, por um celular compartilhado (entre vários membros da família). Então, é algo muito desafiador.”

Mas o WhatsApp tem seus limites: evidências indicam que alunos conseguem passar mais tempo de aula diante de computadores do que diante de celulares, aponta um guia de boas práticas escolares durante a pandemia elaborado pela Ofsted, a agência governamental britânica que supervisiona as escolas do país.

3- Depois de conectar, engajar com o ambiente remoto

Uma revisão de estudos sobre ensino remoto na educação básica dos Estados Unidos lembra que as evidências em torno do tema são “esparsas”. E, também lá, o acesso a dispositivos foi um grande desafio, seguido de outro: “garantir que estudantes e famílias se engajem com o ambiente de aprendizado” remoto.

“Só oferecer computador ou conectividade ou distribuir apostilas pode não ser suficiente para um engajamento produtivo”, diz o estudo da Universidade do Estado da Geórgia.

“Felizmente, mensagens direcionadas ou incentivos são uma forma relativamente barata e escalável de aumentar o engajamento parental online e melhorar o desempenho dos estudantes.”

Entre as estratégias que aumentaram o uso das plataformas de estudo estão o envio de mensagens que incentivavam os pais a entrar na plataforma de ensino para acompanhar o progresso dos filhos.

E conversas entre professores e as famílias para ressaltar que as tarefas ainda precisam ser entregues pelos alunos mesmo à distância.

4 – Simplicidade e foco no essencial

Na avaliação da Ofsted, “não é necessário complicar em excesso os recursos (de aprendizagem) com muitos gráficos e ilustrações que não acrescentam conteúdo”.

Na educação digital remota, a plataforma não deve ser muito complicada de usar, nem as aulas devem ser elaboradas demais. “A aula remota geralmente se beneficia de uma interface direta e simples”, diz a agência em seu guia sobre o que funcionou melhor no ensino remoto britânico, publicado em janeiro de 2021.

O WhatsApp foi uma ferramenta muito importante na educação na América Latina na pandemia - Reuters - Reuters
O WhatsApp foi uma ferramenta muito importante na educação na América Latina na pandemia. Imagem: Reuters

Sendo assim, a recomendação é “focar no básico” ao adaptar o currículo. “Cuidado para não oferecer muito conteúdo novo de uma só vez. Antes, tenha certeza de que pontos fundamentais foram entendidos plenamente. (…) Leve em conta o conhecimento ou conceitos mais importantes que os alunos precisam entender e foque neles.”

Em muitos casos, diz a Ofsted, “praticar e exercitar habilidades prévias pode ser útil, como escrita à mão e aritmética simples”.

5 – Feedback e colaboração são ‘mais importantes do que nunca’

Ainda segundo a Ofsted, embora dar um retorno aos alunos (ou feedback) sobre as atividades feitas à distância seja mais difícil do que no ensino presencial, é algo que ganhou ainda mais importância neste momento, por melhorar a motivação e o desempenho deles.

“É importante que os professores mantenham contato regular com os alunos. (…) Alguns habilitaram o envio de emails automáticos para perguntar em que etapa da atividade os estudantes estão. Isso também passa a percepção de que os professores estão ‘assistindo’ enquanto os alunos aprendem remotamente”, diz a agência.

Ainda em abril de 2020, no início da pandemia, a fundação britânica Endowment Education fez uma meta-análise de pesquisas prévias sobre o ensino remoto, e uma das conclusões foi sobre a importância de cultivar interações entre os estudantes mesmo quando eles não estão no mesmo ambiente físico, “como forma de motivar os alunos e melhorar seus resultados”.

Inés Dussel observou a mesma coisa durante a pandemia: colaborar é importante, para alunos e professores.

“Aprendemos que precisamos dos demais: comparar estratégias, falar com outros professores e dar mais oportunidades de trabalho coletivo, mesmo que seja cada um na sua casa”, afirma.

Uma das iniciativas que chamaram sua atenção foi feita em uma turma de pré-escola na Argentina: “A professora pediu que os alunos lessem os poemas e editou um vídeo com todos juntos, transformando a leitura em uma produção coletiva”, explica.

Diários compartilhados da vida durante a pandemia também deram certo em muitas escolas.

Guia britânico sugere estimular autonomia e cooperação entre alunos, para melhorar resultados do ensino remoto - Reuters - Reuters
Guia britânico sugere estimular autonomia e cooperação entre alunos, para melhorar resultados do ensino remoto. Imagem: Reuters

Mas as iniciativas do tipo se beneficiam, em grande parte, da conexão prévia entre professores, alunos e famílias, acrescenta Dussel.

“(A pandemia) ressaltou a importância do vínculo anterior entre escolas e comunidades”, diz a pesquisadora. “Nas escolas que não tinham esse vínculo, as coisas (atividades remotas colaborativas) não funcionaram tão bem.”

6 – É momento de estimular autonomia e independência

A Ofsted também concluiu, a partir de revisões de estudos, que é possível obter melhores resultados quando se estimula a autonomia dos estudantes no ensino remoto, claro que levando em conta suas idades e circunstâncias.

“Estimular os alunos a refletir sobre seu trabalho ou avaliar estratégias que vão usar se travarem (em alguma parte da tarefa) foram destacadas como (ações) valiosas”, aponta a agência.

“Evidências mais amplas sobre metacognição e autorregulação sugerem que alunos carentes tendem a se beneficiar em particular de apoio explícito que os ajude a trabalhar de modo independente, por exemplo, criando checklists ou planejamentos diários.”

Mais do que fazer aulas expositivas, é o momento de “pedir ideias e participação dos jovens”, diz à BBC News Brasil Rebeca Otero, coordenadora de educação no Brasil da Unesco, braço da ONU para a educação e cultura. “Queremos formar cidadãos globais, capazes de qualificar o planeta.”

Um dos exemplos citados por ela é o do Imprensa Jovem, programa criado em 2005 como uma agência de notícias formada oir alunos da rede municipal de ensino em São Paulo.

Durante a pandemia, o projeto migrou para o ambiente digital, mas manteve os alunos engajados construindo conteúdo para, entre outras coisas, combater a desinformação em torno da covid-19 e ensinar jovens a identificar notícias verdadeiras ou falsas.

“Isso incentiva seu protagonismo e sua autonomia para aprender, se comunicar e saber buscar informações”, afirma Otero.

7- Para muitas crianças, o ano foi duro (e as perdas serão sentidas por toda a sociedade)

“Embora seja difícil prever exatamente como o fechamento das escolas vai afetar o desenvolvimento futuro dos estudantes, (os economistas americano e alemão) Eric Hanushek e Ludger Woessmann estimam que estudantes da educação básica impactados pelos fechamentos podem esperar uma renda 3% menor ao longo de toda sua vida para cada três meses de ensino efetivamente perdido”, diz estudo recente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a educação na pandemia.

O estudo lembra que 1,5 bilhão de crianças em 188 países do mundo ficaram fora da escola em ao menos parte do ano passado, e o Brasil está entre os países que fecharam as escolas por mais tempo.

As possíveis perdas econômicas derivam de dificuldades concretas. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com 9,4 mil adolescentes brasileiros, ouvidos entre junho e setembro do ano passado, apontou que 59% diziam ter falta de concentração e 47,8% afirmavam estar entendendo pouco das aulas à distância.

Em dezembro, quando o Instituto Península entrevistou 2,9 mil professores do país, 60% disseram que seus alunos remotos não estavam evoluindo no aprendizado. E 91% acreditavam que isso aumentará a desigualdade educacional entre os alunos mais pobres.

Um terceiro estudo, feito com professores de pré-escola em duas cidades pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal apontou sinais de que crianças de 4 e 5 anos estavam com mais dificuldades de expressão oral e corporal, principalmente as mais vulneráveis, que têm menos oportunidades de pintar, desenhar, recortar e ouvir histórias dentro de casa.

Pesquisas apontam exaustão de professores - Reuters - Reuters
Pesquisas apontam exaustão de professores. Imagem: Reuters

São retratos que evidenciam as dificuldades que aguardam as redes de ensino e escolas ao longo deste ano letivo.

“Todos trabalharam em condições muito adversas (em 2020), com muitas perdas”, conclui Dussel.

“Vamos precisar pensar em como agrupar os alunos e averiguar os que tiveram ensino mínimo ou nulo e decidir como enfrentar essa ruptura, com aulas ou encontros extras, com anos (letivos) de transição. (…) O poder público será fundamental para isso. Ou teremos uma situação de enorme precariedade.”

8 – A exaustão dos professores, em números

Os professores se reinventaram e, em sua maioria, aprenderam novas formas de se conectar e ensinar durante a pandemia. No entanto, a experiência tem deixado muitos deles exauridos.

“Acordo e durmo pensando nas coisas inacabadas que tenho que fazer”, disse uma professora quando questionada em pesquisa da Fundação Carlos Chagas no ano passado, à qual 80% dos docentes afirmaram que estavam gastando mais tempo planejando aulas, principalmente os que ensinam nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

Além disso, a maioria deles disse que estava conciliando isso com o aumento de suas tarefas domésticas (ou com ajudar os próprios filhos nas tarefas escolares).

Uma grande dificuldade que se apresentou nos meses finais de 2020, quando algumas redes públicas e privadas retomaram as atividades presenciais, foi dar conta do ensino híbrido. Alguns professores tiveram de dar aulas simultaneamente para alunos presenciais e remotos.

“Isso exige muito do professor, desde a conexão até a atenção dividida”, explica Inés Dussel.

O Instituto Península também questionou os professores brasileiros quanto a seu estado de ânimo em dezembro: 53% disseram estar mais cansados do que antes.

Mas, a despeito disso, 61% contaram que estão motivados para ensinar em 2021.

– A Igreja Católica nos EUA proibirá Biden de receber a Eucaristia?

Certa vez, o ex-presidente Lula disse: “sou católico e defendo a vida, mas como presidente eu tenho que pensar no aborto como um caso de saúde pública”, ao se referir à legalização ao aborto em anos passados, plataforma a qual o partido dele defendia e defende.

Mais ou menos parecido com isso está acontecendo nos EUA: lá, Joe Biden faz o mesmo discurso (diferenciando que Biden, católico praticante, frequenta regulamente a Igreja e recebe costumeiramente os sacramentos). E por tal fala, a “CNBB dos EUA” quer proibi-lo de receber a Eucaristia.

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/06/18/por-que-bispos-americanos-querem-impedir-biden-de-comungar.htm

POR QUE BISPOS AMERICANOS QUEREM IMPEDIR BIDEN DE COMUNGAR

Quando Joe Biden assumiu a presidência dos Estados Unidos, em janeiro deste ano, ele se tornou apenas o segundo católico em toda a história americana a ocupar o cargo. O primeiro havia sido John Kennedy, que governou o país de 1961 a 1963.

Mas enquanto muitos católicos celebraram a vitória de Biden, sua presença na Casa Branca gerou o que alguns bispos americanos descrevem como situação “difícil”: Biden apoia o direito ao aborto, que é legal nos EUA, mas condenado pela Igreja Católica.

Essa postura levou parte da liderança da Igreja americana a propor que Biden — um católico fervoroso, que vai à missa todos os domingos, costuma citar passagens bíblicas e o papa Francisco em seus discursos e já afirmou que sua fé católica serve como “âncora” — e outros políticos que defendam o direito ao aborto sejam impedidos de receber a comunhão.

O debate vem gerando divisões e voltou a ganhar atenção nesta semana, com uma reunião virtual da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB, na sigla em inglês) na qual o principal tema em discussão é o significado da Eucaristia e como abordar a situação de políticos católicos pró-aborto.

Os 280 bispos com direito a voto deverão decidir se devem pedir à Comissão para Doutrina (que aconselha em questões ligadas à fé e moral) a elaboração de um documento esclarecendo quem pode receber a comunhão e as circunstâncias em que o sacramento pode ser negado.

Depois de horas de debate e discordâncias, os religiosos votaram nesta quinta-feira (17/6), segundo dia do encontro. O resultado final deverá ser anunciado nesta sexta (18/06), no encerramento da reunião.

Caso a proposta seja aprovada, a Comissão para Doutrina começará a elaborar o documento, que será colocado em votação na próxima reunião da USCCB, em novembro. Para ser aprovado, o documento final precisará do apoio de pelo menos dois terços dos votantes.

Mas, na prática, a decisão final sobre permitir ou não que Biden (ou qualquer outro fiel) receba a comunhão continuará nas mãos do bispo responsável por cada diocese.

Em Washington, onde o presidente costuma frequentar a igreja Holy Trinity (Igreja Católica da Santíssima Trindade), no bairro de Georgetown, o arcebispo Wilton Gregory já indicou que não pretende impedir Biden de comungar. O mesmo deve ocorrer em Wilmington, no Estado de Delaware, onde Biden tem residência e frequenta a missa em alguns fins de semana.

“Legalmente, (a decisão da USCCB) não tem impacto”, diz à BBC News Brasil o professor de teologia e estudos religiosos Massimo Faggioli, da Universidade Villanova, na Pensilvânia, que é autor do livro “Joe Biden and Catholicism in the United States” (“Joe Biden e o Catolicismo nos Estados Unidos”).

No entanto, o simples debate sobre a possibilidade de uma regra nacional impedindo que políticos pró-aborto recebam a comunhão tem um forte significado simbólico e revela não apenas a divisão interna e polarização política na Igreja americana, mas também suas divisões em relação ao Vaticano.

“Os bispos que são os mais vocais na defesa dessa proposta são os mesmos que nos últimos oito anos foram os mais vocais contra o papa Francisco em diversos temas”, observa Faggioli. “E fazem parte da mesma maioria que nos últimos 10 ou 20 anos se tornou incrivelmente politizada e alinhada com o Partido Republicano.”

Oposição ao papa Francisco

A ala conservadora da Igreja Católica americana reúne pelo menos metade dos bispos do país e é conhecida por sua oposição ao papa Francisco, que defende uma postura menos rígida em relação a fiéis que se afastaram da doutrina.

Desde que assumiu o comando do Vaticano, em 2013, o papa deu destaque a questões sociais, incentivando os fiéis a cuidar dos pobres, acolher imigrantes e combater mudanças climáticas, demonstrou tolerância a homossexuais e abriu caminho para que católicos divorciados ou casados novamente recebam a comunhão.

Mas muitos de seus críticos temem que a visão de uma Igreja mais liberal em relação a esses temas leve a um enfraquecimento da religião.

Assim como os bispos americanos, o papa Francisco também se opõe ao aborto, considerado pela Igreja um “pecado mortal”. Mas o papa e outras lideranças no Vaticano preferem o caminho do diálogo em vez de uma proibição como a proposta por parte dos bispos nos Estados Unidos.

Críticos dessa proposta dizem que impedir políticos católicos de comungar por causa de sua posição em relação ao aborto tem motivação mais política do que religiosa.

O papa já chegou a declarar que “a Eucaristia não é um prêmio para os santos, mas sim o pão dos pecadores”.

Em uma rara intervenção pública do Vaticano sobre a disputa na Igreja americana, o cardeal Luis Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, enviou uma carta ao arcebispo de Los Angeles, José Gomez, que é presidente da USCCB, pedindo cautela e alertando para as consequências de apressar uma decisão.

Ladaria pediu diálogo entre os bispos americanos para “preservar a unidade da conferência episcopal diante de discordância sobre esse assunto controverso”.

Em uma demonstração da divisão interna provocada pelo tema, 67 bispos americanos pediram que a discussão fosse adiada até que pudessem participar de um encontro pessoalmente. Mas os idealizadores da reunião virtual desta semana decidiram manter o tema na agenda.

Debate antigo

O debate sobre negar a comunhão a políticos pró-aborto não é novo nos Estados Unidos. Há décadas a ala conservadora da Igreja Católica no país busca fazer da oposição ao aborto sua prioridade e questão religiosa central.

Em 2004, um grupo de bispos conservadores já havia tentado impedir que o então candidato presidencial democrata John Kerry recebesse o sacramento por esse motivo. Kerry era o primeiro católico a concorrer à Presidência por um dos grandes partidos americanos desde o assassinato de Kennedy.

Na época, a posição dos bispos conservadores americanos tinha apoio do cardeal Joseph Ratzinger, que em 2005 se tornaria o papa Bento 16. Mas a decisão final foi a de que cada bispo teria autonomia para decidir se permitiria ou não políticos pró-aborto de comungar.

O próprio Biden já teve a comunhão negada em uma igreja na Carolina do Sul em 2019, quando era candidato, por causa de sua posição em relação ao aborto. Sua chegada à Casa Branca aumentou a urgência com que alguns setores da Igreja no país veem a questão.

Biden substituiu o republicano Donald Trump, que durante seu governo adotou diversas medidas restringindo o aborto e nomeou centenas de juízes contrários à prática para os tribunais do país, entre eles três para a Suprema Corte, a mais alta instância da Justiça americana e que tem o poder de decidir o futuro do aborto no país.

Desde que assumiu o poder, Biden reverteu algumas das restrições adotadas durante o governo Trump. Além disso, sua presidência marca um momento em que os democratas vêm fortalecendo sua defesa do aborto, posição atualmente compartilhada por quase todos os políticos do partido.

“Na época (de Kerry) a situação era diferente, porque não era um presidente católico, (apenas) um candidato”, salienta Faggioli.

“Agora, seria uma declaração de guerra da Conferência dos Bispos contra o presidente, e também uma demonstração de que eles não levam a sério o que vem do Vaticano a respeito dessa questão.”

Impacto

Para Faggioli, o esforço em curso nos Estados Unidos é único em termos históricos e “mais americano do que católico”.

“Há exemplos no passado de relações difíceis entre a Igreja Católica e chefes de Estado”, ressalta. “Mas nunca houve esse tipo de discussão pública de alto nível, envolvendo toda uma conferência de bispos, para planejar punir um presidente católico por causa de suas opiniões.”

O atual movimento é encabeçado por nomes influentes da ala conservadora da Igreja Católica americana. Além de Gomez, fazem parte dessa lista o cardeal Raymond Burke e o arcebispo Salvatore Cordileone, de San Francisco, entre vários outros.

“É fundamentalmente uma questão de integridade”, declarou Cordileone em maio, em um recado não apenas para Biden, mas também para a presidente da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados), a democrata Nancy Pelosi, que é católica, defende o direito ao aborto e frequenta a igreja em San Francisco.

“Na liturgia Católica, receber o Sacramento Sagrado é abraçar publicamente a fé e os ensinamentos morais da Igreja Católica, e desejar viver de acordo (com eles)”, afirmou Cordileone.

Muitos dos defensores da proibição temem que o exemplo dos políticos possa influenciar outros fiéis. Mas vários dos opositores da proposta acreditam que os líderes religiosos devem conversar com esses políticos reservadamente sobre como seu apoio ao aborto vai contra os valores da Igreja.

Para Faggioli, o debate atual traz o risco de alienar ainda mais uma parcela dos fiéis que já vêm se afastando da Igreja.

“O simples fato de que houve essa reunião e a narrativa em torno desse debate é um problema muito sério. Porque dá a impressão de que esta é uma convenção de um partido político.”

Faggioli ressalta que um documento defendendo a exclusão de Biden ou de outros políticos católicos da Eucaristia terá efeito na população católica geral do país.

“O que Biden diz sobre aborto é o que cerca de metade dos católicos americanos também acreditam”, afirma.

Segundo o instituto de pesquisas Pew Research Center, 67% dos católicos americanos dizem que Biden não deve ser impedido de comungar por causa de sua posição sobre o aborto. Outra pesquisa do instituto, de 2019, indica de 56% dos católicos americanos acreditam que o aborto deveria ser legal na maioria dos casos.

Biden costuma frequentar a missa nos finais de semana em Wilmington, no Estado de Delaware, onde tem residência

– Machado de Assis, eterno!

E hoje se comemora o 182o ano do nascimento de Machado de Assis.

Disse ele: 

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouca importa; o essencial é que saiba amar”.

Teria sido ele o maior escritor do Brasil? Será que as gerações futuras discutirão isso ou outros gênios surgirão? Há aqueles que dizem que Paulo Coelho o superará/superou… não concordo.

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– A beleza do lago.

Uma vista inspiradora: Lago do Orfeu, com toda sua beleza.

Aqui, a natureza foi generosa em sua formosura.

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– 51 anos do Título da Seleção Brasileira de 1970

É de arrepiar! Hoje, 51 anos do melhor futebol já jogado no mundo.

Em fase de “questionamento da beleza do jogo” do Escrete Canarinho atual , assisti no YouTube os gols de Brasil 4×1 Itália em 70, com o áudio do estádio. Que diferença…

Áureos tempos…

Sensacional, assista em: https://www.youtube.com/watch?v=eXz3_WVsQto

– Pausa para brincar.

Um momento de “orgulho próprio”: parei tudo o que fazia para ir ao parquinho com minha Tetéia!

Decisões assim são importantíssimas… nada pode ser maior do que a atenção à uma filha!

Tenho muitos pecados, mas o da “paternidade ausente” eu me livrarei…

❤️ #família

– Festa de São Luís Gonzaga, o patrono dos jovens.

Em tempos de desregramento e falta de valores, um santo que serve de modelo para todos nós: São Luís Gonzaga, o Padroeiro dos Jovens, celebrado hoje.

Abaixo, sua história, extraída do site da Comunidade Canção Nova:

SÃO LUÍS GONZAGA

Considerado o “Patrono da Juventude”, São Luís Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione.

Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses mas, graças ao amor de Deus, Luís desde cedo deixou-se possuir por esse amor.

Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, na tentativa de fazê-lo desistir de sua vocação.

Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos. Com pouco mais de vinte anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.

– São Luís Gonzaga, rogai por nós. Amém.

– Totalmente vermelho.

Que legal! Usei o App Line Camera para uma fotografia que tirei de uma roseira. E o filtro dela, que fazia o vermelho da rosa permanecer e deixar todo o restante em preto e branco, me surpreendeu.

Eis nossa “red flower”, abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby