– Eles riem enquanto outros brigam… Política e Futebol iludindo a muitos!

A semana foi complicada para o mundo do futebol. Surgiu uma baita discussão provocada pelo jornalista Carlos Cereto, onde ele defendia a separação entre jornalismo esportivo e político, como que “se evitasse falar de ambos concomitantemente”. Respeito a opinião dele, mas discordo: a política está intrínseca na sociedade, pois ela é necessária para todas as searas!

Aliás, já disse uma vez até mesmo o Papa Francisco sobre ela: “A Política é o mais alto grau da Caridade” (entenda esse contexto em: https://wp.me/p4RTuC-c0U).

Pois bem: se discute muito as manifestações de esportistas sobre Direita e Esquerda (ou Extrema D / Extrema E), como, por exemplo, as críticas que são lidas a Felipe Melo ou a Casagrandepois ambos têm posições abertamente assumidas. Eles podem assumir suas convicções, é da Democracia e não os censure por suas visões de mundo (isso não quer dizer “fazer apologia”, mas simplesmente respeitar e permitir a expressão de todos os prismas).

Assusta-me ver como as coisas vão sendo deturpadas quando a busca pelo poder e o fanatismo político tomam o lugar da sensatez e da razão. Vide a taxação de “comunista” atribuída ao treinador Tite, que NUNCA se manifestou ideologicamente, e que agora é atacado por uma foto de 2012 onde ele já se disse arrependido. 

Sobre essa posição de neutralidade do treinador da Seleção Brasileira, compartilho na postagem de ontem, postada em: https://wp.me/p4RTuC-vib (onde falamos da grande fake news que viralizou).

O mais interessante é: as pessoas se exacerbam, discutem, mas não se lembram que a CBF, em questões de política, não é nem de Esquerda e nem de Direita: ela é do lado do PODER!

Esquecemos tão rapidamente os afagos de Marco Polo Del Nero em Lula (juntamente com Marin, filho da Ditadura Militar)? A bancada da bola sempre migrou de lado, conforme o interesse. Rogério Caboclo faz o mesmo com Jair Bolsonaro (e faria a mesma coisa com Fernando Haddad, Marina Silva, Cabo Daciolo ou Guilherme Boulos). É do “jogo da CBF”.

Portanto, não se rotule quem não quer ser rotulado como Tite, respeite-se quem se manifesta ideologicamente, mas não se apaixone-se por quem quer usufruir das benesses do dinheiro e do poder.

Enquanto “internautas desavisados” e “tiozões do WhatsApp” replicam memes contra os “mercenários jogadores” ou “a hipocrisia do treinador”, como gostam de escrever, os senhores da imagem abaixo riem…

 

 

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