Quando falamos de subjetividade na interpretação da Regra do Jogo, damo-nos ao “luxo” de criar várias hipóteses para explicar certas situações. Mas em alguns não precisam de tanta “lenga-lenga”, pois são mais objetivos!
Por exemplo: a bola que Lucas Piton (SCCP) chuta para o gol e bate sem querer no braço de Maílton (Coritiba). Ali, não há intenção, não há movimento antinatural ou intenção disfarçada, não há tentativa de ludibriar a regra nem desejo de aumentar o espaço, nem qualquer coisa que possa justificar a marcação. Bateu por ocasião da jogada, simplesmente. Como tirar o braço da disputa num movimento fisiológico normal em distância tão curta?
O experiente árbitro Leandro Pedro Vuaden, que não marcou nada naquele instante, chamado pelo VAR mudou de ideia e marcou pênalti. Errou feio.
O legal seria que depois do jogo tivéssemos uma palavra da arbitragem: por quê marcou? Qual a justificativa?
Pense: e se fosse esse lance contra Corinthians, Flamengo, Palmeiras, São Paulo…?
