– Pizza Surpresa!

Êba!!!

Comprei uma pizza 1/2 de calabresa com catupiry e 1/2 halley da EMPÓRIO PIZZARIA.

A recebi em ordem e, para a minha surpresa, ganhei uma de brigadeiro.

Questionado o motivo do mimo, a resposta: “É a sua primeira compra conosco, o brinde é para ficar freguês”!

Deu certo, repetirei o pedido na próxima oportunidade, pois além do bom sabor, a simpatia contou como marketing.

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– Estamos ameaçando os EUA? Demagogia ou falta de noção?

Nem o comunista Jango, nem o corrupto socialista Lula, ou nem qualquer presidente da história do Brasil provocou os americanos para uma guerra, direta ou indiretamente. Mas, de novo, por impulso, o presidente Bolsonaro fala uma barbaridade que envergonha a diplomacia.

Extraído de UOL:

“O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se referiu ao presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden como ‘candidato à chefia de estado’ hoje à tarde. Sem citar o nome de Biden, rebateu um posicionamento do democrata em relação à Amazônia: ‘Assistimos há pouco um grande candidato à chefia de estado dizer que se não apagar o fogo da Amazônia, vai levantar barreira comercial contra o Brasil’, começou Bolsonaro. ‘Apenas diplomacia não dá. Quando acabar a saliva, tem que ter pólvora, senão não funciona. Precisa nem usar a pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo’.”

Eu não tenha partido político ou político de estimação, mas não podemos ser alienados enquanto povo. E fica claro: nosso presidente tem momentos de arrogância comprando brigas que não existem, vivendo em um mundo de teorias conspiratórias inexistentes beirando a esquizofrenia, e, por fim, mostrando-se sem jogo de cintura nenhum. Ele realmente disse que se não tiver diálogo usará “pólvora” contra Biden, que fez questão de não citar o nome?

Estamos a pé de políticos de todas as ideologias, essa é a verdade.

Depois que acabar a saliva tem que ter pólvora, diz Bolsonaro

– Despertar a Criatividade por Conviver com Gente Diferente!

Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html

UM GOLE DO DESCONHECIDO

Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio

Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.

Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.

Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.

Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.

Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.

Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.

Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.

No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.

Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.

A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.

Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.

Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)

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– Santuário das Almas

Um clique devocional: o Santuário do Sagrado Coração de Jesus em Sufrágio das Almas. Conhece?

Fica em São Paulo, na Zona Norte. E é Magnífico!

Rezar pelas almas que padecem no Purgatório é uma das mais belas devoções da Igreja Católica. Aqui, o clique de um dia qualquer em que tive a oportunidade de ir lá na Missa pelas almas dos falecidos e pelos viventes sadios ou doentes! Vale cultivar tal costume de fé e refletir: o quanto rezamos pelos falecidos?

– A “Terceira Vez” de Rogério Ceni. Mas foi ética a ida ao Flamengo?

Você trabalha em uma empresa e recebe uma proposta de emprego que lhe agrada mais. Dentro dos princípios de profissionalismo, você pode mudar de organização se o contrato / distrato permitir (pagando a multa). Normal.

Mas… e se você der a sua palavra que cumprirá até o período assinado o seu contrato?

Rogério Ceni disse dias atrás ao “Bem, Amigos” da Sportv que ficaria até o final do seu contrato como treinador do Fortaleza. Não cumpriu sua palavra e aceitou a proposta do Flamengo. Isso não foi lá “muito correto”…

Para mim, Rogério tem sido o grande nome dos técnicos brasileiros em atividade. No seu 1o trabalho num dos 12 times grandes do Brasil, o São Paulo, acertou e errou, mas não teve respaldo do presidente Leco. No 2o, no Cruzeiro, foi derrubado pelos atletas. E agora, no 3o?

O Flamengo tem jogadores bem remunerados, estrelas, e que recentemente derrubaram Domènec Torrent. Deixarão Ceni trabalhar como quer? Mais ainda: haverá uma guerra de egos (já que sabidamente há muita gente de personalidade forte por lá)?

Aguardemos.

Rogério Ceni exalta estrutura do Flamengo: "Aqui já temos tudo pronto" -  Flamengo | Coluna do Fla

– Como anda a sua Reputação Digital?

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

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– Os Pré-Adolescentes Milionários

Repost interessantíssimo:

A Precocidade do sucesso assusta: Nos EUA, surge uma nova categoria de artistas: os Adolewood, graças à “Hannah Montana” e “Harry Porter“. Não são nem adolescentes, mas a conta bancária é bem adulta.

Esses artistas infantis, hoje consagrados, representaram bem os adolescentes endinherados daquela época. Veja que curioso o que foi publicado,

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139361-1.htm

O PODER DA ADOLEWOOD

Astros adolescentes faturam milhões de dólares e se tornam profissionais disputados em Hollywood

por Natália Rangel

A musa teen americana Miley Cyrus, 16 anos (foto), pode não ser conhecida dos adultos. Mas entre os pré-adolescentes é uma febre. Ela é Hannah Montana, a personagem de um seriado de tevê que durante o dia frequenta uma escola como qualquer criança, mas à noite se transforma em popstar.

O sucesso do programa é tanto que se estendeu às telas dos cinemas no filme “Hannah Montana”, com estreia prevista no Brasil para o dia 12 de junho. A ascensão meteórica da atriz e cantora, descrita como uma garota precoce, voluntariosa e que acompanha cada detalhe da própria carreira, lhe valeu também o rótulo de menina mimada. Recentemente, na cerimônia de entrega do Grammy, em Los Angeles, a moça quis porque quis que Thom Yorke, vocalista da banda britânica Radiohead e de quem é grande fã, fosse visitá-la em seu camarim. Ele não foi. E ela teve uma reação nada protocolar: disse a quem quisesse escutar que iria “destruir a banda”. Recebeu um pito do ídolo. O músico afirmou que “ao crescer ela aprenderia a não ser tão pretensiosa”.

Não fica bem a uma banda de rock trocar figurinhas com uma musa teen. Mas, se Miley não tem a atenção de seu ídolo, em contrapartida possui Hollywood a seus pés. Seu novo filme estreou batendo recordes nos EUA e no Canadá: arrecadou US$ 34 milhões no feriado da Páscoa, cravando o maior faturamento já obtido nessa data pelas bilheterias americanas. Os produtos licenciados pela artista também são atualmente o carro-chefe das vendas da Disney, que saltaram de US$ 400 milhões em 2007 para US$ 2,7 bilhões em 2008 – a popularidade de Miley pesou bastante nesses resultados. Hoje, o público chamado de tween (os pré-adolescentes entre 8 e 12 anos) tem se mostrado um consumidor voraz.

Segundo a revista americana Forbes, 20 milhões de préadolescentes gastam anualmente cerca de US$ 51 bilhões e influenciam parentes e amigos a gastarem outros US$ 150 bilhões em artigos produzidos por astros adolescentes. Diante dessas somas astronômicas, antigos astros mirins como Shirley Temple, nos anos 1930, ou Macaulay Culkin, na década de 1990, parecem realmente brincadeira de criança.

Na trilha do furacão Miley, como a descreveu uma reportagem da revista americana Time, estão outros jovens artistas de uma geração milionária que foi batizada pela imprensa francesa de adolewood (fusão das palavras adolescente e Hollywood). No topo da lista está o ator inglês Daniel Radcliffe, 19 anos – é ele mesmo, o intérprete do bruxinho Harry Potter, considerado hoje, ao lado de Miley Cyrus, o artista adolescente mais valioso. Radcliffe faturou no ano passado cerca de US$ 25 milhões e estreia em 17 de julho “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, sexto episódio da série. Outros dois jovens que viraram ídolos tweens são os americanos Zac Efron e Robert Pattinson.

O primeiro, que vem sendo chamado de “o novo Tom Cruise”, apareceu com o telefilme “High School Musical”, no qual formava um par romântico com outra garota que caiu nas graças do público, Vanessa Hudgens. Mas já alçou carreira solo no filme “17 Anos Outra Vez”, com estreia prevista para 10 de julho. Pattinson despontou como o bom vampiro no filme “Crepúsculo” e já atuou também no segundo filme da série, “Lua Nova”, que entra em circuito no final do ano – ambos são baseados nos best-sellers de Stephenie Meyer. Em apenas dois anos, o seu cachê passou de US$ 8 milhões para US$ 12 milhões.

Todos esses astros aparecem na mais recente lista da revista Forbes, elaborada justamente para avaliar a popularidade dessa nova casta hollywoodiana, feita de estrelas de até 19 anos. Os dois primeiros lugares ficaram, é claro, com Miley e Radcliffe, e na terceira posição está a novata Dakota Fanning, 14 anos, que em oito de carreira já atuou em 39 produções.

Ela ficou conhecida pelo filme “Guerra dos Mundos”, de Steven Spielberg, em que contracenou com Tom Cruise, e atualmente aparece em quatro trabalhos inéditos, entre eles, “Heróis” (estreia na sexta-feira 29) e “Lua Nova”. Ganha US$ 4 milhões para atuar. No caso dos meninos do grupo Jonas Brothers, a conta dos estúdios fica mais alta, já que eles são três: os irmãos Joe, Nick e Kevin. Criadores dos hits “S.O.S.” e “Burnin’ up”, cada um com mais de um milhão e meio de downloads na internet, eles estão em turnê e passam pelo Brasil neste fim de semana com shows em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Antes de lançarem o terceiro disco, “Lines, Vines and Trying Times”, em junho, invadem os cinemas brasileiros com o filme “Jonas Brothers 3D: o Show”. Como Miley Cyrus, o trio canta, dança e atua. Ou seja: com esses amiguinhos, os pais nem precisam se preocupar com os filhos. Eles não são rebeldes e se portam na linha do politicamente correto.

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– Boa 4a feira!

👊🏻 Bom dia, pra quem é “do dia”!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Equipamentos em ordem e vontade de controlar o #cortisol na lista de tarefas.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDoCarmo, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Carmo #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com as #primaveras brancas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí, com cores tão belas e vibrantes (clique de dias atrás).
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻#sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby