– Chegou a noite (e com Polaroid).

Peguei minha Polaroid e… click!

Um ótimo sábado com minha querida esposa Andréia só poderia terminar muito bonito…

Ops: lembram o que é uma máquina polaroid, né? Era muito legal revelar filme na hora.

❤️ 🌹 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#BragançaPaulista #Entardecer #Saturday #Casamento #Felicidade #Família

– Quase lá!

Depois de muito trabalho com reforma, pintura, consertos… ufa! Estamos quase nos “finalmente” da casa nova.

De Jundiaí para Bragança Paulista, em definitivo, daqui a alguns dias. Mas o trajeto entre a Terra da Uva e a Terra da Linguiça será quase que diário!

Adaptação, renovação, modificação… a vida é assim mesmo. Enquanto as coisas acontecem, vamos levando e nos re-solidificando (sem perder a ternura).

Neste momento, a preocupação é: em que lugar eu coloco esse arranjo florido?

Claro que ainda há outras, mas ainda assim tudo em ordem! 😊

– Mais Filhos, mais Felicidade!

Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!

Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87

MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?

Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.

Por Daniella Cornachione

A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.

A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.

Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.

A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.

Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.

Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.

Resultado de imagem para Filhos

– Sinal Vermelho no Futebol Brasileiro devido à Covid-19.

Depois de tantos casos de contaminação pelo Novo Coronavírus no futebol, já não era momento de rever o rigor (para maior) dos protocolos impostos? É muita gente atingida por essa enfermidade… Vide Santos, Palmeiras e Atlético Mineiro, mais recentemente.

Pior: a reinfecção COMPROVADA do palmeirense Gustavo Scarpa, onde os sintomas estão bem sérios nesta segunda vez.

Precisamos tomar cuidado para que, em função da falta de calendário, desrespeitemos a dignidade do jogador de futebol e façamos vista grossa para a doença.

Clubes do futebol capixaba temem futuro em meio à pandemia da Covid-19 | A  Gazeta

– O emprego mais difícil do Brasil: Diretor de Marketing do Carrefour Brasil!

Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.

Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?

Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

carrefour-logo – KairósRH

– Nosso solzinho de cada dia…

Para quem acorda cedo, neste horário bacana da manhã é ótimo tomar um solzinho. Ele tem vitamina D, traz disposição e nos ajuda despertar.

No Interior, isso se chama: “lagarteando”, ou seja, fazer como os lagartos: ficar se banhando dos raios de sol.

Minha Tetéia sabe bem o que é isso… menina madrugadora e passadeira! Mas se bobear, tão gostoso e relaxante que está, acabará dormindo.

#relax

– Motivando com imagens.

Que sábado bonito amanheceu! E as cores vibrantes deste novo dia me animam…

Como não ter inspiração com as flores? Céu limpo ao fundo desta fotografia de há pouco também me faz motivar.

As imagens belas da Mãe Natureza nos permitem, hormonalmente falando, ter mais pique para a labuta. É científico, não poético: rendemos e nos animamos mais com a percepção do azul infinito e da beleza da Criação.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Bom e bonito sábado para todos nós!

👊🏻 Bom dia, para quem gosta da #madrugada!
Acordar cedo faz muito bem. Então, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #underarmour #adidas
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #Imaculada #Maria, #Mãe de #Jesus (nosso #Salvador e único #Deus), rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com a #roseira vermelha.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí, com o #sol das 05h30 tão radiante.
Que o #sábado possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby