– Os pênaltis não marcados em Corinthians 1×2 Atlético Mineiro e Botafogo 1×2 Red Bull Bragantino.

O pênalti cometido “por atropelamento” do goleiro Cleiton (RBB) em Kalou (BOT), no finalzinho do jogo (além de outros lances polêmicos) e o pênalti de Gil (SCCP) em Vargas (CAM), respectivamente na segunda e no sábado, não marcados pelos árbitros Rodolpho Toski Marques (PR – FIFA) e Rodrigo Dalonso Ferreira (SC), são lances que te deixam impressionados por serem indiscutíveis!

Eles têm algo em comum: são fáceis de se marcar. Provavelmente, os juízes desses jogos tiveram o chamado “branco”. Sabe aquela vacilada, desatenção ou traição da competência? Sempre digo: má fé, em jogo como esses e de meio de tabela, não existe. É falta de qualidade mesmo, e quando o árbitro chega em casa e vê a “cáca” que fez…

O duro é: são sempre os mesmos árbitros questionados, vacilantes e que têm eternas chances na carreira, chegando até mesmo à FIFA.

DETALHE IMPORTANTÍSSIMO: E o VAR, já que são lances de erros crassos, permitidos de interferência pelo protocolo?

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