– Clouds and Sun.

Agora, 17h00 na Terra da Uva. O entardecer por aqui é belíssimo!

Como eu gosto de você,
Jundiaí…

(Ops: apenas uma declaração sincera, não sou candidato a nada).

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– João Santana sendo sincero:

Um dos episódios mais horrorosos da política brasileira foi a corrupção petista. Uma população iludida por demagogos que diziam trabalhar pelo povo e saquearam o país com seus golpes (Mensalão, Petrolão e tantos outros). 

Digo isso pois leio o twitter de Daniela Lima (@DanielaLima_), sobre o Marqueteiro do PT João Santana em entrevista ao Roda Viva (ontem), que destacou bem um momento do programa:

“João Santana conta que no terceiro dia dele na cadeia jogaram por debaixo da porta da cela um recorte de jornal com o presidente do PT dizendo que a sigla ‘não tinha marqueteiro’. ‘Não me senti traidor. Me senti traído’.

Cá entre nós: foi um momento de implosão da quadrilha que roubou sem dó o país.

João Santana, marqueteiro do PT, se afastou de Lula e Dilma - 22/02/2016 -  Poder - Folha de S.Paulo

– Na Sociedade, o Mundo é para os Extrovertidos?

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

Resultado de imagem para Pessoa tímida

– Nossas crianças usam adequadamente os aparelhos eletrônicos?

Compartilho essas ótimas recomendações sobre o uso da eletrônica pelos nossos filhos (situação às vezes penosa para nós).

Extraído de: http://istoe.com.br/midias-digitais-seu-filho-usa-da-maneira-certa/

MÍDIAS DIGITAIS: SEU FILHO USA DA MANEIRA CERTA?

A Academia Americana de Pediatria divulga novas recomendações para o uso de tablets, celulares e computadores por crianças e adolescentes. E não é só o tempo de utilização que conta

A Academia Americana de Pediatria divulgou na semana passada suas novas recomendações para que crianças e adolescentes naveguem com equilíbrio pelo mundo digital. A entidade, cujas orientações costumam servir de parâmetro para a conduta de médicos, pais e governos na maioria dos países, deixou patente que é preciso prestar atenção não somente ao tempo que os jovens passam com tablets e celulares, mas ao quê e como eles entendem o que vêem ou jogam.

Por isso, as orientações fazem distinções por faixas etárias, respeitando o grau de compreensão da criança em cada uma. O uso de mídias digitais deve ser evitado por bebês menores de um ano e meio. Até essa idade eles precisam explorar o mundo real e manter interação social com cuidadores nos quais confiam. Isso é fundamental para que desenvolvam apropriadamente o raciocínio, a linguagem e a coordenação motora. Além disso, os bebês têm dificuldade para transferir o que enxergam no celular, por exemplo, para a realidade tridimensional em que vivemos.

A partir dessa idade e até por volta dos cinco anos, a exposição aos recursos digitais pode produzir alguns benefícios, desde que as atividades sejam de boa qualidade. A associação americana cita como opções programas e aplicativos infantis de tevês públicas e do velho Vila Sésamo, agora repaginado para tablets e celulares. Na avaliação dos especialistas, grande parte do que está disponível é ruim e não contempla as necessidades educacionais dos pequenos. “Daí a importância de os pais acompanharem os filhos durante o uso, que deve ser feito por no máximo uma hora por dia”, diz a pediatra Evelyn Einseinstein, da Sociedade Brasileira de Pediatria.

As figuras interativas dos e-books prejudicam a capacidade de a criança entender o conteúdo

A mesma recomendação vale para os e-books, geralmente recheados de figuras interativas. Ao contrário do que se imagina, esses recursos prejudicam a capacidade de a criança entender o conteúdo. Funcionam como distração. Habilidades necessárias para o bom desempenho escolar, como persistência para a conclusão de tarefas, controle do impulso, pensamentos flexíveis e criativos e equilíbrio emocional são promovidas principalmente em brincadeiras reais, não estruturadas e que requerem convivência social.

Na casa da relações pública Giuliana Gregori e do advogado Bruno Paletta, em São Paulo, Arthur, de três anos e meio, até tem acesso aos digitais – ele ganhou o próprio Iphone quando tinha menos de um ano de idade. Mas não troca as brincadeiras no parque pelos joguinhos online. “Ele usa quando quer, por pouco tempo, e para acesso a brincadeiras pontuais”, diz Giuliana. “Arthur dá mais valor para as interações no mundo real.”

NAVEGAR COM SEGURANÇA

A utilização por jovens em idade escolar precisa ser ainda mais monitorada. O uso excessivo está associado à obesidade e a comportamentos de risco, como a auto-mutilação ou distúrbios alimentares. Por essa razão, as diretrizes instruem os pais a estimularem seus filhos à prática de exercícios físicos pelo menos uma hora por dia e a dormirem entre oito e doze horas por noite. Uma das formas de garantir o sono é impedir que os aparelhos sejam usados uma hora antes de se deitar.

Nessa fase, os pais devem estimular conversas sobre os cuidados necessários para se navegar com segurança na rede, evitando o assédio de pedófilos ou outras armadilhas perigosas. Também é o momento de falar a respeito de cidadania, respeito ao outro e à diversidade de opiniões. “A família deve criar um ambiente de segurança para que o jovem recorra a ela quando tiver dúvidas sobre o que está vendo”, diz Jenny Radesk, pediatra e especialista em desenvolvimento comportamental da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Ela é uma das responsáveis pelas novas orientações.

No Brasil, as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria são basicamente as mesmas das agora lançadas pelos americanos. A entidade nacional pretende atualizá-las adicionando a orientação para que crianças entre dois e cinco anos tenham acesso ao meio digital somente uma hora por dia.

Aos pais, cabe dar o exemplo e não fazer da tecnologia o centro da vida. Pediatras brasileiros e americanos enfatizam que a mensagem passada aos filhos deve ser a de que ela tem seu valor, desde que desfrutada com parcimônia e qualidade. Luiza Reginatto Diório, de três anos, vê o comportamento equilibrado dos pais, Giuliana Reginatto e Luiz Antonio Diorio, em relação aos aparelhos, e segue pelo mesmo caminho. “Se as crianças percebem que o celular é o centro das atenções na vida dos pais, até mesmo durante as refeições, é muito provável que o encantamento pelos aparelhos seja maior”, diz Giuliana. “Por isso, procuramos dedicar nosso tempo a brincar junto com a Luiza, a construir coisas com ela, como desenhos e quebra-cabeças, a cantar juntos. O mundo real, assim, vai naturalmente se tornando mais interessante do que o das telas.”

ALGUMAS DAS PRINCIPAIS ORIENTAÇÕES

– Evite o uso de tablets e celulares por crianças com menos de um ano e meio

– Pais que decidirem permitir o uso a partir dessa idade devem escolher programas de qualidade e assisti-los junto com seus filhos para ajudá-los a entender o que estão vendo

– Entre 2 e 5 anos, o limite de exposição deve ser de uma hora por dia

– A partir dos 6 anos, os pais precisam estabelecer limites em relação ao tempo e tipo de mídia usado e garantir que o acesso não prejudique o sono, a atividade física ou outros hábitos saudáveis

– Uma das formas de fazer isso é proibir a utilização uma hora antes de dormir. Outra é reservar horários sem que os aparelhos estejam por perto. Nas refeições e na cama, por exemplo

– Conteúdos violentos devem ser evitados a qualquer custo. Estima-se que até os 12 anos uma criança já tenha visto cerca de 8 mil mortes e 100 mil cenas de violência em ambiente virtual ou na tevê

– Desencoraje o manuseio enquanto o jovem faz a lição de casa

– Converse sobre como navegar na rede com segurança e saber respeitar o outro e as diferenças de pensamento nas redes sociais

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Fotos: Airam Abel; Andre Lessa/IstoÉ

– O Diabo se disfarçando de Anjo no momento de Depressão. Cuidado!

O Papa Francisco é alguém realmente iluminado pelo Espírito Santo. Prova disso é que, dias atrás, escreveu um mensagem de efeito e profundidade, sobre o quão o Diabo quer confundir as pessoas e levá-las aos caminhos equivocados – principalmente quando estão em depressão ou dificuldade!

Disse ele, via Twitter:

Nossa alegria nasce do fato de sabermos que, com Jesus, nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis… e há tantos! E nesses momentos, vem o inimigo, vem o Diabo, muitas vezes disfarçado de anjo, e insidiosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis! Sigamos Jesus!”

Belo e, ao mesmo tempo, um preciso alerta sobre as confusões que Satanás quer fazer em nossa vida, levando ao desânimo e ao cansaço espiritual.

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– Quem disse que para ser comentarista precisa ter sido excelente jogador ou árbitro?

Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso ou fracasso no pós-carreira em decorrência do que já fizeram?

Digo isso pois vejo haters dizendo aos comentaristas:

  • “Jogou onde” para criticar esse atleta?
  • O cara nunca chutou uma bola, é jornalista, e quer criticar treinador? 
  • Apitava mal pra caramba e agora se mete a falar dos outros?

Fácil responder isso, é só perceber quem é melhor comentarista na TV: Caio Ribeiro ou Pelé? E quem foi melhor jogador?

Ou, se preferir, questione-se: Luxemburgo, Felipão, Telê Santana, Oswaldo Brandão… quais seus títulos como atletas e depois que encerraram a carreira quais são as conquistas como treinadores?

Sobre isso, acho interessante compartilhar esse texto, de 28/03/2014, publicado nesse mesmo blog, mas que permanece atual:

DE JOGADORES / ÁRBITROS A TREINADORES / INSTRUTORES

Mudar o ciclo de uma atividade é difícil. Nem todos conseguem se desapegar da rotina passada e tentam se adaptar às novas realidades da melhor maneira possível.

No futebol, essas mudanças de funções são, em alguns casos, traumáticas e frustrantes. Em outros, de maior glória do que na vida profissional inteira até então!

Veja o caso de ex-jogadores e ex-árbitros. Onde se inserirão no pós-carreira?

Seedorf anunciou há dias a aposentadoria como jogador e virou treinador no Milan. Ótima chance para um iniciante, que, sejamos justos, já esperava a oportunidade e se capacitava paralelamente a isso. Porém, dificilmente vemos ex-atletas começando por cima, e ele é mais uma das exceções, como Falcão e Dunga, que sem nunca terem trabalhado em clubes menores, foram para a Seleção Brasileira.

Grande é o número de atletas que não conseguem nem chegar às categorias de base como treinadores, tendo dificuldade de vingar no profissional. E isso independe da sua categoria como jogador. Será que Muller, Bebeto, Romário, Raí e até mesmo Pelé seriam grandes “professores” na área técnica a beira do gramado? Qualquer resposta seria mero “chute”. Beckenbauer e Cruyff foram magníficos dentro e fora de campo. Mas outros do mesmo nível não. Luxemburgo era reserva de Júnior, mas o primeiro foi muito mais vitorioso como treinador.

Portanto, ter sido craque ou cabeça de bagre com a bola no pé parece não ser tão decisivo para ser “o homem da prancheta”. Muitos conseguirão ensinar apenas os conceitos, outros farão o time jogar de fato. É por isso que existem os comentaristas esportivos, que podem ver o futebol à sua forma, conseguem passar tudo claramente aos torcedores mas que necessariamente não seriam grandes treinadores. E grandes treinadores que teriam uma dificuldade enorme em se fazer entender ao ouvinte.

Me recordo de 4 bons nomes que sugiram graças a uma filosofia (arriscada, mas que foi correta) de lançar treinadores por um clube: o Paulista de Jundiaí, que deu grande oportunidade ao Giba (que nasceu como treinador no Lousano Valinhos, parceiro do Galo Tricolor na época); depois vimos Zetti se sagrando vice-campeão estadual (perdendo do São Caetano de Muricy Ramalho); aí veio Vagner Mancini (que já dirigiu grandes equipes) e Wagner Lopes (sempre na ativa na série A1, atualmente no Botafogo-SP).

Por assumirem a responsabilidade em um clube que não era um dos grandes (de massa, como Corinthians e Flamengo), conseguiram trabalhar com pressão menor. Mas já imaginaram Marcos como treinador do Palmeiras ou Rogério Ceni do São Paulo? Aceitariam o risco de arranhar a imagem construída até hoje? Seriam treinadores de um clube só, como foram enquanto jogadores? E as vaias, para onde iriam? E, claro: a competência estará no mesmo nível?

Para mim, Seedorf é uma grande incógnita como treinador. Mas desejo sucesso, pois com o carisma e competência que tem, pode triunfar.

Entretanto, “ser sem carisma” é a rotina dos árbitros de futebol. No pós-carreira, farão o quê? Serão observadores de jogos das suas federações recebendo ajuda de custo a R$ 50,00, só pelo prazer de lá estarem? Ou conseguirão entrar no seleto clube de membros de comissões de arbitragem e instrutores? Poucas são as vagas como comentarista de arbitragem na mídia, e praticamente nulas as pretensões como “professores de regras” aos jogadores, contratados pelos clubes para melhor capacitar seus atletas.

Aqui, a comparação com os jogadores é idêntica: Dulcídio Wanderley Boschilla e Oscar Roberto Godoi foram excepcionais árbitros, mas seriam bons instrutores, com boa didática e jogo de cintura no trabalho junto aos cartolas das federações? Creio que não. Godói, entretanto, é ótimo no jornalismo esportivo, sendo claro, incisivo e objetivo. Encontrou-se! Enquanto isso, ex-árbitros como Roberto Perassi e Sílvia Regina (o primeiro comum em campo e a segunda competentíssima na categoria “feminino” – talvez a melhor árbitra da história do Brasil, mas razoável tecnicamente em jogos masculinos) são excelentes como instrutores. Sérgio Correa da Silva e Arthur Alves Júnior, também não-excepcionais como árbitros, enveredaram um caminho de sucesso como dirigentes sindicais (ao menos, figuram em vários cargos). Gaciba, Simon e Arnaldo são irrepreensíveis na TV, conseguindo essa transferência de competência agregando a didática.

Portanto, a relação de competência em uma função não necessariamente significa sucesso em outra. Um jogador mediano / árbitro comum pode ou não ser grande treinador / instrutor. E um jogador craque / árbitro excepcional pode ou não ter sucesso, mas com uma diferença: o comparativo com o que fazia antes de mudar a carreira será algo cruel. Será cobrado por tal! Sem contar com aqueles que não vieram necessariamente de dentro das 4 linhas: Carlos Alberto Parreira jogou onde? E é um dos treinadores mais respeitados do mundo. Mais: o Professor Gustavo Caetano Rogério, diretor da Escola de Árbitros da FPF por muitos anos, apitou onde? E foi talvez o maior nome da entidade.

Há os esforçados, como o Cel Marcos Marinho, atual presidente da CEAF-FPF, que assumiu o cargo sendo Major encarregado da luta contra as torcidas organizadas, e que apesar de muito estudar as regras, ainda leva a desconfiança do domínio das mesmas. Teria ele experiência para ensinar posicionamento ou dinâmica de arbitragem aos árbitros?

E pensar que, Armando Marques, velho de guerra, que um dia errou a contagem de pênaltis na decisão entre Santos x Portuguesa numa decisão de título paulista, por anos a fio presidiu a Comissão de Árbitros da CBF e conduziu a arbitragem brasileira ao desrespeito de muitos…

Por fim: o treinador de futebol ou o instrutor de arbitragem deve, independente do seu histórico como ex-jogador ou ex-árbitro, ter uma tríade de virtudes:

  1. – o conhecimento técnico (ter estudado),
  2. – a prática (ter vivenciado as dificuldades) e
  3. – a vocação (o dom entusiasta para exercer a atividade).

Claro, com uma boa oportunidade de sorte para mostrar o seu talento.

E você, o que pensa sobre isso? Grandes craques ou insossos perebas determinam o sucesso no pós-carreira (ou não) em decorrência do que já fizeram?

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arbitro gordo

– Resiliência, a virtude dos nossos dias?

Ter resiliência é a virtude dos dias atuais?

RESILIÊNCIA, A PALAVRA DA MODA

Por Walcyr Carrasco

De tempos em tempos uma palavra ou expressão entra em moda. Todo mundo fala sem saber exatamente o que é. Quando eu tinha meus 20 anos e estudava História na Universidade de São Paulo, a expressão de ordem era “má consciência”. Significava genericamente a consciência pesada do burguês diante de seus lucros, por explorar o proletariado. Estendia-se a todos que, de alguma maneira, não se alinhassem com a crítica esquerdista a qualquer coisa neste mundo. Demorei um pouco para perceber que os ricos não tinham má consciência, a não ser alguns herdeiros desajustados. A maior parte prefere desfrutar os lucros em iates, casas de praia luxuosas, restaurantes, roupas, carros a refletir sobre a exploração do proletariado. A expressão deixou de ser usada. Nas últimas décadas, termos psicológicos entraram para o cotidiano. As pessoas usam a psicologia sem a menor noção do que estão falando. Você certamente já ouviu alguém dizer:

– Ele fez isso por ser traumatizado com o pai.

Pobre Freud, deve se retorcer na cova! Peça para explicar o que é traumatizado. Gagueira total. Mas a palavra trauma entrou para o vocabulário como quem fala de alface, abóbora, cenoura. Há menos tempo, a palavra foi psicótico. Leigos não sabem bem o que é psicopatia. Mas ouviram falar que, em cada dez, um ser humano é psicopata. Seu vizinho, talvez. Mais: ouviram também que nem todos os psicopatas são assassinos, mas têm uma lacuna na emoção. São capazes de usar sua generosidade para se aproveitar de você. Tornou-se comum dizer:

– Acho que ele é meio psicopata.

Meio?

A palavra da moda é resiliência. Primeiro pensei que era xingamento. Depois, que talvez fosse algo bom. Enfim, fui ao Google. Na Wikipédia, resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, sem entrar em surtos psicológicos (no sentido primário, é a capacidade de um material se deformar sob pressão e depois voltar à forma original, em vez de ficar deformado, quebrar-se ou romper-se). Ou seja, é algo bom. Descobri que sou o próprio exemplo da resiliência. Em situações de estresse, desligo a reação emocional. Fico calmo, calmíssimo. Certa vez, um amigo desmaiou no corredor de um hotel na Turquia, tarde da noite. Tranquilo, fui pegar a chave do meu quarto, aberto, para poder voltar. Depois achei a chave dele em seu bolso. Abri a porta de seu quarto. Consegui, não sei ainda como (resiliência muscular?), levá-lo até a cama. Havia se cortado no supercílio. Lavei seu rosto. Ao acordá-lo, conversei. Faltava um dia para voltar. Seria melhor um hospital turco ou esperar a volta ao Brasil? Ele explicou: era uma doença não diagnosticada. Ele desmaia, de repente. Esperamos a volta. A doença não foi diagnosticada até hoje, mas ele está bem. Em nenhum momento senti a menor tensão. Isso é resiliência! Ainda bem, porque antes me achava psicopata. Uma palavra pode aliviar a vida de alguém!

A origem da palavra é latina. Vem do verbo resilire, que significa ricochetear, pular de volta. Em inglês, acrescenta-se o significado de “capacidade de recuperação após um golpe”. Tornou-se o diamante das novas técnicas motivacionais e psicológicas (o diamante é duro, e não resiliente, porque não se deforma, ou seja, não “aprende” com o golpe). Tornar alguém mais resiliente é fazê-lo mais apto às dificuldades da vida. Os conceitos já faziam parte do cotidiano da terapia. A palavra resiliência foi traduzida apressadamente. Antes bombou nos países de língua inglesa. Lá, era um termo comum. Aqui, tornou-se novidade.

E a última é agregar algo. Um amigo psicólogo disse:

Não quero trabalhar só a resiliência. Ao superar a situação, a pessoa avança. Aquilo que poderia ser uma experiência desagradável torna-se um fator positivo de crescimento.

Seria uma espécie de resiliência plus?

Escrevi este texto porque queria saber o que é resiliência.  Descobri que é uma espécie de guarda-chuva para vários conceitos. Resiliência pessoal, empresarial… tornou-se uma panaceia no campo da superação (outra palavra na moda).

Talvez a palavra “resiliência” ainda não tenha chegado ao seu cotidiano. Chegará. Moda é moda. Mas não faça questão de tornar-se um expert. As pessoas gostam de usar palavras inteligentes, mesmo sem saber bem o que é. Tranquilo. Palavras e expressões supostamente sábias são como cor de esmalte. Saem de moda. Depois vem outra.

Resiliência: 10 dicas se tornar uma pessoa mais resiliente | Vittude

– Boa 3a feira, com o lindo sol!

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #JesusMisericordioso, socorrei-nos em nossas angústias. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Misericórdia #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com roseiras vermelhas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a ##TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby