– Registros antigos que trazem saudade!

Fuçando uma caixa de documentos antigos (que fora da minha saudosa Vó Nória e com carinho cuidada pela minha também querida mãe), eis que revi documentos da minha “Bisa Barroca” – minha Bisavó por lado materno.

E olha cada coisa curiosa: encontramos 3 nomes diferentes para a “Dona Elzira”:

Argilia Isabel de Souza (na carteira de trabalho dela – a lembrança que tenho da minha Bisavó é exatamente desse rosto):
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Alzira Estinaslau da Silva (numa segunda via de casamento dela):
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Alzira Josepha de Souza (na CTPS da minha avó Nória, filha dela (a vó não se chamava Honória, mas Onolpha).
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E já que ficaremos sem saber “qual documento” valeria como correto (pois em nenhum tem o sobrenome de casada – “OLIVEIRA”, e também porque falei da minha vó Nória, olha aí a linda foto do casamento dela com meu vô Manelão (Pedro Pansarin), na Capela Nossa senhora Aparecida (a Igreja da Ermida):
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Como minha mãe era zelosa, olha a foto que ela guardava do meu pai! Sim, Milton Porcari (e hoje vovô Lili), teve cabelo um dia! kkk
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Ê tempo bom que deve ter sido o do auge da Ermida, não?

– Análise Tática da Partida e da Arbitragem de Velo Clube 1×0 Paulista

Infelizmente, o Paulista caiu para a 4ª divisão novamente. Num jogo em que dominou a partida até cansar (e depois que cansou, foi envolvido pelo Velo), perdeu com um gol de pênalti aos 43m do 2º tempo.

Foram 13 tiros de meta cobrados pelo Velo somente no 1º tempo (ou seja: houve volume de jogo por parte do Paulista). O Paulista chutou 16 bolas para o gol, contra 7 do Velo. Rodolfo pela direita e Jean pela esquerda, mudando de lado no começo do 2º tempo e voltando às origens minutos depois.

Sem meio de campo, Leandro sentiu o gol perdido aos 16m. Ele, a bola, o gol e…. FORA. Índice 10 na escala “David de Gol Perdido”. Na sequência, caiu o rendimento e tomou cartão amarelo. O treinador Oliveira optou por deixar ele em campo.

Das quedas do Paulista, eu acho que essa foi mais doída. Quando você está no calvário, faz de tudo para sair dele. O lugar do Galo nunca foi na 4ª divisão, e ser rebaixado duas vezes para a última divisão estadual é dose.

Sobre a arbitragem, foi muito bem durante a partida. Entretanto, tenho dúvidas sobre o pênalti marcado por conta do ângulo: foi cometido dentro da área? Eu fiquei na dúvida se o toque se dá antes da linha da grande área e a queda tenha sido dentro. Mas é situação de VAR. E, de novo, nenhum atleta reclamou! Nem do pênalti, tampouco para falar ao árbitro que poderia ter sido fora da área. Atitude passiva demais.

VELO 1×0 PAULISTA
Faltas: 16×18
Cartões Amarelos: 4×4
Cartões Vermelhos: 0x0

Em processo de renovação, Paulista de Jundiaí anuncia três reforços | LANCE!

– Até que enfim, a Fase Verde em Jundiaí!

Ufa, parece que a coisa está evoluindo para a busca da normalidade, com a queda nos casos de Covid_19. A retomada de outras atividades, como cinemas e teatros, além da questão das escolas, é uma realidade na zona verde (boa parte do Estado de São Paulo entrou nela).

Segundo o UOL, agora “na fase verde, setores de serviço e consumos podem funcionar com uma taxa de ocupação maior e por mais horas. Shoppings centers, galerias e estabelecimentos comerciais em geral podem funcionar com 60% da capacidade e por 12 horas. Bares e restaurantes também devem obedecer à taxa de 60% da ocupação e poderão ficar abertos para consumo local até as 23h, tendo que interromper os serviços uma hora antes, às 22h. Salões de beleza e academias também ficam autorizados a funcionar com 60% de lotação, sempre obedecendo os protocolos específicos de higiene e distanciamento de cada setor.”

Nos cuidemos para a fase azul chegar em breve!

Coronavírus e fatores de risco... para a economia mundial - PEBMED

– Sobre a invasão da torcida do Goiás no treino.

É revoltante alguém atrapalhar o seu trabalho para “protestar”. Isso acontece demais no futebol, e está errado.

Os times são clubes. Portanto, quem pode criticar são os sócios e cobrar a administração. Torcedor comum deve protestar com vaias nas arquibancadas, pois local de trabalho é sagrado.

Se o jogador é ruim, demita-o. Se frequentemente eles são ruins, demita quem os contrata. Mas nada de violência ou “valentão no CT de treinamento.”

As bobagens vistas em Goiás são incríveis. E pior: parecem chapa-branca, pois o brucutu que intimida os jogadores “elogia a diretoria”!

Hum…

É por isso que impera o amadorismo no Brasil ainda. Veja que constrangedor: https://www.youtube.com/watch?v=VtTXRJRYopo&list=UU_mL4NtnwkKFghrFh6k3FZA

– A Bic e seu Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– A Grande Festa do Círio de Nazaré!

Aqui no Sul do Brasil, passa despercebida a magnífica festa dos nossos irmãos paraenses: a Festa do Círio em louvor a Nossa Senhora de Nazaré, celebrada em 10 de Outubro.

Você sabia que ela é a maior manifestação religiosa do Brasil?

Abaixo, extraído de Wikipédia (com adaptações):

FESTA DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ

O Círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e um dos maiores eventos religiosos do mundo, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todos os cultos e procissões. Em Portugal é celebrada no dia 8 de Setembro na vila da Nazaré e é celebrada, desde 1793, na cidade de Belém do Pará, anualmente.

A introdução da devoção à Senhora da Nazaré, no Pará, foi feita pelos padres jesuítas, no século XVII. Embora o culto tenha se iniciado na povoação da Vigia, a tradição mais conhecida relata que, em 1700, Plácido, um caboclo, descendente de portugueses e de índios, andava pelas imediações do igarapé Murutucu (área correspondente, hoje, aos fundos da Basílica) quando encontrou uma pequena estátua de Nossa Senhora da Nazaré. Essa imagem, réplica de outra que se encontra em Portugal, entalhada em madeira com aproximadamente 28 cm de altura, encontrava-se entre pedras lodosas e bastante deteriorada pelo tempo e pelos elementos.

Plácido levou a imagem consigo para casa, onde, tendo-a limpado, improvisou um altar. De acordo com a tradição local, a imagem retornou inexplicavelmente ao lugar do achado por diversas ocasiões até que, interpretando o fato como um sinal divino, o caboclo decidiu erguer às próprias custas uma pequena ermida no local, como sinal de devoção. A divulgação do milagre da imagem santa atraiu a atenção dos habitantes da região, que passaram a acorrer à capela, para render-lhe homenagem. A atenção do então governador da Capitania, Francisco da Silva Coutinho, também foi atraída à época, tendo este determinado a remoção da imagem para a Capela do Palácio da Cidade, em Belém. Não obstante ser mantida sob a guarda do Palácio, a imagem novamente desapareceu, para ressurgir em seu nicho na capela. Desse modo, a devoção adquiriu caráter oficial, erguendo-se atualmente, no lugar da primitiva ermida, uma capela, hoje a suntuosa Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.

Em 1773 o bispo do Pará, Dom João Evangelista, colocou a cidade de Belém sob a proteção de Nossa Senhora de Nazaré. No início do ano seguinte (1774), a imagem foi enviada a Portugal, onde foi submetida a uma completa restauração. O seu retorno ocorreu em outubro desse mesmo ano, tendo a imagem sido transportada, do porto até ao santuário, pelos fiéis em romaria, acompanhada pelo Governador, pelo Bispo e pelas demais autoridades, civis e eclesiásticas, escoltadas pela tropa. Este foi considerado o primeiro Círio. Desde então, o Círio de Nazaré começou a ser realizado anualmente, no segundo domingo do mês de outubro.

Entre os milagres mais expressivos atribuídos à imagem de Belém, encontra-se o que envolveu os passageiros do brigue português “São João Batista”. Partindo de Belém rumo a Lisboa, no dia 11 de Julho de 1846, a embarcação de dois mastros à vela veio a naufragar decorridos poucos dias da partida, sendo os passageiros salvos por um bote que os conduziu de volta a Belém. Este brigue seria a mesma embarcação que, anos antes (1774), havia transportado a imagem de Nossa Senhora de Nazaré a Lisboa, para ser restaurada; o bote que salvou os náufragos também seria o mesmo que tinha levado a imagem até ao brigue ancorado no porto de Belém. O bote passou a acompanhar a procissão a partir do ano de 1885.

ROMARIAS OFICIAIS

Atualmente as manifestações de devoção religiosas estendem-se por quinze dias, durante a chamada quadra Nazarena. Entre os pontos altos dessa manifestação, destacam-se:

TRASLADO

Assim chamada, porque marca o percurso da imagem de Nossa Senhora de Nazaré, da Basílica de Nazaré, pelas ruas da cidade, até a igreja matriz, no município de Ananindeua, município vizinho a Belém. Percurso este que é feito em carro aberto, e onde Nossa Senhora recebe inúmeras homenagens. A imagem da Santa, passa a noite neste município, onde o povo fica durante toda à noite em vigília. Essa Romaria acontece de sexta para sábado, que antecede o domingo do círio. Esta romaria normalmente sai às 9:00 da Basílica de Nazaré, e segue pela Avenida Nazaré, Almirante Barroso, BR-316, Ananindeua, Marituba e volta para Ananindeua até a Igreja Matriz.

ROMARIA RODOVIÁRIA

Depois de uma noite em Ananindeua, e uma missa pela manhã, a imagem parte, de madrugada, em mais uma procissão, agora em uma nova direção, a Vila de Icoaraci, distrito de Belém. Mesmo sendo de madrugada, os fiéis aguardam a passagem da Santa, rendendo-lhe inúmeras homenagens. A procissão é acompanhada pelos carros da diretoria do círio, carros de polícia, bombeiros, ambulâncias, carros oficiais e civis. Daí a origem do nome da romaria.

ROMARIA FLUVIAL

Nesta romaria, a imagem da Santa é levada de barco, pela Baia do Guajará, baia esta que cerca a cidade de Belém, e é seguida por inúmeros outros, enfeitados de acordo com as condições do próprio dono. Aqui se vêem barcos, iates e simples canoas de ribeirinhos que seguem a procissão. O percurso Icoaraci-Belém pode levar até 5 horas. Ao chegar no cais do porto da cidade, é recebida por uma multidão e outras homenagens se seguem. A romaria foi introduzida em 1985, como uma forma de homenagear a todos os que vivem e dependem dos rios da região, como a população ribeirinha, que, devido às suas condições, não pode se dirigir a Belém, e com isso, pode fazer suas homenagens.

MOTO-ROMARIA

Por volta das 11 horas da manhã de sábado, a imagem da Santa chega ao cais de Belém. Dali a imagem segue em carro aberto, agora seguida por motoqueiros que buzinam incessantemente, anunciando a passagem da Santa. O povo pára nas ruas seus afazeres, sai de suas casas, e saúda a Virgem, com as mãos levantadas, como a pedir a bênção. A Romaria se estende pelas ruas da cidade até o Colégio Gentil Bittencourt, onde uma outra multidão de fiéis espera a Imagem. E à noite, logo após a missa, ocorrerá o início da Trasladação.

TRASLADAÇÃO

A trasladação da imagem ocorre uma noite antes do Círio, em uma procissão à luz de velas. Simbolicamente visa recordar a lenda do descobrimento da imagem e o retorno ao local de seu primeiro achado. Nesta cerimonia somente a Berlinda (carro onde é levada a imagem de Nossa Senhora) é utilizada, num trajeto em sentido inverso ao do Círio

PROCISSÃO DO CÍRIO

Que atualmente reúne centenas de milhares de fiéis (mais de 2 milhões e 300 mil), em um cortejo que, em épocas recentes, chegou a durar cerca de nove horas, e que hoje, devido a uma melhor organização e planejamento por parte da diretoria da festa, demora bem menos, percorrendo uma distância de cerca de cinco quilômetros entre a Catedral Metropolitana e a Basílica de Nazaré. Esta celebração é dividida em três momentos: o Círio propriamente dito – o evento é iniciado às seis horas da manhã com a celebração de uma missa, após a qual os fiéis se postam nas ruas ao longo do trajeto. Às sete horas, o Arcebispo conduz a imagem de Nossa Senhora até a Berlinda, para dar início ao Círio. Antigamente e até o início dos anos 2000, chegava no destino por volta das duas horas da tarde. Hoje, isso acontece antes mesmo do meio-dia. A imagem chega à Basílica de Nazaré, sendo retirada da Berlinda para a celebração litúrgica.

CICLO-ROMARIA

É a mais nova das procissões. Foi criada em 2004 a pedido da Federação dos Ciclistas do Pará e da Associação dos Ciclistas de Icoaraci. É realizada no sábado posterior ao Círio, com saída da Praça Santuário e percorre aproximadamente 9 km e a cada ano é definido um novo trajeto.

ROMARIA DA JUVENTUDE

É considerada a mais animada de todas as 11 romarias oficiais da chamada “quadra nazarena”. A procissão acontece desde 2001. Nela, comunidades juvenis de várias paróquias se reúnem para louvar a Rainha da Amazônia. É um modo de mostrar a integração das paróquias e a alegria da juventude católica. Em 2012, além da berlinda com a imagem da santa, foram levados, na procissão, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, a cruz missionária e o ícone de Nossa Senhora.

ROMARIA DAS CRIANÇAS

No primeiro domingo após o Círio de Nazaré, é a vez das crianças irem às ruas prestar suas homenagens a Nossa Senhora. A Romaria, criada com o objetivo de construir e fortalecer a devoção mariana entre os pequenos, começa às 8 horas da manhã, saindo da Praça Santuário e percorrendo várias ruas do bairro de Nazaré, em Belém. O crescimento da participação popular na Romaria das Crianças, principalmente nos últimos 8 anos, é consequência de pelo menos dois fatores: o crescimento da quantidade de crianças acompanhadas de seus pais na procissão e o aumento de idosos, devido as crescentes dificuldades no acompanhamento da Trasladação e do Círio. Além da Berlinda que conduz a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, durante a Romaria das Crianças há ainda o carro dos milagres e os carros dos anjos.

ROMARIA DOS CORREDORES

Em 2014, mais uma romaria oficial entrou para o calendário da grande festa do Círio de Nazaré: a Romaria dos Corredores. Totalizando 12 romarias oficiais, a mais nova procissão será realizada no dia 25 de Outubro.

A procissão ocorrerá em forma de trote (corrida de pouca velocidade) com aproximadamente 8 a 9 km/h para que os corredores devotos possam acompanhar a Imagem Peregrina de perto. O evento não terá caráter competitivo, portanto não haverá cronometragem, nem premiação.

O trajeto da procissão terá aproximadamente 8 km com início no CAN  – Centro Arquitetônico de Nazaré – passando pelas ruas principais e adjacentes da procissão do Círio: Av. Nazaré, 14 de março, Av. Governador José Malcher, Av. Assis de Vasconcelos, Rua Oswaldo Cruz, Rua Riachuelo, Tv. Padre Eutíquio, Rua João Diogo, Palácio da Cabanagem, Praça da Sé, Av. Almirante Tamandaré e Av. Nazaré retornado ao CAN. Na chegada haverá o rito da bênção com a Imagem Peregrina.

PROCISSÃO DA FESTA

A Procissão da Festa é o penúltimo evento das Romarias Nazarenas do Círio e a terceira romaria mais antiga, depois do Círio e da Trasladação. O percurso é diferente a cada ano e possui cerca de 2,8 Km, com previsão de 2h de duração. A procissão é acompanhada pela Diretoria da Festa de Nazaré e as comunidades que fazem parte da Basílica Santuário. É a romaria realizada na manhã do segundo domingo após o Círio, saindo às 8 horas da Praça Santuário, depois da celebração de uma missa. A Procissão da Festa é organizada pelas próprias comunidades ligadas à Basílica e percorre as ruas do Bairro de Nazaré, num trajeto de 2,8 km. Todo ano, uma das comunidades é prestigiada pela procissão. O percurso é definido pelo pároco da Basílica e de acordo com a localidade da comunidade contemplada. Histórico – Não se sabe precisamente quando a primeira procissão da Festa foi realizada, mas em 1881 já se tem notícia, 24 anos antes dos Barnabitas assumirem a Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, em 1905. Era realizada à tarde, até que uma chuvarada em 1953 passou-a para a parte da manhã, o que veio a mudar em 1954. Antigamente, a procissão costumava sair de dentro da Basílica, enquanto não existia a Praça Santuário. Em 2000, no dia 22 de outubro, a procissão coincidiu com o Jubileu de ordenação de Arcebispo Metropolitano de Belém na época, Dom Vicente Zico, e por esse motivo a Procissão saiu da Praça Santuário para a Catedral, onde foi celebrada uma Missa solene no tablado armado em frente à Igreja. A Imagem da Santa foi levada no mesmo carro utilizado no Traslado para Ananindeua (PRF). Em 2001, passou por todas as comunidades que fazem parte da Paróquia de Nazaré, sendo o percurso considerado muito longo, um total de 4,3 km.

RECÍRIO

Duas semanas após o Círio, acontece o Recírio, uma procissão de despedida.

O Recírio é o momento que encerra toda a Festividade Nazarena. É quando os paraenses se despedem da Rainha da Amazônia. A procissão do Recírio acontece 15 dias após a grande procissão de domingo, numa segunda-feira. A procissão começa após uma missa campal, realizada na Praça Santuário às 6h. Ao final da missa, a imagem original de Nossa Senhora de Nazaré retorna ao Glória, sobre o altar-mor da Basílica Santuário. É emocionante! Os h2hares de fiéis, ali reunidos, vêem o arcebispo de Belém caminhar até o nicho, retirar a pequena imagem e erguê-la para os abençoar. Ela é reconduzida então à sua redoma de cristal, lá permanecendo entre os anjos esculpidos que lhe fazem companhia até o próximo Círio. Às 07h, a imagem da Virgem de Nazaré é conduzida num percurso de 250 metros, em direção à Capela do Colégio Gentil Bittencourt. Durante o trajeto, a procissão faz o contorno na Praça Santuário, segue pelas avenidas Generalíssimo Deodoro, Nazaré e Magalhães Barata até chegar ao Colégio Gentil. Enquanto passa, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é saudada e aclamada pelos paraenses que acompanham a caminhada ou a assistem pelas janelas de suas casas. A despedida é sempre emocionante. Entre muitas orações e canções, os fiéis prestam suas últimas homenagens à Santinha. Em grande estilo, o Recírio encerra o Círio de Nazaré marcado por muita fé, fogos de artifício e pela espera da Festa no próximo ano. Incineração das Súplicas – Durante a missa que antecede a procissão do Recírio, os Diretores da Festa de Nazaré reúnem-se para recolher todos os pedidos depositados no Altar Monumento da Praça Santuário e no Nicho, onde a Imagem Original de Nossa Senhora de Nazaré ficou durante os 15 dias da Festividade. Tradição que acontece desde 1994, neste momento, em oração, numa cerimônia singela, na Praça Santuário, a Diretoria procede à queima desses pedidos: é a Incineração das Súplicas. As primeiras queimas eram realizadas na lateral da Basílica em frente à Sala dos Milagres.

OS SÍMBOLOS

O Círio tem vários objetos simbólicos que podem ser apreciados durante o seu trajeto. Os principais são:

A berlinda, que leva a imagem da Santa;

A corda, que sustenta a fé na padroeira dos paraenses, possui a média de 400 metros de comprimento e pesa aproximadamente 700 quilos, de puro sisal torcido, que requer maior sacrifício físico e emocional. Incorporada à celebração em 1868, originalmente substituía a junta de bois que até então puxava a berlinda da imagem; posteriormente passou a ser utilizada para separar a berlinda e o carro dos milagres juntamente com os políticos e signatários, da multidão que a acompanha e assim conservar um equilíbrio perfeito característico da fé aliada a obediência. No ano de 2005 a direção do Círio, modificou o formato da corda, que ao invés de contornar a berlinda como normalmente era feito, a corda ainda do mesmo tamanho, veio na forma de um rosário, na tentativa de que não ocorressem atrasos no traslado, como já havia ocorrido anos antes.

O manto é mais um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo a figura de Nossa Senhora. O manto tem sempre uma conotação mística, relatando partes do evangelho. Confeccionado com material caro e importado. O trabalho da confecção do manto iniciou-se pelas filhas de Maria. Anos depois, assumindo a confecção do mesmo, a irmã Alexandra, da Congregação das Filhas de Sant’Ana. Com a sua morte, a confecção do manto ficou por conta de uma ex-aluna interna do Colégio Gentil Bittencourt, Srta. Esther Paes França, que por 19 anos o teceu, e de suas mãos saíram os mais belos mantos. A confecção do manto é toda envolvida em clima de mistério, feitas com a ajuda de doações, quase sempre anônimas.

As velas, ou círios, são feitas de cera, em vários formatos, retratando partes do corpo humano, ou ainda, uma vara de cera da mesma altura do pagador da promessa. As velas, são um símbolo da fé dos promesseiros, que através delas, ‘pagam’ a uma graça alcançada.

Os carros de promessas ou dos milagres, que recolhem os ex-votos ilustrativos das graças alcançadas pelos fiéis;

As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos;

As homenagens de fogos de artifício, queimados durante a passagem da imagem pelas ruas do centro histórico de Belém.

Outros símbolos também integram a tradição:

As novenas, ciclos de orações realizadas durante as semanas que antecedem a festividade, por devotos que realizam pequenas romarias pelas casas de vizinhos.

Os cartazes oficiais anunciando a festividade.

O almoço com a família, realizado no domingo da procissão, como um ato de comunhão. Tradicionalmente é composto de:

Pato no tucupi, tradicional prato da culinária paraense, acompanhado de arroz branco.

Maniçoba, também tradicional item da culinária da região.

O arraial no largo de Nazaré, em frente à Basílica.

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– Brasil 5×0 Bolívia: cuidado com a ilusão…

Foi um treino de luxo! Gostemos ou não, é permitido dizer que era obrigação a Seleção Brasileira ter vencido com muitos gols a Seleção Boliviana, que veio a São Paulo apenas com atletas que disputam o campeonato boliviano, deixando as estrelas principais para o seu próximo jogo, em casa.

É sabido que o “craque do time boliviano” é a altitude. Portanto, deixar os jogadores que estão fora do país (e que são os melhores) readaptando-de com a altura e os descansando, é uma estratégia entendível.

Já o time de Tite jogou para se entrosar. Pós-paralisação, tudo é válido para conhecer melhor os companheiros entre si e com aqueles que, em alguns casos, nunca jogaram juntos.

O Brasil vai se classificar tranquilamente para a Copa do Mundo de 2022, mas avaliar o trabalho pelo jogo de ontem é inoportuno, pois o parâmetro é raso.

– Expedição Acali: o “Reality Show” da vida real!

Se você gosta de “reality shows”, veja só que experiência inusitada: um “barco do amor” dos anos 70, que virou filme!

Muito interessante, compartilho extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/10/o-bizarro-experimento-socio-sexual-que-reuniu-pessoas-casadas-num-barco-nos-anos-1970-vai-virar-filme/

O BIZARRO EXPERIMENTO SÓCIO-SEXUAL QUE REUNIU PESSOAS CASADAS NUM BARCO NOS ANOS 70 E VIROU FILME

Muito antes de programas de reality show se popularizarem na televisão, o Big Brother já tinha um antecessor de peso: um experimento social realizado em um barco em alto mar. O objetivo da embarcação era responder o que fazia com que as pessoas odiassem umas às outras.

Para chegar a uma conclusão, o antropólogo mexicano Santiago Genovés reuniu 11 pessoas em um barco para velejar o Atlântico durante um período de 101 dias, em 1973. O experimento ficou conhecido como Expedição Acali e acaba de ganhar um documentário que registra sua história.

Na época, Santiago teria dito à Associated Press que não poderia fazer um experimento como esse em terra, “porque as pessoas iriam querer escapar”. O perfil dos participantes foi planejado justamente para gerar discórdia e incitar o sexo.

Foram escolhidas pessoas casadas que estivesses dispostas a deixar seus parceiros durante a experiência. O pesquisador deu preferência a participantes considerados por ele como “atrativos” e que tivessem entre 25 e 40 anos.

Outra característica importante era a formação de um grupo diverso étnica e culturalmente – havia inclusive um padre católico entre eles. Um ingrediente feminista foi usado para despertar a ira dos homens: a capitã do barco era uma mulher, a sueca Maria Björnstam, considerada a primeira mulher a ter uma licença marítima.

Embora tenha ganhado a atenção da mídia como uma “experiência sexual”, o barco foi muito mais do que isso. Santiago pretendia provocar brigas entre os participantes para entender quais são os elementos essenciais para a criação da paz. Porém, há indícios de que ele teria ido longe demais nessa empreitada…

Pensando em incitar a revolta do grupo, ele chegou a ler para todos respostas que lhe haviam sido dadas em segredo, inlcuindo coisas como “quem você gostaria de tirar do barco” ou “com quem gostaria de transar”. O pesquisador também criou um ambiente em que a privacidade fosse minimizada ao extremo: livros eram proibidos e até mesmo o ato de “ir ao banheiro” era público.

Em dado momento, os participantes chegaram a planejar em conjunto o assassinato de seu mentor – felizmente, a ideia foi deixada de lado antes de que o sangue fosse derramado.

Apesar de tudo, o diretor do documentário que narra a história da embarcação contou ao Independent que a maior parte do tempo foi vivida em paz pelos participantes. Marcus Lindeen conseguiu reunir todas as sete pessoas do grupo que ainda estavam vivas – uma tarefa exemplar, visto que a pesquisa usava pseudônimos para proteger suas identidades.
Em um cenário que recria o ambiente da embarcação, suas memórias se tornam vivas nas telas, criando um retrato fiel de como foram os dias a bordo da Expedição Acali.

Lançado em 2018, o filme ganhou o nome de The Raft e mescla memórias destas pessoas com os documentos deixados por Santiago, que faleceu durante a fase de pesquisa para o roteiro.
Espia o trailer abaixo (em inglês):

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Fotos: Reprodução/The Raft/

– 100 anos de Paulistano de São Paulo 5×4 Paulista de Jundiaí.

Uma partida histórica e pouco conhecida: o campeoníssimo CA Paulistano do craque Arthur Friedenreich, único tetracampeão consecutivo do estado de SP, fez um jogo festivo há exatamente 1 século contra o campeão do Interior, o Paulista FC.

Abaixo, um relato bem bacana deste confronto:

PAULISTANO 5×4 PAULISTA

Por Ivan Gottardo, historiador jundiaiense, extraído do seu Facebook:

Há exatos 100 anos, no dia 10 de outubro de 1920, o Paulista (Campeão do Interior) viajava até a cidade de São Paulo para enfrentar o Paulistano (Campeão Paulista) no campo da Chácara da Floresta para a disputa da Taça Competência.

O clube da capital havia acabado de conquistar o tetracampeonato estadual (o único até hoje a obter tal feito), enquanto o time jundiaiense acabara de conquistar o seu primeiro título oficial, o de Campeão do Interior de 1919.

O Paulistano tinha em seu time Friedenreich, maior jogador brasileiro da época, herói do primeiro título da Seleção Brasileira, o Campeonato Sul-Americano (atual Copa América), também de 1919.

Por causa da gripe espanhola, o Campeonato do Interior de 1919 só foi disputado no ano seguinte e como os clubes do interior não disputavam o Campeonato Paulista na época, esta era a chance de colocar frente a frente os campeões num embate para ver qual era o melhor time do estado.

Foi também o duelo individual entre Friedenreich e Camargo, centro-avante do Paulista, um dos maiores artilheiros do clube e considerado também um dos melhores jogadores da época.

Diz a lenda que o próprio Friedenreich cumprimentou Camargo antes do jogo garantindo que aquele jogo mostraria quem era realmente o melhor.

Cada um marcou três gols no jogo e apesar da torcida contra, o Paulista mostrou o seu valor e equilibrou o jogo que terminou 5 a 4 para o Paulistano, mas com uma polêmica que perdura até hoje.

Segundo alguns relatos de jornais da época, o gol da vitória do Paulistano teria sido marcado de mão por Friedenreich, que ao tentar uma cabeçada usou deste artifício que não foi visto pelo juiz e teve o tento validado.

O árbitro em questão, Sr. Leon Worward, dias depois tentou justificar em carta sua decisão no jornal “A Gazeta” de São Paulo, escrevendo que como os auxiliares não viram o toque irregular no lance, ele nada podia fazer a não ser validar o gol.

Um jornal usou a seguinte frase para descrever o jogo e a atuação do Paulista: “O Paulistano ficou com a taça, mas a competência foi do Paulista.”

Estas são as únicas imagens disponíveis da partida publicadas na revista Vida Sportiva, com os times posados e do público que assistiu a partida.

O lance polêmico ficou apenas na memória das pessoas presentes naquela tarde na Chácara da Floresta e nos relatos dos jornais, mas a bravura e a competência do Paulista jogando contra o melhor time brasileiro da época foi provada e jamais pode ser esquecida.

#AHistóriaNãoTeEsquece

– O sorriso que contagia

Depois de correr, escrever e até já ter feitos coisas que não havia programado no dia, tomei um banho gelado e vesti novamente o pijama a pedido da minha Estelinha.

Pudera: com essa gargalhada contagiante, como não fazer o que ela pede?

Um dia feliz precisa de sorrisos espontâneos como o dela…

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#family

– Anil infinito.

E depois de um tempo cinzento, o céu resolveu colaborar e tornou-se novamente azul. Vejam que anil incrível entre as árvores!

É esse infinito inspirador que controla meus nervos e reduz o cortisol.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Bom e bonito sábado!

👊🏻 Bom dia, amigos.
Quem tem pique para “cair da cama” agora cedo? Sem enrolar, é hora de levantar!
Vamos correr o “corujão da #madrugada” a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #asics #mizuno #corujão
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDaGuia, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Guia #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, com as #pétalas da #primavera.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que o #sábado nublado possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby