– A Origem da Greve dos Petroleiros foi por cunho político, e não pela categoria?

Será?

Josias de Souza, importante jornalista, escreveu em seu blog no UOL que a Greve dos Petroleiros, que tanto atrapalhou o dia-a-dia das pessoas (juntamente com outras manifestações paralelas) foi de cunho político, originada com a prisão de… Luís Inácio Lula da Silva!

Para mim, excesso de crítica ap fanatismo petista. Mas ao ler a documentação e ver as evidências, me assustei: os Petroleiros culpam a crise da Petrobras devido ao juiz Sérgio Moro!

É mole?

Leia, abaixo, extraído de: https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2018/05/31/prisao-de-lula-deu-origem-a-greve-de-petroleiros/

PRISÃO DE LULA DEU ORIGEM À GREVE DOS PETROLEIROS

O acervo de textos e documentos disponíveis no site da Federação Única dos Petroleiros (FUP) revela que a prisão de Lula, em 7 de abril, está na origem da greve de 72 horas deflagrada pela corporação da Petrobras na quarta-feira. Durante a primeira semana de encarceramento de Lula, dirigentes da FUP e de “sindicatos aliados” estiveram em Curitiba. Em 14 de abril, a federação divulgou o documento intitulado “Petroleiros e petroleiras rumo à greve.” Nele, Lula é tratado como “primeiro preso político pós-64.” Os pontos mais relevantes do texto foram destacados em vermelho, na margem esquerda. Num dos tópicos, lê-se: “Reunidos em Curitiba, petroleiros apontaram o caminho da resistência: A GREVE”.

A passagem do sindicalismo petroleiro pela capital paranaense coincidiu com a transferência simbólica da sede do PT para a cidade da Lava Jato, em 9 de abril. Foi nessa época também que o partido e suas ramificações no sindicalismo e nos movimentos sociais instalou o acampamento “Lula Livre” nas imediações da superintendência curitibana da Polícia Federal. Contra esse pano de fundo, os petroleiros decidiram “traçar novas estratégias de luta e garantir a democracia no país.”

O documento de 14 de abril explica o que foi acertado em Curitiba: “Seguindo o indicativo do Conselho Deliberativo, serão realizadas assembleias entre os dias 30/04 e 12/05 para aprovar a greve nacional contra as privatizações do Sistema Petrobrás e retiradas de direitos dos trabalhadores próprios e terceirizados, além da defesa da democracia e contra a prisão política de Lula.” O texto traz declarações do coordenador geral da FUP, José Maria Rangel: “Os golpistas estão acabando com nossa soberania, e fizeram tudo isto com Lula solto. Imagine agora com ele preso, o que serão capazes de fazer com nosso país e com a classe trabalhadora.”A paralisação de 72 horas foi convocada como uma “advertência”. De acordo com o comunicado divulgado pela FUP na quinta-feira da semana passada, trata-se de “mais uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve por tempo indeterminado.” Nesse texto (íntegra ), ao enumerar as razões que motivaram a greve, a entidade sindical omitiu a principal: o encarceramento de Lula. Preferiu pegar carona na paralisação dos caminhoneiros, apoiada por 87% dos brasileiros, segundo o Datafolha.

Eis o que escreveu a FUP no comunicado sobre sua greve de advertência: “Os eixos principais do movimento são a redução dos preços dos combustíveis, a manutenção dos empregos, a retomada da produção das refinarias, o fim das importações de derivados de petróleo, não às privatizações e ao desmonte da Petrobrás e pela demissão de Pedro Parente da presidência da empresa.”

Em 15 de maio, num manifesto sobre a greve nacional que virá depois da paralisação de advertência, a FUP foi mais explícita. Chegou mesmo a ilustrar o texto com uma foto de Lula (veja a imagem abaixo e leia a íntegra ). O documento informa que, nas mesmas assembleias em que aprovaram a ”greve nacional”, os petroleiros endossaram ”um manifesto público em defesa da soberania, pela democracia e contra a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.”

Deve-se a prisão de Lula à condenação que amargou no caso do tríplex no Guarujá. Nesse pedaço do escândalo, a primeira e a segunda instância do Judiciário consideraram que a empreiteira OAS utilizou dinheiro roubado em contratos com a Petrobras para presentear Lula com um apartamento na praia. Ironicamente, o sindicalismo dos petroleiros jamais se insurgiu contra o saque praticado na Petrobras pelo conluio que reuniu funcionários desonestos, partidos dinheiristas e empreiteiras corruptoras. Ao contrário, a federação dos petroleiros tornou-se uma crítica ácida da Lava Jato.

Num texto recente, de 17 de maio, a entidade tratou da ruína do Comperj, o complexo petroquímico do Estado do Rio de Janeiro. Anotou coisas assim: “Tudo começou a ruir há 4 anos, quando a Operação Lava Jato, comandada pelo juiz Sergio Moro, passou a interferir nos negócios da Petrobras e afetou toda a cadeia produtiva do petróleo e gás, incluindo construtoras. A construção da Comperj foi uma das obras mais afetadas e parou totalmente, em especial na gestão do atual presidente da Petrobras, Pedro Parente, colocado no cargo pelo golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP).” (íntegra )

Quer dizer: para a FUP, quem arruinou a Petrobras foi Sergio Moro, não a promiscuidade que uniu as oligarquias política e empresarial numa aliança iniciada sob Lula e mantida na gestão de Dilma Rousseff. Para o sindicalismo petroleiro, a Lava Jato pecou porque não soube preservar as empresas enquanto punia “as pessoas que praticam ilegalidades”. No Brasil, escreveu a FUP, ”pune-se o CNPJ, sem preocupações com o impacto econômico que isso representa.” Paradoxalmente, a mesma entidade enxerga Lula, a pessoa física mais graúda que a investação alcançou, como uma vítima de perseguição, o “primeiro preso político pós 64.”

A pedido da Advocacia-Geral da União e da Petrobras, o Tribunal Superior do Trabalho declarou a ilegalidade da greve dos petroleiros. O movimento foi considerado ”político-ideológico”. Fixou-se multa diária de R$ 500 mil para o caso de descumprimento da ordem judicial. A FUP e a sua malha sindical deram de ombros (assista vídeo abaixo). Nesta quarta-feira, em nova petição à Jutiça do Trabalho, a advocacia da União pediu e obteve a elevação da multa, que passou para R$ 2 milhões por dia. Há 18 entidades sindicais envolvidas na paralisação. Se todas forem multadas, como deseja o governo, a conta será salgada: R$ 36 milhões por dia de paralisação. Muito custo para pouco resultado, pois Lula continua preso. E Pedro Parente ainda está sentado na cadeira de presidente da Petrobras.

 

– Zidane fora do Real Madrid. Tite poderia aparecer?

Saiu por cima: o cracaço Zinedine Zidane deixou o cargo de treinador do Real Madrid. E faz o certo!

Dificilmente um jogador, sendo ídolo acima da média, se torna um treinador no mesmo grau de idolatria dos torcedores. E, após ganhar os torneios mais importantes que disputou, Zizou “pediu a conta” e sai também com muita moral.

Oportunidade para Tite assumir os Merengues depois da Copa?

Talvez…

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– Escala da Arbitragem para Paulista X Joseense, Rodada 09 do Paulistão Sub 23 da Segunda Divisão

Para o confronto do Galo (no próximo domingo às 10h no Jayme Cintra) contra o seu adversário de São José dos Campos, apitará o quarteto de arbitragem formado por:

Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos

Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa

Árbitro Assistente 2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo

Quarto Árbitro: César Rodrigo Deolindo

Paulo é agente de segurança, tem 39 anos e reside em Andradina. Ele apitou Grêmio Osasco 2×1 Paulista pela série A3 e Independente 2×1 Paulista pela A2 (este jogo foi a estreia de Roberval Davino e a partida realizada na Rua Javari).

Calmo (às vezes até demais), marca muitas faltas e costuma não vibrar em campo. Aplica poucas vantagens e seu estilo favorece a bola parada. Mas tem bastante experiência como árbitro!

Para quem tem um bom batedor de faltas, é uma boa indicação (pois paralisa bastante o jogo com lances de contato físico um pouco mais forte).

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Joseense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Dessestressando…

Confesso. Semana muito difícil… Imagine os prejuízos causados ao comércio devido a paralisação dos caminhoneiros!

Pois bem: para acalmar os ânimos, hobbies para relaxar!

O primeiro: fui correr pela manhã nesse cenário abaixo:

Segundo, fui cuidar do jardim com minhas filhotas: não é para relaxar a mente? Aqui:

Terceiro: exercitei o prazer de “brincar com a fotografia” – veja como o dia nasceu nesse clique: 

Ótima 5a feira – de trabalho ou de descanso – para todos!

– Bíblia como Livro de Fé

Leio uma entrevista de Silas Malafaia, líder da Igreja Assembléia de Deus, na “Páginas Amarelas da Revista Veja”. Ele fala sobre sua atividade e sobre o fato da Bíblia ser um manual para o cristão no dia-a-dia.

Respeito todas as crenças, e fica aqui não uma correção, mas uma alerta: para os cristãos (católicos, evangélicos ou qualquer outra denominação), a Bíblia deve ser encarada como um livro de fé. Nela há erros sobre questões geográficas, novelas fictícias (como o Livro de Jonas) e outras coisas. Porém, devemos entender a Bíblia como expressão da revelação de Deus e livro da fé.

Lembremo-nos, que em determinados livros, se prega o olho-por-olho, dente-por-dente. Entretanto, no Novo Testamento, Cristo vem corrigir tal aconselhamento com o “Mandamento do Amor”.

Qualquer religião deve tomar cuidado para não se apegar a trechos isolados, fora do contexto, a fim de não transformar a fé em fundamentalismo. Viver a radicalidade do Evangelho não é se tornar fanático, mas sim coerente num mundo cristão na contemporaneidade vivida.

Não devemos misturar a fé com leis. Os países árabes mais rigorosos têm o Alcorão com leis civis, e, vez ou outra, alguns deles deturpam os ensinamentos de Maomé ou não os adaptam aos dias atuais.

Lembremo-nos: Fé e Razão – duas asas que nos elevam para o Céu!

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– Os “maravilhosos” projetos dos nobres parlamentares!

Deputados Federais fazem a festa com o nosso dinheiro em Brasília. Quer ver alguns estapafúrdios projetos?

Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) propôs que os alunos que prestam vestibulares nas universidades federais sejam aprovados apenas acima da média pré-determinada. Ou seja, se apenas alguns alunos tirarem notas 10, 9 e 8, a classe ficará ociosa porque quem tirou 7 não estaria suficientemente pré-capacitado.

Carlos Bezerra (PMDB-PT) quer colocar na cadeia por dois anos quem maquiar símbolos nacionais. Se você escrever “Amor e Progresso” na bandeira nacional, irá para o Xilindró!

Zé Geraldo (PT-PA) deseja um novo feriado: o Dia do Golpe Parlamentar, a fim de lembrar o dia da votação do impeachment da presidente Dilma, em 17 de abril, como forma de protesto.

Com o nosso dinheiro, é fácil fazer leis, não? Isso, quando trabalham…

Felizmente, o bom senso não permitirá aprovação de nenhuma dessas idiotices.

(extraído da Superinteressante, ed Junho/2016, pg 15)

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