Dia 31 de maio foi Dia Mundial de Combate ao Tabagismo. Ótimo! É preciso se conscientizar dos males que surgem do fumo.
Há certas situações que mostram como o cigarro “ilude” a pessoa e a faz se tornar totalmente dependente. Veja:
O relógio marcava 06h, eu estava entrando na padaria e… para fora, um “mané” fumando o seu tubo cilíndrico composto de tabaco e nicotina. E que cheiro ruim! Parece que recepcionava os fregueses… Uma senhora abanou a mão para se livrar da fumaça e o cara nem percebia (dizem que quem fuma perde a percepção do cheiro). Não vê o incômodo.
Logo cedo, com a bonita manhã que despertava, à beira da Serra do Japi, somente se tiram duas conclusões:
1) O vício impede o cara de sentir o ar puro da Natureza logo neste horário;
2) A dependência o deixou insensível para tais coisas.
Os fumantes adultos de hoje foram vítimas da cultura da glamourização do cigarro de tempos atrás. A indústria do fumo atrelava a imagem do cigarro ao sucesso, em propagandas homéricas no esporte, em filmes e outras publicidades. Mas hoje, com tanta informação dos malefícios, é inadmissível que adolescentes e jovens caiam nessa armadilha. E aí ficam outras duas observações:
1) o jovem é um “Maria-vai-com-as-outras”, não tendo personalidade para recusar;
2) o burro entendimento de que se “experimentar uma só vez não vai se viciar” predomina.
Saibam: todo usuário de maconha começou experimentando algo oferecido por “amigos” (entre aspas mesmo) e se viciou. Idem ao cigarro. E depois da maconha vem a cocaína. Os mesmos péssimos e falsos amigos dizem que “fumar maconha é fraco, o ‘negócio’ é cheirar”. E daí vem o pior: as drogas mais modernas em outros formatos, como o perigosíssimo LSD ou o esctasy.
Se você fuma, lembre-se: o seu cigarro e a sua fumaça incomodam muita gente! Respeite os outros com sua poluição (e intoxicação) pessoal, além da preocupação com o câncer.
Se você experimenta ou experimentou algum narcótico, fuja desse mundo! Se alguém te oferecer, recuse. Se for intimidado, chame a Polícia! Se sentir acuado, peça ajuda a quem te ama. Se ficar refém da dependência, abandone imediatamente àqueles que oferecem e não se acanhe em desabafar com pessoas sóbrias. Se sofrer bulliyng, não vacile – tenha personalidade e diga: “eu sou mais forte e mais legal sem essas porcarias”! Saia por cima, o verdadeiro “vacilão” é o usuário.
Você conhece algum dependente (de cigarro, de drogas ilícitas e de álcool) saudável?
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