– Uma batalha em Montevidéu: Peñarol 2×3 Palmeiras

Rápidas considerações sobre o jogo do Palmeiras no Uruguai:

  1. Um primeiro tempo horrível do Verdão pela má opção tática do treinador Eduardo Baptista. Os uruguaios dominaram os brasileiros.
  2. Um segundo tempo primoroso do Palmeiras por culpa do próprio treinador, que mudou bastante a forma de jogar e acertou.
  3. Uma guerra de nervos e pancadaria, aflorada pelo irresponsável Felipe Mello que quando chegou ao time foi infeliz ao dizer que estava disposto até a dar “tapa em uruguaio”.
  4. Uma corajosa sequência de socos do mesmo caçado Felipe Mello, que não pipocou e encarou os briguentos.
  5. Um nervoso treinador na coletiva, mandando recados a Juca Kfouri e desabafando o que estava engasgado.
  6. Quem a Conmebol punirá? Quem bateu? Quem apanhou? Quem apanhou e também bateu? Difícil…

Cá entre nós: há times que crescem durante brigas; vide o River Plate depois do episódio do Boca Juniors, em que quase eliminado virou campeão da Libertadores daquele ano.

A foto abaixo, que apareceu na Internet e nem sei de quem é, é emblemática: o goleiro Prass apanhando de 3 atletas adversários:

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