– Depois do susto, voltamos. Tomando cuidado com a Síndrome de Hellp!

Ufa! Voltando às Redes Sociais depois de uma boa ausência.

Fiquei fora por alguns dias. Minha querida esposa Andréia precisou ser internada por um mal estar no estômago. Na madrugada, após alguns exames, a pressão dela subiu para 17×11 e chegou em meia hora a 19×9. A preocupação foi enorme. Pelos sintomas apresentados e pelos exames durante a noite/dia, tivemos uma suspeita de ser a “Síndrome de Hellp” (com dois “eles” mesmo). HELLP significa: hemólise (H, hemolytic anemia), enzimas hepáticas (EL, elevated liver enzymes) e baixa contagem de plaquetas (LP, low platelet count).

Internada na ala da maternidade do Hospital Santa Eliza, fez ultrassonografia de emergência, colheu todo o material necessário, recebeu atenção especial das enfermeiras e foi muitíssimo bem cuidada e orientada pela Dra Camila Cristina (do pronto-socorro de Ginecologia) e pelo seu médico, o Dr Ricardo Porto Tedesco. Aliás, o Dr Tedesco é mais do que um médico, é um ser humano especial.

Com a Graça do bom e querido Deus e as orações dos amigos, depois de alguns dias internada, a Andréia recebeu alta, está super animada em casa, sem dor, medicada e com a certeza total de que não foi vítima da Síndrome de Hellp, mas de um problema pontual de fígado que a maltratava e ludibriava os médicos. A Estelinha, nossa filhota, tirou um sarro da gente dizendo: “Papaizinho, pensou que eu queria sair da barriga da mamãe dois meses antes, é? Te peguei”.

Brincadeiras à parte, às mulheres grávidas: saiba mais dessa enfermidade com esse resumo do GuiadoBebê.com.br:

SÍNDROME DE HELLP

Uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto.

Pouco se ouve falar da Síndrome Hellp. Ela é uma complicação obstétrica rara, pouco conhecida e de difícil diagnóstico, que acontece durante a gravidez ou no pós parto, podendo causar a morte da mãe.

Normalmente, a Síndrome de Hellp ocorre com o agravamento no quadro de mulheres que sofreram de pré-eclâmpsia, ou seja, hipertensão gerada pela gravidez. Estima-se que 8% das gestantes que sofrem de pré-eclampsia desenvolvam a síndrome. Esse número indica, em porcentagem geral, que o problema atinge de 0.2% a 0.6% das gestações.

Os sinais e sintomas dessa complicação, em um primeiro momento, podem ser confundidos com o quadro de pré-eclampsia grave, ou seja, aumento da pressão arterial e inchaço. Quando o quadro se agrava, resulta em edema agudo dos pulmões, insuficiência renal, falência cardíaca, hemorragias e ruptura do fígado, podendo levar a morte materna.

Quando a doença é diagnosticada, através de exames laboratoriais e clínicos, o tratamento indicado é interromper a gestação, independente da fase gestacional, para que o quadro geral da mãe seja corrigido. Muitas vezes, dependendo da idade gestacional do feto, ele não sobrevive.

As mulheres com maior predisposição para desenvolver a doença são as que sofrem de doenças crônicas do coração e rim, pacientes com diabetes ou lúpus. Infelizmente, não há nenhuma maneira de evitar a doença. Apenas as pacientes que já tiveram a Síndrome de Hellp, ao engravidarem pela segunda vez, podem tomar algumas providências para diminuir o risco.

Em geral, ajuda manter o peso controlado, fazer uma dieta adequada e ter um estilo de vida saudável. O pré-natal bem assistido é importante para detectar qualquer alteração na saúde da mãe e do feto precocemente e tomar as medidas para evitar que o quadro evolua para um estado grave.

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2 comentários sobre “– Depois do susto, voltamos. Tomando cuidado com a Síndrome de Hellp!

  1. Com a fé, que depositamos nos Santos Anjos do Senhor Jesus, desejamos a plena recuperação da saúde da sua esposa Andreia e que se mantenha saudável a sua filha Estelinha.
    Campinas/SP, 10/04/2017.
    Oliveira Jorge de Lima e sua esposa Iris Carrara de Lima.

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