Com os gastos exorbitantes no futebol (em especial pelas equipes chinesas), uma ideia não tão velha ressurge: um teto aos salários com valores estipulados mundialmente.
Em 2014, neste blog, defendemos essa ideia no Brasil, visando a saúde financeira dos clubes, quebrados por pagarem o que não podiam. Abaixo:
PISO E TETO NOS SALÁRIOS DE FUTEBOL
Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.
A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.
Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?
Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?
É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

