– Competência Administrativa versus Competência Financeira: caso Fluminense e Unimed

Sempre aprendi que em qualquer tipo de empresa, a capacidade gerencial deve estar acima de qualquer outra que seja. Até mesmo a monetária.

Um bom gestor consegue algum resultado com modestos instrumentos administrativos. Se ele tiver dinheiro, sucesso total. Mas um mau gestor, mesmo com dinheiro, pode fazer com que a grana seja mal aplicada.

Quer exemplo? A parceria de 15 anos entre a Unimed e o Fluminense!

Mesmo com o mecenas Celso Barros enchendo os cofres das Laranjeiras com o dinheiro da rica instituição de saúde, os resultados podem ser considerados pífios. Veja:

No Rio de Janeiro, nesse período, o Flamengo (na pindaíba que sempre anda) conquistou 9 campeonatos regionais. O Fluminense, somente três (1/3) como seu co-irmão Botafogo.

No Brasileirão, Cruzeiro, Corinthians e São Paulo conquistaram 3 títulos cada um. O Fluminense, 2.

Na América do Sul, o São Paulo e o Inter/RS, sem parceiros endinheirados, ganharam Libertadores e Sulamericana (e Mundiais de Clubes). O Corinthians, o Santos e o Cruzeiro também levantaram o caneco principal da Conmebol. O Fluminense, nenhum título internacional.

De que valeu todo o dinheiro?

As más línguas dirão que ajudou a tirar o time da série C…

Será?

Com dinheiro, mas sem ter pessoas que saibam o que fazer com ele, o fiasco será sempre uma possibilidade. Neste caso não foi fracasso, mas ruim retorno ou baixo custo-benefício.

Concorda com essa linha de pensamento? Deixe seu comentário:

bomba.jpg

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.