– Deixem o Cuca em paz. Mas em 2023…

Leio e ouço algumas pessoas reclamando do treinador Cuca, que saiu do Atlético Mineiro alegando problemas familiares (o que já aconteceu outras vezes em outros clubes).

Não ouso duvidar se ele tem ou não esses problemas (família, para mim, sempre vem em primeiro lugar). Não sei também se é a estratégia “Brandão” (o vitorioso treinador que sempre “saía por cima” dos clubes que trabalhava). Mas considere:

Cuca não tem problemas financeiros. Já trabalhou muito e já ganhou bastante dinheiro honestamente. Pode se dar ao “luxo” de não trabalhar.

Tirar férias, ano sabático ou até mesmo se aposentar é questão particular. Qual o problema?

Se não existe multa ou contrato, o que impede essa escolha de foro íntimo?

Deixem o Cuca descansar em paz (ou, como disse, resolver suas pendengas de família). Não há crime ou atitude anti-ética alguma nisso.

Em tempo: terminando 2022, com a volta de Cuca ao trabalho (como ele sugestiona), haverá na mesma época a abertura de uma vaga muito desejada: a de Tite na Seleção Brasileira).

Será?…

Foto: Pedro Souza (CAM), extraído de Lance.com

– Perguntas sobre o Cruzeiro SAF nas mãos de Ronaldo:

O Cruzeiro, um dia, vendeu o jogador Ronaldinho para a Holanda. De lá, ganhou o mundo e virou Fenômeno. Agora, o empresário e ex-atleta Ronaldo Nazário compra o time que o revelou

Sem paixões, analisemos: foram R$ 400 milhões por 90% de ações. Porém, os 10% que restam ao clube impedem algumas coisas drásticas, como mudar as cores da agremiação, escolher outra cidade-sede ou alterar o escudo ou nome (chamamos isso de Golden Share, ou seja: 1% das ações, se estiverem com o clube, permite o poder de veto a tais itens).

Quando o investidor é uma pessoa jurídica, obrigatoriamente ela deve indicar uma pessoa física responsável pela operação. No caso da Raposa, a “Tara Sports”, empresa espanhola que de fato é quem faz o negócio, indicou um dos seus sócios, Ronaldo Nazário (a Tara é dona do Valladolid, o outro clube no qual Ronaldo é dono e que caiu para a 2a divisão).

A questão é: o valor médio de investimento será de R$ 6,6 mi / mês nos próximos 5 anos. No futebol, tal valor é relativo. Mesmo sendo o novo dono das receitas (e das despesas – pois o clube deve quase 1 bilhão de reais), fica a pergunta: ao final do período, terá valido a pena a operação? Você ouve falar de atletas ganhando 800 mil no futebol brasileiro em times de ponta. O Cruzeiro, partindo disso, terá um time modesto e a prioridade é não deixar a coisa piorar?

Algo que vale discutir: apesar do “auê” do anúncio do negócio, o que foi acertado é a intenção da concretização do acordo. Ele ainda dependerá da auditoria do comprador, onde comprovará se as contas e pendengas financeiras e jurídicas foram apresentadas corretamente pelo vendedor. Ou seja: se existirem dívidas não sabidas ou alguns processos não declarados, tudo pode ser cancelado.

Com o Cruzeiro, um dos grandes do futebol brasileiro, funcionou assim. Como será quando investidores de outros países ou até mesmo “suspeitos” de negócios escusos (como ocorre na Inglaterra) desejarem adquirir clubes de outro porte?

Aliás, fica a pergunta: qual o interesse em adquirir SAFs que nascem extremamente endividadas e que não tem projeção nacional (as dívidas do Cruzeiro, reforço, continuam a existir, pois o CNPJ de uma SAF não “cancela” os débitos do CNPJ que o substituiu, apenas dá condições de ter um fôlego).

Por fim: Andrés Sanches, ex-presidente do Corinthians, confirmou que Ronaldo o convidou para ser CEO da SAF. É mole? O mesmo recusou porque disse: “não dá, sou corintiano”. Mas quando ele queria presidir a CBF não teve essa desculpa…

Agora dono do Cruzeiro, Ronaldo foi vendido pelo clube ao futebol europeu com apenas 17 anos; relembre! | LANCE!

Imagem extraída de: https://www.lance.com.br/cruzeiro/agora-dono-do-cruzeiro-ronaldo-foi-vendido-pelo-clube-ao-futebol-europeu-com-apenas-17-anos-relembre.html. Montagem da Foto: Lance, com Crédito da divulgação do Cruzeiro.

– Dilema profissional: responder o WhatsApp da empresa na hora da folga.

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Imagem extraída de: https://lupecontabilidade.com.br/10-maneiras-de-os-millennials-lidarem-com-o-estresse-e-a-depressao-no-trabalho/

– Profissionais, mas humanos!

Taí uma verdade: nos preocupamos tanto com o trabalho que, muitas vezes, esquecemo-nos do essencial.

E o que é esseessencial?

Veja a imagem:

– Mulheres que vão à Luta!

Muito bacana: essa matéria que compartilho abaixo retrata o quanto as mulheres que chegam aos 40 anos podem (e devem) encarar novas conquistas profissionais e pessoais.

Extraído de: http://ow.ly/2PVs30du5pg

AOS 40 ANOS, ELAS SÃO JOVENS E TÊM PIQUE PARA ENCARAR OS DESAFIOS

“O motor é de um fusca 1974, mas a carcaça, de um Santana 1985, quatro portas e com vidros elétricos”. É desta maneira que Liliane Rossi se define. Cheia de bom humor, a jornalista de 42 anos é uma representante das mulheres que adotaram um novo comportamento social e hoje envelhecem com mais saúde, além de aparentarem ter menos idade do que realmente têm.

Lili, como é conhecida, treina muay thai de três a quatro vezes por semana e se preocupa com a alimentação. “Tenho meus cuidados com tudo o que como, principalmente durante a semana, mas sem ser radical (também tomo a minha cervejinha). E tudo isso, inclusive a atividade física, é muito importante para o meu futuro”, declara.

Casada com um homem 13 anos mais novo, Lili considera-se realizada em sua profissão e diz que, inicialmente, encontrou no esporte a solução para emagrecer. “A atividade física traz um prazer tão grande que me fez continuar, mesmo depois de chegar ao peso ideal. Meu objetivo mudou, quero qualidade de vida”, conta Lili, que acredita que o grande segredo para “superar a idade” é aceitar as mudanças.

Raquel Agnello, 40 anos, é casada e tem um casal de filhos. Psicóloga, ela tem uma alimentação moderada pela saúde e é vegetariana por opção. Raquel acha que hoje as mulheres têm escolha de vida. “Conheço mulheres que abrem mão de tudo para cuidar da casa e dos filhos e outras que seguem um caminho diferente. O mais importante, no entanto, é que podemos escolher qual tipo de vida queremos”, afirma Raquel, que quase todos os dias pratica pilates ou dança.

EQUILÍBRIO
O equilíbrio entre exercício físico, dieta e disciplina é a solução para a fisioterapeuta Ana Paula Pieroni suportar sua rotina “com sucesso e alegria”. Aos 41 anos, Ana atribui seu ganho de vigor e disposição a essa combinação. “Com certeza é devido ao meu estilo de vida ponderado, que é uma forma de ter atenção comigo mesma sem deixar de lado a família”, explica Ana que também é mãe de dois filhos. “Sinto-me com muito mais ânimo e mais bonita, se comparada aos meus 20 anos”, analisa.

FALTA DE TEMPO?
“Dá para conciliar tudo, sim. Acho que dizer que não tem tempo é uma desculpa”. É o que afirma Priscila Marchi, 40 anos. A microempresária é casada, tem filho de 20 anos e, desde os 12, pratica atividade física em academias. Com o passar dos anos, Priscila adequou sua alimentação e garante que melhorou em todos os aspectos.

“Academia traz melhorias para o corpo, mente e alma”, declara Priscila, acrescentando que o sono é fator para acordar muito mais disposta. Para ela, manter-se ativa é o caminho para não aparentar e, principalmente, não se sentir com a idade do documento.

“Levo uma vida totalmente diferente da minha mãe”, é o que diz Fernanda Gonçalves, 41 anos. Mãe de dois filhos, Fernanda optou por se cuidar logo depois que se formou como odontologista e teve que se adaptar com o nascimento do primeiro filho.

Segundo ela, é perfeitamente possível trabalhar fora, atualizar-se dentro da profissão (atualmente Fernanda estuda para se especializar, pela segunda vez, em mais um segmento da odontologia), dar atenção a si mesma e ter uma família, apesar de ser uma tarefa “pesada”, já que “as prioridades de momento acabam não deixando com que realize tudo da maneira como gostaria”.

Divorciada há pouco mais que um ano, Fernanda conta que o fato de se cuidar trouxe problemas ao casamento. “Gerava ciúme, sim. Todo homem gosta de ter uma mulher bonita, mas a quer só para si, não quer que os outros olhem etc.”, observa.

A psicóloga Luciana Minelli acredita, de um modo geral, que todos “nós vamos envelhecer com mais saúde e aparência jovial”, pelos avanços da medicina. Mas, para ela, é o acesso à informação que faz com que a mulher, hoje com 40 anos, diferencie-se.

“É dessa forma que as mulheres conseguem buscar qualidade de vida”, diz Luciana. Se, por um lado, a informação facilita, por outro, ela gera competitividade. “Uma mulher de 40, atualmente, está no ápice da carreira profissional e possui um sentimento de conquista, de busca por melhorias de função, e tudo isso gera o estresse, a pressão”, analisa.

A solução, então, pode ser encontrada numa atividade física ou em se valorizar de alguma maneira. Segundo Luciana, essas mulheres precisam, no entanto, adequar valores. “Elas entram em conflito entre o que aprenderam e o que a sociedade contemporânea estabeleceu. Entretanto, essa mulher é muito bem-sucedida em tudo o que se propõe a fazer até porque a idade, mesmo que pequena, traz segurança e um nível de experiência interessante”, finaliza.

Imagem extraída de: https://brasilturis.com.br/lugar-de-mulher-e-onde-ela-quiser/

– Repost de 2016: Empresário é empregado ou dono de jogador? Sobre Gabigol!

Há 5 anos…

Os jogadores de futebol, na maioria das vezes por falta de instrução, acabam se levando pelos aconselhamentos dos empresários, sem contestação.

Um empresário é empregado do jogador. Mas você ouve constantemente o atleta dizer que não sei o que meu empresário tem conversado ou o que deseja fazer com meu futuro”.

Ora, empresário deveria ser uma espécie de procurador, um advogado que negociasse contrato, não proprietário do futuro do boleiro”.

Digo isso pois nessa semana Wagner Ribeiro, empresário de estrelas, falou em todas as emissoras de TV sobre Gabriel Barbosa. Na FOX Sports, chegou a dizer que Gabigol estava sendo humilhado na Internazionale!

O cara é vendido por 29 milhões de dólares; o empresário insiste na imagem de “novo Ronaldo Fenômeno”; dois treinadores não conseguem fazer o atacante render dentro de campo e ele vira reserva; recebe em dia e mora em Milão; e ainda se diz que ele é “humilhado”?

Imagine os atletas da A3 do Campeonato Paulista, os jogadores dos times pequenos do Norte/ Nordeste do Brasil, o que passam na carreira e ainda assim são felizes!

Aliás, é interessante a Wagner Ribeiro que o jogador permaneça na equipe italiana ou que seja negociado (recebendo por mais uma mudança de equipe)? Para a maior parte dos empresários, o negócio não é estabilidade ao seu “cliente”, mas sim transacionar seu “produto” a maior quantidade de vezes, ganhando mais dinheiro em todas elas.

E não se condene: se o jogador se considera feliz com a atuação do seu “patrão”, digo, do seu “dono”, assim seja. Mas será que não dá para o atleta se preparar melhor e insistir em ficar mais tempo em um time, ao invés de fechar uma porta sem tanta luta?

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Imagem: AFP, extraído de: https://esportefera.com.br/noticias/futebol,ex-tecnico-de-gabigol-na-inter-critica-menino-da-vila-atitude-de-estrela,70002402291

– Introvertidos e Extrovertidos na Administração de Empresas.

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não para de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

A solidão é como eu recarrego minha bateria

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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– O balanço final do Brasileirão e da Arbitragem.

O Campeonato Brasileiro de 2021 foi marcado por muitas nuances. Vide a classificação final: o Atlético Mineiro, depois de 50 anos, levou o título (com muito investimento financeiro e após Cuca ter deixado Hulk na reserva – aliás, o experiente treinador mostrou que muitas vezes um “banco faz bem”, pois depois desse episódio, o atacante “voou em campo”).

Incoerências ocorreram: o então Campeão do Brasileirão 2020, Rogério Ceni, foi demitido do Flamengo após 6 meses de trabalho e 3 títulos. Coisas do futebol brasileiro… Vágner Mancini, com ótimo trabalho no América-MG, abandonou o time para ir ao Grêmio e foi rebaixado. Uma decisão complicada de uma questionável gestão de carreira…

Falando de Rebaixamento, o “Imortal” gaúcho amargurou seu 3o rebaixamento na história. Mas nada de lamentos: um time que fica 37 das 38 rodadas entre os 4 piores em um torneio tão longo, há de merecer. Além, claro, de contratações questionáveis, como veteranos com salário alto ou a repatriação de Douglas Costa visivelmente fora de forma e sem motivação. Aliás, nem só pela posição na tabela alguns times decepcionaram, mas pela Gestão em si, como o caso do São Paulo: iludido pela conquista do Campeonato Paulista, quase foi junto para a série B.

Em 2021, vimos também um excesso de vagas para as competições internacionais. Repare que o rebaixado que mais pontuou tinha quase 38% de aproveitamento, e o classificado para a Sulamericana pior pontuado (que foi o Cuiabá) entrou com 41% apenas. Como um time que ganhou menos da metade dos pontos disputados leva de prêmio uma vaga num torneio estrangeiro? A propósito, nessa conta que separou o rebaixamento da classificação distaram 4 pontos dos 114 disputados.

Na Libertadores (fase de grupos e pré) temos 3 paulistas, 2 mineiros, 2 cariocas, 1 paranaense e 1 cearense. Destes clubes, 3 “empresas” ou “quase-empresas”: o Red Bull Bragantino, que já é, e o Athletico Paranaense e o América-MG, ambos em processo de transformação (lembrando que além de um clube do conglomerado Red Bull, a Libertadores 2022 terá o Montevideo Torque, pertencente ao conglomerado CityGroup).

Quanto a arbitragem, tivemos dois momentos: o do Leonardo Gaciba com excesso de uso do VAR e o do Alício Pena com visível uso menor. Porém, ambos com o árbitro de vídeo sendo protagonista nas decisões, onde os árbitros preferiram a voz da cabine do que suas convicções.

O processo de renovação, forçado no 1o turno, sucumbiu no 2o. Dois árbitros tiveram uma atenção maior e não aproveitaram: Dênis Serafim, de Alagoas (lembram de Chapecoense x Flamengo?) e Felipe Fernandes de Lima, de Minas Gerais (com um enorme potencial, mas com um comportamento excessivamente vaidoso). Nas últimas rodadas, os árbitros ficaram em regime de internato na Granja Comary a pedido do presidente da CBF, saindo de lá somente para as partidas.

Aliás, como o cara faz para abrir mão dos seus afazeres profissionais por 21 dias para cuidar de uma carreira não profissional? Esse “profissionalismo de mentira” da CBF tinha que acabar, e ela assumir os custos trabalhistas de um grupo de elite de árbitros e bancá-los para poder cobrar melhor. Mas de nada adiantará com os cartolas que há décadas estão por lá comandando a arbitragem por trás de outros departamentos.

Muitas decepções dos “árbitros de nome” nesse ano. Anderson Daronco “picou” a maior parte dos jogos que apitou, marcando faltinhas duvidosas e travando a dinâmica das partidas. Raphael Claus marcou bola na mão em lance de cotovelo e de costas! D-U-V-I-D-O que faça algo assim em Copa do Mundo. E Marcelo de Lima Henrique, veteraníssimo, acabou sendo o melhor apitador da temporada.

Que 2022 seja melhor para todos dentro e fora de campo!

Brasileirão Série A 2021: confira a tabela completa do campeonato

Foto: Reprodução Internet, extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2021/05/brasileirao-a-2021-campeonato-brasileiro-tabela-completa

Essa mesma matéria em vídeo, aqui: https://youtu.be/ggFRVpgPDvk

– Corinthians: a vergonha em contar a verdade entrega a omissão da resposta.

O Corinthians renovou o contrato do goleiro Cássio por mais 2 anos. É público que o Timão enfrenta sérios problemas financeiros, embora tenha feito contratações de atletas com salários caros.

Na entrevista coletiva realizada ontem, Cássio foi questionado se os direitos de imagem (que compõe muitas vezes a maior parte dos rendimentos dos jogadores, uma forma de pagar menos impostos do salário), estava em dia. E o goleiro deu uma disfarçada…

Disse que:

“Isso é uma questão particular que não estou à vontade de falar”.

Ora bolas, se está em ordem, é lógico que o jogador diria. Tal resposta é uma forma de não dizer explicitamente que está com salários atrasados, e ao mesmo tempo não mentir.

Não é confortável para qualquer empregador (seja um time de futebol ou qualquer empresa) que seu funcionário diga que seus vencimentos estão em ordem? Claro, que ele o faça de maneira espontânea e verdadeira, não mentindo.

E imaginar que um dia houve uma lei no futebol na qual “time que estivesse devendo salário, se denunciado, perdia pontos…”

Foi no Brasil?

O motivo por trás do desabafo de Cássio após a goleada sofrida pelo Corinthians diante do Flamengo

Foto: Reprodução / Internet, extraída de: https://www.meutimao.com.br/noticias-do-corinthians/360254/o-motivo-por-tras-do-desabafo-de-cassio-apos-a-goleada-sofrida-pelo-corinthians-diante-do-flamengo

– Trabalhar Contrariado ou ser um Desempregado Feliz?

Àqueles que estão com dificuldades na relação profissional, um importante estudo conclui: vale mais ser desempregado do que estar em emprego ruim.

Respeitando a pesquisa científica, mas… E quem paga as contas depois?

Abaixo, extraído de Superinteressante, Ed 258, pg 22, por Fernando Badô e Bruno Garattoni

FICAR DESEMPREGADO É MELHOR DO QUE SOFRER NO TRABALHO

Sabe aquele seu vizinho que não trabalha, mas vive sorrindo? A explicação pode estar em um estudo realizado por cientistas australianos, que acompanharam 7155 homens e mulheres entre 20 e 55 anos de idade e concluíram: ficar desempregado, seja por vontade própria, seja por demissão, pode aumentar o nível de felicidade das pessoas.

Ao longo de sete anos, os pesquisadores aplicaram questionários para medir o grau de felicidade dos voluntários, cujos empregos também foram analisados em quatro aspectos: nível de desafio, grau de autonomia, salário e perspectivas de carreira. O objetivo era determinar quais empregos eram bons ou ruins.

As pessoas que estavam trabalhando, em bons empregos, eram sempre as mais felizes – marcando em média 75,1 pontos na escala criada pelos cientistas. Em seguida vinham os desempregados e os trabalhadores com empregos ruins, ambos com 68,5 pontos. Empate. Então desemprego é a mesma coisa que emprego ruim, certo?

Errado: o desemprego é melhor. Ao longo do estudo, quem trocou o desemprego por um emprego ruim viu sua felicidade cair ainda mais, perdendo seis pontos a cada ano. Já quem continuou sem fazer nada perdeu apenas um ponto.

Ou seja: ficar sem emprego é ruim, mas sofrer no trabalho é ainda pior. “O emprego ruim faz a pessoa perder saúde mental”, diz Peter Butterworth, psiquiatra da Universidade Nacional da Austrália e coordenador da pesquisa.

Resultado de imagem para desempregado e empregado

– E o Renato Gaúcho?

Já demos alguns pitacos sobre a decisão da Libertadores entre Palmeiras 2×1 Flamengo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-zi8). Mas faltou um ponto a ser abordado: a coletiva de Renato Gaúcho (que foi constrangedora)!

Não só a de ontem, mas desde sempre: se esquiva das perguntas, dá respostas incoerentes e arranja subterfúgios. Há tempos que o “pós-jogo” dele é desrespeitoso com a imprensa. E, surpreendentemente, ele era aclamado por muitos como um bom nome pra substituir Tite na Seleção.

Rogério Ceni foi campeão com o Flamengo mostrando estratégia e conhecimento tático. Renato jogou fora o trabalho do seu antecessor – e colocou a culpa no calendário, no número de jogos… (que o Palmeiras também enfrentou). Pior: dizer que só teve “8 minutos com o time titular” nos últimos tempos, é dose. Existe equipe com 11 titulares regrados no futebol mundial hoje?

Por fim: enquanto Abel liderava seu time com um “plano” (algo ironizado anteriormente), Renato não conseguia administrar os egos de seu elenco (ou até seu próprio ego).

O Flamengo terá que se reinventar no comando e com seus atletas.

Imagem extraída de: https://colunadofla.com/2021/11/diretoria-do-flamengo-avalia-demissao-imediata-de-renato-apos-derrota-na-libertadores/amp/

– Sylvinho e o filme repetido no Corinthians. Aliás… ele sobre preconceito por ser estudado?

No futebol, quando um cartola diz que seu técnico está prestigiado, é justamente nesse momento que ele, treinador, deve abrir o olho…

Existem lógicas que se confirmam: por exemplo, de que um profissional “vai cair se não ganhar o próximo jogo”. Quando ele ganha, apenas posterga a sua demissão, que sem dúvida irá acontecer nas próximas rodadas.

Vide: Rogério Ceni, Campeão Brasileiro e Campeão Carioca pelo Flamengo. Mesmo bem posicionado na tabela e com títulos, sempre estava “pendurado”, quase “caindo” a cada rodada. Até que caiu.

Outros? Hernan Crespo, Campeão Paulista, no “cai-não-cai”. Fernando Diniz no Santos. O próprio Vágner Mancini no Corinthians.

A verdade é: começou o “diz-que-me-diz” que o treinador está pressionado e que pode cair, ele cai mesmo (não necessariamente nas rodadas imediatas, mas nas outras vindouras). O “bola da vez” agora é Sylvinho, que pegou um elenco dito que “lutaria contra o rebaixamento” e está em 4o colocado no Brasileirão. E contra ele, pesa um preconceito do futebol: é um cara estudado!

Lembrei-me do que ocorreu certa vez com o zagueiro são-paulino, Luís Eduardo, que falava muito bem. Recordando em: https://professorrafaelporcari.com/2015/08/05/luis-eduardo-e-o-preconceito-a-quem-estuda/

Sylvinho - treino do Corinthians - 23-11

Sylvinho no treino desta terça-feira no CT Joaquim Grava: seis meses de trabalho (Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)

– A Ansiedade como malefício profissional!

Compartilho interessante artigo extraído da coluna “Manual do executivo ingênuo” sobre os malefícios da ansiedade na vida pessoal e profissional.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

A INIMIGA DE TODAS HORAS

por Adriano Silva

Um ponto central da ansiedade, para quem é ansioso como eu, é essa sanha de controlar as coisas. O sujeito controlador é um ansioso crítico e um ansioso crônico. Deveria ser levado a escolas primárias e mostrado como exemplo às crianças do que não fazer. (Eis-me aqui um candidato!) O controlador quer pôr ordem no mundo, nas coisas, nas pessoas. Uma ordem estática, perfeita, que não existe na natureza e nem em lugar algum. Mas que fica queimando na cabeça e no estômago do sujeito como se a sua existência fosse condição fundamental de felicidade. O ansioso é o sujeito que quer ter tudo sob controle. Nenhum risco, nenhum imprevisto, nada que não esteja absolutamente dominado. Trata-se de uma mania de deixar todos os livros perfeitamente organizados na estante antes de dormir. De não conseguir pegar no sono enquanto os títulos não estiverem todos arrumados em ordem decrescente de sobrenome de autores. Nada contra. Exceto pelo fato de que esse é um projeto impossível. Suicida. E inútil. A vida é feita de centenas de prateleiras que estão sempre em movimento. Elas surgem e desaparecem a todo momento à nossa frente. Tão importante quanto ter algum controle sobre os vários escaninhos da nossa vida, de modo a poder lidar minimamente com eles, é aprender a lidar com as surpresas, com as não-garantias, com as ausências de certeza, com o tremendo desconforto de saber que não temos a rigor controle sobre nada, com o quinhão de caos que nos orbita todos os dias.

No final, escrevi tudo isso, claro, você já percebeu, porque digladio diariamente com a ansiedade. Então é provável que a gente ainda venha a falar um bocado disso por aqui. É um dos fantasmas que mais me machuca. Há outros. Você vai se divertir com as catarses coletivas que vamos proporcionar juntos aqui, antes, durante e depois do expediente. Só que também é verdade que discorri sobre a loba porque ela está por trás de um troço que eu aprendi a detestar recentemente: aqueles e-mails que vêm com pedidos de confirmação automática. É o cúmulo do controle. O sujeito precisa saber se o outro realmente abriu seu e-mail. E a hora exata em que o fez. E aí deve ficar olhando para o relógio e pensando: “Por que não responde logo?” Algumas dessas confirmações são bem engraçadas. Dizem assim: “Fulano de tal abriu sua mensagem na hora tal. Mas não significa que ele tenha lido, compreendido ou concordado com o seu conteúdo”. Ao ler isso, imagino que o controlador tenha que controlar, na verdade, o ímpeto de se atirar pela janela. Eu ainda não cheguei a esse ponto. Não envio pedidos de confirmação e assim contribuo não apenas com um volume menor de informações inúteis rolando na rede mas também com a minha própria saúde física e mental.

Ansiedade: 22 sintomas físicos e psicológicos e teste online | Zenklub

Imagem extraída de: https://zenklub.com.br/blog/saude-bem-estar/ansiedade/

– Como diferenciar líder e chefe e o efeito de “trabalhar para / trabalhar com”.

Um ótimo artigo diferenciando “líder x chefe” através da relação “trabalhar para” de “trabalhar com”, elaborado pelo Professor José Renato Santiago Sátiro.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/trabalhar-com-x-para-diferença-entre-l%C3%ADder-e-chefe-santiagohttps://www.linkedin.com/pulse/trabalhar-com-x-para-diferença-entre-l%C3%ADder-e-chefe-santiago

“TRABALHAR COM” versus “TRABALHAR PARA”: A DIFERENÇA ENTRE LÍDER E CHEFE

A busca pelo crescimento profissional de qualquer pessoa tende a ter forte relação com seus objetivos relacionados a galgar novas posições e cargos dentro de uma organização ou em uma determinada área de atuação.

Longe de querer julgar este entendimento, acredito que esta visão possibilita a existência de uma crença que existem caminhos pré-determinados para alcançar o sucesso na vida profissional.

Seguir o exemplo daqueles que alcançaram, pretensamente, suas metas, é algo bem interessante, no entanto está longe de representar uma condição suficiente, ou digamos, uma receita que o mesmo caminho poderá ser traçado por qualquer um.

Muitas vezes identificamos pessoas que, independentemente de sua condição hierárquica em uma estrutura organizacional, conseguem agregar em torno de si, toda a energia e predisposição relevante para que as metas, ideais e desejos sejam alcançados.

Mas o que será isso que permite esta “conspiração” para o bem?

Pois bem, entendo que a proposição do trabalhar com as pessoas seja o diferencial, uma vez que possibilita a construção de uma visão compartilhada, como se elas atuassem em prol de objetivos comuns.

Esta habilidade é algo típico e característico que encontramos em um líder, aquela pessoa que tem ao seu redor toda a potencialidade de sucesso de seus companheiros, justamente por incluir de forma natural no dia a dia deles, de forma positiva, a busca pelo interesse comum.

Outra característica muito legal da liderança, diz respeito a democracia onde ela está envolvida, uma vez que pode estar efetivamente presente em qualquer lugar, independentemente da formação intelectual ou nível de estudo.

O que é uma brutal diferença daquilo que encontramos quando trabalhamos para alguém, uma clara denuncia e sinalização da real necessidade de haver uma dependência hierárquica, muitas vezes a de chefia.

Não necessariamente um chefe é um líder, aliás, muitas vezes cabe um tratamento totalmente diferente, justamente por causa de uma simples troca de preposição, o “com” e o “para”.

Quando trabalhamos com alguém, estamos atuando dentro de uma linha da liderança, do objetivo comum acima de qualquer eventual interesse pessoal individual.

Justamente o contrário de quando se trabalha para alguém, em prol unicamente dos interesses deste, o que muitas vezes mina as pessoas e dificulta a perpetuação desta relação.

O quanto realmente temos buscado, em nosso dia a dia, simplesmente um cargo de chefia ou uma posição de líder?

Entenda as diferenças entre trabalho e emprego - Diferença

Imagem extraída de: https://gestionaf.pe/

– As qualificações e aprendizados que nós devemos obter e nem as máquinas conseguem!

Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.

Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/competências-que-os-robôs-não-têm-milton-beck/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=1GN6o5fM9RY8s1

AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM

Por Milton Beck

O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.

Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:

“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.” 

O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.

“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.” 

Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.

O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.

O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.

A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.

BIG DATA E OLHO NO OLHO

O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.

As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.

As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.

Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.

Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.

A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.

Universidade de Tóquio desenvolve robô que se mexe como humano | Notícias |  TechTudo

Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2012/12/universidade-de-toquio-desenvolve-robo-que-se-mexe-como-humano.ghtml (Kenshiro é o robô mais próximo de um ser humano atualmente (Foto: Reprodução/IEEE Spectrum) — Foto: TechTudo)

– A administração do tempo na vida pessoal e profissional.

Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas. A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…

O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.

Ricardo Diniz, empreendedor, ex-presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do agora extinto Jornal Bom Dia, escreveu há 8 anos um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?

E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!

Compartilho o excepcional artigo (que se mantém bem atual) e deixando ele próprio como reflexão:

O QUE É URGENTE?

Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.

Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…

Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?

Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.

E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.

A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.

Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.

Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.

E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

O Que é e Para Que Serve a Administração do Tempo

Imagem extraída de: https://www.conceitozen.com.br/o-que-e-e-para-que-serve-administracao-do-tempo.html

– Reinventando Produtos!

A Inovação têm sido a chave para enfrentar a concorrência chinesa. E empresas engajadas com a criatividade reinventam antigos conceitos, como, por exemplo, o de “como um parafuso funciona”.

Compartilho esse case, extraído de: iG Economia

INOVAÇÕES COM UM PARAFUSO A MAIS

Dá para reinventar o prego? E o parafuso? Parece difícil, mas não é impossível. A Ciser, maior fabricante dos chamados “elementos de fixação” da América Latina com faturamento de R$ 397,6 milhões em 2008, consegue vender alguns produtos cobrando até 30% a mais do que os tradicionais graças à inovação. A empresa criou, por exemplo, parafusos que determinam a tensão de aperto ou que mudam de aparência diante de alterações de temperatura e pressão.

“É questão de sobrevivência”, diz Carlos Schneider , presidente da Ciser. “Com a entrada dos produtos chineses, que chegam com preços impraticáveis para a indústria nacional, somos obrigados a dar mais valor aos itens que oferecemos e ganhar competitividade.”

Schneider reconhece que bancar investimentos em pesquisa e desenvolvimento não é simples. “Além do desenvolvimento, leva-se tempo para convencer os clientes a pagarem mais por produtos que, via de regra, se encaixam na categoria de commodities”, diz.
Clientes como Petrobras e Aeronáutica, no entanto, têm comprado itens como o parafuso inteligente. O produto determina o torque exato do aperto, através de uma cápsula que se solta quando o aperto atinge o nível ideal.
O primeiro protótipo, criado em 2002, não teve o retorno esperado. A Ciser, segundo sua própria avaliação, falhou na estratégia de marketing. Após algumas análises, que viram a necessidade de criar uma linha inteira de produtos com a nova tecnologia, o projeto deslanchou em 2007.
Insistência
A disposição para seguir investindo, mesmo quando os resultados iniciais não são dos mais promissores, ainda não é uma prática comum entre as empresas brasileiras.
Lucas Melman, gerente de serviços a empreendedores da ONG de Endeavor, diz que são poucos os executivos com visão de médio e longo prazos. “A inovação exige investimentos e tempo para maturação”, diz. “Por isso, é preciso ter paciência e um planejamento bem-feito para que o resultado seja satisfatório”.
Este parece ter sido o caso da Ciser. Schneider diz que o parafuso inteligente gera hoje margem de lucro 30% superior a de produtos convencionais. “Essa tecnologia chega a reduzir em até quatro vezes o tempo de montagem de uma estrutura, o que se reflete no custo das obras”, diz.
Projetos atraem empresas
A Ciser prefere não revelar detalhes, mas ao menos dois novos estudos para a criação de produtos diferenciados já contam com o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina e de uma empresa de infraestrutura. Nos dois casos, as invenções deverão gerar redução de custos e evitar desperdícios de material e energia.
Schneider diz ainda que, em parceria com o instituto alemão Fraunhofer, a Ciser está desenvolvendo parafusos rastreáveis, ou como o próprio executivo define, o DNA do produto. A ideia é aplicar códigos de barras em cada item, para rastrear os parafusos sempre que houver algum defeito.

Foto: Flashpop/Getty Images, extraída de: https://forbes.com.br/forbes-collab/2021/04/vitor-magnani-o-mundo-esta-cansado-de-boas-ideias/

– Gestão e “Congestão” de Carreira dos treinadores de Futebol.

Algo que precisa ser discutido: as decisões que os treinadores de futebol tomam ao longo de suas carreiras.

É dito que as Seleções de Futebol da Europa nunca têm os melhores treinadores. Afinal, a carreira deve se desenvolver em clubes, que os remuneram muito bem. Treinar Selecionado Nacional só na proximidade da aposentadoria (vide Klopp, Guardiola, Ancellotti…). Aqui no Brasil, o conceito funciona diferente: a Seleção é o auge!

Já nos clubes locais, temos algumas particularidades:

1- ir para quem pode te dar estabilidade na carreira (o que é difícil),

2- ir para quem é grande (e isso é discutível),

3- ir para quem te pagará mais (livre mercado) ou

4- ir para quem vai brigar por títulos (o que se restringe a alguns)?

Lógico, se a agremiação oferecer as 4 situações, excelente!

Um exemplo? Vágner Mancini. Quem é jundiaiense como eu, torce para o sucesso do ex-jogador do Paulista de Jundiaí e treinador do Galo quando venceu a Copa do Brasil. Deixou na cidade muitos amigos e ótimas lembranças esportivas e sociais. Só que… Mancini é um “acertador de equipes”. Junto ao seu amigo Dorival Jr, defendeu a estabilidade de técnicos em seus cargos e o fim das “demissões resultadistas”. Nos últimos tempos, foi “sacaneado” no São Paulo, quando tinha a promessa informal de ser o treinador efetivo. Porém, abandonou o Atlético Goianiense e foi para o Corinthians. Idem ao Grêmio, quando realizava um grande trabalho no América-MG (que deve se tornar uma empresa e vendido a um interessado americano, segundo se cogita). Está prestes a cair para a 2a divisão do Brasileirão, e fica a questão: está gerindo bem sua carreira?

Cuca é o atual vice-campeão da Libertadores da América, e deixou o Santos para um projeto no Atlético Mineiro. Ceni é o atual campeão brasileiro, e depois da conturbada saída do Fortaleza para o Cruzeiro (com retorno ao clube e depois a ida ao Flamengo), está de volta ao SPFC, mais maduro. Sylvinho está trabalhando e aprendendo os macetes da função com o “carro do Corinthians” em andamento. E por aí vai.

Pergunto-me:

  • As decisões dos treinadores quando vão escolher os clubes, fora o apelo emocional, financeiro e pessoal, são discutidas com gente especializada e profissional, dando orientações a esses treinadores?

Gerir mal a carreira pode dar uma “congestão” indesejada, e ficar fora dos holofotes principais… vide Adilson Batista, PC Gusmão, e outros nomes que “quase vingaram”/ vingaram parcialmente.

Olho para uma lista com nomes de treinadores brasileiros e não vejo quem  poderia assumir o Palmeiras

Foto-arte: Estadão, extraída do link: https://esportes.estadao.com.br/blogs/robson-morelli/olho-para-uma-lista-com-nomes-de-treinadores-brasileiros-e-nao-vejo-quem-poderia-assumir-o-palmeiras/, na matéria de Robson Morelli

 

– Como explicar São Paulo e Corinthians (no campo e nas contas)?

Após o clássico do Morumbi terminar 1×0 para o Tricolor contra o Timão, algumas questões:

  • O São Paulo voltou a “jogar bola”, com atletas lesionados se recuperando e os que “cansavam demais” suportando maior minutagem. Seria “efeito Rogério Ceni” ou “des-efeito Hernán Crespo”? Trocando em minutos: os atletas não estavam mostrando boa vontade com o treinador anterior?
  • O Corinthians mostrou irregularidades; ora jogando bem, ora mostrando desorganização/ descomprometimento tático. Mas assim como a maioria dos times brasileiros, está muito endividado (no que reflete no rendimento dos seus jogadores, queiramos ou não). Agora, leio que o atacante Boselli ganhou na FIFA um processo contra o time, com ordem de 45 dias para pagar “uma bolada” (com ameaça de punição caso não o faça, vide abaixo). Ainda assim, contrata atletas caros?

O futebol brasileiro é inexplicável

Extraído de: https://ge.globo.com/google/amp/futebol/times/corinthians/noticia/noticias-corinthians-boselli-divida-milionaria-fifa.ghtml

BOSELLI GANHA DEMANDA NA FIFA, E CORINTHIANS TEM 45 DIAS PARA PAGAR DÍVIDA MILIONÁRIA

Valores são relativos a salários atrasados que o jogador cobrou na entidade

O atacante Mauro Boselli, hoje no Cerro Porteño, do Paraguai, venceu uma demanda na Fifa em que cobrava valores atrasados do Corinthians, clube que defendeu nas temporadas 2019 e 2020.

Segundo decisão da Câmara de Resoluções de Disputas da Fifa, o Timão tem o prazo de 45 dias após ser notificado para pagar um somatório de 1,17 milhões de dólares em salários atrasados (R$ 6,4 milhões). Há também mais 5% de juros anuais acumulados sobre os valores.

O clube pode recorrer ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) em até 21 dias para tentar contestar a decisão.

O não pagamento acarretará na proibição da inscrição de novos jogadores até que a dívida seja quitada. Como a inscrição no Brasileirão está fechada, a punição só afetaria o clube a partir de janeiro de 2022. A sanção, porém, pode durar até três janelas consecutivas.

– Mancini e o planejamento de carreira.

Li que o Grêmio sondou vários treinadores para assumir sua equipe. Nomes apareceram, de Mano Menezes a Lisca Doido, passando por Maurício Barbieri.

Não sei se foram realmente procurados (quando um time grande está precisando de treinador, boato é o que não faltam). Mas hipoteticamente: se Barbieri saísse do Red Bull Bragantino para ir ao Grêmio nesse momento, consideraria um erro de gestão de carreira.

Vágner Mancini, que estava fazendo ótima campanha do América-MG, aceitou a oferta do Sul e foi para lá. E foi inevitável lembrar: quando passou pela 1a vez no Tricolor Gaúcho, foi demitido após 5 vitórias!

Motivo?

Refrescando a memória: não aceitou interferência de diretor que queria escalar um atleta (por motivo não explicado).

Seria uma boa a sua volta agora, e com esse histórico?

– A greve do Cruzeiro e a palestra de “Gestão Moderna” do presidente.

Os atletas do Cruzeiro manifestaram o desejo de fazer greve, por conta dos salários atrasados. Quem conhece Vanderlei Luxemburgo, o treinador da Raposa, sabe que ele sempre enfatiza a importância de que se cumpra o pagamento de salário aos jogadores (era uma condição que ele não abria mão, quando assumia um clube).

Estando pelo 3o ano na série B, com muitas dívidas, eis que o presidente do clube Sérgio Santos Rodrigues está em Portugal, participando de um Congresso de Futebol, no qual será palestrante do tema: “Gestão Moderna dos Clubes Esportivos”.

É mole? O que poderá falar do seu próprio clube, não?

– E como procurar um novo emprego?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção ao mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

– Santos FC e o Sal Grosso.

A história de que o Santos FC jogou sal grosso na cabine do VAR é mais uma do folclore do futebol.

Gasta-se milhões com jogadores, briga-se na Justiça por contas a pagar, contrata-se treinadores, fisiologistas e outros profissionais, mas quando consegue vencer nos acréscimos um jogo importante… a culpa do sucesso é da SORTE?

Ora, sem futebol bem jogado, não existe sorte. O Grêmio de 2021 é muito ruim e o Santos “comeu grama” durante os mais de 90 minutos. Foi isso: competência!

– Lições da 2a divisão Sub23: a escolha do treinador e a ética.

Depois da má campanha do Paulista FC na 4a divisão estadual, precisamos pensar nos erros e acertos, tirando aprendizados.

Uma reflexão de um dos erros: a escolha do treinador!

Gostaria de citar um exemplo da semana retrasada, a fim de ilustrar o texto: eu pude participar de uma aula na Faculdade Cásper Líbero, onde falei sobre Ética nas Corporações, no Futebol e na Arbitragem (um funil sobre o tema). Lá, surgiu a seguinte pergunta: “O que você pensa de treinadores de futebol que levam sempre os mesmos jogadores nos clubes onde passam? Seria um desrespeito para quem já está no elenco ou é um problema ético?”.

Ora, sempre foi muito especulado em times grandes que certos treinadores tinham jogadores caros e de confiança. Para alguns, opção técnica. Para outros, combinação de receitas (o jogador pagava um “pedágio”/ parcela de salário para que o técnico, em outra equipe, o levasse junto).

Nas divisões mais humildes e regionais, isso (que é um problema ético e até de desonestidade) não acontece. O que ocorre são outras situações, nas quais o Galo precisa se atentar: o de “treinadores-empresários”. E isso é complicado…

Eles atuam em três frentes:

  • Arrendando a equipe: seja como “figura do empresário que coloca um time usando a camisa do clube”, e seu treinador é agente de confiança. Nos moldes da Kah Sports, em 2019, na campanha do acesso para a A3. Se não existirem conflitos de interesse, ótimo. Se os objetivos de empresários (vender seus atletas e colocar na vitrine), forem diferentes do clube (o Paulista queria o acesso para a A2, e não lutar pra não cair, como ocorreu em 2020), é obvio que não dá certo. Aí, nem é problema ético, é desacordo comercial.
  • Treinador arrendatário: muito comum em divisões inferiores, o técnico se oferece ao clube, coloca seu plantel em campo e assume as responsabilidades. Eticamente, se o clube não externar o ocorrido aos torcedores, estará os enganando e será ruim. Se manifestar claramente que está permitindo tal relacionamento, menos mal.
  • Treinador-empresário camuflado: ocorre quando o técnico é o agente de atletas e assume uma equipe profissional, preferindo escalar seus atletas agenciados ao invés dos jogadores do elenco. Aqui, o problema ético é seríssimo, pois o conflito de interesses se evidencia: como crer que um jogador que é titular realmente faz por merecer a titularidade, ou que é escalado por ser do casting do treineiro? Isso provoca cizânia entre o elenco, além do óbvio conflito ético. Mais do que isso, o elenco racha de vez e o clube é quem fica prejudicado (a não ser que o jogador seja Messi ou Cristiano Ronaldo).

Neste último ano, Baiano, o treinador que subiu do Sub 20 para o profissional (excelente pessoa, grande ex-jogador, inexperiente como técnico e uma aposta para o torneio) foi questionado quanto a algumas escalações e substituições. Normal, é um iniciante e errar é algo comum. Mas ao ler no Jornal de Jundiaí (link abaixo) de que o atacante Adriano, que assinou por 3 meses e jogou meia hora, é da empresa de jogadores de propriedade do Baiano, me assusto e entristeço.

Leia sobre isso em: https://www.jj.com.br/esportes/2021/10/136421-adriano-e-atleta-da-b5-sports.html

Vale uma palavra da diretoria sobre tal episódio… e que tal aprendizado sirva para 2022, onde possamos ter um treinador desimpedido de amarras empresariais, fazendo um trabalho ético, esportivamente falando.

– #tbt 3: Treinadores e Jogadores aos olhos do Árbitro: quem é o “boa gente da bola”?

Repost de 8 anos:

O Futebol é um universo miscigenado, com atores das mais diversas condutas, transmitindo amor e ódio aos torcedores.

Tive o prazer de conviver com muitos deles. E, vez ou outra, me perguntam: “E Fulano, como é dentro de campo? E Beltrano, joga muito?”.

Pois bem: um árbitro de futebol repara mais no comportamento dos atletas do que na categoria. E sobre isso, vale meia-dúzia de observações:

1- Craque quase nunca reclama. Romário é o exemplo. Pouquíssimas vezes vi o Baixinho reclamar com o juiz. Sabe como era um bate-papo com ele antes de sortear o Toz (a moedinha da ‘Bola ou campo’)? Simplesmente cumprimentava, perguntava se fez boa viagem, falava sobre a temperatura, e se o jogo fosse em São Januário, aconselhava alguns “points pós-jogo”. Nunca vi o Romário simular ou pedir cartão para o adversário. Assim também se comportava Raí, Ronaldo Nazário, Bebeto…

2- “Botinudo” sempre será botinudo. Lembram-se do “Cocito”? Batia na própria sombra. E era marcado justamente pela violência. Se era falta simples, virava amarelo pelo seu histórico. Hoje, Felipe Mello leva essa fama. Mas atenção: é diferente do Domingos, o zagueiro que começou no Santos FC e rodou inúmeros clubes, que para muitos é sinônimo de pancada. Tive a chance de apitá-lo desde a base até o profissional, em diversas equipes: seus lances nunca são de falta violenta proposital, mas normalmente por imprudência. Dentro de campo, por mais incrível que possa parecer, é muitíssimo educado com a arbitragem, sendo que poderá ser expulso por violência involuntária, mas nunca por ofensas.

3- O mal comportado é figurinha carimbada na história do futebol brasileiro. Da década de 90, Djalminha e Edmundo são os mais recomendados para se discutir. Me recordo que certa feita, estava no Morumbi assistindo como aluno da Escola de Árbitros o jogo São Paulo x Vasco da Gama. O árbitro era Francisco Dacildo Mourão (hoje, fazendo sucesso como competente comentarista de arbitragem). Depois do jogo, perguntei a ele se o Edmundo (que já era Bad Boy naquele timaço vascaíno da década de 90) dava muito trabalho em campo. E ele respondeu serenamente: “Claro que não. Quando o Edmundo apronta, ele faz a besteira na frente de todo mundo. O duro é o Djalminha, que põe as mãos para trás, vem sorrindo como se pedisse desculpas para o árbitro mas na verdade vem xingando sua mãe”. Nunca me esqueci disso. No final da carreira do Edmundo, num domingo a tarde, eu estava como quarto-árbitro no Parque Antártica na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá; neste jogo, um jogador do time de Guará falou algo no ouvido do “Animal” que não pensou duas vezes: meteu o cotovelo sem se preocupar em estar sendo flagrado ou não. Mas o mais curioso é: fora de campo, no vestiário, o Edmundo se transformava! Educado e cortês…

4- Há também os chatos, aqueles que antes da bola rolar já enchem a paciência: Fábio Costa é um deles! Não quer assinar a súmula pois está concentrado no jogo, não quer trocar a camisa pois é supersticioso (mesmo ela sendo da mesma cor do time adversário), não quer tirar aliança para entrar em campo (e isso é obrigatório), além da grosseria. São os jogadores que encaram o árbitro como um inimigo: inclua-se na lista Marcelinho Carioca, Emerson Sheik, Kleber Gladiador… Aliás, são esses mesmos atletas que os adversários reclamam de lances desonestos e tentativas de agressão. E o pior é que todos esses citados deram várias provas disso.

5 – E os “Boas Praças”? O goleiro Marcos, Vampeta, Denilson… esses caras não desacatavam ninguém, eram queridos e/ou folclóricos. Vi os 3 em campo em jogos oficiais: tinham a bola como amiga, jogavam com gosto. Traziam alegria ao futebol.

6- Não pensem que árbitro fica reparando só em jogador dentro de campo. Ele também se preocupa (e muito) com os treinadores. E nessa área, ou melhor, na área técnica, trabalhei com os principais da atualidade: dos rabugentos aos educados.

Muricy é ranziza, mas a boleirada gosta dele; Scolari é chato ao extremo, se preocupa em tumultuar a vida dos árbitros e fazer seu time de vítima, jogando os atletas contra tudo e contra todos; Tite é educado, fala difícil, é intenso na beira do campo e tenta se impor, sem perder o respeito com o árbitro. Luxemburgo é ardiloso, reclama de tudo, cria situações e desvia o foco dos acontecimentos em cima dos árbitros. Mas o pior deles é Emerson Leão! Seu único sorriso é de ironia; é grosso e arrogante. Tenho certeza que, todo e qualquer árbitro quando o expulsava, o fazia com gosto! Na mesma linha vai o atual treinador do Criciúma: Argel Fucks! Apitei ele como treinador de times do Interior, e garanto que ele é tão violento no trato como nos pontapés que dava quando era jogador.

Gente educada (e competente) é: Nelsinho Baptista, Vagner Mancini, Caio Jr, Dorival Jr, Marcelo Oliveira, Levir Culpi…

Diante de tudo isso, vale ressaltar: o comportamento de um profissional de futebol é decisivo em muitos jogos. Imagine um hipotético jogo onde o Gamarra disputa uma bola com o Emerson Sheik na grande área. Se o zagueiro paraguaio (que foi famoso por raramente fazer faltas) fizer um pênalti duvidoso em Emerson (famoso por polemizar), na indecisão do árbitro, a decisão vai ser a marcação de simulação (mesmo que seja tiro penal).

O importante é: que todo profissional de futebol, independente se jogador ou treinador, não fique rotulado negativamente no começo da carreira, pois a fama criada é carregada por muito tempo.

Bola De Vinil Dente Branco Com Preto ( Kit Com 30 Bolas ). nas americanas

– O CT do Red Bull Bragantino, oficialmente divulgado.

Com trabalho sério (e com dinheiro), tudo se torna mais fácil: o Red Bull Bragantino apresentou oficialmente seu projeto para o Centro de Treinamento Integrado.

Veja só: https://youtu.be/ASy5CCNWlLY

– Como demitir um Amigo!

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

COMO DEMITIR UM AMIGO

Objetividade e concisão são palavras de ordem para este momento delicado

Por Talita Abrantes

Já se foi o tempo em que mercado de trabalho era sinônimo de hierarquias rígidas e comportamentos para lá de sisudos. A chegada da Geração Y às empresas, entre outros fatores, determinou relações menos formais, mais amigáveis e, de certa forma, mais leves.

“A visão de chefe e empregado já é obsoleta. O que existe mais é uma relação de parceria”, afirma Cintia Cursino, diretora da BPI do Brasil. Com este tom, os vínculos de amizade entre chefia e funcionários se tornaram mais comuns.

Se por um lado, essa tendência contribui para rotinas de trabalho mais estimulantes, por outro pode tornar mais dolorosa uma das situações mais delicadas da rotina corporativa: a hora da demissão.

Mais dia menos dia, independente da geração a que pertence, todo chefe terá que demitir alguém. Mas como agir se o funcionário também for seu amigo? Especialistas ensinam:

1. Coloque os limites. Antes

A fórmula básica para minimizar os efeitos devastadores da demissão sobre a sua amizade? Desde sempre estabelecer limites e respeitá-los. Embora a máxima “amigos, amigos; negócios à parte” denote uma pitada de frieza, ela deve ser, sim, a base deste tipo de relacionamento corporativo.

“É preciso saber ser chefe, se colocar como profissional”, afirma Cintia. “Se você diferenciar a relação de amizade com a profissional será mais fácil”.

Separar as duas relações, contudo, não é tudo. “Se a pessoa for um bom chefe, provavelmente, já alinha as expectativas, dá feedback, investe na formação”, diz Vera Martins, professora da Fundação Vanzoline e autora do livro “Seja assertivo!”.

Em outros termos, ao longo de toda experiência profissional compartilhada com o amigo, o chefe deve se portar de modo que a demissão não será uma surpresa para o funcionário.

2. Seja direto, objetivo e conciso

Esse tom profissional deve ser a base do anúncio da demissão. Vocês até podem ser amigos, mas, lembre-se, neste momento, você é o chefe com a missão de informar que a relação profissional terá um ponto final.

A melhor forma de fazer isso? “Você tem que pegar a emoção e deixar de lado. Se você deixar que seu sistema límbico tome conta, você não será firme, nem empático. Ao contrário. Pode até ser agressivo para poder se defender”, explica Vera.

A dica básica para conseguir este feito é transmitir uma mensagem objetiva, concisa e direta. “Tenha, no máximo, quinze minutos de conversa. Deixe os motivos claros, mostre que é uma decisão da empresa”, diz Cintia.

Se você estiver muito inseguro para fazer isso, comunique a demissão junto com alguém do RH da empresa ou com uma consultoria especializada. Com isso, anuncie a demissão e deixe o profissional, que também é seu amigo, com pessoas mais neutras no assunto.

3. Não se desculpe, nem acuse

Pedidos de desculpas e muitas justificativas da sua parte não cabem para a ocasião. “No momento da demissão, você deve assumir a postura de representante da empresa”, diz Cintia.

Evidentemente, seu amigo ficará chateado com a notícia. Mas todo processo será contaminado se você abrir espaço para que ele exponha todas as suas emoções. “Esta não é a hora para você amparar, para ser o ombro amigo”, diz a especialista.

Depois do expediente, você até pode assumir este papel de amigo. Mas, durante a conversa, você é o chefe, o representante da empresa com a missão de anunciar uma decisão corporativa. Ponto.

No extremo oposto, também não vale apontar o dedo para o colega recém demitido. “Jamais fale ‘se você tivesse feito o que eu falei, agora, não seria demitido’, por exemplo”, diz Vera. “Até na hora da demissão precisamos ser generosos e mostrar empatia”.

Dependendo do caso, se for necessário, negocie com a empresa algum benefício para o funcionário demitido de modo a aliviar os efeitos deste período de transição. Vale desde oferecer um serviço de outplacement até manter o plano de saúde dele por um tempo. Mas, atenção: não vale fazer isso apenas porque o funcionário em questão também é seu amigo.

“A demissão é uma situação de frustração e exclusão. O amigo está num clima ruim de sair por baixo. A melhor coisa a fazer? Ser verdadeiro e reforçar o que ele tem de bom”, afirma Vera.

4. Sim, você vai sofrer

Agora, não se iluda ao pensar que estes passos são a fórmula perfeita para limar a culpa e o sofrimento que a situação pode trazer para você. No mínimo, eles podem tornar a situação menos delicada, mas, as especialistas afirmam, não irão eliminar o desconforto que a demissão de um amigo traz.

A fórmula para sobreviver ao contexto? “Seja maduro e conte com a maturidade das pessoas”, diz Cintia.

Analise o contexto e as reações antes de retomar o contato com seu, agora, apenas amigo. “É uma coisa de respeito. Dê um tempo para ele deglutir o fato”, aconselha Vera.

– Parabéns, Red Bull Bragantino, finalista da Copa Sulamericana.

Goste ou não de clube-empresa (eu defendo tal modelo desde minha dissertação de mestrado, voltada para esse tema, nos anos 2000), é inegável o sucesso do Red Bull Bragantino.

A empresa se juntou ao clube do Interior Paulista, foi excelente no marketing de relacionamento com a comunidade, expandiu suas ações mercadológicas e agora passa a ser o primeiro time do grupo Red Bull a chegar numa final de competição continental!

Que continue assim e coroe o trabalho sério com o título da Copa Sulamericana (foi para a final após o placar agregado de 5×1 contra o Libertad).

E pensar que outras equipes sonharam ou debocharam desse parceiro do Massa Bruta…

Imagem: Reuters.

– Fazendo o Home Office não ser cansativo e render mais!

Depois de algum tempo, quem não trabalhou em casa e o fez pela 1a vez, teve a sensação de que a coisa “perde a graça” e se torna uma rotina maçante.

E como mudar isso?

Sendo focado e praticando alguns hábitos.

Compartilho 10 conselhos, extraídos de: https://tatipressuti.wordpress.com/2020/10/06/dicas-realistas-para-um-trabalho-remoto-melhor/

DICAS REALISTAS PARA UM TRABALHO REMOTO MELHOR

1. Arrume-se. Você pode escolher uma roupa confortável, mas não trabalhe de pijama.

2. Reveja o seu calendário e faça uma lista simples de tarefas estabelecendo prioridades.

3. Tente ser disciplinado e organizado, mas esteja preparado para uma rotina flexível.

4. Faça pausas, alongue-se e não descuide da sua alimentação.

5. É importante caminhar pela casa. Dirija-se a uma área diferente enquanto fala ao telefone.

6. Evite desperdício de tempo navegando nas redes sociais. Ao surgir qualquer barulho externo, coloque músicas relaxantes de fundo.

7. Não permita ser acometido pela solidão, use chamadas de vídeo para interagir com seus colegas. Estipule algum dia da semana para trabalhar em outros lugares.

8. Crie um espaço que te inspire, talvez com plantas e animais. Você deve lembrar-se que precisará de um local privado para as reuniões, sem animais.

9. Considere investir em móveis ergonômicos que te trarão conforto e equipamentos que serão úteis para a realização de reuniões.

10. Ao final do dia, recompense a si próprio. Faça uma automassagem e respire fundo por algumas vezes.

– Como se forma e como trabalha um bom professor?

A resposta a esse questionamento pode estar nesse ótimo arquivo de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras.

Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, 19/09/2016, pg A3.

O BOM PROFESSOR

Pesquisas recentes demonstram que a habilidade de ensinar não é inata. Assim como treinadores ajudam atletas a melhorar em suas modalidades, professores também podem ter suas vocações aprimoradas.

Sabe-se que o segredo para notas excelentes e estudantes bem-sucedidos não são os colégios elegantes, turmas pequenas ou equipamentos mirabolantes. São os professores. É a principal conclusão da reportagem publicada na revista “The Economist”, de 11 de junho de 2016.

No mundo todo, poucos professores são suficientemente bem preparados. Em países pobres, muitos recebem pouco treinamento. Em países ricos, o problema é mais sutil. Os professores se qualificam, seguindo um curso longo que, normalmente, envolve discussões rasas sobre diversas teorias.

Alguns desses cursos, inclusive mestrados em educação, não têm nenhum efeito sobre quão bem os alunos dos seus graduados acabam sendo ensinados. As escolas negligenciam os seus alunos mais importantes: os próprios professores.

É preciso aprender como transmitir conhecimento e preparar jovens mentes para recebê-lo. Bons professores definem objetivos claros, aplicam padrões altos de comportamento e administram o tempo em sala de aula com sabedoria.

Usam técnicas comprovadas de ensino para garantir que todas as cabeças estejam funcionando todo o tempo -como, por exemplo, fazer perguntas na sala de aula, escolhendo o aluno que irá responder, em vez de perguntar e esperar uma resposta, o que sempre leva a ter os mesmos alunos ansiosos levantando as mãos.

A aplicação dessas técnicas é mais fácil em teoria do que na prática. Com o ensino, o caminho para a maestria não é uma teoria confusa, mas sim uma intensa prática orientada, baseada no conhecimento do assunto e métodos pedagógicos.

Os estagiários deveriam ficar mais tempo em sala de aula. Os países onde os alunos têm o melhor desempenho fazem professores inexperientes passar por um aprendizado exigente.

Na América, as escolas com alto desempenho ensinam os estagiários em sala. Acertar nos incentivos também ajuda. Em Xangai, os professores ensinam somente de 10 a 12 horas por semana, menos que metade da média americana de 27 horas.

Estudos recentes da Universidade Harvard destacam o poder do bom ensino. Mas uma pergunta persegue os criadores de políticas: “Bons professores nascem bons ou se tornam bons?”. Preconceitos na cultura popular sugerem a última opção. Professores ruins são vistos como pessoas preguiçosas que odeiam crianças.

Edna Krabappel, de desenho “Os Simpsons”, trata as aulas como obstáculos para chegar aos intervalos. Enquanto isso, professores bons e inspiradores são vistos como pessoas dotadas de dons sobrenaturais.

Em 2011, um levantamento sobre atitudes em relação à educação verificou que essas visões indicam a crença das pessoas: 70% dos americanos acreditavam que a habilidade de ensinar resultava mais de talento inato que de treinamento.

As instituições que preparam professores precisam ser mais rigorosas. Mudanças nos sistemas escolares são irrelevantes se não mudarem como e o que as crianças aprendem. Para isso, importa o que os professores fazem e acham. A resposta, afinal, está na sala de aula.

O professor medíocre conta. O bom... William Arthur Ward - Pensador

– Quais as grandes consequências da não existência de diplomas nas empresas?

Muita gente comentou o fato do Google e de outras corporações não exigirem mais diploma para seus funcionários.

E o que isso pode significar?

O professor José Renato Santiago Sátiro responde com esse ótimo artigo que escreveu a respeito dessa questão:

O ADEUS AOS DIPLOMAS PODERÁ RENDER UMA GRANDE CONTRIBUIÇÃO

Tem causado certo borburinho e muitas discussões o fato de algumas organizações mundiais terem afirmado que deixaram de considerar a posse de um certificado de graduação e/ou similar como uma premissa essencial para a contratação de seus novos colaboradores. Foram inúmeras as opiniões controversas a respeito do tema sobretudo no que diz respeito a queda de um paradigma importante que diz respeito a exigência de uma formação superior. Sobretudo nos anos 1960 eram frequentes as empresas que possuíam apenas uma pequena parte de seus colaboradores possuídores de algum título formal de graduação. Naquele momento o motivo era a escassez. Ainda eram poucas as universidades se comparadas com a quantidade de pessoas presentes no mercado de trabalho. Sendo assim ter uma graduação concluída era um diferencial que poderia ser decisivo na escolha final da vaga. Este cenário começou a mudar sobretudo a partir do final dos anos 1970 e início dos 1980, quando se verificou um crescimento frenético no número de vagas universitárias. Não demorou para que os diplomas passassem a ser um requisito básico. Aos que não os possuíssem restariam subempregos.

Dentro da análise conceitual promovida pelo genial Peter Drucker, ainda nos anos 1960, havia o entendimento que “os trabalhadores do conhecimento” seriam aqueles que dominariam o mercado organizacional. Caberia a eles terem a plena compreensão sobre o processo de construção do conhecimento, desde a formação dos dados, sua contextualização em informações e, posterior, inserção ao dia a dia. A estruturação deste conhecimento seria possível, em parte, a partir de maneira explícita, muito por conta dos cursos de capacitação. Já a outra parte, aliás bem significativa, seria obtida de forma tácita, devida as experiências obtidas por conta do convívio com profissionais mais ‘antigos’. Não haveria, portanto, necessariamente a plena obediência aos métodos pedagógicos convencionalmente estabelecidos. Diante disso ‘aos bebedores’ dessa fonte a surpresa foi ver o quanto as organizações se afastaram dessa linha em direção as formalidades oferecidas pelos programas de ensino.

Também é fato que já faz muito tempo que os critérios convencionalmente escolhidos para a ocupação das vagas mais significativas no mercado de trabalho estejam sendo as indicações feitas por outros colaboradores e ex-colegas. A razão que costuma suportar esta prática não está relacionada apenas com o fato de se ter a referência qualitativa que costuma estar presente neste tipo de atitude, mas principalmente por conta dos currículos preparados com tanto garbo não costumarem representar nem por um parco momento qualquer sinalização de eficiência ou algo sequer próximo disso. O que se é explícito no papel tem se mostrado obscuro na prática. Outro fato que costuma também estar muito presente, diz respeito ao distanciamento cada vez maior dos conteúdos ministrados nas carteiras universitárias e nos vários cursos de extensão ministrados da realidade vigente no mundo corporativo, caracterizado pelo aumento sistemático da quantidade das informações disponíveis, da imprevisibilidade e da ambiguidade dos pontos de vistas vigentes.

Diante disso é de uma exatidão irrefutável que as empresas que anseiam alcançar os melhores resultados em suas atividades deixem de lado a frieza dos registros, certidões e certificados conquistados por potenciais colaboradores e em seu lugar busquem a identificação das características que realmente sejam as decisivas para a formação dos melhores profissionais. Estas certamente não passam por manuais e poucas vezes estão presentes nas atuais salas de aulas repletas com quase centena de alunos que se engafinham entre as carteiras donde comandam seus celulares durante as explanações dos seus professores, em boa parte deles ‘empoeirados’. O fortalecimento da formação tácita talvez venha a ser a maior contribuição que este mundo, dito como tão inovador, poderá dar à humanidade.

– 10 Hábitos de Pessoas com Inteligência Produtiva

Recebi esse quadro com as características de pessoas que trabalham com inteligência produtiva, e gostei muito!

Compartilho abaixo:

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– Daniel Alves fez greve e o SPFC o demitiu. Em resumo, é isso?

Segundo pronunciamento do diretor Carlos Belmonte há pouco, o jogador Daniel Alves mandou avisar que não se representou ao São Paulo FC porque quer receber a parte dos atrasados do seu salário.

A decisão do Tricolor, diante disso, foi de avisar o treinador Hernan Crespo que o atleta não estará mais a disposição pela atitude tomada.

Trocando em miúdos, se fosse uma empresa fora do Mundo da Bola: o trabalhador fez greve e o patrão o demitiu.

Sejamos justos: Daniel Alves está fazendo “o que quer” contra o Tricolor pois o time deve a ele. Culpe-se quem o contratou pelos valores impagáveis e irresponsáveis!

– Neymar quer respeito ou paparicação?

Independente dos erros do árbitro Wilmar Roldan (lance de Militão, várias infrações desprezadas e a não marcação de falta em Neymar, aos 45’ do 2o tempo – onde o brasileiro revidou o agarrão infracional com uma braçada contra o adversário peruano, rendendo o cartão amarelo para o camisa 10 que o tirará do próximo jogo), o destaque da partida das Eliminatórias da Copa do Mundo entre Brasil x Peru foi o pós-jogo, onde Neymar reclamou das críticas à ele em entrevista para a Rede Globo.

Em suma, pediu “respeito” da torcida, dos comentaristas e repórteres, queixando-se, em outras palavras, “da falta de carinho e reconhecimento”.

Existe falta de respeito para com Neymar? Creio que não. Ele é uma pessoa pública, de sucesso, talentoso, muitíssimo bem remunerado e um atleta de alto rendimento. Portanto, é cobrado como tal, assim como seus pares Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, entre outros. Talvez seja a percepção que o “Menino Ney” tenha da vida é que faça a diferença, resultando no comportamental diferente dos seus colegas de trabalho.

Quando jovem, o “garoto folgado” que sorria após uma carretilha desnecessária ou lance de drible a mais que considerava-se ofensivo ao oponente (diferente de Ronaldinho Gaúcho, que driblava igualmente mas em busca do gol), era relevado pois “iria amadurecer”. Hoje, homem, parece ainda querer os mesmos mimos de permissão para tudo.

A impressão que eu tenho: Neymar não quer respeito, quer elogio / paparicação / estrelato. E aí, com o histórico que criou de simulações e provocações, conseguindo reverter o carisma às crianças para antipatia aos adultos, têm contribuído para que ele seja ainda mais cobrado dentro e fora de campo.

Aliás, seus adversários que o digam. Quando alguém vai fazer uma falta em Messi, pensa duas vezes. Em Neymar, o zagueiro “vai com gosto”… e repare: a punição aos infratores, por parte dos árbitros, também não é equitativa. Tudo por consequência de toda essa somatória de fatores.

Por fim: se a própria Seleção Brasileira não encanta mais e não consegue ser carismática, como é que seu principal jogador conseguirá ter essas qualidades? Acrescente: Neymar é invejado por muitos pelo sucesso, mas nessas horas, separe-se as críticas comportamentais com as sociais e esportivas, e ainda assim vemos um menino “carente de carinho” (mesmo sendo adulto). Será um eterno “mimado”, ou seu staff não o ajudará a enxergar as críticas como algo construtivo?

– Feliz Dia do Administrador de Empresas

Parabéns a todos nós que labutamos muitas vezes contra o burocratismo e as dificuldades diárias. Somos heróis num Brasil que só pensa em arrecadar verbas mas cujo Governo permite o desvio delas.

Extraído de: http://www.sobreadministracao.com/hoje-e-o-dia-do-administrador-parabens/

ADMINISTRADOR, VOCÊ É LÍDER DA SUA VIDA?

por César Souza*

Cada um de nós está se defrontando com o grande paradoxo da chamada Era do Conhecimento: nunca tivemos acesso a tanta informação e, ao mesmo tempo, nunca tivemos tão pouca certeza sobre nosso destino.

Jovens estudantes se questionam se devem seguir as carreiras tradicionais insinuadas por seus pais ou se devem abrir seu próprio negócio. Alguns questionam até se devem continuar estudando.

Empregados de negócios antes sólidos acordam sobressaltados com a perspectiva de fusão ou aquisição e de “sobrarem” nesse processo.

Pessoas de meia-idade questionam sua atual relação de trabalho e buscam um sentido maior para suas vidas.

Aposentados precoces se recusam a sair de cena e querem se sentir úteis e produtivos.

Quem não está trabalhando busca desesperadamente uma oportunidade.

A maioria dos que estão empregados anda insatisfeita com o seu trabalho e com o rumo de sua carreira.

Quais as alternativas? O que fazer?

Não tenho respostas. Trago três perguntas adicionais. São desafios com os quais me defronto e quero convidar você, Administrador, a refletir junto comigo. Esses desafios estão obviamente interligados e refletem no fundo qual a POSTURA que devemos adotar. A resposta para nossos desafios não reside em técnicas, mas em posturas perante nossa vidas.

DESAFIO # 1

CRIAR NOVOS PARADIGMAS, EM VEZ DE ACEITAR CONCEITOS, IDÉIAS E PRÁTICAS QUE DERAM CERTO NO PASSADO

O que deu certo até aqui, não dará mais! Precisamos reconhecer que estamos defronte de uma grande oportunidade. A oportunidade para reinventar a Administração. Já afirmei várias vezes que a Administração, tal como a conhecemos hoje, chegou ao fim de um ciclo. Pode parecer ousadia, pretensão, arrogância.

Mas precisamos reinventar a Administração pois a maioria dos negócios está sendo reinventada. As empresas sobreviventes serão aquelas que conseguirem reinventarem-se. Como consequência precisamos também reinventar os conceitos de Liderança, Motivação, Relacionamento com Clientes, Carreiras, Planejamento Estratégico. O que deu certo no passado não corresponde mais a realidade da vida empresarial que nos cerca.

Em vez de pensar que estamos defronte de um grande problema, devemos perceber a enorme oportunidade que nos está sendo oferecida. A oportunidade de contribuir com a Administração reinventando alguns de seus conceitos. Vamos colocar não só mãos à obra e também nossas cabeças e corações à obra. Os bem-sucedidos executivos e empresários, na sua labuta diária, já estão na vanguarda dessa reinvenção. Não temos tempo a perder!

DESAFIO # 2

INVENTAR O FUTURO EM VEZ DE FICAR TENTANDO ADVINHÁ-LO

As empresas já estão investindo considerável parcela de tempo em intermináveis sessões de planejamento estratégico, tentando advinhar o futuro. Contratam economistas, futurólogos, cenaristas … para fazer previsões que não se confirmarão.

Prefiro evitar o lugar comum desses paradigmas mais visíveis e a tentação de discorrer sobre macro-variáveis. Prefiro olhar para os novos paradigmas menos visíveis, mas que tem dado certo em algumas empresas vencedoras. São novas idéias e formas de se posicionar — mais micro que macro — que têm ajudado essas empresas a inventar seu futuro, em vez de simplesmente tentar advinhá-lo.

O papel do líder não é de advinhar o futuro. É , sim, o de inventá-lo !

E precisamos inventar um modelo de competitividade baseado na inclusão. Os modelos baseados na exclusão – social, econômica, digital, política – provaram ser ineficazes. Trouxeram infelicidade à países, negocios, empresas, famílias, indivíduos. Precisamos deixar para trás as estruturas que separaram o chão de fábrica dos gestores, o planejamento da ação, o emocional do racional. O futuro dos vencedores será construído com pontes entre os clientes e a empresa, entre os departamentos, a firma e a comunidade, o pessoal e o profissional. Precisamos de “construtores de pontes”, em vez dos “construtores de paredes” que predominaram na era industrial e nos tempos da competição artificial.

Precisamos INVENTAR NOSSO FUTURO, em vez de ficar tentando advinhá-lo !

DESAFIO # 3

SONHAR E REALIZAR NOSSOS SONHOS, EM VEZ DE “APENAS” BUSCAR SOBREVIVER NA DURA REALIDADE QUE NOS CERCA

Sonhar não é privilégio de artistas, intelectuais, ou de crianças. Nem acontece apenas quando estamos dormindo. As grandes realizações nada mais são que a concretização de sonhos.

Desenvolva a arte de sonhar e de transformar seus sonhos em realidade. Ao implementar seus sonhos, confie em alguns intangíveis: Intuição, Empreendedorismo, Flexibilidade, Informalidade, Cordialidade.

A tecnologia muda diariamente, mas a velha chave do sucesso continua sendo o sentimento que se escreve com 6 letras: P-A-I-X-Ã-O !

Apaixone-se pelas suas missões e tarefas. Ou mude. Caso contrario jamais terá sucesso no seu sentido mais profundo.

Muitos acreditam que o sucesso é o objetivo final da vida. Na verdade é apenas o começo. Gerenciar o sucesso é tão difícil quanto gerenciar o fracasso. Se não for bem gerenciado, o sucesso pode levar ao fracasso. Vários são os exemplos de empresas, atletas, artistas, executivos que se perderam no sucesso.

Cada um de nós pode ser medido pelo tamanho dos nossos sonhos. O líder é do tamanho de seus sonhos!

* Cesar Souza é consultor, palestrante e autor do novo bestseller VOCÊ É O LIDER DA SUA VIDA? (Editora Sextante, 2007). Acesse o site www.liderdasuavida.com.br