– Bolsonaro e a confusão dos Conselhos, além do mau exemplo dos jornalistas.

E ontem, durante as manifestações, muita gente se assustou com a convocação do Conselho da República, dito e prometido pelo presidente Bolsonaro, pois seria uma atitude drástica. Depois, soube-se que ele se confundiu: é o Conselho Consultivo, formado por Ministros, Presidentes de algumas estatais e outras Instituições.

Aliás, já falamos das manifestações nesse link: https://professorrafaelporcari.com/2021/09/07/o-direito-de-se-manifestar/.

Algo que me incomoda: jornalista estando em manifestações (a favor ou contra), e depois indo falar na rádio ou na tv fazendo sua análise “equilibrada. Ora, não é como um juiz de futebol torcendo para o Corinthians na arquibancada, comemorando gol, e no jogo seguinte tendo que apitar jogo do Timão em Itaquera? Por mais que possa ser honesto e isento, precisa DEMONSTRAR isso.

– Por que ninguém demite quem contrata mal?

Post de 1 ano, mas poderia ser de hoje, trocando os nomes:

Tiago Nunes, técnico do Corinthians, foi demitido pelo presidente Andrés Sanches. Mas já perceberam o seguinte: ele, Leco, Peres, e tantos outros cartolas, é que são responsáveis pela contratação dos treinadores que eles próprios demitem.

  • O problema não seria os “contratados”, mas a competência de “quem contrata”?

Por fim: era bola cantada que sobraria para Tiago. Não “ornou” como técnico do Coringão, além de ter que administrar o elenco com salários de até 4 meses atrasados.

– Recrutamento de trainees via Redes Sociais: cuidado com suas postagens…

Há 8 anos, publicamos essa matéria. Mas o tema é atualíssimo! Abaixo:

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.

Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

– Os Papais Donos de Casa!

Olha que bacana: é cada vez maior o número de homens que abrem mão da vida profissional para a dedicação à criação dos filhos. Nesses casos, a mãe vai ao trabalho fora de casa e o pai faz as tarefas do lar, numa inversão social aceitável nos dias atuais (embora, inaceitável anos atrás).

Extraído de: http://is.gd/AqXoa8

PAIS DO LAR

Aos poucos, os parques infantis, as reuniões escolares e os consultórios pediátricos conhecem um novo frequentador: o homem que fica em casa para criar os filhos

por Rachel Costa

Todo dia ele faz tudo igual: prepara o café da manhã, leva e busca na escola a filha Alice, 3 anos, dá banho na menina e, enquanto a mulher, Lúcia Farias, 32 anos, está no trabalho, prepara o jantar. Pilotar fogão, trocar fralda, contar história para a filha dormir, nada disso parece estranho ou incômodo ao fotógrafo gaúcho Ricardo Toscani, 32 anos, que cumpre sem fazer cara feia todas essas atividades, que no passado eram delegadas à mãe. “Não existe barato melhor que buscar seu filho depois da aula”, diz. Na casa dele e da mulher é assim: papai fica em casa enquanto mamãe vai trabalhar. “Quando ele falou: ‘depois dos quatro meses de licença maternidade, eu assumo’, eu fiquei mais tranquila e topei a gravidez”, conta Lúcia, que não pensava em ser mãe.

Configurações como essa ainda são pouco comuns no Brasil e causam certo estranhamento. Expressões como “mas homem não sabe trocar fralda” ou questionamentos como “seu marido não vai trabalhar nunca mais?” não raro são ouvidos pelas famílias onde existe “dono” de casa. Mas não se engane: esses homens são apenas os primeiros de um novo modelo de pai que está em gestação, resultado direto da busca por igualdade entre os sexos. E se aqui ainda são raros, o mesmo não ocorre em outras partes do mundo. Na Suécia, por exemplo, ficar em casa é um direito adquirido pelo pai, que pode dividir, do modo como quiser, os 480 dias de licença dados ao casal – desde que no mínimo 60 dias sejam para o homem.

“Para o meu avô, o mais importante era ganhar dinheiro para sustentar a família”, disse à ISTOÉ o jornalista americano Jeremy Smith, que trocou o emprego pelo filho Liko quando ele tinha um ano de vida. “Dos pais do século XXI, é esperado que eles ajudem com as tarefas domésticas e no cuidado emocional e psicológico dos filhos, não ficando mais só por conta de sustentar financeiramente a casa”, diz. A escolha de Smith lhe rendeu momentos inesquecíveis. “Estava com ele quando aprendeu a andar”, conta o pai, que transformou a experiência no livro “A Jornada do Papai” (tradução livre, Beacon Press, 2009) e no blog Dialética do Papai (daddy-dialectic.blogspot.com). Escolado na arte de cuidar do rebento, Smith garante que, embora não sejam muitos os homens como ele, nunca se sentiu solitário nos Estados Unidos. “É comum encontrar outros pais com seus filhos pelos parquinhos aqui na cidade de São Francisco. Somos uma minoria, mas estamos aí”, declara.

Mesma constatação é feita nas clínicas pediátricas. “Cada vez mais vejo homens sozinhos com a criança no meu consultório”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo, que garante que os pais são tão bons cuidadores quanto as mães. Defensores dos pais do lar também têm se proliferado entre os cientistas. Um deles, o psiquiatra americano Kyle Pruett, da Universidade de Yale, defende que a tendência masculina de desenvolver brincadeiras físicas com as crianças ajuda em muito no desenvolvimento e a presença paterna na infância forma adolescentes mais seguros sobre sua sexualidade.

Basta, portanto, encarar o desafio de peito aberto para o papai descobrir que é um grande mito aquele papo de que homem não “leva jeito” com criança. “Claro que tem umas coisas que dão muito desespero”, admite o jornalista paulista Ricardo Brandt, 36 anos, pai das bebês gêmeas Beatriz e Helena. Ele não se esquece das primeiras cólicas das filhas e das crises de choro noturnas sem nenhuma razão aparente. “Cansa a gente muito, mas não existe coisa mais gratificante que ver o sorriso delas”, diz o pai, autor do blog O Papai, as Gêmeas e a Mamãe. Quando a mulher, Taís, engravidou, Brandt resolveu entrar de cabeça na experiência paterna. “Voltei para o interior e tirei um ano sabático para ficar com as meninas”, conta ele, que largou o emprego em São Paulo e foi para Araras, interior do Estado. Ter de inventar uma solução para ficar com os filhos, como fizeram Brandt e Toscani, é comum no Brasil, uma vez que a licença-paternidade prevista em lei é de apenas cinco dias. “Ainda estamos bem atrasados, vai demorar para a Constituição absorver essa mudança que já está acontecendo na sociedade”, considera o assessor legislativo da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. Mas, tudo indica, é uma questão de tempo.

– As 7 Maiores Mentiras de um Curriculum Vitae

Cuidado ao formular seu curriculum vitae. Hoje, os curricula estão cada vez mais sendo pesquisados quanto à fidedignidade das suas informações. Para tanto, consultores em RH estão precavidos, segundo a matéria abaixo para 7 mentiras básicas e corriqueiras:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69955-15259,00-AS+SETE+MAIORES+MENTIRAS+DO+CURRICULO.html

AS SETE MAIORES MENTIRAS DE UM CURRICULUM
Dar informações falsas para conseguir um emprego é uma tentação e um erro. Os casos mais comuns, como os especialistas os desmascaram – e como aumentar suas chances sem cometer deslizes éticos.
por Thiago Cid

De cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações distorcidas. E outros dois contêm mentiras deslavadas. A conclusão é da empresa de investigações Kroll, que presta serviço de análise de currículos para companhias, depois de analisar os dados de candidatos a emprego de nível gerencial para cima. A maquiagem curricular não é exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, a taxa de invenções destinadas a impressionar contratantes é bem parecida, segundo análises independentes do site Career Building e da consultoria Accu-Screen, especializada em vasculhar referências de candidatos a emprego.

O problema deverá crescer com o acirramento da competição por empregos. Desde o início da crise econômica, no final do ano passado, o Brasil fechou 700 mil vagas de emprego formal. E muita gente que se sente ameaçada já está tratando de procurar alternativas. A Manpower, empresa especializada em recrutamento, registrou um aumento de 50% no número de currículos recebidos. Numa situação assim, cresce a pressão para se destacar dos concorrentes e, consequentemente, a tentação de mentir ou exagerar no currículo. Não vale a pena.

Especialistas afirmam que mentir para arrumar emprego é um equívoco, em tempos de crise ou não. “Mentir pode garantir mais entrevistas, mas não garante emprego. Na verdade ajuda a afugentá-lo”, afirma o colunista de ÉPOCA Max Gehringer. Uma mentira, por mais “inocente” que seja, deixa o candidato numa situação constrangedora e quase sempre acaba eliminando suas chances de obter o emprego. “Para um selecionador, se o candidato mente na porta de entrada, é bem provável que continue mentindo”, diz Lizete Araújo, vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

É raro uma lorota relevante se manter de pé depois de um escrutínio do entrevistador. Em geral, ele é um profissional treinado para explorar as contradições entre o que está no papel e a fala do candidato. “Diante da capacitação que o pessoal de RH está adquirindo, é ingenuidade achar que dá para levar uma mentira adiante em uma entrevista”, afirma Carlos Eduardo Dias, sócio da Asap, empresa especializada em profissionais em início de carreira. Nas entrevistas, cada tópico listado no currículo é destrinchado pelo selecionador. Uma hesitação maior ou uma pequena incoerência já são um alerta de que aquele ponto é duvidoso.

Após a entrevista, os aprovados ainda passam pela peneira da checagem das referências – uma tarefa cada vez mais minuciosa em departamentos de RH e consultorias. “Hoje em dia, os selecionadores já têm conhecimento técnico para avaliar candidatos de setores muito específicos”, afirma a consultora Juliana Marotta, da Manpower. Ela é responsável pela checagem de currículos de aspirantes a vagas no setor de tecnologia da informação.

Os principais “maquiadores de currículo” são os jovens em início de carreira. Carentes de experiência, eles tendem a engordar seus CVs copiando modelos prontos, que geralmente pecam pelo exagero. Entre os candidatos a cargos mais graduados, como o de gerentes ou diretores, o risco de mentir é muito alto, até porque as empresas costumam investir mais na checagem. “Uma contratação de alto executivo é um investimento estratégico e delicado, por isso os cuidados de segurança são altos”, afirma José Augusto Minarelli, que há 26 anos ajuda executivos demitidos a arranjar emprego. Isso não significa que não haja mentiras nos altos escalões. Em 2007, Marilee Jones, a reitora da mais renomada universidade de tecnologia dos Estados Unidos, o Massachusetts Institute of Technology, pediu demissão. Motivo: descobriram que ela havia listado três cursos de especialização que não cursara.

É óbvio que a peneira dos selecionadores não identifica todos os mentirosos. Porém, mesmo os que conseguem vaga têm de conviver com o risco de ser desmascarados a qualquer momento, com consequências sérias para sua imagem profissional. Sem contar o drama de consciência por ter mentido. A seguir, as sete mentiras mais comuns, mencionadas por uma dezena de recrutadores e consultores, e as técnicas para detectá-las.

1. Idiomas
É a mentira mais popular. Trata-se daquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Ocorre principalmente em seleções de jovens profissionais que não esperam uma avaliação rigorosa de seu domínio de idioma estrangeiro. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.

2. Qualificação
Inventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Essas mentiras são normalmente descobertas na entrevista, quando o recrutador pede detalhes dos cursos realizados – nome dos professores, das disciplinas etc. Se o candidato conseguir manter a farsa, ele ainda pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.

3. Cargos e funções
Muitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.

4. Participação em projetos
Esse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. Segundo Max Gehringer, esse problema começou a surgir nos anos 1980, quando passaram a circular currículos em primeira pessoa. “O currículo com as palavras ‘liderei’ ou ‘coordenei’ é complicado porque são ações difíceis de ser mensuradas e com resultados muitas vezes subjetivos”, diz Max. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições. 

5. Motivo de desligamento
Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mesmo assim, devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade, assumir eventuais maus passos e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.

6. Datas de entrada e saída de empregos
Esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. Uma ou duas passagens curtas podem ser devidas a dificuldades de adaptação, diz Giovani. Mais que isso é sinal de instabilidade e falta de habilidades sociais. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho. 

7. Endereço
Muitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega –, ela vai despertar desconfiança do empregador.

– Gabigol e a expulsão: e quando o atleta será profissional?

Gostemos ou não das Regras do Jogo, temos que cumpri-la. Ironizar um árbitro com palmas é motivo para advertência com Cartão Amarelo.

Talvez um jogador iniciante não saiba disso. Um profissional, certamente sabe do risco de ser advertido (e se tiver o amarelo), expulso pelo segundo cartão.

Gabigol, em 2019 contra o Grêmio, estando amarelado, ironizou o árbitro Raphael Claus aplaudindo-o e acabou recebendo o Cartão Vermelho pela reincidência. Ontem, contra outro gaúcho (o Internacional), fez a mesma coisa com o árbitro Paulo Roberto Alves Júnior.

Não aprendeu?

Nessa situação, de desfalcar seu clube por indisciplina (algo evitável), o clube poderia multá-lo pela irresponsabilidade. Ou não?

Uma curiosidade: Gabigol reclamou que o “futebol brasileiro é uma várzea…”. Concorde-se ou discorde-se, mas não é onde ele próprio joga, já que não se firmou em clubes como Internazionale e Benfica, que dão toda boa estrutura de trabalho? Ou lá é igualmente “varzeano / varzino” como aqui…?

– Daniel Alves falaria a mesma coisa se fosse Medalhista de Prata?

“Feliz da vida” pela vitória contra a Espanha, conquistando a Medalha de Ouro, o lateral-direito Daniel Alves deu algumas declarações polêmicas nas últimas horas.

A primeira, em meio à comemoração da conquista, resolveu criticar o São Paulo dando a entender que “ele fez mais pelo clube do que o clube por ele”, em outras palavras. Lógico, está com salários a receber e magoado com isso. Porém, há o questionamento: ele foi aos Jogos Olímpicos (que não é uma competição oficial da FIFA)  e desfalcou por vários dias seu clube. Estão quites, ou ainda não?

A segunda, em resposta ao problema de não usar o agasalho do patrocinador do COB (pois estão em Olimpíadas), a chinesa PEAK, e sim o da CBF, da norte-americana Nike, Daniel Alves retrucou críticas dizendo que “os atletas da Seleção não aceitam imposições”. Ué, mas usar o uniforme olímpico é a regra a ser seguida, não é algo imposto de última hora. A imposição é contrária: a da CBF em mandá-los usar o do seu patrocinador.

Cá entre nós: e se Daniel Alves não tivesse subido ao pódio com o Ouro, teria dito a mesma coisa?

Hum…

– Como o Empreendedor pode ter um “infarto feliz”, trabalhando sem freios!

Para mim, um tapa na cara com luva de pelica!

A tirada de Pedro Mello, do “Blog do Empreendedor”, é muito engraçada! Ele retrata os esforços de como um empreendedor deve fazer para ter logo um infarto! Claro, ele questiona a relação “dedicação ao trabalho versus saúde“.

Vale a pena dar uma conferida:, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/pedro_mello/20090604_listar_dia.shtml?permalink=171883

EMPREENDEDOR TAMBÉM MORRE DE INFARTO

Essa semana gravei o 70o Fiz do Zero pra IdealTV e uma coisa que tenho percebido nesses dois anos de gravações é que são raros os empreendedores que entrevisto e sinto que estão tranquilos, cuidando da saúde mental, física e espiritual.

Estava pensando nisso quando recebi um e-mail do Pedro Antunes, com texto do Dr. Ernesto Artur, um cardiologista com uma nova proposta para você:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ

Como empreendedores normalmente são pessoas com muita coragem e teimosia, aqui vão as dicas do Dr. Ernesto pra você pensar um pouco…

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, ISSO É BESTEIRA. Tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego está faltando, surge aquela dor de estômago, a cabeça não anda bem. Simples, tome logo estimulantes, energéticos e antiácidos. Eles vão te deixar tinindo, novinho em folha.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. Por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita sempre para si: Eu não perco tempo com bobagens!

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Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Quem controla o seu trabalho?

Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 40 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Simone Biles, saúde mental e… nós! Na vida pessoal e profissional.

Não tive tempo para escrever no dia oportuno, mas quero muito fazê-lo agora: a ginasta mais condecorada dos EUA (25 medalhas em diversos torneios, sendo 19 de ouro), Simone Biles, desistiu de participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 em nome da saúde mental.

Ora, se uma esportista tão vencedora passa por essa necessidade (a de ter melhor equilíbrio da mente), é porque a pressão foi extrema – e isso não quer dizer que vencedores, perdedores, famosos ou anônimos estejam blindados dos males da mente, pois a questão emocional independe de riqueza, pobreza, profissão, etnia ou gênero.

Antes de uma abordagem para a nossa realidade, gostaria de pontuar: é triste ver pessoas dizendo que, em meio a pressão, a americana “pipocou”. Ora, com apenas 24 anos, tendo conquistado todas as honrarias citadas acima, possuindo em casa uma mãe dependente química, tendo sido abusada sexualmente na infância por um médico, e em uma das provas vencido com uma crise de pedras nos ruins, como alguém pode dizer que Simone é “fraca mentalmente” ou que “afinou” na competição?

Casos de desequilíbrio mental no esporte (como Adriano Imperador ou Nilmar) são conhecidos no esporte. A pressão diária, os rumos que a vida toma e os percalços particulares podem tirar a pessoa do eixo, por melhor que ela seja ou esteja.

No nosso cotidiano, passamos por situações delicadas também! No trabalho, em casa ou no convívio social,  temos nossos dias ruins e, a nossa diferença quanto aos citados acima, é que não se repercute na mídia tais crises (por motivos óbvios). E nesses momentos, ter uma família estruturada, procurar auxílio na medicina, encontrar-se espiritualmente e procurar arejar a mente com coisas boas, se faz fundamental. Muitas vezes, precisamos até nos ausentarmos do emprego ou de participações em eventos públicos, pois o reequilíbrio emocional não é “do dia para a noite”.

Estudantes, profissionais gabaritados, cidadãos desconhecidos… qualquer um de nós pode sofrer com crises de ansiedade, depressão, pânico ou outros males mentais. Cuidar da saúde nesse aspecto é tão importante quanto qualquer outra enfermidade do corpo. Porém, quando se vê pessoas de sucesso sofrendo disso, se espanta pois as crendices populares taxam os astros e estrelas como “super-humanos”, invioláveis e insofríveis.

Há pouco, a Seleção Feminina de Futebol foi eliminada das Olimpíadas. Meninas guerreiras que vencem diariamente o preconceito e, sem apoio que mereciam, fazem bonito contra tudo e contra todos. Certamente haverá o pobre de espírito que chamará Marta e seus companheiras, infelizmente, de pipoqueiras (como se fosse obrigação no esporte a vitória).

E é isso que o mundo me assusta (especialmente nas redes sociais): a obrigação da vitória! No esporte (e na vida), ganhar ou perder é algo constante e natural. O anormal é ganhar sempre.

Boa sorte a todos que passam por desequilíbrios mentais e estão se reinventando.

– O profissional e a motivação.

Ter um emprego já é algo motivante por si só. E o bom profissional, obviamente, não precisa de incentivo extra.

Porém, algumas situações podem motivar e que não custam nada ao líder (somente a boa vontade de colocá-las em execução), a fim de cativar seu colaborador. Abaixo, 6 fatores:

– A Gestão do Conhecimento!

Compartilho um belo texto sobre o grande desafio de se medir a contribuição do conhecimento das pessoas dentro das organizações. Aproveite e reflita: como medir a sua contribuição dentro da empresa?

Extraído do blog do jornalista especializado em Mundo Corporativo, José Renato Santiago Jr (http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: MEDIR A SUA CONTRIBUIÇÃO

Um dos grandes desafios das práticas relacionadas com a gestão do conhecimento diz respeito a medição de sua efetiva contribuição junto aos resultados de uma empresa.

Assim como os vários modelos de gestão que, digamos, “caem no gosto” dos profissionais de uma organização, a gestão do conhecimento muitas vezes é contestada por não conseguir apresentar resultados práticos, que possam ser medidos e claramente notados.

Ao pesquisarmos junto aos profissionais de diferentes níveis hierárquicos e que fazem parte de organizações atuantes em distintos segmentos do mercado, é quase que unânime a aprovação quanto a importância das práticas que norteiam a gestão do conhecimento (GC).

Da mesma forma, a efetiva mensuração da contribuição desta, é “o que pega”.

Ora bolas, assim como as práticas de GC estão fortemente fundamentadas aos valores intangíveis e tácitos, não é demais da conta “cobrar” que seus benefícios devam ser facilmente mensuráveis?

Pois bem, não, a GC deve realmente envolver práticas que permitam visualizar o bem que pode proporcionar a uma organização…

…e mais que isso… deve ser possível que seja feita uma adequada análise sob diferentes dimensões… quer sejam  econômicos financeiras, estratégicas, operacionais, de recursos humanos… apenas para citar algumas delas…

É possível, e para plagiar alguém: Yes, We can…

Através de metodologias adequadas, da definição de premissas estratégicas, de um cuidado redobrado com questões pertinentes ao uso de tecnologias adequadas e da correta gestão dos colaboradores, é claramente factível medir o sucesso das iniciativas de gestão do conhecimento em qualquer organização.

Certamente, há cuidados a serem tomados…

Um dos primeiros está, certamente, relacionado com a definição dos objetivos que estas práticas deverão atender… “… é o começar pelo começo…”

A definição de indicadores também possui grande importância, e para isto é importante considerar 2 diferentes tipos, o primeiro quanto a própria eficiência das iniciativas de GC e o segundo relacionado a efetiva contribuição destas junto aos resultados organizacionais.

Por fim, há a relevância da definição das diferentes dimensões a serem consideradas… pois bem, falaremos mais sobre isso nas próximas semanas…

– O que é ter sucesso profissional para os jovens brasileiros?

Dias atrás, divulgou-se uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil, Sebrae e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, que buscava entender o que os jovens da Geração Z (entre 18 e 24 anos) entendiam por “Sucesso Profissional”. E a resposta foi que, para eles, ser bem sucedido no trabalho é:

1o – Trabalhar com o que gosta (42%);
2o – Equilibrar trabalho e vida pessoal (39%);
3o – Ser reconhecido pelo que faz (32%); e
4o – Ganhar bem (31%).

Na mesma enquete, chegou-se a conclusão que “felicidade na vida adulta” é uma combinação de segurança, estabilidade emocional e realização profissional.

E para você: sucesso profissional e felicidade na vida adulta significam o quê?

(Dados extraído de Valor Econômico, por Júlia Lewgoy, em: https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/07/22/salario-alto-nao-significa-sucesso-profissional-para-geracao-z-mostra-pesquisa.ghtml)

– Mourinho e a responsabilidade do que se faz / se é.

O polêmico treinador José Mourinho (que se intitulava “Special One”), atual treinador da Roma, é uma figuraça. Depois de alguns trabalhos contestáveis, foi para a Itália e na semana passada deu a seguinte declaração, conforme a figura abaixo:

“Eu sou uma vítima de tudo que eu fiz antes. Eu sou uma vítima de como as pessoas olham para mim, infelizmente. No Manchester United, eu ganhei três títulos e foi chamado de um desastre. No Tottenham, depois de chegar em um momento difícil, eu cheguei a uma final e não me deixaram dirigir o time. O que para mim é um desastre, para os restantes é fantástico”.

De fato, ele assume suas responsabilidades, mas até com seus pecados quer reverter em virtudes… ô português marrento!

– Recomece.

Muitas vezes desanimamos no fracasso e desistimos. Mas… quem disse que os erros derradeiros são sempre as últimas oportunidades?

Podemos recomeçar sempre! Basta querer. E, cá entre nós, o recado desta imagem, abaixo, diz tudo:

– Quando o torcedor fanático só entende o que lhe interessa.

Ser profissional é fundamental para resolver qualquer problema no trabalho. Ser honesto, idem. Transparente, ibidem. E para sair de “saias justas” ou de “situações injustas”, acrescente inteligência e experiência.

Digo isso pois no pós-jogo de Fortaleza 1×0 Corinthians, eu ouvia a Rádio Jovem, onde os jornalistas Wanderley Nogueira, José Manoel de Barros, Bruno Prado, Caíque Silva e Raphael Thebas debatiam a ótima campanha do time cearense, que mesmo sem os recursos financeiros e grandeza histórica de grandões como Flamengo e os seus co-irmãos de projeção nacional, está fazendo uma temporada acima da média. Tudo normal, respeitoso, coerente e elogioso.

Porém…

Um torcedor-ouvinte que tem dificuldade de interpretação ousou reclamar de tudo isso, dando sua versão própria!

Vejam como é difícil falar de maneira clara e ter que aguentar a tristeza do cara deturpar seu pronunciamento, motivado pelo cego fanatismo (um mal do nosso tempo, incluindo outras searas), no vídeo em: https://youtu.be/Ew3fK-EBKnw

Parabéns aos brilhantes profissionais que, com educação, permitiram o desabafo equivocado e responderam serenamente.

– A auto-estima para a conquista do Sucesso.

Muitas vezes a confiança exacerbada é confundida com arrogância. Mas não é bem assim: recente pesquisa mostra que ser altivo é importante para a conquista do sucesso!

O texto que compartilho abaixo já tem algum tempo, mas é bem atual quanto ao sentido da autoestima. Segue, extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2058/artigo131898-1.htm

A REABILITAÇÃO DO ORGULHO 

Nem pecado nem falha de caráter. Pesquisas mostram que o sentimento de altivez só faz bem

por Verônica Mambrini 

Os dias de falsa modéstia estão contados. O orgulho está saindo do limbo reservado aos vícios de comportamento considerados pecado ou falha de caráter graças a uma série de estudos psicológicos que acabam de sair do forno. Eles mostram que, ao contrário do que sempre se pregou, é bom se orgulhar de si mesmo e de suas conquistas e expor aos outros com altivez. Encontraram também uma função social para ele. Tradicionalmente tido como uma emoção muito individualista, o orgulho tem sido avaliado como um sentimento de importante componente agregador e um protetor natural do amor próprio.

Nas últimas semanas, o exemplo mais evidente é o do artista plástico Max, vencedor da nona edição do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo. Um dos gestos característicos do novo milionário no reality show era bater o punho fechado no peito. “Desde adolescente digo que tenho orgulho de ser quem eu sou”, diz. “Minha autoestima sempre foi muito grande.” Um estudo de 2008, feito pelos pesquisadores Jessica L. Tracy, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e David Matsumo, da Universidade de São Francisco, nos EUA, demonstrou que os gestos associados ao orgulho são parecidos em praticamente todas as culturas. Os especialistas compararam as expressões faciais de atletas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2004. Competidores de 37 países, incluindo cegos, exibiram feições muito semelhantes no momento da vitória.

Outra descoberta da professora Jessica, junto com o psicólogo Richard W. Robins, da Universidade da Califórnia, é que há dois tipos de orgulho: um é a soberba, em que a pessoa se sente superior aos outros.

O outro é o autêntico, que está ligado às realizações pessoais, motivado pela sensação de dever cumprido, de ser capaz de realizar bem as tarefas.

A redatora Cíntia Costa usa esse sentimento a seu favor. Quando decidiu se casar, há pouco mais de um ano, começou o blog Planejando meu Casamento, com as dicas para fazer as núpcias desejadas sem se endividar. “Muitas noivas não queriam mais casar porque não tinham dinheiro para a festa”, lembra. “Lendo o blog, elas recuperaram a confiança”. Outra característica do orgulho bom, afirmam os estudos, é a capacidade de inspirar e motivar outras pessoas que estão à sua volta.

O único lugar em que Cíntia é mais moderada é no trabalho. “Comemoro as vitórias em equipe e escolho com cuidado o que vou falar.”

As precauções de Cíntia no ambiente profissional fazem sentido – a psicóloga especializada em seleção e recrutamento Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter. “Mas é bom ter orgulho de fazer algo benfeito, da profissão, da empresa”, reforça Ana Carolina. “Isso indica autoestima.”

Outra pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, feita pela pesquisadora Jessica L. Tracy e pelo psicólogo Azim Shariff, mostrou que, nos testes, os participantes deram mais valor a um entregador de pizzas orgulhoso do que a um executivo abatido. As expressões de orgulho transmitem aos outros a impressão de sucesso, o que melhora o status social no grupo. O fotógrafo André de Menezes Trigueiro sabe do poder que exerce sobre as pessoas ao redor. “Ouço bastante que contagio os outros quando estou falando de um assunto que gosto”, diz. “Não me inibo em ser o centro das atenções.” André gosta de mostrar suas criações para os amigos e se considera feliz com seu trabalho.

A professora de psicologia social da Universidade de São Paulo Sueli Damergian acredita que uma das coisas que diferenciam o orgulho positivo do negativo é a postura que se tem com o outro. “O orgulho positivo implicaria ser capaz de reconhecer o valor das coisas que se fez, sem se sentir superior ou com maiores direitos do que os outros”, afirma Sueli.

Em outro estudo, Lisa Williams e David DeSteno, psicólogos da Northeastern University, nos Estados Unidos, convidaram 62 estudantes para um teste de QI. Depois, cumprimentaram alguns como se tivessem obtido os resultados mais altos.

Na sequência, todos foram convidados a realizar mais uma série de tarefas intelectuais. Os que foram elogiados, se mostraram mais orgulhosos e confiantes. A surpresa é que esse grupo foi também o mais gentil. Para os psicólogos, o resultado indica que as pessoas se sentem mais fortes quando superam problemas.

A professora Sueli alerta, contudo, para as implicações éticas desse sentimento. “O orgulho é o oposto da vergonha, ele tem uma implicação moral”, afirma. Em outras palavras: orgulho é bom e todo mundo gosta – só não vale deixá-lo virar arrogância.

– Rogério Ceni demitido do Flamengo. Virá Renato Gaúcho ou Jorge Jesus?

Esse texto, abaixo, é de Fevereiro (logo após a conquista do título de Campeão Brasileiro 2020)! Estamos em Julho, e o “demite / não demite” de Ceni no Flamengo se concretizou nessa madrugada, antes do jogo contra a Chapecoense.

A questão é: virá Renato Gaúcho ou Jorge Jesus (que balança no Benfica)?

CENI BALANÇANDO?

Eu fico lendo comentaristas e textos vindos do RJ, e me admiro: embora campeão brasileiro, Rogério Ceni continua sendo contestado no Flamengo.

A impressão é: durante a última rodada, ainda na incerteza da conquista do título, parecia que Ceni seria demitido no vestiário. Com a bobeada do Internacional, o alívio veio e a comemoração do Octacampeonato.

Mediante a possível saída de Jorge Jesus do Benfica, Rogério Ceni se sustentará, mesmo com bons números?

Como no futebol a paixão muitas vezes fala mais do que a razão… abra o olho, Ceni!

– Valorize-se e tenha responsabilidade no que prega.

Na minha esteira, enquanto eu estava correndo e ouvindo meu rádio, escutei durante a canção “Utopia” do Padre Zezinho SCJ (mítico sacerdote da música católica), ele pausando a apresentação e falando sobre a responsabilidade e a competência de quem leva uma mensagem”.

Disse:

Não é porque você está na televisão, que você é melhor ou pior do que alguém. A única diferença dos outros que estão fora da grande mídia é que a sua ‘fala’ vai mais longe”!

Sensacional. Serve para todas as atividades profissionais que tem espaço na TV (independente de crenças ou descrença)… Precisamos de humildade. Carecemos de senso de didática. Necessitamos de vozes diversas para crescermos e aprendermos.

Diante de tudo isso, tenhamos a certeza: somos competentes com ou sem repercussão – e isso nos faz importantes para nós mesmos!

– Cuidado com o esgotamento.

Muitas vezes as pessoas se esgotam na rotina do trabalho e prejudicam o próprio serviço. Afinal, é muito difícil render o máximo a todo instante. Um pouco de improdutividade (ou se preferir: descanso), de vez em quando, não faz mal!

Quem nunca surtou ou chegou “à beira de” por conta do engajamento profissional sem perceber que é um ser humano normal?

Um pouco mais, extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/cuidado-com-o-esgotamento-4698300/

CUIDADO COM O ESGOTAMENTO

É humanamente impossível manter um alto nível de performance no trabalho o tempo inteiro. Devemos aceitar nossos limites e nos permitir um certo grau de improdutividade durante a jornada de trabalho. Se não fizermos isso, o risco de esgotamento ou “burnout” é enorme, alerta Alberto Roitman, diretor na Nexialistas Consultores e professor da FIA Business School: “não se disputa uma Olimpíada e uma Copa do Mundo no mesmo ano. Nenhum ser humano consegue estar o tempo todo com 100% da sua capacidade de alta performance. No mercado corporativo não é diferente”.

– Jô, do Corinthians, na balada? O “bumbum” na janela…

, atacante do Corinthians, que na semana passada foi vítima de um excesso de cobranças por conta da sua chuteira azul turquesa (onde se cobrou dele por supostamente ser verde, vide em: https://wp.me/p4RTuC-vBr), se envolveu novamente em uma confusão. Dessa vez, foi a uma balada clandestina, flagrado pelo jornalista Caíque Silva da Rádio Jovem Pan (que agiu de maneira correta e profissional na apuração da informação e confirmando os fatos para a publicação).

Obviamente o atleta desmentiu a ida à festa. Mas faria diferente? Óbvio que não. E disse ter ido ao treino do Corinthians hoje cedo… Ops: e os protocolos sanitários, são de mentirinha?

A propósito de tudo isso, me preocupo com o seguinte: assim como escrevi no episódio de Patrick de Paula, torcedor não tem poder de polícia! E isso me deixa assustado, pois, pela passionalidade, o temor é de agressões (vide em: https://wp.me/p4RTuC-vC3). 

Nada disso estaria acontecendo se o time estivesse ganhando, se não estivéssemos em pandemia e… se o atleta “não colocasse o ‘bumbum’ na janela”, como diz o dito popular.

Veja as imagens abaixo:

– Abel e Galiotte: casamento que deve ser discutindo entre 4 paredes.

Todo relacionamento conflituoso deve ser resolvido em particular com seus pares envolvidos. Num casamento, por exemplo, quando os cônjuges expressam publicamente desgosto um pelo outro, é péssimo sinal – o divórcio pode estar próximo.

Nas empresas, idem. O empregador que ouve uma queixa de seu empregado, quando feita em Redes Sociais, por exemplo, pode chamá-lo para uma conversa e acalmá-lo, adverti-lo ou demiti-lo. 

No futebol, isso é muito diferente?

Nem tanto. Vejam o caso de Abel Ferreira, criticando publicamente a diretoria e mandando “recadinhos” aos jogadores. Não deveria se restringir internamente, ao invés de torna notório os problemas que enfrenta no clube? Ou é justamente isso: seria uma forma de tentar justificar maus resultados e se isentar de responsabilidade?

Complicado… Leio que o presidente Maurício Galiotte ponderou que as falas de Abel nada ajudam e se reunirá com ele e o grupo.

Fico rememorando: Felipão criava propositalmente algumas brigas para tumultuar o ambiente, trazendo os jogadores “para baixo de suas asas” e assim montava um clima de “nós” contra “eles”. Abel foi jogador de Scolari, mas estaria usando da mesma estratégia? Se sim, erra, pois está criando um clima de “eu” contra “todos”, difícil de se reverter.

Ou não seria nada disso, se resumindo apenas a um desequilíbrio emocional de um jovem treinador?

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– As 5 Dicas para fazer o Home Office render

Para quem tem a possibilidade de trabalhar da sua própria casa, aos olhos dos outros, parece ser uma facilidade ímpar e que não problemas.

Ledo engano. Um dos problemas do Home Office é o foco! A concentração total acaba sendo prejudicada por uma série de outros fatores que podem ser evitados.

Compartilho algumas dicas para o serviço, quando feito da sua residência, render.

Extraídas de: https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-trabalhar-de-casa-sem-perder-o-foco-ra%C3%ADra-venturieri/

CINCO DICAS PARA TRABALHAR DE CASA SEM PERDER O FOCO

Por Raíra Venturieri

Nos meus anos como empreendedora em home office, tive altos e baixos. Períodos de grande produtividade e crescimento profissional, outros de grande desorganização e dificuldade pra colocar todas as ideias em prática. O maior desafio de quem é o próprio chefe é esse, né?

Por isso, no artigo de hoje, resolvi compartilhar com vocês algumas dicas que me ajudaram a lidar melhor com o home office. Algumas você já pode ter ouvido antes (senso comum existe por um motivo…), outras podem ser completas novidades pra você. Vamos lá?

1.ESTABELEÇA HORÁRIOS DE TRABALHO

Acho que essa é a dica mais fundamental. Com hora pra começar e terminar você garante que as outras tarefas do dia não vão interferir na sua produtividade e também que você terá um tempo de descanso ao final do expediente.

Essa regra é mais fácil na teoria do que na prática. Quem nunca interrompeu o trabalho pra estender roupa no varal, que atire a primeira pedra! Hahaha! Mas é importante que você estabeleça períodos de foco exclusivo no trabalho, ainda que você precise de alguns intervalos ao longo do dia.

Tente aplicar na sua casa as mesmas regras que você aplicaria caso trabalhasse em uma empresa. Eu já percebi que com períodos dedicados eu tendo a terminar as tarefas do dia muito mais rápido, e assim consigo ter meus momentos de descanso no final do dia sem cobranças ou preocupações.

2.EXIJA DE VOCÊ COMO VOCÊ EXIGIRIA DE UM FUNCIONÁRIO

Essa é uma mudança de mindset que fez muita diferença pra mim quando eu comecei a profissionalizar meu blog. Percebi que a coisa nunca iria pra frente se eu não levasse a sério, cumprisse prazos e me comprometesse de verdade.

Pra isso, passei a me enxergar como minha funcionária. Juro que funciona! Sempre que eu começo a perder o foco e me distrair na internet, retomo esse pensamento e volto a trabalhar com o cuidado que eu teria se tivesse um chefe ali do meu lado. Afinal, não tem chefe mais importante do que a gente, né?

3.USE SEU RELÓGIO BIOLÓGICO A SEU FAVOR

Uma das grandes vantagens do home office é que você não precisa seguir a risca o horário comercial, especialmente se ele não coincidir com seus horários de maior inspiração e produtividade.

O que eu recomendo é que você teste diferentes horários. Eu já percebi que sou muito mais criativa pela manhã e fico extremamente dispersa no final da tarde. O expediente perfeito pra mim começa entre 7h e 8h e termina umas 16h. Claro que nem sempre consigo pendurar as chuteiras tão cedo, mas tomo o cuidado de deixar as tarefas mais fáceis ou mecânicas pro final do dia.

E ó, estudo entra nesse horário, viu? Ler e pesquisar referências faz parte do trabalho pra mim, então reservo horários “nobres” do cérebro pra essas atividades também. À noite, quando sou devagar, só quero saber é de sofá e Netflix!

Só não se esqueça que se você adotar um horário de expediente “exótico”, talvez tenha que ficar de olho no celular e no e-mail durante horários convencionais. Não dá pra esperar que o mundo funcione no seu relógio!

4.CRIE AMBIENTES PROPÍCIOS PRO TRABALHO E MINIMIZE DISTRAÇÕES

Essa dica é um pouco manjada, mas vale reforçar: dificilmente você vai ter sua melhor performance escrevendo de pijama no sofá. Pode acontecer? Pode! Mas o ideal é que você crie um ambiente específico pro trabalho.

Isso é ainda mais importante caso você divida seu espaço com outras pessoas. Às vezes é difícil pra familiares entenderem que trabalho em casa também é trabalho. Colocar limites físicos no que é espaço de trabalho, uma zona “não perturbe”, pode ajudar!

Também ajuda se cercar de coisas que te ajudam a trabalhar sem distrações. Um copo d’água pra você não precisar se levantar, talvez um lanchinho pra depois e, peloamor, desative as notificações das redes sociais. Essas são as rainhas da distração, e fica difícil ignorar quando não tem chefes ou colegas vendo o que você está fazendo.

5.ORGANIZE E PRIORIZE SUAS TAREFAS

Chegamos ao item mais importante e difícil dessa lista. Não basta trabalhar com foco se você estiver focado nas coisas erradas. Por isso, é muito importante que você organize suas tarefas e não tenha receio de parar, repensar e ajustar o plano sempre que necessário.

Eu faço isso todos os meses. Além de me ajudar a focar nas tarefas mais importantes, que me trazem mais resultado, esse hábito me ajuda a manter o foco e motivação no meu trabalho. É como um lembrete constante do por que eu to fazendo tudo isso, sabe?

Entrar no piloto automático é uma das piores coisas que pode acontecer, especialmente para um profissional criativo. Então eu estou sempre medindo o impacto de cada conteúdo que eu publico, o valor de cada interação e buscando novos desafios e aprendizados.

Quando você é dono do seu negócio você tem o privilégio de poder decidir o que você vai fazer, como e quando. Não é como um funcionário de empresa que as vezes se vê preso numa atividade que não vai levar pra lugar nenhum. E, com grande poder, vem grande responsabilidade.

Você precisa abraçar essa responsabilidade e usar isso como combustível pro seu trabalho. Essa é a forma mais poderosa de você manter o foco e fazer o que você precisa fazer.

Bom, essas foram minhas dicas, eu espero que elas te ajudem a desenvolver seu potencial trabalhando em home office. Eu realmente acho que, se você conseguir ter essa disciplina, não existe ambiente mais propício pra criação do que o seu ambiente. São suas regras. Faça bom proveito.

Se tiver outras dicas, escreva nos comentários! Até a próxima!

(Publicado originalmente no Delícia de Blog)

– Patrick de Paula agredido na festa clandestina? Jogadores não aprendem…

Uma das coisas mais cobradas pelos quarto-árbitros nos vestiários de jogo, é a retirada de brincos, alianças e joias quaisquer antes de entrar em campo. E Patrick de Paula foi à partida contra o América com um piercing, demorando 6 minutos para retirá-lo depois do flagra (deixando sua equipe jogar com 10).

Nesta madrugada, para piorar, foi pêgo em uma balada clandestina no Tatuapé (com outros jogadores, a confirmar) e acabou sofrendo agressões de torcedores.

O erro dentro de campo e o exemplo negativo de Lucas Lima (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-vyk) de nada serviram?

E o que o Palmeiras fará agora com ele, além de Rony, Gabriel Menino e Breno (que supostamente estavam juntos? E os protocolos tão cobrados?

O vídeo de hoje em: https://twitter.com/fredyjunior/status/1406834032881639426?s=21

– Flamengo 2×3 Red Bull Bragantino: o jogo dos ousados e a impiedade com Ceni.

Que jogão no Maracanã, não? O Flamengo perdeu para o Red Bull Bragantino por 3×2, e mesmo com os números expressivos apesar da derrota, Rogério Ceni é criticadíssimo nas Redes Sociais.

Considere: a partida foi bem disputada e os dois jovens treinadores (o técnico visitante Mauricio Barbieri treinou e armou o time, mas não pode dirigi-lo pois estava suspenso) colocaram suas equipes para buscar a vitória (fato raro nesse Brasileirão, onde as equipes – como Palmeiras, Corinthians e tantas outras – entram para não perder). Como reclamar?

A verdade é: ganhando ou perdendo, jogando bem ou mal, Ceni vive a antipatia pelo seu estilo “paulista” e seu comportamento “profissional demais”. Claro, some-se a sombra de Renato Gaúcho, que assombra o cargo de muitos técnicos brasileiros.

Uma eliminação na Libertadores da América causaria a demissão de Ceni e a contratação de Renato, encerrando esse lenga-lenga, ou isso poderia acontecer antes?

É incrível que com o percentual de aproveitamento do Flamengo a discussão seja essa…

De novo: parabéns ao Massa Bruta, que ganha voos mais altos com seu parceiro Toro Loko (uníssonos em equipe) e a lamentar os desdenhos de outros clubes que criticam clubes-empresas sérios.

– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Tá tudo errado na relação Palmeiras, Lucas Lima e Torcidas Organizadas.

No tempo do presidente Paulo Nobre, as Torcidas Organizadas do Palmeiras não tiveram tanta permissão de influenciar no dia-a-dia do clube. Na atual gestão e com o atual patrocinador principal, voltaram a ter voz.

É uma relação perigosa! O que fazer agora no episódio “Lucas Lima na balada”?

Para quem não soube, nesta última noite, o jogador foi flagrado numa festa (obviamente clandestina, estamos em pandemia) e quase apanhou dos torcedores organizados, que cobraram para ele “cair fora” do Palmeiras. Veja aqui: https://palmeirasonline.com/2021/06/18/lucas-lima-e-flagrado-em-festa-clandestina-e-cobrado-por-palmeirenses-veja-video/

Considerações:

  1. Um jogador de futebol não pode ter esse comportamento, afinal, existem protocolos sanitários no Brasileirão.
  2. Torcedores Organizados não podem ter poder de polícia, e tais ameaças são crimes. Será feito BO por parte do atleta?
  3. Jogador e torcedores estavam sem máscaras. Ali, se existir alguém contaminado, passou Covid para todos os demais por perdigotos, já que a intimidação foi cara-a-cara, “salivando na fuça” do outro.
  4. O que leva um trabalhador, com o frio que está fazendo, em semana útil de serviço, estar na madrugada “caçando” jogador de futebol? Ou é maluco, ou desempregado, ou fanático (e fanatismo não é virtude, é desvio de comportamento).

Enfim: todos errados! Lucas Lima, se desejar, pode tranquilamente pedir rescisão de trabalho por assédio moral, além de processar os seus intimidados.

Terá coragem o Palmeiras de punir o jogador pela indisciplina quanto à escapada do protocolo, e pedir indenização por qualquer motivo aos Torcedores Organizados?

Aguardemos.

– A farra de Cueva às vésperas da Copa América.

Nas redes sociais, já se ironiza com o nome de “Covid Fest”, referindo-se à farra de Cueva (tão conhecido por suas indisciplinas) às vésperas do embarque da Seleção Peruana ao Brasil para a Copa América.

Assista abaixo e reflita: vale a pena ter um jogador assim no elenco?

Extraído de: https://br.bolavip.com/futebol/Copa-America-Christian-Cueva-perde-lugar-no-time-titular-do-Peru-apos-flagra-em-festa-20210614-0098.html

CUEVA PERDE LUGAR NO TIME DO PERU APÓS FLAGRA

Jogador foi flagrado em festa no fim de semana, antes de embarcar no Brasil para a disputa da Copa América. O técnico Ricardo Gareca o sacou do time titular.

Christian Cueva é bastante conhecido por seus problemas fora das quatro linhas do gramado. Nesta semana, ele ganhou (e causou) mais uma dor de cabeça para o seu time — desta vez, o Peru, que disputa no Brasil a atual edição da Copa América.

O meia foi flagrado em uma festa no sábado (12), e vídeos de sua presença na comemoração vazaram nas redes sociais e chegaram ao conhecimento do técnico Ricardo Gareca. Apesar de ter se explicado ao treinador, Cueva foi sacado do time titular, informou o “UOL Esporte”.

O vídeo de Cueva na festa (lembrando que aglomerações não são recomendadas por causa da pandemia do novo coronavírus) causou espanto nos meios de comunicação peruanos, que repercutiram a história.

Na gravação de poucos segundos, Cueva aparece rodeado de quatro homens e duas mulheres. Todos consumiam bebidas alcoolicas — pelas latas e garrafas na mesa — ao som de músiuca alta e muitos cigarros.

Ao se justificar com Gareca, o jogador afirmou que o vídeo não é atual. O treinador ouviu, mas preferiu tirá-lo do time por conta da imagem arranhada junto à opinião pública. Nos treinos, escalou Luis Enrique Iberico em seu lugar.

Veja o vídeo em: https://youtu.be/IVwgftu-lPU

– Carreira e Surpresas.

15h00 – A vida nos prega surpresas…

Em outros tempos, eu estaria em alguma labuta fora de casa, ligado por qualquer plataforma à Brasil x Sérvia (amistoso da Seleção Olímpica de Futebol).

Hoje (agora), estou atualizando meu Curriculum Vitæ para uma empresa de consultoria empresarial e educacional, simultaneamente com a Plataforma Lattes aberta, tendo minha princesinha caçula tomando mamadeira ao meu lado e assistindo Pocoyo. A querida esposa está no escritório, realizando suas pesquisas científicas na área de Química.

Sabe quando imaginei isso numa 3a feira? Nunca.

Sabe o quê acho disso? Maravilhoso!

Ter a segurança da família mesmo em meio a diversos compromissos profissionais, abrindo mão de algumas coisas por outras, é sensacional!

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– E se jogadores virassem árbitros?

No começo do futebol (em 1863), não existiam árbitros! Eram os jogadores que discutiam o que fazer entre si. Com o tempo, como muitos atletas queriam reclamar, determinou-se que apenas um atleta de cada equipe poderia debater com o adversário. Esses utilizavam bonés para se diferenciarem. Boné, em inglês, se chama “cap”. Em alguns países de língua latina, o “cap” virou capitão (e, como sabemos, os capitães de cada equipe pararam de usar boné). O árbitro surgiu quase duas décadas depois, a fim de apenas resolver as discussões entre os atletas (era um mero mediador). Bem no final do século XIX o árbitro entrou em campo (e passou a existir oficialmente na Regra de Jogo) e começou a apitar as partidas (e os capitães perderam o direito de reclamar, já que hoje esse “direito antigo” é proibido). Hoje, o capitão apenas representa a equipe perante o árbitro.

No começo do século XX, os árbitros de futebol eram formados pela “Escola da Bola”, ou seja, pela experiência que tinham dentro de campo atuando como atletas, pois boa parte deles eram ex-jogadores. O próprio Charles Muller, depois de encerrar a carreira de jogador, se tornou árbitro.

Claro, não tivemos nenhum grande craque que se tornou árbitro expressivo, pois, afinal, a identidade entre eles e seus clubes no futebol romântico os impedia. Apenas atletas medíocres viravam árbitros.

Com o profissionalismo, isso mudou! Árbitros passaram a ser independentes e formados pelas escolas de arbitragem (destaca-se a famosa EAFI – Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, da FPF, pioneira no Brasil).

Já imaginaram hoje Rogério Ceni apitando Corinthians x Palmeiras? Ou Marcelinho Carioca arbitrando Santos x São Paulo? Não ia dar certo

E depois de tudo isso e de todo tempo, vale o lembrete: o árbitro é o único elemento dentro do universo do futebol que não é profissional de fato!

Desculpem-me: esqueci dos gandulas. Também eles não são profissionais…

– Segundo o LinkedIn, esse tal de Home Office…

Dados sobre o Home Office, segundo o LinkedIn, em um dos seus boletins. Veja se trabalhar em casa realmente é mais produtivo ou não.

Confortável, cá entre nós, pode até ser (se pensarmos em não pegarmos trânsito durante o deslocamento, por exemplo). Mas considere outros fatores, como crianças em casa e dispersão diversas.

– Confie, desconfiando. Sobre Santa Fé x Junior Barranquilla pela Libertadores.

Você confia na Conmebol, com tantos ex-presidentes presos?

Você confia em clubes de futebol, quando jogam só para cumprir tabela?

Você, enfim, confia na lisura total do esporte?

Recentemente, tornou-se uma praga a manipulação de resultados em divisões menores no Brasil. E se acontece aqui, imagine no continente sul-americano em geral (relembre algumas neste link: https://wp.me/p4RTuC-rwK). Digo isso pois ao ver o ocorrido em Santa Fé x Junior Barranquilla pela Libertadores da América (no grupo onde o River Plate e o Fluminense estão), fico achando que coisas bem estranhas aconteceram…

Vejam só, extraído de (não consegui outro link do jogo e dos lances… mais um motivo para desconfiança…): https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/05/26/lentidao-e-furada-do-junior-na-libertadores-irritam-torcedores-assista.htm

LENTIDÃO E FURADA IRRITAM TORCEDORES

Enquanto o Fluminense fazia 3 a 1 no River Plate, o Junior Barranquilla precisava de apenas um gol para garantir a sua classificação às oitavas de final da Libertadores e, de quebra, tirar os argentinos do torneio.

No duelo nacional diante do já eliminado Santa Fe, o time colombiano, no entanto, não conseguiu furar a barreira adversária e também deixou a competição continental.

Um lance em especial, já nos acréscimos da partida – que estava em 0 a 0 -, irritou os torcedores. Isso porque os jogadores Junior passaram a trocar passes na defesa sem a menor pressa de chegar ao gol do rival.

O ápice da ira veio quando um dos defensores acabou “furando” o domínio e permitindo que a bola se encaminhasse para a linha lateral, atrasando completamente a criação da jogada ofensiva.

Assista ao momento:

DESCONFIE!

– Melhorar a Qualidade de Vida dos Funcionários e a Produtividade nas Empresas

Um modismo que está dando certo: as empresas liberam parte da jornada de trabalho dos funcionários em troca de maior eficiência no trabalho.

Abaixo, extraído de Isto É, ed, 2333, pg 74-76

OS FUNCIONÁRIOS FOLGAM, AS EMPRESAS LUCRAM

Uma tendência ganha espaço no mundo corporativo brasileiro: companhias de todos os portes reduzem o horário de trabalho dos empregados e recebem em troca o aumento da produtividade

Por Luísa Purchio

São quase oito horas da manhã e Weenna Ribeiro, 36 anos, já deixou a filha Júlia, de 6, na escola. De lá, a analista de recursos humanos segue para a Bosch, multinacional alemã de engenharia e eletrônica sediada em Campinas (SP). Ao meio-dia, Weena termina o expediente, desliga o computador e vai buscar Júlia no colégio. O resto do dia elas passam juntas. A jornada reduzida é fruto de uma negociação que a executiva fez depois que Júlia ficou doente. “Tive que repensar a vida”, diz. Replanejar tudo significou pedir demissão da própria Bosch. O afastamento, porém, durou apenas um ano. De volta à multinacional, Weena trabalha atualmente quatro horas por dia. O salário caiu, mas a vida melhorou. “Conviver com uma criança não tem preço”, afirma. A história descrita acima representa uma tendência cada vez mais presente nas empresas brasileiras. Elas descobriram que, ao fazer concessões na jornada de trabalho, é possível manter os melhores quadros. Mais do que isso: horários flexíveis podem até aumentar a produtividade – e, portanto, trazer melhores resultados para os balanços.

Um caso interessante é o da empresa de recrutamento Vagas.com, uma das líderes do setor no País. A Vagas não estabelece horários fixos de entrada e saída e muitas das hierarquias foram suprimidas. O modelo, que recebe o nome de holocracia, estimula o surgimento de líderes naturais e não os impostos pela direção. “Eu não saio da empresa nem por um salário mais alto”, diz Marina Corrêa Peliello, 26 anos, responsável por intermediar os contatos entre um candidato a uma vaga e futuros empregadores. O resultado desse jeito diferente de ser está na performance econômica: há muito tempo a Vagas cresce acima de 20% ao ano. No Brasil, a flexibilidade da jornada tem sido adotada por empresas de todos os portes. A Mondelez, multinacional americana que detém marcas como Lacta e Trident, dispensa de trabalhar depois das 13h, em duas sextas-feiras do mês, os 1,5 mil funcionários da área administrativa de São Paulo.

Estimular a felicidade dos funcionários não é uma questão de bondade por parte das empresas. Trata-se, acima de tudo, de uma preocupação financeira. Presidente do Google, que adota uma política de flexibilidade total nos horários de trabalho, Larry Page defende que, no futuro próximo, quem não entender isso ficará condenado ao fracasso. O mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, vai além. Segundo ele, em breve os finais de semana terão de ser ampliados para que as pessoas desfrutem de tempo livre e, assim, se sintam estimuladas a produzir mais no horário do expediente. O recado é claro. Não interessa manter um empregado12 horas dentro de um escritório fechado se ele não produz a contento. No mundo do trabalho moderno, o funcionário fica na empresa apenas o tempo realmente necessário – simular eficiência não vai funcionar mais. “A ideia é fazer com que a pessoa fique na empresa o tempo que quiser, mas produzindo”, afirma Alexandre Teixeira, jornalista e autor do livro “Felicidade S.A.”.

As novas relações entre funcionários e empregadores estão sendo construídas com a ajuda da internet. Graças a ela, é possível trabalhar remotamente, numa praia distante ou num prédio comercial, e em qualquer horário, de manhã ou de madrugada. O próximo desafio será evitar que a facilidade proporcionada pela tecnologia não tenha um efeito adverso – o de fazer com que as pessoas trabalhem o tempo todo, em qualquer lugar. No Brasil, outra dificuldade é adaptar a legislação trabalhista para as novas demandas do mercado. “Pela CLT, a empresa tem de controlar o número de horas que o funcionário trabalha”, afirma o especialista Alexandre Teixeira. “Se não controlar, ela fica sujeita a uma ação trabalhista.” Para o professor de gestão de pessoas da USP Wilson Amorim, o ideal seria deixar o funcionário escolher em qual regime deseja trabalhar. “O modelo pode ser vantajoso para uns, mas prejudicial a outros”, afirma. Outro entrave é a cultura organizacional da maioria das empresas brasileiras. No ano passado, o Banco Mundial promoveu em São Paulo um projeto-piloto com 20 companhias interessadas em flexibilizar os horários de trabalho dos funcionários. Depois de seis meses de estudos e discussões, só duas empresas adotaram novas práticas de gestão.

– Principais Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no antigo jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Renato Gaúcho e o “não ao Corinthians”.

Como diria o ditado… “choveu no molhado”! Renato Gaúcho disse não ao Corinthians.

Alguém pensava diferente?

Com Rogério Ceni balançando no Flamengo (que tanto mexe com o coração de Renato), com o Rio de Janeiro pedindo para que ele fique curtindo a praia e pela situação caótica do elenco do Corinthians, era óbvio que o treinador não iria trocar o RJ por SP.

Dinheiro, claro, não é problema para ele. Ganhou bastante e pode se dar ao luxo de trabalhar onde e quando quiser...