– Parabéns, Luciana!

Em Jundiaí, quem é primo de 1o, 2o ou 3o grau, é carinhosamente chamado de primo. Primo é primo e ponto final. E a Luciana Mariano é uma prima querida, batalhadora, que desde os tempos da Rádio Difusora esbanjava competência.

Fico extremamente feliz que ela não deixou que os gratuitos, injustos e imbecis ataques sexistas que ela recebe (justamente por homens invejosos) ficassem impunes. Nas Redes Sociais, idiotas pensam que “tudo podem”, pois equivocadamente acham que é uma “terra sem lei”.

As pessoas não conhecem a história de luta, os momentos de sofrimento, angústia e até mesmo depressão que alguém pode vivenciar na batalha de um simples trabalho honesto. Especialmente as mulheres em um mundo machista.

Todos os meus aplausos à Luciana, e que tal atitude inspire outras tantas mulheres. Abaixo:

Extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/19/narradora-da-espn-entra-na-justica-contra-comentarios-de-odio-em-suas-redes.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

NARRADORA DA ESPN ABRE 156 PROCESSOR POR ATAQUES EM REDES

Toda vez que abre o microfone pra trabalhar, a narradora de futebol Luciana Mariano recebe uma enxurrada de mensagens. Muitas são elogios. Mas junto das palavras de apoio, a jornalista diz que também é atacada por comentários de ódio. As mensagens vão desde “você é horrível” a desejos como “quero que você morra de câncer” ou “quero que sua família morra em um acidente de carro e só você sobreviva, para que sofra”.

“É uma coisa muito revoltante. Quando a gente entra para narrar começam a surgir milhares de tuítes. Imagine você trabalhando e o tempo todo alguém dizendo que você faz mal seu trabalho. Se isso não é uma espécie de assédio moral, não sei o que é”, conta, em entrevista a Universa. Cansada dos ataques, Luciana decidiu entrar na justiça. E já abriu 156 processos e ganhou 48.

As mensagens mais pesadas costumam vir por inbox no Instagram, rede social que Luciana quase não usa para falar de suas transmissões. A narradora conta com uma equipe legal de oito pessoas que monitoram as redes e como seu nome é citado 24 horas por dia. Os conteúdos são analisados por advogados e uma psicóloga para saber se é possível enquadrá-los em algum crime ou não. Muitos dos agressores têm perfil falso e, segundo ela, 90% alegam não ser empregados, o que os impede de pagar multa, mas não de fazer trabalho social. “Eu não vou abrir mão de nada”, diz.

A ideia da Luciana não é ganhar dinheiro com isso, tanto que não lucrou um real com as ações. “Meu foco não é dinheiro, e sim, a justiça”, diz.

Machismo na carreira

Com 30 anos de carreira no esporte, Luciana Mariano foi a primeira narradora de futebol na televisão do Brasil. E por mais que o quadro de nomes tenha aumentado nos últimos anos, o preconceito com a voz feminina no esporte continua. Após um longo período de ataques online, a jornalista resolveu tomar medidas legais.

“Esse é um processo que está acontecendo há bastante tempo. Não só comigo. Todas as mulheres que narram relatam a mesma coisa: o ódio e a invasão que recebemos na internet”, diz Luciana, que reforça que a princípio as mulheres no esporte precisavam ser bonitas e eram usadas como acessórios, mas com o passar do tempo, o movimento feminista deu força a elas, mostrando que a inclusão era importante. “Foram necessários 20 anos para termos uma comentarista mulher. Ser narradora é última barreira”, conta.

“Quando dizem que não gostam de mulher narrando é porque não estão acostumados com a gente. Em 20 anos, por exemplo, um narrador homem chegou a fazer 6 mil jogos. Eu tenho apenas 400. É como comparar o desempenho de uma criança de um ano com alguém que já está fazendo mestrado. E por que não temos esse entendimento e paciência? Por causa do machismo. Caso contrário, entenderiam que é importante dar oportunidade”, diz Luciana.

Ela, inclusive, já recebia apoio de um nome de peso do jornalismo para exercer sua função desde o início da carreira: Luciano do Valle. “Ele me alertou sobre isso há 30 anos. Dizia que o problema não era eu narrar, porque conteúdo eu tinha, e sim, que eu precisava de sequência. Outra coisa que escutei dele e que entendi agora foi que quando uma mulher narra, não vão prestar atenção no jogo, e sim, na mulher e procurar erros”, conta.

Só porque exerço uma função que é normalmente masculina para uma sociedade machista e patriarcal mereço ser xingada, hostilizada e ofendida?none

Com tantos ataques e constantes, a jornalista pensou em desistir milhares de vezes. Para ela, ler esse tipo de conteúdo constantemente pode fazer adoecer devido ao grande desgaste emocional. “Acredito que é difícil para toda mulher que entra nesta função. Chega um ponto em que as pessoas ficam normalizando a situação, dizendo que é normal. Eu não acho”, questionaLuciana.

Conscientização necessária

Com esses processos, Luciana afirma que sua tentativa é conscientizar as pessoas que a internet não é terra de ninguém. “Embora tenha que ser por punição. Não tem outro caminho. Estou lutando por algo que já deveria ser meu, mas é necessário fazer isso para que haja um exemplo. Não dá para virar saco de pancada só porque eu trabalho”, diz.

Após o post comentando os processos, os ataques diminuíram. Teve até quem comentou que estava se sentindo ameaçado.

Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista - Acervo pessoal  - Acervo pessoal
Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista. Imagem: Acervo pessoal

Luciana tem uma reunião com o departamento de inclusão e diversidade da ESPN em breve e quer levar o assunto para se der discutido dentro da empresa também. “É algo que interessa a todos e temos que trabalhar juntos. Sei que é muito difícil uma emissora se pronunciar por algo que não é público, já que as piores ofensas chegam via inbox. Como me pronuncio frente a um cara que paga para assistir ao canal e não gosta? Sei que me afeta, mas, às vezes, não é um assunto para a emissora”, diz.

Para ela, além das medidas legais, é preciso um trabalho de conscientização também dentro das empresas. Funcionária da ESPN, onde há um núcleo de inclusão e diversidade, Luciana diz que é preciso pensar uma forma de proteger as mulheres.

“Não estou falando no sentido de privilegiá-las. Mas, por exemplo, dar sequência de jogos, não mudar o time toda hora, porque isso causa um alvoroço. E também evitar jogos como, por exemplo, que um Galvão Bueno narraria. Ainda estamos passando por um processo de aprendizagem”, diz.

– Sucesso ao Metropolitano FC.

Eu gosto de iniciativas empreendedoras no esporte, como as de criar um clube-empresa.

Em meu Mestrado, lá no ano 2000, pude falar de Marketing e Gestão Profissional, e defendi os “clubes que tinham dono”, saindo do provincianismo de associações que tinham presidentes irresponsáveis e que davam prejuízo.

No meu projeto para o Doutorado (que por duas vezes “quase engatei”, mas fiquei somente como Aluno Especial), eu quis falar da Responsabilidade Social dos clubes, formando não só atletas, mas cidadãos!

Disse tudo isso por ver que o Metropolitano FC, do amigo Vinícius Pontes, que é de Jundiaí mas está jogando em Campo Limpo Paulista, abraça esses propósitos. É um clube-empresa que trabalha corretamente, como se fosse qualquer outra instituição do mercado, e que tem princípios comerciais (não é nenhum pecado, pois é uma empresa), esportivos e humanitários. E isso está bem claro em seu site, na Missão do Clube.

Neste último final de semana, o time estreou no Paulistão Sub-17 da FPF, vencendo o tradicionalismo Juventus.

Que surjam outras entidades sérias e responsáveis como o Metropolitano!

Visite em: https://www.metropolitanofc.com.br/

– O poeta Daniel Alves sobre o São Paulo FC.

Quando você sai de um emprego, bem ou mal, evite qualquer comentário que possa polemizar.

É sabido que o SPFC ficou devendo salários ao lateral Daniel Alves. É direito dele reclamar. Mas tendo feito um acordo, vida que segue para ambos.

Eis que ontem, o jogador “filosofou”, dizendo, segundo a TNT Sports:

“Ao falar sobre sua passagem pelo São Paulo, Dani Alves relembrou o efeito da Olímpiada na sua decisão de deixar o clube: ‘Comecei a pensar muito se nos estávamos fazendo bem, porque quando você começa a viver lindos momentos em lugares diferentes, você começa a comparar uma coisa boa e uma coisa ruim. Aí você fala: ‘Cara, a abelha não tem tempo de ensinar a mosca que mel é melhor que m*erda.'”
Créditos: Dani Crazy Dream/FIFA+
Pra quê dizer isso? Não tem assessor de imprensa ou alguém para orientar a não falar coisas sem sentidos, ou a “inventar ditos equivocados”?

– Especialista em Currículo de Trabalho para LinkedIn?

De fato, se vê de tudo. Já repararam como existem especialistas que “transformam” seu conteúdo em um passe de mágica?

Vi essa gravura na Internet e concordo: se não tiver uma boa história profissional, não adianta maquiar sua experiência de vida.

Abaixo:

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– Dicas do “Sucesso” em pessoa! Qual é a fórmula do bom êxito?

Li uma reportagem a respeito do SUCESSO. A matéria trouxe uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como “doutor Sucesso”, e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

  1. TALENTO GENIAL;
  2. ESFORÇO OBSTINADO;
  3. AMIGOS INFLUENTES; e
  4. SORTE.

O texto, extraído em duas partes, de: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– E se Paulo Sousa e Vítor Pereira voltassem no tempo, assinariam com Flamengo e Corinthians?

Os treinadores de Flamengo e Corinthians estão assustados com o que estão vendo em seus clubes, não tenhamos dúvida.

O flamenguista vê críticas ao seu trabalho, uma diretoria confusa no relacionamento com torcedores organizados e uma certa má vontade dos seus jogadores. O corintiano idem, somando-se às dificuldades financeiras da equipe, que são públicas e notórias.

Será que tanto Paulo Sousa e Vítor Pereira, se pudessem voltar no tempo, recusariam esses trabalhos no Brasil?

Acrescente-se a questão envolvendo, em particular, ao Timão: ameaças ao goleiro Cássio e reuniões com torcedores organizados.

Cá entre nós: se Flamengo ou Corinthians fossem clubes-empresas, SAFs ou simplesmente tivessem uma gestão mais profissional e não passional, tudo isso estaria acontecendo?

Fica para a reflexão: a passionalidade incontrolável dos dirigentes e torcedores está acabando com o futebol brasileiro, ou o problema é outro?

Destaque do Brasileirão é descartado no Flamengo e Corinthians em 2022 |  Futebol | iG

Imagem extraída de: https://esporte.ig.com.br/futebol/2021-10-27/destaque-do-brasileirao-e-descartado-no-flamengo-e-corinthians-em-2022.html?Foto1

– Que feio, Calleri.

E o atacante são-paulino Jonathan Calleri “pisou na bola”, dando um desnecessário tapa no celular de um palmeirense que estava quieto, na dele, sem provocar ninguém, após o Choque-Rei.

Eu sei que até o mais frio profissional, depois de perder de 4×0 para um rival, acaba sentindo o baque. Mas deve se controlar. Faz parte do ofício.

O ocorrido no link em: https://www.band.uol.com.br/esportes/calleri-do-sao-paulo-joga-celular-de-torcedor-do-palmeiras-no-chao-apos-final-16503498/amp

– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Neymar está doente por conta dos outros ou é vítima de si próprio…?

O tema saúde mental me preocupa demais. Por questões pessoais e profissionais envolvendo pessoas queridas, tal assunto me é caro e, sempre que possível, gosto de abordar questões do gênero (como depressão, pânico, s.p.a. e similares).

Rico ou Pobre, vítima de si mesmo ou por situação causada por outrém, tais desequilíbrios emocionais não escolhem cor ou raça. E tudo isso para falar de Neymar! Thierry Henry (ex-jogador da Seleção da França e ídolo do Arsenal, hoje comentarista) abordou dias atrás que Neymar demonstra estar precisando de ajuda pelos sinais que demonstra. E não tem certa razão?

Calma, antes de criticar o jogador (que faz por merecer inúmeras críticas) é preciso entender: ele não é igual à maioria de nós! Da pobreza à riqueza rápida, talentoso, com muita gente o colocando em um altar antes mesmo de qualquer ato que valesse tal reconhecimento. Excelente e habilidoso, cresceu mimado (René Simões alertou dos perigos de não segurar o salto do garoto que estava se tornando altíssimo, mas poucos levaram a sério). Mas o “cresceu” é relativo, pois não amadureceu.

Cobrado por protagonismo em todo jogo, assumiu responsabilidades que não era capaz: por exemplo, o de ser líder e exemplo de comportamento.

Líder de quê?

Neymar seria outro se alguém o alertasse sobre questões como respeito, responsabilidade e profissionalismo. Adolescente com holofotes, não pode ir ao shopping “tomar sorvete” ou jogar “video-game” como a maioria dos meninos da sua idade. E isso faz mal… (embora, a primeira consideração que se faça é: “ele ganhou e ganha milhões (quem sabe alcançou a marca de bilhão em faturamento acumulado), e isso é um ônus de quem é uma celebridade”.

Me parece que ele é um “Peter Pan dos dias atuais” (o menino da terra encantada do Reino do Nunca, que se recusa a crescer e que quer ser divertir, especialmente fazendo troça ao Capitão Gancho). O problema é: na vida real, ele não está num mundo imaginário nem há capitães ganchos.

Neymar: molecão, folgado, festeiro (que ontem cavou um cartão para estar suspenso na próxima rodada e não jogar em La Paz, podendo curtir as festividades do Brasil em folga – e qualquer árbitro já cansou de dar cartões como ele recebeu ontem, sabendo que é uma forma “leve” de ser advertido, sem machucar ninguém nem correr o risco de ser expulso). Mas esse rapaz, pessimamente orientado a respeito dos valores sociais e levado a crer que ele tem razão em tudo (no documentário da Netflix, confessou que não está preocupado com as críticas – e isso é péssimo para qualquer ser humano, pois elas nos ajudam a enxergar nossos erros, se bem digeridas) ou superestimado por outros (como seu agente Vágner Ribeiro, que insiste em dizer aos quatro cantos que Neymar é melhor do que Pelé), precisa se reinventar como pessoa e como profissional!

  • Como pessoa (quem sou eu para escrever isso sobre ele), a fim de ser mais humilde aos que verdadeiramente querem lhe dar um carinhoso puxão de orelha, e não estar apenas com quem lhe presta galanteios ou elogios. Precisa abandonar o mundo dos afagos e da bajulação.
  • Como profissional, saber lidar com as contusões que estão lhe prejudicando e com as regras formais e informais que um jogador de futebol deve se submeter, como uma rotina séria de privações e cuidados (eu sei, manter o condicionamento físico “em dia” requer abdicar de festas e farras, alcoólicas e sexuais, e que quem tem muito dinheiro e acesso à elas, não vai abrir mão pois tornaram-se o seu dia-a-dia).

Quando Neymar aparece no Carnaval se recuperando de contusão, estando de muleta num camarote, ele põe o “bumbum na janela” para ser criticado. Não tem ninguém para lhe dar um “toque”?

Parece que o Menino Ney corre o mesmo risco de Ronaldinho Gaúcho, que igualmente se tornou astro desde cedo e não viveu a infância e a juventude: cansar do mundo profissional do futebol.

Não me surpreenderia se Neymar não jogasse mais pela Seleção Brasileira. Tite não vai tirá-lo do time, nem deixá-lo de o escalar. Mas a irritabilidade de Neymar, as cobranças que vem sofrendo (a maioria justas, algumas injustas) e tudo o que está acontecendo com sua condição física, mostram que ele precisa tomar novos ares! E eles são sociais e futebolísticos.

Na Inglaterra, se especulou que o novo-rico Newcastle poderia na próxima janela tentar sua contratação. Ótimo se isso acontecer, pois será recomeçar do zero e um novo fator motivacional. O problema é que seu amigos migrarão de país com ele (eu não entendo como alguém pode ter ‘parças’ que orbitam sobre ele e que são remunerados… amizade paga?).

Com todo dinheiro que tem, se o seu pai ou seu staff forem realmente competentes, devem convencer Neymar a procurar ajuda psiquiátrica, juntamente com psicológica (se você torceu o nariz nesse parágrafo, não deve saber qual é o real trabalho desses dois profissionais).

Neymar está triste? Não digo isso. Me aparenta, realmente, doente – sem ele estar sabendo /percebendo.

Aqui, entra uma máxima popular: “você deve estar preparado para o sucesso, tanto para o bônus quanto para o ônus”. E o jogador brasileiro nunca esteve verdadeiramente bem preparado (é o que se percebe).

O jogador Douglas Souza abandonou a Seleção de Vôlei para tratar da saúde mental. Simone Biles, a mega campeã ginasta americana, o fez em meio a uma Olimpíada! Qual a vergonha de Neymar fazer o mesmo?

Pobre menino rico… vítima de si mesmo?

Neymar sofreu e converteu pênalti na goleada da seleção brasileira por 4 a 0 sobre o Chile - Lucas Figueiredo/CBF

Imagem: Lucas Figueiredo (CBF), extraído de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/03/25/neymar-diz-que-sente-prazer-na-selecao-e-entrega-coutinho-sobre-penalti.htm).

– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Que pisada na bola, Morsa… Ofensas gratuitas pra quê?

Paulo Roberto Martins, o “Morsa”, é um senhor de idade respeitado. Ou era… pelo menos, até pisar na bola ontem. O comentarista de futebol (ex-Record, ex-Band e atualmente na Transamérica) ofendeu gratuitamente o treinador do Palmeiras com termos de “Boçal”, “Desgraça”, entre outros.

Pra quê?

Fazer alguma crítica ao trabalho profissional é normal. Mas sem conhecer a pessoa, levar para o pessoal?

Realmente não entendi… Que Abel às vezes passa do ponto, ironizando comentários, é sabido. Que o comentarista faça o mesmo: restrinja-se à relação profissional. Individualizar e questionar a “pessoa física”, aí é totalmente desnecessário…

Em: https://twitter.com/Infos_palestra/status/1503485424093876228

Ou abaixo no player:

https://platform.twitter.com/widgets.js

Palmeiras Conmebol

Foto: Reprodução Band extraída de: https://diariodoverdao.com.br/palmeiras-toma-medida-radical-contra-radio-apos-ofensas-abel/

– Faça com propósito!

Nunca trabalhe com má vontade. Tenha propósito e se dedique!

Gosto desta mensagem, abaixo:

– Walter é “só mais um”…

Rodou a Web a foto do atacante Walter, que fez muito sucesso no Sul do Brasil e que sempre teve problemas com o peso.

Nesta semana que passou, ele estreou no Amazonas FC, e o registro da foto abaixo (não tenho aqui a autoria, quem souber informar para o crédito) mostra que ele “relaxou de vez”.

Que potencial tinha esse jogador. E mesmo com sobrepeso, jogava muito. Não sei como está tecnicamente agora…

Já imaginaram ele com um staff competente, a fim de conseguir deixá-lo em boa forma? Teria chegado à Seleção Brasileira.

Walter e o peso, Adriano e a Depressão, Pedrinho e as contusões… tantos talentos que o futebol brasileiro nos mostra, mas que por percalços não atingem o topo.

– Rogério Ceni acertou no detalhe, mas errou no discurso.

Aplausos e vaias para o observador treinador Rogério Ceni ao dizer, em referência ao gol de Rony:

“Tivemos a infelicidade de o Diego tomar aquela bolada no rosto, ter que deixar o campo, e nesse tempo que ele ficou fora… ele entrou pelo lado errado do campo, o médico devia dirigi-lo pela esquerda do campo, já que ele joga pelo setor defensivo esquerdo, e não pela direita, já que ele teria que atravessar o campo inteiro. Um pouco de atenção também do médico, que tem que estar atento a isso. No tempo que ele ficou fora, a gente tomou o gol do Palmeiras. E o Palmeiras estava melhor naqueles primeiros minutos do jogo”

Aplausos, pois percebeu que sofreu o gol do Palmeiras pela falta de um jogador que estava recebendo atendimento médico e voltou atrasado do lado do campo mais distante. Poucos conseguem ser sensíveis com tais detalhes.

Vaias, pois percebeu que poderia jogar a culpa no médico Dr Tadeu Moreno, que não é treinador de futebol mas profissional de Medicina, e que não tem obrigação nenhuma de enxergar detalhes como os citados pelo insensível treineiro.

Naquele momento da entrevista, recordei-me do goleiro que não admitiu o erro quando era dirigido por Vanderlei Luxemburgo no “frango” em Barcelona 2×2 Seleção Brasileira. Ou nas coletivas pós-jogo em que insistia em números frios para justificar “derrotas com bom jogo”. Ou, ainda, a birra com os jornalistas na demora com suas palavras.

Gênio na carreira, mas de “gênio forte” como profissional e pessoa. Não tinha que expor o médico injustamente como ele fez. 

Imagem extraída de: https://spfc.net/news.asp?nID=214286

– Pra quê submeter o profissional para jogar às 15h?

SÉRIO?

Água Santa x SPFC está marcado p/ 15h?

Verão brasileiro e profissionais caríssimos sendo submetidos a esse horário?

Cadê dirigente, sindicato ou alguém preocupado?

Quando os treinadores estrangeiros se assustam com essas coisas do futebol brasileiro, há quem reclame deles. Estão certíssimos!

– O Corinthians não estaria se humilhando na busca por um treinador português?

No ano passado, Sylvinho só tornou-se treinador do Corinthians pelas recusas de Renato Gaúcho e Diego Aguirre. Neste ano, novamente uma novela para se contratar um técnico (se é que precisa, pois Fernando Lázaro está indo muito bem na função).

O Timão cismou que quer um profissional vindo de Portugal (e parece não importar a linha de trabalho ou quem seja).

Por enquanto, recusaram a oferta:

1.Jorge Jesus

2.Vitor Pereira,

3.Paulo Fonseca,

e 4.Rui Vitória (ontem, segundo o Portal “Meu Timão”).

Especulam-se nomes como Bruno Lage, Nuno Espírito Santo e até Leonardo Jardim, que recebia alto salário no Oriente Médio e agora está no mercado.

São 7 nomes portugueses (que não têm a mesma filosofia de jogo). Afinal, querem um técnico dentro das diretrizes do time ou simplesmente alguém nascido na Pátria-Mãe?

O excesso de recusas, cá entre nós, pode fazer o clube virar chacota… ou não?

Corinthians - Últimas notícias, rumores, resultados e vídeos - ESPN

Imagem: Reprodução Internet

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– Gabriel Moleque? Sobre o menino do Palmeiras que… torceu contra?

A juventude sempre é uma fase de empolgação, descobertas, deslumbres e novidades. E isso varia de intensidade conforme a origem, educação, condição social e econômica.

Quando os pais conseguem orientar o jovem, ótimo. Às vezes não é possível, e eles se tornam rebeldes e auto-suficientes (pois serem “donos-da-verdade” é algo comum a eles neste período imaturo).

Dito isso, neste final de semana repercutiu negativamente o fato do jogador Gabriel Menino ter curtido a postagem do Chelsea na qual os Blues comemoravam a vitória no Mundial (e, consequentemente, a derrota do Palmeiras).

Por não ter sido levado para o torneio pelo treinador Abel, o atleta se revoltou e cometeu tal erro (que a torcida pegará muito no pé, juntamente com seus colegas de time e os diretores do Palmeiras – já que é funcionário do clube).

Dizem que o sucesso subiu rápido na cabeça dele, segundo a imprensa. É o risco da idade e de uma formação não tão bem orientada… O certo é: clima para continuar no clube e ter o “perdão” dos torcedores, no momento, não tem.

Fico pensando: fez isso (a curtida) num momento de raiva, ou… de caso pensado, orientado por alguém, a fim de sair do Verdão?

Foto: reprodução da página do Chelsea (esse perfil “gabrielmenino00” é do próprio atleta).

– Will Dantas indicou o técnico do Corinthians? Pode?

Há coisas inacreditáveis no futebol: leio (referência na figura extraída do twitter abaixo) que o empresário do atacante Pedrinho, Will Dantas (aquele que um dia disse que o Barcelona o procurou pois queria seu atleta como substituto de Messi, relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-nmS) quer emplacar o novo técnico do Corinthians – indicando o português Bruno Lage.

Se realmente isso acontecer…

  • Empresário manda em clube de futebol? É tão forte assim?
  • Onde está a convicção, filosofia, linha de trabalho dos clubes, respeitabilidade de um presidente de agremiação?

Aliás, tá demorando para termos “fumaça branca” no Parque São Jorge, não?

– Como é a Vida de um Puxa-Sacos!

Gosto de bons artigos e, mais ainda, de bons escritores, lógico. Um deles, Fábio Steinberg, beirou a perfeição em um artigo na antiga Revista Alpha, Ed 25, pg 53-54, ao falar da Vida dos Puxa-Sacos.

Veja se ele não foi perfeito nesse artigo: como é o dia-a-dia dessas pessoas…

A VIDA DURA DOS PUXA-SACOS

Eles riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer
asnice dita pelo chefe

Ninguém sabe ao certo como surgiu o puxasaquismo, mas há uma corrente de estudiosos que põe a culpa de tudo nos chimpanzés. Organizados por hierarquia de comando desde que surgiram na Terra, até hoje os primatas mais fraquinhos passam dias e noites paparicando os mais fortes. Para esses primos dos humanos, o ritual inclui beijar os pés do chefão, levar oferendas meio bestas, como folhas e gravetos, e até entrar em fila para fazer cafuné nos nobres pelos do mandatário. Seja por gene, seja por observação direta, o fato é que a chegada desse comportamento bizarro ao universo dos homens foi só um pulo. O “processo adaptativo para garantir a sobrevivência”, como alguns cientistas sociais costumam rotular a bajulação aos poderosos, segue os mesmos princípios da era das cavernas, mais tarde repetidos na adoração aos faraós e na adulação aos reis absolutos dos séculos seguintes, até se disseminar hoje como uma praga no mundo corporativo.
Coube ao jornalista americano Richard Stengel, hoje editor da revista Time, escrever o primeiro e, provavelmente, único tratado sobre a bajulação. Com o título You’re Too Kind (“Você é muito gentil”), ele considera essa prática uma epidemia social, embora amenize o estrago sob a classificação de “mentiras inofensivas que fazem o gerador e o receptor se sentirem melhor”. Assim, no universo empresarial, o puxa-saquismo não seria nada além de um mal necessário indispensável ao equilíbrio das relações profissionais. Para o autor, a soma de elogios exagerados esconde a estratégia do profissional de buscar um resultado prático — desde se tornar o mais querido dos subordinados até garantir um escritório com janela ou turbinar a carreira. Trilhando o caminho da ambiguidade, o ato de bajular se confunde com educação e respeito à etiqueta social.
Stengel se animou tanto com o conceito que desenvolveu que chegou a elevar o puxa saquismo à condição de arte. Uma forma de sedução em que a meta é nunca cair no lugar-comum. É saber elogiar a beleza se a pessoa for inteligente. E destacar a inteligência se a pessoa for muito bonita. Com isso, o autor acabou fazendo em sua obra uma megagentileza tão grande aos puxa-sacos que o livro se esgotou. A experiência demonstrou a essência da bajulação, que é obter um benefício direto dos que concentram o poder por meio de um tratamento privilegiado por quem precisa do favor.
A tese de Stengel passa um pouquinho além da conta. Enquanto na vida social a noiva está sempre linda, o recém-nascido é sempre uma gracinha e o morto era uma ótima pessoa, nas empresas é o chefe que está sempre elegante e bem-vestido, suas ideias são inovadoras e criativas e suas iniciativas não deram certo por serem muito avançadas em relação ao tempo. Os princípios que regem a bajulação são os mesmos em qualquer contexto. Só que, enquanto no campo social se mostram em geral inofensivos, nas empresas carregam um interesse oculto.
Ao oferecer um ambiente acolhedor que permite aos puxa-sacos crescer e se multiplicar, as empresas se tornaram santuários modernos para o exercício da adulação. Pode-se falar até em carreira para eles, que começam como simplórios juniores que riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer asnice dita pelo chefe até os mais seniores, que aprendem a se anular como indivíduo para viver a vida daqueles que mandam no pedaço e, num desprendimento inédito, praticam um mimetismo que os faz se confundir com os superiores como se ambos fossem uma única alma. Sutis, os mais tarimbados não cometem erros primários de chamar o chefe de gênio, pois sabem que o contrário é que soaria como autêntico. No entanto, adotam métodos subliminares de identificação com o dirigente da vez: copiar cortes de cabelo, modo de vestir e até assumir o mesmo time de futebol.
Em retribuição à eliminação da vontade própria e ao alinhamento absoluto e fidelidade canina ao patrão, o funcionário espera dele a retribuição, de singelos sorrisos de aprovação a demonstrações explícitas, como aumento de salário e promoção de carreira. Como parasita, o puxa-saco só existe porque encontra quem patrocine seu comportamento. Isso se explica pela solidão do poder, que isola e fragiliza seus detentores e, ironicamente, os torna emocionalmente dependentes de mercenários que topem se ajustar aos seus caprichos, opiniões e atos. O final a gente já conhece: de tanto viver à custa da hospedeira, os parasitas acabam por matá-la. E, sem ter mais do que se nutrir, também vão para o brejo.

(*) Fabio Steinberg, jornalista e escritor, autor dos livros Ficções Reais e Viagem de Negócios, há 20 anos dá consultoria sobre comunicação a empresas. Escreva para ele: fabionet@uol.com.br

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Imagem extraída de: https://www.resilienciamag.com/quem-puxa-saco-tambem-puxa-tapete/

– O novo técnico do Corinthians será…

Pela lógica, o novo treinador do Corinthians será, pela ordem: Renato Gaúcho, Diego Aguirre ou Jorge Jesus!

Calma, essa introdução se dá pois, lembremo-nos, antes da chegada de Sylvinho (que era a 3ª opção), o Timão procurou o treinador que havia saído do Grêmio e depois o uruguaio. Recentemente, o presidente Duílio Monteiro Alves confirmou que Jorge Jesus foi oferecido ao clube, que o recusou por estar satisfeito com o atual técnico.

Fico sempre me questionando: se depois de 9 meses o clube terminou em 5º no Brasileirão (e isso é muito bom), como é que depois das férias e num espaço de 8 dias (3 jogos entre a penúltima 3ª feira e ontem) o profissional não serve mais?

Maluquice… ou incoerência! Quem avaliou a permanência dele foi a mesma pessoa que que avaliou a saída? Então demita-se o avaliador!

Em tempo: não sei o motivo, mas tá com um “cheiro” de que Luxemburgo será o técnico…

Imagem: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

– Endrick e a pressão do empresário.

Wagner Ribeiro é o empresário de Endrick, a grande promessa palmeirense. No papel, é o “consultor de carreira” do menino, já que por ter apenas 15 anos, não pode ter agente.

Ele foi o mesmo que levou Robinho ao Real Madrid, Kaká ao Milan e Neymar ao Barcelona. Mas também quem hiper-valorizou Lulinha ao Chelsea, chamou Tiago Luís como “Novo Messi” e disse que Igor Gomes era melhor que Kaká. Também, recentemente, afirmou que Neymar é melhor do que Pelé.

Ele “dá a vida aos seus clientes” – afinal, ganha milhões com eles. Mas exagera, e nisso perde credibilidade e joga uma pressão enorme neles, que se não jogarem realmente como “novos Messi ou novos Cristianos Ronaldos”, sucumbem.

Aliás, Endrick, graças ao empresário, apareceu em 3 capas do Marca, jornal espanhol. Vejam só a última abaixo. É pressão demais ou não?
Imagem extraída de: https://ge.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/endrick-do-palmeiras-e-capa-de-jornal-espanhol-e-diz-tenho-muito-carinho-pelo-real-madrid.ghtml

– Essa história das “bandeiras improvisadas” nas Eliminatórias não tá cheirando muito mal?

Cada vez que alguém comenta a “história do esquecimento das bandeirinhas no Chile“, a coisa soa mais estranho ainda…

Por quê?

Por tais motivos, aqui: https://youtu.be/f24tiZfUjEs

– Descanse em Paz, seu Laguna.

Faleceu o seu Almir Laguna, marcante árbitro de futebol nos anos 80 e 90 – e um dos meus primeiros instrutores.

Gostaria de registrar algumas palavras em memória a ele, no vídeo em: https://youtu.be/jdvKAFuYflY

Que o seu Laguna descanse em paz.

– Pisadas na bola como a de Sóbis são raras?

Rafael Sóbis “causou” ao dizer que, por torcer para o Colorado, “tirou o pé” numa partida pelo Cruzeiro para tentar ajudar o Internacional na outra contra o rebaixamento (que foi em vão).

Imaginem os companheiros dele naquela oportunidade, como devem estar?

E os torcedores?

Enfim: além da questão ético-profissional, fica o lembrete: ele é um caso “à margem” ou existem outros tantos por aí?…

Sobis teve duas passagens pela Raposa, sendo a segunda se iniciando em 2020

Imagem: Gustavo Aleixo / Cruzeiro, extraído de: https://www.lance.com.br/cruzeiro/rafael-sobis-anuncia-aposentadoria-apos-vitoria-sobre-brusque-pela-serie.html

– Campeonatos Jabuticabas: os Estaduais brasileiros!

Texto escrito há 5 anos, mas válido para hoje:

Daqui alguns dias começarão os Campeonatos Regionais, que assim como os “Pés de Jabuticabas”, só existem nos Brasil. Tirando os de São Paulo e Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais. Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x XV de Jaú valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que não se discuta para valer o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano retrasado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Campeonato Paulista?”

Vencer o Paulistão só vale o status (e o dinheiro, lógico). Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Audax, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Piracicaba, Noroeste, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses nas divisões que disputam e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

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Imagem: Internet, de autoria desconhecida.

– Pablo, São Paulo e Profissionalismo.

A história do atacante Pablo, que está afastado do Tricolor do Morumbi para ser negociado, ganha capítulos que não podem ser levados a sério.

O São Paulo o ofereceu ao Ceará, e o atleta não quis ir (é direito dele aceitar ou não uma proposta de trabalho). Idem ao Santos. Talvez aceite o Athlético Paranaense.

O problema é: o jogador tem contrato vigente, e o clube deve 2,5 milhões de reais a ele em salários atrasados! Vai abrir mão?

Noticia-se que Pablo aceita não receber os valores a vencer do restante do contrato (isso é razoável, apesar de que poderia insistir em ficar até o final dele), e que o SPFC quer que a dívida seja perdoada.

No seu emprego, você trabalha e aceita numa boa “não receber”?

Não tem que questionar o atacante. Tem que questionar o(s) dirigente(s) que o contratou (e que trouxe outros tão caros jogadores que não deram certo).

– A cartilha do Paulo Sousa é um tiro no pé?

Dizem que quando Jorge Jesus quis tratar “a ferro e fogo” os jogadores do Flamengo, um grupo de atletas se reuniu com ele e o avisaram que “no Rio de Janeiro, a coisa era diferente de Lisboa”. O “Mister” aliviou no trato rigoroso com os atletas.

Paulo Sousa chega no Flamengo proibindo celular durante as refeições, pós-jogos à noite com jantar entre os familiares dos atletas e inicio dos treinos às 08 da manhã…

Se fizer isso, já começou a cair. E novamente ouviremos os clamores pelo JJ na arquibancada. Ou não?

Paulo Sousa - Flamengo

(Foto: Felipe Patiño/CRF), extraído de: https://www.lance.com.br/flamengo/flamengo-paulo-sousa-comanda-o-primeiro-treino-no-campo-assista.html

– Boa sorte ao Umberto.

Ontem, no Estádio Jayme Cintra, reencontrei o Umberto Louzer.

Apitei jogos dele, nossas filhas estudaram no mesmo colégio, vira-e-mexe nos encontramos em Jundiaí.

Começou como treinador do Paulista FC em 2017 e é um dos sujeitos mais corretos que conheci no futebol.

E vou “falar bem baixinho”: quase acertou com um time grande do Brasil neste começo de ano… mas o nome não conto.

Boa sorte a esse grande cara!

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– Endrick, do Palmeiras, será um profissional de sucesso?

Há um garoto que está “arrebentando” nas categorias de base há algum tempo: Endrick, atacante do Palmeiras. Driblador e goleador, em duas rodadas da Copa São Paulo de Futebol Jr mostrou excelente qualidade em campo.

A questão é: precisamos ter “calma com o andor, pois o santo é de barro”. E assim como fiéis tomam cuidado para não derrubar seus santos na procissão, esse ditado popular vem trazer a preocupação de que muitos talentos da base acabem “micando” pela falta de cuidados no processo de maturação do atleta. Afinal, nesta idade e com os holofotes, a maturidade tem “outros prazos”.

Com 17 anos, o Corinthians (através do empresário da época) dizia que “Lulinha valia mais de 30 milhões de euros”. E o vendeu por quanto? Onde está jogando agora?

Tivemos Sérgio Motta, Harinson, João Fumaça… supostos “futuros jogadores de Seleção”. Também tivemos “Novos Bebetos, novos Raís, novos “Messis”… Jean Chera e Thiago Luís, ex-Santos, que o digam.

Não conheço a educação do garoto, seu agente, tampouco o trabalho de bastidores que se faz com Endrick. É “bom de bola demais” para a sua idade, não se discute isso. Torcerei para ele, mas fica apenas o apontamento: há um trabalho psicossocial sendo realizado com ele? Planejamento de carreira? Ajuda para os impactos do sucesso esportivo e financeiro em sua vida?

Que ele possa ter uma ótima assessoria familiar e profissional.

Endrick comemora um de seus gols pelo Palmeiras — Foto: Fabio Menotti

Foto de Fabio Menotti, extraída de: https://ge.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/aos-15-anos-endrick-faz-golaco-na-copinha-e-deve-treinar-com-o-elenco-profissional-do-palmeiras.ghtml

– Você é Criativo?

“Ser criativo não é só ter ideias originais – é pensar em como torná-las realidade”.

Abaixo a matéria, extraída da Revista Época, Ed 0208, pg 90-94 (citação dos autores abaixo), de excelente conteúdo a respeito do “quanto somos criativos?”

Caso deseje fazer um teste para saber o quanto você é criativo, entre no link:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI159267-15228,00-PROCURAMSE+CRIATIVOS.html e clique na lâmpada que pedirá para iniciar o exercício.

PROCURAM-SE CRIATIVOS

A criatividade se tornou a qualidade mais desejada no mercado de trabalho. O que fazer para aumentar a sua

POR Francine Lima, Nelito Fernandes e Anna Carolina Lementy

Lembre-se da última boa ideia que lhe ocorreu. Ela pareceu vir do nada, durante o banho? Você deixou que ela escorresse pelo ralo e não pensou mais nela? Ou anotou, contou aos amigos e imaginou como aplicá-la em sua vida? Se você é alguém que tem ideias originais, do tipo que assustam um pouco sua família, e gosta de tentar colocá-las em prática, chegou sua hora: esses pensamentos borbulhando em sua cachola podem valer um emprego novo, um aumento ou mais negócios. Se você não se acha dos mais criativos, ânimo. Nas próximas páginas, vamos lhe dar boas razões para acender as lâmpadas aí dentro e mostrar como fazer isso. O motivo vem de pesquisas recentes feitas com os maiores contratadores do mundo.

Uma dessas pesquisas, feita pela prestadora de serviços tecnológicos IBM com os principais executivos de 1.500 empresas, de vários países, revelou que eles consideram a criatividade o fator crucial para o sucesso atualmente. Para que suas empresas consigam driblar as dificuldades e aproveitar as oportunidades, precisam de gente com ideias novas. Outra pesquisa, feita pela consultoria de administração de pessoal Korn/Ferry, com 365 dirigentes de grandes empresas só na América Latina, chegou à mesma conclusão: a habilidade de criar o novo e o diferente é a mais desejada por mais da metade dos dirigentes (56%). Ficou à frente de capacidades fundamentais, como saber tomar decisões complexas e conduzir equipes rumo a resultados. A essa altura, seria razoável perguntar por que as companhias simplesmente não treinam seus funcionários e fornecedores para ser mais criativos ou não saem por aí oferecendo aos criativos mais dinheiro. A resposta: elas tentam, mas chegaram à conclusão de que treinar ou encontrar gente criativa não é tão simples.

Os dirigentes entrevistados pela Korn/Ferry consideram a criatividade a habilidade mais rara de encontrar e também a mais dura de ensinar dentro dos ambientes de trabalho tradicionais (embora seja possível aumentar essa capacidade com o ambiente e os métodos certos, como veremos adiante). Além disso, há indícios de que as pessoas altamente criativas estejam ficando mais raras. Uma pesquisa nos Estados Unidos mostrou que, ao contrário dos quocientes populacionais de inteligência (Q.I.), que crescem a cada geração, a criatividade vem caindo. O fenômeno foi observado pelo pesquisador Kyung Hee Kim, do College of William & Mary (uma importante universidade pública nos EUA). Ele avaliou testes de criatividade feitos desde 1958 e aplicou um deles há dois meses a 300 mil americanos, adultos e crianças. Segundo o cientista, as notas vinham subindo até 1990. De lá para cá caíram, especialmente entre crianças pequenas.

Se você acha que já tem o perfil ou quer passar a se encaixar nele, ainda há um ponto que precisa saber antes de começar a ajeitar o currículo. “Criar”, tanto para os altos executivos entrevistados quanto para os cientistas que estudam o funcionamento do cérebro, é um conceito mais profundo do que “ter ideias diferentes”. Está mais para “ter ideias diferentes e utilizáveis, e ter o impulso de realizá-las”. “Criativo”, por essa visão, não é aquele sujeito maluquinho, cheio de pensamentos vibrantes e caóticos, mas pouco prático. O verdadeiro criativo trabalha. Ele pensa em como implementar as ideias e conhece os limites do mundo real, como escassez de material, dinheiro ou tempo – mesmo que seja para chutá-los para o alto.

Outras qualidades profissionais seguem em alta: ética, comunicação fluida, capacidade de análise, poder de inspirar equipes. Por que a criatividade se tornou mais desejada que todas? Nos países ricos, há o cenário do momento: uma crise que ameaça destruir as empresas menos espertas e pouco flexíveis. Pensando no planeta, incluindo o Brasil, sabemos que o mundo ficou, a um só tempo, menos previsível para quem vende e mais generoso para quem compra. Há abundância de oferta de produtos e serviços, que tendem a se tornar mais baratos. Mais empresas competem com maior eficiência por consumidores mais exigentes. As companhias precisam cortar custos e oferecer novidades de forma acelerada. O jeito velho de trabalhar não produz novidades na velocidade desejada. Vai se destacar quem conseguir criar mais e criar bem.

Um exemplo é a arquiteta Sarah Torquato, mineira de 25 anos. Em quatro anos, ela passou de estagiária a coordenadora de lançamentos na construtora MRV. Desde que começou a estagiar, Sarah depositou no banco de ideias da empresa 40 sugestões de como substituir materiais de construção por alternativas mais baratas, das quais 15 foram adotadas. Ninguém contribuiu tanto. Suas recompensas pelas ideias chegaram a R$ 40 mil, dinheiro com que deu entrada num apartamento aos 24 anos. Como uma pessoa tão jovem pode ser tão produtiva? Sarah diz que muitas vezes acordava de madrugada com uma inspiração, anotava a ideia num caderninho e voltava a dormir (leia dicas para aumentar a criatividade). “Fico ligada em tudo, o tempo todo”, diz.

Alguns amigos a criticaram pela quantidade de sugestões. “Muita gente dizia: pare de dar ideias, a MRV já está rica.” A empresa diz ter distribuído R$ 1 milhão em prêmios para os funcionários por ideias que lhe economizaram R$ 80 milhões. Há ingredientes parecidos nas histórias do engenheiro químico Marcos Aurélio Detilio, que ofereceu sugestões de economia de energia aos clientes da empresa de engenharia e tecnologia Chemtech, em que trabalha, e conseguiu três promoções em quatro anos; ou de Arnaldo Gunzi, de 31 anos, que adaptou modelos matemáticos para melhorar o deslocamento de técnicos de telefonia no Recife e ganhou a oportunidade de trabalhar na Austrália; ou da chefe de cozinha Carole Crema, de 37 anos, uma das responsáveis por iniciar no Brasil a moda dos cup cakes, os bolinhos confeitados feitos em formas individuais. Criatividade é essa capacidade de ver possibilidades que os outros não enxergam e contribuir com algo original e útil.

Como desenvolver a criatividade

Imagem extraída de: https://digilandia.io/gestao-e-lideranca/como-desenvolver-a-criatividade/

– Fábio, Cruzeiro, SAF e… dívidas!

O goleiro Fábio não será mais jogador do Cruzeiro-MG. A nova administração da SAF não renovou seu contrato por não ter mais interesse desportivamente nele (segundo ele próprio em nota).

Todo administrador de empresas tem o direito de escolher seu quadro de colaboradores. Contratar ou demitir faz parte do negócio, e não devemos criticar atitudes que visam a saúde financeira do empreendimento, desde que éticas e honestas.

Porém…

Fábio tinha reduzido seu salário, foi convidado pelo Cruzeiro SAF a reduzir uma segunda vez os seus vencimentos e não recebeu seus atrasados! Diante disso, segundo seu relato abaixo, após uma reunião resolveu sair do clube.

Repito: faz parte do negócio a rotatividade de funcionários, mas pagar seus honorários e cumprir com as obrigações trabalhistas, ao menos, não se discute.

Com as indenizações na Justiça do Trabalho e as multas dos salários a receber, provavelmente o goleiro receberá muito mais que o time lhe deve. Teria sido um bom negócio ao Cruzeiro?

O desabafo dele, abaixo:

“Meu desejo é permanecer até dezembro de 2022. A renovação do meu contrato foi acertada com o clube, através do presidente Sergio Rodrigues em novembro de 2021, que inclusive anunciou publicamente, faltando apenas as assinaturas dos documentos negociados. Mas esta nova administração não me deu mais essa opção. O Cruzeiro sempre foi mais que meu trabalho, foi minha casa, minha família, minha vida. Nos últimos anos trabalhei ainda mais duro. Orava todos os dias entregando nosso clube a Deus para que nosso Cruzeiro voltasse ao lugar onde vivi meus melhores momentos.
A diretoria foi clara que não deseja contar comigo desportivamente para 2022. Na reunião, estava presente os diretores Pedro Martins e Gabriel Lara. Paulo André estava na sala do lado, não teve sequer a consideração de me cumprimentar, sendo um ex-companheiro de clube. Em nenhum momento me deram a opção de continuar.
Sei o que passo em cada lágrima de dor em ver nossa luta de voltar à Série A. Não me deram nem a opção de receber dentro do teto, muito menos de ajudar o clube no Campeonato Brasileiro. Não me deram outra opção que não fosse finalizar minha vida no Cruzeiro ao final do Campeonato Mineiro. Me disseram que eu não faço parte do planejamento desportivo para 2022. Os 3 meses oferecidos só aumentariam a dor da despedida. Ajudar a levar o Cruzeiro de volta à Série A era o meu maior sonho. Queria muito tentar, muito mesmo, dói escrever isso. Me perdoem de coração não ser possível. Sei a dor que eu e 9 milhões passamos, dando nossas lágrimas e suor para voltar ao lugar de merecimento da grandeza do Cruzeiro.
A SAF Cruzeiro quer encerrar minha carreira imediatamente, mesmo estando em condições físicas e técnicas para continuar em alto nível. Em 2021 fiquei fora somente de um jogo. Nunca pedi para me ausentar, nunca faltei em treino. A história que construí foi repleta de títulos, mas sobretudo de respeito à instituição e muito trabalho e suor.
Eu e minha família choramos muito nesse momento. Conto com o carinho e respeito de vocês nesse momento tão difícil.”

Boa sorte ao Fábio.

– Mascarando problemas profissionais com a Empatia!

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

5 passos fundamentais para desenvolver empatia em vendas

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/

– Sucesso e esforço.

Uma ilustração que representa com fidedignidade o ditado: “você vê as pingas que eu tomo mas não vê os tombos que levei…”.

Abaixo:

– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

por Camila Pati

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

Jovem desmotivada: chefe distante foi o mais rejeitado pelos entrevistados  (Getty Images/). Imagem extraída de: https://exame.com/carreira/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam/