– Pobre Brasil… Lula, o “Honesto”, volta à cena.

Que país vivemos, senhores? Um lugar onde aguentamos Bolsonaro e Doria fazendo trapalhadas na gestão da crise da pandemia e, agora, a vergonhosa canetada do Ministro Fachin liberando Lula de suas culpas julgadas na Lava-Jato.

– Atenção, todos aqueles que foram condenados por propina nesta mesma operação: peçam aos cofres públicos a devolução do dinheiro que a Lava-Jato recuperou na Justiça! Serve PIX ou será TED para paraísos fiscais?

Que vergonha da minha nação. Terra de loucos, fanáticos e impunes.

Eu cheguei a pensar que a matéria abaixo era brincadeira:

– Espelhe-se em líderes, presidente!

Não custaria nada o presidente Jair Bolsonaro se espelhar em outros líderes mundiais que estão sendo elogiados, não é?

E por que não o faz?

Falta assessoria?

Ou é teimosia?

Se fizesse isso, evitaria constrangimentos como os ocorridos no meme abaixo…

Aqui:

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– A Farra do Plano de Saúde do Senado Brasileiro

De 2014, um repost que não pode ser esquecido:

Veja só: Demóstenes Torres, senador cassado, ainda se beneficia do Plano de Saúde vitalício de quando estava no Congresso. Mesmo tendo perdido o cargo por corrupção, ele e a família continuam bancados por nós!

Funciona assim: cada senador tem direito a gastar R$ 32.958,12 por ano. Mas se você não usar, acumula para o ano seguinte. Se em 10 anos você não usar, está lá mais de 320.000,00 para serem gastos e que não têm prazo de validade.

Se o político for suplente e assumir o cargo por um dia apenas, ganha o benefício para o resto da vida. E se for cassado por corrupção ou crimes, não perde.

Sensacional, não?

Se precisar de dentista, a regra é a mesma, só mudam os valores: R$ 25.998,96;

Ô país de poucos privilegiados… enquanto isso o povão está se matando na fila do INSS.

(números extraídos de OESP, ed 10/03/14, pg A5).

– Lisca x Bolsonaro e Abel x Dória: clássicos indiretos e pertinentes.

Antes de mais nada (devido à pilhagem das Redes Sociais), preciso fazer uma introdução: não sou Lula, nem Bolsonaro, nem Dória, nem Amoêdo, Ciro, Alckmin, FHC, Marina, Boulos, Enéas ou Marronzinho. Sou apartidário, mas como cidadão, não posso ser apolítico.

Ouvi duas entrevistas de treinadores de futebol contundentes e que aplaudo: Lisca Doido (que de doido não tem nada) e Abel Ferreira (o português que aprendeu a entender o Brasil tão bem, mesmo com pouco tempo de morada).

  • Lisca criticou a continuidade dos campeonatos regionais e a omissão da CBF, abordando o descaso com a vida dos profissionais de futebol e o menosprezo com as pessoas expostas ao Covid-19. Indiretamente, valeu para o presidente Bolsonaro, que não tem incentivado o uso de máscaras, não se esforça para evitar aglomerações e parece viver outra realidade.
  • Abel falou sobre a dificuldade em entender o lockdown que não existe: se proíbe o comércio de cabo a rabo (especialmente dos pequenos e que se cuidam), mas permite-se futebol, celebrações religiosas e outras liberações que contradizem com o “rigor de faz de conta” contra o Novo Coronavírus. Indiretamente, valeu para o governador Dória, que decreta Zona Vermelha e faz uma confusão com liberações e restrições.

Sinceramente?

Todos têm sua parcela de culpa na pandemia, é claro (inclua-se o relaxamento da população). O fanatismo cegou as pessoas e a radicalidade assusta. Quem critica, passa a ser debochado e desacreditado pelos adoradores de políticos. Sempre há justificativas não justificáveis. Mistura-se a gestão da pandemia com a crise econômica e política, onde imediatamente surge um: “e o PT”?

O que tem isso a ver? Criticar Bolsonaro é ser petista? Nada disso. Nem ser comunista ou Dória. Aliás, só para reforçar: os petistas e demais políticos envolvidos em corrupção, sejam pelos escândalos do Petrolão, Mensalão, Dersa-Rodoanel, Rachadinha ou “Mansão da Fantástica Fábrica de Chocolate” devem estar (ou deveriam) na cadeia. Ainda bem que há pessoas lúcidas no futebol para defender a prevenção. Pena que não conseguem se movimentar para atitudes mais incisivas.

Em tempo: os protocolos, já percebemos, tem falhas. Vide mais de 300 atletas do Brasileirão tendo subido contaminados…

Por fim: quase 2000 mortes por dia deveria ser motivo de consternação, não de simpósio político. Mas parece que perdemos a empatia, a sensibilidade e a humanidade.

– Insensibilidade?

Caramba, eu me assusto que, mesmo sendo divulgado 1700 mortos por COVID, existam pessoas insensíveis que politizam a questão é até desdenham de tudo isso!

É revoltante ler: “culpa desse, culpa daquele, culpa de não sei quem”, e o problema maior, que é acabar com a pandemia, seja deixado de lado.

Falta de empatia somente, ou excesso de fanatismo político?

O país está doente. Quando tanta gente morre assim, e ainda se acha normal ou se cria desculpas-fakes como “morre-se mais de gripe do que de COVID” (e outras bobagens do tipo), é para repensarmos a humanidade (ou desumanidade).

– Uma história real?

O deputado, seus colegas, o Céu e o Inferno!

Qualquer realidade ou coincidência com o cenário político atual…

Assista ao vídeo:

– Você não se assusta com quem “pega pilha” por Política? Sobre Fanatismo Político:

Você não se assusta com pessoas que se fanatizam nas Redes Sociais com a Política?

Basta escrever algo que não agrade a pessoa – seja de Direita ou Esquerda – e o algoritmo do Facebook lhe mostra uma opinião diferente da sua (já que ela se habituou a ver coisas radicais por conta desse mecanismo da Web). Imediatamente, o sujeito se transforma e você vira alvo desse fanático por político!

Que fenômeno recente, não? O cara que não era politizado, nos anos 2000/2010, havia virado um devoto petista, a ponto de não ver erros do líder-mor Lula. Negava qualquer ato corrupto e sempre compactuava que ele “nada sabia”. Agora, nos anos 2010/2020, a contrapartida bolsonarista, onde Jair é o Messias Imaculado! E tudo que se critique do presidente atual, passa a ser motivo de desabono contra quem escreve, pelos olhos do adorador.

Lula, Bolsonaro, Alckmin, Amoêdo, Dória, Ciro, Boulos… todos têm seus pecados – que podem ser diferentes um do outro. Criticá-los é necessário, pois faz parte do exercício da Cidadania (fiscalizar o governante). Isso não é torcer contra, mas corrigir rotas! É democracia.

É tão difícil a pessoa ter sensatez e enxergar isso sem o elemento passional?

O meme abaixo é perfeito: Lula criticava a imprensa e fazia seus eleitores chamarem a Globo, a Folha e a Veja de “imprensa interesseira”. A Globo ganhou pelos petistas o apelido pejorativo de “#Globolixo”. E o que vemos agora com Bolsonaro?

Curiosíssimo como a história se repete, independente de ideologia.

– #tbt2: Rir para não chorar…

Só assim: rir (para não chorarmos) daqueles que desfalcaram os cofres públicos…

Há 6 anos, vivíamos o auge do Petrolão. E duas personagens importantes sumiram do noticiário: Graça Foster e Nestor Cerveró. Lembram deles?

Foram só essas pessoas que assaltaram a Petrobrás? Nada disso…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Contra o Fanatismo: Ponderação!

Impressiona como falar sobre Política de uma maneira isenta acaba sendo prejudicial para o cara sensato. “Isentão” virou palavrão e adjetivo negativo! TEM que ser Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda, a fim de agradar quem não respeita pensamento discordante.

O gozado são as pessoas brigando entre si! Vivem, respiram, verborrageiam Política. Ou melhor: seus ídolos políticos. E os blindam de qualquer erro – são imaculados!

Compartilho, pois foi dito há milênios, mas continua atual:

“O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões ou complementos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Crédito da arte na própria imagem.

– Lula e Bolsonaro irmanados contra Moro? Mesmo não estando juntos, comungam aparentemente do ideal.

A interpretação dos fatos no Brasil sempre ocorre de acordo com as paixões. Um bom exemplo: Sérgio Moro e a suposta parcialidade nos julgamentos. 

Há uma grande confusão disseminada nas Redes Sociais. O problema reside em: não é que Lula tenha sido um inocente condenado por alguém que lhe inventou culpa, mas sim um corrupto no qual o juiz ajudou os procuradores a não deixá-lo escapar das garras da Lei. 

Bem claro: Moro não plantou provas inexistentes, mas deu dicas à PGR de como provar sua culpabilidade (o que não poderia ter feito, pelo cargo que ocupa).

A questão é: Lula poderá ser novamente julgado, blá-blá-blá e toda a culpa dos monstruosos crimes de corrupção do Mensalão e do Petrolão, impunes.

A reboque, uma alegria indisfarçável do Governo na implosão da Operação Lava-Jato (um desejo de Bolsonaro desde que tentou – e conseguiu – intervir na Polícia Federal nos tempos de Moro ministro). 

Não é curioso que Luís Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro estejam em comunhão contra Sérgio Moro? Ou não estão?

Não seria somente por uma possibilidade do ex-juiz se candidatar à Presidência em 2022… ou não é assim?

Difícil responder tais questões.

– Malandro é Malandro e Mané é Mané!

Hoje faz 3 anos dessa foto tanto significativa… vale a pena relembrar para entendê-la:

Viram o prefeito João Dória Jr se esforçando para uma foto com Zeca Pagodinho?

O músico, esperto como só, sempre correu de todos eles – dos de esquerda ou dos de direita. E no Sambódromo Paulistano fez um verdadeiro malabarismo para não deixarem achar que estaria apoiando o atual mandatário de São Paulo.

Faz bem! Zeca tem meu respeito desde que o vi ajudando desabrigados numa enchente em Xerém, como um ilustre anônimo de coração solidário.

Dá-lhe Pagodinho! Olha o “sorriso” que ele deu para o clique:

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– O escárnio da festa de Arthur Lira: teve até minuto de silêncio para as vítimas de Covid!

A festa do deputado Arthur Lira, novo presidente da Câmara, contou com sua base de apoio bolsonarista e até de alguns desafetos. Porém, num clima de “aqui não existe pandemia”, muita badalação e falta de máscaras. 

O mais curioso: em meio a champanhes, foi realizado um minuto de silêncio em memória das vítimas de Covid.

Pode? Quem desdenha do vírus praticar este ato tipicamente “protocolar”?

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=MgLVt28vRZI

– Santidade de Político? Faça-me o favor… das lagostas do Judiciário ao leite condensado do Executivo.

Em 2019, o STF gastou mais de 1 milhão de reais em “refeições institucionais” aos ministros. Elas se baseavam em Lagostas e Vinhos Premiados (fonte: https://doutoradevogado.jusbrasil.com.br/noticias/702257470/stf-pode-gastar-1-2-milhao-com-lagostas-e-vinhos-refeicoes-institucionais).

Os ex-presidentes da República vivos, pasmem, ainda custam caro para a União: Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma tem muitas viagens custeadas pelos nossos impostos, além de motoristas e carros. Os gastos de cartão corporativos deles, noticiados vez ou outra, mostravam quantias absurdas com produtos bem acima do preço a nós, mortais (fonte: https://www.feebpr.org.br/noticia/mordomias-a-ex-presidentes-do-brasil-ja-custaram-r-36-milhoes-aos-cofres-publicos).

Agora, vemos os 15 milhões de reais gastos pelo Governo Bolsonaro com leite condensado, saindo a R$ 162,00 / unidade (dados do Portal da Transparência, do próprio Governo). Óbvio, não foi ele quem comprou pra si, mas se refere ao valor para todos os órgãos, custando esse preço médio (o que não muda muita coisa, em termos de absurdo).

Obviamente, fica a impressão de superfaturamento. Mas o que mais assusta: há quem defenda com unhas e dentes esses senhores!

Lula, Dória, Bolsonaro… não me parecem ser políticos imaculados. Aliás, qual político seria santo?

– A imoral mordomia dos cargos comissionados para a Mesa Diretora!

O texto tem 2 anos, mas é bem atual: em breve teremos a eleição do novo presidente da Câmara, e olhe só as mordomias que o deputado eleito recebe ao ser o escolhido. Abaixo:

Dias atrás mostramos o quanto ganha um deputado federal (vide em: https://professorrafaelporcari.com/2019/01/28/salario-e-auxilios-de-um-deputado-federal-no-brasil/). 

Pois bem: e, estando às vésperas da Eleição para a presidência da Câmara, eis quantos assessores comissionados são contratados para os membros da Mesa Diretora (informações da Folha de São Paulo, 28/01/2019)! Fora os seus empregados como deputado eleito, o Presidente do Congresso e os demais membros têm direito ao seguinte número de “assessores extras”:

Presidente: 82 funcionários comissionados a mais.

1o Vice: 43

2o Vice: 31

1o Secretário: 37

2o Secretário: 36

3o Secretário: 35

4o Secretário: 33

1o Suplente: 11

2o Suplente: 11

3o Suplente: 11

4o Suplente: 11

Entendeu o motivo pelo qual o Deputado Rodrigo Maia não quer “largar o osso”e tantos outros políticos sonham com o cargo?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Mais de 1300 mortos por Covid hoje, e a nossa diplomacia padecendo junto…

No dia em que quebramos um recorde negativo de falecidos por Covid no ano, penso que precisamos de um Barão do Rio Branco. Explico: 

Há 3 meses, o Brasil não apoiou a Índia na OMC. As relações com o país (que pertence ao BRICS) esfriaram. Eles estão produzindo a vacina da AstraZeneca / Oxford, que um dia Bolsonaro achou que conseguiria mandar o avião para lá e buscar. Deu errado, pois os indianos recusaram a entrega.

Desde que eleito, o Brasil criticou por várias vezes (através do executivo maior do Itamarati, Ernesto Araújo, e dos filhos do presidente da República), a relação com os chineses. Nenhuma queixa à China contra a defesa dos Direitos Humanos, Liberdade de Expressão ou em favor da Democracia por lá (os pecados gravíssimos que o Partido Comunista Chinês comete e que poderiam ser discutidos), mas apenas a elementos olavistas de teorias conspiratórias. Agora, os insumos de vacinas que precisaríamos estão sendo produzidos lá…

Meses atrás, a norte-americana Pfizer ofereceu a vacina para o Brasil, que recusou a compra com argumentos estapafúrdios (o negacionismo da doença Covid-19 falou mais alto), e o Chile, Peru e outras nações vizinhas ficaram com ela.

Cerca de 50 países começaram a se vacinar antes do que nós, dos desenvolvidos aos pobres, dos capitalistas aos comunistas. Mas a justificativa é que “não precisamos ser os primeiros”, como se as mortes e as lotações de hospitais pudessem esperar. 

No ano passado, o Brasil comprou briga com Macron, presidente francês, e agora temos como 2o maior produtor de insumos no mundo, a… França. Obviamente, a preferência será das nações alinhadas com ela.

Por fim, ousamos (ou melhor, o presidente) falar de “pólvora contra os EUA”, após um discurso de Biden (pedindo proteção à Amazônia) – ele que é o presidente eleito da nação mais poderosa do mundo. Dispensa comentários.

O Brasil já foi exemplo mundial de acolhimento, respeito às diferenças, simpatia e harmonia. Uma nação “de bem” com todos, sem inimigos comerciais, onde o exemplo de bom relacionamento por aqui existia. Osvaldo Aranha foi o primeiro presidente da ONU! Sempre tiramos nota 10 em diplomacia. E agora, perdemos todo esse capital intangível?

Uma pena que estamos fazendo “papel de bobo” no cenário mundial, e ao mesmo tempo criando um lugar de animosidade, repleto de fake news e teorias conspiratórias. O “nós” contra “eles” versão radical de esquerda do lulopetismo mostra sua versão de extrema-direita bolsonarista.

Cansa ver, ler, ouvir e presenciar tanta bobagem. Um país tão harmonioso tornou-se um lugar de fanáticos políticos briguentos (e de qualquer ideologia). São elementos barulhentos, mas, felizmente, não são a maioria. A maioria dos brasileiros ainda é sensata – e as urnas mostram isso. 

Ops: antes da contestação: as urnas mostram que os presidentes eleitos nos últimos pleitos não tem a maioria dos votos da população, pois a maioria não quer ele. Os presidentes têm vencido com a MAIOR parte, o que é bem diferente. A maioria dos votos é composta pelos adversários, mais brancos e nulos.

Aguentemos o tranco e torçamos para que a vacina (uma vitória da Ciência, sem ideologia ou dono político) seja ampla.

Nos falta um Barão do Rio Branco (que dá o nome do Instituto que forma diplomatas), que levou a imagem de pacifismo do Brasil ao redor do planeta, numa época em que não existia a globalização ou os meios de comunicação. As coisas seriam bem diferentes se nos relacionássemos bem nesse momento…

– Gostei do discurso desse cara! Pena que praticou o que prometeu combater…

Repost de 1 ano:

Falou muito bem esse político do vídeo abaixo. Tomara que “suas palavras se cumpram” – seja contra quem forem (incluindo-o, logicamente…)!

Claro que sabemos que essa fala de Lula, ainda nas suas primeiras tentativas de disputar a Presidência da República, é um achado, direto do Show de Calouros do Sílvio Santos. Pena que tudo o que ele pregou, nada fez. Ao contrário, foi um lobo em pele de cordeiro! Vira-e-mexe, vemos situações mal resolvidas na política que nos recordam de bla-bla-blás como esse: são os governadores e os respiradores, Bolsonaro e seus filhos (especialmente Flávio, os 89.000,00 não explicados, e tantas outras pendengas), além de oportunistas que surgem vez ou outra.

E fico imaginando: não é por ser PT, PSDB, Lula, Bolsonaro, Dória, ou quem for, que é santo ou não. Não é ideologia, é CARÁTER!

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hoOHvrx7rXc&feature=youtu.be

– O chato das Redes Sociais.

Você pode ser apaixonado eleitor do Lula, do Bolsonaro, do Dória, do Marronzinho, de quem você quiser. Respeitarei sempre seu voto (ou de quem votou em branco ou nulo). Mas é INSUPORTÁVEL o fanático, que não percebe que se tornou um doente e fica enchendo o saco nas redes sociais fazendo apologia (e alguns, até mesmo fake news) do seu político apaixonado.

Esse tipo de pessoa radical (de Esquerda ou de Direita) cansa! Assim como Lula era Deus para alguns e o Diabo para outros, se vê a mesma coisa com Bolsonaro.

Mais razão, ciência, sensatez e lucidez, amigos… Os políticos em Brasília, lamentavelmente, se unem e se divorciam ao bem prazer e interesse. E no mundinho dos homens, pessoas se “matam por política”.

Cargos políticos no Brasil: o que faz cada um? - Rádio Santana FM

– Mônica Calazans, o simbolismo da Vacinação e a invertida de Doria em Bolsonaro.

Antes de escrever, uma prevenção contra os fanáticos adoradores de políticos: não sou Doria, Bolsonaro ou Lula (infelizmente, por causa das pessoas que têm “político de estimação”, há de se fazer essa consideração).

Mônica Calazans, enfermeira negra da Zona Leste de SP, foi a primeira pessoa a ser imunizada com a Coronavac.

João Doria Jr queria vacinar a partir do dia 25. Bolsonaro dia 20. Com a aprovação da ANVISA, Doria não perdeu tempo e iniciou a vacinação com um “vacinômetro” em tom de campanha.

Imagine o ciúme do ganho político de Doria por parte de Bolsonaro, após falar que não compraria a Coronavac nem depois de aprovada por sua origem (desprezando o histórico do Butantan) e agora tendo que pedir as 6 milhões de doses produzidas. A de Oxford, como se viu, foi uma “bola fora” por conta da Índia não a liberar e o avião da Azul, que iria buscar as doses, ter abortado a viagem.

De “Dia D” do Pazzuello, virou “D” de Dória. Mas prefiro de Dimas Covas, diretor do Butantan.

Viva a ciência!

– Pare de usar a justificativa que o STF “travou” Bolsonaro na Pandemia. Entenda a realidade:

Cansou ouvir bla-bla-blá sobre “culpados da Pandemia”. Vamos falar com clareza?

O Supremo Tribunal Federal tem inúmeros pecados a serem expurgados, mas precisamos ser justos: o de “proibir o presidente Jair Bolsonaro de lutar contra a pandemia”, não. É discurso de fanático bolsonarista ou de pessoas que não entenderam o que aconteceu.

Quando o STF deu poder aos Estados e Municípios a fim de tomarem medidas mais amplas na Pandemia, NÃO ISENTOU A UNIÃO de agir. Há muita bobagem nessa história, que mais parece desinformação do que justificativa fanatizada: a Justiça permitiu que governadores e prefeitos decidissem ações mais personalizadas, de acordo com a realidade da comunidade que vivem (já que o país é muito grande e heterogêneo). A afirmação de que proibiu a União, portanto, é mentirosa, e surgiu como subterfúgio para muitos.

Não tem nada a ver com dizeres como “o presidente ficou de mãos atadas”, ou “o Governo Federal não pode nada”. Não se encubra incompetência no combate e acomodação das autoridades com “impossibilidade de fazer” e “proibição do Judiciário”.

Normalmente, quem gosta de usar esse discurso, tenta acrescentar na fala: “olhe só os que os governadores e prefeitos roubaram”. Ué, se roubaram, cadeia neles! Mas sejamos inteligentes e realistas: o que isso tem a ver com a omissão do Governo Federal?

Todos (Presidente, Governadores e Prefeitos) têm responsabilidades. Executivo, Legislativo e Judiciário, idem. Além de nós, brasileiros sem cargo público, de cobrar as autoridades.

– Atemporalidade Política

Alguns pensamentos de mentes brilhantes são verdadeiramente atemporais; sobrevivem e existem pelas verdades e percepções observadas e sabiamente interpretadas. Admiro esses gênios! Um deles, Eça de Queiroz, o grande escritor, há muito tempo disse inteligentemente:

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente. E pelo mesmo motivo”

Algo a contestar? Do século XIX ao XXI, tal mensagem é pertinente.

– E a culpa é da imprensa?

Lamentável a fala do presidente Jair Bolsonaro a um apoiador ontem:

“O Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, tá, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos, essa mídia sem caráter”.

Mídia? O vírus existe, está aí e fez estragos em todos os setores. Um líder NUNCA pode dizer que não pode fazer nada, como ele fez, ou jogar a culpa nos outros irresponsavelmente.

Pobre Brasil…

– E os Ministros que não entendem do Ofício?

Alguém me perguntou sobre Ministros que não são especialistas e estão no Governo (como o General Pazuello, que é da área de Logística, mas está alocado na Saúde).

Ora, isso não é exclusividade do Governo Bolsonaro. Temer, Dilma, Lula e FHC fizeram o mesmo. E vejam que curioso: aparece-me na linha do tempo a entrada de… George Hilton, do partido do Edir Macedo (que apoiava o PT e hoje apoia o Presidente Jair Bolsonaro). Relembre:

NÃO ENTENDE DO OFÍCIO?

George Hilton, do PRB, é o novo Ministro do Esporte escolhido pela presidente Dilma. Não é um técnico, nem esportista, nem nada da área. Ao tomar posse, declarou:

“Confesso que não entendo muito de esporte, mas entendo de gente”.

Pela lógica, quer justificar que “gente pratica esporte”, né?

Pastor da Igreja Universal, ligado a Edir Macedo, terá a tarefa de conduzir o país às Olimpíadas.

É claro que a sua escolha foi política. Mas seu currículo é ruim: gastou R$ 40.000,00 com panfletos na Câmara dos Deputados com publicidade e não tem absolutamente nada ligado ao esporte.

Pior é que a CBF o elogiou em seu site, enquanto o mundo do esporte brasileiro protestou contra sua escolha.

E ainda dizem que “política, futebol e religião” não se discute…

– E a vacina no Brasil, hein?

Já são 30 nações aplicando as vacinas contra o Covid (países desenvolvidos, em desenvolvimento e até subdesenvolvidos). A Argentina, por exemplo, começa amanhã.

E o Brasil?

Aqui, Dória decreta Zona Vermelha e escolhe dias para isso. Quer dizer que “hoje, 27, nada pode”. Amanhã volta a poder. Dia 31 esquece. Já Bolsonaro, irresponsavelmente, vai à padaria e à farmácia sem máscara. Pra quê tal afronta ou desdém dos riscos (além do mau exemplo).

Seja Petista, Bolsonarista, Peesedebista, os políticos só pensam nas mesmas coisas (e respectivamente, o que ficou claro dos partidos e ideológicos deles): corrupção, vaidade pessoal e votos.

E o povo…

– E prenderam o Crivella…

O Prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, a 9 dias de terminar o seu mandato, foi preso por corrupção.

O motivo? 

A comprovação do tão falado “QG da Propina” dentro da Prefeitura carioca…

Lamentável!

Notícias atualizadas em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/12/22/crivella-prisao.htm

– Paixões Políticas e o Emburrecimento das Pessoas.

Quando Lula era presidente, eu insistia em escrever que o fanatismo cegava as pessoas, que de tão apaixonadas por Luís Inácio, fingiam que não percebiam (ou não viam mesmo) os atos de corrupção dele.

Com Bolsonaro, tão populista quanto Lula (só mudando o espectro ideológico), idem. Como defender sua total falta de prevenção e péssimo exemplo de cuidados na aglomeração do CEAGESP, em meio a Pandemia? Sabidamente, há quem não veja problema nisso (justamente pelo fanatismo).

Essa foto, abaixo, é indefensável em tempos de Covid0-19. As paixões políticas, de fato, imbecilizam o homem…

– Não confie nos políticos egocêntricos.

Há poucos bons políticos, e eles sabem ser discretos. Mas os “grandões” que são gananciosos, pensam apenas neles e não no bem estar da população!

Vide a política e a pandemia: de um lado, Bolsonaro duvidando até da eficácia do uso da máscara; Boulos fazendo comício e pegando Covid-19; Dória esperando o Day After Eleitoral para tomar medidas restritivas.

Perceberam que cada um deles pensaram / pensam apenas no voto e nas eleições?

Bolsonaro fala para agradar a parcela anti-cuidados; Dória festeja com Covas e depois muda a zona do Plano SP; e Boulos promove eventos eleitoreiros descomprometido com os protocolos (como anti-aglomeração). E há aqueles que brigam por causa de políticos…

É muita cara de pau! – O Candeeiro

– O resultado final do Processo Eleitoral 2020

E os resultados das Eleições 2020?

Nenhuma surpresa no 2o turno. Talvez a única: os institutos de pesquisa que não fizeram a sondagem de boca de urna. Seria medo de errar?

O detalhe é: o número de abstenções (pessoas preocupadas com a pandemia) e o dos votos brancos e nulos (desacreditados com a política) foi em alguns municípios maior que o vencedor.

Isso é um fator preocupante…

– Você se importa com o vice-candidato de alguém, a ponto de mudar o voto?

O vice-candidato é um elemento decisivo na sua escolha na hora de votar, ou você não o leva em conta na hora da urna?

Lembre: na história política do Brasil, os vices (muitas vezes esquecidos durante o pleito), é quem acabam governando de fato em inúmeras oportunidades.

Refletindo, em: https://www.youtube.com/watch?v=124Qm0ypS8o

– Por quê a Política exige dois lados no Brasil?

Nunca tivemos uma dualidade política tão tomada pelo fanatismo no Brasil quanto agora. A Direita e a Esquerda radicais obrigam a pessoa responder “na lata”: Bolsonaro ou Lula?

Se você critica um, automaticamente te rotulam como “simpático a outro”. Nada disso, existem inúmeras outras correntes e formas de se pensar e viver – sem extremismo ou, por incrível que possa parecer, com maior ainda em alguns casos.

O certo é: não se rotule o próximo e respeite quem pensa diferente de você. O grande problema em nosso país tem sido a discordância de opiniões (que deve ser válida) baseada no ódio (ao invés do respeito).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Meme dos encontros de…

… técnicos demitidos no Brasileirão e presidentes do Peru!

Mal entrou o novo presidente do Peru, e renunciou. Viram quantas décadas faz que nenhum Chefe de Estado do nosso país vizinho consegue terminar seu mandato em paz, sem escândalo, renúncia ou coisa do tipo?

Concomitantemente, o Goiás demitiu seu treinador Enderson Moreira e vai para o 4o técnico na temporada. Toda rodada temos demissão no Brasileirão, o torneio mais instável do mundo para se trabalhar?

Esse meme intitulado “Encontro de ex-treinadores do Goiás e de ex-presidentes peruanos”, cá entre nós, faz sentido.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, informar crédito no post.

– Pitacos das Eleições Municipais e o resultado de Jundiaí. O Bolsonarismo e o Lulopetismo tiraram votos dos candidatos seus?

As urnas sempre surpreendem. Surpreenderam mesmo ou não neste último domingo?

Ver Boulos no 2o turno em São Paulo, sim.

Ver Crivella e Paes passando para a “fase 2” no Rio de Janeiro, idem.

Ver o PSDB ganhando as cidades do AGU de Jundiaí como fez (Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí), da forma como foi, idem-idem.

Ver o PT perdendo em boas partes da cidade, idem-idem-idem.

Calma, ser surpreendido não quer dizer “ter gostado ou não”, nem que é positivo ou negativo. É simplesmente: ser surpreendente.

Os 70% dos votos válidos do prefeito reeleito Luiz Fernando Machado na Terra da Uva mostram que a cidade o desejou, e deve-se respeitar isso. Com mais de 10 candidatos, os votos tenderiam a se dividir, o que não aconteceu. Não adianta opositores do agora reeleito prefeito alegar que a Esquerda se dividiu com tantos postulantes, pois aconteceu a mesma coisa com a Direita. Todos os outros, somados, deram 30%… aceite-se, portanto.

O que deve assustar – esse sim é um número preocupante – foram os votos brancos, nulos e ausências! E credite-se ao medo da pandemia, acomodação e descrédito da Política.

Por fim, sobre os vereadores: se os bairros conseguiram colocar em sua maioria um representante de cada um deles na Câmara Municipal, ótimo! Indiscutível que Albino, com mais de 7000 votos, foi presenteado pelo seu trabalho na última legislatura. Assim como é indiscutível também que a eterna problemática do coeficiente legislativo precisa ser revista: vide Henrique Parra Parra Filho, que passou dos 4000 votos e não entrou (enquanto outros com muito menos ingressaram). Mas lamento principalmente por nomes locais, que eram bons candidatos e que não tiveram votos suficientes (gostaria de destacar Luiz Toby e o Engenheiro Luciano Ferro).

Em tempo: o radicalismo ficou para trás neste pleito, não? Gente que grita nas Redes Sociais, que é de Extrema Esquerda e de Extrema Direita, mostrou que fez barulho na Internet mas na hora de conquistar a confiança do eleitorado… fez “meia dúzia de votos”. Lembrando ainda o fiasco nas urnas municipais dos candidatos apoiados no lulopetismo e bolsonarismo.

No mundo, a ponderação e a sobriedade deve sempre prevalecer, aliadas à empatia.

Gráfico produzido e extraído de: Página pessoal de Thiago Batista de Olim (https://www.facebook.com/1986olim/posts/231084628358052).

– O fanatismo de Direita e de Esquerda é barulhento. Mas nas urnas nestas Eleições Municipais…

Eu respeito o eleitor que vota em Lula, Dória, Bolsonaro ou no Marronzinho (lembram dele)? Idem aos que votam em branco. Afinal, vivemos em uma democracia e assim deve ser.

Isso não quer dizer que faço apologia aos citados. Mas repare numa coisa interessante: os candidatos apoiados por Bolsonaro e por Lula (e os que tentam se agarrar a eles mesmo sem apoio oficial), em sua maioria, estão em baixa nas pesquisas eleitorais municipais.

O que isso significa?

Que as Redes Sociais mostram que o fanatismo político é mais barulhento do que numeroso. Pode reparar: em sua cidade, as postagens odiosas de Extrema Esquerda e Direita (os radicais) não refletem (e isso se comprovará no dia 15) a realidade nas urnas.

Ótimo para o bom senso da nação…

– Cadê a coerência?

Democracia é conviver com os diferentes. Mas para quem fica falando de combate à corrupção (e isso é bom), em acabar com as picaretagens cometidas pelo PT e a turma do Petrolão (e isso é ótimo), me decepciona demais ver que o discurso é diferente da prática ao RASGAR SEDA a Fernando Collor de Melo, no evento de ontem no Nordeste.

Ninguém falou ao presidente Bolsonaro que, se precisava estar junto de Collor, não necessariamente deveria elogiá-lo como se fosse um homem honesto e de passado exemplar no Brasil?

Ô Política que não muda… lembrando que Collor já se agarrou a Lula e agora a Bolsonaro. Ou foi o inverso?

– Você levará em consideração os vice-candidatos na hora de votar para prefeito?

Perguntar não ofende: o quanto os eleitores estão sendo influenciados ou não pelos vices nestas eleições municipais?

A história da República nos mostra o quão eles têm sido protagonistas em nossa nação (para o bem ou para o mal) e como temos os ignorados na hora de votar! Tivemos Sarney, Itamar e recentemente Temer.

Assim, pense: você leva em conta quem é o vice antes de votar no candidato? Já mudou seu voto por conta do “suplente”?

Neste próximo pleito, há aqueles que desconhecem a contento os vices. Há de se ter a preocupação em conhecê-los…

– João Santana sendo sincero:

Um dos episódios mais horrorosos da política brasileira foi a corrupção petista. Uma população iludida por demagogos que diziam trabalhar pelo povo e saquearam o país com seus golpes (Mensalão, Petrolão e tantos outros). 

Digo isso pois leio o twitter de Daniela Lima (@DanielaLima_), sobre o Marqueteiro do PT João Santana em entrevista ao Roda Viva (ontem), que destacou bem um momento do programa:

“João Santana conta que no terceiro dia dele na cadeia jogaram por debaixo da porta da cela um recorte de jornal com o presidente do PT dizendo que a sigla ‘não tinha marqueteiro’. ‘Não me senti traidor. Me senti traído’.“

Cá entre nós: foi um momento de implosão da quadrilha que roubou sem dó o país.