Eu estou assim, como a figura diz. E você?
Chega de #LulaLivre e #Mito. Tanto Bolsonaro quanto Lula já dividiram demais o Brasil. As Redes Sociais, por exemplo, estão infestadas de adoradores dos dois.
Esse país não pode se resumir a dois extremos!

Eu estou assim, como a figura diz. E você?
Chega de #LulaLivre e #Mito. Tanto Bolsonaro quanto Lula já dividiram demais o Brasil. As Redes Sociais, por exemplo, estão infestadas de adoradores dos dois.
Esse país não pode se resumir a dois extremos!

Praticamente ninguém se preocupa com “nome de suplente de senador” quando vai à urna votar. Todo candidato ao Senado tem “um vice” (ou, mais claro, um substituto). E aí moram as coisas complicadas: quase nunca eles são sabidos pelo eleitor!
O senador Chico Rodrigues, que era o vice-líder do Governo Bolsonaro no Congresso – e foi flagrado com dinheiro fruto de corrupção escondido na cueca – pediu licença de 121 dias e será substituído por… Pedro Arthur, que é seu FILHO.
Contra o suplente que assumirá o cargo de Senador da República, existe a cobrança de mais de 1 milhão de reais em impostos não pagos para a União.
Esse é o nosso triste Brasil.
Jundiaí tem 13 candidatos a Prefeito. Em tese, são 13 ideologias diferentes, 13 conjuntos de propostas e soluções heterogêneos entre si e sólidos para resolver a cidade.
Será mesmo?
Mas a questão é: como compará-los em tanta quantidade? É possível promover um debate honesto, produtivo e válido com tantas pessoas reunidas?
Fica a dúvida.
Sobre todos eles, estão em: https://tribunadejundiai.com.br/politica/eleicoes-2020/eleicoes-2020-jundiai-tem-13-candidatos-a-prefeito-confirmados/
Em convenção presencial no dia 9 de setembro, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) confirmou a candidatura de Alexandre Nicola à Prefeitura de Jundiaí e Vitor Machado como vice na chapa.
Alexandre Nicola é professor, cientista político e sociólogo. É a primeira vez que que Nicola disputa a candidatura.
Em convenção no dia 6 de setembro, o partido PSOL confirmou a candidatura de Cíntia Vanessa à Prefeitura de Jundiaí e Paulo Matsushita como vice.
Cíntia Vanessa tem 29 anos, é de origem indígena e formada em pedagogia. Atuou em diferentes movimentos sociais e coordenou campanhas dentro do partido.
Em convenção da coligação entre Podemos e PSD no dia 12 de setembro, o partido Podemos confirmou o Doutor Pacheco como candidato à Prefeitura de Jundiaí e Caio Augusto como vice.
Antônio de Pádua Pacheco é médico e atual vice-prefeito de Luis Fernando Machado. O candidato também já exerceu o cargo de vereador na cidade.
Durante convenção pela internet no dia 13 de setembro, o Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou Daniela da Câmara como candidata a prefeita de Jundiaí e Arthur Augusto como vice na chapa.
Daniela é arquiteta e urbanista e foi secretária municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente por quatro anos, quando coordenou o primeiro plano diretor participativo da cidade.
Em convenção virtual no dia 4 de setembro, o Partido Novo confirmou a candidatura de Edney Duarte Jr. à Prefeitura de Jundiaí e Rogério Souza como vice na chapa.
Edney Duarte Jr, 42 anos, é advogado, pós-graduado em auditoria, controladoria e tributos, com extensão em empreendedorismo. É empreendedor e atua profissionalmente na consultoria jurídica e financeira para empresas.
Em convenção presencial no dia 13 de setembro, o Partido Republicano da Ordem Social (Pros) confirmou a candidatura de Edimarco Silva à Prefeitura de Jundiaí e Cristiane Pinheiro como vice na chapa.
Edimarco é jornalista, trabalha com consultoria empresarial e fundou o Partido Republicano da Ordem Social (Pros). Ele também foi secretário de Comunicação do Pros no estado de São Paulo.
Em convenção pela internet no dia 5 de setembro, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou Fábio Marcussi como candidato a prefeito de Jundiaí e Fabiane Spiandorim para vice na chapa.
Fábio Marcussi, 38 anos, é advogado e pós-graduado em Direito Civil. Ele é sócio de um escritório de advocacia. Também foi presidente da 33ª subseção da OAB Jundiaí.
Em convenção no dia 15 de setembro, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) confirmou o nome do atual prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, como candidato a reeleição. Gustavo Martinelli (DEM) será o vice.
Além de PSDB e DEM, a coligação “Jundiaí em Primeiro Lugar” conta com os seguintes partidos: PP, PSC, PTB, Republicanos, Avante, MDB, PTC, PL e PV. Todos lançaram candidatos a vereadores.
Em convenção realizada nesta quarta-feira (16), o partido Democracia Cristã (DC) confirmou o nome de Márcia Pará como candidata a prefeita de Jundiaí e Alessandra Esquível como vice.
Márcia Pará tem 33 anos e é advogada e ativista política. Já foi candidata a deputada federal e a Câmara de Jundiaí.
Em convenção no dia 31 de agosto, o Partido Social Liberal (PSL) confirmou Marcus Dantas como candidato a prefeito de Jundiaí e Osmar Chile como candidato a vice na chapa.
Marcus Dantas tem 52 anos e é auditor fiscal da receita e atuou na Lava Jato e deputado federal suplente do PSL.
Em convenção no dia 12 de setembro, o partido Rede Sustentabilidade confirmou a candidatura de Pedro Bigardi para prefeito de Jundiaí e Marcelo Lo Mônaco como vice.
Pedro Bigardi é graduado em Engenharia Civil e trabalha como professor de Planejamento Ambiental. Ele nasceu em Jundiaí, foi prefeito da cidade de 2013 a 2016 e duas vezes deputado estadual.
Em convenção no dia 12 de setembro, o PC do B confirmou o nome de Rafael Purgato como candidato a prefeito de Jundiaí e Reinaldo Fernandes como vice.
Rafael Purgato tem 37 anos e Físico formado pela USP e Mestre em Ciências na Área de Física de Reatores Nucleares pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN/USP. Também é professor de Ensino Médio na E.E. Diógenes Duarte Paes, na rede estadual ETEC e na rede privada.
Em convenção no dia 12 de setembro, o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) confirmou a candidatura de Silas Feitosa para prefeito de Jundiaí e Vitor Fontolan para vice na chapa.
Silas Feitosa é sociólogo e foi professor universitário, onde ministrou aulas de Economia Política e Comunicação. Trabalhou na Câmara Municipal, Executivo Municipal, Assembleia Legislativa de São Paulo, Câmara dos Deputados, e nos últimos três anos foi gestor da Escola de Gestão Pública de Jundiaí (EGP).
Candidatos à Prefeitura de Jundiaí. (Foto: Reprodução). De “Tribuna de Jundiaí”.
Sejamos bem objetivos: há três vacinas “adiantadas no seu desenvolvimento” envolvendo brasileiros:
1. A da AstroZeneca / Oxford / Unifesp (que tem apoio do Governo Federal);
2. A da Sinovac / Instituto Butantã (que tem apoio do Governo do Estado de São Paulo);
3. A da Gamaleya / Governo Russo / Governo do Estado do Paraná.
Na 3a feira, o Ministro da Saúde Eduardo Panzuello disse que iria comprar a Sinovac e assinou um protocolo de intenção da aquisição (lembrando que ela é de origem chinesa) para vacinar a população (não descartou as demais vacinas). Logo em seguida, João Dória (Governo Paulista) gravou um vídeo elogiando o Ministro e dando uma “cutucada” no seu atual desafeto, o presidente Bolsonaro.
Na 4a cedo… Bolsonaro detonou literalmente o seu subordinado, escrevendo no twitter que desautorizava o Ministério da Saúde e que a população não seria cobaia dos chineses. Mais tarde, no programa “Pingos nos Is”, da Jovem Pan, acrescentou que um dos motivos seria de falta de credibilidade e que em hipótese alguma compraria a vacina do laboratório Sinovac (que se chama Coronavac). Ressaltou, por fim, que ela não tem comprovação científica e que demorará para ter.
Portanto, nesta guerra de vaidades, onde Dória se fez de vencedor e Bolsonaro quis mostrar que é ele quem manda, o brasileiro vê essas bizarrices: a hidroxicloroquina pode, mesmo sem comprovação científica. A vacina, mesmo quando comprovada, não poderá. E os fanáticos se digladiam na Internet por esses senhores políticos…
Logo nos primeiros dias de campanha política, as Redes Sociais foram abarrotadas de santinhos virtuais.
Aliás, o que tem de cara brucutu sorrindo como se fosse assim diariamente…
Em: https://www.youtube.com/watch?v=LChTPlCvY7o&t=2s
Ontem falamos sobre os políticos corruptos independente de ideologia. Citamos o líder do Governo Dilma e o caso recente, o vice-líder de Bolsonaro (ambos flagrados com propina na cueca). Vide em: https://wp.me/p4RTuC-rPv.
Pois bem: Chico Rodrigues, que foi o pivô da discussão, disse que vai provar ser honesto! O presidente Jair Bolsonaro já adiantou que ele “não é Governo” (embora tenha o cargo de vice-líder do Governo…).
Fica a pergunta, idêntica à história popular do “batom na cueca”: como foi parar a prova lá?
Não é bizarro imaginar o político em questão explicar como é que a grana apareceu na sua cueca? Alguém colocou lá e ele não percebeu? E que isso é honesto?
Assim como na época de Dilma, tivemos um “líder do Governo” com dinheiro escondido na cueca (José Guimarães / PT), agora, na gestão Bolsonaro vivemos a mesma situação de corrupto disfarçando grana suja no mesmo lugar: Chico Rodrigues / DEM.
Mudam só os partidos, mas a prática safada continua a mesma, não? E o interessante é que os nossos governantes, no discurso, se autoproclamam honestos e alegam não ter envolvimento nenhum com as pessoas que… eles próprios escolhem!
PF ENCONTRA DINHEIRO NA CUECA DO VICE-LÍDER DO GOVERNO BOLSONARO
O vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues (DEM-RR), alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta-feira, 14, em Boa Vista, escondeu dinheiro na cueca durante a abordagem dos policiais. A investigação, sob sigilo, apura desvios de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de covid-19, oriundos de emendas parlamentares. A ordem de busca e apreensão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso.
Segundo o jornal O Estado de S.Paulo apurou com duas fontes que tiveram acesso a informações da investigação, foram encontrados R$ 30 mil dentro da cueca do vice-líder do governo Jair Bolsonaro. Ao todo, os valores descobertos na casa do senador chegariam a R$ 100 mil. A investigação apura indícios de irregularidades em contratações feitas com dinheiro público, que teriam gerado sobrepreço de quase R$ 1 milhão.
As informações oficiais da PF, dado o sigilo do caso, se limitam a dizer que foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão durante a operação, em Boa Vista, que busca a “desarticulação de possível esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos, oriundos de emendas parlamentares”.
A Controladoria-Geral da União (CGU), que também faz parte da investigação, disse que a operação Desvid-19, realizada em Roraima, apura o “desvio de recursos públicos por meio do direcionamento de licitações”. Ainda segundo a CGU, as contratações suspeitas de irregularidades, realizadas no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde, envolveriam aproximadamente R$ 20 milhões que deveriam ser utilizados no combate ao novo coronavírus.
A operação que alvejou o senador foi realizada no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro disse que dará uma “voadora no pescoço” de quem se envolver em corrupção. A nova expressão foi usada uma semana depois de o presidente ter afirmado que a Lava Jato acabou porque, segundo ele, não há casos de irregularidades em sua gestão. A promessa também foi feita no momento em que Bolsonaro vem sendo criticado por militantes e por lavajatistas que apontam o enfraquecimento da pauta anticorrupção no governo.
Chico Rodrigues emprega Leo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro, como assessor parlamentar, em seu gabinete no Senado. Léo Índio é muito próximo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e é conhecido por ter livre trânsito no Palácio do Planalto.
No Palácio do Planalto, auxiliares de Bolsonaro ouvidos pelo jornal O Estado de S.Paulo, sob reserva, disseram que Rodrigues deve deixar o cargo de vice-líder do governo. O argumento é que seria péssimo para a imagem de Bolsonaro manter o senador nesse posto depois do escândalo. A expectativa é a de que o próprio parlamentar entregue o cargo.
Em nota à imprensa, Rodrigues disse que tem “um passado limpo e uma vida decente” e afirmou nunca ter se envolvido em escândalos. “Acredito na justiça dos homens e na justiça divina. Por este motivo estou tranquilo com o fato ocorrido hoje em minha residência em Boa Vista, capital de Roraima. A Polícia Federal cumpriu sua parte em fazer buscas em uma investigação na qual meu nome foi citado. No entanto, tive meu lar invadido por apenas ter feito meu trabalho como parlamentar, trazendo recursos para o combate ao Covid-19 para a saúde do Estado”, afirmou o senador.
Rodrigues observou ainda que, ao longo de 30 anos na política, conheceu “muita gente mal intencionada”, a fim de macular sua imagem. “Ainda mais em um período eleitoral conturbado como está sendo o pleito em nossa capital”, declarou.
Durante o julgamento do caso do traficante André do Rap, o ministro Luís Roberto Barroso fez uma menção à operação realizada pela Polícia Federal. Barroso afirmou que estava monitorando o cumprimento de mandados de busca e apreensão que envolviam uma autoridade com foro no Supremo, sem revelar o nome. “Desviar dinheiro da saúde em plena pandemia é mais do que corrupção e chega bem próximo do assassinato. Devemos ter em conta que isso não é aceitável. Precisamos continuar no esforço de desnaturalização das coisas erradas no Brasil”, argumentou o ministro.
Disse mas não disse. Mas tentou dizer e ficou no ar.
Viram a fala de Russomano sobre os mendigos não se contaminarem de Covid_19 na proporção imaginada anteriormente?
Não foi da forma sensacionalista que a Folha de São Paulo colocou. Mas foi inoportuna. Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2020/10/13/russomanno-diz-que-falta-de-banho-ajuda-moradores-de-rua-contra-covid-19.htm
CELSO RUSSOMANO DIZ QUE FALTA DE BANHO AJUDA MORADORES DE RUA
Celso Russomanno (Republicanos), candidato a prefeito de São Paulo, disse que moradores de rua podem ter mais resistência contra covid-19 porque não tomam banho com frequência. Ele falou isso depois de um evento com empresários da Associação Comercial de São Paulo.
Russomanno deu uma entrevista à Rede Globo e comentou que “todo mundo esperava que a covid-19 tomasse conta dos moradores de rua”. Mas o candidato acredita que isso não aconteceu.
“Nós temos casos pontuais e não temos uma quantidade imensa de moradores de rua com problema de covid. Talvez eles sejam mais resistentes do que a gente, porque eles convivem o tempo todo nas ruas, não tem como tomar banho todos os dias”, cogitou Russsomanno.
Não existe qualquer estudo que relacione a falta de banhos com a prevenção contra covid-19. A OMS (Organização Mundial da Saúde) costuma recomendar que as pessoas tomem banho para evitar a infecção pelo novo coronavírus.
Russomanno também criticou a forma como foi feita a quarentena na cidade de São Paulo. De acordo com a pesquisa Datafolha mais recente, o principal adversário dele na disputa é Bruno Covas (PSDB), atual prefeito, que foi quem comandou o isolamento na capital.
“Esse isolamento deveria ter sido feito, depois dos primeiros 30 dias, de forma vertical, cuidando das pessoas com problemas respiratórios, das pessoas cardíacas, dos idosos, das pessoas com deficiência…deveria ter sido cuidado disso, e não fechado o comércio do jeito que foi feito, quebrando e desempregando todo mundo, agora nós vamos ter que consertar isso tudo. E não vai ser fácil não”, alertou Russomanno.
Enquanto esteve no evento com empresários, Russomanno falou sobre outros temas do comércio. Ele prometeu que não vai permitir a venda de pirataria em São Paulo e prometeu dar um auxílio para empresários.
“Eu vou fazer tudo para trazer as coisas para São Paulo, inclusive recursos para os pequenos e médios empresários. O auxílio paulistano é o complemento ao auxílio emergencial, que a gente mantém a economia girando. Porque se tem dinheiro para comprar, a gente está fazendo com que a sociedade gire”, concluiu Russomanno.

Celso Russomanno criticou a quarentena feita em São Paulo. Imagem: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO
A Operação Lava Jato foi um marco positivo na história do Brasil. Nunca tantos políticos importantes foram presos, e com ela isso ocorreu e em grande quantidade. “Sangrou-se feridas” disfarçadas, não poupando partido ou ideologia.
Entretanto, disse o presidente Jair Bolsonaro:
“É um orgulho, uma satisfação que eu tenho de dizer a essa imprensa maravilhosa nossa, que eu não quero acabar com a Lava Jato… Eu acabei com a Lava Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação. Para nós, fazemos um governo de peito aberto.”
Um erro falar isso, presidente. A Lava Jato deveria ser uma instituição. E vangloriar-se que não há corrupção no Governo atual soa de uma arrogância grande, pois o próprio senador Flávio Bolsonaro está enfrentando pendengas que se arrastam.
Aliás, o último político que se endeusou com auto-elogios foi Lula, quando disse “não existir viva alma mais honesta no Brasil do que a dele”…
A Arábia Saudita é um dos países que proíbe o Cristianismo. Portanto, “cristofóbico”. Na ONU, o presidente Jair Bolsonaro reclamou que ele sofre de cristofobia. Mas nesta segunda-feira, leio:
“Hoje conversei com o Príncipe Herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman Al Saud, e dar seguimento às iniciativas acordadas em minha visita a Riade, em out/2019. Estamos aprofundando nossa cooperação em Defesa, comércio, investimentos e outros temas” (extraído do twitter do Presidente da República).
Não dá vontade de perguntar se ele abordou o tema que tanto reclamou?
Assim como no Brasil, as eleições nos EUA mostram a falta de opção em pessoas centradas. Donald Trump, que se mostra muitas vezes como um bufão, sem papas na língua e questionado por diversas vezes (e que nesta madrugada avisou que está com Covid_19) é conhecido pela sua gestão dura e polêmica. Joe Biden não me mostra preparo algum, sendo ou atrapalhado ou folclórico propositalmente em muitas ocasiões (dispensa comentário ter se confundindo quando questionado sobre a própria faculdade que estudou, como ocorrido no debate desta semana).
Nunca teremos uma 3a opção por lá? É claro que o país que dita a democracia permite inúmeros outros candidatos, mas viabilizar-se é outra história…
Lá como cá, resta ter paciência. Nenhum deles me agrada.
As eleições municipais prometem ser disputadas a tapa. Não pelo “desejo de mudar a cidade” (existente no propósito de poucos), mas pelo que muitos querem “de fato”: arranjar emprego!
Com um dia de campanha, o que eu recebi via Redes Sociais e nas áreas privadas delas de “santinhos eletrônicos”, é um absurdo!
Candidatos de todas as ideologias e de todos os sorrisos, boa parte sem propostas e de maquiagem facilmente observável (o cara é antipático, egoísta ou brucutu, mas na imagem, sorri que é uma beleza): são esses alguns exemplos, além de outros de municípios diversos (eu só tenho um domicílio eleitoral, poxa).
Uma coisa é certa: vai ser cansativa a propaganda eleitoral na Web… meu voto já está decidido, respeito as opiniões em contrário e boa sorte a todos. Tenho uma “meia dúzia de amigos” que estão no pleito; se eu pudesse dividir o título de eleitor, ótimo. Mas não é assim que funciona. E fica o lembrete: vote consciente, priorize quem trabalhou nesse período / ou demonstra que fará quando entrar e se fez presente na comunidade.
Foi em 2016… o “povo estava avisado, né”? Leia e tire suas conclusões:
Ancelmo Góis, articulista do jornal “O Globo”, cutucou uma ferida. Escreveu sobre o Senador Marcelo Crivella – sobrinho de Edir Macedo, o dono da Rede Record e do conglomerado Igreja Universal do Reino de Deus – sobre a sua candidatura (e provável vitória) à Prefeitura do Rio de Janeiro.
Interessante (abaixo, extraído de Blog do Paulinho, original de “O Globo”):
IGREJA UNIVERSAL DO REINO DA… POLÍTICA
O senador e engenheiro Marcelo Crivella, carioca, 58 anos, é um homem cordial. Educado, cavalheiro e afável. É um moço de fino trato, como se dizia antigamente. Acho, honestamente, que ele tem o perfil daquele tipo, como dizia Tancredo Neves (1910-1985), de “político bom para casar com a filha da gente”. A sua fala mansa, suave até, lembra pelo timbre a de muitos sacerdotes, o que no seu caso talvez seja herança do tempo em que foi missionário na África por dez anos. A missão ajudou a igreja fundada por seus tios Edir Macedo e R. R. Soares, em 1977, a se tornar um potentado mundial — uma multinacional brasileira da fé.
A Universal importou o modelo americano de telepastor e montou sua própria rede de comunicação (TV Record, a segunda maior do país). A exemplo de pastores de outras correntes neopentecostais, Crivella também entrou para a política. A máxima antiga de que “crente não se mete em política” ou “política e religião não se misturam” foi substituída por “irmão vota em irmão”, que está no DNA da forte bancada evangélica. Repete a fórmula adotada no passado pela Igreja Católica, que criou, em 1933, a Liga Eleitoral Católica (LEC). Hoje, a igreja do Papa Francisco é “um organismo apartidário”, como disse esta semana o cardeal Dom Orani, que tem recebido educadamente visitas de políticos, inclusive de Crivella.
A Universal também copiou da Igreja Católica medieval um modelo mais sofisticado, diga-se, da abominável indulgência. Durante o pontificado do Papa Leão X (1513-1521), essa prática atingiu o seu auge. A fornicação era, por exemplo, “perdoada” com o pagamento de 219 moedas da época.
A igreja do bispo Macedo, com base em textos religiosos, convoca as pessoas a contribuírem com dinheiro, o que ajudaria a obter a misericórdia divina. As pedras importadas de Israel para a construção, em São Paulo, do Templo de Salomão — maior espaço religioso do país e reprodução do primeiro templo citado pela Bíblia — foram compradas com grana de muita gente que vive abaixo da linha da pobreza. Por outro lado, diga-se a seu favor, a Universal ajudou com sua pregação religiosa, notadamente nas zonas mais pobres, a moldar um caráter melhor dos seus fiéis, acho. E isto não é pouco.
Neste contexto, o papel de Marcelo Crivella na Universal sofreu mutação. No início, até pela sua bagagem intelectual, pensava-se que ele seria o delfim, o herdeiro da “igreja da família”. Depois da vida de missionário na África, ele retornou ao Brasil, onde fez uma carreira de sucesso como cantor gospel. A parte política foi entregue a outro fundador da Universal, o bispo Rodrigues. Só que o tal bispo acabou preso, envolvido em vários casos de roubalheira. Crivella assumiu esta tarefa e começou sua carreira política não como candidato a vereador de Rio das Flores, berço fluminense da sua família, mas concorrendo já para o Senado, derrotando os medalhões Leonel Brizola e Artur da Távola. Soube aproveitar o fato de que, entre os fluminenses, 29,37% se declaram evangélicos, enquanto a média nacional é de 22,16%.
Agora, pode se tornar a primeira autoridade religiosa evangélica a comandar uma metrópole do tamanho do Rio. É claro que, antes, tem de enfrentar a rejeição — que já foi bem maior no passado — pelo vínculo de sangue com a Universal. Para isso, licenciou-se da igreja e omite em sua propaganda eleitoral qualquer referência a ela. O senador fluminense se defende dizendo ser vítima de preconceito contra evangélicos, o que existe, em parte, na elite ligada ao catolicismo. Só que ele não é um evangélico qualquer. É da cúpula da igreja. É como se Dom Orani pedisse licença da Igreja Católica e, com a ajuda das 260 paróquias do Rio, fosse candidato a prefeito.
E olha que Dom Orani não é sobrinho do Papa.
Chegou a hora de quem nunca veio ao bairro nos últimos 4 anos, aparecer na comunidade para pedir voto (ou inventar nas Redes Sociais que é “amigão de todos”).
Não vote em forasteiro. Escolha quem vive o dia-a-dia da sua região.
Dissertando em: https://www.youtube.com/watch?v=9E6cI7kyy1c
Há algum tempo, Maluf declarou que se encontrassem algum dinheiro dele no exterior, doaria tudo à Santa Casa de Misericórida. Depois, declarou que era o político mais ficha limpa do Brasil!
Mas que cara-de-pau…

Depois da condenável ação do Prefeito carioca Marcelo Crivella criando os “Guadiões do Crivella”, surgiram nessa semana outros escândalos. Um mais cabeludo do que o outro!
Não sei o que é pior: as reportagens que mostram e comprovam o empresário Rafael Alves mandando e desmandando na prefeitura (prova de falta de autoridade) ou o QG da propina (prova de falta de honestidade). Claro que ambas as reportagens que denunciam isso são igualmente condenatórias.
Pobre eleitor do Rio de Janeiro… Governadores enrolados, prefeito suspeito… isso diz muita coisa pela calamidade na saúde e a violência urbana.
Fico assustado com tamanha intolerância política em nosso país. Quem pensa em votar diferente do outro, para esse, se torna simplesmente inimigo? Parece que sim.
Mas como isso aconteceu?
Claro, será a velha explicação do já batido discurso de “nós” contra “eles”, num sentido bem vago de quem é quem.
O que vale observar é o hoje – ou seja, a democracia atual. A dualidade de pensamento vem do fanatismo de alguns grupos, o que é péssimo para todos.
Repararam que muitas empresas sabiamente fazem questão de não se pronunciarem quanto ao apoio ao candidato A ou pelo candidato B? Com a neutralidade, não causam irritação de seus consumidores mais exacerbados. Entretanto, isso não impede que seus funcionários se pronunciem (mas não em nome da organização) fora do ambiente de trabalho.
Celebridades, em especial, precisam tomar cuidado. Um artista de novela (como outrora Antonio Fagundes), um jogador de futebol (como Felipe Melo) ou até mesmo um religioso (como Silas Malafaia) sabem que representam multidões e tem seus admiradores / seguidores. Devem tomar cuidado para não misturarem o personagem / pessoa pública com a instituição – e nos casos citados: Globo, Palmeiras e Assembleia de Deus, respectivamente.
Eu não ouso mais declarar meu voto! Até porque está difícil encontrar o candidato ideal. Viram os extremos? De Bolsonaro a Boulos, de PSDB a PT, da Direita até a Esquerda, todo radical está muito chato e destruindo as Redes Sociais, que viraram campos de batalha – verdadeiros lugares antissociais, com fake news para todos os gostos.
Na minha casa e entre meus amigos, ninguém perdeu amizade ou brigou por Política. Não vale a pena e não temos “candidato de estimação”. Acho até mesmo patético essas pessoas se auto-destruindo por picaretas que já cansaram de roubar dinheiro público e ludibriar o eleitor. Entretanto, o fanatismo faz com que o lado errado seja sempre o outro, cegando o fanático eleitor.
Aliás, qual partido tem ideologia? Bolsonaro é do PSL (ele é realmente liberal?). PT tem nomes como Genoíno, José Dirceu e Gleise (alguém deles já trabalhou de verdade?). Alckmin, FHC, Serra e Aécio são do PSDB (social / socialista é nomenclatura de partido esquerdista!). E por aí vai…
Lamento que ainda tenhamos espaços para Jucás, Renans, Collors, Mourões e Lulas em nosso país. Mas não é por isso que devo desrespeitar quem vota neles.

Imagem extraída da Web.
Cocal-PI, já teve um prefeito preso por desvio de dinheiro. E ele é candidato novamente, justificando que rouba menos que seu adversário, o atual prefeito. É mole?
Sincero e, ao mesmo tempo, triste para a realidade brasileira. Abaixo:
“Fui prefeito 3 vezes, sei do sofrimento. Mas também não roubei o tanto que esse aí roubou, não. Esse é descarado, tá afundando o Cocal”.
Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=h1Jrzx0Zd9A
Bolsonaro não esconde de ninguém que concorrerá à Reeleição (mesmo que, durante a campanha, houvera dito ser contra). Lula, na 2a feira, resolveu ler uma “carta ao povo brasileiro” se dizendo à disposição do país (mesmo não podendo concorrer devido a seus crimes cometidos).
A sede pelo poder não mede escrúpulos. Quem não queria, quando senta na cadeira de presidente, quer de novo. E quem já foi por duas vezes (e saqueou o país), morre de vontade de voltar.
Pobre Brasil… Que surjam nomes HONESTOS, COMPETENTES E SENSATOS, pois não vejo um só com essas características tão necessárias à uma sociedade respeitosa e pujante.
Uma relíquia: o confronto dos Presidentes à República de 1989, apresentado por Marília Gabriela na TV Bandeirantes – na época, o debate foi chamado de 1o encontro de presidenciáveis (nunca tinha ocorrido um evento assim na história Inteira do Brasil.
Há algumas pérolas: Paulo Maluf falando da necessidade urgente de combater a corrupção (é mole?)! Tem Leonel Brizola, Lula, Mário Covas, Afonso Camargo, Aureliano Chaves, Ronaldo Caiado, Afif e Roberto Freire… (faltaram: Ulisses Guimarães e Fernando Collor de Melo).
Sabe o que é mais incrível? Os quase 30 anos que nos separam desse vídeo mostram que os problemas basicamente são os mesmos!
Assista em: https://youtu.be/zlk8x9QguR8
Não me iludo com políticos e seus militantes radicais. Abaixo, dois exemplos:
Na semana passada, a juíza Cristina Serra Feijó determinou a proibição de uma matéria da Rede Globo revelando documentos comprometedores contra o Senador Flávio Bolsonaro. A justificativa, pasmem, no documento despachado, foi a de “excesso de liberdade de imprensa”. O interessante é que aqueles mais fanatizados politicamente (os extremistas pró-presidente), que detonam o Judiciário diariamente, nada criticaram quanto à esta censura. Só se critica quando convém?
Também na mesma semana, Flávio Dino, governador do Maranhão, viu-se impelido a cancelar assinaturas da Revista Carta Capital, após a péssima repercussão. Em Junho, Dino visitou o dono da revista, Mino Carta. Em Julho, saiu uma matéria elogiosa à ele, desqualificando quem era contrário à sua gestão. Em Agosto, surgiu o contrato sem licitação (pois foi escolhida APENAS essa publicação – dispensando Veja, Isto É, Época, Superinteressante) para abastecer as bibliotecas das escolas maranhenses com a Carta Capital. Em Setembro, com escolas fechadas (sendo desnecessária a compra), cancelou-se tudo (em 2019, a Carta Capital foi exclusiva de seu segmento no Maranhão, ao custo de mais de R$ 600 mil).
Dos liberais-conservadores aos comunistas-progressistas, a relação entre políticos, juizes e imprensa é traumática. Mas lembre-se: confie na imprensa ética e honesta, na Justiça limpa e descomprometida, e, por fim, em Políticos transparentes e não-demagogos – pois há bons e ruins em todos os setores, como visto nestes casos.

Não tinha assistido essa reportagem sobre pessoas com cargo de confiança na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e que não trabalham, recebendo muito dinheiro com os salários altos e benesses condenáveis.
A quantidade incrível de pré-candidatos a vereador que não tem conhece, nunca te viu mas se faz “amigo nas Redes Sociais”, beira a loucura. Mas eles surgem na sua timeline e você não consegue saber como você o aprovou em seu rol de amigos virtuais.
Já tenho definido meu candidato, mas me surpreendo com a quantidade de amigos reais, conhecidos e amigos da Internet engajados neste pleito de 2020. O que aconteceu para surgir tanta gente candidata?
Aliás, há gente de outra categoria: aquele que nunca esteve em seu bairro, mas posta coisas “bonitas e envolventes” sobre ele nas comunidades eletrônicas. E outro tipo mais velhaco ainda: não tem cargo nenhum, nunca se esforçou para nada, mas vai à obra de inauguração para tirar foto como se estivesse envolvido com o empreendimento.
E os puxa-sacos de plantão? Aqueles que passam o dia louvando ou criticando o prefeito, para ganhar a simpatia dos eleitores dele ou da sua oposição?
Nesta época do ano, sinceramente, não compensa perder tempo em Rede Social discutindo com “aspone”, cabo eleitoral, fanático apaixonado ou “Guardiões a la Crivella”.
Pessoa honesta não vive de campanha ou puxa-saquismo: se vereador à reeleição, trabalha e visita por 4 anos as suas bases; se candidato à 1a eleição, sempre está engajado na comunidade com o propósito de ajudar. O resto vira oportunista!

Imagem extraída da Web (autoria desconhecida, quem souber, informar para crédito na postagem).
A Câmara dos Deputados quer cassar o mandato da Deputada Pastora Flordelis, que mandou matar o marido. E a cada dia, surge mais “um podre” da história desta senhora.
Já se sabe que ela combinou com alguns filhos a morte do Pastor Anderson, com quem ela era casada; que ele e ela mantinham relações sexuais com filhos adotivos (e lembremo-nos que ambos pregavam a unidade e o louvor à família…) e que tentou envenenar aos poucos o seu esposo antes do assassino acertá-lo com 30 tiros. Agora, surge a informação que antes do assassinato estavam numa casa de swing!
Existe um filme rodado sobre a “história de superação da pobre moça Flordelis”, romanceado como modelo de vida e vitória. Mas depois de tudo o que se viu, imagino o sucesso do roteiro de um suposto “filme 2″…
A única certeza: deputados de todas as siglas não querem mais a pastora no Congresso. Um milagre alcançado por ela?
O fanatismo cega. Na Política, isso se tornou algo que enoja, devido a radicalidade exercida e o ódio que despertou em muito eleitor apaixonado.
No Rio de Janeiro, criou-se um grupo de “Guardiões do Prefeito Crivella”, a fim de blindar o político de críticas, impedindo o trabalho de jornalistas (a não ser, claro, que seja chapa-branquismo).
Estamos enlouquecendo!
Aqui a reportagem com vídeo, em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/08/31/guardioes-de-crivella-funcionarios-da-prefeitura-fazem-plantao-na-porta-de-hospitais-para-atrapalhar-reportagens-sobre-a-saude-do-rio.ghtml

Imagem extraída da Web (autoria desconhecida, quem souber, informar para crédito na postagem).
É impressionante a picaretagem rolando solta em nosso mundo real e virtual. O sujeito ganha para “puxar o saco do Governo” e impede o próximo de criticar.
Isso explicaria, por exemplo, um sem-número de pessoas que escrevem nas Redes Sociais “coisas maravilhosas” sobre prefeito, vereador ou políticos em geral, supostamente apenas por serem “engajadas”? Talvez sim. Ou melhor: publicam por serem remuneradas.
Desconfie. Quando o cidadão fica postando que “determinado político é demais“, pode ser esse exemplo carioca, no tuíte abaixo:
Uma situação vexatória: o jundiaiense Wilson Witzel, que largou o ofício de Juiz para ser Governador do Estado do Rio de Janeiro, foi afastado do seu cargo por suspeita de corrupção. Seu braço direito, o ex-candidato à presidência Pastor Everaldo (PSC-RJ), está preso.
O pior é que as provas são inúmeras e parece ser mais um político carioca a ir para a cadeia. Justo ele que defendia a moralidade.
Aliás, pouco se aborda: os sistemas anti-corrupcão à base de inteligência artificial que estão sendo instalados, em especial à fiscalização aos recursos federais enviados aos estados, parecem estar funcionando…
Uma pena que, entra ano sai ano, ser temos desilusões na Política.
Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski (os dois juízes mais polêmicos da Corte, justamente por decisões que o senso popular critica por liberar / aliviar pessoas, em tese, corruptas), entenderam que na sentença do ex-juiz Sergio Moro contra Paulo Roberto Krug (doleiro envolvido com Alberto Youssef), houve parcialidade na condenação e a anularam.
Caramba… tal decisão é rara, e abre um precedente para outras do tipo.
O medo é: esses ministros estão dando brechas para soltar os corruptos do Petrolão?
Não sou lulista, comunista ou petista. Não sou Alckmin, Doria ou Serra. Não sou do NOVO, do DEM, do Patriotas. Tampouco fanatizado chapa-branca do Governo.
Sou apartidário, mas não sou apolítico (pois todos nós precisamos nos preocupar com o Brasil). E também não sou candidato a nada.
Digo isso pois o “fanatismo de muitos” nos obriga a esclarecer que se é independente quando critica certas situações dos políticos no país. E fico muito a vontade para postar esse vídeo (assista inteiro, tem 1’30”) que traz a mesma indignação e dúvida ao presidente Jair Bolsonaro que eu tenho.
Abaixo, em: https://youtu.be/7SqT01M1IqU
Ops: Eu torço para meu país, mas isso não quer dizer avalizar toda ação do presidente como se ele fosse um imaculado cidadão.
Parece história de filme, mas acaba sendo u conto que representa o fim de mundo: depois de chorar copiosamente pela morte do marido, a Polícia descobriu que sua esposa, a deputada Flordelis, foi a mandante do crime.
Que roteiro triste e cinematográfico, em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/08/24/flordelis-combinou-morte-do-marido-em-troca-de-mensagens-ate-quando-vamos-ter-que-suportar-esse-traste.ghtml
Sensacional a reportagem sobre os jovens moderados “esquerdistas e direitistas” do Brasil. Nada de fanáticos e alucinados! E olhe que é uma matéria que tem 3 anos, mas que poderia servir de exemplo para muitos lunáticos hoje.
A nova realidade a surgir é composta por jovens de esquerda, não-radicais, não alienados ao lulopetismo somados com os jovens de direita, democráticos, não radicalizados em diálogo social. Um contraponto aos extremistas atuais.
Ótimo! Esse é o ideal da sociedade brasileira, que deve ter acima de tudo…bom senso. Xô radicalismo, viva a moderação!

A proliferação como um mantra do “nós contra eles” foi o divisor de água no Brasil? Insisto neste tema pois me assusto com tanta gente raivosa nas Redes Sociais, totalmente tendenciosa a políticos A ou B, imaculando-os e nunca enxergando defeitos neles.
Ou é “isso”, ou “aquilo”. Não existe meio-termo, ponderação, observação de pontos positivos e negativos, sensatez na opinião ou coisa que o valha. Se o cara ama o político, ele sempre leva 10 e nunca erra (seja de Esquerda ou de Direita).
Cansa esse radicalismo, não? É melhor não ler certas postagens do que ficar entristecido com as coisas de fanáticos que se vê!
Lula teve um câncer. Há quem vibrou.
Bolsonaro teve Covid_19, e outros repetiram a mesma ladainha.
Agora é a vez do governador João Dória estar contaminado pelo mesmo Novo Coronavírus, e torcedores de políticos festejam da mesma forma em Redes Sociais.
Que raio de mundo vivemos? Quem somos nós para alegrarmo-nos com a doença de outra pessoa?
Separe-se a paixão política do relacionamento humano, civilizado, socialmente necessário. Triste essa “vontade de que o outro se dê mal”…
Durante todo o escândalo do Mensalão, o ex-presidente Lula dizia aos quatro cantos quando algo importante era revelado: “eu não sabia”. Fez-se de bobo até o último instante, das coisas menores às mais relevantes, sempre negando conhecimento dos crimes que estava envolvido.
Agora, é a vez de Flávio Bolsonaro ter a mesma estratégia: sobre a compra de 2 apartamentos em Copacabana, por R$ 638.000,00 em dinheiro vivo, alegou ao Ministério Público que “não se lembrava como tinha pago”.
Cá entre nós: o sujeito que paga uma fortuna dessa em espécie, e não se lembra, ou deve estar muito acostumado a mexer com altas cifras em papel moeda ou simplesmente é maluco. Ou a 3a hipótese: corrupto.
Allan dos Santos, do Blog pró-Bolsonaro Terça Livre, está presente na Internet mas com paradeiro desconhecido. Ele é uma das pessoas “bloqueadas nas Redes Sociais” pelo Ministro do Supremo Alexandre de Moraes, que o acusa de Fake News.
Uma coisa é ter liberdade de expressão. Outra, é produzir mentira para prejudicar alguém. Deixemos as coisas bem claras quanto a esse entendimento. Quem se sentir prejudicado, processe a pessoa. Mas… o STF entrar na parada não é um tremendo exagero? E isso vale para a Esquerda, Direita ou Centro.
Por outro lado, achei curioso o vídeo em que diz que, se acontecer algo a ele, será culpa de várias pessoas e instituições citadas, entre elas, da… embaixada da Coreia do Norte!
Temos uma leva de gente que vive alucinado por teorias conspiratórias?
Sinceramente, acho que as pessoas andam “pilhadas demais” e se fanatizaram tanto por Política que tais loucuras (de ambos lados) tornam-se mais constantes…