– Os dois lances importantes de Palmeiras 2×1 Red Bull

Errou a arbitragem na Allianz Arena em dois lances importantes nesta 5a a noite. Vamos a eles?

1o GOL DO PALMEIRAS: Thiago Santos abriu o placar em impedimento. Quando Lucas Lima cobra a falta, o palmeirense está com a cabeça e parte do corpo a frente do seu marcador. Provavelmente, o bandeira foi iludido pelas pernas do atleta, que estão em mesma linha que as do adversário. Mas como o que vale são as partes jogáveis do corpo, estando qualquer uma delas à frente, é  impedimento

PÊNALTI PARA O RED BULL: Éder Luís é agarrado, mas sem força suficiente para derrubá-lo. Repare que é uma simulação grostesca do atacante do Toro Loko, que se fosse puxado para trás, não cairia para frente. Erraram bandeira e árbitro – o 1o por dizer ao árbitro que foi infração; o 2o por não bater no peito, chamar a responsabilidade para si e aplicar o cartão amarelo por simulação. Importante: o ótimo comentarista Maurício Noriega se equivocou ao dizer durante a transmissão da Sportv que a Regra diz “agarrar ou tentar agarrar é infração”. Na verdade, a infração deve ser marcada se o agarrão se concretizar. Provavelmente, ele confundiu com o texto de “agredir ou tentar agredir“, ao invés de agarrar.

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– O gol anulado da Ferrinha em Corinthians 2×1 Ferroviária. Desvio tira o impedimento ou não?

Há muitas pessoas que sustentam a tese de que as Regras do Futebol não mudam ou que se alteram lentamente. Isso pode ter sido verdade um dia, mas hoje se verifica cada vez mais as constantes (e muitas vezes, discutíveis) modificações. Prova disso é o lance dessa 4a feira no Pacaembu, onde o bandeira Mauro André de Freitas bobeou e anulou aquele que seria o segundo gol da Ferroviária de Araraquara. Adriano de Assis Miranda, o árbitro, poderia ter observado o toque na bola do corintiano mas também vacilou.

Assista o lance aos 7’26” do link em: https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=Y7Yil_GHByE

Perceba que o espetacular lançamento do time do Interior vai a um jogador que estava em posição de impedimento: Hygor. Mas antes desse jogador (que faz o gol) dominar a bola, o zagueiro corintiano Pedro Henrique toca nela

E ISSO TIRA OU NÃO O IMPEDIMENTO DE HYGOR?

Na circunstância ocorrida, SIM. Hoje, se um jogador vai disputar uma bola e tenta dominá-la / tocá-la / fazer qualquer coisa que seja, e essa bola desviar ou resvalar nele, esse toque tirou o impedimento justamente pelo fato do defensor TER MANIFESTADO O DESEJO DE DISPUTA E TOCADO NELA. 

Se quando Pedro Henrique tentou a disputa ele não tivesse tocado na bola, o atacante araraquarense continuaria impedido. Ou, ainda, se a bola batesse no corintiano por acaso (sem Pedro Henrique ter tentado a disputa), ainda assim existiria o impedimento. A única forma de dar condição ao atleta era o toque que Pedro Henrique deu.

Sendo assim, repare: antigamente você precisava de 3 atletas atrás da linha da bola para não estar impedido; depois 2 jogadores; aí surgiu a questão da mesma linha e os casos de impedimento passivo. Recentemente, uma bola desviada que fosse a um atleta que não estivesse na jogada embora em posição de impedimento, passou a ter condição. Agora, qualquer toque na bola da zaga no qual um jogador tente disputá-la, valida a jogada

Fica apenas uma observação: será que jogadores, torcedores, imprensa e até mesmo os árbitros estão acompanhando a velocidade de tais mudanças? O que valia no ano retrasado não vale mais no passado, que muda para esse ano, pois se pratica até mesmo a mudança do que foi a mudança”!

O interessante, simplesmente, é que se Pedro Henrique tirasse o pé e não interceptasse o lance, o impedimento de Hygor seria válido.

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– 14 anos que Leônidas nos deixou…

O dia 24 de janeiro é marcante para o futebol brasileiro (embora esquecido): em 2004, aos 90 anos de idade, o grande Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, falecia em Cotia.

Talvez o primeiro craque marcante do Brasil, ele foi o inventor do “Gol de Bicicleta”. Leônidas foi artilheiro da Copa de 38 e escolhido o melhor jogador daquele Mundial.

Uma triste situação: Leônidas, depois de se aposentar, trabalhou como comentarista esportivo, e em 1974 interrompeu a carreira para cuidar da saúde, pois diagnosticou-se com Mal de Alzheimer. Pasmem: sofreu 30 anos com a doença!

Tomara que as autoridades do futebol se lembrem de tal data hoje e o homenageiem nos jogos desta noite.

– E os Sparrings do Paulistão? O que fazer quando o campeonato acaba?

Assistindo os jogos do Campeonato Paulista, reconheçamos: deve-se encarar o torneio como pré-temporada, pois os clubes estão se formando para voos em competições mais altas.

O problema é que: se o time grande não ganha, tem que aguentar a pressão. É sacanagem cobrar, por exemplo, Carille e Dorival Jr na primeira rodada (ambos perderam seus jogos).

Se for encarado o Paulistão como um torneio curto e preparatório, surge outro percalço: o que serão dos seus sparrings (os clubes do Interior)? Farão o quê, já que boa parte só tem time profissional por 3 meses (ou menos). E depois? Jogarão por algum tempo a deficitária Copa Paulista (e que nem todos jogam)?

Insisto o que já disse outra vez (em: https://wp.me/p4RTuC-dXS) – temos que transformar os regionais em divisões inferiores do Brasileirão URGENTEMENTE, a fim de dar calendário anual a todos!

Enfim: não se pode mais usar a desculpa de que o Paulistão, por exemplo, deve ser a sobrevivência para os times pequenos. Há de se dar sobrevida de outra forma, mais perene e rentável, sem precisar de que os 4 grandes paulistas arquem com a responsabilidade de jogar o torneio com força máxima.

Digo isso como apaixonado caipira do Interior Paulista, mas lúcido administrador que sabe o quão é custoso para os pequenos manterem as portas abertas.

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– São Caetano 0x4 Corinthians e os prejuízos diversos

Que mico o Azulão passou e que cáca promoveu no Pacaembu no último domingo!

Tirou o jogo da sua casa, o Anacleto Campanella, a fim de uma renda maior e deu tudo errado. Segundo o borderô, o time teve um prejuízo de R$ 27.000,00. A energia elétrica acabou no estádio e o jogo atrasou. Além de ter levado 4 gols, viu a FPF barrar as crianças que entrariam de mascote e um grande choro delas.

Os gestores do futebol brasileiro aprenderão quando a trabalhar com mais profissionalismo e seriedade?

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– E a absurda chuva em Barueri no São Paulo 1×1 Internacional? Ai, ai, ai, juizão…

Que pisada na bola do árbitro Thiago Luís Scarascati (que já foi elogiado aqui por suas atuações na série A1 – tendo ele no currículo arbitrado uma final de Copa SP). Foi uma falta de bom senso continuar o jogo Sub 19 – entre SPFC x Internacional debaixo de um dilúvio, sem condições da bola rolar e com a temeridade dos raios caindo a todo instante. Demorou para suspender a partida, e só o fez certamente em último caso.

Funciona assim: a ordem a Federação Paulista de Futebol é que se realize a partida de qualquer jeito, por falta de datas. No Paulistão, em todas as suas divisões, é difícil se remarcar uma partida por má condição climática. Na Copa SP, de muitíssimos jogos, calendário apertado e mesmo sendo em época de temporais, não resta dúvida: tem que terminar o jogo na marra!

Acontece que isso é de uma tremenda irresponsabilidade! Um funcionário da Sportv levou choques após um dos raios quase atingi-lo. Os atletas correram riscos, bem como todos os envolvidos. Pra quê forçar a barra?

Eu sei que o árbitro se esforçou em levar a partida até o fim (mesmo não devendo fazer isso), já que a partida remarcada fará com que ele perca mais um dia de serviço (assim como os bandeiras). Mas isso faz parte da atividade não-profissional dos árbitros – ossos do ofício…

Em suma: felizmente não aconteceu nenhuma tragédia em Barueri, mas se dependesse da FPF e da falta de noção do árbitro…

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– E os times que “deixaram de ser” mas ainda são?

Dias atrás tivemos a Flórida Cup e ouvi muita gente falando do Glascow Rangers ter vencido o Corinthians por 4×2.

ERRADO, quem estava lá era o Rangers, com as mesmas cores e mesma torcida.

Ops. Mas era outro time mesmo?

Entenda: o Glascow Rangers, tradicional rival do Celtic, faliu! E voltou na última divisão com outro nome / razão social / estatuto / dados de fundação. Ou seja: quebrou, “mudou seus documentos” e ressuscitou como outra pessoa jurídica, zerado em dívidas.

Na Itália, a Fiorentina (e mais recentemente o Parma) fizeram a mesma coisa. Aqui no Brasil era comum você transformar o Vila Xurupita FC em Esporte Clube Vila Xurupita, mudando seu CNPJ e voltando sem dívidas.

É uma jogada complicada, pois a pergunta inevitável se torna: o Rangers herdou ou não os títulos do Glascow Rangers?

E a Fiorentina? Quer me convencer que não é o mesmo time “Viola” de Julinho Botelho, de Sócrates e de Batistuta, sediado em Firenze? Então tá…

Portanto, lembremo-nos: o Novo Horizontino que está no Paulistão da A1, não é o mesmo Novo Horizontino vice-campeão de 89, mas um novo time (com novos administradores, sem dívidas – embora com nome quase idêntico e as mesmas cores) que veio da 4a divisão para a 1a em um sério trabalho. Certo Globoesporte (que creditou ser a mesma agremiação)?

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– Ainda sobre R10…

Tenho escrito algumas coisas há dias sobre a magia do futebol de Ronaldinho Gaúcho e da sua falta de comprometimento com o profissionalismo na carreira. Mas ainda não escrevi nada depois do anúncio da sua aposentadoria!

Se pedirem para eu escolher os 4 maiores jogadores de futebol brasileiros que vi (desde que “nasci para o futebol”), escolheria: Zico, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Romário (e creio que estão no mesmo patamar de outros craques brasileiros como Zizinho, Vavá, Leônidas e Mané Garrincha, que só assisti por vídeo ou li em livros por conta da minha idade) – Pelé, claro, não vale.

Estamos falando de gênios. E gênios comprometidos com sua genialidade superfaturam o que querem. Títulos, troféus, fanáticos apaixonados para os admirarem ou dinheiro! Neymar está indo corretamente nesse caminho (por isso que não está citado na minha lista, afinal ele ainda é jogador e com a carreira em andamento). Ronaldinho Gaúcho galgou tudo isso em doses menores, preferindo ser um buon vivant.

Claro, o problema é só dele, já que poderia ter vencido mais bolas de ouro do que as duas que ganhou e preferiu curtir a vida. Sou sincero em afirmar: o auge de R10, para mim, supera o de Lionel Messi. Mas a duração da carreira de ambos é diferente por culpa da dedicação no que fazem!

Dava prazer assistir o brasileiro; era gostoso ficar no sofá, era ver o futebol-arte legítimo. Nas coletâneas em vídeo futuras, imagine o que poderemos ver.

Uma pena que o showman tenha superado tão precocemente o jogador profissional que existe dentro dele. Mas que enquanto jogou encantou, não há dúvida. A imagem positiva que fico dele é sendo aplaudido de pé pelos torcedores do arquirrival Real Madrid após capitanear uma incrível vitória em pleno Santiago Bernabéu. A negativa, quando recebeu a medalha olímpica com grande menosprezo falando num telefone celular.

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– Descanse em Paz, Ricardo!

Quem disse que ser esportista é sinônimo de saúde, cuidado com afirmações absolutas.

Justamente nessa semana em que eu comentava sobre conhecidos na casa dos 40 anos (não sedentários) e que morreram inesperadamente, vejo no Facebook do meu amigo aparecidense Marco Antonio Gonzaga, ex-bandeira de futebol, que o árbitro Ricardo Camargo morreu nesse sábado APITANDO um jogo de várzea!

Durante a partida, sentiu-se mal e simplesmente infartou.

Acaba assim? De uma hora para outra? Fim de jogo?

Que coisa é a vida da gente… árbitros da década de 90 lembram bem sobre o Ricardo. Possa ele descansar em paz e que esse acontecimento ligue o sinal de alerta para que todos nós que gostamos de esportes não relaxamentos nos exames de prevenção!

Este recorte é do próprio Marco Gonzaga:

– Os dois lances polêmicos de São Paulo 0x0x Novorizontino. Erros ou acertos na noite de sábado?

Dois lances polêmicos no final do jogo no Morumbi, na partida entre São Paulo 0x0 Novorizontino. Vamos a eles?

1- Aos 40 minutos do 2o tempo, dentro da área, Cléo Silva (NHZ) vai intencionalmente com seu corpo nas costas em Caíque (SPFC), jogando-o para a frente e atingindo até mesmo Diego Souza (SPFC). Nada de dizer que é tranco legal (cujo conceito é: ombro contra ombro em disputa de bola através de força não-excessiva). Nesse lance, foi empurrão deliberado contra o adversário. Pênalti não marcado, errou o árbitro Luiz Flávio de Oliveira.

2- Já aos 43 minutos, há uma cobrança de falta e Rodrigo Caio cabeceia para o gol, fazendo o tento a favor do São Paulo. O lance é difícil e foi anulado, mas acertou o bandeira Vitor Carmona Mestestaine em assinalar o milimétrico impedimento.

Observação: você não tem curiosidade em saber como foi o diálogo do árbitro Luiz Flávio com o zagueiro Rodrigo Caio sobre o Fair Play de Jô, sendo esse o primeiro reencontro entre os dois e justo em um jogo onde o São Paulo teve prejuízo?

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– Os pênaltis e paradinhas na Copa São Paulo em Palmeiras x Portuguesa

Leio que o Palmeiras foi eliminado da Copa São Paulo de Futebol Jrs 2018 após péssimas cobranças de tiros penais. Muitos dizem que foram chutes “a la Neymar” mal executados.

Ora, e por quê tal citação?

Porque o estilo de cobrança de Neymar é o de dar a pardinha permitida, e não é qualquer um que sabe executá-la. Hoje, é permitido realizar as paradinhas durante a corrida para a cobrança. Na hora do chute, não! É infração à Regra do Jogo.

Fica a questão: treinaram e foram orientados adequadamente?

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– Que vergonha, comunidade vascaína!

Nossa, que coisa triste ocorreu dentro do Vasco da Gama, não?

Depois de tanto tempo levado por pessoas retrógradas, estando o pleito eleitoral prestes a acabar com a hegemonia de Eurico Miranda e permitir a ascensão do administrador Júlio Brant (aparentemente competente), eis que no referendo do conselho vascaíno o vice-candidato de Brant, Alexandre Campello, traiu sua chapa e foi para a de Eurico como candidato a presidente, numa estratégia pensada pelos situacionistas e repleta de falta de ética e moral! Eleito Campello, foi ovacionado, pasmem, pelos gritos de “Eurico, Eurico”.

Coitado do Vascão… vai virar cada vez mais vasquinho com essa tropa!

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– Os trios de atacantes: a vez do LSD?

É uma modinha chata: na Europa ficavam comparando os ataques das potências da Espanha através de siglas: o Real Madrid tinha o BBC (Bale, Benzema, Cristiano). O Barcelona possuía o MSN (Messi, Suarez, Newymar).

Agora, depois da abertura do Paulistão, começou a gozação entre as torcidas: corintianos (segundo palmeirenses em memes) teriam o CKR (Claysson, Kazim, Romero), enquanto que o Alviverde o LSD (Lucas Lima, Scarpa e Dudu).

Sabe de uma coisa? Gostaria que, independente das letrinhas dos ataques, o futebol brasileiro estivesse mais representativo no Exterior, sem o abismo técnico quer vemos entre os clubes e com dirigentes mais honestos. SQN (só que não…)

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– Ricardo Teixeira queria ir ao Catar sem ser preso?

Quer dizer que Ricardo Teixeira, que um dia foi “Deus” para os cartolas brasileiros e outros interessados em picaretagem no futebol, pediu ajuda ao ex-presidente do Barcelona Sandro Rossell para entrar no Catar e não ser preso?

O jornalista Jamil Chade (como esse cara é bom!) descobriu os grampos e reproduziu em seu twitter. Abaixo:

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– Como farão com a torcida única na Copa São Paulo de Futebol Jrs? Aniversariante não consegue ter festa?

Sou contra toda e qualquer manifestação de violência no esporte. E, no caso dos tumultos promovidos por torcedores organizados de futebol, todo o rigor da lei contra os infratores se faz necessário.

Mas agora surge a discussão: a resolução de “torcida única” nos confrontos profissionais vale para a Copa SP? Para o Sub 15? Para a categoria “chupetinha”?

Pense bem: no aniversário da cidade de São Paulo, no jogo festivo marcado para o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Município de São Paulo não poder ver uma disputa entre dois times grandes paulistanos que a orgulham (como Palmeiras x São Paulo, não cito o Corinthians pois está fora da competição) é o fim da picada!

O que as autoridades farão?

1- Aceitar, por necessidade de combater a violência e por incapacidade de organizar um evento esportivo com duas numerosas torcidas, a resolução de “torcida única” – lembrando que o mando é da FPF (inclua-se a renda, se tiver cobrança de ingressos), que decidirá qual clube grande poderá estar no estádio e qual será barrado por algum critério técnico a definir;

2- Majorar sensivelmente o preço do ingresso para que poucos torcedores tenham acesso ao jogo;

3 – Limitar numa quantidade bem inferior de bilhetes da capacidade do público no Pacaembu;

4 – Torcer para que o universo tenha convergência com os astros e a final seja de um grandão paulistano contra um pequeno “de fora”.

Enfim: o ideal seria um jogo com duas torcidas fazendo a festa comemorando a civilidade, prosperidade, segurança e boa educação dos torcedores de futebol paulistanos. Mas como a PM pode entender que não há garantias para isso… uma pena!

Em tempo: nos grandes eventos, com dor no coração e como medida extraordinária: sim, sou a favor de torcida única mas até o momento que se prendam os brigões e tumultuadores (o que já deveria ter acontecido).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– 10 Dicas para os Jogadores às Vésperas da Retomada da Temporada

Todo ano vemos polêmicas envolvendo árbitros e jogadores. Próximo do início do Paulistão 2018, podemos fazer observações interessantes desta relação e algumas dicas – dentro da legalidade das regras do jogo – de como o jogador se dar bem sem praticar infrações.

  • Primeiro- Há um preconceito de que o árbitro é inimigo do jogador. Alguns atletas já entram em campo condicionados de que terão que vencer o adversário e o juiz! Nada disso… o árbitro é um ser humano que tem os mesmos sentimentos do atleta: quer acertar tudo, tem ansiedade, gana e medo.
  • SegundoJogador tem que tomar cuidado com reclamações indevidas. Árbitros mais experientes costumam ser mais respeitados, até mesmo pela fama, e aplicam menos cartões. Árbitros mais jovens (e no Paulistão muitos surgirão, até pela urgente necessidade de se renovar o quadro) não tem a mesma habilidade em advertir verbalmente, e acabam aplicando um maior número de cartões amarelos.
  • Terceiro Os lances de agarra-agarras, cada vez mais, são observados pelas inúmeras câmeras. Na dúvida, se o árbitro ver um abração, marcará o pênalti / falta.
  • QuartoUma tendência mundial é deixar o jogo fluir mais. As chamadas “faltinhas bobas” (quedas em lances de divididas / trancos), onde fica claro que o jogador abriu mão de prosseguir a jogada para tentar a bola parada (comuns no Campeonato Paulista) devem diminuir. Há uma preocupação dos árbitros em não cair em ludibriações, e sendo assim, que os jogadores fiquem mais em pé.
  • Quinto Conhecer a Regra é fundamental para os atletas, e muitas jogadas poderiam ser inventadas tendo ciência de algumas curiosidades delas. Por exemplo: se não existe impedimento em tiro de meta e arremesso lateral, por que não se treina jogadas com esses detalhes? Pegaria o adversário de surpresa, já que nem todos conhecem isso.
  • Sexto- Por que o batedor de faltas espera tanto tempo para se cobrar uma falta? Aliás: quem disse que é o goleiro quem pede a “barreira”? Quando se sofre uma infração, o batedor pode cobrá-la imediatamente, sem necessidade do árbitro apitar autorizando. Claro que nesse momento poderá existir jogador adversário a menos de 9,15m de distância, que não poderá instantaneamente se reposicionar. Assim, pode-se bater a falta e abre-se mão da distância exigida. Se a bola bater no adversário, paciência! Afinal, trocou-se a distância regulamentar pela rapidez em pegar o outro time desprevenido. Mas se o jogador exigir que o adversário esteja a 9,15m (para poder ter melhor visão do lance ou pensar na jogada), só pode cobrar a falta com a autorização do árbitro (já que ele estará conferindo a distância – que é o momento que os jogadores se aglomeram formando a barreira). Portanto, barreira não é pedido de goleiro, mas direito de distância do batedor, que muitas vezes a usa como referência para um chute colocado no gol.
  • Sétimo- Se o árbitro é a autoridade máxima da partida, por que é que o zagueiro tem a mania de parar no lance quando vê o bandeira levantando seu instrumento? Em alguns casos, o bandeira marca um impedimento erroneamente e o árbitro não confirma a marcação, mandando a jogada prosseguir. Se o centroavante estiver atento, fica sozinho com a bola dominada e o adversário batido. Vai a dica: espere o apito do árbitro, nunca confie numa bandeira levantada.
  • Oitavo- Jogadores Reservas: problema mais comuns nas séries A2 e A3, mas também vez ou outra presente na A1, o comportamento inadequado dos suplentes também é uma constante. Muitas vezes o jogador pensa que por estar no banco, pode gritar ou reclamar com o árbitro sem ser punido. Nada disso! Ano a ano, cresce o número de jogadores reservas que tomam cartões sem ao menos entrar em campo!
  • Nono- Atendimento em Campo: as situações em que um jogador pode ser atendido em campo são: em lesão gravíssima como primeiro socorro; ou o goleiro lesionado (já que ele não pode sair de maca). Em todas as outras situações, o jogador deve ser retirado de campo e só pode retomar ao jogo com a bola rolando e com autorização do árbitro (a não ser que seja uma lesão leve e o “sprayzinho milagroso, rapidamente aplicado, não faça com que o jogo fique muito tempo parado). Muitas vezes, se a lesão é leve, então avalie: vale a pena sair de campo e seu time jogar com 10 por alguns minutos ou vale o esforço em permanecer na partida? Se a suposta lesão for “cera”, cuidado: já imaginou se sair um gol na sua ausência?
  • Décimo- Simulações: Evite! É unfair-play, irrita o adversário e principalmente o árbitro. Cair dentro da área, fingindo ter sofrido um pênalti, poderá fazer com que você leve um cartão amarelo pela tentativa de burla. Com tantas câmeras de TV, fica mais um alerta: outros árbitros e outros jogadores estarão vendo, e se você teve sucesso na simulação, saberá que na próxima partida estará sendo vigiado com mais cuidado, pelo histórico que o próprio atleta criou. É o “efeito Neymar”: no começo da carreira, simulou demais e ludibriou muitos árbitros. Hoje, em muitos lances em que o ex-santista sofre infração e quando há dúvida do árbitro, a falta não é marcada pelo fato de, pela fama criada, a chance de não ter sido falta é maior do que ter sido. E como falamos no primeiro parágrafo… o árbitro é humano! Até ele conseguir tirar o rótulo de que um atleta não é mais cai-cai… leva tempo!

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– O blablablá do árbitro de vídeo brasileiro: sobrará para os clubes pagarem a conta?

Quem acompanha nosso blog sabe que desde que houve a demagógica promessa da implantação de árbitro de vídeo, o custo e a infraestrutura seriam a grande desculpa para a não concretização.

A verdade é: NUNCA a CBF quis implantar o Vídeo-Árbitro no Brasil.

Motivos?

1 – A CBF não tem pessoal preparado. Os instrutores e comandantes da arbitragem (há décadas em rotatividade de cargos na mesma CBF) não têm a competência necessária.

2 – A implantação deve ser feita antes do início de campeonatos de pontos corridos e/ou em jogos de ida e volta nos torneios eliminatórios. No Brasileirão, esqueça! Haverá a mesma desculpa dos últimos dois anos (implantar-se-á em Agosto, Setembro ou Novembro) e não será efetivado.

3 – Só existiram dois testes de verdade no Brasil, nas finais do Campeonato Pernambucano, com erros graves de arbitragem e uma trapalhada sem fim.

4 – A falta de empresa para gerir as imagens que seja INDEPENDENTE (não dá para os árbitros de vídeo usarem a mesma geração da Globo, por exemplo, com o que o telespectador vê). Além disso, corre-se o risco de dizer que um time de massa que leve mais audiência possa ser beneficiado pelo ângulo da imagem da emissora.

5 – Não existe equipamento suficiente no Brasil.

6 – Obrigatoriamente deve-se instalar em todos os jogos e, portanto, em todos os estádios. Há condições de trabalho em todas as praças?

Dito tudo isso, resume-se à falta de estrutura para a implementação. Tudo está atrasado (há pelo menos dois anos). Alardeado como de vanguarda, postergou-se ao máximo com inúmeras desculpas e engodos (lembrem-se do gol de mão do Jô em Corinthians x Vasco, onde após o “pito” de Eurico Miranda, o presidente Marco Polo Del Nero prometeu para rodada seguinte o VAR).

O último capítulo dessa história é: a CBF quer discutir com os clubes (na maioria resistentes à ideia do árbitro de vídeo, pois os erros dos juízes são boas desculpas para justificarem derrotas) o custo da implementação do VAR. Enfim: ela quer dividir com os clubes as despesas!

Em são consciência, alguém aceitaria ajudar financeiramente a milionária CBF, que como promotora do torneio tem a responsabilidade de providenciar o Vídeo-Árbitro?

Se fosse uma LIGA, organizada pelos clubes, há coerência. Mas a CBF é DONA do Campeonato Brasileiro (e da Seleção também).

Não há dúvida: não teremos árbitros de vídeo no Brasileirão de 2018 (anote aí mais uma vez, como você já anotou em outras postagens a mesma afirmação de que a promessa era demagógica). Desta vez, se justificará que os clubes não aceitaram.

Relembre o histórico de mentiras esfarrapadas do VAR brasileiro da CBF no link em: https://wp.me/p55Mu0-1Gk

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– Sheik no Corinthians: quanta repercussão a troco de quê?

Tenho ouvido muita repercussão sobre a contratação do veteraníssimo Emerson Sheik por parte do Corinthians.

Ora, ninguém acredita que ele foi contratado para ser o substituto de Jô. Ou há alguém que crê nisso?

Em tese, será um contrato para encerrar a carreira, uma espécie de homenagem. O que se pode contestar é (e aí sim será válido): veio por valor simbólico ou por “dinheiro grosso”?

Se eu sou cartola e quero homenagear, faço um jogo de despedida. Nada de contrato com 5 meses.

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– Tony Chapron, o árbitro agressor da França!

Muito inusitado: na partida entre Nantes x PSG, aos 46 minutos do segundo tempo, num lance rápido, o zagueiro do time da casa Diego Carlos se enrosca com o árbitro da partida Tony Chapron e o derruba. Encontrão involuntário, nada a marcar, foi casualidade. Eis que o árbitro, no chão, dá um pontapé no jogador, se levanta, aplica o Segundo Cartão Amarelo e na sequência o Vermelho!

Peraí, o zagueiro não fez nada; quem fez deliberadamente foi o juizão. Auto-expulsão necessária (e não aplicada).

Ironias à parte, nesta segunda-feira o árbitro reconheceu que a trombada não foi uma agressão mas sim um lance infortúnio do atleta. Porém, nada citou sobre o chute desferido.

Assista ao lance em: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-frances/noticia/arbitro-de-nantes-x-psg-e-suspenso-por-tempo-indeterminado-apos-agressao.ghtml

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– Os Cartolas não querem defender Del Nero para não se queimarem. Mas atacá-lo, menos ainda!

Leio do sempre bem informado jornalista Ricardo Perrone em seu blog no UOL, que na última segunda-feira alguns dirigentes do futebol brasileiro queriam promover um manifesto de apoio a Marco Polo Del Nero, mas foram demovidos da ideia por Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF e interessado na cadeira de presidente da CBF, pois, segundo ele, a iniciativa causaria desgaste na imagem da cartolagem.

Pior do que apoiar Marco Polo Del Nero é ler que há aqueles que o defendem e entendem que ele é uma vítima! Veja só o discurso do representante da Roraima:

“A situação de Marco Polo começou a ser debatida pelo sindicato [Sindicato do Futebol, em São Paulo], a partir de críticas à Fifa feitas por Zeca Xaud, longevo presidente da Federação Roraimense. Ele sugeriu que a CBF se rebelasse e não aceitasse a suspensão. Classificou a atitude da entidade internacional como covarde.”

Será que o senhor Zeca Xaud, há décadas no cargo da federação do seu estado “sem largar o osso”, crê realmente na inocência de Marco Polo a ponto de incitar uma rebelião pró-Del Nero contra a FIFA? Ou é mais uma “puxada de saco” para agradar a quem manda o famoso “mensalinho do futebol” (que é oficializado pela Confederação Brasileira de Futebol sob o título de ajuda de custo aos estados da federação)?

Pobre futebol brasileiro… está sendo jogado numa verdadeira lata de lixo…

A matéria completa em: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2018/01/apos-fala-de-cartola-da-fpf-dirigentes-enterram-nota-de-apoio-a-del-nero/

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– 10 anos do 1o Gol de Alexandre Pato na Itália. Só que…

Quando vi o Alexandre Pato jogar (e muito bem) com tranqüilidade no Parque Antártica (Palmeiras x Internacional), ainda júnior mas jogando no profissional, fiquei impressionando com o ótimo futebol mostrado.

Pato tinha tudo pra “dar certo”. Do Internacional foi para seu primeiro time estrangeiro: o poderoso Milan!

Hoje faz 10 anos que Alexandre Pato fez seu primeiro gol na Itália. E ao invés de evoluir, regrediu. 

O que aconteceu com ele nesse tempo todo? Aliás, olhe na foto cada companheiro de time ele tinha na Velha Bota…

Em: master.m3u8

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– A Pirataria está presente no mundo inteiro…

Se você acha que é só aqui no Brasil que tem invasão de produtos falsificados (grosseiramente ou não), veja só que coisa: circula um “post de compra via Internet” de site de importação da camisa do jogador Gabriel Jesus, do Manchester City.

Será que a Nike reduziu sua qualidade e errou ou o produto é pirata?

Abaixo, o uniforme de “J. Gesus“:

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– As vendas de mando de campo deveriam ser permitidas ou não?

A situação financeira dos times de futebol é periclitante, todos nós sabemos. E se você olhar para as contas das equipes pequenas, pior ainda! Sobrevivem, muitas vezes, da renda do jogo contra um adversário grande.

E se o seu estádio for pequeno?

Vende-se “o local” da partida para uma praça maior, ou para um empresário por um valor mínimo que agrade a direção do clube. Já vi o Paulista de Jundiaí “mandando” seu jogo contra o Palmeiras em São José do Rio Preto, por exemplo.

Agora, especula-se que na Copa do Brasil, no confronto entre Madureira x São Paulo, o Tricolor Suburbano mande seu jogo contra o Tricolor do Morumbi em Londrina-PR, ao invés do seu estádio (Aniceto Moscoso, mais conhecido como Rua Conselheiro Galvão – uma versão carioca do Juventus no estádio Conde Rodolfo Crespi, a Rua Javari) .

Sabe quantos torcedores o simpático time carioca terá nas arquibancadas mandando o seu jogo no Paraná?

A resposta é dispensável por motivos óbvios. Aí, não é inversão de mando (que se configuraria se o jogo fosse na cidade de São Paulo), mas claramente uma alteração do local de mando para faturar uma receita considerável. O estádio estará lotado de são-paulinos, que encherão os bolsos dos cartolas do Madureira.

E isso deveria ser proibido?

Difícil responder. Eu não gosto dessa ideia, mas entendo que o clube que está em dificuldade financeira aceite se “auto prejudicar esportivamente” (por não jogar onde está acostumado, que é a sua casa, conhecendo cada “buraco do gramado” e se sentindo mais a vontade) para ter um dinheiro a mais.

Evidentemente, surgirão as questões como: se não pode mandar o jogo no seu estádio, não deveria disputar; ou outras provocações sobre o tema.

Me recordo que em 2013, a Portuguesa recebeu uma proposta para jogar no Ninho de Pássaro, o suntuoso estádio de Pequim, contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, e não foi permitido. Globo e CBF não deixaram por ter que mexer na tabela do Brasileirão (relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-5Jv).

Talvez, em torneios de pontos corridos (diferente da Copa do Brasil), deveria-se proibir definitivamente a venda de mandos. Se não tem condição de jogar em sua casa, não pode disputar o campeonato! Na Inglaterra, isso é proibido pois uma premissa é que todos joguem contra todos em igualdade de condições no confronto.

Mas e nos “mata-mata”?

Aí é uma “única cartada” para o clube pequeno arrecadar mais, só que o prejuízo técnico para a competição é diferente, já que não são confrontos de todos contra todos (embora, insisto: não gosto da ideia)

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Neymar e o jabá inteligente! Sobre chuteira e bandana:

Viram que jogada fantástica de marketing do brasileiro Neymar em conjunto com a Nike (sua patrocinadora pessoal e da sua equipe, o PSG)?

Após marcar um gol na França, nessa semana, tirou sua chuteira (o novo modelo da marca) e a colocou na cabeça. Imagine a exposição mundial que ela teve…

E isso pode?

Ao pé da letra, se você desconfigurar o uniforme, estará praticando uma infração contra a Regra do Jogo e deve ser punido com Cartão Amarelo. Compare: se você é advertido quando tira a camisa comemorando um gol, por quê seria diferente com o calçado?

Não sei se nessa partida Neymar foi advertido (se não foi, deveria ter recebido o Amarelo), mas me recordo de outra ação de marketing dele pela Seleção Brasileira, em partida contra a Argentina – e com uma bandana! Relembre (extraído desse mesmo blog, em 14/11/2015):

A BANDANA PROIBIDA DE NEYMAR

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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– E a FPF não se pronunciou ainda sobre o Estanciano-SE e o esquema de manipulação de resultados?

Estourou na Copa São Paulo de Futebol Jrs, na chave de Itapira, a descoberta de representantes de máfia de apostas aliciando atletas, treinador e presidente do Estanciano.

A Rádio Capital, através do jornalista Weber Lima, divulgou os áudios gravados onde atletas são cooptados. Perder o jogo valia R$ 7.000,00. Cometer um pênalti, R$ 500,00. Tudo gravado e com o caso vindo à tona a partir do momento que o treinador Ricardo Pereira se recusou a fazer parte do esquema.

Todo o áudio pode ser acessado no link em: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/v/treinador-do-estanciano-recebeu-proposta-de-suborno-para-perder-jogo-na-copinha/6414320/

A questão é: o caso aconteceu na 2a feira, e até agora a FPF não divulgou uma linha sequer sobre as investigações e nem tomou decisão algumaEm 2017, quando ocorreu a eliminação do Paulista FC da final da Copa SP por conta de ter escalado Heltton Brandon, o “gato da Copinha”, a decisão foi imediata. A pergunta, então, passa a ser: por qual motivo não houve pronunciamento da Federação Paulista?

Seria pelo fato da competição ser patrocinada por um outro site de apostas, e isso não repercutir bem?

Em tempo: o Estanciano realmente perdeu e foi eliminado. Mas isso faz com que o assunto fique por isso mesmo?

Aliás: só ocorreu tal fato com o Estanciano ou haverá alguém às escuras que aceitou e não sabemos?

Acho que não vai dar nada, infelizmente. Façam suas apostas.

Ops? Apostas não!...

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 1 Avaí

Razoável arbitragem de Paulo Santiago de Medeiros no jogo de despedida do Galo na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Partida fácil para apitar, sem complicações e com colaboração do comportamento dos atletas. Vamos a alguns detalhes?

Muitas faltas foram marcadas em lances de tranco legal; houve uma certa confusão entre falta e uso legal do corpo para divididas. No resto, tecnicamente, tranquilo.

Apesar do bom posicionamento em campo, fisicamente poderia estar melhor, não ficando tão distante das jogadas em alguns momentos. No geral, se coloca bem no gramado, mas deve usar maior velocidade para aproximação dos lances.

Disciplinarmente foi bem. Curiosamente, houve um cartão amarelo para Magno na comemoração do gol erguendo a camisa e mostrando mensagem religiosa para a câmera da TV (foi avisado pelo 4o árbitro).

Ocorreu um gol a favor do Avaí anulado por impedimento no 1o tempo. Eu fiquei em dúvida! Pra mim, da cabine, legal; mas pela dificuldade, respeito a decisão do bandeira Denival da Silva.

Como o Paulista FC está eliminado da Copinha, ficará a lembrança do apoio da torcida. Neste último jogo, mesmo eliminado previamente, o jundiaiense foi em bom número ao Jayme Cintra:

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– Paulo César Carpegiani no Flamengo e o discurso do novo e velho.

Me decepcionei com a entrevista de Carpegiani, que seria diretor técnico no Mengão e acabou virando treinador por conta da saída de Rueda (há dias, eu disse torcer para o colombiano Reinaldo Rueda ser o Campeão da Sulamericana por ter sido o artífice da ideia de dar o título da edição passada à Chapecoense, mas suas declarações generalizando a imprensa como culpada da “repercussão” da sua possível saída – que se concretizou – foram ridículas, mostrando que o Flamengo acabou sendo “muito time” a ele, não conseguindo dimensionar a força exata do clube carioca”).

Como jogador, ninguém contestará Carpegiani. Como treinador do Flamengo Campeão Intercontinental de clubes, idem. Seu auge foi naquele magnífico trabalho na Seleção Paraguaia de 98 na Copa da França, onde, sinceramente, escolheria Gamarra como melhor atleta daquele Mundial.

Porém…

Cheguei a trabalhar em jogos do Carpegiani como treinador do São Paulo FC, e me lembro de estar no Morumbi em um jogo contra o Gama em que ele foi ridicularizado pelas alterações (para minha surpresa, pois ainda estava com o trabalho dele na Copa do Mundo em minha cabeça). No Corinthians, virou “professor Pardal”, sendo ironizado pelos atletas. E, ontem, no Flamengo, me assustei ao vê-lo falando do seu trabalho de 35 anos atrás e comparando-o com Zidane no Real Madrid atualmente. Completamente confuso, fora de nexo (assim como na sua apresentação, dando a entender que se “aparecer um nome melhor”, ele deixa de ser técnico).

Uma pena. Alguns dirão que ele foi bem no Coritiba e no Bahia. Mas qual o parâmetro para tal avaliação? O que ele fez/ tem feito de diferente e/ou revolucionário?

Carpegiani é inteligente, mas praticamente era um ex-treinador, pois estava cuidando do seu time-empresa no Rio Grande do Sul e de suas adegas. Foi redescoberto e agora é a salvação?

Me parece que perdeu o timing em aceitar a nova realidade e se transformar em cartola de fato. Paulo Autuori fez isso com maestria (há quanto tempo ele não emplacava um bom trabalho?), Antonio Lopes idem, e Parreira declinou dessa função.

Boa sorte ao Carpegiani, mas acho que não terminará o Campeonato Carioca como treinador do Rubro Negro.

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– Na Inglaterra, reclamar do árbitro leva a 3 jogos de suspensão

Arsene Wenger, o veterano e respeitado treinador do time londrino do Arsenal, sentiu o rigor da necessidade de respeitar a arbitragem na Premier League: 3 jogos de suspensão por mal comportamento contra o juiz depois do jogo contra o West Bromwich.

Extraído de: 

https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/01/05/wenger-pega-3-jogos-de-suspensao-por-mau-comportamento-em-jogo-do-arsenal.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-esporte&utm_source=t.com&utm_medium=social

WENGER PEGA 3 JOGOS DE SUSPENSÃO POR MAU COMPORTAMENTO EM JOGO DO ARSENAL

O técnico do Arsenal, Arsene Wenger, pegou três jogos de suspensão e foi multado em 40 mil libras (cerca de R$ 175 mil) por seu comportamento durante o empate do clube contra o West Bromwich, no último domingo.

Wenger foi acusado de má conduta pela Federação Inglesa (FA, na sigla em inglês). O treinador admitiu que seu comportamento foi abusivo e impróprio ao questionar integridade do árbitro do jogo.

A situação que levou Wenger a perder a compostura ocorreu quando o árbitro Mike Dean marcou um pênalti no último minuto. O juiz entendeu que a bola teria tocado no braço de Gibbs. Jay Rodriguez bateu e empatou a partida.

O resultado deixou o técnico furioso e s críticas continuaram na coletiva de imprensa. Um jornalista perguntou que houve alguma explicação sobre o pênalti e Wenger afirmou que não e que o árbitro viu o que ele quis.

Em janeiro, o técnico foi suspenso por quatro jogo e multado em 25 mil libras (R$ 110,7 mil) porque empurrou um árbitro durante a vitória por 2 a 1 em cima do Burnley. A acusação foi a mesma.

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– O ano começou no futebol. E o Didico?

Adriano Imperador é chamado pelos amigos de comunidade carinhosamente por Didico. Confesso: atacante forte, matador e decisivo como ele, há tempos o Brasil não possui. E Adriano, ao permanecer com sua vida passando e a grana acabando, prefere ser mais Didico do que Imperador.

Um talento desperdiçado, não tenha dúvidas, pois se estivesse se cuidando, teria sido titular absoluto em 2014 na Copa do Mundo (e quem sabe não estaria até hoje vestindo a Amarelinha).

Escrevo isso pois leio pela enésima vez que o Flamengo abrirá as portas do seu Departamento Médico para Adriano se tratar de uma lesão e, quem sabe voltar ao Mengão!

Ah se o Adriano tivesse aceitado os conselhos de gente mais comportada do que ele… Muitos dizem que o final dele será como o de Maneira Garrincha. Discordo, está muito mais (pelos lógicos fatos) a Jorge Mendonça.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista x Avaí, Rodada 03 da Copa São Paulo

Paulo Santiago de Medeiros, 6 anos de carreira no apito, 33 de idade, professor e que apitou Atlético Mineiro 4×0 Barbarense em Osasco na Rodada 01, será o juiz do jogo de despedida do Galo na Copinha desse ano=, contra o Avaí.

O árbitro trabalhou em alguns poucos jogos de Segunda Divisão Paulista (a série B, que o Paulista jogará em 2018). Está procurando espaço em outras divisões de profissionais e se firmando em jogos não tão pegados. Vamos conhece-lo mais a fundo nesta tarde em Jayme Cintra.

Denival da Silva Pereira e Thiago Gonçalves Dias serão os bandeiras. Leônidas Sanches Ferreira o quarto-árbitro.

Desejo boa partida para os clubes e ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Avaí pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Quarta, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Manipulação de Resultados na Copa São Paulo de Futebol Jr?


Ouço agora na Rádio Capital AM 1040, o jornalista Weber Lima e o ex-goleiro Zetti colocando com exclusividade no ar o áudio do WhatsApp com um senhor chamado Tiago, representante de um site de apostas chinês, negociando com atletas do Estanciano-SE resultados na Copinha. O time de Sergipe está na chave de Itapira. O treinador da equipe, ao saber que seus jogadores estavam “vendidos”, abandonou a delegação. Aparentemente, há o aceite do presidente do time na negociação.

Por ser um torneio de equipes de toda a realidade, inchado demais e com clubes “aventureiros”, tal prática parece ser possível.

Infelizmente não tenho o arquivo digital, mas certamente a Rádio Capital e Weber Lima disponibilizarão a todos. No trecho que ouvi, um pênalti custaria R$ 500,00.

Com urgência, a palavra da FPF, organizadora da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Aliás, só aconteceu com uma única equipe, das 128 envolvidas?

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– Jogador expulso por gesto obsceno: a culpa é de quem?

Na partida da Copa São Paulo envolvendo Marília x Mogi Mirim, aos 34 minutos, o jogador do time da casa, o lateral Gemerson Bahia, após bate-boca com o adversário, segurou suas próprias partes íntimas fazendo o grotesco gesto ofensivo de intimidação. Por tal ato obsceno foi expulso corretamente pelo árbitro Márcio Roberto Soares, e ao sair de campo, deu adeus com o dedo do meio em riste.

Na Copinha, há meninos de todas as condições e culturas: pobres, ricos, educados, solteiros, casados, com filhos… mas fatos evitáveis como esses, são culpa de quem? Dos seus pais que não deram educação suficiente para saber respeitar o próximo ou dos clubes de futebol que não se preocupam com o fair play e com a formação social do atleta?

Ouso dizer que a responsabilidade é dos seus genitores e dos times. Conjuntamente, querem filhos jogadores para ganhar dinheiro, à frente de profissionais corretos.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×3 RedBull, Rodada 02 da Copa São Paulo

Neste domingo em Jayme Cintra tivemos uma arbitragem vacilante. Vi em Jefferson Girotto um árbitro de boas qualidades, mas ainda bem “cru”, cometendo erros que seriam evitados se fosse mais experiente.

Numa partida que começou bem faltosa, mas não violenta (veja que curioso: até os 28 minutos, o placar em faltas era de PFC 0x10 RDB; mas nos 27 minutos restantes da etapa, ocorreram mais PFC 5×4 RDB), o árbitro mostrou virtudes (como bom condicionamento físico) e defeitos (chegou a dar uma encarada e/ou quase peitada que levou a torcida ao delírio após desnecessariamente ficar cara-a-cara com o atleta Vitor do RedBull, que cometera uma falta e reclamara da marcação).

Antes do jogo, o árbitro pediu para os gandulas da linha de fundo não ficarem de vermelho, mas deixou o treinador do RedBull de vermelho na linha do impedimento. Deveria ter feito o contrário.

LANCES DO JOGO:

Logo aos 7minutos, não deixou o lateral Daniel (PFC) cobrar na posição que desejava um arremesso lateral (o árbitro estava correto), mas demorou para dizer onde era. Depois de tanto enrolar, o jogador cobrou normalmente onde ele houvera proibido. Pra quê mandar ir para trás então?

Em alguns lances, quando os jogadores reclamavam com ele, dava satisfação aos reclamantes conversando com a bola rolando. Correu o risco de perder jogadas faltosas com tal necessidade de responder as críticas, ficando desatento no restante da partida. Precisa ter maior visão periférica.

Não permitiu cobranças rápidas de faltas, pois em TODAS mostrou o apito e reposicionou a bola automaticamente, mesmo que num local minimamente próximo. Optou bastante em tentar dar a vantagem, acertou duas e perdeu duas. Na cobrança de bolas paradas frontais ao gol, esteve sempre de costas ao batedor e seus próximos adversários. Entendo que buscam o “ponto futuro”, mas foi exageradíssimo no posicionamento em 3 momentos como esse.

Disciplinarmente acertou em todos os cartões que foram aplicados, mas faltou um Amarelo a João Vitor (RDB) por chutar a bola para longe com o jogo parado, e outro Amarelo para Lucas Falcão (por reincidência em faltas e reclamações com gestos) e, o mais grave, aos 49 minutos do segundo tempo quando Natham (16 do RDB), após receber o cartão amarelo, o peitou descarada e desrespeitosamente. Vacilou em não expulsá-lo (e estava fácil). Teria “pipocado” por ter “peitado” um companheiro dele momentos antes? Provavelmente.

O bandeira Bruno Bonani Munhoz, aos 5 minutos do segundo tempo, cometeu um erro relevante. A bola foi lançada e Vitor Adame (PFC), em posição de impedimento, que desiste de ir disputá-la sem se tornar ativo. A bola sobra para seu companheiro Vinicius Fleck, que veio de trás e vai na bola. Bruno bobeia e marca o impedimento de Fleck equivocadamente. Após a jogada, percebeu-se um positivo de desculpas do assistente. Entretanto, aos 42 minutos do segundo tempo, um acerto de Bruno que salvou o árbitro: Gil (PFC) entra na área, dribla o zagueiro, passa pelo goleiro e é derrubado (estava de frente para o gol com a posse de bola, a bobagem seria cavar um pênalti, já que era só tocá-la para o gol). O árbitro Jeferson Girotto entendeu que não foi tiro penal e manda seguir. A bola não sai, os atletas a disputam e o jogador Braian Machado (RDB) se atira contra a ela num carrinho com os braços abertos. Quando ela vai ser cruzada, ergue a mão e a desvia. Girotto não entende como movimento antinatural dos braços e marca escanteio. Neste momento, muita reclamação da equipe do Paulista FC que tem seu preparador físico expulso. Depois de bastante tempo perdido em discussão, com a bola prestes a ser cobrada no tiro de canto, tardia mas corretamente Bruno Bonini Munhoz chama o árbitro e diz que foi pênalti. Mais confusão, aí por parte do RedBull, inconformado com a desmarcação do escanteio.

Foram lances pontuais citados. No geral, se apitar sem trejeitos (ele tem boa postura na aplicação de cartões mas gesticula demais toda hora), irá muito bem. Mostrou bom condicionamento físico e, diminuindo o bate papo em campo e procurando ser mais discreto, há de ter futuro (mas insisto: tem panca, mas está muito “verde”).

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– Bolsonaro se filia ao PSL para concorrer a Presidência. Mas você se mancou quem é o presidente do partido?

Jair Bolsonaro, pré-candidato a Presidente da República, namorou o PEN (Partido Ecológico Nacional). A pequena sigla mudou o nome para Patriota a fim de receber o futuro presidenciável. Só que “na hora H” Bolsonaro se filiou ao PSL, que articulava para mudar de nome para Livres, mas que devido a adesão de Jair, dividiu-se.

O certo é que a proposta do presidente Luciano Bivar, do PSL, para aceitar a entrada do candidato, foi tão negociada que o próprio filho dele, Sérgio Bivar, que seria candidato a deputado federal pelo partido, deixou a legenda com a alegação de que o Partido Socialista Liberal vendia sua ideologia ao aceitar as condições dos bolsonaristas.

Mas sabem que é esse senhor, Luciano Bivar?

É aquele ex-presidente do Sport-PE, hiper-polêmico, que disse à imprensa ter subornado membros da CBF para que se convocasse Leomar (ex-jogador da equipe) na Seleção Brasileira. Na época, especulou-se que Bivar forçou a barra com o propósito de valorizar o jogador e pagar dívidas com Leão, também ex-treinador da equipe e que foi comandante da Seleção. No STJD, negou tudo o que disse (mas que ficou gravado nas grandes rádios).

Sinceramente?

Bolsonaro começa muito mal ao se associar a político que vem do meio do futebol. Dificílimo confiar em gente assim…

Aliás, reafirmo: tenho pena do nosso país com candidatos como Lula, Bolsonaro, Alckmin, Ciro… falta gente nova, competente e honesta para administrar o país (nenhum deles possuem as 3 virtudes citadas).

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foto: Blog do Cleuber Carlos

– O que você acha da introdução do Cartão Branco no futebol?

Aconteceu há 2 anos, mas é uma ideia perene: a aplicação de suspensão temporária para jogadores indisciplinados (de 5 a 10 minutos).

O que você pensa sobre isso?

Republico, deste mesmo blog:

O CARTÃO BRANCO 

Está acontecendo um  Congresso Mundial de Futebol em Portugal, o “Conversas de Futebol” (ou “Football Talks).

Dentre os muitos assuntos, a Arbitragem foi discutida. E Pierluigi Colina, ex-árbitro e agora dirigente da UEFA, sugeriu uma novidade: o Cartão Branco!

A idéia seria de que as faltas por indisciplina (simulação de infrações, chutar a bola para longe após o apito e reclamações contra o árbitro) sejam punidas, ao invés do Cartão Amarelo, com o Cartão Branco. O infrator ficaria de 5 a 10 minutos fora do jogo (tempo exato a definir em outros debates), servindo de exemplo para indisciplinados. Os Cartões Amarelo e Vermelho continuariam para as outras situações de jogo.

Particularmente, acho desnecessária tal medida. O Amarelo já é suficiente para os indisciplinados, sendo que a reincidência leva à expulsão.

Daqui a pouco, com o excesso de preocupação “politicamente correta“, teremos o Cartão Verde para atitudes de Fair Play (chutar a bola para a lateral para atender um adversário lesionado), o Cartão Lilás contra a homofobia, o Cartão Preto contra o Racismo, o Cartão Laranja para a Xenofobia, e por aí vai.

No Brasil, já testamos o Cartão Azul no antigo Campeonato Paulista de Aspirantes, uma espécie de intermediário entre o Amarelo e o Vermelho.

Não gosto de um suposto teste com o Cartão Branco por tal motivo: a indisciplina, por quais sejam os motivos como citados acima, já tem seus instrumentos de punição estabelecidos na Regra do Jogo.

A UEFA, a Conmebol ou a FIFA deveriam se preocupar mais em capacitar seus árbitros do que criarem tais invencionices.  

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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