– A redução do peso do saco de cimento e os golpes de outrora!

Eu trabalhei muito tempo em depósito de material de construção, e sofria quando tinha que carregar sacos de cimento. Afinal, cada um pesa 50 kg (e os de cal, 20 kg).

Em breve, por determinação de autoridades da área de Segurança no Trabalho, o peso máximo será de 25 kg / saco. Correto. E o preço, logicamente, tem que cair pela metade. 

Me recordo que quando existiu o congelamento de preços imposto pelo Presidente José Sarney em 1986, os sacos de cal passaram de 20 kg para 10 kg por um período (e o preço não caiu pela metade). Era golpe para fugir dos valores tabelados / congelados.

Atualmente, muitos produtos tem redução de tamanho e o preço muda muito pouco, sendo um engodo não percebido por boa parte dos consumidores. Vide os chocolates de 200 gramas, que caíram para 180g, dependendo da marca, para 170. 

A queda de preços é sempre proporcional?

Tomara que sim, pois o caso passará da Segurança do Trabalho para a Segurança do Bolso, caso “não ocorra”.

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– Abel não foi morto por Caim, digo, Landim, mas já traiu como Judas da mesma forma como dizem ter feito Jesus.

O treinador Abel Braga reclamou que não gosta de traição. Pediu demissão criticando a cartolagem do Flamengo, especialmente o presidente do clube Rodolfo Landim, sem citar seu nome especificamente.

A queixa é que ele se sentiu traído pelo fato do Mengão estar conversando com o treinador português Jorge Jesus.

Gosto demais da pessoa do Abelão. Um sujeito simples, correto e que passou por uma dificuldade na vida familiar que ninguém gostaria de passar. Mas como treinador, nesse momento atual, não sei se é um dos TOP. O problema em si é: Dorival Jr estava empregado no Flamengo quando Abel conversou com a diretoria para assumir o cargo. Isso é fato! Agora, acontece exatamente o mesmo com o treinador Jorge Jesus. Por quê a queixa, então?

Se for pensar para esse lado, Abel traiu Dorival, Jesus traiu Abel e Landim traiu Abel e Dorival. Que rolo!

O trocadilho com nomes bíblicos acima (em referência às pessoas envolvidas em questão) é uma brincadeira para mostrar que o futebol é um meio onde é difícil você confiar nas pessoas e manter ética e retidão a todo instante. Até alguns mais corretos (não disse todos) podem cometer seus pecados nesse meio, que são expurgados dependendo dos resultados em campo. Mas acima de tudo isso, a mágoa do Abel deve ser: ele estava recluso dos campos, no mundinho dele, com o bolso cheio e tentando levar uma vida mais pacata. O Flamengo quem insistiu no seu retorno, e, provavelmente, Abel acreditava que isso era suficiente para que a diretoria o bancasse quando os resultados fossem ruins – coisa que não aconteceu.

Seria ingenuidade do Abel ter pensado assim?

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– Vermelho ou Amarelo?

Ouvi tal verdade e reproduzo:

Prefiro ficar Vermelho por alguns instantes do que Amarelar por muitos momentos

Autor Desconhecido

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– A “Adoção na Passarela” repercute demais! Um ato com bom mote, mas de maneira infeliz?

Aqui, um assunto delicadíssimo para se discutir: houve em Cuiabá um evento chamado “Adoção na Passarela”, dentro do Shopping Pantanal, onde crianças à espera de adoção desfilavam para as pessoas.

Se por um lado você pode louvar o fato de iniciativas para que os menores abandonados / retirados da guarda tenham uma família que os ame, por outro você tem uma avalanche de críticas: a exposição dos vulneráveis, a frustração de quem não é “escolhido” e, talvez, a comparação de que são mercadorias humanas mostradas para clientes.

A coisa é complicada… compartilho abaixo e penso: o evento já era uma 2a edição! Como houve outra anterior e não se repercutiu?

Extraído de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Seguranca/noticia/2019/05/adocao-na-passarela-sociedade-brasileira-de-pediatria-pede-que-estimulo-adocao-respeite-leis-e-preserve-integridade-de-criancas-e-adolescentes.html

ADOÇÃO NA PASSARELA GERA REPERCUSSÃO

Após repercussão negativa do desfile que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), a SBP se posicionou com alertas e orientações aos órgãos de apoio à adoção e instituições responsáveis por crianças e adolescentes nessa situação

O evento “Adoção na Passarela”, que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), foi amplamente divulgado em veículos de comunicação na última quarta-feira (22) e recebeu diversas críticas nas redes sociais. Isso porque, a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil (Seccional Mato Grosso (OAB-MT)) decidiu realizar um desfile com crianças e adolescentes de 4 a 17 para dar visibilidade que elas estão adptas para adoção.

Nessa quinta-feira (23) a Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) divulgou uma nota de alerta à população sobre a necessidade de cautela no momento de se promoverem ações de estímulo à prática da adoção no País. Para a SBP, todas essas iniciativas devem respeitar a legislação vigente, em especial o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e o respeito à integridade física e emocional dos jovens. Em nota, a SBP fala sobre as críticas que a ação gerou ao “expor crianças e jovens a uma situação de vulnerabilidade social e suscetíveis ao sentimento de frustração e à perda da autoestima.” A presidente da SBP, Dra. Luciana Rodrigues Silva, disse que trata-se de uma situação delicada. “Não duvidamos da boa intenção dos promotores, mas essas iniciativas devem ser pautadas por uma série de cuidados para que crianças e adolescentes não sejam prejudicadas.”

Na nota, a SBP pede ainda que iniciativas do tipo não se repitam e solicita a todos os comprometidos com o objetivo nobre de estimular a adoção que tenham o cuidado de proteger a integridade psíquica e moral desses jovens, conforme determina o artigo 17 do ECA, ao desenvolverem ações com essa finalidade.

O cenário da adoção no Brasil

Atualmente, no Brasil, 9540 crianças e adolescentes, com idades de zero a 17 anos, estão aptas para serem acolhidas. O número é pequeno diante das 46.008 pessoas que manifestaram, oficialmente, interesse em adotar. Os dados estão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma ferramenta digital, lançada em 2008, que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o país. O quadro aparentemente favorável a desfechos felizes (há mais pessoas querendo adotar do que crianças e adolescentes aguardando adoção), no entanto esbarra na resistência entre os interessados em acolher crianças com mais idade, o que faz com que milhares de meninos e meninas ainda permanecem nas instituições à espera de uma família. “A adoção é responsável por muitas histórias de amor, superação e felicidade. Formar uma nova família exige preparação e disposição, além de seguir as normas legais vigentes”, destaca a Dra. Luciana Rodrigues Silva. Segundo ela, a adoção no Brasil é regida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que foi alterado, dentro do tema, pela Lei nº 13.509/2017, melhorando os prazos de cada etapa.

A Lei também mudou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), equiparando os prazos de licença, estabilidade e descansos especiais de pais biológicos e adotivos. Além disso, a lei reforçou a necessidade do acompanhamento das famílias pretendentes e das crianças disponíveis para adoção, pela Vara de Infância e Juventude (VIJ). “Esperamos que cada vez mais famílias aceitem esse desafio e essa missão”, finalizou a presidente da SBP.

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– A Huawei volta ao Brasil. Mas você confiará na marca tranquilamente depois dos escândalos?

Após tudo o que se ouviu falar sobre a espionagem do Governo Chinês usando a Huawei nos EUA, além da prisão da vice-presidente da companhia, a empresa (que é  a número 2 no mundo em fabricação de celulares, atrás da coreana Samsung e à frente da american Apple) volta ao Brasil para vender seus telefones.

Terá sucesso?

Diante das polêmicas sobre a marca (que é reconhecidamente de alta tecnologia), deixando-nos a justa dúvida da questão ética, você temeria ou não em comprar um modelo “P30” dela, que custa R$ 5.500,00 e que concorre com o iPhone e Galaxy?

Sobre a sua reentrada em nosso país, extraído de: https://bit.ly/2YzXgMD

HUAWEI RETORNA AO BRASIL COM DESCONTOS

A Huawei anunciou descontos de R$ 2 mil ou mais no primeiro dia da sua reestreia no mercado brasileiro, nesta sexta-feira (17). Os clientes que comprarem o P30 Pro poderão levar modelos antigos para avaliação, e caso o aparelho esteja participando da promoção, será dado um desconto de R$ 2 mil, mais o valor de tabela. Na prática, se o aparelho estiver avaliado em R$ 300, o desconto final será de R$ 2,3 mil. O P30 chega às lojas a R$ 5,5 mil

A promoção #HuaweiSuperTroca vale apenas nesta sexta-feira nas lojas parceiras da Vivo, Fast Shop, Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine Luiza nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A avaliação do preço dos modelos antigos ficará independente de cada loja, afirmou a empresa.

A Huawei retorna ao Brasil com os modelos P30 Lite (R$ 2,5 mil) e P30 Pro (R$ 5,5 mil), que fazem concorrência direta com os lançamentos da Samsung e Apple. A empresa chinesa tentou entrar no mercado em 2013, mas encontrou dificuldades com a alta do dólar e a falta de conhecimento do consumidor local. Desde então a companhia atua no País apenas na área de infraestrutura com a venda de equipamentos para telecomunicação.

A chinesa ultrapassou a Apple e se tornou a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas da Samsung. A empresa registrou 41% de crescimento na China, o maior mercado do setor, no ano passado, enquanto todas as rivais tiveram retração de vendas. A empresa também é alvo constante por suspeitas de espionar para o governo chinês. Apesar das críticas, a Huawei superou valor de US$ 100 bilhões no ano passado.

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– Relembrando os 11 valores do Futebol, segundo a UEFA

Veja que bacana: há 8 anos o ex-jogador Michel Platini assumia a presidência da UEFA, “escalando” para seu mandato o respeito a 11 valores para o futebol.

Veja se são pontos atuais (embora o próprio Platini tenha sido acusado de corrupção).

Abaixo, extraído de: http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=813465.html

FUTEBOL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Michel Platini, Presidente da UEFA, apresentou 11 valores-chave, o número de jogadores de uma equipa de futebol, como base para as futuras actividades e diálogos do organismo a nível político, económico, social e desportivo.

Onze valores
Platini destacou os 11 valores num discurso aos representantes das 53 federações que compõem a UEFA, delegados da família do futebol mundial e convidados do XXXIII Congresso Ordinário da UEFA, realizado em Copenhaga, na Dinamarca, na quarta-feira.

Os valores da UEFA para o futuro do futebol europeu, apresentados por Platini, são os seguintes:

1-Futebol em primeiro lugar
Em tudo o que fazemos, o futebol deve vir sempre em primeiro lugar, e o elemento mais importante a ter em consideração. O futebol é um jogo, antes mesmo de ser um produto; um desporto, antes de ser um mercado; um espectáculo, antes de ser um negócio.

2-Estrutura piramidal e subsidiariedade
A nível internacional e europeu, a autonomia do desporto é reflectida pela estrutura piramidal do futebol. FIFA, UEFA e as federações nacionais trabalham de mãos dadas, enquanto respeitam o princípio de subsidiariedade. Isto permite-nos defender os interesses do futebol da melhor maneira possível.

3-Unidade e liderança
A UEFA não opera de forma autoritária. Vamos continuar a mostrar uma liderança forte, mas a operar segundo um princípio de consenso. Para além das federações nacionais, vamos envolver todos os intervenientes (ligas, clubes, jogadores) no processo de decisão do futebol europeu, em particular através do Conselho Estratégico para o Futebol Profissional, para que o Comité Executivo possa tomar as decisões certas. E temos como objectivo aprofundar a relação com os adeptos do futebol, sem os quais não haveria o jogo a nível profissional.

4-Boa governação e autonomia
A UEFA e as federações que dela fazem parte comprometem-se com a boa governação. Isso significa abertura, democracia, transparência e responsabilidade. Imbuída neste espírito, a UEFA defende a autonomia da estrutura do desporto, para que os órgãos que tutelam o futebol – com as federações nacionais à cabeça – sejam os elementos de decisão definitiva nos assuntos que dizem respeito à modalidade, sem que haja interferência excessiva dos governos.

5-Futebol de formação e solidariedade
O Futebol assenta na formação, jogado em toda a parte por homens e mulheres; rapazes e raparigas. O futebol profissional é só a ponta do icebergue. A UEFA vai continuar a ser solidária, cada vez mais, para proteger o futuro do futebol e transmitir os benefícios alargados que o nosso desporto traz à sociedade como um todo. E é também porque a força do futebol assenta na formação que temos de preservar as identidades locais, regionais e nacionais do jogo, sempre de acordo com a lei.

6-Protecção aos jovens e educação
Como órgão que gere o futebol europeu, a UEFA tem uma responsabilidade desportiva e moral. As transferências de jogadores menores acarretam inúmeros riscos. Não nos esqueçamos que jogadores menores de 18 anos são crianças ou adolescentes. Queremos proteger o futuro das crianças no futebol e impedi-las de serem levadas da sua pátria para outros países ainda muito novas.

7-Integridade desportiva e apostas
As apostas são uma fonte de financiamento, mas também um risco para o futebol, especialmente para a integridade das competições. É justo que o futebol obtenha a sua quota-parte de receitas provenientes das apostas. No entanto, a nossa atenção principal deve centrar-se no empenho total em proteger a integridade desportiva e a gestão adequada das nossas competições, de modo a preservar o verdadeiro espírito do jogo.

8-Equidade financeira e regularidade de competições
A UEFA apoia o “fair play” dentro e fora do terreno de jogo. A equidade financeira significa que os clubes operam de forma transparente e responsável, para proteger as competições desportivas e os próprios clubes. A equidade financeira serve para que os clubes não entrem numa espiral de dívidas de modo a poderem competir com os seus rivais, mas sim para que o façam com os seus próprios meios, isto é, de forma sustentável e com os recursos que geram.

9-Selecções e clubes
O futebol de selecções e de clubes são vitais e elementos complementares do futebol. A UEFA vai permanecer empenhada em assegurar que o equilíbrio é mantido, e se possível reforçado, já que o desenvolvimento do jogo a nível nacional, europeu e mundial depende disso.

10-Respeito
O respeito é um valor chave do futebol. Respeito pelo jogo, integridade, diversidade, dignidade, saúde dos jogadores, regras, árbitros, adversários e adeptos. A nossa mensagem é clara: tolerância zero para com o racismo, violência e doping. O futebol une as pessoas e ultrapassa as diferenças existentes. A cor da pele é invisível sob a camisola e, para a UEFA, vai ser sempre assim. O racismo e qualquer outra forma de discriminação nunca serão tolerados. A UEFA não vai pactuar com a violência, seja no campo ou nas bancadas. O futebol tem que dar o exemplo.

11-Modelo desportivo europeu e especificidade do desporto
A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade, bem como das competições abertas e oportunidade para todos. É isto que o desporto – em especial o futebol – representa. Temos que proteger este modelo porque o desporto não é simplesmente um negócio como outro qualquer, e não podemos permitir que seja ameaçado. Vamos continuar a defender a especificidade do desporto e estamos convencidos que os nossos argumentos vão prevalecer, para bem do futebol.

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– O dificílimo lance do gol mal anulado do Vasco e observações da constrangedora situação envolvendo Sidão! Ah, Redes Sociais.

Que lance difícil (embora mal anulado) o gol do Vasco contra o Santos, hein?

Veja esse curto vídeo: https://youtu.be/Fz4qRl2tC4w. Aos 6 segundos, Maxi Lopez (VAS) está em impedimento passivo (nesse tipo de situação, há pelos menos 20 anos não pode se anular um gol, se ele resulta de um posicionamento como esse, ou seja, sem participar da jogada). Um jogador do Vasco que tem a posse de bola, nesse instante, a passa para um companheiro (não a Maxi Lopez). Esse jogador é quem vai tocar para o gringo, que já saiu da posição de impedimento e está na mesma linha da zaga santista. Aqui, um lance extremamente ajustado, difícil para o olho nu e também para o recurso tecnológico, especialmente pois a bola é carregada até o instante de que está em mesma linha (tudo coincidentemente, não havia tempo para o atacante pensar nisso, nem para o bandeira ser convicto – e com a orientação nova, em lances assim de dúvida, deixe a jogada seguir até a consulta ao VAR).

O grande problema é que existe uma imagem congelada, circulando nas Redes Sociais, onde esse atleta carrega a bola e Maxi Lopez ainda está voltando do impedimento. Não é ali que deve se atentar se está impedindo ou não, é no detalhe do milésimo de segundo quando a bola é tocada – e aí o lance está regular, pois o argentino passa a estar em situação legal.

Tal jogada é maravilhosa para se discutir e entender detalhes da Regra do Jogo, embora seja uma sacanagem condenar o erro na marcação (mesmo com árbitro de vídeo) tamanha a dificuldade. É lance bacana para Escola de Árbitros. Entretanto, pelo que jogou o Santos FC (que intensidade esse time tem, e como sai da mesmice do futebol brasileiro), o gol talvez não implicaria num resultado diferente do que vitória santista. ATUALIZANDO – imagens didáticas aqui: https://wp.me/p4RTuC-nek.

O que chamou a atenção na partida, logicamente, foi o caso do goleiro Sidão, que levou o prêmio de melhor em campo pela equipe da TV Globo (embora tenha tido uma horrorosa atuação) por ironia dos torcedores que votaram no site da emissora. E eis o problema: com todo respeito, o cara que foi o pior em campo (infelizmente seu trabalho foi péssimo) e que já estava chateado não só por isso, mas por uma série de fatores particulares extra-campo (e a data do dia das mães tem uma relação com esses problemas), acabou sendo humilhado ao vivo.

Sejamos justos: a repórter, além da equipe que narrou e comentou o jogo, estavam constrangidos com tal fato (já se sabe que a direção de esportes ordenou que o troféu fosse entregue mesmo assim). Sidão, elegantemente, não mandou todos para “aquele indelicado lugar”.

A Globo já pediu desculpas e disse que mudará o método de votação. Mas fica a constatação: o perigo do “tudo pode” das redes sociais, onde os imbecis têm a mesma oportunidade de se expressar (isso faz parte da democracia) do que um cara educado e sensato. Às pessoas físicas, basta exclui-las do seu Facebook ou Twitter. Às empresas, já é algo mais difícil de controlar.

Força Sidão! Respeito sempre se fará necessário.

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– Por quê voltar atrás na questão do amianto?

Quem conhece a história do cimento amianto, sabe o quão ele é nocivo e como foi polemizado no Brasil.

As famosas “telhas e caixas d’água de amianto“, conhecidas da população pelo preço mais baixo, têm em seus fabricantes um lobby muito grande para a liberação, juntamente com as mineradoras do produto.

Sabidamente, o amianto é um cancerígeno que já foi proibido quase no mundo inteiro. Tempos atrás, já houve tentativa para que se liberasse a exploração dele em nosso país, alegando que tínhamos um “produto diferente” do resto do planeta. Lêdo engano…

Pergunte para o familiar que perdeu seu parente motivado pelo câncer (esse ainda incurável) adquirido do manuseio de amianto, o que ele acha da proposta de alguns políticos para voltar à permissão da sua comercialização. São milhares de pessoas segundo os órgãos de saúde brasileiros.

Algo que não deveria se dar atenção, infelizmente, volta à baila.

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– A Insistência das Lagostas e Vinho Caro para o STF não é uma afronta à sociedade?

Em um país onde faltam hospitais e leitos, escolas e creches, além de recursos financeiros para outras necessidades, o gasto do dinheiro público (que vem do meu, do seu e dos nossos impostos) deve ser algo muito cuidadoso, não?

Mas não é o que se vê: na semana passada, escandalizamo-nos com a licitação do Supremo Tribunal Federal para a compra de grandes quantidades de Lagosta, Camarão e Vinho Caríssimo, com a recomendação de que “o vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 meses”.

A Justiça Federal suspendeu esse processo, num ato de bom senso, mas ontem o STF conseguiu derrubar a suspensão e fazer valer o edital de compra.

Tais mordomias não nos fazem desacreditar no Supremo?

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– O Fair Play do time de Bielsa

Marcelo Bielsa usou de um Fair Play “polêmico” na segunda divisão do Campeonato Inglês, e com isso perdeu a chance do acesso direto “dependendo das próprias pernas” da sua equipe, o Leeds.

Entenda como foi:

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/ingles/ultimas-noticias/2019/04/28/time-de-bielsa-ignora-fair-play-faz-gol-e-gera-confusao-na-inglaterra.htm

TIME DE BIELSA IGNORA FAIR-PLAY, FAZ GOL E TREINADOR “DEVOLVE O GOL”

Em partida válida pela segunda divisão do Campeonato Inglês, Leeds e Aston Villa protagonizaram um duelo quente, que gerou muita confusão.

Até os 25 minutos do segundo tempo, as equipes empatavam em 0 a 0, até que tudo mudou. Jonathan Kodjia, do Aston Villa, foi derrubado por um adversário e ficou caído no gramado. O Leeds, porém, ignorou o fair-play, não jogou a bola para fora e continuou jogando normalmente.

Na sequência do lance, Mateusz Klich recebeu a bola e bateu colocado, abrindo 1 a 0. Como era de se imaginar, os jogadores do Villa se irritaram e partiram imediatamente para cima dos rivais, dando início à confusão.

Do lado de fora, o clima era igualmente quente, com a discussão entre os técnicos Marcelo Bielsa e John Terry. Nesse meio tempo, o atacante Anwar El Ghazi ainda foi expulso.

Mas a confusão não parou por aí. Bielsa decidiu agir sob o fair-play e mandou seu time parar completamente após a saída de bola do Aston Villa, permitindo o empate.

Assim, a partida terminou em 1 a 1 e agora o Leeds, em terceiro lugar com 83 pontos, não tem mais chances de conseguir o acesso de maneira direta.

O empate ainda ajudou um dos concorrentes do time na tabela: o Sheffield United venceu o Ipswich Town e garantiu a segunda colocação e a vaga na primeira divisão inglesa.

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– O uso do VAR nas cobranças de pênaltis do Catarinense

Viram que loucura a final do Campeonato Catarinense, entre Avaí x Chapecoense?

Em um momento de nervosismo “à flor da pele”, os emocionantes momentos derradeiros da decisão por pênaltis tiveram VAR no último chute!

Na cobrança da Chapecoense, a bola bate num “pedacinho” da linha de meta (em lance hiper-mega ajustado), não sendo, portanto, gol (tem que ultrapassá-la 100%).

O interessante é que a bola bate no travessão, no chão sobre a linha (mas não na totalidade) e sai. O árbitro Bráulio Machado aceita a marcação correta do bandeira de que NÃO ENTROU TOTALMENTE. Por ser um lance muito difícil, o VAR Rafael Tracci entrou em cena e confirmou o não-gol. 

O que entristece é: o presidente da Chapecoense DETONOU a decisão e pediu a anulação do jogo pelo uso equivocado do VAR, alegando que a bola entrou

Veja só em: https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/chapecoense/noticia/presidente-da-chape-pede-anulacao-da-final-do-catarinense-apos-polemica-com-var.ghtml

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– As explicações sobre a confusão dos impostos do ISS e Eleições do SAFESP, explicadas por quem trabalhou na casa.

É uma pena desperdiçar tanto tempo que poderia ser dirigido à rica discussão do crescimento da arbitragem brasileira, conhecimento de regras, debates sobre o melhor funcionamento do VAR, profissionalização real da categoria com registro em carteira, análises de jogos e outras coisas importantes, com tal temática abaixo. Mas, enfim, vamos lá…

Vejo no site “Apitonacional”, de Marcelo Marçal, um link para seu blog pessoal onde ele explica com riqueza de detalhes a questão dos quase R$ 400.000,00 cobrados de ISS pelo Fisco Municipal da Capital contra o Sindicato dos Árbitros. Abordei tal assunto em meu blog de maneira respeitosa e isenta (está em: https://wp.me/p4RTuC-n5A), levantando a necessidade de explicações mais concisas – já que a livre expressão democrática no pleito em curso e boas relações sociais assim o pedem.

Nenhum dos lados que disputam as Eleições aproveitou o espaço e se manifestou abertamente. Entretanto, no site citado acima, Marçal explicou as origens das contas e tudo o que envolveu o assunto. Talvez por ter trabalhado no SAFESP, possa ter tido o acesso aos dados tão polêmicos; não sei se foi isso que aconteceu, mas ele mostrou algumas coisas que poucos sabiam. E vejam só, dentre essas mostras, tem até “rolo de cadastro de contribuinte de bordel envolvido”! É difícil entender como se criou essa “bola de neve” que foi sendo aumentada na surdina, embora o relator Marçal tenha tido a boa vontade de, com tantos números, links e informações, criar um roteiro explicativo (às vezes confuso, pela natureza de ser tal conta) e ao mesmo tempo cheio de nuances (detalhes profundos do assunto).

Ao ler, fica lógico que as explicações não evitarão que o assunto se estenda ainda mais, colocando tal tema nas Eleições do Sindicato dos Árbitros (suspensas pela Justiça), além de fomentar a discussão jurídica do pagamento ou não dos impostos. O mais curioso: isso existia, segundo Marçal, há mais de 3 anos, sem ninguém expor aos associados. Ao menos para dizer: “estamos sendo cobrados ilegalmente”.

Enfim, todos são honestos até que se prove o contrário, e a categoria dos árbitros de futebol torce para que tudo isso, de fato, seja um mal entendido da Prefeitura; afinal, será um valor muito alto a ser pago caso tenha sido algum equívoco do SAFESP.

Gostaria de abordar um assunto relatado na explicação de Marcelo Marçal, logo na introdução da explicação dele, onde ele cita dois blogs desqualificando os autores sem citar nominalmente: diz que “um surtou após ficar recluso” (e hoje, ao acessar o blog do jornalista Paulo Cezar de Andrade Prado, o “Blog do Paulinho”, se entende que é evidente que ele se refere ao mesmo) e que “pegou carona em outro que tem rancor e só sabe jogar pedra em vidraça por incapacidade na carreira” (na mesma postagem do Paulinho, faz referência à minha pessoa, Rafael Porcari).

Ora, somos adultos, ninguém é tão ingênuo e trouxa de não ter essa compreensão do texto. Que feio, Marçal!… Não vai dar uma de bobão e escrever uma postagem sequencial dizendo que “não escrevi que foram vocês, mas se a carapuça serviu, não é culpa minha”, ok?

Entendo que por ter trabalhado há tanto tempo para o SAFESP e seu presidente, saído da entidade, voltado, brigado e por aí vai – mas feito seu dever profissional, possa ter alguma relação mais sentimental com a casa que foi onde manteve vínculo empregatício. Mas nunca desqualifique outras pessoas para tentar promover a si mesmo ou defender alguém. Respeitar os outros é importante!

Sobre o Paulinho: ele foi preso duas vezes (tenho lido e estudado sobre isso), por críticas verdadeiras a pessoas poderosas que ele incomodou, onde feriram o sagrado direito de liberdade de expressão jornalística. Não roubou, não matou, não cometeu crime hediondo, não teve falso testemunho. Mas quem sou eu para ser advogado dele? As pessoas com que ele convive no dia-a-dia são prova do caráter limpo e desejo de Justiça (com J maiúsculo de verdade) que o jornalista possui.

Quanto as críticas a mim: “rancor”? Que falta de amor e respeito social creditar isso a minha pessoa… mostra que você está se doendo por alguém, só pode ser isso, pois se eu te magoei por algo injusto que cometi contra você, Marçal, peço desculpas por ignorar tal fato. Mas se você se refere a críticas (as positivas são esquecidas, mas as negativas – que são feitas de maneira respeitosas, são lembradas), é outra história. Rancor de quem? De seus amigos? Ué, não bajulo, babo-ovo, pago-pau ou sou puxa-saco de ninguém só porque está no poder e poderia me agradar; tampouco escrevo algo com interesse de promover fulano ou beltrano, muito menos crio matérias pagas para a alavancagem de alguém (DE ANTEMÃO, para que não paire dúvidas: não estou dizendo que você faz isso tudo o que citei, estou dizendo O QUE EU NÃO FAÇO). Eu apenas escrevo minhas humildes opiniões, de maneira educada, embora, sejamos honestos: quem é criticado, nunca gosta. Mas algo me perturba: “incapacidade do quê?” De estar entre os poderosos do apito? De estar em alta no submundo da arbitragem? Então seu entendimento é equivocado… “Passarinho, de tanto dormir com morcego, um dia cairá no risco de dormir de ponta cabeça. E mesmo que não durma, dirão que dormiu pela amizade com o morcego”. De tal forma, graças ao bom e querido Deus, os amigos que possuo e as pessoas do meu relacionamento são reconhecidamente honestas e corretas. E amigos são poucos, conhecidos são muitos, em especial nesse atual estágio de mundo virtual tão libertino e amplo.

A propósito, faço de conta que tal infelicidade cometida (a de dar uma de espertalhão denegrindo a imagem gratuitamente de quem nada lhe fez – e fica o novo convite de explicar o que te magoa pessoalmente, publicamente, já que sua postagem foi pública) não ocorreu e te perdoo. Guardar ressentimento destrói o homem, e entendo suas atuais angústias. Imagino como devem estar sendo turbulentos os dias atuais, você que respira, vive e trabalha com os bastidores da arbitragem sindical (cobrindo não só o SAFESP, mas o Brasil, como dá o título do próprio site que possui: ApitoNacional), com tantos assuntos que norteiam o tema. NUMA BOA: fique em paz, seu ataque movido a alguma paixão é algo emocional e deve ser perdoado. E te convido à atenta leitura (não só sua, mas a de quem gosta de SENSATEZ) sobre publicações extremistas no mundo virtual atualmente – como isso acaba com o cenário político do nosso país, além de observações reflexivas). Talvez ajude a entender a necessidade de não ter amarras com o sentimentalismo de uma categoria ou pessoa, separando a afinidade do bom senso. O texto, que aborda o cuidado para a intoxicação de leitores com Fake News da Extrema Direita e Extrema Esquerda, escrito outrora por mim (e que não tem nada a ver com a questão da arbitragem, mas do cenário político), pode ser lido aqui: https://wp.me/p4RTuC-n6j.

Abaixo reproduzo as postagens citadas nessa longa postagem:


SAFESP E O ISS

Extraído do Blog do Marçal (08h22, 16/04/19), em: http://marcalneles.blogspot.com/2019/04/safesp-e-o-iss-muitose-tem-falado-sobre.html

Muito se tem falado sobre a demanda judicial envolvendo o Safesp – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – e a Prefeitura do Município de São Paulo por conta de tributos (ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) não pagos. E a maioria fala sem saber bulhufas do que estão falando.

Teve um Blog – que até um passado próximo tinha muita credibilidade e isenção, mas que seu autor surtou após longos dias reclusos -, que pegando carona em outro que, por rancor, só sabe jogar pedra em vidraça alheia para cobrir sua incapacidade quando na ativa, afirmou que os valores foram descontados das taxas dos árbitros e não repassados a prefeitura. Uma total desinformação para não dizer maldade pura para tumultuar o processo eleitoral sendo que a briga jurídica existe a pelo menos três anos e só agora, no período eleitoral, tornou se publico e principal assunto de alguns lideres de redes sociais.

Primeiramente esclareço que os valores do ISS dos árbitros de futebol nas competições da Federação Paulista de Futebol (FPF) são repassados à Prefeitura diretamente pela FPF e constam dos borderôs, sem passar pelo Safesp. Portanto os valores da demanda entre sindicato e poder publico não tem nada a ver com os árbitros como alguns desinformados propagam em canais de comunicação e nas redes sociais.

Prefeitura e do Safesp trocam processos na justiça

A demanda judicial realmente existe (acima) e os valores se aproximam dos 400 mil reais. De um lado a Prefeitura entende que o sindicato deve e o sindicato por sua vez se defende tentando provar que pelos requisitos constitucionais, como entidade sindical é imunes ao ISS conforme artigo 150 da constituição Federal de 1988 que diz:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

VI –  instituir impostos sobre:

c)  patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

Portanto o Safesp é beneficiado pela lei e o poder público não pode instituir impostos sobre a entidade dos árbitros.

Imunidade renovada

Na verdade existem seis processos: três do Safesp contra a PMSP e três da PMSP contra o Safesp. Todos eles relacionados ao mesmo tema e todos eles decorrentes da isenção prevista no artigo 150 da CF. O que a PMSP está cobrando do Safesp é ISS de 2012 e 2013 e por sua vez o Safesp tenta provar que é isento a esses tributos que a prefeitura esta cobrando por não reconhecer a declaração de isenção da entidade.

No município de São Paulo, para obter essa isenção é necessário que a entidade acesse o site do Sistema de Declaração de Imunidade (SDI) e preencha cadastro que deve ser renovado anualmente. Esta regulamentação municipal foi instituída à época para readequação do sistema de notas fiscais eletrônicas que obrigou às entidades privadas sem fins lucrativos a efetuarem um cadastro junto à prefeitura para gozarem do beneficio instituído pela Constituição Federal como descrito acima.

O problema acontece desde que, por um erro, a Sub Prefeitura da Lapa atribuiu dois CCM´s (Cadastro de Contribuinte Mobiliário) ao Safesp, sendo que o original (CCM: 8.675.701-6) esta em uso normalmente e o outro (3 .456.652-3), cancelado em abril de 2012, pertencia a uma casa noturna, que alguns diziam ser uma boate de garotas de programas.

Prefeitura nega imunidade ao Safesp por duplicidade de CCMs

Esse conflito de contribuintes mobiliário foi o motivo pelo qual a PMSP negou à época a imunidade ao CNPJ da entidade. Inclusive o erro foi reconhecido, foi corrigido o que prova que o sindicato goza da imunidade uma vez que a própria prefeitura concedeu a imunidade em todos os anos seguidos, inclusive 2019, o que torna uma cobrança indevida.

As informações aqui postadas são publicas e podem ser consultadas utilizando-se apenas o CNPJ do Safesp (CNPJ:51.736.908/0001-07) nos respectivos portais.

Espero ter dado minha contribuição para esclarecer esse assunto que esta sendo usado, indevidamente, na politica da entidade na tentativa manipular os associados na busca pelo voto.

Antes que alguém me acuse de defender um dos lados, informo que acompanho essa briga jurídica desde seu inicio e acho injusto ser usado apenas para tumultuar o processo. Também esclareço que não defendo e não apoio nenhuma das chapas, pois desde a época de árbitro, sou contrario que pessoas dependentes do sistema, como a maioria dos integrantes das duas chapas são, dirija a entidade.


JOGO SUJO NAS ELEIÇÕES DO SAFESP

Extraído do Blog do Paulinho (08h24, 16/04/19) em: https://blogdopaulinho.com.br/2019/04/16/jogo-sujo-nas-eleicoes-do-safesp/

Em meio à guerra de lama inserida nas eleições do SAFESP (Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado de São Paulo), novo capítulo, dos mais imundos, foi protagonizado ontem, pelos de sempre.

Vamos contextualizar.

Semana passada, o ex-árbitro Rafael Porcari, em seu blog, revelou dívida fiscal milionária do Sindicato, já em fase de execução pela Justiça; na sequência, o Blog do Paulinho confirmou a pendência.

Estimulado, talvez, pelos que protagonizaram o calote, o blog doutro ex-árbitro, Marcelo Marçal, publicou detalhada defesa do Sindicato, sem deixar claro que a Justiça, em casos semelhantes, tem refutado toda a argumentação apresentada.

Em recente mensagem enviada ao Blog do Paulinho, o “colunista” admitiu receber “ajuda de custo” não apenas do SAFESP, mas também doutros órgãos da arbitragem, para “cobertura” de eventos destes (sempre cercados de “elogios”), dizendo “não ver problema” em fazê-lo, apesar da evidente imoralidade (há quem garanta que o sustento ultrapassa os limites do custeio de despesas).

“Tenho sim ajuda de custo com passagens aéreas e estadias nos locais que visito, que, na minha visão é justíssimo por ser o único que faz isso no país, pois além de mim aponte alguém que fala da arbitragem, que divulga a arbitragem diariamente”

Voltando à defesa do SAFESP, Marçal sequer entendeu o que tentou explicar, até porque o texto não foi escrito por ele, mas por outro ex-árbitro, que tentou, sem sucesso, emplacar o mesmo material (idêntico) no Blog do Paulinho.

Por fim, para ampliar o “Jogo Sujo”, a mesma argumentação, citando a postagem do “ajuda de custo” como “fonte”, surgiu nas imundas páginas do site “Futebol Interior”, portal conhecido por achacar gente do futebol e também cobrar para publicar “matérias”, que já teve Sérgio Corrêa da Silva, chefão da arbitragem nacional, um dos “colaboradores” do ex-árbitro que se vende como jornalista, na condição de colunista.

Seguindo a tradição, alguém deve ter pagado… resta saber quem.


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O PENSADOR – foto do Museu Rodin, propícia para essa reflexão.

– Se ao menos Shkreli usasse sua inteligência para o bem…

Você conhece a farmacêutica americana Phoenix AG?

Com uma gestão extremamente agressiva, seu presidente está na cadeia – comandando com muita virilidade a empresa!

Bem contestado pelos métodos, odiado pelos seus pares, mas sempre louvado pela capacidade.

Abaixo, conheça Martin Shkreli, no texto extraído de: https://exame.abril.com.br/negocios/mesmo-preso-ceo-mais-odiado-dos-eua-comanda-farmaceutica-ambiciosa/

MESMO PRESO, CEO MAIS ODIADO DOS EUA COMANDA FARMACÊUTICA AMBICIOSA

É possível afastar um empreendedor serial de sua paixão? O caso de Martin Shkreli, famoso por vender, orgulhoso, remédios a preços abusivos

Um presidiário consegue um celular contrabandeado e, através dele, continua a gerir seu negócio de drogas. A afirmação soa familiar no Brasil, mas estamos falando de Martin Shkreli, que já foi apelidado de “o executivo-chefe mais odiado dos Estados Unidos”. Preso no ano passado para cumprir uma pena de sete anos de cadeia, Shkreli foi aparentemente colocado em reclusão solitária (a direção da penitenciária não confirma) após o Wall Street Journal reportar que ele continuava a comandar sua pequena companhia farmacêutica, a Phoenix AG, dando ordens a partir da prisão.

A Phoenix é uma nova versão da Turing, o laboratório que valeu a Shkreli o ódio da classe médica e do público em geral por aumento abusivo de preços. O exemplo mais notório do abuso foi a droga Daraprim, um remédio para combater toxoplasmose que é usado no tratamento da Aids. Quando a Turing adquiriu os direitos, elevou o preço do remédio em 5.000%, de 13,50 dólares para 750 dólares (no Brasil, uma caixa com 30 comprimidos custa menos de 3 reais).

Não foi por isso, porém, que Shkreli foi preso, mas sim por ter ludibriado investidores com um esquema de pirâmide antes de fundar a Turing. O curioso é que Shkreli no final das contas compensou os investidores, com o sucesso de um negócio posterior (o laboratório Retrophin), que fundou com parte do dinheiro deles. E não foi pouco: um dos investidores recebeu 3 milhões de dólares, dez vezes mais do que os 300.000 dólares que havia aportado.

Mesmo assim, houve crime. Shkreli produziu relatórios fraudados e desviou dinheiro de sua própria companhia para pagar dívidas anteriores. Tivesse ele outro caráter, a justiça poderia ter-lhe sido mais complacente. Mas Shkreli é Shkreli: vieram à tona ameaças contra a família de um ex-empregado, assédio a uma jornalista nas redes sociais e declarações difíceis de aceitar (como a afirmação de que não apenas achava correto elevar astronomicamente o preço de um remédio vital e sem concorrentes similares, como ainda elevaria mais o preço em data oportuna).

Shkreli representa um incômodo à classe empresarial porque encarna valores tradicionais do mundo dos negócios. Algumas de suas crenças ecoam os mantras de muitas empresas admiradas: a missão de uma empresa é maximizar o lucro para seus acionistas; se você precisa burlar algumas regras para que as coisas deem certo, faça isso, afinal, “é melhor pedir desculpas do que pedir licença”. Além disso, Shkreli é um workaholic. Não aceita viver à custa do Estado, quer empreender, administrar seus negócios. Com um pouco de ironia, pode-se dizer que ele está “preso aos negócios”.

Seu plano, de acordo com um colega de cadeia ouvido pela Forbes, é tornar a Phoenix uma empresa multibilionária, com ele no comando. No começo do ano, segundo o WSJ, Shkreli demitiu o executivo-chefe interino pelo telefone, deixando-o no entanto no conselho do laboratório.

Além de supostamente manter suas atividades de CEO, Shkreli tem dado aulas de economia e administração aos colegas de Fort Dix, a prisão de segurança mínima para onde costumam ser enviados fraudadores, políticos corruptos e evasores de impostos. Neste caso, não dá para saber se devemos torcer para que aprendam ou não.

Há poucas dúvidas sobre o talento de Shkreli, e agora há poucas dúvidas sobre sua resiliência e sua energia produtiva. Vale para ele, no entanto, o que disse certa vez o Batman, sobre seu arquirrival Coringa, na série televisiva dos anos 1960: “se ao menos ele usasse sua inteligência para o bem…”

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– Xingar na Internet tem peso menor?

Muitos ainda cultuam a ideia de que “na arquibancada, tudo vale”. Discordo disso, e já discorri dos limites dessa situação em: https://wp.me/p55Mu0-29y

Infelizmente, ofender árbitro, comentarista ou qualquer pessoa ligada ao futebol via Redes Sociais (e fora do esporte também), parece ser algo “normal”, “aceitável” e “civilizado”. Se não é presencial, pode?

Ora, é de uma tremenda imbecilidade! Se a pessoa não pode cometer injúrias a outra no mundo real, por quê poderia no virtual?

Digo isso pois o comentarista Mauro Cezar, da ESPN Brasil (que tenho divergências de opiniões políticas e/ou esportivas, mas sempre o respeitei como bom profissional e pessoa respeitada que é), foi protagonista da demissão de um torcedor mal educado.

Entenda: após o Mauro fazer um comentário do jogo do Flamengo, um raivoso internauta o ofendeu mandando “VTNC” (que significa, para os desavisados, “Vai tomar no cu”, em linguagem de internet). E ainda o chamou de “bosta”.

Que raio de Educação tem um cara como esse? Discordar da opinião é uma coisa. Xingar gratuitamente, é ato de vagabundo. Já era o tempo da selvageria nas relações.

Pois bem: Mauro Cezar respondeu questionando-o se na firma em que trabalha incentiva comportamentos desajustados como esse, escrevendo: “lá na empresa eles estimam os funcionários a xingar a pessoas pura e simplesmente por discordar em algo sobre futebol?”. Na sequência, colou a logo do patrão do internauta, a gigante Arcelor Mittal.

Conclusão: o “boca-suja”foi demitido

Pense: no mundo de hoje, a Educação se faz presente em qualquer área, e um profissional, muitas vezes, representa a instituição que lhe emprega, exigindo a boa conduta full time.

Não discordo da Arcelor Mittal, nem do Mauro Cezar responder da forma que fez. Se o cara faz isso por uma bobagem chamada futebol, qual a reação que terá em pendengas mais sérias?

O tuíte da confusão, abaixo:

mauro-cezar-torcedor-demitido

– Constança Rezende é mais uma vítima de absurdo Fake News!

Uma tática nojenta que era feita pelos radicais de esquerda, passa a ser feita agora pelos radicais de direita: uma respeitada jornalista do Estadão tem seu texto totalmente modificado, é atacada, contestada e… tudo isso para usufruto de interesses ruins.

O pior: sem cuidado, o presidente Jair Bolsonaro tuita como se fosse verídico. Não pode… cadê as pessoas que orientam a comunicação do Chefe do Executivo?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/bolsonaro-compartilha-texto-com-falsa-acusacao-jornalista-23512216

BOLSONARO COMPARTILHA TEXTO COM FALSA ACUSAÇÃO A JORNALISTA

Repórter do ‘Estado de S.Paulo’ foi atacada nas redes, após site divulgar trechos de conversa sobre o caso Fabrício Queiroz

Uma acusação falsa publicada pelo site “Terça Livre” e compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Twitter, foi desmentida neste domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O “Terça Livre” divulgou trechos de uma conversa telefônica da repórter Constança Rezende, da sucursal do “Estado” no Rio de Janeiro, sobre as investigações de denúncias contra Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Segundo o site, na gravação, que teria sido obtida por um jornalista francês, Constança teria dito que “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. A frase, no entanto, não aparece nas gravações divulgadas pelo próprio site.

No Twitter, Bolsonaro afirmou que Constança Rezende “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e lembra que Constança é filha do jornalista Chico Otavio, repórter do GLOBO. O presidente conclui: “Querem derrubar o governo com chantagens, desinformações e vazamentos”.

O “Estado de S.Paulo” publicou um texto em seu blog de checagem de fake news, com o título “Site bolsonarista distorce entrevista de repórter do Estado o e promove desinformação”.

Na gravação, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas e apenas trechos selecionados foram divulgados. Na nota publicada em seu site, o “Estado” diz que “em determinado momento, a repórter avalia que ‘o caso pode comprometer’ e ‘está arruinando Bolsonaro’, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido”.

O jornal esclareceu que Constança Rezende não deu entrevista ao jornalista francês citado pelo “Terça Livre”. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex Mac Allister, suposto estudante americano interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O “Terça Livre” é ligado a ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. Grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o “Estado” de “mentir” na cobertura do caso Fabrício Queiroz.

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf ) mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta entre 2016 e 2017. Em depoimento ao Ministério Público, ele admitiu que recebia parte dos salários de outros servidores do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, e usava os recursos para contratar outros funcionários.

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– Usar o celular no Trabalho pode ocasionar demissão por justa causa!

Cada vez mais somos reféns do telefone móvel e seus aplicativos. Há gente que se vicia principalmente nos comunicadores de mensagens instantâneas (como WhatsApp) e redes sociais (Facebook, Instagram, Snapchat).

Uma situação cada vez mais discutida: o uso do aparelho durante o horário de trabalho!

Abaixo, extraído de Agora SP, ed 19/02/2017, pg B6.

EMPRESAS PODEM PROIBIR USO DE CELULAR NO TRABALHO

Trabalhadores têm o direito de usar o aparelho no almoço e no intervalo. Justiça autoriza a restrição.

Ao chegar ao trabalho, Rafael Rodrigues Meira dá adeus ao celular. O aparelho é guardado em um armário da Padaria Iracema, no Santa Cecília, e o garçom só checa as mensagens durante o intervalo.

Deixar o celular fora do alcance não é uma opção de Meira. “Dá vontade de olhar e se a gente se distrai, não atende o cliente como deve”, diz.

Por enquanto, os patrões permitem aos funcionários que o aparelho fique no bolso, mas a regra é clara e está estampada na parede: “é expressamente proibido funcionário utilizar celular no horário de trabalho”.

“Conheço um lugar que tem uam caixa para os colaboradores deixarem os aparelhos, que só são liberados no horário do almoço, revela Manuel Tarelho, dono da padaria.

Quem pensa que o impedimento por parte do empregador é abusivo se engana. Se a proibição está nas normas da empresa e o trabalhador insiste em usá-lo, pode até demitir por justa causa, perdendo aviso-prévio, férias e 13o, saque do Fundo de Garantia e seguro-desemprego.

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– A polêmica em declarar o time do coração.

Normalmente, jornalista experiente costuma dizer que com o peso da idade vai torcendo para os amigos. E isso é verdade. Mas tem sim um time do coração também, cuja relação profissional é a barreira exata para à credibilidade do seu trabalho.

Repercutiu muito na última semana a imagem da emoção do jornalista Ivan Moré, que lembrou do seu pai e disse ser corintiano. Aí você se recorda de Milton Neves, Roberto Avalonne, Chico Lang, Juca Kfouri e Mauro Beting, que são jornalistas e torcedores assumidos dos seus clubes. Aliás, de todos esses, nos comentários, vejo o Mauro como o mais “totalmente imparcial”. Parabéns, não deve ser fácil aguentar a cornetagem da sua própria torcida quando escreve ou diz algo que o mais exacerbado se sinta desagradado.

Eu não declararia, apesar que, depois que você se torna árbitro de futebol e conhecer os bastidores dele, percebe que o esporte do ludismo infantil nada mais é do que um negócio profissional. Assim, por força do ofício, por perder o encanto e por entender que muitos torcedores não conseguiriam entender a separação, não digo publicamente meu time grande de infância. Mas, o time de hoje, adulto (que também era o de infância juntamente com o “grandão” que já não consigo mais torcer), publicamente todos sabem, é o Paulista Futebol Clube, Galo da Japi, Tricolor Jundiaiense. E aí por vários motivos: ser o primeiro campo de futebol que fui, influência do pai, estar na minha cidade, passar a minha infância torcendo (já disse aqui: meu jogo inesquecível “in loco” é Paulista x Palmeiras de São João da Boa Vista, gol do Ricardo Diabo Loiro nos acréscimos, no ano da campanha que culminou com a vitória sobre o Vocem de Assis por 7×1 no Parque Antártica na volta à Divisão de elite do futebol Paulista – mais importante e emocionante para mim, na época criança, do que a Copa do Brasil 2005).

Enfim:

1- Pessoa pública, em especial jornalista esportivo, dizer para quem torce, é um risco de se pagar o preço alto das patrulhas da Web.

2- Árbitro de Futebol, mais ainda! Acredite, acontece o fenômeno de se “desgostar do time” por conta de se tornar juiz, mas o principal é: você torce para “você mesmo, pela sua carreira”. Claro, falamos no início de quem já “pendurou o apito”, mas para quem está na ativa é inaceitável por lógica (Importante: vejo alguns poucos ex-Árbitros famosos torcendo para seus clubes grandes de infância – aí é com eles). Para os comentaristas de arbitragem, declarar o time grande cai na mesma seara da desconfiança por parte dos mais fanáticos, embora possam fazer com total isonomia.

3- Jogador de Futebol, outro problema: você consegue ver o são-paulino Rogério Ceni como treinador do Palmeiras? Eu não consigo, penso que a rejeição será grande. Aliás, repararam o número de atletas que o Corinthians está contratando que são redescobertos com fotos vestindo a camisa do Timão quando criança? Se forem para outro clube… Inesquecível a contratação do jogador Getterson pelo SPFC, que horas depois, descobriu-se no Twitter que era corintiano e fazia troça do São Paulo quando mais jovem e foi descontratado na sequência. O que aconteceu com a carreira dele? Alguém lembra hoje do Getterson? Se tivesse tomado cuidado, poderia ter agarrado a chance em jogar num time de expressão.

Dito tudo isso, responda:

1- Você torce para time grande e time pequeno? Essa vale para o torcedor que vai ao Estádio da sua cidade no Interior (Guarani e Ponte Preta, sabidamente, são exceções).

2- O que você acha de pessoas da imprensa declararem o seu time do coração? Essa se refere à figura conhecida nacionalmente, como Galvão Bueno, por exemplo.

Deixe seu comentário:

(Em tempo: para ficar claro, meu time de infância era o XXXX Atlético Clube e o Paulista FC; quando me tornei árbitro e vi os bastidores, percebi que o desgosto em ter simpatia pelo XXXXXX era grande mas não consegui deixar de gostar do Paulistaembora sendo vetado pela FPF em trabalhar no Jayme Cintra por força das regras da carreira, fui escalado algumas vezes em jogos do Galo como 4o árbitro, agindo com isenção e profissionalismo assim como faço hoje, em minhas análises como comentarista na Rádio Difusora, nas colunas postadas na Web e em outras mídias).

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– Ferroviário/CE x Corinthians/SP e o mando no Paraná!

A cearense equipe do Ferroviário receberá R$ 450 mil para enfrentar a equipe paulista do Corinthians em Londrina (norte do Paraná, onde há grande contingente de torcedores de times do estado de São Paulo), através da empresa Roni7, que comprou o “mando do jogo”. Nas 4 últimas fases da competição, isso (a modalidade “vender mando” não será mais possível, de acordo com a CBF no regulamento.

Se jogasse no Ceará, pela popularidade do Timão, também acho que o Corinthians “estaria em casa”. Mas o Ferroviário não mandar a partida em casa, abdicar de jogar num gramado em que já se conhece cada buraco (se existentes), de estar ao lado do seu torcedor (seja em qual número for), descansar o corpo numa viagem em que se atravessa o país, estar aclimatizado com o forte calor do Nordeste (e o adversário não), é quase que uma oficialização de aceite de derrota.

Entendo: os times estão passando o chapéu pedindo dinheiro”, mas ainda assim acho uma inversão de mando, o que não é correto dentro do espírito desportivo que o futebol exige. Se fosse para uma praça vizinha (São Luís/MA, Recife/PE ou Natal/RN, por exemplo), é aceitável devido a proximidade e menor “facilitação ao adversário”.

Veja Altos/PI x Santos/SP: o time é de Picos, mas optou por jogar em Teresina (a capital piauiense) por conta da capacidade do estádio e apelo de público. Não deu muito certo, pois a renda foi baixa. Tomou de 7 e foi eliminado.

Acontecerá o mesmo com o Ferroviário (creio que a derrota é provável), mas voltará com quase meio milhão a mais no bolso e as despesas aéreas e de hotéis pagas por quem comprou o jogo. E por ironia: terá viajado mais quilômetros para mandar seu jogo “em casa” do que o adversário.

Em tempo: tenho um medo de uma associação de ideias (que não é fantasiosa) de que, um time que vende mando de jogo tão fácil, possa ter a tentação de um dia vender o placar da partida justamente pelo mesmo motivo: a necessidade em ganhar dinheiro. Reforço: não estou citando que o Ferroviário, que goza de toda a credibilidade, faça isso, mas apenas deixando a pertinente dúvida no ar com a finalidade de debate geral.

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– Não faça isso, Thiago!

Que pisada na bola do jogador de futebol Thiago Neves!

O atleta, que joga no Cruzeiro, quis ironizar o rival Atlético Mineiro e fez uma Storie com a menção da tragédia da Barragem de Brumadinho. Total infelicidade, evitável, de mau gosto.

A publicação está abaixo. Mas fico me perguntando: esses atletas que tem milhares de assessores não conseguem ser orientados a contento?

Vinte minutos depois o jogador fez uma mea culpa, pediu desculpas e assumiu o erro. Menos mal… mas não precisava de tal celeuma, não?

– Quem votou duas vezes?

Saber que 81 senadores votaram e tivemos 82 votos, é para investigar a fundo. São Senadores da República, ou seja, seniors! Em tese, os que mais deveriam ser respeitados e se dar em respeito.

Tem que esclarecer quem votou duas vezes de propósito e cassar o mandato do senador-bandido.

Aliás, que força do Renan, hein? Quem conseguiria uma liminar do STF de sexta para sábado às 03h da madrugada…

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– A denúncia contra a Ministra sobre sua filha indígena

Sabe aquela história “mal contada”, que sempre nos deixa com uma pulga atrás da orelha?

Pois bem: a Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, é mãe adotiva de uma menina indígena (que por várias vezes já apareceu junto a ela, demonstrando muita felicidade). Só que agora surge uma matéria investigativa bombástica da Revista Época, dando a entender que, quando bebê, Lulu (a menina) foi levada a contragosto da  sua família por Damares. Teria sido roubada?

E aí? Neste assunto delicado, sempre prefiro ouvir os dois lados e a 3a parte (muitas vezes, a fundamental): o desejo / bem estar da criança.

Se verdade, seria uma loucura: Defensora dos Direitos Humanos sequestrando menor de idade não dá. E se foi um grande mal entendido produzido pela parte dos índios?

Muita calma nessa hora…

Abaixo, extraído de Época.com.br:

A HISTÓRIA DE LULU KAMAYURÁ, A ÍNDIA CRIADA COMO FILHA PELA MINISTRA

Índios do Xingu narram a partida da menina há 15 anos. “Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó”, diz a hoje octogenária Tanumakaru, apontada na aldeia como a “verdadeira mãe de Lulu”

Por Natália Portinari e Vinícius Sassine

Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti Lulu Kamayurá, de 20 anos. Damares a apresenta como sua filha adotiva. A adoção, porém, nunca foi formalizada legalmente. A condição em que a menina, então com 6 anos de idade, foi retirada da aldeia é motivo de polêmica entre os índios.

Lulu nasceu em 20 de maio de 1998, segundo seu registro. ÉPOCA foi ao Xingu ouvir dos kamayurás a história da menina que foi criada pela avó paterna, Tanumakaru, uma senhora de pele craquelada, cega de um olho. Eles afirmam que Damares levou a menina irregularmente da tribo. Alguns detalhes se perdem na memória dos índios, mas há um fio condutor que une o relato de todos eles. Lulu deixou a aldeia sob pretexto de fazer um tratamento dentário na cidade e nunca mais voltou. Contam que Damares e Márcia Suzuki, amiga e braço direito da ministra, se apresentaram como missionárias na aldeia. Disseram-se preocupadas com a saúde bucal da menina.

“Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó. Márcia levou na marra. Disse que ia mandar de volta, que quando entrasse de férias ia mandar aqui. Cadê?” Questionada sobre se sabia, no momento da partida de Lulu, que ela não mais retornaria, foi direta: “Nunca”.

A ministra Damares Alves procurou ÉPOCA quando a reportagem ainda estava no Xingu. Disse que estava “à disposição para responder às perguntas (…) sobre nossas crianças, sobre minha filha e sobre as famílias”. “Não temos nada a esconder. Mas insisto: tratem tudo com o olhar especial para estes povos, para as mães e crianças que sofrem”, afirmou, via WhatsApp.

Em Brasília, no entanto, ela se recusou a dar entrevista e respondeu apenas parcialmente a 14 questionamentos da revista. “Todos os direitos de Lulu Kamayurá foram observados. Nenhuma lei foi violada. A família biológica dela a visita regularmente. Tios, primos e irmãos que saíram com ela da aldeia residem em Brasília. Todos mantêm uma excelente relação afetiva.” Perguntamos por que Damares não devolveu a criança à aldeia após o tratamento. “Lulu Kamayurá já retornou à aldeia. Ela deixou o local com a família e jamais perdeu contato com seus parentes biológicos.” A questão sobre não ter adotado formalmente Lulu foi ignorada.

A assessoria de Damares diz que a ministra conheceu Lulu em Brasília, e não na aldeia, como dizem os índios.

Leia em ÉPOCA desta semana a reportagem completa sobre a saída de Lulu Kamayurá de sua aldeia no Xingu e a atuação da ministra Damares Alves em comunidades indígenas, a partir do relato de índios que vivem nesses lugares, de famílias atendidas que defendem esse trabalho, da Funai e de documentos de investigações.

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– Não confunda Educação Sexual com a Ideologia de Gênero

Gosto muito de ouvir a discussão (mesmo detestando o teor do assunto) para tentar entender quais argumentos força-se à compreensão: a turma que defende a Ideologia de Gênero e a que defende como uma forma de Educação Sexual.

Ora, aqui não estamos falando em defesa da homofobia, preconceito ou coisa que o valha. Falamos de respeito indistinto ao cidadão, seja ele LGBTQ+ ou não, sem a apologia de qualquer prática sexual e erotização precoce.

Educação Sexual é prevenção à Saúde, uma forma de mostrar para as crianças a caminho da adolescência a respeito da existência dos órgãos sexuais, funcionalidades e cuidados. Um limiar delicado entre a inocência da infância e ao aprendizado das malícias da adolescência e juventude.

Pesa-me ver que muitos utilizam o argumento da Ideologia do Gênero (onde defende-se a escolha do sexo a querer se seguir) como algo travestido da tão necessária e correta Educação Sexual. São coisas distintas!

É constrangedor (e ouso dizer: um crime moral contra a Educação proporcionada pelos pais às suas crianças) querer forçar ao pobre garoto ingênuo ou a pura menina inocente a “escolher o sexo” ou a se “identificar com algo diferente do que nasceu”. Nasce-se homem ou mulher e o caminho natural da maioria é escolher o sexo oposto para se relacionar, casar e procriar. Sabido é que uma outra parcela acaba preferindo o mesmo sexo, e na nossa sociedade há de se respeitar. Mas insistir com o propósito de que se “escolhe ser homem ou mulher”, fazendo disso uma bandeira imposta nas escolas através de tal equivocada bandeira, é pregar que as crianças, precocemente, desejem o sexo que bem lhe convier ou que sejam influenciadas a escolher. Isso não é Educação Sexual, é Doutrinação / Influência / Apologia, que nada têm a ver com o amadurecimento do indivíduo como pessoa.

Aliás, repararam como tal assunto tornou-se uma bandeira política? A sala de aula não é lugar de tal coisa, nem de partidarismos de qualquer linha (aproveitando a deixa da militância partidária). É lugar de politização (mostrando todos os lados), permitindo o debate sadio e o desenvolvimento do espírito crítico, sem rotular os alunos de esquerdistas, direitistas, feministas ou até mesmo, criando a alcunha disfarçada da heterofobistas. Parece que um homem desejar casar com uma mulher e ter tal comportamento se tornou um pecado!.

Por fim, repetindo o que já foi dito mas com outras palavras que há coisas distintas numa instituição de ensino: cuidado com o Proselitismo a ser evitado versus a Educação Cidadã que deve ser fomentada, pois a escola não deve ser um lugar onde se dê mais importância ao prazer do gosto sexual do que o respeito aos seus semelhantes, aos valores cidadãos e corretos de uma sociedade que carece de mais ética e honestidade.

Sinto pena ao reparar que o sexo, para muita gente influente, passou a ser a coisa mais importante do mundo do que a solidariedade e o socorro para outras causas sociais.

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– O escândalo do Quanjian no Esporte e na Saúde

O Tianjin Medical University Cancer Institute and Hospital é o maior instituto de pesquisa e tratamento do Câncer da China. Também é o mais antigo, de meados do Século XIX, nascendo com o nome de Hospital Cristão de Londres. Por tal motivo, a cidade de Tianjin, vizinha de Pequim e banhada pelo Oceano Pacífico (6a maior população do país), tornou-se referência em toda a Ásia na área de Oncologia.

Um dos maiores grupos de produção de medicamentos para o Câncer é o Quanjian Medical Group, que há alguns anos resolveu entrar no futebol e montou o Tianjin Quanjian, contratando inicialmente vários brasileiros (entre eles o treinador Vanderlei Luxemburgo, substituído por Canavarro, o ex-zagueiro campeão do mundo pela Itália em 2006). Da 2a para a 1a divisão, conta hoje com o atacante Alexandre Pato (que um dia venceu o prêmio de melhor jogador Sub 21 do mundo).

No começo desse ano, Shu Yuhui, o CEO da empresa, foi preso juntamente com outros 17 executivos do Quanjian Grouop, acusado de “propaganda enganosa e marketing falso quanto a eficácia dos remédios”, após a morte de um garoto de 4 anos que utilizava-se dos produtos medicinais da gama de fitoterápicos do fabricante. Há também a acusação de esquema de vendas travestidas no esquema de “pirâmides financeiras”, mas isso não foi confirmado ainda.

Como não se tem muitas informações detalhadas sobre o caso, devido ao rigor do controle de informações da China (a Reuters divulgou essa manchete), não se sabe de fato o que poderia ter acontecido. Mas após as prisões, duas constatações:

1. No mundo dos esportes, o clube passou de Tianjin Quanjian para Tianjin FC. Após uma semana, o grupo Tianjin Tianhai, de transporte marítimo (lembrando que a cidade possui um importante porto) resolveu assumir o time e estuda o redimensionamento dos investimentos.

2. No campo da saúde, a contestação: só lá na China há quadrilhas que vendem remédios sem eficácia? Há anos, prendeu-se uma quadrilha no Brasil que vendia medicamentos quimioterápicos falsificados em São Paulo.

Bandidos, para ganhar dinheiro, não pensam no sofrimento dos familiares de quem possuem pacientes com câncer em casa. O que vale é a picaretagem.

Recordando: em 2015, fechou-se a paulistana tradicional Botica Veado D’Ouro, acusada de falsificar 1,3 milhões de capsulas de Androcur, remédio para o Câncer de Próstata (continha-se placebo ao invés da droga ofertada).

Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2015/12/04/cancer-de-prostata-e-os-criminosos-que-falsificavam-androcur/

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– Que país esquisito! Começou estranho o cenário político brasileiro em 2019

Algumas observações para refletir o quão maluco está o Brasil:

  1. Jair Bolsonaro entrou e coisas corretas além de outras erradas surgem aos montes. A discussão de cargos a amigos no Governo, ao invés de simplesmente “competentes”, é um calcanhar de Aquiles, além do vai e vem em decisões da Presidência. Tomara que engate!
  2. O PT resolve apoiar o ditador Nicolas Maduro louvando a “democracia venezuelana” e enviando Gleise Hoffman para Caracas. É proposital sua ida, falta de aviso / descuido, ou desejo de jogar na lama definitivamente a esquerda brasileira?
  3. Ex-Governadores sem foro privilegiado já estão à disposição das autoridades policiais. O quanto demorarão para colocá-los no xilindró?
  4. A “Suíça brasileira”, o Ceará (assim foi propagandeado por Ciro Gomes nas Eleições Presidenciais em 2018), padece no caos. O quanto o Turismo sofrerá? Quer dizer que o Brasil existente dos candidatos é uma grande mentira?

Precisamos mudar o Brasil, torcer para que ele dê certo e ajudá-lo a “fazer dar” como cidadãos protagonistas. Sem radicalismos de Direita ou de Esquerda, muito menos com demagogia e promessas utópicas. Fazer a Justiça, independente a quem ela deva punir, funcionar!

Que esses dias turbulentos se acalmem!

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– Que mico, Blackstar! Sobre a negociação de patrocínio do Palmeiras

Nestes tempos em que a origem do dinheiro investido em qualquer negócio, felizmente, passou a ser um ponto de preocupação (evitando negócios escusos / lavagem de dinheiro), leio que a oposição do Palmeiras queria que uma empresa de bioenergia do Sudeste Asiático, a Blackstar, fosse a patrocinadora.

O aporte financeiro?

Cerca de 1 bilhão de reais à vista!

Muitos dizem que a ideia inicial era, justamente por serem adversários políticos, prejudicar a Crefisa / FAM, do grupo situacionista. Mas aos poucos poderiam tentar uma conciliação para uma ação conjunta.

Só que ao investigarem a empresa… o documento expedido pelo HSBC de Hong Kong como garantia bancária e carta de apresentação, era, segundo o próprio HSBC, falso (de acordo com o divulgado pelo presidente Maurício Galiotti e reproduzido à exaustão pelas mídias esportivas).

E a história de que, caso fosse recusada no Verdão, a Blackstar iria para o Corinthians ou Flamengo?

Tem coisa muito mal explicada nisso tudo…

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(O documento desmentindo o suposto HSBC Hong Kong da apresentação, reproduzido pelo UOL).

– Além do assédio a pacientes pós-cura espiritual, João de Deus é acusado de estuprar a filha! Que maluquice…

Parece roteiro de filme de terror. O médium João de Deus, famoso por suas curas espirituais e admirado internacionalmente pelo seu “poder de fé”, a cada dia é denunciado por mais e mais crimes. Agora, até sua filha testemunhou violência sexual.

O religioso tão amado por alguns (beirando idolatria) começou a ruir sua reputação com os testemunhos de mulheres que o acusavam de assedio sexual travestido de “ritos de purificação”.

Relembre o caso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/12/10/mais-um-lider-religioso-acusado-de-abuso-sexual-agora-joao-de-deus/

Que semana triste para os que tem fé (seja qual for ela): da queda do ícone espírita que atendia inocentes fiéis querendo curas ao atentado covarde à Igreja Católica em Campinas durante a Missa (sobre esse assunto, em: https://wp.me/p4RTuC-mCp).

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2018/12/12/filha-acusa-joao-de-deus-de-abusar-dela-quando-era-crianca.htm

FILHA ACUSA JOÃO DE DEUS DE TER ABUSADO SEXUALMENTE DELA QUANDO CRIANÇA

“Ele é manipulador. Ele é mau. Ele é estranho, é diferente. Eu já pedi muito a Deus que ele se arrependesse do que fez e faz”, afirmou Dalva Teixeira no vídeo. Segundo ela, sua mãe havia tido um relacionamento breve com o médium e ela só conheceu o pai quando tinha 10 anos. “[Quando o conheci], ele tirou minha roupa toda, tirou a dele e ficou a noite inteira me molestando”, afirmou.

De acordo com Dalva, os casos de abuso se repetiram por quatro anos. “Isso foi até os 14 anos, quando então eu me casei para sair de casa.” Ela conta que o pai reagiu com violência ao saber do casamento. “Me bateu muito, muito. Eu fui parar no hospital.”

Dalva processou João de Deus, pedindo uma indenização de R$ 50 milhões. O processo corre em segredo.

Um dos filhos de Dalva, Paulo Henrique Ronda, também gravou entrevista em 2016 e disse ter sido espancado a mando do avô por ter ido à Justiça contra ele. “Bateram em mim e no meu irmão. Eram pistoleiros, e um deles disse: ‘Não é para matar. É só para dar um susto para eles saberem que estão mexendo com peixe grande'”, afirmou.

O jornalista Thiago Mendes, que gravou a entrevista, disse que foi aconselhado por familiares a não exibi-la na época. “Foi por isso que eu guardei e agora, com [os outros casos] vindo à tona, eu decidi publicar”, afirmou.

A Record exibiu ainda um segundo vídeo, gravado por Dalva em 2017, em que ela aparece ao lado do pai e afirma nunca ter sido abusada por ele. O vídeo foi divulgado ontem pela defesa de João de Deus. Segundo a reportagem, os advogados de Dalva informaram que ela teria sido coagida a gravar esse segundo o vídeo.

Médium nega prática de crimes

O advogado de João de Deus, Alberto Toron, afirmou ao jornal “Folha de S.Paulo”, na segunda, que o médium recebeu com “indignação” a notícia de que é acusado de crime sexual e está à disposição das autoridades para esclarecimentos.

Em nota enviada ao programa “Conversa com Bial”, a assessoria de imprensa do médium negou as acusações contra ele. “Há 44 anos, João de Deus atende milhares de pessoas em Abadiânia, praticando o bem por meio de tratamentos espirituais. Apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos”.

da Band News

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– Mais um líder religioso acusado de abuso sexual: agora, João de Deus!

Para ser bem transparente antes do texto que escrevo abaixo: sou católico, praticante, andando com os “pés no chão e o coração no céu”; contra qualquer fanatismo e proselitismo, tentando (na medida do possível) ajudar a nossa Igreja que é SANTA e PECADORA a viver na Graça da Santíssima Trindade, de maneira respeitosa às outras crenças e no diálogo interreligioso e ecumênico – que é saudável a qualquer membro das diversas denominações religiosas.

Digo isso pois, a cada escândalo que possa haver crimes sexuais envolvendo padres e bispos (sejam eles quais forem, como os horrendos casos dos EUA e Chile), entristeço muito e penso: “foi fruto da fragilidade humana na fraqueza da fé ou da tentação demoníaca que atrapalha a missão daqueles que são ordenados?”.

Muito se lê sobre abusos no Cristianismo (acusações de pedofilia no Catolicismo e de charlatanismo em ramos Evangélicos Neopentecostais). Claro, não se pode generalizar, são laranjas podres no meio de pessoas que querem promover o bem.

O que me impressiona são as recentes revelações de erros de “líderes religiosos” de discursos impactantes e admirados por pessoas poderosas no meio político e no meio artístico. No prazo de três meses, dois casos gravíssimos inimagináveis!

O primeiro, em Setembro, envolvendo o guru brasileiro conhecido como Sri Prem Baba, que virou Pop Star de celebridades, faz palestras corporativas para graduados grupos, lidera o movimento Awaken Love (Despertar do Amor) e foi acusado de assédio sexual. Curiosamente, as vítimas ouviam o discurso de “desapego de atividade sexual” e o próprio hinduísta pregava a abstenção, da mesma forma como ele praticava ela. Após tudo isso, Prem Baba confessou que o celibato que ele dizia pregar, de fato, não era uma coisa definitiva, e tentou classificar os casos de relacionamento sexual das denunciantes como atos consentidos e independentes de orientação de fé.


O segundo, surgido nesse começo de Dezembro, mostra as acusações contra João de Deus, o médium internacional reconhecido pelas estrelas internacionais. O homem considerado por muitos um sucessor de Chico Xavier, ícone do espiritismo, foi denunciado por várias mulheres alegando que, apesar de terem visto curas espirituais, também eram levadas a uma sala particular e assediadas, onde ele fazia com que as mulheres pegassem em seu pênis e o masturbasse (com a orientação do próprio João de Deus de que não era um assédio sexual, mas um rito de purificação e transmissão de energia). E, pouco-a-pouco, surgiram (e continuam surgindo) novas denúncias, que poderiam envolver até mesmo menores de idade, além de uma moça que relatou a sua revolta contra o médium após perceber que estava sofrendo assédio e, questionando o ato, tinha ouvido a resposta que a “entidade ejaculou” num processo sobrenatural. A Federação Espírita se pronunciou preocupadíssima com a situação.

Outras das inúmeras denúncias que surgiram e ocorreram no templo em Abadiânia – GO, em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/12/denuncias-de-assedio-por-joao-de-deus-geram-medo-em-cidade-do-interior-goias.shtml

Novamente a pergunta: POR QUÊ isso ocorre a tantas pessoas que dizem servir a Deus e acabam escandalizando a sociedade?

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– E seria ético se Carille escalar atletas de Bertolucci, caso se confirme o empréstimo ao Coringão?

Dias atrás, li que o empresário de atletas Giuliano Bertolucci já passou da casa BILIONÁRIA em valores de negociação de jogadores brasileiros. Um superagente, como chamou a matéria da ESPN que trouxe tal dado através dos demonstrativos do Transfermarket.

(o link pode ser acessado aqui: http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/3855392/giuliano-bertolucci-o-superagente-brasileiro-que-ja-movimentou-bilhoes-em-vendas-de-jogadores).

Pois bem: diz-se à boca pequena que o pagamento da milionária multa que o Corinthians fará para o xeique que é dono do time árabe no qual Fábio Carille trabalha hoje, a fim de repatriá-lo, acontecerá graças a um empréstimo do próprio Bertolucci.

Aí fica o dilema ético: em dúvida na hora de escalar um jogador, o treinador tenderá a escalar o atleta agenciado por quem foi seu garantidor financeiro (mesmo que não seja a melhor opção)?

No mundo ideal, isso deveria ser altamente condenável, e o próprio clube deveria achar isso uma situação constrangedora e comprometedora. Mas no mundo do futebol brasileiro…

O que você pensa sobre isso?

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– Os EUA contra a Huawei!

Dias atrás, o Wall Street Journal publicou que autoridades americanas estavam convencendo países aliados, como Alemanha, Itália e Japão a não usarem produtos eletrônicos (celulares e computadores, especialmente) da chinesa Huawei.

No Brasil, o Estado de São Paulo (em 24/11/2018, por Bruno Romani no Caderno Link, pg B19), trouxe a informação de que os motivos seriam a facilitação para que hackers chineses acessassem os dados para ajudar a China a espionar informações sigilosas. O caso seria semelhante ao ocorrido com outra chinesa, a ZTE, acusada pelo Senado dos EUA de usarem o acesso dos aparelhos para bisbilhotar a vida do povo americano.

Hoje, Huawei e ZTE não podem se usadas por oficiais americanos e estão proibidas de participar de qualquer tipo de licitação governamental. E, há pouco, Meng Wanzhou, diretora comercial-financeira da Huawei (e herdeira de Ren Zhengfei, seu pai e fundador da empresa) foi presa no Canadá a pedido dos EUA por estar colaborando com o Irã, segundo a CIA!

Será que outras empresas poderosas, como Apple e Samsung, ou apps do Google, Facebook e tantos outros, não fazem o mesmo, a favor de outros Governos?

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– Adivinha qual é o esporte?

Adivinhe qual é esse esporte?

Violência, jogatina, resultados acertados na base da propina, racismo pestilento, (…) ganância inimaginável e trapaças de todo tipo e variedade: na maior parte de sua história, o esporte (…) tem sido cravado de buracos, alguns cavernosos, alguns irreparáveis.

Acharam que era sobre futebol, hein? É sobre o beisebol, descrito por Michael Chabon, reproduzido pelo antigo “Jornal Placar, 08/11/2010, pg 32”.

Será que o texto serviria ao esporte mais popular do país também? Não sei não…

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– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto ela cobra dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

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– Parabéns, Operação Lava-Jato!

Mais uma vitória na luta contra a corrupção política no Brasil: nesta quinta-feira cedo, prendeu-se o Pezão, governador do Rio de Janeiro que sucedeu o também corrupto Sérgio Cabral

Aos poucos, o país vai sendo passado a limpo. Parabéns! Mas ainda faltam Aécio, Serra, Dilma, Temer e tantos outros já denunciados / réus e suspeitos que “transpiram” incredibilidade.

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– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

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– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Black Friday para Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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