– Quem disse que a OMS falou que assintomáticos não transmitem Covid-19? A verdade que foi “recortada” por alguns interesses…

É terrível quando se existe a falta de ética, a má intenção e se promove informação incompleta para ganhar repercussão. Digo isso porquê ontem, na OMS, foi divulgado um estudo chinês (alertado que era um “pequeno estudo”) sugerindo que boa parte dos assintomáticos de Covid-19 não transmitem o Novo Coronavírus.

Pois bem: hoje, a própria OMS disse que NÃO DIVULGOU que assintomáticos não transmitem o Novo Coronavírus, mas mostrou simplesmente esse trabalho citado. Mas como os memes sobre isso bombaram aqui no Brasil?

O problema foi que alguns fanáticos produziram a parte que interessava e reproduziram em nosso país. Parece que começaram a acreditar em estudos chineses desacreditados… vai entender…

Abaixo: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/06/09/oms-nega-que-evidencias-concluam-que-assintomaticos-nao-repassam-virus.htm

OMS NEGA QUE EVIDÈNCIAS CONCLUAM QUE ASSINTOMÁTICOS NÃO REPASSAM VÍRUS

por Jamil Chade

A OMS nega que tenha dado qualquer sinal de que esteja defendendo para a possibilidade de uma abertura mais rápida das economias e que estudos tenham concluído de forma definitiva que pessoas sem sintomas não repassam o covoronavírus. Para a agência de Saúde, não existem dúvidas: pessoas assintomáticas também transmitem o coronavírus. O que não se sabe é qual a proporção dessas pessoas que, de fato, tem a capacidade de contaminar outras.

Ontem, a chefe da unidade de doenças emergentes da OMS, Maria Van Kerkhove, afirmou que algumas pesquisas indicam que pacientes assintomáticos têm poucas chances de transmitir a covid-19. Ela, porém, citou apenas um estudo de pequeno porte. Imediatamente, milícias digitais do governo iniciaram uma campanha para indicar que tal declaração significaria o fim das quarentenas.

Na manhã de terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro repetiu os comentários de suas redes sociais, indicando que espera uma “reabertura mais rápida” após a divulgação da Organização Mundial de Saúde (OMS) ontem, de que a disseminação assintomática do coronavírus é “muito rara”. Bolsonaro, como já havia feito no passado, voltou a distorcer a informação da OMS. Para ele, “o pânico começa a se dissipar”. “Quem sabe poderemos voltar à normalidade que tínhamos no começo deste ano”, disse.

Nesta terça-feira, Van Kerkhove negou que haja uma mudança de recomendação da OMS e explicou que a comunidade internacional hoje não sabe dizer qual é a proporção de pessoas transmitindo o vírus.

Segundo ela, o que se sabe é que a maior parte da transmissão vem de pessoas que tem sintomas. Mas existem aqueles quem não desenvolvem sintomas. O problema é que não se sabe qual o tamanho dessa população. Estudos indicam que isso poderia variar de 6% a 41%. “O que sabemos é que algumas pessoas que não têm sintomas podem transmitir o vírus”, insistiu.

Ela admite que a ciência ainda precisa entender melhor tal fenômeno. Mas esclareceu que, ao falar sobre o caso na segunda-feira, ela fazia referência a um número limitado de estudos realizados em situações específicas. “Não era uma política da OMS”, disse a técnica, chamando o caso de um mal-entendido.

De acordo com Maria, alguns modelos estimam que até 40% da transmissão poderia estar ocorrendo por pessoas assintomáticas.

Ela ainda pediu ajuda dos governos para entender ainda quando uma pessoa é mais infecciosa. Um dos estudos aponta que tal momento é quando o paciente desenvolve sintomas, momento em que ele tem mais vírus no corpo. “Estamos só no começo disso tudo”, afirmou.

Absolutamente convencidos

Michael Ryan, diretor de operações da OMS, também adotou o mesmo tom. “Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por pessoas assintomáticas está ocorrendo, a questão é saber quanto”, afirmou.

“Ambos – sintomáticos e assintomáticos – contribuem para transmissão. A questão é saber qual é a proporção de cada um”, disse Ryan.

Ele da um exemplo: uma pessoa que está num restaurante e bem. Mas de repente começar a se sentir com mal-estar e febre. “É nessa etapa que uma pessoa pode estar transmitindo”, disse. “Temos de admitir: não é um vírus fácil de parar”, afirmou.

Para ele, o que se sabe é que a melhor forma de combater o vírus é a de saber onde ele está para poder suprimir a transmissão. Ou seja, ampliar o número de testes.

Ryan deixou claro que a OMS continua mantendo a mesma recomendação em termos de resposta de distanciamento social e que nada mudou por enquanto. Ele lembra que os números da pandemia continuam aumentando. “Estamos subindo ainda a montanha. Precisamos adotar as medidas, pois sabemos que funcionam”, afirmou.

Para ele, se houver uma operação maior dos governos para identificar os surtos, com amplos testes, existiria a possibilidade de não ter de colocar em confinamento 100% da população. Mas, para isso, a tarefa será a de identificar e testar. “Isso pode ter êxito para parar a doença e ainda ajudar a economia”, defendeu. Nos últimos dias, a OMS vem apontando como as estratégias de confinamento funcionaram no esforço de barrar o vírus.

Manipulação

Bolsonaro, porém, escolheu apenas certos trechos da reunião para usar na defesa de uma abertura mais rápida da economia. Ele não citou a mesma diretora da OMS alertando minutos antes que o combate contra a pandemia estava “longe de terminar” e que o “maior risco” neste momento é a complacência por parte de governos. Nada disso, porém, foi citado pelo presidente brasileiro.

Na mesma coletiva de imprensa, a OMS pediu que o Brasil mantivesse a transparência nos dados e, num recado velado, apelou para que a América do Sul mostrasse liderança política.

A OMS também deixou claro que a situação internacional está piorando, e não melhorando. Entre sábado e domingo, o mundo registrou o maior número de casos em seis meses, com 136 mil novos diagnósticos positivos.

Nada disso foi mencionado por Bolsonaro. “Ontem a OMS também disse que a transmissão de pessoas assintomáticas é praticamente zero. Muitas lições serão tomadas. Isso pode sinalizar a uma abertura mais rápida e do comércio e a extinção de medidas mais rígidas autorizadas pelo STF e por prefeitos e governos estaduais. O governo federal não participou disso. Vai ter muita discussão”, disse Bolsonaro durante a 34ª reunião do Conselho de Ministro.

“Esse pânico que foi pregado lá atrás por parte da grande mídia começa talvez a se dissipar levando em conta o que a OMS falou por parte do contágio dos assintomáticos”, completou o presidente.

Maria van Kerkhove - OMS - Christopher Black/OMS

Maria van Kerkhove – OMS Imagem: Christopher Black/OMS

 

– O desagradável encontro de uma ala da Igreja Católica oferecendo mídia positiva ao presidente Jair Bolsonaro

A imprensa livre, crítica e correta não faz jornalismo tendencioso (nem a favor, nem contrário). Li, e me entristeci, ao ver o Padre Reginaldo Manzotti junto com algumas emissoras de TV particulares de confissão católica na capa do Estadão, negociando verbas a troco de “mídia positiva” nos órgãos de comunicação que atuam.

Não é essa a posição da Igreja Católica (nem no Brasil, e nem no mundo). A propósito, a CNBB e a Rede Católica de Rádio divulgaram um importante esclarecimento preocupada com tal situação, mostrando que não se pode fazer algo assim, alertando sobre a unidade necessária à Igreja e repudiando tais ações.

Ufa! Que o catolicismo não se renda à politicagem (que é o mau uso da política).

Abaixo, em PDF, o texto. Gostei demais quando se atenta à estranheza do fato e recorda que: 

“A Igreja Católica não faz barganhas. Ela estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais”

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– Os Pré-Candidatos em Campanha!

Não dá para negar: a campanha política para os candidatos a vereador e prefeito está nas ruas. Ou alguém convence que as postagens nas redes sociais e visitas às comunidades de TODOS eles não é campanha? Pior é gente que nunca veio ao bairro e se lança como “pré-candidato por ele”.

Usar o nome de “Pré-Candidato” com tais ações é declarar que se está em “Pré-Campanha”. E não dá na mesma?

E vai fazer o quê… Se o TSE punir um, terá que punir todos. Aguentemos o blábláblá de sempre.

Em tempo: vote em quem você conhece, que trabalhou para o seu bairro e vive a realidade da sua comunidade. Há bons políticos sim para a reeleição.

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– Motivos para não estar no Facebook! Cometerei um Facebookcídio?

Muita gente não quer estar no Facebook. Embora a Rede Social seja quase uma obrigação para alguns, há aqueles – que como eu – pensam seriamente em sair do “Face”. 

Pessoas irritantes achando que você está à disposição 24 horas para respondê-las, sabichões, contestadores de plantão e, principalmente, radicais!

Radicais da fé, do futebol e da política. Há gente de todo tipo e que não respeita a opinião alheia. Cansado de ver aqueles que criam animosidades com outros devido a esse tripé, e incomodado com “gifs e correntes” bobocas, sinto-me cada vez mais estimulado para cometer um “Facebookcídio” (embora, a curto prazo, não farei).

Nesta época próxima às Eleições, certamente será “um pé no saco” entrar no Facebook, Twitter, Instagram… aliás, já está sendo! O que aparece de pré-candidatos pedindo votos (gente que nunca vi)!

Compartilho, abaixo, o interessante texto de Eugênio Bucci (jornalista, professor da ESPM e da ECA-USP), escrito para a Revista Época de 11/06/2012), sobre a importância e explicações para se estar fora do Facebook. Repare: se o texto, que é antigo, se torna bem claro aos nossos dias, imagine com o sem número de Fake News que invadem a Timeline hoje!

PORQUE NUNCA ENTREI NO FACEBOOK

– Não, não estou no Facebook

“Quando a gente diz isso numa roda, num jantar ou num ponto de ônibus, a conversa silencia. Olhares incrédulos saltam sobre nossa figura tímida, como luzes de otorrinolaringologistas do futuro, tentando investigar nossas limitações ocultas. Analfabetismo digital? Conservadorismo? Alguém arrisca um”em que planeta você vive?”. Outro sente pena e tenta ser simpático:”Até minha avó está no Face, é tão friendly”. Aí, vem aquela voz categórica, que procura dar o sinal definitivo dos tempos: “Minha filha já nem usa mais e-mail. Com ela, é tudo pelo Facebook”. É assim que os 46,3 milhões de brasileiros que mantêm um perfil pessoal na maior rede social do planeta tratam os outros, os que estão de fora. Fazem ar de espanto. Fazem chiste, Bullying, assédio moral.

E não obstante:

– Não, não estou no Facebook.

E acho que tenho razão. Errados estão os 845 milhões de viventes que, em todas as línguas, em todos os países, puseram lá suas fotografias (tem gente sem camisa!) ao lado de seus depoimentos confessionais. Viventes e morrentes, é bom saber. Há poucas semanas, o escritor Humberto Werneck, em sua coluna dominical no jornal O Estado de S. Paulo, registrou um dado um tanto mórbido. Quando um sujeito morre – isso acontece, o perfil do defunto fica lá, intacto. O perfil do morto não entra em putrefação, nem vai para debaixo da tela. Os outros usuários, estes vivos, mas desavisados, podem “curtir” até cansar. O perfil não se mexe nem sai de cena. Não há coveiros digitais no tempo real. De todo modo, como não frequento isso que Werneck chamou de “cemitério virtual”, não posso saber como é. Apenas presumo que deva ser aflitivo. Também por isso, ali não entro nem morto.

A fonte da minha resistência, contudo, não está nessa situação terrível, não da morte em vida, mas da vida em morte a que a grande rede pode nos sentenciar. Também não está nas fotos de gente sem camisa. A evasão de intimidades em que estamos submersos é a regra totalitária. Até mesmo a fé – algo ainda mais íntimo que o sexo – ganhou estatuto de espetáculo nas telas eletrônicas, e a transcendência do espírito se converteu em explicitude obscena. Entre o lúbrico e o religioso, não é o festival abrasivo nauseante de intimidades que me mantém distante. Não é também a frivolidade.

O que mais me afasta desse tipo de rede social é o comércio. Nada contra as feiras livres, que, em qualquer lugar, em qualquer tempo, concentram as mais autênticas vibrações da cultura (a melhor porta de entrada para o viajante que quer conhecer uma cidade é a feira livre). Agora, o comercio no Facebook é outra história. Ele é ainda mais funéreo que a presença dos clientes mortos que não pagam nem arredam pé. Ali, a mercadoria é o freguês, o que vai ficando cada dia mais evidente, com denúncias crescentes sobre o uso de informações pessoais mercadejadas pelos administradores do site. Ali dentro, as mais exibicionistas intimidades adquirem um sinistro valor de troca para as mais intrincadas estratégias mercadológicas.

Já no tempo do Orkut – no qual também nunca pus os pés, ou os dedos, ou os dígitos – esse fantasma existia. Hoje, no Facebook, o velho fantasma é corpóreo, material, indisfarçável em seu jogo desigual. O usuário alimenta o usurário – com seu próprio trabalho, não remunerado. Clicando “curti” para lá e para cá, o freguês fabrica alegremente o “database marketing” que o vende sem que ele saiba. Estou fora. Muito obrigado.

Desconfio que esse padrão de relacionamento não é leal e não vai tão longe quanto promete. Não se mantiver o mesmo modelo. Mesmo como negócio, o Face dá sinais de ter batido no teto. A empresa menos de um mês e, desde então, as ações despencam. Já perderam mais de 24% de seu valor. Nesse período, o fundador e presidente executivo, Mark Zuckerberg, ficou USS 4,7 bilhões mais pobre. O Facebook precisa mudare, por enquanto, mudará sem minha ajuda, sem meu trabalho gratuito. Seguirei com meu cômodo bordão:

– Não, não tenho Facebook.

Dá para viver sem. Se me acusarem de dinossauro lamuriento, posso me defender. Tenho celular e sei operar controle remoto de televisão. Uso o Google, mas com um pé ressabiado bem atrás. Sabia fazer download de planilha Excel, mas esqueci. A tecnologia nos engolfa, eu bem sei, e não há como ficar de fora. Mas uma coisinha ou outra a gente ainda pode escolher. Um “não” ou outro, a gente ainda pode dizer.

– Não, não estou no Facebook.

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– A Fake News sobre Bill Gates e a Pandemia bombam!

As consequências de uma autoridade modificar um fato e transformá-lo em fake news, podem ser gravíssimas. Vejam o que aconteceu no Quênia com Bill Gates, onde uma autoridade local postou um vídeo antigo dando a entender que o empreendedor já sabia do Novo Coronavírus em 2015!

Bill Gates nunca falou do atual Covid-19, mas em termos genéricos – se surgisse uma pandomia – abordando que o mundo não estaria preparado para algo como vivemos hoje.

As proporções do acontecido, em: https://istoe.com.br/teorias-da-conspiracao-sobre-bill-gates-abundam-em-toda-africa/

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO SOBRE BILL GATES SE ESPALHAM NA ÁFRICA

Enquanto o novo coronavírus continua causando estragos em todo mundo, Bill Gates se tornou o novo alvo dos adeptos das teorias conspiratórias, especialmente na África, onde uma publicação nas redes sociais de um político queniano alimentou o fenômeno da desinformação.

Os programas de Gates para uma vacina provocaram todo tipo de especulação no continente, e a disseminação de notícias falsas apenas aumentou durante a pandemia.

Em 15 de março, o governador de Nairóbi, Mike Sonko, postou um vídeo antigo de Bill Gates, no qual ele advertia para as consequências de uma futura pandemia, intitulado: “Bill Gates já falou sobre o coronavírus em 2015”.

Na gravação, feita durante uma conferência TED há cinco anos, o filantropo explicou que o mundo não estava preparado para um surto epidêmico global. Ele não mencionou o coronavírus em momento algum.

O post de Sonko provocou tantas interações entre seus mais de dois milhões de seguidores no Facebook, que se tornou a publicação global mais prolífica sobre Gates desde o início da pandemia de COVID-19, de acordo com a plataforma de rastreamento das redes sociais CrowdTangle.

A postagem foi compartilhada mais de um milhão de vezes e acumulou 38 milhões de visualizações nas mídias sociais.

O caso mostra o importante papel das figuras públicas locais na disseminação de informações falsas, ou enganosas, em diferentes partes do mundo, de acordo com o Digital Forensic Research Lab (DFRLab) do Atlantic Council, que estuda o fenômeno da desinformação em nível global.

“Em geral, (esse tipo de informação) viaja através de (…) comunidades-nicho quando um influenciador, como uma celebridade de destaque, ou mesmo uma fonte de uma grande mídia, as amplifica”, disse Zarine Kharazian, do DFRLab.

“Quando atingem esse nível de disseminação, espalham-se em vários idiomas”, acrescentou.

Os boatos sobre os laços entre Gates e a atual pandemia têm sido alimentados pelos diferentes grupos de teoria da conspiração em todo mundo desde que o vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019.

Desde janeiro, mais de 683.000 postagens no Facebook – tanto em páginas públicas quanto em grupos – mencionavam Gates, levando a cerca de 53 milhões de curtidas, compartilhamentos e reproduções.

“Uma característica comum das teorias conspiratórias que atravessa fronteiras, idiomas e culturas é a desconfiança das ‘elites todo-poderosas’ e das instituições”, explicou Kharazian.

“O perfil proeminente de Gates, sua franqueza e seu compromisso ativo em trabalhos de saúde pública em nível internacional fizeram dele um alvo de primeira ordem para esse tipo de complô”, acrescentou.

Entre as reivindicações mais difundidas na África está o fato de Bill Gates querer controlar a humanidade com microchips implantados, ou tatuagens digitais.

Os conspiradores também garantem que Gates se beneficiará enormemente de uma possível vacina e que sua fundação patenteou um tratamento anos atrás, antes de liberar o novo coronavírus.

Outros acreditam que ele criou o vírus para controlar a população, uma questão muito sensível na África, onde muitos comentários negativos publicados on-line sugerem que a vacina contra a COVID-19 poderia ser testada na população daquele continente.

Parte dessa reação pode ser explicada pelos abusos médicos por parte de países ocidentais da África, disse Sara Cooper, cientista do Conselho de Pesquisa Médica do Cochrane Center, na África do Sul.

“Nas últimas décadas aconteceram vários incidentes de pesquisas médicas realizadas na África, nos quais foram cometidas graves violações dos direitos humanos”, disse Cooper à AFP.

Uma série de práticas que vão desde experimentos de esterilização forçada na Namíbia, no final do século XIX, quando o país era uma colônia alemã, até testes de drogas organizados por gigantes farmacêuticos em vários países africanos nos anos 1990.

A desconfiança das vacinas ocidentais ficou evidente em uma publicação que viralizou recentemente, alegando que o médico e cientista francês Didier Raoult havia alertado os africanos para não usarem “a vacina Bill Gates”, porque tinha “veneno”.

O serviço de “fact-checking” da AFP desmentiu essa afirmação: Raoult nunca fez esses comentários, e a vacina nem existe.

Episode 46: The Not-So-Benevolent Billionaire (Part II) — Bill ...

– A insensibilidade de Rodolfo Landim, presidente do Flamengo

À Fox Sports na 2a feira, disse o presidente flamenguista Landim:

“Se a minha atividade é segura e está sendo feita seguindo protocolos, a minha pergunta é: por que não? O que estaria de errado na volta do futebol? Simplesmente por que você está tendo uma curva ascendente? A curva é ascendente numa pandemia porque ela está ocorrendo em outras atividades que não estão seguindo esse protocolo que a gente está seguindo. Não vejo isso como um problema.”

Caramba. Puro egoísmo de quem demonstra pensar no seu interesse e não na coletividade. Todos nós precisamos voltar ao trabalho (e à vida normal, assim que possível). Mas justificar com tal arrogância, desprezando seu entorno, é condenável – em especial pelo momento em que todos nós temos que nos dar as mãos.

Flamengo perde mais um patrocinador - Gilmar Ferreira - Extra Online

– Os diplomas de Marco Polo!

Se você está afastado de uma empresa, pode assinar por ela? 

E se foi banido da gestão dela?

Veja que loucura: alunos formados pelo Curso de Treinadores da CBF em 2019 têm seus diplomas assinados por Marco Polo Del Nero (que nem poderia estar exercendo a presidência durante o período citado, segundo o Blog do Paulinho).

Teria validade perante a FIFA tal certificado, já que foi ela quem o baniu?

Extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2020/05/25/diplomas-dos-cursos-de-treinadores-da-cbf-sao-assinados-por-marco-polo-del-nero/

DIPLOMAS DOS CURSOS DE TREINADORES DA CBF SÃO ASSINADOS POR MARCO POLO DEL NERO

Em abril de 2019, a CBF elegeu Rogério Caboclo como presidente, para alegria do ‘sistema’ que infelicita a Casa Bandida há algumas décadas.

Sabia-se, desde então, que o ex-mandatário, Marco Polo Del Nero, seguiria, ocultamente, no poder.

Talvez nem tão escondido assim.

A CBF realiza, periodicamente, cursos para treinadores de futebol obrigatórios para autorização do exercício da profissão.

O Blog do Paulinho teve acesso a um dos diplomas, emitido pela ‘CBF Academy’, concedendo ‘Licença C’ a um aluno (com identidade preservada) que concluiu os trâmites após 140 horas de aulas, realizadas entre 30 de agosto e 07 de setembro de 2019.

A assinatura no documento, porém, é a de Marco Polo Del Nero, indicado na condição de ‘presidente’, cinco meses após afastado do cargo.

Em tese, não apenas esse diploma, mas os demais, não possuem valor legal.

Com quase R$ 1 bilhão de faturamento no exercício anterior, a CBF sequer poderá alegar contenção de despesas.

Mais uma lambança a ser resolvida pela incapacidade administrativa da cartolagem nacional.

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– O gasto do ex-presidente do Cruzeiro com… casa de moças de “má fama”?

Infelizmente, pelo que se vê, o Cruzeiro tinha mesmo que cair para a 2a divisão. Afinal, vejam só alguns gastos do cartão corporativo do clube, abaixo, na matéria do GloboEsporte.com:

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/cruzeiro/noticia/gasto-com-cartao-do-cruzeiro-em-casa-de-entretenimento-adulto-em-portugal-superou-r-25-mil-ex-presidente-justifica.ghtml

GASTO COM ENTRETENIMENTO ADULTO NO CARTÃO DO CRUZEIRO

Valor é uma pequena parcela dos R$ 80 mil utilizados com cartões corporativos do Cruzeiro para pagamentos de gastos de “atividades não condizentes” do clube

Na gestão de Wagner Pires de Sá, o Cruzeiro pagou 565 euros, equivalente a R$ 2.642 (na época), para cobrir gastos do dirigente e outros membros da diretoria do clube em uma casa noturna em Portugal.

O gasto com o cartão corporativo do Cruzeiro ocorreu em 13 de maio de 2018, um domingo, pouco mais de cinco meses depois de Wagner Pires de Sá ser empossado como novo presidente do clube mineiro. Ele afirma que foram gastos com alimentação em um encontro de negócios.

Dados obtidos pelo Globoesporte.com mostram que o pagamento foi efetuado na casa noturna “Club de Espetáculos Tamariz”, na cidade do Porto. O estabelecimento está registrado como BónusMelodia Unipessoal LDa, cuja atividade fim é “estabelecimento de bebidas com espaço de dança”.

Fotos do perfil do local em redes sociais mostram a realização de shows, eventos dançantes e festas temáticas.

O valor de pouco mais de R$ 2,5 mil está dentro dos R$ 80.777,18 com cartões corporativos do Cruzeiro, entre 2018 e 2019, apontados pelo relatório da Kroll como “pessoais e não condizentes com as atividades performadas pelo Cruzeiro”.

O ex-presidente do clube mineiro justificou os gastos e disse que o local era um restaurante, utilizado como ponto de reunião para fazer negócios em prol do Cruzeiro.

– Lá em Portugal, assim como no Brasil, tem casa noturna que tem nome fantasia tal, e na atividade da empresa é outro. Foi um restaurante que nós fomos, com um dos maiores empresários do mundo. Fomos jantar. Deve ter sido R$ 500, R$ 600, R$ 1.000. Não é isso. Éramos, num total, três brasileiros, mas uns três portugueses. Estávamos lá (na Europa) tentando vender jogador e trazer o Lucas Silva, que veio até de graça para nós. É restaurante.

Questionado o que havia no local no dia do encontro, Wagner Pires de Sá voltou a reforçar sua posição sobre qual é a atividade fim do restaurante.

– Ele funciona como restaurante. É um dos bons restaurantes que temos lá. Fomos lá jantar, foi uma recepção dada, e depois fomos embora. Quando você entra no restaurante, você não lê o contrato do restaurante, você não vê a atividade dele. Pode ser que à noite tenha música, tenha shows, aí eles colocam lá. Eles colocam tudo que pode ter, mesmo que não façam. Os gastos foram só com comida. Se você fosse ver na Europa, uma mulher (de programa) lá é mil dólares, dois mil dólares. Foi só comida. Só um jantar.

Casa noturna portuguesa Tamariz presente em gastos com cartões corporativos do Cruzeiro — Foto: Divulgação

Casa noturna portuguesa Tamariz presente em gastos com cartões corporativos do Cruzeiro — Foto: Divulgação

– Descobrindo quem faz Fake News: o caixão com pedras!

Hoje, a tecnologia faz coisas muito ruins e outras muito boas; como, por exemplo, perturbar a cabeça das pessoas com fake news e identificar o “xarope” que inventou a mentira, conseguindo disseminá-la na Web.

Lembram do “caixão com pedras”, sugerindo que eram golpes para dizer que o Covid-19 era mentira?

A mulher que bolou a lorota foi identificada e responderá pelo crime.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2020/05/06/policia-civil-ouve-mulher-que-divulgou-video-fake-de-caixao-com-pedras-e-apreende-celular-para-pericia.ghtml

POLÍCIA CIVIL OUVE MULHER QUE DIVULGOU VÍDEO FAKE DE CAIXÃO COM PEDRAS

A mulher que divulgou uma vídeo com informações falsas dizendo que caixões com vítimas da Covid-19 em Belo Horizonte estariam cheios de pedra prestou depoimento nesta quarta-feira (6) e teve o celular apreendido para ser periciado. A informação foi divulgada pela Polícia Civil.

Segundo a polícia, uma equipe de policiais da 4ª Delegacia de Polícia Civil Centro de Belo Horizonte foi até a cidade de Campanha, no Sul de Minas, onde ela mora, para localizar e identificar formalmente Valdete Zanco, a autora do vídeo. Depois de levada à delegacia da cidade para prestar o depoimento, ela ainda fez um vídeo para se retratar. As investigações continuam.

Nesta terça-feira (5), a polícia chegou a fazer uma coletiva de imprensa, na parte da manhã, pedindo ajuda à população para denunciar a identidade da autora do vídeo com fake news. Os delegados responsáveis pelo caso informaram que ela poderia pegar até nove anos de prisão e ainda pagar uma multa pelos crimes de calúnia e difamação contra autoridade pública e pela contravenção penal por provocar tumulto ou pânico.

A Polícia Civil, com a investigação e combate a essas “fake news”, quer alertar que esse tipo de conduta pode trazer repercussões muito graves tanto na esfera criminal quanto na esfera cível. A análise do vídeo nos traz, num primeiro momento, a possibilidade da prática do crime de denunciação caluniosa, difamação de autoridade pública, através de meio em que propagação é maior, e também a contravenção penal de provocação de tumulto ou pânico”, afirmou o delegado Wagner Sales.

Já tinha se apresentado à polícia

Na noite do mesmo dia, o advogado que representa Valdete Zanco, Alexsander Pereira, disse que ela já tinha se apresentado na última segunda-feira (4), à polícia de Jacutinga. Ele também divulgou uma nota em que ela pede “perdão” ao “Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu”.

Veja a íntegra da nota:

“Venho à público esclarecer a respeito do vídeo gravado pela minha cliente Valdete Zanco e que repercute nas redes sociais. Ela havia visto na rede social denominada Facebook um fato ocorrido no Município de Belo Horizonte/MG, do qual caixões haviam sido desenterrados e localizado em seu interior, pedras e pedaços de madeira. Na data da gravação, no interior da loja onde trabalha, ela recebeu um cliente que coincidentemente fez os mesmos comentários, o que a fez julgar o ocorrido como verdade.

Quero deixar claro que o vídeo foi postado unicamente em um grupo de WhatsApp de família, tanto que início o vídeo chama a atenção de um certo Hernandes, sendo este irmão da minha cliente. Com o vazamento do vídeo do grupo de família, ele chegou a ser compartilhado em um canal de Youtube, colaborando assim pela propagação. Desconhecemos a forma como o vídeo ganhou notoriedade nas redes sociais e nos demais veículos de comunicação.

Valdete reconhece humildemente o erro e pede perdão ao Município de Belo Horizonte e seu Ilustre Prefeito e a todos quantos foram atingidos negativamente por este equívoco que cometeu . Gostaria ainda de frisar que minha cliente já se apresentou na Delegacia de Polícia Civil da cidade de Jacutinga/MG na data de 04/05/2020, onde fora lavrada a ocorrência, e deixado registrado o incidente, contribuindo com a justiça e para que essa seja promovida”.

Inquérito tramita em BH

A reportagem do G1 questionou a Polícia Civil sobre desconhecerem a identidade de uma pessoa que já tinha se apresentado à polícia na véspera, em delegacia do interior. A corporação confirmou que Valdete Zanco compareceu à Delegacia de Polícia Civil em Jacutinga e registrou uma ocorrência confirmando a produção do vídeo e pedindo desculpas ao prefeito e à cidade de Belo Horizonte.

Mas, de acordo com a Polícia Civil, “o registro da ocorrência (em Jacutinga) não pode ser considerado um depoimento formal. O inquérito policial tramita em Belo Horizonte e as investigações prosseguem com o objetivo de colher depoimento da suspeita e apuração total dos fatos”.

É fake que caixões de vítimas de coronavírus foram desenterrados — Foto: Arte/G1

Mulher que divulgou vídeo fake de caixão com pedras, em BH, pede desculpas

– Empresas adotam Teste de Integridade Moral para contratar funcionários

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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– O Antinatalismo tem razão na sua causa: ter filhos biológicos não é correto?

Uma das coisas que mais gosto na minha vida é de ser pai! Tenho duas filhas e, se pudéssemos, eu e minha mulher teríamos mais crianças lá em casa (naturais e/ou adotadas). Por isso, li e me assustei: os antinatalistas (as pessoas que são contra ter filhos biológicos) defendem que não é ético engravidar!

Discordo totalmente, mesmo com as sustentações dessa turma. Compartilho, abaixo, extraído de:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/nao-e-etico-ter-filhos-biologicos-o-que-pensa-uma-adepta-do-antinatalismo.ghtml

‘NÃO É ÉTICO TER FILHOS BIOLÓGICOS’: O QUE PENSA UMA ADEPTA DO ANTINATALISMO

Desde muito jovem, a espanhola Audrey García sabia que não queria ter filhos e, aos 39, se submeteu a uma histerectomia. Para ela e outros natalistas, a superpopulação e a escassez de recursos tornam egoísta a decisão de procriar.

O mundo está cheio de casais dispostos a gastar bastante dinheiro e submeter-se a tratamentos médicos às vezes difíceis para conseguir tornar realidade seu sonho de ter filhos. Há pessoas, no entanto, que pensam justamente o contrário: que trazer novas vidas a um mundo superpovoado e com recursos limitados seria “uma falta de responsabilidade”.

A espanhola Audrey García, de 39 anos, é uma das que dizem ter motivos fortes para escolher não gerar descendentes. Desde adolescente ela pensava em não ter filhos. Aos 20 anos, no entanto, diz que a ideia se confirmou, por achar que “não é ético ter filhos biológicos”.

Os que pensam como ela são conhecidos como antinatalistas – e se inspiram, em geral, nas ideias de David Benatar, diretor do departamento de Filosofia da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, um dos expoentes atuais dessa corrente de pensamento.

O antinatalismo, para García, também está associado ao veganismo, pelo qual ela optou antes mesmo de decidir que não queria filhos. Ser antinatalista, na opinião dela, também é ir contra o sistema estabelecido, que “supõe que uma mulher está destinada a ser mãe”.  A espanhola submeteu-se a uma cirurgia de histerectomia, mas não descarta, no entanto, a possibilidade de querer ter filhos no futuro. Adotar crianças é uma opção que ela ainda considera.

Aos que dizem que a ideia é “egoísta”, a barceloneta responde que nem todos os que decidem não ter descendentes biológicos o fazem pelos mesmos motivos”

“Não vejo o que há de egoísta em querer dedicar sua vida a outra coisa que não seja ter filhos. O que acho egoísta é tomar, de maneira unilateral, a decisão de trazer alguém a este mundo.” 

Outro motivo listado pelos antinatalistas é o fato de que todos os seres humanos experimentam o sofrimento físico, psicológico e emocional. Desde que se tornou ativista, ela diz que lamenta “menos” que seus pais a tenham trazido ao mundo.

“Acho que muitas pessoas já pensaram em suicídio uma vez ou outra. Mas, já que estou aqui, tento ser útil.”

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Segundo a espanhola Audrey García, decisão de ter filhos biológicos pode prejudicar o planeta, especialmente considerando a opção de adotar crianças (Foto: BBC)

– Os 256 milhões a serem explicados.

Um juiz pediu explicações sobre 256 milhoes de reais aplicados em CDB no nome da falecida dona Marisa Leticia, a 2a esposa de Lula. Pela logica, crê-se em dinheiro fruto de corrupção (uma pequena parte dos absurdos já mostrados até agora, da danosa gestão do PT nos últimos anos com Petrolão e Mensalão).

Por outro lado, os advogados da família de Lula dizem que esse dinheiro não existe, que foi um erro de digitação e que seria Fake News!

Depois de tudo o que se soube dos esquemas de corrupção, difícil crer em tais declarações… vendendo Avon, como demagogicamente um dia Luís Inácio falou, esqueça.

Os detalhes em: https://jovempan.com.br/noticias/brasil/juiz-esclarecimentos-aplicacao-marisa-leticia.html

– Como fica o vereador que pediu o aumento de salário em Jundiaí?

Na última 6a feira, viralizou a reclamação do vereador Douglas Medeiros na Câmara Municipal de Jundiaí, sobre a necessidade de reajuste salarial à sua categoria. Muita indignação foi registrada nas Redes Sociais.

Porém, no sábado, o prefeito Luiz Fernando Machado anunciou o projeto de redução de salários do Executivo e Legislativo (em decorrência da crise do Covid-19), com percentuais diferentes aos cargos comissionados, tendo dito que isso foi decidido com uma conversa unânime dos vereadores.

Perguntar não ofende: o que Douglas Medeiros poderá justificar depois da fala do prefeito?

*Em tempo: nas Redes Sociais, surgiu a nota de que não foi pedido de aumento, mas queixa dos vencimentos atuais e de que a fala houvera sido distorcida. Respeitosamente, ao assistir a fala do mesmo, entendo que ele se expressou de forma a dar a entender que queria aumento… usou mal as palavras em inoportuno momento.

Câmara Municipal de Jundiaí - SP - A Cidade de Jundiaí

– A pisada na bola do Ministro da Educação com a trolagem contra a China.

Seria uma simples trolagem se tivesse sido publicada por algum adolescente. Mas não foi isso que aconteceu…

O Ministro da Educação Abraham Weintraub escreveu um tuíte na “língua do Cebolinha” (acredite, é verdade) ironizando a China com ilustrações da Turma da Mônica (e depois apagou). Se já estava complicada a relação diplomática dos dois países devido ao constrangimento criado por Eduardo Bolsonaro, piorou!

Novamente, houve o pronunciamento da Embaixada da China repudiando a desnecessária publicação. É protocolar, lógico… Mas cá entre nós: estadistas, líderes e inteligentes administradores não deveriam entender as questões diplomáticas, comerciais e sociais que envolvem as nações?

Eu não gosto da China por conta da Ditadura de Pequim (me refiro ao Partido Comunista Chinês, não aos pobres viventes), pois não respeita os Direitos Humanos. Mas daí a crer em Teoria da Conspiração e outras bobagens, ficará para o imaginário de gente menos instruída e iludida.

Lamentável. Se o Governo crê em tudo isso, corte os laços comerciais com os chineses – pois certamente teremos dificuldades em melhorar a cooperação entre ambos. 

No mundo dos negócios, não há espaço para fanatismo!

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– A irresponsabilidade de “falar o que não deve” no Futebol

Não repercutiu muito, mas serve de exemplo para que dirigentes de futebol tomem cuidado na hora de falar (ou até mesmo debochar) de alguém.

No mês passado, o polêmico Paulo Carneiro (dirigente do Vitória, que um dia chamou Felipe, então goleiro do Corinthians e que hoje está na Hungria, de “macaco”), falou que aquela famosa dedada de Rodrigo (da Ponte Preta) em Trellez (que jogava no Vitória) e que foi preponderante para o rebaixamento da Macaca Campineira e para a salvação do Leão, havia sido combinada com o atleta e o treinador Vagner Mancini.

É claro que tanto Rodrigo quanto Mancini reclamaram. E como isso acabou? Na Justiça, obviamente.

E se a AAPP também reclamar que foi “combinado” para que ela caísse?

Viram como as palavras precisam ser usadas com cuidado?

Relembrando, extraído de: https://atarde.uol.com.br/esportes/vitoria/noticias/2119706-entrevista-de-paulo-carneiro-sobre-mancini-e-rodrigo-gera-polemica

A POLÊMICA ENTRE PAULO CARNEIRO, RODRIGO E TRELLEZ

O presidente do Vitória, Paulo Carneiro, em entrevista à Rádio Itapoan FM, na última segunda-feira, 17, tratou sobre uma suposta combinação entre o ex-técnico rubro-negro, Vagner Mancini, e o zagueiro Rodrigo, da Ponte Preta, que deu uma ‘dedada’ no atacante do Leão, Tréllez, no duelo entre as equipes e acabou ‘salvando’ o time baiano do rebaixamento à Série B em 2017.

Ainda nesta terça, 18, o próprio mandatário ‘desmentiu’ o que falou e explicou outra versão. “Não teve armação nenhuma. Eu não sou louco de dizer uma coisa dessas. Eu brinquei falando de que acabou sendo uma combinação”, ressaltou PC.

No entanto, a repercussão nada boa sobre o caso, fez com que João Henrique Chiminazzo, advogado de Vagner Mancini e de Rodrigo, emitisse uma nota e prometesse que vai acionar o dirigente na Justiça.

“Venho a público manifestar o sentimento de repúdio de ambos diante das acusações caluniosas e difamatórias proferidas pelo presidente do Esporte Clube Vitória, Sr. Paulo Carneiro”, apontou.

“Postura deselegante que, desprovida de provas, ofende a honra de dois profissionais”, disse trecho da nota divulgada pela assessoria do treinador Mancini.

Para prolongar ainda mais a situação, a Ponte Preta, rebaixada à segunda divisão na época, estuda acionar o STJD e o MP pra uma investigação do caso. Pelo visto este tema ainda vai render muito ‘pano pra manga’.

Entenda por que 'dedada' de Rodrigo volta a causar polêmica 2 anos ...

– O filtro do Twitter às postagens contrárias de dicas da Ciência quanto ao Covid-19

O Twitter começou a apagar tuítes de contestações às recomendações da comunidade científica a respeito do Novo Coronavírus, além de postagens que levem ao risco de contágio. 

Vivemos em um mundo de liberdade de expressão e de necessidade de luta pelo bem comum. Imagino que tal medida da Rede Social, para muitos, será aplaudida em nome do convívio saudável da sociedade. Outros, ao contrário, alegarão que é censura. 

Difícil agradar a todos… evidentemente, se questionará até onde uma postagem será má fé, simplesmente ignorância ou debate sendo levantando de maneira inteligente. 

Enfim, já imaginaram a loucura que será se outras Redes Sociais agirem da mesma forma (como Facebook, Instagram ou WhatsApp)?

Particularmente, acho interessante que o desserviço de uma influência nociva não seja publicada.

Twitter now let's anyone enjoy 'Celebrity' status with verified ...

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

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– A Globo é de Direita ou de Esquerda?

Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:

  • Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
  • Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim é chapa-branca, golpista e outras qualificações.

Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol: todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…

E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?

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– A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– O golpe da Gasolina com preço do Diesel

Foi há 2 anos, mas é algo atemporal… compartilho:

Há muita picaretagem sendo praticada por comércios desonestos. Uma fraude que aumenta, em especial na Capital Paulista: postos de combustíveis anunciam o preço do Diesel como se fosse da Gasolina, e na hora do pagamento, o consumidor paga o real preço do produto (bem mais caro).

Como enganam?

Com uma faixa que ilude com as cores e a forma de anúncio, cobrando quase R$ 1,00 a mais do motorista!

Entenda o golpe, extraído de:

https://motorshow.com.br/blog-sobre-rodas-gasolina-ou-diesel-o-golpe-dos-postos-aprofunda/

GASOLINA OU DIESEL? O “GOLPE DOS POSTOS” SE APROFUNDA

Por Flávio Silveira

Gasolina ou diesel? Em meados de janeiro, denunciei aqui no blog um novo tipo de “golpe dos postos” que estava sendo aplicado em São Paulo. Alguns estabelecimentos estavam induzindo o consumidor ao “erro” mudando a lógica de algo já consagrado: as grandes faixas nos postos com os preços do etanol, em verde, e da gasolina — sempre em vermelho, certo?

Não. De repente os postos decidiram que em vermelho devem indicar o preço do diesel, e não o da gasolina, como sempre foi. Em um grande centro urbano como São Paulo, onde a esmagadora maioria dos carros roda com gasolina e/ou etanol, não faz sentido.

Aconteceu comigo, aconteceu com leitores: você vê o preço de longe, abastece, confere o valor total na bomba (ou não) e paga. Poucos conferem novamente o valor do litro do combustível na bomba, pois já viram naquela faixa enorme o quanto iam pagar.

“Coincidentemente”, aqui em São Paulo, na mesma semana da minha “denúncia” o Diesel s-10 estava em média 3,79 e o da gasolina na faixa de 3,89, nos postos mais baratos, e 4,10 nos mais caros. No posto que fotografei (e que me enganou), o diesel estava 3,79 e a gasolina, 3,99. Uma diferença pequena.

Mas parece que o consumidor paulistano é bastante distraído e o tal “golpe” deu certo – e muito! Porque decidiram piorá-lo – ou aprimorá-lo, dependendo do ponto de vista. Pra quem não se acostumou com a gasolina cara e apenas manda “completar”, pode passar despercebido. Essa semana fui pego de surpresa por uma versão bem mais grave: na região do aeroporto e em Pinheiros, áreas nobres de São Paulo, quatro postos de combustível usavam a mesma estratégia da faixa com o preço do diesel, mas agora com uma enorme diferença: os valores da gasolina muito maiores que os do diesel.

Em um dos postos, enquanto os grandes números na parte vermelha da faixa, com o valor da gasol– quer dizer, do diesel, marcava 3,79, a gasolina estava por absurdos 4,79 (como só se via nos minúsculos números da bomba). Enquanto isso, um posto poucas centenas de metros adiante estava vendendo o mesmo combustível por R$ 3,89 (R$ 0,90 por litro a menos!). Alguns postos já vendem combustível a mais de R$ 5!

Então, se aqueles primeiros postos que citei praticavam preços de mercado — e apenas o indicavam na faixa de um modo “não convencional”, podendo enganar o consumidor desatento e fazê-lo pagar um pouquinho mais, nesses flagrados agora a diferença é muito maior, com o preço da gasolina totalmente fora da realidade. Uma forma bem mais grave e prejudicial do golpe. Fique atento.

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REPARE NA FAIXA QUE O PRODUTO DIVULGADO NÃO É GASOLINA, MAS DIESEL.

– A ética e o policiamento de quem fala sobre determinados assuntos. Em destaque: o futebol!

Nesses tempos em que tudo é motivo para o mundo bipolar (e politizado de maneira extremista) se manifestar radicalmente, o cuidado no uso das palavras e ações para mostrar sua sensatez é importante.

E, nesse momento, gostaria de abordar um tema bem espinhoso e real: esse cuidado pregado contraditoriamente sendo descuidado pelo mundo do futebol.

Alguns mitos (ou verdades escondidas que não queremos acreditar de tão escabrosas que são):

  • Quantas vezes você já ouviu falar que treinador recebe “por fora” para escalar determinado jogador?
  • Jornalista A ou B plantando notícia por falta dela (e que depois acaba se tornando até mesmo real)?
  • Árbitro na gaveta, caseiro, com ordem de evitar cartões a jogadores X e Y por estarem pendurados?
  • Dirigentes de clubes negociando atletas nos quais eles têm participação no “passe” (que foi extinto, mas acabou se tornando algo legalizado de outra forma – como contratos amarrados)?
  • Cartolas torcendo contra o próprio clube para prejudicar a administração do desafeto que o comanda?
  • Comentarista (de futebol, de arbitragem, ou de qualquer outra coisa na área do esporte) falando bem ou mal de determinada pessoa porque recebe presentes / valores / favores de interessados?
  • Boleiro “tirando o pé do jogo” para derrubar o próprio treinador?

Ufa! Achei vários motes a serem debatidos (e existem muitos outros, tente pensar em alguns). Mas trazendo para a nossa realidade, a mesma concordância ou não de “Esquerda ou Direita fanatizados” passa a nortear muitas das discussões do futebol, na mesma briga virtual que sê vê nas Redes Sociais. Quer exemplos?

  • Fernando Diniz é ousado e tenta resgatar o bom futebol brasileiro / Fernando Diniz não sabe nada e é um Professor Pardal;
  • Neymar é um craque que não deve dar satisfação da sua vida pessoal / Neymar é só mais um driblador e não é exemplo para ninguém.
  • Andrés Sanches é o cara que conseguiu o estádio para o Corinthians, trouxe Ronaldo e Roberto Carlos e fez nascer o time que ganhou o Mundial do Japão / Andrés Sanches afundou as contas do Corinthians e é uma péssima pessoa.
  • Jorge Jesus é o treinador que ajudou a rediscutir o futebol brasileiro / Jorge Jesus só conseguiu sucesso no Flamengo pelo time que tem.
  • Árbitro X é muito bom / Árbitro X é muito fraco.

Algumas dessas discussões podem trazer uma resposta bem objetiva aos defensores ou críticas, mas em outras, não necessitaria “meio-termo”?

A FPF tem péssimos atos a serem condenados. Mas a busca da inserção das mulheres no futebol, de maneira mais efetiva, têm sido positiva (embora, ficará a dúvida de outros casos envolvendo sexismo na história da entidade, envolvendo alguns dos seus atores que se promoveram).

Tenho muito medo quando as pessoas que não são do meio do futebol se confundem com a verdade e a pseudo-notícia. Por exemplo, ao acaso: o jornalista A detona a pessoa X pois já trabalhou para B e X é desafeto dela; e vez ou outra dá umas cutucadas no próprio B para parecer isento. Mass que hipocrisia é essa?

Enfim, precisamos (jornalistas, blogueiros, não-jornalistas): ponderação, ética, cuidados para não e engabelar quem lê, deixar claro o que é notícia ou opinião, separar o clubismo, não deixar as emoções contaminarem as palavras, e, principalmente, NÃO MENTIR!

Há muito tempo, conheci um cara que mentia para caramba! E ameaçava quem falava a verdade com processos judiciais (aliás, a frase batida é: Fulano vai tomar um processo… caia fora dele). Na 1a vez que tentou, tomou uma invertida do juiz… e aí teve que pagar as custas de quem ele “reclamava”. Neste exemplo, fica a dica: Mentirinha ou Mentirona, sempre será Mentira!

Outro exemplo nefasto é agente de futebol disfarçado de diretor de clube, dizendo que abriu mão do seu negócio por amor à camisa… E no primeiro pepino que acontece, diz que a culpa é da imprensa (que descobriu a incompatibilidade de funções).

Esses “nunca conte mentira” e “diga sempre a verdade” do tempo do vovô e da vovó ganharam roupagem nova e e se chamam  “fake news” e “incompatibilidade de funções e discurso para proveito próprio”.

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– Entregou o atestado e foi para a praia?

Coisas de um país onde se apronta de tudo, lamentavelmente: o funcionário entregou um atestado médico alegando estar doente, e foi para a… praia! Se não bastasse, postou fotos em sua rede social.

Cara de pau ou não?

Acabou mal. Abaixo, extraído de: https://www.contabeis.com.br/noticias/42239/trabalhador-que-entregou-atestado-e-postou-foto-na-praia-e-multado/

TRABALHADOR QUE ENTREGOU ATESTADO E POSTOU FOTO NA PRAIA É MULTADO

Operador de máquinas postou fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.

Um operador de máquinas de Espírito Santo do Pinhal, na região de Campinas, foi condenado a pagar multa de R$ 500 ao empregador por litigância de má-fé após o desenrolar de um processo judicial que comprovou que ele havia postado fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.

Adicional de insalubridade

Segundo o acórdão, o caso teve início quando o funcionário foi à Justiça fazer uma reclamação trabalhista contra a empresa, pedindo adicional de insalubridade e alegando que havia desenvolvido doença ocupacional em decorrência do trabalho na empresa, uma fábrica de vidros temperados.

O empregado foi admitido em junho de 2014 e dispensado em novembro de 2015, sem justa causa. Um mês antes da demissão, apresentou atestado médico de dois dias, com a justificativa de “ruptura espontânea de tendões não especificada”.

Além do adicional de insalubridade, o funcionário pediu à Justiça a manutenção do plano de saúde, reintegração ou indenização do período de estabilidade, indenizações por danos morais e materiais e honorários advocatícios.

Redes sociais

Nos autos do processo, a empresa usou como provas postagens em redes sociais do funcionário que, nos dois dias de afastamento, publicou fotos em uma praia.

“O reclamante alega que, em virtude da doença ocupacional, ‘se tornou praticamente inválido’ e terá que se aposentar por invalidez, de modo que as atitudes não se coadunam com os fatos por ele narrados ou até mesmo com os atestados apresentados à empregadora”, diz na decisão a desembargadora Larissa Carotta Martins da Silva.

Decisão

O juíz de 1º grau negou todos os pedidos do trabalhador e o condenou por litigância de má-fé, com condenação de multa de R$ 500 à empregadora.

O TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) negou o recurso apresentado posteriormente pelo funcionário e manteve a decisão do juíz da primeira instância, mantendo a multa.

“O atestado tinha relação com um dos pedidos da ação, que pretendia comprovar uma suposta doença ocupacional. Como a utilização do atestado visava um benefício no processo, a prova se revelou inidônea, então é perfeitamente cabível a indenização por litigância de má-fé”, explica o advogado Marcos Lemos, do Benício Advogados Associados.

Atestado falso

Apresentar atestado médico falso, além de ser considerada falta grave, pode levar a uma demissão com justa causa do funcionário.

“Nesse caso, o trabalhador não terá direito ao saque do FGTS e à multa de 40% sobre o fundo. Seguro-desemprego e saldo de férias ou 13º proporcionais também não serão recebidos”, explica Lemos.

Outro caso semelhante é quando o funcionário apresenta um atestado médico que é verdadeiro, mas que é incompatível com a sua condição real de saúde.

“Se ele disser que tem uma doença limitante, como uma crise renal aguda, e a empresa ver que, no período de afastamento, ele estava jogando futebol, por exemplo, ela poderá acionar um médico do trabalho para uma análise médica presencial. Se houver base médica para a conclusão, caberá justa causa”, afirma o advogado.

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– Dudu e Andrés Sanches: no Carnaval, repulsa. E se fosse na caridade?

No mundo utópico e ideal, não haveria problemas de pessoas de clubes rivais se confraternizarem. Nem mesmo se eles forem notoriamente símbolos polêmicos.

No mundo real, que eles saibam que, ao dar publicidade a essas fotos (como a de André Sanches, presidente do Corinthians, e Dudu, jogador do Palmeiras, na semana passada, abraçados em meio às festas carnavalescas) automaticamente permitem aos fanáticos “combustível” às críticas…

Pessoas importantes ligadas a rivais unidas numa farra, sempre trará muita discussão. Talvez, se fossem flagradas em um evento filantrópico, a repercussão seria outra. Ou não?

Confesso não saber: será que Dudu (o primeiro ídolo com esse nome, o da Academia, o Olegário Toloi de Oliveira), passou por alguma situação como essa? Ou se preservava?…

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– A Criminalização das Fake News poderá levar a 3 anos de prisão?

Há 1 ano, mas poderia ser de hoje a reflexão. Abaixo:

Leio que há um projeto de lei que deseja criminalizar a divulgação de falsas notícias, as “fake news”.

Mas e o coitado que assustado dissemina com boa fé uma mensagem na certeza de estar colaborando com alguém e inocentemente acredita na mentira? Será criminoso também? Como separar o mal intencionado daquele que é vítima do engôdo também?

Deve-se atacar os mandantes da criação, não os replicadores. Muito cuidado com a lei e bastante calma nessa hora, a fim de não se cometer injustiças.

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– Enquanto a passarela brincava, alguém tentava lavar dinheiro nas Loterias?

Talvez a categoria que mais tenta usar o artifício de que ficou rico “ganhando na Loteria” é a dos Políticos.

Viram que durante os festejos carnavalescos, um grupo de ex-deputados quase fez a Mega-Sena?

Sortudos… ou não?

Extraído de: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/quatro-ex-deputados-federais-acertam-bolao-e-dividem-a-quinta-da-mega-sena/amp/

SORTE

Quatro ex-deputados federais e um ex-prefeito acertaram cinco números do concurso 2.235 da Mega-Sena, na quarta-feira, e ganharam R$ 312 mil. Eles vão dividir o prêmio entre os oito apostadores do bolão e, tirando os impostos, cada um ficará com R$ 28 mil. Ninguém acertou os seis números do sorteio e o prêmio de R$ 170 milhões acumulou.

As dezenas sorteadas na última quarta-feira foram 14, 18, 30, 35, 55 e 57. No bolão, os ex-parlamentares marcaram o número 52 e a dezena sorteada foi 55. Os sortudos farão nova aposta para o sorteio de sábado, que poderá pagar R$ 190 milhões ao vencedor.

Em setembro do ano passado, um bolão de funcionários da liderança do PT na Câmara dos Deputados ganhou R$ 120 milhões do concurso 2.189 da Mega-Sena. Cada um recebeu R$ 2,4 milhões. Segundo a Caixa, a aposta ganhadora – que não tem o número 13 por partido – era um bolão com 49 cotas. As dezenas sorteadas foram: 04 – 11 -16 – 22 – 29 – 33.

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– A Imprensa boa versus o noticiado ruim!

O grande jornalista Wanderley Nogueira divulgou essa mensagem em seu tuíte que retrata com perfeição os ataques sofridos aos sérios profissionais da imprensa:

“Imprensa que incomoda está sob ataque. A malandragem mente, ofende, inventa, esbanja esperteza, tem dinheiro para contratar defensores estrelados e quase sempre leva vantagem na Justiça. Mas, tenho certeza que a opinião pública sabe quem são os vilões. Em todas as áreas.“

Em tempos de Fake News, descréditos e mal intencionados tentando desvirtuar os assuntos, não há colocação melhor do que essa!

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– O Fair Play financeiro só foi violado pelo Manchester City?

Os clubes bilionários que gastam muito dinheiro (e que são acusados por alguns de lavar dinheiro, como Chelsea e PSG – mas às vezes creditados simplesmente ao prazer dos seus donos em ter um time de futebol), que abram o olho: o Manchester City, punido pela exclusão de 2 anos das competições internacionais e ainda multado, pode até ter um desmanche do seu elenco.

Ficará uma grande pergunta: balanços falsificados e dinheiro “esquentado” só acontecem na Europa?

Abaixo, um resumo bem bacana e didático do Fair Play Financeiro, 

Extraído de: https://www.bonde.com.br/esportes/futebol/entenda-o-fair-play-financeiro-que-baniu-city-da-uefa-champions-league-512461.html

ENTENDA O FAIR PLAY FINANCEIRO QUE BANIU O CITY DA UERFA CHAMPIONS LEAGUE

O Manchester City (ING) foi banido pelas próximas duas temporadas da Champions League (e qualquer outra competição europeia) por quebrar as regras do fair play financeiro da Uefa. Entenda o que é o fair play financeiro e quais as suas determinações sobre as finanças das equipes.

  • Qual a definição de fair play financeiro?
    – Segundo a Uefa, “o fair play financeiro busca melhorar a saúde financeira global do futebol europeu de clubes”.
  • Os clubes podem ter balanço negativo?
    – Sim, desde que esse valor seja de até 5 milhões de euros (R$ 23 milhões) durante o período de avaliação (de três anos) -até 2018, o limite era de 30 milhões de euros (R$ 139 milhões em valores atuais)- e o clube dê garantias de que poderá ser coberto por contribuição ou pagamento por parte do dono. Investimentos em estádios, centros de treinamento, nas categorias de base e futebol feminino não entram na conta do fair play financeiro, justamente para que os clubes estimulem esses setores.
  • Os donos podem injetar dinheiro nos clubes?
    – Sim. Sob os regulamentos atualizados da Uefa, qualquer entidade pode, sozinha ou em conjunto com outras entidades ligadas a um mesmo dono ou governo, ser responsável pela injeção de valores que representem até 30% das receitas totais do clube. Porém, se o proprietário de uma empresa investe no clube por meio de contratos de patrocínio, a Uefa pode abrir investigação para averiguar possíveis irregularidades. No caso do City, a entidade puniu o clube por apresentar receitas adulteradas.
  • Os clubes são banidos automaticamente dos torneios caso não respeitem o fair play financeiro?
    – Não. A Uefa estabelece uma série de sanções a serem aplicadas para os clubes que não cumprem com o plano de austeridade, entre elas advertências, multas, dedução de pontos, retenção das receitas dos torneios organizados pela entidade, restrição ao número de inscritos nesses torneios, desqualificação das competições ou exclusão de disputas futuras e retirada de um título ou prêmio. No caso do City, o clube inglês já havia sido punido pela Uefa em 2014, juntamente com o Paris Saint-Germain (FRA), mas de forma mais branda.
  • Algum clube já foi proibido antes de disputar torneios da Uefa em situação similar?
    – Sim. De acordo com a entidade, desde que o fair play financeiro foi implementado em 2011, seis times que haviam garantido classificação para torneios europeus foram impedidos de participar das competições da Uefa por não pagarem salário dos atletas ou valores de transferências a outros clubes. Houve ainda o caso do Milan, excluído da Liga Europa 2019/20 por não cumprir os requisitos de “break-even”, termo que determina o equilíbrio financeiro (ganhos e prejuízos iguais).
  • Os clubes podem recorrer das punições por violação do fair play financeiro?
    – Sim. Qualquer decisão do investigador chefe do Comitê Financeiro de Controle dos Clubes pode ser revista pela Câmara Adjudicatória do órgão. No caso de a Câmara Adjudicatória estabelecer a punição com medidas disciplinares, os clubes podem recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).

– Golpes de Cartão na época do Carnaval

Infelizmente, existem picaretas para todas as ocasiões. E nessa época de Carnaval, há cada golpe na praça…

Cuidado com seu cartão de crédito ou débito. Veja essa lista de engodos que estão na moda:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/14/golpe-cartao-maquininha-celular-no-carnaval-dicas-para-evitar.htm

TROCA DE CARTÃO, VALOR ERRADO, APP DO BANCO… OS GOLPES DURANTE O CARNAVAL

Fevereiro é mês de folia para os brasileiros, mas também é preciso tomar cuidado com os principais golpes financeiros que acontecem durante o Carnaval.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) deve começar nos próximos dias a divulgar vídeos e alertas nas suas redes sociais alertando sobre os principais tipos de fraudes nesta época do ano. Veja alguns exemplos de golpes e como evitá-los, de acordo com a Febraban.

Roubo do celular (com app do banco)

Para começar, não é só com o cartão e com as maquininhas que o folião deve ficar atento. O telefone celular, que hoje carrega uma série de dados do usuário, também traz riscos financeiros, já que muitas pessoas usam aplicativos do banco no celular e guardam dados pessoais.

É comum após roubos de celulares a vítima procurar a empresa de telefonia e a operadora do cartão de crédito. “Quase ninguém se lembra de avisar o banco”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Febraban.

É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho. Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.

Troca do cartão

Outro cuidado importante é com o pagamento digital. Um dos casos mais comuns é o da troca do cartão. O golpista que se passa por vendedor ambulante e, ao entregar a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão, obtém os números que estão sendo digitados. Depois, aproveitando uma falta de atenção do consumidor, ele troca o cartão e devolve outro muito parecido.

Roubo da senha

Há também situações em que o golpista pede a senha no momento em que deveria digitar o valor e, então, os números, que deveriam ser secretos, ficam visíveis.

Valor errado

Outro golpe que tem acontecido com frequência é o golpista digitar na maquininha o valor errado da compra. O folião acaba pagando R$ 50, R$ 500 ou até R$ 5.000 numa compra de R$ 5, por exemplo.

Páginas, emails e SMS falsos

Outro golpe comum é o que acontece sem a presença física do golpista, quando clientes recebem avisos falsos de bancos ou operadoras de cartão de crédito. O alerta das instituições é desconfiar de ligações ou mensagens com pedidos de atualização de dados, e jamais fornecer senhas ou códigos de acesso ou de validação para transações digitais (como chave de segurança e token).

Veja dicas para evitar cair em golpes

Para reduzir os riscos de cair num golpe, a Febraban dá algumas dicas:

  • Nunca empreste ou entregue o seu cartão para ninguém e nunca o perca de vista. Pode haver a troca do cartão sem que você perceba
  • Ao efetuar pagamentos com seu cartão, não deixe que ele fique longe do seu controle, confira o valor e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da sua senha. 
  • Ao finalizar a compra e pegar o cartão de volta, veja se é o seu nome que está nele
  • Solicite sempre a via do comprovante de venda e confira o valor impresso da compra
  • Sempre que possível, passe você mesmo o cartão na maquininha
  • Cadastre-se para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com seu cartão; assim, é possível identificar com rapidez uma transação fraudulenta
    Nunca guarde a senha junto com o cartão. Isso reduz o risco em casos de perda ou roubo
  • Tome cuidado com esbarrões ou encontros acidentais, que possam levar a perder de vista, temporariamente, o seu cartão. Se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Em caso negativo, ligue imediatamente para o banco e solicite o cancelamento
  • Quando for destruir um cartão, corte o chip ao meio. Mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto
  • Em caso de roubo, perda ou extravio do seu cartão, ligue imediatamente para a Central de Atendimento do seu banco e solicite o cancelamento do cartão. Em caso de roubo, também registre um B.O. na delegacia mais próxima

Caí em um golpe, e agora?

Segundo o Procon-SP, o consumidor que identificar que caiu em algum golpe deverá fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima também deve entrar em contato com o banco por meio do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para informar a situação. Tenha com você detalhes da transação indevida, como data e valores descontados. A instituição terá cinco dias úteis para dar uma resposta sobre a devolução do dinheiro.

Se o banco não resolver a situação ou não der uma resposta, o consumidor pode registrar uma queixa na ouvidoria da instituição. Também é possível fazer uma reclamação no Banco Central, em uma entidade de defesa do consumidor ou buscar a Justiça.

Dinheiro nem sempre é devolvido

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as instituições financeiras devem criar meios que garantam o acesso seguro do consumidor aos serviços bancários, o que inclui evitar golpes e fraudes. Para o Idec, em situações de fraude bancária, os bancos têm responsabilidade objetiva, ou seja, são responsáveis, independentemente de culpa.

Porém, nem sempre a justiça concorda com isso. Há casos em que o consumidor pode ficar no prejuízo. Isso porque nem sempre o dinheiro roubado é devolvido. O Judiciário está mais rigoroso na análise de ações sobre fraudes em compras com cartões. Os magistrados, sobretudo do STJ (Superior Tribunal de Justiça), têm dado ganho de causa aos bancos nos processos em que fica comprovado que os golpistas usaram a senha dos clientes e os cartões com chip. Os juízes afirmam nas decisões que há negligência ou desleixo dos correntistas com os cartões e as senhas.

Reprodução/ Facebook

– Yacows: Hans River do Rio Nascimento é a personagem folclórica da selva política brasileira! Sempre se deve ver os dois lados…

Você acredita naquele profissional da mídia digital, Hans River, que na CPI da Fake News, interrogado sobre o fato de ter trabalhado para uma empresa que criava fatos e impulsionava postagens falsas supostamente para a campanha de Bolsonaro (Yacows), e que disse ter trabalhado também ao PT?

Calma. Nessas horas, não acredite em ninguém. Duvide, questione, pense, analise, mas nunca veja um lado só.

Primeiro, a fala oficial pró-Governo, aqui: https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/hans-river-diz-que-pt-era-forte-cliente-de-empresa-investigada-por-crimes-digitais-nas-eleicoes-de-2018

Segundo, a contrária, contra o Governo, aqui: https://revistaforum.com.br/brasil/hans-river-que-acusou-jornalista-de-ter-se-insinuado-sexualmente-ja-foi-acusado-pela-ex-companheira-de-ameaca-de-morte/

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– Glenn Greenwald: Jornalismo ou Bandidismo?

A história do jornalista Glen Greenwald, sem dúvida, é polêmica. Ao divulgar mensagens hackeadas de autoridades, imaginou-se que ele praticava jornalismo investigativo ao publicar documentos que poderiam incriminar os julgadores da Lava-Jato (embora, depois de tanta análise, não se percebe nenhum desvio do julgamento ou prova plantada – foi mais sensacionalismo do fato do que descobrir se Lula e outros réus foram injustamente condenados). Do que sobrou, nada mais foi o fato de tumultuar a Operação da Polícia Federal, trazer à tona o relacionamento entre juristas, mas deixando no ar, a posterior, que era algo intencionalmente feito para soltar bandidos.

Enfim: difícil ter uma conclusão fechada sobre tudo isso.

Entretanto, Glenn foi indiciado pelo MPF, pois segundo a nota oficial “auxiliou, orientou e incentivou” os hackers, a partir do momento em que dava dicas de invasão e sugeria nomes e modos.

E aí?

Jornalismo é importante e necessário. Deve ser livre! Divulgar o que muitos não querem ouvir ou aceitar. Mas orientar bandido, aí é outro departamento…

Glenn Greenwald participou de audiência pública no Congresso, em 2019, sobre a atuação de juízes e procuradores brasileiros na Operação Lava Jato — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

– O que um patrão deseja do seu empregado?

Essa deu na Veja de 18/01/2017 (O QUE QUEREM OS EMPREGADORES?, pg 18): Empresários e executivos de grandes empresas foram questionados a fim de um levantamento sobre “desejos e comportamentos favoráveis de empregados candidatos à vagas de emprego”. Assim, os chefes dizem que:

– 57% vasculham perfis dos candidatos nas redes sociais;

– 93% tiram pontos de quem se veste de forma desleixada;

– 37% resistem a empregar um profissional com tatuagens visíveis;

– 66% consideram mais difícil achar força de vontade que boa formação;

– 83% evitam contratar quem já foi internado por abuso de álcool ou drogas.

E aí: há muita lógica / exatidão nessas características desejadas?

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– Um exemplo de Fair Play no Futsal da Espanha!

Isso sim é esporte: em Zaragoza, pronto para marcar um gol, o atleta toca a bola para fora ao ver seu adversário receber uma falta dura.

Merecidas palmas para ele.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=YWXuwF59hyo

FAIR PLAY (extraído do The Guardian):

A moment of sportsmanship from a futsal match in Spain when Caregena’s Solano chooses to put the ball out of play – despite having an open goal.  After Zaragoza’s Javi Alonso goes down injured, the ball is squared to Solano to tap in, but instead he puts ball out of play. The game finished 5-5.

– E o Galo voltou atrás… era isso, ou ficar sem time!

OPS: ATUALIZADO ÀS 16h39 (uma nova nota em cima da nota nova. Incrível…)

Na manhã dessa 5a feira, a Kah Sports, em NOTA OFICIAL, anunciou seu desligamento do Paulista FC.

Vide a publicação aqui: https://wp.me/p4RTuC-oAm

Na hora do almoço, Edson Fio estava se desligando do time. Mais tarde um pouco, soube-se que o Paulista teria apenas 14 jogadores no elenco para a disputa da A3 e sem tempo hábil. Repercutiu-se aqui: https://wp.me/p4RTuC-oAt

Mediante todas essas dificuldades, o Paulista FC não teve outra saída para disputar o campeonato se não a de entregar novamente a direção do futebol profissional para a Kah Sports.

Assim, as duas notícias REAIS e FIÉIS tornaram-se velhas pelo fato de, na impossibilidade de gerir sozinho o clube, o Galo, literalmente, abrir as pernas. Também é uma informação real.

Enfim: a Kah Sports usou o que tinha de melhor para permanecer no clube: o anúncio da sua saída em nota oficial (isso não era blefe) e, mais tarde um pouco, o anúncio de que retiraria todos os demais jogadores (também não sendo blefe). Restou ao Paulista baixar a guardar e voltar atrás na decisão (que já tinha tomada) de “gerir o clube”.

Simples. Sem saída, voltou-se tudo ao que era antes. O Paulista tomou a decisão e teve que reverter mediante os fatos reais e acontecidos.

A questão é: como será o relacionamento daqui pra frente?

COMPLEMENTO 1: Deve-se ser muito mais racional e passional para analisar tudo isso. A Kah chantageou o Paulista ao divulgar a nota oficial (isso é documento, informação) ou o Paulista teve que baixar a guarda e devolver a direção de futebol ao anúncio da saída por traição?
Há de se emitir uma nota CONJUNTA explicando os fatos. E com data no documento, por favor.
Abaixo, a nota das 16h e mais abaixo, a nota das 16h39.

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Ops: divulgou-se há pouco uma nova nota em cima da nota nova, também sem data.

Abaixo:

Chega, não escreverei mais nada sobre o querido Paulista. Cansou tanto jogo de negocia daqui, divulga dali. Minha derradeira postagem sobre o clube.

– A Lei que proíbe descartáveis em São Paulo é a ideal? Onde entrou a preocupação com a Educação?

Foi sancionada a Lei da Proibição dos Descartáveis na Capital Paulista, onde além dos canudos plásticos, também copos, talheres e pratinhos estarão proibidos, dentre outras coisas

Concordo com as causas ambientais, defendo o meio-ambiente, mas… será que não seria a melhor opção a Educação somada com a Coleta Seletiva?

Temo muito quando leio “proibição” e “lançamento de produtos alternativos”. O medo é que alguém possa estar faturando em cima, ao invés da real preocupação ecológica.

Mas o que vale discutir é: será que a medida ideal é essa? Imagine o custo em buffets, restaurantes e outros estabelecimentos com água e detergente (e que deverá ser repassado, irremediavelmente). Aliás, não estaríamos discutindo a troca de um tipo de poluição (plásticos) por desperdício de água e poluentes químicos, ao invés de investir na Conscientização e Educação Ambiental?

Os valores financeiros gastos serão infinitamente menores se forem investidos em formação desde já e nos alertas para a necessidade dos descartes corretos de produtos de materiais recicláveis. Afinal, as crianças são as herdeiras do planeta e, como sabemos, os recursos naturais escassos. Nada disso seria necessário se todos fizessem sua parte…

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– A punição da Wada contra a Rússia repercutiu muito pouco, apesar da gravidade!

Faz 1 mês que a Wada, o organismo que controla e investiga atletas contra o dopping, baniu a Rússia por 4 anos de competições internacionais devido a uma série de fatores inadequados.

Talvez por estarmos longe das principais competições, o assunto não foi tão comentado. Mas o certo é: o quanto alguns países já venceram fazendo uso de substâncias proibidas? E quais tipos de doppings tão avançados estão usando hoje e não foram ainda detectados?

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-12/russia-e-banida-por-doping-e-esta-fora-de-toquio-2020-e-de-mundiais

RÚSSIA É BANIDA POR DOPING E ESTÁ FORA DE TÓQUIO-2020 E DE MUNDIAIS

A Agência Mundial Antidoping (Wada) excluiu a Rússia das principais competições esportivas mundiais nos próximos quatro anos por ter fraudado exames antidoping. De acordo com decisão unânime do comitê executivo da agência, anunciada na manhã de hoje (9), em Lausanne (Suiça), a Rússia ficará fora da Olimpíada de Tóquio (Japão), em 2020, e dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim (China), em 2022. Quanto à Copa do Mundo de Futebol Masculino, no Catar, em 2022, a FIFA ainda não confirmou se o veto da Wada se estenderá à participação da Rússia no Mundial.

De acordo com a Wada, a Rússia cometeu uma série de violações como manipulação de dados laboratoriais sem autorização, a inclusão de mostras falsas nos testes, e a destruição de arquivos conclusivos a possíveis casos de dopagem. A decisão da Wada também impede que o país organize competições em seu território nos próximos quatro anos, com exceção da Eurocopa 2020: a cidade de São Petersburgo está mantida com uma das 12 sedes.

A Rússia ainda pode recorrer da decisão no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) nos próximos 21 dias. Os atletas do país que não estão envolvidos nos casos de doping poderão competir sob bandeira neutra.

Considerada uma das maiores potências no esporte olímpico, a Rússia mergulhou em escândalos envolvendo casos de doping em 2015, quando a Wada concluiu um relatório de 323 páginas que identificava um sistema de dopagem envolvendo atletas, técnicos, dirigentes da federação russa, oficiais de controle antidoping, integrantes do governo russo e membros da Federação Internacional de Atletismo (IAFF). Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) excluiu o país da Rio 2016 e dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, mas delegou às federações nacionais a decisão de executar a suspensão. Foi o caso da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf), cujo conselho baniu os atletas russos de participarem dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

Tradução: Rússia, esportes, antidoping, Edição: Guilherme Neto

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