– O cartão de Pedro Raul: o que é provocar o adversário ou a torcida?

Não pude assistir os jogos de sábado e domingo à tarde do Brasileirão, mas na rodada em que Wilson Seneme tentou dar uma oxigenada nas escalas e colocou jovens árbitros (como no jogo do Botafogo com Paulo Zanovelli / MG, de 32 anos, que provavelmente irá para o quadro da FIFA no ano que vem – de maneira precoce – ou como Maguielson Lima Barbosa / DF, de 30 anos, no jogo do São Paulo), mesclando com experientes FIFAS (Daronco no CAP, Edina no AGO, Claus no Flamengo-Flu, Wilton no Santos x Palmeiras e Bruno Arleu no Corinthians), muitas queixas.

A única partida que consegui ver o lance polêmico: o árbitro José Mendonça da Silva Jr / PR no Red Bull Bragantino 1×1 Goiás, amarelando Pedro Raul por comemorar o gol com a mão na orelha (aliás, nenhuma advertência para o Massa Bruta, e 5 amarelos para o time esmeraldino). Acertou ou errou?

Entenda: na súmula, o árbitro relatou que o fato ocorreu por provocar a torcida. Mas o que é “provocar a torcida”?

É muito comum vermos atletas colocando a mão na orelha simbolizando “quero ouvir gritar” (tanto para a sua torcida, como festejo, quanto para o adversário, como desabafo). Se não passar disso, não pode dar cartão amarelo. Seria advertência caso o jogador fizesse isso gesticulando de maneira ofensiva (como gritando contra alguém, mandando “vir pra dentro”, ou outras situações). No relato do árbitro, só foi escrito “provocar”, sem especificar.

Também na súmula há a anotação de gritos homofóbicos de “viadinho” contra Pedro Raul (conforme anotado no documento) por parte da torcida da casa. Como o próprio árbitro disse que ele não ouviu, mas foi alertado pelo 4º árbitro, não deve existir punição relevante (o próprio Red Bull Bragantino lamentou o fato e prometeu providências).

Uma observação final: árbitros estão “caçando pelo em ovo” (como na comemoração do gol), e os mesmos não ouvem os gritos (como na manifestação da torcida). Tá tudo errado , não?

Mão que mostra o cartão vermelho amarelo isolado

Extraído de: https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-mão-que-mostra-o-cartão-vermelho-amarelo-isolado-image41005175

– Parabéns pela resposta. #BailaViniJr

Que maturidade do Vinícius Jr!

Grande resposta quanto aos seus haters, incluindo Pedro Bravo. Assista: https://twitter.com/vinijr/status/1570893793028874240/video/1

Ou em:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Nem se combinasse!

Maluquice:
O Flamengo eliminou o Corinthians da Libertadores, e enfrentará ele na final da Copa do Brasil.
O Flamengo eliminou o Athlético da Copa do Brasil, e enfrentará ele na final da Libertadores!
Quem escreveu esse roteiro?

– Querem acabar com o futebol: o racismo ao Vinícius Jr.

Nos estádios, “não pode isso, não pode aquilo, não pode nada”.

Nos campos, certas coisas proibidas podem ser discutidas. Mas há exageros de quem não entende de regra, de espírito do jogo e confunde a reação natural com militarismo regrado ao último grau.

Nesta semana, Neymar levou um absurdo cartão por comemorar um gol com sua tradicional careta. Difícil justificar na súmula o motivo da advertência.

Agora, o presidente da associação de agentes espanhóis, Pedro Bravo, criticou a comemoração de Vini Jr, chamando-o de macaco (simplesmente por ele dançar).

Ronaldinho Gaúcho, por essa lógica, seria proibido de jogar futebol…

Onde vamos parar? 

SAMBE SIM, Vini Jr. Aliás, o atacante brasileiro é um humilde jogador, boa praça e de ótimo caráter. Isso se chama intimidação!

Extraído de: https://placar.abril.com.br/futebol-europeu/comentarista-espanhol-compara-vini-jr-a-macaco-ao-criticar-comemoracao/

COMENTARISTA ESPANHOL COMPARA VINI JR A MACACO POR COMEMORAÇÃO

Pedro Bravo, presidente da Associação de Agentes Espanhóis, atacou atacante brasileiro, destaque do Real Madrid

Da Redação

O brasileiro Vinicius Júnior, em grande fase no Real Madrid, vem sendo contestado por parte da imprensa espanhola por alguns dribles e comemoração com danças. O debate, no entanto, extrapolou o limite do respeito na noite desta quinta-feira, 15, quando Pedro Bravo, presidente da Associação de Agentes Espanhóis, comparou o atacante a um macaco, no programa El Chiringuito, da emissora Mega, um dos mais populares da Espanha.

Em um debate causado pela fala de Koke, referência do Atlético de Madri, sobre possível briga em razão de uma dança de Vini no clássico do próximo domingo, 18, o comentarista espanhol atacou o brasileiro. “Você (Vinicius) tem que respeitar o rival. Quer dançar, vá ao sambódromo, no Brasil. Aqui tem que respeitar os companheiros e deixar de fazer o macaco.”

A fala repercutiu rápido nas redes sociais e já viralizou no Brasil. Usuários acusam o espanhol de racismo. A comparação de negros a macacos é comum em atitudes discriminatórias e se enquadra como racista, por comparar humanos a um não-humano em razão da cor da pele, segundo o Portal Geledés, organização que atua na luta contra os preconceitos no Brasil.

Minutos depois, Pedro Bravo voltou ao ar e pediu desculpas. O programa esportivo de maior audiência seguiu normalmente. Esta não é a primeira vez que o assunto Vinicius entra em pauta na Espanha na semana. O atacante segue sendo alvo de muitas críticas e ataques.

Tendo em vista a repercussão, Bravo se pronunciou por meio do Twitter. O agente se justificou: “Quero esclarecer que a expressão ‘fazer o macaco’ que usei  para descrever a dança de comemoração do gol de Vinicius foi feita metaforicamente. Como minha intenção não era ofender ninguém, peço sinceras desculpas. Sinto muito!”

Vinícius Júnior encerra a temporada como protagonista do Real Madrid

Vinicius brilha na Espanha, incomoda imprensa e é chamado de macaco – Javier Soriano/AFP

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

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– Qual clube brasileiro pode ser uma boa opção para o Chelsea comprar, a fim de revelar jogadores?

Era sabido: não demoraria para outros gigantes usarem a mesma estratégia do City Group e da Red Bull Co.: adquirirem equipes mundo afora para serem suas “filiais”, conseguindo jogadores de futebol mais baratos e os formando dentro da sua filosofia de trabalho, usando os times como ferramentas de marketing e/ou simplesmente como estágios para a Europa.

O próprio City Group já tem 10 equipes (com o Manchester City sendo a “matriz” e querendo comprar o Bahia, vide as equipes aqui: https://wp.me/p4RTuC-AWL). Agora, o Chelsea, que tentou comprar a base do Santos FC, quer comprar um clube pequeno no Brasil com vocação em revelar atletas, para exportar o “pé-de-obra” direto do fornecedor.

Qual seria um time para indicar ao americano Todd Boehly, o bilionário que comprou o clube inglês de Roman Abramovich?

– Eu trocaria o Daronco pelo Jean Pierre no Corinthians x Fluminense.

Para a partida de volta pela semifinal da Copa do Brasil envolvendo o Timão e o Tricolor Carioca, apitará Anderson Daronco. E, para um espetáculo que desejamos que seja “mais vistoso para assistir”, não foi uma boa escolha.

Explico: o árbitro gaúcho, embora seja do quadro da FIFA, é tecnicamente comum, e erra como qualquer outro. Não dá dinamismo ao jogo (ou seja, trava demais a partida, com muitas faltas marcadas), nem se preocupa em agilizar o reinício da partida. E quando um atributo físico (seu porte musculoso) chama mais a atenção do que suas virtudes como juiz de futebol, isso me preocupa.

Seu “reserva” na partida será Jean Pierre “Vin Diesel”, que está “voando” em campo. Nas duas últimas partidas que assisti dele (Corinthians x Botafogo e Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino nessa, um lance infeliz e pontual envolvendo Arana), o juiz foi muito bem. Deixou a partida rolar, não entrou nas faltas cavadas tampouco deixou a cera existir.

A qualidade do jogo, muitas vezes, depende do estilo do árbitro (não que ele possa melhorar uma partida, mas simplesmente que ele não atrapalhe). Pelas características do time do Fluminense (que gosta de posse de bola e pratica poucas faltas), Jean Pierre era uma opção melhor do que Daronco (que seria um nome mais adequado em jogos picados, como os das equipes montadas por Felipão).

Corinthians x Fluminense: veja onde assistir, escalações, desfalques e  arbitragem | copa do brasil | ge

Imagem extraída de GE.com

– Quase 40% das camisas de futebol são falsificadas!

Esse número que o Estadão traz é assustador: pelo alto preço das camisas de futebol, a indústria da falsificação aproveita para trabalhar com o consumidor mais humilde. Um exemplo: a camisa do Corinthians, citada na matéria abaixo, custa R$ 600,00, mas é encontrada como “alternativa” por R$ 50,00.

Veja só quanto dinheiro perdem os fabricantes e os clubes (extraído de: https://www-estadao-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/www.estadao.com.br/amp/esportes/futebol/falsificacoes-de-camisas-de-futebol-causam-prejuizo-bilionario-e-desafiam-times-e-marcas/).

FALSIFICAÇÕES DE CAMISAS CAUSAM PREJUÍZO BILIONÁRIO E DESAFIAM TIMES E MARCAS

Empresas deixam de arrecadar R$ 9 bilhões por causa do comércio de produtos esportivos ilegais; venda online é o maior problema

Por Március Azevedo

A imagem da transmissão de tevê fecha em um grupo de dez torcedores. O clube pouco importa, menos ainda o estádio onde tal cena foi exibida para milhares de pessoas. A única certeza é que quatro deles não estão com o uniforme oficial da equipe de coração. No Brasil, 37% das camisas de times de futebol comercializadas são falsificadas.

Os números são de um estudo realizado pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e encomendado pela Ápice (Associação pela Indústria e Comércio Esportivo), entidade formada por grandes empresas do setor de produtos esportivos do mundo, entres elas Nike, adidas e Puma, responsáveis, por exemplo, pela confecção das camisas oficiais de Corinthians, São Paulo e Palmeiras, respectivamente.

Em 2021, foram vendidos 60 milhões de camisas de times de futebol no Brasil, sendo 22 milhões falsificados. A perda foi proporcional ao lucro. A Ápice informou ao Estadão que o faturamento das empresas com o comércio de produtos esportivos, incluindo nesse montante outros itens, como agasalhos e tênis, foi de R$ 9,12 bilhões no ano passado. O prejuízo chegou à mesma cifra: R$ 9 bilhões. Foram comercializados mais de 150 milhões de peças falsificadas. Só com artigos de futebol o prejuízo foi de R$ 2 bilhões em 2020, segundo levantamento do Fórum Nacional contra a Pirataria e Ilegalidade (FNCP).

O maior inimigo não é aquele vendedor ambulante que trabalha nos arredores dos estádios em dia de jogos. Eles ainda estão presentes com o varal improvisado oferecendo camisas e, claro, conseguem seduzir alguns torcedores, mas têm um alcance pequeno perto do comércio online.

A oferta de produtos esportivos falsificados é monitorada pela Ápice quase que em tempo real, em parceria com uma empresa especializada em comércio digital.

Empresa que é líder de compras online em diversos países asiáticos, como Cingapura e Malásia, e que opera no País desde 2019, a Shopee Brasil está no centro do alvo. São mais de 17 mil vendedores que comercializam produtos esportivos falsificados localizados no Brasil e no exterior, com mais de 100 mil links e seis milhões de peças em estoque.

“Se você pesquisar por ‘camisa da seleção’ vai ver até vídeos de fábricas no exterior falsificando essas camisas para colocar na mão do consumidor brasileiro por um preço muito baixo”, afirma Renato Jardim, diretor executivo da Ápice.

A camisa da seleção brasileira que vai vestir Neymar e companhia na Copa do Mundo no Catar é vendida pela Nike em duas versões. A de maior preço, definida como modelo torcedor, custa R$ 349,99. A Supporter, R$ 249,99. A pirata (descrita como de alta qualidade no Shopee) pode ser adquirida por R$ 96,99. O mesmo vale para os modelos dos quatro times grandes de São Paulo.

A camisa do Corinthians, idêntica a utilizada pelos jogadores, é comercializada por R$ 599,99 pela Nike, com uma versão torcedor por R$ 249,99. A do Palmeiras, da Puma, custa R$ 399,90 no modelo jogador e R$ 299,90, no torcedor. A Umbro tem duas opções para os uniformes do Santos: R$ 359,90 e R$ 299,90. Por fim, o São Paulo, da adidas, vende a sua por R$ 299,99. A versão falsificada dos quatro times é entregue, em média, por R$ 50.

“Como isso (camisa) entra no Brasil e chega na mão do consumidor sem pagar nenhum imposto? A plataforma não poderia deixar ser tomada por pessoas que estão praticando um ato ilícito. Não existe um esforço para identificação e suspensão das ofertas e vendedores como acontece com outras plataformas”, comenta Renato Jardim, citando o Mercado Livre como exemplo de combate ao comércio de falsificados. “Os sites precisam ser proativos, ativos e reativos para coibir esse comércio.”

Para Renato Jardim, “não existe uma bala de prata que possa resolver ou mudar drasticamente o cenário da falsificação de artigos esportivos”, mas ele entende que “medidas conjuntas podem ajudar” no combate ao comércio de camisas piratas.

A política tributária é uma delas. “A diferença de preço entre o produto original e o pirata é um dos elementos que gera essa comercialização em grande escala. A parte relevante do preço do original está na tributação. Você precisa ter uma política tributária adequada justamente por saber que esse produto é alvo de pirataria. Quem tem um poder aquisitivo menor também quer ter acesso ao produto”, entende Renato Jardim.

Atualmente, sobre a produção das camisas incide ICMS e IPI na saída do estabelecimento que fabricou. Sobre a receita de venda, o fabricante recolhe IRPJ, CSLL, PIS e Cofins. Tudo isso encarece o preço final do artigo esportivo, que é repassado ao consumidor. Já quem produz o artigo pirata não paga imposto, muito menos investe em tecnologia e marketing.

“É um desafio muito grande para os clubes baratearem e tornarem acessíveis seus produtos, já que várias medidas dependem do poder público, como, por exemplo, uma concessão de benefícios fiscais, uma diminuição da tributação”, afirmou Rafael Marin, advogado tributarista e professor de graduação e pós-graduação em direito tributário.

A diminuição da tributação, acrescentou Rafael Marin, depende de articulação com Estados e União e ainda da aprovação nas respectivas casas legislativas.

Outra questão em que Renato Jardim lança luz diz respeito às leis para aqueles que cometem o crime de pirataria contra marcas esportivas. Segundo ele, é necessária uma atualização da tipificação.

“E não estamos falando da tipificação contra o ambulante, o camelô, que ganha uma diária para vender no dia do jogo, nos arredores do estádio”, comentou. “São os responsáveis pela atividade. Aqueles que estão por trás do ilícito, algo que está muito bem organizado, produção, distribuição, contrabando quando o produto vem de fora. Precisamos de uma tipificação mais correta, com resultados e consequências reais, que façam essa atividade não valer ser cometida.”

Segundo a advogada Mariana Chamelette, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo, as questões relacionadas à pirataria de itens esportivos estão previstas em condutas criminosas tipificadas no art. 184 do Código Penal e na Lei 9.279/96 (que tutela a propriedade intelectual e coíbe a concorrência desleal). “Em nenhum dos casos, a pena prevista pode levar à privação de liberdade, uma vez que a pena máxima prevista aos delitos não ultrapassa quatro anos de reclusão”, explica.

A confecção de produtos piratas também está relacionada a outros delitos, como crimes tributários, descaminho e redução de indivíduos à condição análoga à escravidão.

Renato Jardim cita ainda medidas de enfrentamento, com uma maior fiscalização, como fundamentais para inibir o comércio ilegal de camisas de futebol falsificadas.

“Temos de fechar um pouco mais os caminhos e rotas dos produtos. Não é uma produção de fundo de quintal, que produz dez camisas. É um volume de produção industrial e, para isso, você precisa de estrutura. Temos de ter uma fiscalização sistemática, com diversos órgãos públicos alinhados para trabalhar contra os grandes fluxos e fechar essa torneira.”none

Renato Jardim, diretor executivo da Ápice

Neste aspecto, alguns clubes, como o Palmeiras, tem um escritório de combate à pirataria que trabalha diretamente com os órgãos públicos para minimizar tal prática. O departamento jurídico do São Paulo também está sempre atento aos casos envolvendo produtos relacionados ao clube. Segundo Felipe Dallegrave, diretor executivo jurídico do Internacional, o time de Porto Alegre “busca rastrear a origem desses produtos e identificar os caminhos até chegarem ao consumidor e, posteriormente, realizamos uma denúncia para as autoridades.”

O Palmeiras trabalha em conjunto com a Puma, sua fornecedora, para oferecer “produtos de qualidade em diferentes faixas de preço”, segundo nota enviada ao Estadão. “Em nosso último lançamento, já experimentamos trazer novas opções e continuamos trabalhando com o objetivo de aperfeiçoá-las”, acrescentou, citando o novo terceiro uniforme.

A adidas não se posicionou em relação ao assunto. A Nike enviou uma nota ao Estadão, informando que “o Grupo SBF e as empresas do seu ecossistema, entre elas, a Fisia, distribuidora oficial da Nike no Brasil, está alinhada aos valores do esporte e não tolera pirataria e, por isso, atua no tema com apoio de entidades setoriais.”

EXEMPLOS

O Fortaleza se antecipou e pelo quarto ano consecutivo produziu o uniforme POP. No primeiro ano desta ação, o time cearense foi além e a camisa foi comercializada apenas por ambulantes cadastrados, que puderam adquirir a peça pelo preço de custo.

“A camisa POP é uma ação contínua de conscientização. No início, vendíamos o modelo similar ao da temporada anterior. Os torcedores nos ajudam, com denúncias sobre produtos piratas que estão sendo comercializados. Em alguns casos, abordamos as empresas e as tornamos licenciadas, ramo que é cada vez mais importante na engrenagem do clube”, explicou Renan Menezes, gerente de licenciamento do Fortaleza.

“De 2018 para cá, conseguimos ampliar de quatro para 80 empresas autorizadas pela instituição para produzirem produtos relacionados ao Fortaleza. Em 2022, já faturamos mais de R$ 1,4 milhão no setor, superando a meta anual.”

Renan Menezes, gerente de licenciamento do Fortaleza

Já o Juventude tem sua marca própria, a 19Treze, e lançou nesta temporada a “Camisa Pirata”, com acabamento diferenciado. “Conseguimos atingir muitas pessoas que não têm condições de comprar os produtos originais. As vendas com o projeto representaram quase 20% do que comercializamos no ano passado”, afirma Fábio Pizzamiglio, vice-presidente de marketing.

Imagem extraída da Web.

– #tbt 2: Ayrton Senna no Roda Viva! Imperdível (1986)

Olha que bacana: o jovem piloto Ayrton Senna, em 1986, dando uma entrevista no Programa Roda Viva!

Muito legal! Ele fala sobre as expectativas de 1987 e a luta por um título mundial (mal sabia ele que ganharia 3…), diz que a Ferrari o convidou e que pilotar pela McLaren era boato (que ironia…).

Senna falta sobre a falta de tempo para namorar e as desavenças com Nelson Piquet. E ele é entrevistado por Galvão Bueno (muito gozado, parecendo dono de banca do jogo do bicho), Reginaldo Leme, Marcelo Rezende (que estava na Revista Placar cobrindo futebol) e outros importantes jornalistas (Cláudio Carsughi está idêntico a hoje). Há também a participação de um garoto do kart: Barrichello!

Vale a pena conferir! Abaixo:

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada? Lá fora, amanhece com chuva.

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– Os 11 nomes escalados para a arbitragem de Flamengo x São Paulo pela Copa do Brasil.

Teremos 11 pessoas envolvidas para a arbitragem no Maracanã nesta 4a feira. E eles vêm de vários estados da federação:

1- Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO

2- Bandeira 1: Bruno Raphael Pires – GO

3- Bandeira 2: Bruno Boschilia – PR

4- Quarto Árbitro: Jeferson Moraes – GO

5- Quinto Árbitro: Andrea Izaura Maffra Marcelino – RJ

6 – VAR: Pablo Ramon – RN

7 – AVAR 1: Flávio Barroca – RN 

8 – AVAR 2: Daniel Bins – RS

9 – Observador de Árbitro de Vídeo: Ricardo Marques Ribeiro – MG

10 – Analista de Vídeo: Ana Karina Valentin – PE

11 – Analista de Campo: José Carlos Santiago – RJ

No jogo de ida, no Morumbi, a a arbitragem custou, segundo o borderô (https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424118b.pdf) o custo com o pessoal foi:

ÁRBITROS, ASSISTENTES E DEMAIS: R$ 37.803,79

Diárias e transporte da arbitragem: R$ 40.283,17

INSS Árbitros e outros recolhimentos: R$ 7.560,76 + R$ 691,59

Total pago pelo clube, descontado borderô: R$ 86.339,31

Para essa fase da Copa do Brasil, em valores brutos, cada taxa custará:

Árbitro: R$ 8.300,00

Bandeiras e VAR: R$ 4.980,00 cada

AVARs: R$ 2.070,00 cada

Analistas: R$ 1.660,00 cada

A tabela em: https://professorrafaelporcari.com/2022/05/13/as-novas-taxas-de-arbitragem-para-a-copa-do-brasil/

Diante disso, a arbitragem , cá entre nós, deve ser perfeita, não?

Imagem extraída de: https://www.estadao.com.br/esportes/futebol/flamengo-x-sao-paulo-escalacao-das-equipes-onde-assistir-horario-e-arbitragem/

– Descanse em Paz, Sílvio Lancellotti!

Minhas manhãs de domingo eram de Campeonato Italiano com Sílvio Luiz e Sílvio Lancellotti, na década de 90. Inesquecíveis…

E leio que Lancellotti nos deixou ontem… que pena!

Um ícone. Sobre ele: https://ge.globo.com/google/amp/sp/futebol/noticia/2022/09/13/morre-o-comentarista-silvio-lancellotti-aos-78-anos.ghtml

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

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– Pressão no Dorival?

É inacreditável que exista pressão no Dorival Jr por conta de poupar o time do Flamengo no Brasileirão, a fim de lutar com qualidade pela Copa do Brasil e Copa Libertadores!

Ele fez o que Paulo Sousa não conseguiu: montou um time titular de altíssimo nível. E depois fez mais: montou um time reserva quase tão bom quanto o titular! Além de melhorar o ambiente…

Independente dos resultados, seria burrice a não-manutenção dele em 2023

Planejamento de Dorival Júnior no Flamengo tem respaldo da diretoria e dos  jogadores | Goal.com Brasil

Imagem: Crédito de Marcelo Cortês – Flamengo

– E que doideira a carreira do Lisca…

O treinador Lisca Doido, no ano passado, quase assinou com o Botafogo e, na hora do “vamos ver”, foi para o Vasco da Gama e ficou 2 meses apenas.

Neste ano, disse que não sairia do Sport e no dia seguinte à entrevista assinava com o Santos. Ficou 2 meses também…

Há um problema sério de “gestão de carreira” na vida do técnico? Aliás, o que agregou ao seu cirriculum essa passagem no Peixe?

Acréscimo: segundo Ricardo Perrone, em sua coluna no UOL:

“A gestão dele [Andrés Rueda] já teve Cuca, Ariel Holan, Fernando Diniz, Fabio Carille, Fabián Bustos e Lisca como treinadores e Felipe Ximenes, Jorge Andrade, André Mazzuco, Edu Dracena e Newton Drummond como diretores.”

É muita gente...

Lisca, ex-técnico do Santos

Crédito da Imagem: Ivan Storti, Santos FC.

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

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Pratique esportes. Sempre!

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– O lance de Léo Pereira e Tadeu no gol de empate de Goiás 1×1 Flamengo: legal ou não?

Na Serrinha, um lance chato para a arbitragem: o bom goleiro Tadeu (GOI) vai defender a bola e Léo Pereira (FLA) quer disputá-la. Falta ou não? O árbitro Ramon Abatti Abel marcou gol depois da confirmação de lance legal pelo VAR. Acertou?

Ao ver as imagens de vídeos da jogada (esqueça as fotos que estão rodando pela Internet, por elas não é honesto avaliar), me parece que o goleiro vai defender e o adversário se antecipa (e isso é legal).

– Mas o que é infração?

Seria ilegal se o goleiro estivesse praticando a defesa, que significa: estar tocando a bola, ou tentando dominá-la com ela já em posse parcial, ou ainda, logicamente, estando efetivamente em suas mãos. Se o goleiro não está nessa situação, ele é um jogador comum (apenas se diferenciando que pode fazer uso das mãos). Pode ser (veja só) até alvo de tranco legal (desde que não atenda as condições acima citadas).

A impressão que eu tenho é que Tadeu não tinha posse parcial da bola, e que Léo consegue tocar antes nela (sem cometer infração).

Se por acaso o flamenguista cabeceasse a mão do goleiro, aí seria infração. Mas (pelos vídeos que vejo), entendo que foi o contrário: depois da antecipação, a mão do goleiro é que bate na cabeça do adversário (a típica falha onde no “bolerês” se diz que “ficou caçando borboleta”).

Para mim, acertou a arbitragem. Mas é lógico que pelo placar, pelo tipo do lance, pela cultura brasileira e pelo tempo de jogo, as reclamações seriam naturais.

Imagem / Arte: Ge.com

– O lance de Gil em Éder no São Paulo 1×1 Corinthians.

No dia em que se celebra o “Dia do Árbitro” (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-Gbj), um lance polêmico no Morumbi: Éder (SPFC) está no ataque e Gil (SCCP) tenta pará-lo com um agarrão, que começa fora da área e culmina dentro .

  • Infração ou não? Pênalti ou Falta? Amarelo ou Vermelho?

1- Entenda: se um puxão começa fora da área e termina dentro, tem que se marcar dentro (ou seja, pênalti, pois é onde a infração se consome).

2- Observe: se na frente do atacante só restou o goleiro e era uma chance clara / evidente de gol, se em disputa de bola, não se aplica o Vermelho, mas sim o Amarelo. Gil não disputa a bola, ele “apela” com um puxão. Por isso, seria lance para Vermelho.

3- ENTRETANTO: a Regra e a orientação mudaram há algum tempo, e hoje nem todo agarrão ou puxão é infração. Para você marcar uma infração desse tipo, quem é agarrado não pode parar de continuar a jogada, deve ser desequilibrado e impedido de prosseguir. Caso contrário, segue o jogo.

Para mim, Éder sente o agarrão, poderia prosseguir mas abdica da jogada e desaba. Marcelo de Lima Henrique não tem condições de ver isso pois se ele estivesse mais à esquerda do lance (um posicionamento melhor pela lateralidade), poderia ter uma visão mais clara (e talvez não ter marcado). O grande erro foi: não ir à cabine, caso o VAR tenha dito que era um lance duvidoso e poderia ter se equivocado (já que é pênalti em um lance não tão interpretativo – afinal, é questão de verificar se um jogador cava ou não um tiro penal).

Entendo que não foi pênalti

Pênalti de Gil em Eder em São Paulo x Corinthians — Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

– Dia do Árbitro de Futebol.

… e também do de vôlei, basquete, críquete, pólo-aquático… É dia do Árbitro Esportivo!

Orgulho-me de estar incluído nesta lista. Afinal, uma vez árbitro, sempre árbitro!

Feliz 11 de setembro, nosso dia! Que tenhamos o que comemorar e que nessa data nossas mamães sejam poupadas.

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– 50 anos do 1º título brasileiro da Fórmula 1!

Memória Sensacional!

Do Instagram do comentarista Reginaldo Leme:

– Não vai renovar o quadro de árbitro mesmo…

Nada contra o experientíssimo Marcelo de Lima Henrique, que está fazendo um ótimo Campeonato Brasileiro e goza de respeito entre os atletas. Mas escalar o árbitro de 51 anos para o Majestoso, é uma forma conservadora demais da Comissão de Arbitragem quanto ao trabalho de renovação do quadro.

Se São Paulo e Corinthians estivessem efetivamente na briga pelo título do Brasileirão, com suas diretorias se provocando, com um clima hostil, ou com outras nuances, eu até entenderia. Mas… na atual situação de ambos, valeria experimentar um nome novo, ascendente, mais jovem (não significa “cru” ou “verde demais”), para testar em um clássico e formar talento.

Curiosidade: no jogo do Flamengo, clube que luta pelo título e que há maior importância nos seus jogos (incluindo o Palmeiras, na mesma situação), apitará pela segunda vez consecutiva um árbitro de 32 anos: na semana passada, Paulo Zanovelli, e nesta Ramon Abatti (Jefferson Moraes, de 35 anos, apita o Verdão).

Renovar a arbitragem é saber escalar no jogo e no MOMENTO certo. A segurança maior deveria ser para quem está decidindo o campeonato.

São Paulo x Corinthians: saiba como assistir à semifinal AO VIVO

Imagem extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2022/03/sao-paulo-corinthians-como-assistir-ao-vivo

– O assediador da repórter tem que ficar preso.

E o sujeito que assediou ao vivo na TV a repórter da ESPN Jessica Dias já saiu da cadeia. Ele se chama Marcelo, é Oficial de Justiça, casado há 20 anos e tem 3 filhos.

O advogado dele alegou que foi um “beijo fraternal”. A vítima contou que além do ocorrido visto pelas câmeras, houve carícias.

Cada idiota que ainda existe no mundo, não? Que a moça possa se recompor do constrangimento que sofreu, além de outros problemas. Só a cadeia para intimidar esses imbecis sociais. Quem sabe alguns dias a mais no xilindró façam a pessoa entrar na linha, servindo de exemplo para outros?

Imagem: print de tela.

– Eu jogarei no triplo.

São Paulo x Independiente Del Valle: essa será a final da Copa Sul-americana, a ser disputada em Córdoba, no mês de Outubro.

Quem é favorito?

Difícil responder… o time do São Paulo é muito irregular, e o adversário há tempos faz boas campanhas com um futebol propositivo.

Se fosse jogo “da Loteca”, eu marcaria um palpite triplo. E você?

Imagem: divulgação Conmebol.

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Guardiola é igual a Lisca Doido como treinador? Para Andres Sanches…

Que maluquice: na Brasil Futebol Expo 2022, terça-feira, Andrés Sanches (ex-presidente do Corinthians), foi palestrar como representante do Timão no evento, e se apresentou como “Consultor Administrativo do Cruzeiro” (teria Ronaldo o contratado?). E disse: 

“O que dão oportunidade para treinador estrangeiro com paciência só porque tem uma Uefa… e aqui o treinador vai ganhar e vai perder. Não tem como ganhar todo ano. Hoje tem torcedor de estádio e de rede social. De rede social é terrível. Você acha que o Lisca é pior que o Guardiola? Que o Guardiola é pior que o Mano, que o Muricy? Futebol hoje, treinador é tudo igual. A diferença é gestão de pessoa”.

Concorda com ele? Eu, não.

(fala extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2022/09/andres-sanchez-detona-cultura-no-brasil-treinador-e-tudo-igual)

Foto: reprodução extraída do link acima.

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

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– Análise da Arbitragem de Atlético Mineiro 1×1 Red Bull Bragantino.

Boa arbitragem de Jean Pierre “Vin Diesel” na tarde de hoje. No primeiro tempo, tivemos apenas 6 faltas marcadas (2 do Galo e 4 do Massa Bruta), e no segundo, 10. As equipes colaboraram e o árbitro, logo no começo do jogo, mostrou que não marcaria “cavadas”. Ah se todo jogo fosse assim…

Sem polêmicas, sem simulações e sem unfair-play. Ótimo. Três cartões amarelos corretamente aplicados (incluindo o de Carlos Eduardo, que não era para Vermelho, pois foi ação temerária em Guilherme Arana).

O destaque negativo ocorreu aos 49m, quando vimos um lance do “VAR intrometido”: num chute para o gol, a bola bate claramente no peito do jogador do Red Bull Bragantino, estando o árbitro bem posicionado e mandando seguir (era o último lance da etapa), e Jean Pierre foi chamado. É “caçar pelo em ovo”, não foi nada e parece que, simplesmente para aparecer, tem que existir uma intervenção do árbitro de vídeo. Impressionante a desnecessidade do chamado.

Atlético-MG X Bragantino: Saiba onde assistir e prováveis escalações

Imagem extraída de: https://sportbuzz.uol.com.br/noticias/futebol/atletico-mg-x-bragantino-saiba-onde-assistir-e-provaveis-escalacoes.phtml

 

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 2×2 Athletico Paranaense.

O árbitro Esteban Ostojich, em janeiro de 2021, pela partida de volta da semifinal da Libertadores de 2020, foi elogiado por Abel Ferreira em Palmeiras 0 x 2 River Plate (ocorreram 3 lances fundamentais que os argentinos chiaram bastante, pois as decisões – corretas – classificaram os brasileiros).

Relembre aquela oportunidade aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/01/15/3-pontos-de-vista-sobre-o-var-do-allianz-arena/

Nesta 3ª feira, em Palmeiras 2×2 Athletico (novamente um jogo de volta da semifinal da Libertadores), igualmente 3 lances polêmicos. Vamos a eles:

1- Aos 27m, Rony e Alex Santana estão naquele outrora corriqueiro “empurra-empurra” dentro da área (que diminuiu bastante nos últimos anos). A troca de agarrões termina quando o atleta do Furacão atinge o palmeirense, que cai na área. Agressão?
No futebol, isso se chama “Ação Temerária”, e é para Cartão Amarelo (foi essa a interpretação do árbitro). Quem entendeu como “Conduta Violenta” (que é para Cartão Vermelho) se apoiará na orientação da FIFA para agir com rigor em lances de disputa de bola onde o jogador usa os braços para atingir o a cabeça do seu oponente (devido à prevenção de casos de contusões e concussões, uma bandeira da entidade). Para mim, não foi o caso, parece mais que Alex tentou se desvencilhar de Rony, que estava em seu cangote. A queda “exagerada” do atacante contribuiu para que o experiente árbitro não desse o Vermelho. Concordo com a decisão da arbitragem (mas ressalto: entendo quem enxergou de outra forma).

2- Aos 45+2m, Murilo atinge com a sola (e portanto, com as travas da chuteira) seu adversário Vitor Roque. Ele perde o tempo da bola e acerta em cheio a perna. É um clássico lance para Cartão Vermelho, errou o árbitro em ter dado Cartão Amarelo no 1º momento, mas foi salvo pelo VAR. Aqui, não cabe interpretação, é o chamado “Jogo Brusco Grave”, que merece obrigatoriamente a expulsão. Correta decisão.

3- Aos 59m, lance de Fernandinho e Rony: na hora, por conta do suposto pisão, entendi que foi pênalti. Porém, revendo o lance, sou honesto em mudar de opinião. No link abaixo, pareceu-me que Rony está se projetando antes do toque, e na segunda imagem, ele, ao sentir o contato físico, simula. O toque o impediu de jogar?
Para mim, não é pênalti (e concordo com a decisão do árbitro, é lance de campo, não de VAR). Claro, respeito quem entendeu diferente.
Em: https://www.youtube.com/watch?v=ko98u7Cj-nY

Assim: dois lances discutíveis e um lance não discutível. Abel não concordou com as decisões, diferente do jogo contra o River. Não sei a opinião do Felipão, pois o time foi comandado por Paulo Turra (Scolari estava suspenso). E você, o que achou?

Deixe seu comentário:

Extraído de: https://www.estadao.com.br/esportes/futebol/palmeiras-x-athletico-pr-escalacao-das-equipes-onde-assistir-horario-e-arbitragem/

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino.

Para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino, apitará Jean Pierre Gonçalves Lima, 43 anos, o “Vin Diesel da arbitragem” (apelido dado devido à semelhança física com o ator de Hollywood).

Jean Pierre está vivendo seu melhor momento na carreira (mais do que quando esteve próximo do escudo da FIFA). Experiente, sabe deixar o jogo rolar e não marca muitas faltas. Não sucumbe ao VAR com facilidade, e isso é ótimo. Será seu primeiro jogo do Red Bull Bragantino em 2022.

Os bandeiras serão José Eduardo Calza e Tiago Augusto Kappes Diel (ambos gaúchos). O quarto árbitro será Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG. O observador do jogo será Eduardo Henrique Vieira Campos – MG. Daniel Nobre Bins – RS (que trabalhou em RBB 1×1 SPFC) e André da Silva Bitencourt serão VAR e AVAR respectivamente, com Emerson Augusto de Carvalho – SP sendo o observador de ambos.

Lembrando que no jogo de ida, apitado por Bráulio Machado, houve muita reclamação do Galo Mineiro: havia sido equivocadamente marcado um pênalti contra o Massa Bruta, expulsando Léo Ortiz. Corrigido pelo VAR, desmarcou-se o tiro penal e “desexpulsou-se” o zagueiro (havia sido impedimento do ataque mineiro, e o pênalti marcado por mão na bola foi em lance involuntário – erro duplo, portanto). Apesar do acerto, Rodrigo Caetano (supervisor do CAM) chiou bastante… relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/05/13/o-chororo-de-rodrigo-caetano-apos-red-bull-bragantino-x-atletico-mineiro/

Desejo uma boa arbitragem e um grande jogo!

Acompanhe conosco esse jogão pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, comentários de Sílvio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 07/09, 17h00. Mas desde às 16h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Árbitro de Palmeiras x Athlético pela Libertadores: boa escala!

O uruguaio Esteban Ostojich Daniel Vegah, 40 anos de idade e há 6 temporadas na FIFA, apitará Palmeiras x Athletico pelo jogo de volta da Libertadores da América (recentemente, apitou muito bem Flamengo x Corinthians, também pela Libertadores). Para refrescar a memória, Ostojich apitou a final da Copa América entre Brasil x Argentina em 2021, foi o árbitro da semifinal da Libertadores entre Palmeiras x River Plate, e atuou na final entre Bayern x Tigres pelo Mundial de Clubes da FIFA.

Esteban tem ótimo condicionamento físico, é muito bom disciplinarmente e tem desempenho técnico razoável (digo isso pois vejo alguns erros evitáveis e muito suporte do VAR em seus jogos – menos do que temos no Brasileirão e mais do que é comum na Europa).

No papel, é uma boa escala! Aguardemos.

Conmebol adianta 60% da premiação da Libertadores e Sul-Americana | Agência Brasil

Imagem: divulgação.

– Ceni: ídolo não deve ser treinador.

Depois de ver as ofensas recebidas pelo Rogério Ceni por torcedores no Mato Grosso, lembrei-me de que havia publicado um dia: “jogador ídolo não deve ser técnico“.

Veja que curioso esse texto (escrito há 10 anos), extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2012/10/24/idolo-nao-deve-ser-treinador/

ÍDOLO NÃO DEVE SER TREINADOR

Sempre tive a seguinte convicção: jogador brasileiro que é ídolo em seu clube não deve se aventurar como treinador. Na Europa, é diferente pela cultura. Aqui, se o técnico não ganha, torcedores nem se importam com o passado de glórias.

Recentemente tivemos alguns exemplos: Fernandão e Paulo Roberto Falcão foram vaiados no Internacional. Bobô, nome maior do Bahia, também foi ofendido quando esteve no comando do Tricolor Baiano. Leão no Palmeiras também serve de exemplo.

Será que Rogério Ceni ou Marcos, caso quisessem ser treinadores no São Paulo ou Palmeiras, seriam exceções? Penso que não.

Bem faz Zico, que fez uma carreira fora do Brasil e nem cogita dirigir o Flamengo.

Imagem extraída da Revista Placar na Web (quem souber a autoria, favor informar para crédito).

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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