7) Pelé na Inglaterra / UK:

As manchetes do Rei do Futebol no Reino Unido:

6) Pelé e Clinton:

Que lembrança generosa:

5) Pelé e o presidente Biden:

Presidente dos EUA homenageando o Rei do Futebol:

4) Pelé e a NASA:

Cada vez mais acredito nas palavras do ex-jogador Pepe: “Pelé não era humano, era um ET”:

3) Pelé e o Santos FC:

Postagem do presidente do Peixe:

2) Pelé e a imprensa argentina:

A lembrança da morte de Maradona com o desejo de Pelé:

1) Pelé e Mbappé:

Mensagem do jogador francês:

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Os melhores e os piores árbitros do Brasileirão 2022.

Há certas pesquisas curiosas: o UOL entrevistou os jogadores do Brasileirão que responderam anonimamente quem eram os melhores e piores árbitros do Brasileirão.

Vejam os resultados:

Melhores:

1- Anderson Daronco,

2- Raphael Claus,

3- Wilton Pereira Sampaio.

Piores:

1- Anderson Daronco,

2- Raphael Claus,

3- Flávio Rodrigues de Souza.

Isso mostra o quanto é subjetiva a avaliação de um juiz de futebol dentro de campo

A pesquisa toda em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/12/29/pesquisao-2022-jogadores-elegem-daronco-como-melhor-e-pior-juiz-do-brasil.htm

Anderson Daronco apitou 27 partidas do Brasileirão neste ano - Miguel Schincariol/Getty Images

Imagem crédito de Miguel Schincariol / Getty Imagens

– O Comentarista de Arbitragem e a sua função.

Um repost desse artigo, que já tem algum tempo, mas é atual: comentarista de arbitragem não pode ser protagonista em uma transmissão de futebol; entretanto, não é alguém irrelevante – especialmente quando ocorrem situações inusitadas.

A receita certa é: definir os momentos-chaves da sua participação, não comentar o que é óbvio e respeitar a opinião alheia, mesmo divergente.

Abaixo, desse mesmo blog, em: professorrafaelporcari.com/2021/07/12/a-des-importancia-de-um-comentarista-de-arbitragem-durante-a-partida/

A (DES) IMPORTÂNCIA DE UM COMENTARISTA DE ARBITRAGEM

Se dentro de campo a cultura apaixonada do torcedor é xingar o juizão, e quando ele sai dos gramados e vai para a TV?

Não muda muito, dependendo do comentário. O mais fanático dirá: “O ‘Arnaldo’ [César Coelho] falou na Globo que foi pênalti mesmo, vai lá na televisão brigar com o cara. Ele apitou final de Copa do Mundo e você quer discutir com ele?” (se for a favor do seu clube). Ou: “O ‘Paulo César’ [Oliveira] não apitava nada dentro de campo e na televisão continua ruim” (se o comentário for desfavorável ao seu interesse).

A verdade é: o torcedor lúcido, que gosta do esporte em si, ou o jornalista estudioso de futebol, sabe quando o cara é bom ou não é. Ex-árbitro “de nome” tem mais credibilidade quando vai para a telinha pois é mais conhecido; se ele trabalhar bem a imagem, ganha carisma e a simpatia do público o torna mais “humanizado”.

Porém, quando o cara troca o apito pelo microfone e quer manter o tom autoritário da análise, com a fala firme em voz professoral-ditatorial, aí a antipatia só aumentará. Pior: e quando faz uma análise de lance duvidoso e não permite ao torcedor ter a dúvida, cravando sua opinião e desmerecendo a do outro?

“Nem ao Céu e nem ao Inferno”, diria o sensato. Se você comenta futebol na TV ou no rádio, mesmo que você saiba muito da teoria (não precisa ter sido um árbitro da FIFA), se faz imprescindível usar um vocabulário mais didático, humilde, acessível às pessoas. E dentro da sua análise, permitir o respeito à opinião de outras pessoas (que não apitaram futebol, mas podem entender de outras nuances mais do que você).

O grande problema dos comentaristas de arbitragem (não estou me isentando, faço sempre o mea culpa e procuro entender o ponto de vista contrário, sem ferir o direito do outro pensar diferente): achar que é a autoridade máxima FORA de campo…

Resumindo com um exemplo: “brigar com a imagem”, onde você sustenta um erro mesmo o torcedor vendo que não era bem aquilo. Pô, voltar atrás é demonstrar inteligência e humildade, não há problema. É ser honesto! Diferente de, a cada ângulo, você não ter competência e dizer: “foi pênalti, pegou a perna do Fulano” e, depois do árbitro em campo mudar a decisão, você se “solidarizar com ele” pois o VAR nada mostrou e criar longas histórias para dizer que não estava errado inicialmente…

A verdade é: precisa-se de comentarista de arbitragem numa transmissão?

SIM, se for para enriquecer a transmissão. Para participar a todo instante, sem ser em momentos de irreverência para cativar o telespectador num jogo meia-boca ou nos lances capitais, não precisa. Para falar que “foi lateral” ou “acertou no impedimento claríssimo”, não acrescenta em nada.

Boa parte das minhas atividades em comentários, quando estou na Rádio Difusora AM 810, por exemplo, é na cabine e sem VT. Aqui, uma confidência: se você ficar nas Redes Sociais durante a transmissão, “dançou”. O jogo é rápido, você poderá errar e ludibriar o torcedoro que não é correto. Me policio demais para tentar não ser “o dono da verdade”, opinar com correção e entender a interpretação diferente da minha, que pode me fazer enxergar o jogo diferente.

Enfim, pensemos: o comentarista de arbitragem não pode ser o PROTAGONISTA do jogo; ele tem certa relevância na transmissão, mas não deve ser “o cara”, respeitando as opiniões em contrário (mesmo que não concorde com elas). Talvez mais importante seja destinado ao ex-árbitro à função de “orientador de equipes”, tendo cargo nas Comissões Técnicas dos clubes, dando aulas de Regras do Jogo às categorias de base e orientando os atletas profissionais a não serem punidos e tirarem proveito dos detalhes da Regra.

E você: o que pensa sobre os comentaristas de arbitragem na televisão ou no rádio?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Pelé fez tudo antes. Mas pondere algumas coisas…

“Pelé fez tudo antes” é um vídeo que corre pela Internet, mostrando jogadas fantásticas do Rei do Futebol, realizadas pelos mais diversos craques.

Se pensarmos que em seu tempo Pelé realizou os mais incríveis lances antes que tanta gente, isso já seria algo sensacional. Mas se pensarmos que é uma compilação de um jogador com repertório de TODOS os outros, a coisa é absurda. Há Zidane, Cruyff, Maradona, Messi, Cristiano Ronaldo, Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, entre outros.

Para desfrute de quem não assistiu por inteiro, abaixo:

– Há de se saber fazer bem o Marketing…

Parabéns, Red Bull Bragantino, pelas ações de Responsabilidade Social e Marketing feitas à comunidade de Bragança Paulista.

Os números não mentem: 

Imagem

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

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– Ah, Neymar…

Eu iria escrever sobre a ridícula simulação de Neymar, mas Tutty Vasques já fez por mim (abaixo).

Será que o “comprometimento” pré-Copa era temporário?

– Douglas Costa no Grêmio. De novo?

Desde a saída do Douglas Costa do GFPA, ele nunca mais fez boas partidas. Um jogador bom, que se lesiona muito… Mas se o Tricolor Gaúcho quer mesmo repatriá-lo, tem que ser pelo futebol jogado na atualidade, não a valores europeus.

Aliás: Suarez chegará ao time também? Se especula 2 milhões de reais /mês. Só se fosse pelo Luizito de anos atrás… o atual, é um veterano.

– Quem é mais importante para quem: Vítor Pereira ao Flamengo ou o contrário?

O treinador Vítor Pereira terá no Flamengo a grande chance de se tornar um colecionador de títulos. Talvez o Flamengo seja mais importante a ele, do que ele possa ser ao clube da Gávea. Entenda:

De 2002 a 2010, Vítor somente trabalhou em divisões amadoras e menores. De 2011 a 2013, realizou seu trabalho profissional no Santa Clara, que o catapultou para o Porto, com seu 1o título, e de lá para o Al-Ahli, Olympiacos, Fenerbahçe, 1860 München, Shanghai SIPG, Fenerbahçe novamente, Corinthians e agora ao Flamengo.

Se considerar a grandeza do Mengão, a qualidade do elenco e a condição financeira, VP não poderá reclamar de nada. Mas o mais relevante: a quantidade de títulos que o clube disputará, com reais chances de conquista.

Cá entre nós: talvez Vítor Pereira ganhe em um ano, uma quantidade de troféus maior do que os de títulos que obteve ao longo da carreira. Afinal, não é errado dizer que ele nunca tenha assumido uma equipe nas condições que assumirá no RJ, bem como com um número elevado de torneios.

Imagem extraída de Gávea News.

– A Coca-Cola da Seleção Argentina.

Para homenagear a Seleção Tricampeã da Argentina, a Coca-Cola lançou embalagens comemorativas de seus produtos.

Eis que amantes do futebol e colecionadores já têm um objeto de desejo: a lata dourada da Coca tradicional e da zero:

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

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– Pelé não é mais uma pessoa. É um adjetivo!

O Pelé jamais adoece. Ele é imortal. Virou adjetivo, elogio, qualidade de excelência máxima, como: “Fulano é o ‘Pelé do Marketing”, “Tal cozinheiro é o ‘Pelé’ daquele restaurante”.

O Edson está muito doente. Torçamos para que não sofra muito nesta vida, e possamos lembrar por todas as gerações que ele encarnou Pelé como uma pessoa de verdade.

Força, Rei!

Imagem extraída do Facebook de Flávio Souza. Quem conhecer a autoria, informar para crédito.

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

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– Zidane na Seleção Brasileira: outra especulação…

Aberta a temporada de chutes e “falta de notícias”: falou-se do italiano Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira, depois do português José Mourinho e agora do francês Zinedine Zidane.

Na semana que vem, podemos “chutar” um espanhol e na outra um alemão. Ou quem sabe um holandês!

Falando sério: essa época, para o mundo do futebol, é muito chata…

Imagem extraída de “O Globo”, credito na mesma.

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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– Vale tudo na temporada de especulações do futebol…

Segundo jornais italianos (fonte: Jovem Pan), José Mendes, empresário de José Mourinho, foi procurado pela CBF para saber do interesse do “Special One” em ser treinador do Escrete Canarinho.

Será?

Acho que é mais uma daquelas chatas especulações de final de ano, e não gostaria de Mourinho na Seleção.

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

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Pratique esportes. Sempre!

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– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

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– A miscigenação no futebol global é inevitável:

Ao ver a origem dos jogadores da Seleção da França, percebo que algo que era comum no Brasil – a mistura de raças – passa a acontece com outras equipes, graças à Globalização.

Veja só:

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

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Pratique esportes. Sempre!

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– Cristiano Ronaldo: o jogador exemplar fora de campo.

Pouca gente sabe, mas Cristiano Ronaldo é um católico praticante, engajado em projetos sociais e doador voluntário de sangue, entre outras coisas.

Reproduzida pelo Record, de Portugal, uma entrevista do ‘La Gazzetta dello Sport’, onde ele declarou quando questionado o por quê frequentava igrejas diferentes aos sábados ou domingos que não tinha jogo pelo Campeonato Italiano:

“Vou todas as semanas à igreja. Todas as semanas. Sou católico e vou agradecer a Deus tudo o que me dá. Não peço nada. Graças a Deus tenho tudo. Simplesmente agradeço que proteja a minha família e amigos. Vou a igrejas diferentes todas as semanas porque em Turim posso escolher, há muitas”.
(https://www.record.pt/o-diario-de-cr7/detalhe/cristiano-ronaldo-explica-ida-a-igreja-e-os-rumores-sobre-o-casamento)

Outra sobre o seu nome: Cristiano vem de Cristão. E a explicação vem abaixo, de Goal.com:

Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, ou só Cristiano Ronaldo. Mas por que o craque português tem este nome? A Goal.com volta às origens do atacante, antes mesmo de ele ser um “miúdo” português para explicar a escolha do nome, hoje tão famoso.
Misturado religião, cinema e política, Dona Maria Dolores dos Santos e Seu José Dinis Aveiro escolheram o nome de seu quarto e último filho.
Por não ter sido uma gravidez planejada, a mãe do jogador, já com 30 anos e três filhos, quis fazer um aborto. Vivendo em um lugar extremamente católico, o médico recusou fazer o procedimento e, quando o método caseiro falhou, Dona Maria Dolores decidiu ter o bebê.
Assim, a tia de CR7, irmã da mãe do craque, só conseguiu destacar que, apesar de todas as tentativas, o menino acabou vindo ao mundo e, para destacar essa vontade superior, sugeriu que o sobrinho se chamasse Cristiano – que significa cristão.
Com o primeiro nome decidido, vamos ao segudo. Apesar de existirem boatos de que Ronaldo veio do grande jogador brasileiro, Ronaldo Fenômeno, não foi este o homenageado por Seu Dinis.
Grande fã dos filmes de Ronald Reagan dos anos 40 e 50, Seu José continuava admirando o então presidente dos Estados Unidos, pelo Partido Republicano. Um símbolo do sonho americano, capaz de se tornar o ator e o homem mais poderoso do planeta depois de ‘só’ atuar em filmes.
Com influência da religião para definir o primeiro nome, o cinema de Hollywood e a política americana para o segundo, junto ao Dos Santos, da sua mãe e Aveiro, do seu pai, foi escolhido o nome que, anos mais tarde, viria a se tornar uma das marcas mais valiosas do futebol mundial.
(https://www.goal.com/br/not%C3%ADcias/por-que-cristiano-ronaldo-se-chama-cristiano-ronaldo-como-seu-nome-foi-decidido/le5kjpe8utge1bo0iy2tjrqga)

Além disso, Cristiano Ronaldo não bebe álcool e não tem tatuagens, pois faz doações de sangue regulares e não quer perder prazos por conta de bebidas ou vaidade (consumo de álcool requer 24 horas de espera e tatuagens alguns meses), Ele já declarou publicamente que faz doações nos prazos possíveis, pois é uma bandeira que carrega.

Também tornou-se embaixador da Save the Children, ONG contra a fome e a pobreza que assolam crianças no mundo inteiro.

Por fim, durante a pandemia de Covid, Cristiano Ronaldo bancou várias unidades hospitalares e mantém anonimamente (e de maneira perene) algumas instituições de saúde.

O mais legal de tudo isso: não se vangloria disso, e nem faz marketing pessoal com suas ações!

Imagem extraída do Instagram pessoal.

– A corte real do futebol, numa capa mexicana.

Que capa desse jornal do México, está perfeita!

O Rei Pelé e os dois príncipes, Maradona e Messi (aliás, aqui são chamados de “três reis):

– As limitações da Seleção precisam ser aceitas!

Dias atrás falamos sobre a Soberba da Seleção Brasileira. Clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/12/14/a-soberba-do-torcedor-brasileiro-tem-reflexo-na-selecao/

Hoje leio uma excelente postagem do Ricardo Perrone sobre aceitar nossa inferioridade, e comungo com ele!

Para quem não leu, em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2022/12/20/recuperacao-da-selecao-brasileira-passar-por-reconhecer-sua-inferioridade.htm

RECUPERAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA PASSA POR RECONHECER SUA INFERIORIDADE

No Qatar, o Brasil completou sua quinta Copa do Mundo seguida sem ser campeão. Também chegou a quatro eliminações nas quartas de final em cinco Mundiais. Porém, a maior demonstração da decadência da seleção brasileira foi dada na final entre Argentina e França. O jogaço decisivo comprovou como o futebol apresentado pelo time de Tite estava longe do que foi exibido pelas melhores seleções da Copa. Dá para imaginar que argentinos e franceses não teriam dificuldades para passar pelo Brasil num eventual confronto neste momento.

Só que o problema não é novo. A diferença entre a seleção brasileira e as melhores de cada Copa foi aumentando gradualmente. Está aí o 7 a 1 para a Alemanha em 2014 como prova.

Fica claro que a decadência atual não é um problema pontual. É resultado de uma defasagem que foi engordando com o tempo. Entender que a eliminação no Qatar diante da Croácia, nos pênaltis, foi um acidente, só ajudará a aumentar a distância entre o Brasil e os melhores.

A seleção brasileira caiu nas quartas de final porque não estava bem preparada. Os fatos de a equipe de Tite ter atuado com dois jogadores fora de suas posições originais na laterais e de Neymar não ter chegado a cobrar seu pênalti mostram um pouco desse despreparo.

Acreditar que o Brasil rodou apenas por causa de um lance de desatenção na prorrogação e por falta de sorte nos pênaltis ajuda a mascarar a fragilidade atual da seleção brasileira.

Para se reerguer, o time controlado pela CBF precisa entender que não está mais entre os melhores. Deve encarar seus defeitos e suas limitações. Não pode continuar achando que tem os melhores jogadores do mundo e que com um pouco de sorte o hexa logo virá. Também não deve repetir o erro de avaliar que o desempenho nas Eliminatórias da Copa serve para medir a sua força no cenário mundial.

O técnico que chegar para substituir Tite precisa construir um jogo forte coletivamente e solidário, baseado no entendimento de que o Brasil precisa mais do que astros de times europeus para voltar a levantar a taça do mundo. Até porque, hoje, praticamente todas as seleções têm atletas que atuam em grandes ligas europeias.

Esse não é o primeiro grande jejum de títulos da seleção brasileira. Em 1994, Carlos Alberto Parreira ajudou o Brasil a sair de uma fila de 24 anos apostando no jogo coletivo e valorizando a parte tática. Sim, ele contava com Romário, artilheiro da seleção no Mundial, para desequilibrar. Mas o Brasil era muito mais do que a presença de um craque. Era disciplinado taticamente.

Sem desmerecer o trabalho de Felipão, que foi excelente, a seleção conquistou o penta em 2002 com Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e o reserva Kaká. Todos, em algum momento da carreira, foram ganhadores da Bola de Ouro.

É difícil imaginar que o novo treinador da seleção brasileira tenha à disposição a mesma quantidade de jogadores de primeira linha que Felipão teve em 2002. Além disso, a quantidade de bons adversários hoje é maior.

Assim, o espírito da seleção brasileira precisa ser outro. Adotar o favoritismo e “colar” a sexta estrela antes da hora, como fez Neymar, não é o caminho. Para se reerguer, o Brasil precisa jogar como quem sabe que não está entre os melhores. Isso significa ter mais aplicação tática, organização, concentração e fome.

Continuar se achando uma das melhores seleções sem ser, manterá a equipe brasileira presa numa bolha desconectada da realidade. Dentro dela, será impossível voltar a brilhar.

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

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– Motivos para não comparar gênios como Pelé e Messi (ou Maradona, Di Stéfano…).

Tudo “ao seu tempo” e “em seu tempo“, quando falamos de craques do futebol. Comparar gênios é muito difícil, especialmente em épocas e situações diferentes.

Me refiro à fatal pergunta: quem é o melhor jogador da história?

Quando discutíamos Lionel Messi x Cristiano Ronaldo anos atrás, nos baseávamos em “Bolas de Ouro” conquistadas e o que faziam no auge. Hoje, parece uma certa unanimidade que o argentino jogou mais do que o português (mas isso não quer dizer que CR7 seja menor do que Messi, pois é um “atleta nota 10” versus um “atleta nota 10.1”).

Se em época contemporânea é difícil, imagine em tempos separados por longos anos! Pra quê discutir quem foi maior? O que vale é desfrutar o talento desses caras!

Pelé não viveu a globalização e a Internet, seus gols e jogadas espetaculares que restaram em gravações (pois parte foi queimada no famoso incêndio da TV Record) difundiram-se por todo o globo mesmo assim!

Maradona surgiu com as primeiras transmissões de grande monta, com imagens via satélite correndo boa parte do planeta. Mas ainda assim muita coisa não deve ter sido registrada pelas câmeras.

Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, Zidane, Messi, Cristiano Ronaldo foram “nascendo para o futebol” junto com o nascimento da Internet, e encerraram / encerram suas carreiras com um mundo de fronteiras menores e acesso universal à informação (obviamente, excluindo as ditaduras que ainda restam no planeta). Haaland, Mbappé, Endrick e os demais novos talentos surgem no auge da comunicação e do marketing esportivo, num momento de transformação do futebol, e por quê não, de revolução das regras.

Com quem será que esses novos atletas serão comparados, se forem acima da média? Com o próprio Messi, logicamente, mas também com Maradona e Pelé, ou o tempo os fará serem esquecidos pela cultura ou inculturação das pessoas?

Obviamente, não vi Di Stéfano, Puskas, Leônidas, Garrincha, Pelé, Beckenbauer ou Cruyff (mas sempre gostei de ler sobre história do futebol). Era um esporte de “outra velocidade” e de outros esquemas táticos, conforme assisti em vídeos antigos disponíveis por aí. Minha memória esportiva começa com Zico, Platini, Maradona (e assim por diante).

Enfim: é bobagem (e talvez idiotice) comparar os diversos craques de épocas diferentes. Pense:

– E se no tempo de Pelé, “mesma linha” não fosse impedimento (pois era), quantos gols ele teria a mais na carreira?

– E se existissem os cartões amarelos e vermelhos (pois não existiam), quantas pancadas a menos Pelé teria levado?

– E se a tecnologia das chuteiras confortáveis tivesse nascido naquele tempo, quanto mais correria Pelé?

– E se os gramados fossem “mesas de bilhar”, como se têm hoje em algumas arenas?

– E se tivéssemos o (para muitos horrível) movimento anti-natural da mão na bola, quantos pênaltis a mais Pelé teria cobrado?

– E se existisse o VAR?

Mas quem garante que…

Se Pelé tivesse 20 anos hoje, não estaria tirando selfie, pintado o cabelo de loiro e repleto de tatuagens e brincos?

Tudo ao seu tempo. Não vejo motivo algum para alguém ficar comparando épocas ou costumes.

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Imagem extraída da Web, montagem de autoria desconhecida.

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

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– Em 2022, Messi teve torcida Mundial. Em 2026, Neymar…

Messi teve torcida para levantar a Copa do Mundo de todas as partes do planeta. Jogador extra-série, que não se envolve em polêmicas, querido pelos companheiros e adversários de profissão. Em seu último Mundial, “levantar o caneco” foi um presente dos deuses do futebol.

Em 2026, será a última Copa de Neymar. Teremos a mesma comoção mundial para que um talentoso jogador tenha a alegria de tal conquista?

Confesso: torci para Messi também, embora não estava a fim de ver os argentinos comemorarem (em especial, pelo péssimo comportamento no jogo contra a Holanda). Entretanto, é inegável que o 3×3 mostrou que tanto a Argentina quanto a França poderiam ter conquistado o título. E que jogão! Um presente para quem gosta de futebol – e que nos permitiu ver além de Messi, Mbappé!

Enfim: Viva Lionel Messi e Lionel Scaloni, o treinador que teve coragem de mudar, estudar e crescer durante a competição.

– O bom e bobo goleiro.

O argentino Emiliano Martínez foi o “Goleiro da Copa do Mundo”, além da conquista do Mundial.

Na comemoração… extravazou.

Será que precisava dessa “brincadeira”? Abaixo:

Imagem extraída da Web.