Coronavírus
– O Brasil ultrapassa os EUA na média móvel de mortes por COVID… 😢
Meu Deus! Mais de 2800 mortes pelo Novo Coronavírus em nosso país nas últimas 24 horas. E a tendência dos próximos dias é piorar, segundo os especialistas.
O que fazer, se não se prevenir?
Saia o menos possível de casa. Trabalhe com prevenção. Cuide-se. Não leve risco ao seu próximo.
É revoltante ver festas clandestinas, aglomerações e falta de empatia nesse momento.
Por favor: não se politize a dor do próximo.
– Chuva de Álcool Gel no Interior Gaúcho?
Ao UOL, um vereador do interior do Rio Grande do Sul deu “a grande ideia” para combater o Novo Coronavírus. Leia:
“Vereador de Canela (RS) sugere “pulverizar” cidade com álcool gel líquido contra covid-19: ‘Temos vários empresários que são donos de helicóptero e avião. Pulverizar porque o vírus está no ar. Talvez seja uma ideia’, disse Alberi Dias (MDB). O método sugerido não tem comprovação.”
Respeito toda e qualquer iniciativa para acabar com a pandemia. Mas… alguns exageros se tornam até folclóricos, não? A Ciência e a Prevenção estão à disposição para ajudar. E como faz com a pessoa que está infectada: sai na chuva de “álcool gel”, toma goles ou se esconde para sempre?
É lógico que se fosse fácil, tudo teria se resolvido.
– Acredite: nesse momento, é preferível estar na 4a do que na 3a divisão paulista.
Um exercício racional, lúcido, financeiro e social, pode nos dizer algo que aparentemente é contraditório: jogar a Série B da FPF, em 2021, pode ser melhor do que a Terceirona.
Compartilho, a partir da realidade do Paulista de Jundiaí:
Já imaginaram se o Galo estivesse na A3, que desespero todos nós estaríamos?
É óbvio que estar na 3a divisão é melhor do que na 4a, mas considere que a tendência é termos o início do Paulistão dessa categoria quando os índices da Pandemia serem menos críticos como os de agora.
E o que implica isso?
Muita coisa: mais segurança sanitária para os atletas (menos risco de contágio dessa cepa tão agressiva e que tem atacado os mais jovens), menos despesas de prevenção (os protocolos estão mais rigorosos, caros e frequentes), e menos deslocamentos (existe o risco de fechamento de cidades quando o índice for mais elevado de leitos ocupados – previsto para os próximos 10 dias). E, se a vacinação for mais intensa, há a chance de torcida nos estádios nas rodadas finais da Bzinha (considerando-a no final do ano, coisa que não será na A3).
Assim, CIRCUNSTANCIALMENTE, quem está na 2a divisão Sub23 (ou 4a divisão ou B), momentaneamente está mais seguro financeiramente e sanitariamente do que na A3, com perspectivas mais animadoras ao longo do torneio.
Considere ainda: na reunião de 2a feira, o futebol continuou proibido em todo o Estado de SP. À noite, a FPF se reuniu com o Ministério Público e ainda assim continuou proibido. E qual o próximo passo?
Sabendo-se que o Comitê de Contingência do Governo do Estado de SP não é o proibidor do futebol profissional neste momento, mas sim o MP (isso ficou bem claro no discurso das autoridades), a FPF nessa 3a feira cedo deverá apresentar em conjunto com os órgãos de fiscalização uma proposta mega-preventiva (e cara) de intensificação de protocolos de cuidados, possivelmente incluindo isolamento dos atletas do dia da testagem até o dia do jogo, e sendo recusada, levar as partidas para outro estado.
A decisão deve sair na hora do almoço / tarde, dependendo de MG, que deverá fechar o estado nas próximas horas. Até o jogo Palmeiras x São Bento, marcado para Belo Horizonte no Estádio Independência, pode estar comprometido. Aí as opções seriam ES e MS, como se especulou.
Já imaginaram na A3, o custo de exames, isolamentos e viagens para um Paulista x Comercial em Campo Grande ou Cariacica? Afinal, a decisão vale para todas as divisões do Estado de São Paulo.
Por tudo isso, é melhor estar na Bzinha (repito: neste momento), com a perspectiva futura de um campeonato mais tranquilo e até mesmo com possibilidade de torcida presente nas rodadas finais, dependendo da involução da crise do COVID.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?
PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente.
Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.
Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).
Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.
Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:
- Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
- Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
- Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
- Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.
Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?
– Ludhmila: a ex-nova Ministra da Saúde?
A goiana Dra Ludhmila Hajjar, competente médica cotada para substituir o General Pazzuello no Ministério da Saúde, provavelmente nem assumirá o cargo.
Motivo?
Eleitora e defensora de Ronaldo Caiado (governador de Goiás), Ludhmila teve um áudio vazado onde elogia a coragem das autoridades goianas em restringir as atividades naquele Estado para combater a pandemia de COVID e, durante sua fala, critica o Presidente Bolsonaro chamando-o de “psicopata” por não entender a gravidade do momento.
Em que pese a empatia da profissional e seu discernimento, lamentavelmente a vaidade do futuro ex-chefe vai barrá-la.
Ou não?
Entretanto, se ainda com essas críticas Bolsonaro sucumbir à Ciência e der posse a ela, terá meu aplauso.
Em tempo: a saída de um general por uma médica seria ótima, mas Pazzuello, tão criticado pelo próprio presidente, pediu mesmo demissão ou foi uma “combinação de fatores”? Afinal, entraremos nas duas piores semanas de contágio, segundo os médicos.
Compartilho, extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/medica-cotada-para-assumir-ministerio-da-saude-perde-preferencia-apos-bolsonaro-ouvir-audio-atribuido-profissional-24924904?versao=amp
ATUALIZANDO: Dra Ludhmila negou o convite do Governo
– Covid na Rede Particular de Saúde.
Barbaridade… quando os hospitais deste naipe estão nesta situação… (leia abaixo a imagem).
Imagine os hospitais públicos, sem tantos recursos quanto os “Tops de Linha”. Pobre Brasil.
– Há 1 ano, quem acertou? A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!
Há 1 ano, tivemos no início da pandemia um comportamento de extremos de duas empresas significativas: Madero e Lojas Cem. Vale a pena relembrar a visão de ambas:
Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:
“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.
O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!
Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?
Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!
Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– 2349 mortes por COVID em 1 dia no Brasil!
Como não chorar?
Como não lamentar?
Tantos mortos por dia no Brasil, e ainda hoje há aqueles que desdenham da pandemia. Politização, teimosia, negação e irresponsabilidade. Políticos, pessoas comuns e influenciares: todos têm uma parcela de culpa!
– Mais um esforço coletivo por conta da Covid…
Aqui em Bragança Paulista, tudo está fechado – com as medidas restritivas contra a pandemia prorrogadas até dia 19/03.
Escolas sem aulas presenciais, Igrejas sem Missas / Cultos, o Comércio tentando trabalhar em Delivery e Lei Seca nos finais de semana.
O que fazer? Não há vagas nos hospitais, as pessoas estão morrendo e o medo se faz real.
Que esse tormento do isolamento e da impossibilidade de sair às ruas (até locais abertos, como os Lagos e algumas ruas estão interditados) passe logo. É mais um sacrifício que se faz (dos muitos feitos). O triste é: quem faz sua parte ter prejuízos financeiros, profissionais e sociais por culpa de quem não se cuida…
– O Mimimi constrangedor e insensível.
É revoltante ouvir a bobagem dita pelo presidente Jair Bolsonaro no discurso em Goiás! As queixas da pandemia são, segundo ele, “mimimi”?
Insisto na dúvida: ele faz isso por falta de sensibilidade, para ser contrário à maioria ou para desviar o foco de críticas ao seu filho Flávio?
Será que ele se coloca no lugar do próximo? Se um de seus entes queridos falecesse de COVID, o discurso seria o mesmo?
Esse exercício de tentar se colocar no lugar do outro se chama: empatia! E falta demais tal virtude ao Presidente Jair Bolsonaro…
O triste é que os apoiadores mais radicais não admitem que ele está errado e justificam com tantos outros erros de outros políticos… (como se isso o isentasse).
– Lisca x Bolsonaro e Abel x Dória: clássicos indiretos e pertinentes.
Antes de mais nada (devido à pilhagem das Redes Sociais), preciso fazer uma introdução: não sou Lula, nem Bolsonaro, nem Dória, nem Amoêdo, Ciro, Alckmin, FHC, Marina, Boulos, Enéas ou Marronzinho. Sou apartidário, mas como cidadão, não posso ser apolítico.
Ouvi duas entrevistas de treinadores de futebol contundentes e que aplaudo: Lisca Doido (que de doido não tem nada) e Abel Ferreira (o português que aprendeu a entender o Brasil tão bem, mesmo com pouco tempo de morada).
- Lisca criticou a continuidade dos campeonatos regionais e a omissão da CBF, abordando o descaso com a vida dos profissionais de futebol e o menosprezo com as pessoas expostas ao Covid-19. Indiretamente, valeu para o presidente Bolsonaro, que não tem incentivado o uso de máscaras, não se esforça para evitar aglomerações e parece viver outra realidade.
- Abel falou sobre a dificuldade em entender o lockdown que não existe: se proíbe o comércio de cabo a rabo (especialmente dos pequenos e que se cuidam), mas permite-se futebol, celebrações religiosas e outras liberações que contradizem com o “rigor de faz de conta” contra o Novo Coronavírus. Indiretamente, valeu para o governador Dória, que decreta Zona Vermelha e faz uma confusão com liberações e restrições.
Sinceramente?
Todos têm sua parcela de culpa na pandemia, é claro (inclua-se o relaxamento da população). O fanatismo cegou as pessoas e a radicalidade assusta. Quem critica, passa a ser debochado e desacreditado pelos adoradores de políticos. Sempre há justificativas não justificáveis. Mistura-se a gestão da pandemia com a crise econômica e política, onde imediatamente surge um: “e o PT”?
O que tem isso a ver? Criticar Bolsonaro é ser petista? Nada disso. Nem ser comunista ou Dória. Aliás, só para reforçar: os petistas e demais políticos envolvidos em corrupção, sejam pelos escândalos do Petrolão, Mensalão, Dersa-Rodoanel, Rachadinha ou “Mansão da Fantástica Fábrica de Chocolate” devem estar (ou deveriam) na cadeia. Ainda bem que há pessoas lúcidas no futebol para defender a prevenção. Pena que não conseguem se movimentar para atitudes mais incisivas.
Em tempo: os protocolos, já percebemos, tem falhas. Vide mais de 300 atletas do Brasileirão tendo subido contaminados…
Por fim: quase 2000 mortes por dia deveria ser motivo de consternação, não de simpósio político. Mas parece que perdemos a empatia, a sensibilidade e a humanidade.
– Insensibilidade?
Caramba, eu me assusto que, mesmo sendo divulgado 1700 mortos por COVID, existam pessoas insensíveis que politizam a questão é até desdenham de tudo isso!
É revoltante ler: “culpa desse, culpa daquele, culpa de não sei quem”, e o problema maior, que é acabar com a pandemia, seja deixado de lado.
Falta de empatia somente, ou excesso de fanatismo político?
O país está doente. Quando tanta gente morre assim, e ainda se acha normal ou se cria desculpas-fakes como “morre-se mais de gripe do que de COVID” (e outras bobagens do tipo), é para repensarmos a humanidade (ou desumanidade).
– E Bragança Paulista fechou devido à Covid. Tomara que dê certo!
Começou nesta 3a feira (dia 02/03), por determinação do prefeito Jesus Chedid, um “semi-lockdown” em Bragança Paulista, que durará até dia 08. A cidade entrou em Zona Vermelha e literalmente fechou (exceto mercados, farmácias e outras atividades essenciais). Escolas públicas e privadas não estão tendo aulas presenciais, Missas e Cultos foram proibidos, idem a passeios em parques e cercanias.
Por exemplo: logo cedo, o Lago do Taboão, conhecido ponto turístico, estava com cavaletes e faixas proibindo a caminhada matutina (mesmo com máscaras e com pessoas distanciadas). A Guarda Municipal pedia para que os cidadãos retornasse às suas casas (semana passada, 18 bragantinos foram multados em mais de R$ 520,00 por estarem na rua sem máscaras!).
E o que fazer, nesta altura da situação periclitante? TODOS os hospitais estão sem vagas em quartos ou UTIs. Mesmo com as medidas protocolares de higiene e cuidados sanitários, o número de infectados disparou, sendo o pior momento desde a pandemia (que já dura 1 ano).
Torçamos que essa semana de recolhimento ajude a liberar leitos nos hospitais. É sabido que a Economia está quebrada, mas ainda pior ficou a questão da Saúde. Cumpramos os cuidados necessários para que tente se voltar logo ao normal.
– Estamos no pior momento da pandemia. Cuidemo-nos!
Dá para acreditar que ainda existe gente que desdenha da Covid-19? Na 2a onda, mais gente já morreu do que na primeira. É matemática…
Repare que os picos e repiques se dão dias depois de datas aglomerativas: Reveillon, Carnaval, entre outras. O relaxamento das pessoas e o cansaço de se prevenir podem explicar isso também, além da nova cepa ser mais contagiosa.
Não há outra coisa a fazer, a não ser: prevenção! O quanto mais nos resguardarmos, mais rápido (ou menos demorado) este inferno deixará de existir.
– A ganância e a insegurança maculando a nobre classe dos enfermeiros. Não generalize!
Sempre tive comigo que, algumas atividades, são quase que “imaculadas”. Por exemplo: bombeiros!
Quem fala mal deles? Idem a enfermeiros, socorristas e tantos outros.
Entretanto, estamos vendo algumas reportagens de profissionais da saúde sendo acusados de golpes durante a vacinação contra a Covid-19: doses que não são injetadas, agulhas que não perfuram, aplicações de “mentirinhas”…
Aqui residem alguns males: o medo de algum ente se contaminar, que faz com que a vacina seja desviada para uso de familiares, ao invés da pessoa que está sendo enganada. O outro: o mau-caratismo da venda no mercado negro.
Não usemos isso para difamar uma categoria! Os enfermeiros (e digo isso de TODOS que eu conheço) são gente de bem, vocacionados e profissionais honestos. O que se vê, evidentemente, é a parcela ruim que existe sempre em cada categoria.
Que as atitudes dos maus não seja regra (nem régua) para avaliação do todo!

– É horrível usar máscaras… mas extremamente necessário! Os contras são menores que o pró:
Já disse algumas vezes o quão tenho dificuldade em usar máscaras (mas não deixo de usá-las, tenho consciência da sua importância). Também abordamos outras vezes sobre os erros no seu uso (como, por exemplo, colocar as mãos sobre o tecido, e não nas alças – vide em: https://wp.me/p4RTuC-sxz).
Eu tenho 3 motivos para não gostar de usar máscaras, e imagino que sejam os de muitos também:
- Sensação de Sufocamento e Dificuldade na Respiração;
- Reconhecer rostos (algumas pessoas que me relaciono recentemente, ainda não as conheço de “cara limpa”);
- Ouvir o que falam claramente (o som abafado e baixo é uma constante dos interlocutores).
Entretanto, existe 1 motivo muito maior para usá-las:
- Elas verdadeiramente ajudam a barrar a entrada do vírus pela forma mais fácil: por boca e nariz!
Agora, nos EUA, cresce o número de pessoas que usam máscaras combinadas: a de pano e a cirúrgica, ajudando ainda mais na prevenção.
Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/02/11/uso-simultaneo-de-mascara-cirurgica-e-de-pano-pode-bloquear-95-da-covid-19.htm
USO SIMULTÂNEO DE MÁSCARAS CIRÚRGICA E DE PANO PODE BLOQUEAR 95% DA TRANSMISSÃO DE COVID-19
Usar duas máscaras ao mesmo tempo, sendo uma cirúrgica e outra de pano, pode reduzir o risco de transmissão da covid-19 em 95%. A conclusão é de um estudo realizado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), órgão regulador do sistema de saúde dos Estados Unidos. A combinação cria um ajuste mais apertado ao redor do rosto e ajuda a evitar que partículas potencialmente infecciosas escapem.
Os experimentos avaliaram duas formas de melhorar o ajuste das máscaras utilizando as máscaras cirúrgicas.
A primeira observação foi feita com um nó nas alças laterais da máscara de procedimento médico, seguida de um ajuste extra para prender e achatar o EPI (Equipamento de Proteção Individual) no rosto.
A segunda experiência sobrepôs uma máscara de pano a uma máscara cirúrgica, o que garantiu maior proteção para o usuário.
O estudo aponta que a eficácia se torna superior a partir do momento em que a combinação é feita, gerada por uma maior vedação do ar que circula dentro e fora das máscaras. A exposição do receptor ao vírus foi reduzida em até 95% quando ele e a fonte foram equipados com máscara cirúrgica junto com uma máscara de pano.
A máscara é considerada uma das principais estratégias de prevenção contra a covid-19 e é recomendada por diversos órgãos reguladores ao redor do mundo, incluindo a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As medidas reduzem a exposição de pessoas não infectadas às partículas da covid-19, evitam que as infectadas disseminem o vírus e sofram reinfecções, ainda que seja usada sem um uso simultâneo.
O CDC reforça que enquanto a pandemia for uma realidade, as máscaras devem ser aliadas ao distanciamento social como alternativas eficazes contra a infecção pelo vírus.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a primeira-dama, Jill, e a vice-presidente, Kamala Harris, têm usado duas máscaras simultaneamente com frequência.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida
Cuidado com o uso errado, como, por exemplo, por as mãos sobre o pano.
– Cloroquina é para Malária! Não para Covid, segundo o seu maior entusiasta!
Prof Dr Didier Raoult se notabilizou como o maior entusiasta na utilização de Cloroquina para o combate da Covid-19. Comprou brigas, fez estudos e… 10 meses de trabalho intenso depois, anunciou: ela não reduz mortes!
Em: https://www.istoedinheiro.com.br/defensor-da-cloroquina-admite-que-medicamento-nao-reduz-morte/
DEFENSOR DA CLOROQUINA ADMITE QUE MEDICAMENTO NÃO REDUZ MORTES
A hidroxicloroquina perdeu seu principal defensor. Em uma carta publicada no site do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia, na França, a equipe do professor Didier Raoult admitiu que o medicamento antimalárico não reduziu a mortalidade de Covid-19. Conclusão a que a OMS já havia chegado há seis meses, justificando na época o fim de todos os ensaios clínicos em andamento.
O médico relembra seu estudo realizado em março passado em 42 pacientes, em que parte foi tratado com cloroquina e outra parte não. “A transferência para a terapia intensiva e a morte não diferiram significativamente entre os grupos”, escreve a equipe do professor de Marselha em sua nova nota.
Alguns de seus detratores queriam ver essa frase como uma admissão de fracasso. Como o epidemiologista Thibault Fiolet da Universidade de Paris-Saclay que, em um tweet amplamente divulgado ao longo do fim de semana, exclamou: “Incrível! O professor Raoult, que escreve ele mesmo, que seu primeiro ensaio clínico não randomizado (pacientes escolhidos por sorteio) mostra que a hidroxicloroquina NÃO tem eficácia na mortalidade ou na redução da transferência para a terapia intensiva.
O uso da droga em grande parte extrapolou o campo científico para se tornar objeto de um debate político em todo o mundo que divide a opinião pública, gerando confrontos violentos, principalmente nas redes sociais.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governo brasileiro vêm incentivando o uso da hidroxicloroquina e da azitromicina como “tratamento precoce” contra a Covid-19. Na semana passada, o Ministério da Saúde lançou um aplicativo no qual incentiva o uso das medicações que não têm eficácia comprovada.
No último sábado, o Twitter chegou a indicar que uma publicação da pasta possui “informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19”. O conteúdo foi ocultado pela plataforma. No domingo, os pareceres e votos pela aprovação das vacinas Coronavac e de Oxford também refutaram o uso das substâncias e a existência de um “tratamento precoce” baseado em medicamentos comprovadamente ineficazes, como a hidroxicloroquina.
Equipe do professor francês admitiu que o medicamento antimalárico não reduziu a mortalidade de Covid-19. Conclusão a que a OMS já havia chegado meses antes (Crédito: Reprodução/Divulgação)
– A volta às Zonas Vermelha e Laranja se deve à (ao)…
Na minha opinião, a culpa do enriquecimento das medidas de isolamento se deve à parcela irresponsável de pessoas que contradiz os que estão se cuidando. Pense:
- Precisa ir às festas clandestinas?
- Precisa deixar de usar máscaras?
- Precisa relaxar no uso de álcool?
- Precisa ir a lugares de aglomeração?
A verdade é: a Segunda Onda da Pandemia de Covid, acompanhada de uma variante do vírus mais agressiva (7 vezes mais contagiosa), pegou todos de surpresa pela forma que foi. Com os caros hospitais de campanha desmontados em sua maioria, somada à falta de preocupação em prevenção de muitos, toda a sociedade (incluindo quem se previne e não comete atos irresponsáveis) é obrigada a passar por tal complicação social.
Em Manaus, por exemplo, nesta 6a feira já atingiu-se o número de 544 pessoas esperando internação, contaminadas por Covid-19 e à espera de leitos desocupados. No exercício de “achismo”, se as autoridades tivessem convencido as pessoas (e as pessoas, de maneira cidadã, fazendo sua parte) a se resguardarem, o processo de contágio seria mais lento e não saturaria o sistema hospitalar. E para que não ocorra isso em São Paulo, com pesar, somos obrigados a passar por novas restrições.
CUIDADO: muita gente está iludida imaginando que, por ter começado a vacinação, o “perigo acabou”. Nada disso! Leva-se 21 dias para a imunização e há a necessidade de 2a dose. Sem contar que a quantidade de doses ainda é tímida, se comparada com o tamanho do país.
A nação que mais vacinou proporcionalmente até agora (população / doses) foi Israel: 10% do povo. Afinal, é de dimensão bem menor… Aceitemos que demora-se produzir para um planeta de bilhões de pessoas!
Vamos nos previnir!
– O que pensar dos Fura-Filas da vacinação? Enquanto isso, em Manaus…
Brasil afora, se vê espertalhões “furando a fila” para tomar a vacina contra a Covid-19. Médicos que foram “recém-formados” e nem trabalhando estão, profissionais da área da Saúde nomeados na véspera do início da campanha, ou, na maior cara-de-pau, políticos se apresentando para tomar a dose preventiva.
Como justificar isso? O que pensam esses oportunistas? Não têm empatia com as pessoas prioritárias?
Talvez não seja o fanatismo político, a ignorância ou a subserviência, mas sim o egoísmo que arrebenta a nação…
Enquanto isso, Manaus (que políticos não deixaram fazer o lockdown no final do ano, quando sugeriu-se), registrou 118 mortes por dia. Pessoas implorando oxigênio nos corredores e falta de leitos. Para se comparar, o Estado de São Paulo, bem mais populoso, registrou 236 mortes hoje pelo Novo Coronavírus.
Imaginou se o caos da Região Norte estivesse acontecendo em São Paulo, Rio de Janeiro ou até mesmo em Brasília? Talvez as providências das autoridades fossem mais rápidas.
– Mônica Calazans, o simbolismo da Vacinação e a invertida de Doria em Bolsonaro.
Antes de escrever, uma prevenção contra os fanáticos adoradores de políticos: não sou Doria, Bolsonaro ou Lula (infelizmente, por causa das pessoas que têm “político de estimação”, há de se fazer essa consideração).
Mônica Calazans, enfermeira negra da Zona Leste de SP, foi a primeira pessoa a ser imunizada com a Coronavac.
João Doria Jr queria vacinar a partir do dia 25. Bolsonaro dia 20. Com a aprovação da ANVISA, Doria não perdeu tempo e iniciou a vacinação com um “vacinômetro” em tom de campanha.
Imagine o ciúme do ganho político de Doria por parte de Bolsonaro, após falar que não compraria a Coronavac nem depois de aprovada por sua origem (desprezando o histórico do Butantan) e agora tendo que pedir as 6 milhões de doses produzidas. A de Oxford, como se viu, foi uma “bola fora” por conta da Índia não a liberar e o avião da Azul, que iria buscar as doses, ter abortado a viagem.
De “Dia D” do Pazzuello, virou “D” de Dória. Mas prefiro de Dimas Covas, diretor do Butantan.
Viva a ciência!
– Estádios de Futebol e Pandemia.
Começou com os clubes de futebol da Alemanha e da França, logo na primeira onda da pandemia de Covid-19: o oferecimento de seus estádios como Hospitais de Campanha.
Pouquíssimos foram usados, é verdade (como o Pacaembu, por exemplo). Tal fato foi repetido (a oferta) aqui no Brasil também.
A atitude das instituições esportivas foi louvável, não se discuta. E agora, na segunda onda, as mesmas entidades estão oferecendo suas instalações como Postos de Vacinação.
Aqui, aplausos para quem se dispõe de verdade a ceder seu espaço de maneira nobre e solidária. Mas fica um alerta também: o que tem de time que quer dizer que “cede seu estádio” sabendo que ele não terá infraestrutura alguma, somente pelo fato de fazer um pseudo “marketing do bem”… ô como tem!
De qualquer forma, a esses, não se recrimine. Ao menos se colocam ao serviço solidário (mesmo que não possam fazê-lo).
– Pare de usar a justificativa que o STF “travou” Bolsonaro na Pandemia. Entenda a realidade:
Cansou ouvir bla-bla-blá sobre “culpados da Pandemia”. Vamos falar com clareza?
O Supremo Tribunal Federal tem inúmeros pecados a serem expurgados, mas precisamos ser justos: o de “proibir o presidente Jair Bolsonaro de lutar contra a pandemia”, não. É discurso de fanático bolsonarista ou de pessoas que não entenderam o que aconteceu.
Quando o STF deu poder aos Estados e Municípios a fim de tomarem medidas mais amplas na Pandemia, NÃO ISENTOU A UNIÃO de agir. Há muita bobagem nessa história, que mais parece desinformação do que justificativa fanatizada: a Justiça permitiu que governadores e prefeitos decidissem ações mais personalizadas, de acordo com a realidade da comunidade que vivem (já que o país é muito grande e heterogêneo). A afirmação de que proibiu a União, portanto, é mentirosa, e surgiu como subterfúgio para muitos.
Não tem nada a ver com dizeres como “o presidente ficou de mãos atadas”, ou “o Governo Federal não pode nada”. Não se encubra incompetência no combate e acomodação das autoridades com “impossibilidade de fazer” e “proibição do Judiciário”.
Normalmente, quem gosta de usar esse discurso, tenta acrescentar na fala: “olhe só os que os governadores e prefeitos roubaram”. Ué, se roubaram, cadeia neles! Mas sejamos inteligentes e realistas: o que isso tem a ver com a omissão do Governo Federal?
Todos (Presidente, Governadores e Prefeitos) têm responsabilidades. Executivo, Legislativo e Judiciário, idem. Além de nós, brasileiros sem cargo público, de cobrar as autoridades.
– A eficácia da Vacina do Butantan.
Sobre a eficácia da vacina do Butantan, já que há tanta FakeNews, vale a pena desenhar para as pessoas que estão confusas entenderem.
Aqui:
Se preferir, em texto explicativo aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/01/12/apesar-de-5038-ainda-assim-e-melhor-tomar-a-vacina-do-que-nao-tomar-diz-a-ciencia/
– A falta de oxigênio em Manaus.
Não é irônico (e obviamente triste) que na Amazônia, considerada (errado cientificamente ou não) o “pulmão do mundo”, esteja faltando oxigênio para os pacientes de COVID?
O governador já disse que o Estado do Amazonas está sofrendo uma segunda onda mais devastadora do que a primeira. A Inglaterra, como consequência, passou a barrar os voos do Brasil devido a uma mutação do vírus, observada na Região Norte do país. E, lamentavelmente, os hospitais estão lotados.
O que me deixa indignado é: como podem existir pessoas sem empatia e que desdenham do Novo Coronavírus? É fanatismo político por uma causa ou simplesmente frieza que extrapola?
Não dá pra deixar de ter piedade dos nossos irmãos manauaras.
– Apesar de 50,38% ainda assim é melhor tomar a vacina do que não tomar, diz a ciência.
A respeitada cientista Natália Pasternak (que tem sido uma referência durante a pandemia), disse hoje após a divulgação de que a vacina do Butantã tem eficácia global de 50,38% (ou seja, que esse percentual não será contaminado), que a Coronavac é “uma boa vacina” e que “a CoronaVac não é melhor vacina do mundo, é a vacina possível”.
Diante disso, lembremo-nos de que ela tem 78% de eficiência nos casos leves e moderados e 100% nos casos graves. Ou seja, a diferença do percentual de pessoas que se adoecerem por Covid apresentará esse quadro acima.
A lógica é: de cada 10 pessoas que tomarem a vacina, 5 estarão imunes. Os demais, se ficarem contaminados, cairão nesta conta de que ela vai minorar os efeitos nos percentuais adiantados na semana passada.
Evidentemente, é muito melhor tomar a vacina do que não tomar, não?
Outros cientistas falando sobre a Coronavac, em: https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/01/12/com-potencial-de-eliminar-casos-graves-coronavac-e-adequada-para-combater-pandemia-dizem-especialistas.ghtml
– CovidFest mostra que o povo paga pelos seus próprios pecados!
Muitos se questionam sobre ações preventivas públicas, vacinas e remédios nesta pandemia. Mas e se as pessoas não fazem a sua parte?
Extraído de: https://jornaldebrasilia.com.br/brasil/covidfest-lota-ipanema-e-nao-esvazia-nem-com-chegada-da-pm/
COVIDFEST LOTA IPANEMA
Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações
por Anna Virginia Balloussier e Cristina Camargo
Cenas na areia de Ipanema abarrotada de jovens, numa festa que começou na tarde de quarta-feira (30) e varou a madrugada, fizeram da praia carioca o novo símbolo do descaso com a segunda onda de Covid-19 num Brasil que beira as 200 mil mortes pelo vírus.
Os vídeos espraiados por redes socias foram capturados na altura da rua Farme de Amoedo, point LGBTI do Rio de Janeiro. “Olha como está a praia. Simplesmente lotado uma hora dessa. Não tem mais festa, mas elas não deitam”, diz um rapaz numa gravação que mostra centenas de homens, a maioria só de sunga, no lusco-fusco. Não há ninguém com máscara.
Em outro vídeo, com o sol ainda a pino, há um ou outro com algum tipo de cobertura na cabeça: bonés e chapéus de palha. De novo, zero máscara.
Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações. Nas redes, celebrações ganharam o irônico título de CovidFest.
“Somos uma tragédia ambulante”, escreveu um internauta ao comentar as imagens que viralizaram de pessoas dançando e bebendo em Ipanema.
“Juro que quando vi os vídeos que estão circulando enxerguei um cemitério com vários túmulos amontoados”, disse outro rapaz.
A Polícia Militar diz estar “desempenhando esforços para atuar nesse complexo momento e conscientizar a população sobre as regras previstas nos decretos da pandemia”. Não sabe quantificar quantos eventos do tipo foram desbaratados pelos policiais.
A PM atuou em Ipanema, mas, mesmo após interromper a festança, muitos homens continuaram na areia e no calçadão.
A Prefeitura do Rio diz que intensificou a fiscalização para a manhã desta quinta-feira (31) e a noite da virada.
O município chegou nesta quarta a 14.743 mortos por Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a taxa de ocupação na UTI do SUS para pacientes com o vírus (que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais) é de 92%.
As informações são da Folhapress
– Não quer a Coronavac? Então libera Pfizer, Sputinik, Moderna…
Que vergonha estamos passando. O mundo civilizado se vacinando, e nós, brasileiros, esperando as birras de Brasília se acalmarem!
Vejam só: dezenas de países tomando as diversas vacinas permitidas, e aqui ficamos no bla-bla-blá. Qual é a do presidente?
O pior é que as desculpas acabaram: Moderna e Pfizer nos EUA, por exemplo, já alcançaram mais de milhões de pessoas nos postos de saúde. A própria Pfizer, que se ofereceu inicialmente no Brasil, levou um chá de cadeira da ANVISA, enquanto era aprovada pelo FDA (que, cá entre nós, é mais gabaritado, não?).
Ontem: acima de 1100 mortos em nosso país. Mas “a gente está com pressa à toa”, como disse o Ministro-General não?
É a primeira vez que escreverei isso: saímos de um corrupto que era o Lula, passamos por uma mulher descabeçada que era a Dilma, aguentamos outro corrupto que era o Temer, e agora estamos com um maluco que é o presidente Bolsonaro. POBRE BRASIL… dá vontade de rasgar o título de eleitor!
E antes que os xaropes “babadores de ovo” de políticos questionarem, aqui em São Paulo sofremos com o vaidoso João Dória, que mete um revezamento imbecil de fases e tenta fugir para Miami.
– E a vacina no Brasil, hein?
Já são 30 nações aplicando as vacinas contra o Covid (países desenvolvidos, em desenvolvimento e até subdesenvolvidos). A Argentina, por exemplo, começa amanhã.
E o Brasil?
Aqui, Dória decreta Zona Vermelha e escolhe dias para isso. Quer dizer que “hoje, 27, nada pode”. Amanhã volta a poder. Dia 31 esquece. Já Bolsonaro, irresponsavelmente, vai à padaria e à farmácia sem máscara. Pra quê tal afronta ou desdém dos riscos (além do mau exemplo).
Seja Petista, Bolsonarista, Peesedebista, os políticos só pensam nas mesmas coisas (e respectivamente, o que ficou claro dos partidos e ideológicos deles): corrupção, vaidade pessoal e votos.
E o povo…
– A tecnologia da Moderna poderá revolucionar as futuras vacinas?
Novas vacinas (para qualquer tipo de prevenção) são cada vez mais rápidas – o que levam aos incrédulos formularem mais questionamentos. Entretanto, nunca o planeta investiu tanto em pesquisa, nem tanta gente se desdobrou neste tipo de investigação científica.
Ao ler essa matéria, abaixo, sobre o que a Moderna fez com inovação, somos levados a pensar: felizmente, a inteligência dos cientistas, somada à tecnologia de ponta, pode verdadeiramente ajudar a humanidade.
NOVOS DADOS SUGEREM QUE A VACINA DA MODERNA GERA IMUNIDADE DURADORA
A ideia por trás de qualquer vacina é simular uma infecção sem causar danos, de forma que o próprio organismo gere imunidade contra o vírus. Hoje estão sendo divulgados dados que sugerem que a vacina da Moderna produz maior imunidade do que a própria infecção com o novo coronavírus.
Um grupo de 34 pessoas de todas as idades que recebeu as duas doses da vacina Moderna continua apresentando níveis elevados de anticorpos até quatro meses após a primeira dose. Os anticorpos são proteínas minúsculas capazes de se ligarem ao vírus e impedi-lo de causar doenças. Os tipos de anticorpos em que este trabalho se concentra são os mais eficazes na neutralização da SARS-CoV-2, pois se ligam à proteína S em forma de hastes que se projeta do entorno do vírus e sem a qual é incapaz de se unir às células humanas para sequestrá-las e gerar milhões de cópias de si mesmo.
“São notícias muito positivas”, explica Alicia Widge, pesquisadora do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), que desenvolveu a vacina com a Moderna. “Todos os participantes tinham altos níveis de anticorpos contra a SARS-CoV-2 três meses depois da segunda dose da vacina [que é dada 28 dias após a primeira, o que significa quatro meses de imunidade a partir da primeira dose]. Isso sugere que a vacina vai proporcionar imunidade duradoura”, destaca a pesquisadora, principal autora do estudo publicado na prestigiada revista The New England Journal of Medicine.
O dado mais encorajador é que, quatro meses depois da primeira injeção, todos os vacinados —incluindo aqueles com mais de 71 anos— tinham níveis mais elevados de anticorpos do que o das pessoas que haviam sido infectadas com o SARS-CoV-2.
A vacina da Moderna é uma das mais avançadas e demonstrou ser 94% eficaz em um ensaio com mais de 30.000 participantes coordenado pelo NIH. Sua eficácia contra a covid-19 grave é de 100%, de acordo com os últimos dados fornecidos pela empresa. A vacina está agora na terceira e última fase de testes e nenhum efeito adverso grave foi detectado. Sua aprovação na UE está prevista para 12 de janeiro e a da BioNTech/Pfizer para 29 de dezembro.
Por ora, não há dados comparáveis sobre a duração da imunidade gerada pela outra vacina mais avançada, a da BioNTech/ Pfizer, com eficácia de 95%. Tanto esta como a da Moderna são baseadas na mesma técnica: o RNA mensageiro. No momento não existe nenhuma vacina desse tipo aprovada com base nessa molécula, mas os cientistas acreditam que possa revolucionar a biomedicina porque permite desenvolver de forma muito rápida vacinas contra vírus e até mesmo contra tumores.
O médico Uğur Sahin, diretor executivo da empresa alemã, explica a este jornal que esperam ter esses dados em breve. “Vimos níveis de anticorpos semelhantes aos que a Moderna mostra, mas ainda não publicamos os dados. Esperamos poder fazer isso no final da próxima semana”, explica. “Sabemos que nossa vacina gera células de memória, mas também que os níveis de anticorpos cairão com o tempo. Isso significa que talvez seja necessária uma terceira dose de reforço um ou dois anos depois”, acrescenta.
Os últimos dados publicados sobre a vacina da Universidade Oxford e Astrazeneca se baseiam em 560 voluntários e mostram que os vacinados apresentam altos níveis de anticorpos neutralizantes 28 dias após a segunda dose. Neste caso se trata de uma vacina com base em uma mensagem genética do DNA que entra nas células a bordo de um vírus desativado de chimpanzé. Também é uma tecnologia que não havia sido aprovada até agora. A eficácia desta vacina está entre 62% e 90%, mas a confiabilidade desses dados é menos robusta do que a das outras duas vacinas.
“São notícias muito boas”, opina África González, imunologista da Universidade de Vigo. “Um problema é que ainda não se sabe qual o nível de anticorpos uma pessoa precisa ter para saber se está protegida contra a infecção pelo SARS-CoV-2. No entanto, dadas as poucas reinfecções que se observam no mundo, e que o nível de imunidade alcançado após a primeira exposição tem sido suficiente, os dados indicam que os vacinados estariam mais protegidos do que os que tiveram a infecção natural”, destaca.
“A conclusão mais contundente é que a capacidade de neutralização nesses pacientes que receberam as duas doses da vacina aos quatro meses é maior em todas as faixas etárias do que a de 41 pessoas convalescentes de covid-19 aos 34 dias”, destaca Carmen Cámara , secretária da Sociedade Espanhola de Imunologia (SEI). “São dados muito bons que nos levam a pensar que os anticorpos podem durar muito mais tempo”, enfatiza.
Marcos López, presidente do SEI, aponta outra questão fundamental. “Os tipos de anticorpos neutralizantes que foram detectados neste estudo estão dirigidos contra o domínio de ligação ao receptor da proteína S do vírus. Isto significa que foram gerados em centros germinativos [quartéis-generais da imunidade localizadas nos gânglios e baço]. É importante porque sabemos que quando esse tipo de anticorpos é gerado também são criadas células B e T de memória”, observa. Esses dois tipos de células são o corpo de elite da imunidade de longa duração. São capazes de se lembrar de um vírus e gerar anticorpos contra ele e destruir células infectadas, respectivamente, passados meses ou anos.
Os dados mais recentes sobre a imunidade gerada por pessoas que superam a infecção trazem boas notícias possivelmente extrapoláveis para a vacina. Os anticorpos que neutralizam o vírus continuam presentes pelo menos sete meses depois, de acordo com um dos maiores estudos sobre o assunto. Em novembro, outro trabalho mostrou que os infectados retêm imunidade robusta por pelo menos oito meses depois, mediada por linfócitos B e T, o que leva a pensar que a imunidade pode durar anos.
A equipe do NIH publicou um estudo em setembro mostrando que os voluntários que receberam a vacina da Moderna tinham linfócitos um mês e meio depois da segunda injeção. “Esperamos ter em breve os dados de acompanhamento para os primeiros seis meses”, conclui Widge.
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Voluntário participa do ensaio clínico da vacina da Moderna nos EUA.
– Vacina chinesa (fake) vendida a R$ 50,00 no RJ!
Cada picaretagem…
Camelôs cariocas vendendo vacina chinesa (logicamente falsa) por “Cinquentão”!
E há quem compre…
Informações de: https://veja.abril.com.br/brasil/policia-federal-e-anvisa-investigam-suposta-venda-de-coronavac-no-rio/
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, informar para o crédito.
– SP em Zona Vermelha
Devido aos abusos da população e ao aumento assustador dos casos de COVID-19, o governador Dória decretou Zona Vermelha no estado de São Paulo por alguns dias (na época do Natal e Revéillon).
Sem politicagem, agora é hora de nos cuidarmos!
A informação completa em: https://g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/noticia/2020/12/22/governo-de-sp-endurece-quarentena-durante-festas-de-final-de-ano-para-conter-avanco-da-covid-19-no-estado.ghtml











