Há gente muito inteligente e caprichosa. Meu sogro é uma dessas pessoas!
Tempos atrás, ele construiu uma casa na árvore (como é dia de #tbt, a foto apareceu aqui). Repare que bem feita! Isso é dom.
Não tenho talentos, e aplaudo quem tem, como ele.

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Olá amigos! Quem gosta do trabalho do grande Wanderley Nogueira, ícone do jornalismo esportivo, sabe que ele possui o Podcast “Nossa Conversa”, sempre apresentando ótimos convidados e pertinentes assuntos.
Pois bem: ele está concorrendo ao prêmio iBest na referida categoria de podcasts. Vamos votar nele?
Aqui o link. É rapidinho! Em: https://ibest.vote/610364910

Admiro um bom texto, e claro, os bons escritores. O jornalista Davi Coimbra, em seu blog (citação abaixo), escreveu sobre pessoas que tem estrelas, e usou como pano de fundo Pete Best X Ringo Star.
Pete era esclarecido, ousado, íntimo de John Lennon, Paul McCartney e George Harison. Mas ficou de fora da banda na hora da fama. Ringo era doente, analfabeto funcional e a sorte lhe sorriu! Tanto, que entrou para a história e a formação de sucesso consta seu nome.
Quantos competentes que de fato não são. Ou que não tem oportunidade! Há alguns que nascem para Pete Best, outros, para Ringo Star…
Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/02/03/o-beatle-que-nao-foi-beatle/?topo=77,1,1
O BEATLE QUE NÃO FOI BEATLE
Vi uma entrevista com o Pete Best, dias atrás. Sou fascinado por sua história, cada vez que ele aparece na TV fico mesmerizado.
Pete Best é o Beatle demitido. Foi um dos Beatles pioneiros, estava na formação originalíssima da banda, com os gênios George, Paul e John. Os quatro se reuniam na casa da mãe de Pete para ensaiar. Tocaram juntos durante dois anos, juntos viajaram para Hamburgo, numa temporada que marcou o amadurecimento público do grupo. Eram tão amigos, que, numa noite hamburguesa, estando eles sem dinheiro, Pete e John assaltaram um marinheiro e lhe tomaram a carteira estufada de marcos. Ou acharam que a haviam tomado: quando voltaram ao hotel, um perguntou ao outro se estava com a carteira, e nenhum estava.
Apesar de toda essa intimidade, George, Paul e John achavam que Pete não era bom o bastante. Além disso, havia a mãe de Pete. Mona, esse o nome dela. Era uma mulher de uns 30 e tantos anos, muito bonita e de forte personalidade. Arrogou a si própria a função de conselheira e mentora da banda. Os Beatles iam ensaiar na casa dela e ela ficava dando palpite. Metida. Tão metida que se meteu com um rapaz que funcionava como uma espécie de produtor do grupo e teve um filho com ele. O pai de Pete, bonzinho, assumiu a criança e lhe acoplou o sobrenome. Mais um Best no Reino Unido.
George, Paul e John, personalistas e até algo chauvinistas, não apreciavam as intervenções não solicitadas da mãe de Pete. Mas como dizer isso ao filho dela? É provável que, se Pete fosse um baterista um pouco mais carismático, eles o teriam mantido no grupo. Mas, aparentemente, não era. Ou pelo menos não era tão concentrado e tão brilhante quanto seus amigos.
E havia Ringo logo ali.
A história de Ringo é sen-sa-cio-nal. Ringo era de família pobre. Quando tinha três anos, o pai dele embarcou num dos navios que aportavam em Liverpool e foi-se mar afora, para nunca mais retornar. Ringo virava-se como podia na periferia da cidade, até que, aos sete anos, foi acometido de uma doença grave. Passou um ano no hospital, meio morto. Quando voltou ao colégio, sentiu o atraso. Os colegas o humilhavam, ele não conseguia aprender. Começou a matar aula. Aos 12 anos, era quase analfabeto. Uma prima decidiu ensiná-lo em casa, Ringo se entusiasmou, progrediu, mas, aos 13 anos, contraiu tuberculose. Mais um ano no hospital.
Alguém poderia dizer que foi muita falta de sorte. Ao contrário. Como Ringo já estava habituado ao ambiente hospitalar, comportava-se com desenvoltura entre doentes, médicos e enfermeiras. Em pouco tempo, organizou uma bandinha com os pacientes, improvisou umas baquetas e arvorou-se como baterista. Ao sair do hospital, o padrasto, que era um bom homem, presenteou-o com uma bateria usada.
Foi assim que Ringo aprendeu a tocar.
Foi a partir daí que se tornou um Beatle e entrou para a História.
Quer dizer: se não tivesse ficado doente da primeira vez, provavelmente não se sentiria à vontade para fazer a banda na segunda vez que ficou doente. Logo, as duas doenças foram fundamentais na construção do destino estrelado de Ringo Star.
Já Pete Best, comunicado de que o tinham excluído da banda, e excluído- justamente às vésperas da assinatura do primeiro contrato que os elevaria ao firmamento do rock, Pete Best literalmente recolheu-se à insignificância. Trabalhou como funcionário público, tentou o suicídio abrindo o gás do banheiro, foi salvo pela mãe e retornou à sua vida comum. Está casado há 45 anos com a mesma mulher, ainda mora em Liverpool e montou sua própria banda, a Pete Best Band, com a qual excursiona pelo mundo, ganhando algum dinheirinho, afinal. Na entrevista que assisti, falava com voz grave e melodiosa. Trata-se de um senhor grisalho, com o bigode frondoso dominando o rosto risonho e melancólico. Diz não saber por que foi demitido da maior banda pop de todos os tempos, diz que o importante é ter saúde, diz que é feliz.
Não deve ser.
Imagino que nenhum dia da sua vida termina sem que ele pense que poderia ter sido um Beatle. Pior: que ele FOI um Beatle, e agora não é mais. O único Beatle fracassado da banda mais bem-sucedida da História.
Essa é a diferença entre os vencedores e os perdedores. Essa a atual diferença entre as direções do Grêmio e do Inter. Alguns nascem para ser Ringo Star. Outros sempre serão Pete Best.
Imagem extraída de: https://www.amazon.com.br/Beatle-Pete-Best-Story/dp/0859653013
Muita confusão com a arbitragem nos estaduais neste final de semana. No jogo do Santos, árbitro vacilante em frente ao monitor (que demora para verificar uma invasão ou não, falamos em: https://wp.me/p4RTuC-AHF). Aliás, Douglas Marques é o mesmo daquele jogo em Brasília no qual ficou “meia-hora” em frente ao VAR, num CSA x Flamengo (aqui: https://wp.me/p4RTuC-nnK).
No Fla-Flu, vimos um árbitro totalmente inseguro, “verde demais” e que sucumbiu aos experientes jogadores. Uma péssima escolha da Comissão de Arbitragem da FERJ…
Mas o que está acontecendo com a arbitragem brasileira?
Alguns fatores pontuais:
1. Há a perpetuação dos mesmos nomes nas Comissões de Árbitros: uma hora o sujeito é “Presidente da CA”, depois vira “Diretor de Desenvolvimento de Novos Talentos”, outrora “Responsável por Otimização de Desempenho dos Árbitros”, e por aí vai. Os incompetentes nunca são demitidos, mas remanejados para cargos criados. Por quê são tão “preservados” dentro da CBF e Federações (e os clubes aceitam isso)?
2. O processo de renovação, às vezes, é acelerado demais, sem garantias de que, mesmo errando, o trabalho terá sequência. Juízes novos são escalados em partidas nas quais não deveriam, com risco de serem queimados precocemente (é como lançar um jovem jogador: há o momento e o jogo oportunos).
3. A “catequese tupiniquim” do movimento antinatural da mão na bola, na qual já dissertamos várias vezes sobre o que se orientou equivocadamente no Brasil e como é o correto praticado no restante do planeta. E aqui, uma confidência: em 2014, fui comentar um jogo da A1 do Paulistão no Jayme Cintra, e um importante árbitro aspirante à FIFA apitaria a partida. Conversando informalmente, eu disse a ele que me preocupava com a uniformização de critérios para tais lances, e ele me disse: “fique tranquilo, agora vai ser mais fácil, diferente do que você pensa, pois se existir dúvida quando bater na mão, é só marcar a infração pois em todo lance podemos interpretar como movimento antinatural.”. Discordei de pronto, e meu receio virou realidade. E essa cultura equivocada já nasce com os novos árbitros, que não viveram o tempo da “intenção ou não”, e foram formados pelos senhores que orientam “à moda brasileira”.
4. Desde o surgimento do VAR, por 3 anos vimos a CBF prometendo a introdução do árbitro de vídeo e não cumprindo, por diversos motivos (dos financeiros aos estruturais). E o fez de maneira atabalhoada: usando imagens de emissoras de TV (ao invés de uma geração própria independente) e com permuta de equipamentos (a troco de aparecer os patrocinadores). Não fica uma questão em dúvida: se você fornece os monitores em devolução pela exposição, quanto mais tempo na frente da tela sendo filmado… o parceiro agradece!
5. A orientação de Leonardo Gaciba, que persiste até hoje: “não importa o tempo de decisão na discussão com o VAR, pois leve o tempo que for, o que importa é acertar”. Isso criou decisões demoradas e nem sempre corretas.
Diante de tudo isso, a combinação explosiva (orientações equivocadas, mau uso dos equipamentos eletrônicos, estratégia de lançamento de talentos discutíveis) resultou em: árbitros medrosos, jogando a decisão para uma cabine, onde existe um tribunal enorme com muitas pessoas discutindo e repassando para ele uma opinião (vide quantos caras tem no VAR, há até “garantidor de replay”). Se em alguns casos o VAR tem até 8 elementos (vide as escalas), por que o solitário juiz acreditará na sua convicção pessoal?
Criamos uma cultura errada, falha, que não existe no resto do planeta. Estamos pagando o preço dos anos de mesmas pessoas administrando a arbitragem, que foram colocadas por Ricardo Teixeira, permanecendo com José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Cel Nunes, Rogério Caboclo e agora com o Ednaldo Rodrigues. E a questão é: o que sabem, o que fizeram, ou por quê são “não-demissíveis”, e sim remanejados?
São cargos de confiança muito delicados…
Imagem: VAR atento assistindo “Chaves”, extraído da Internet.
Alguém disse o seguinte:
“Não é porque você odeia a corrupção que tem de aceitar a incompetência. Não é porque você odeia o descaso que tem de aceitar a corrupção”.
Isso serve para nosso país. E acrescento: precisamos de competência, honestidade e credibilidade!
Entendeu?
O problema é: não se acha esse elemento…

Imagem extraída de: https://zh-cn.facebook.com/radioazzurraufficiale/posts/10165774392350716
Em se confirmando Jorge Jesus como técnico do Atlético Mineiro, teremos os 3 principais clubes brasileiros na atualidade com treinadores lusos: Abel Ferreira no Palmeiras e Paulo Sousa no Flamengo.
A pergunta oportuna é: estão tão defasados os “professores brasileiros”, que os grandes clubes vão atrás dos seus profissionais em Portugal?
E convenhamos: nenhum dos 3 tem mercado na Europa em “grandão”: JJ é respeitado no Brasil e em Portugal, além do Oriente Médio; Paulo é coadjuvante por lá e Abel trabalhava no grego PAOK!
Qual o grande problema dos treinadores locais atualmente?

Imagem extraída de: https://moraremportugal.com/saiba-finalmente-o-que-os-portugueses-pensam-dos-brasileiros-vivendo-em-portugal/
O ex-atacante Samuel Eto’o é o novo presidente da Fecafoot (Federação Camaronesa de Futebol), vencendo o atual presidente Seidou Njoya por 43 votos a 31.
Atletas que viram cartolas não necessariamente se tornam “craques” na nova função. Tivemos, como exemplo recente, Michael Platini na UEFA, envolvido em corrupção.
A pergunta é: qual jogador brasileiro poderia ser presidente da CBF, caso fosse possível tal escolha?
Deixe seu comentário:
Foto: Divulgação / Internet, extraída de: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/samuel-etoo-e-eleito-presidente-da-federacao-camaronesa-de-futebol.ghtml
O Campeonato Brasileiro de 2021 foi marcado por muitas nuances. Vide a classificação final: o Atlético Mineiro, depois de 50 anos, levou o título (com muito investimento financeiro e após Cuca ter deixado Hulk na reserva – aliás, o experiente treinador mostrou que muitas vezes um “banco faz bem”, pois depois desse episódio, o atacante “voou em campo”).
Incoerências ocorreram: o então Campeão do Brasileirão 2020, Rogério Ceni, foi demitido do Flamengo após 6 meses de trabalho e 3 títulos. Coisas do futebol brasileiro… Vágner Mancini, com ótimo trabalho no América-MG, abandonou o time para ir ao Grêmio e foi rebaixado. Uma decisão complicada de uma questionável gestão de carreira…
Falando de Rebaixamento, o “Imortal” gaúcho amargurou seu 3o rebaixamento na história. Mas nada de lamentos: um time que fica 37 das 38 rodadas entre os 4 piores em um torneio tão longo, há de merecer. Além, claro, de contratações questionáveis, como veteranos com salário alto ou a repatriação de Douglas Costa visivelmente fora de forma e sem motivação. Aliás, nem só pela posição na tabela alguns times decepcionaram, mas pela Gestão em si, como o caso do São Paulo: iludido pela conquista do Campeonato Paulista, quase foi junto para a série B.
Em 2021, vimos também um excesso de vagas para as competições internacionais. Repare que o rebaixado que mais pontuou tinha quase 38% de aproveitamento, e o classificado para a Sulamericana pior pontuado (que foi o Cuiabá) entrou com 41% apenas. Como um time que ganhou menos da metade dos pontos disputados leva de prêmio uma vaga num torneio estrangeiro? A propósito, nessa conta que separou o rebaixamento da classificação distaram 4 pontos dos 114 disputados.
Na Libertadores (fase de grupos e pré) temos 3 paulistas, 2 mineiros, 2 cariocas, 1 paranaense e 1 cearense. Destes clubes, 3 “empresas” ou “quase-empresas”: o Red Bull Bragantino, que já é, e o Athletico Paranaense e o América-MG, ambos em processo de transformação (lembrando que além de um clube do conglomerado Red Bull, a Libertadores 2022 terá o Montevideo Torque, pertencente ao conglomerado CityGroup).
Quanto a arbitragem, tivemos dois momentos: o do Leonardo Gaciba com excesso de uso do VAR e o do Alício Pena com visível uso menor. Porém, ambos com o árbitro de vídeo sendo protagonista nas decisões, onde os árbitros preferiram a voz da cabine do que suas convicções.
O processo de renovação, forçado no 1o turno, sucumbiu no 2o. Dois árbitros tiveram uma atenção maior e não aproveitaram: Dênis Serafim, de Alagoas (lembram de Chapecoense x Flamengo?) e Felipe Fernandes de Lima, de Minas Gerais (com um enorme potencial, mas com um comportamento excessivamente vaidoso). Nas últimas rodadas, os árbitros ficaram em regime de internato na Granja Comary a pedido do presidente da CBF, saindo de lá somente para as partidas.
Aliás, como o cara faz para abrir mão dos seus afazeres profissionais por 21 dias para cuidar de uma carreira não profissional? Esse “profissionalismo de mentira” da CBF tinha que acabar, e ela assumir os custos trabalhistas de um grupo de elite de árbitros e bancá-los para poder cobrar melhor. Mas de nada adiantará com os cartolas que há décadas estão por lá comandando a arbitragem por trás de outros departamentos.
Muitas decepções dos “árbitros de nome” nesse ano. Anderson Daronco “picou” a maior parte dos jogos que apitou, marcando faltinhas duvidosas e travando a dinâmica das partidas. Raphael Claus marcou bola na mão em lance de cotovelo e de costas! D-U-V-I-D-O que faça algo assim em Copa do Mundo. E Marcelo de Lima Henrique, veteraníssimo, acabou sendo o melhor apitador da temporada.
Que 2022 seja melhor para todos dentro e fora de campo!

Foto: Reprodução Internet, extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2021/05/brasileirao-a-2021-campeonato-brasileiro-tabela-completa
Essa mesma matéria em vídeo, aqui: https://youtu.be/ggFRVpgPDvk
Se o jogador tem habilidade e a usa como recurso num jogo de futebol, ótimo!
Michael, do Flamengo, “matou a bola de letra”, a dominou e partiu para o ataque. Excelente domínio, usou seu talento em prol do time. Não debochou do São Paulo, embora Reinaldo tenha achado que sim. Aliás, o jogador estava nervoso pelo momento e quis tirar satisfação (e errou).
Fico pensando: talentosos atletas como Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, devem ser odiados por algum seguindo a lógica de que habilidade é “humilhação”.
Lembrei-me de Edmundo, que certa vez num jogo (talvez Vasco x Botafogo), parou em frente a um marcador e rebolou, chamando-o pra dançar. Isso é deboche!

Foto: reprodução/ Tv Globo, extraída de: https://colunadofla.com/2021/11/michael-da-resposta-apos-suposta-provocacao-ao-sao-paulo/
Historicamente, os erros de arbitragem sempre existiram. E suas desculpas, idem.
Primeiro, tínhamos árbitros revezando como árbitros centrais e bandeirinhas ao mesmo tempo. E a queixa era: não se especializava ninguém, e o árbitro que bandeirava não ajudava seu colega do meio de campo por ciúmes.
Aí se separou: árbitro central “é do campo” e só faz “aquilo” (apita). Árbitro de linha (bandeirinha) se especializa como assistente. E…
A queixa passou a ser: a exigência física “ser muito grande”. Dividiu-se, então, o campo em duas metades e escalou-se dois árbitros. Ideia do Farah! Mas não deu certo…
Aí começou-se a falar de profissionalização! Nenhum sindicato pedia para que a CBF contratasse árbitros e os registrassem como funcionários, mas que eles se organizassem em cooperativas e recebessem através delas. Detalhe: os cartolas eram os mesmos, e isso durou pouco tempo, não melhorou a arbitragem e nem ajudou temporariamente os árbitros.
Vieram os AAA (os assistentes da linha de fundo). Dispensa-se comentários..
Tivemos então o Sorteio! Todo e qualquer cartola jogava a culpa no sorteio, dizendo que não poderia escalar os melhores e outras bobagens. Mentira, inúmeros artifícios foram criados para dribá-lo. Aí acabou o sorteio e veio a audiência pública. Qual a desculpa agora?
A desculpa foi: o VAR! Ou melhor, a adaptação ao VAR, que levaria tempo.
Os árbitros se adaptaram (ou tentaram) ao VAR, e tudo deu errado…
Aí criou-se o quadro específico de VAR, com gente especializada. Nada foi resolvido.
E agora?
A última desculpa (ou bode expiatório) foi o Gaciba. Demitindo-o, os problemas estariam resolvidos!
Mais uma mentira… o problema profundo é estrutural, de nomes que há anos estão na CBF e de muitas blindagem.
Como resolver?
Que tal instrutores estrangeiros? Ou melhor: europeus, pois Jorge Larrionda e Ubaldo Aquino (amados pela cartolagem local, não sei porquê), não dão certo.
Reinventemos a arbitragem. Urgente, para o bem do futebol.

Charge: Duke, extraída de: https://marcondesbrito.com.br/ta-de-brincadeira-tecnologia-do-arbitro-de-video-e-dez-vezes-mais-cara-no-brasil/
O que dizer das ótimas campanhas de Fortaleza e Red Bull Bragantino? Há 4 anos, com gestões anteriores, estavam na 3a divisão nacional e hoje praticamente classificados para Taça Libertadores da América.
E vejam que interessante: Abel Ferreira e Renato Gaúcho (treinadores de Palmeiras e Flamengo) reclamam que o excesso de jogos prejudica seus times. Porém, Maurício Barbieri e Vojvoda (técnicos do Red Bull Bragantino e Fortaleza) também estão em duas competições (final da Sulamericana e semifinal da Copa do Brasil, respectivamente).
Verdão e Mengão reclamam de desfalques nos elencos (por convocações, contusões e outros fatores). Mas e o Massa Bruta e o Tricolor Cearense, ambos têm um plantel mais numeroso do que esses grandões?
Por fim: o Alvi-verde e o Rubro-negro tem orçamentos milionários, não há como negar. Nesse quesito, o Toro Loko deu asas ao clube do Interior Paulista e somente o Fortaleza tem recursos mais modestos. Porém, vale a máxima que sempre gosto de cunhar: Competência Financeira não significa necessariamente Competência Administrativa! Ou seja: há de saber “gastar bem” o seu dinheiro, além do propósito destinado a ele: ganhar títulos, fazer marketing, criar receitas futuras, galgar novos torcedores-consumidores…
Alguém, por último, pode questionar: Fortaleza e Red Bull Bragantino não tem a mesma pressão que Palmeiras e Flamengo. Ora, isso é relativo: o 1o tem a pressão local, de grande torcida no seu Estado; o 2o, a pressão de quem coloca a grana (além da torcida da sua cidade), afinal, é um clube empresa.
Uma curiosidade, na arte-abaixo do site RBB em seu Facebook: no Brasileirão 2021, o time de Bragança Paulista não perdeu de nenhum co-irmão estadual. Vide abaixo:
Acréscimo: uma experiência que vivi no último domingo, foi ir ao Estádio Nabi Abi Chedid assistir a um jogo como mero consumidor de futebol. Compartilho aqui sobre a ida para Red Bull Bragantino 1×0 São Paulo FC: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/25/uma-experiencia-na-arquibancada-na-volta-do-futebol-pos-pandemia/
Há 1 ano, Jurgen Klopp, treiandor do Liverpool, ressaltou que o brasileiro Roberto Firmino era fundamental para seu time por conta de suas funções táticas. Declarou:
“Um time de futebol é como uma orquestra, e ele toca 12 instrumentos”.
Neste domingo, após a vitória do seu time por 5×0 contra o Manchester City de Cristiano Ronaldo (com 3 gols de Salah), disse Klopp:
“Salah ganhou muita atenção e de forma correta, mas tenho a certeza de que quando Firmino parar de jogar, as pessoas que entendem de futebol irão escrever livros sobre a maneira como ele interpreta a posição de falso nove. Ele é um conector. O melhor atacante defensivo que já conheci em toda a minha vida. Um atleta muito importante para a gente. Ele é um caçador de bolas, muito inteligente taticamente, capaz de jogar nos espaços mais apertados e tomar boas decisões rapidamente. E além disso, ele marca gols.”
Que moral, não? A questão é: por que ele não consegue render / ser elogiado quando atua pela Seleção Brasileira? Seria o esquema de jogo?
Repercute muito a frase do treinador português Jorge Jesus, sobre o que ele fez no futebol brasileiro (vide abaixo), em evento na Europa ontem.
É lógico que ele superdimensionou as coisas, mas cá entre nós: JJ não “sacudiu” os treinadores brasileiros?
Vide que quando ele começou a se destacar, houve muita ciumeira. E é inegável que ele trabalhou com algo que é uma realidade brasileira: a deficiência na preparação da parte tática do jogo.
Para mim, não tem muita mentira no que ele disse, apenas uma falta de humildade.
Os treinadores Abel Ferreira e Hernán Crespo tiveram bastante tempo para ajeitar suas equipes durante os últimos dias (coisa rara a ambos). Porém, tanto nas escalações quantos nas substituições, eles estão sendo contestados.
O português e o argentino são novatos na carreira (embora experientes no mundo da bola). Mas me lembro de Vanderlei Luxemburgo “no auge”: com 3 minutos de “parada técnica” inventada por Eduardo José Farah no Paulistão, ele mudava o jogo! Os citados aqui, respeitosamente, estão “complicando” ao invés de “melhorando” suas equipes nos períodos que têm.
Será que suas diretorias (Palmeiras e São Paulo) darão a eles segurança ao longo do Brasileirão, ou correm risco de demissão?
A frase abaixo é da lenda-viva Pelé, o Rei do Futebol!
Acho que sobre “sucesso”, precisamos ouvi-lo… Leia:
Imagem extraída de #Forbes.com.br
O Brasileirão de 2020, lembremo-nos, terminou nesse mesmo ano, 2021. E os dois únicos técnicos que terminaram o torneio (há tão pouco tempo) e que continuam nos mesmos clubes são Abel Ferreira (Palmeiras e Maurício Barbieri (Red Bull Bragantino).
Aliás repararam quantos estrangeiros estão trabalhando no Brasileirão nesta temporada? E nenhum “não-brasileiro” foi demitido em 2021.
Temos 7 treinadores de fora do país atualmente: no Bahia, o argentino Diego Dabove. No Fortaleza, o argentino Vojvoda. No Sport, o paraguaio Gustavo Florentín (repare que somente o Ceará, dos nordestinos, não tem um gringo). No São Paulo, o argentino Crespo. No Palmeiras, o português Abel. No Internacional, o uruguaio Diego Aguirre. No Athletico, o português Antonio Oliveira. Lembrando que Jorge Jesus e Sampaoli, dos estrangeiros de edições passadas, também não caíram de Flamengo e Atlético mas sim pediram demissão. Jesualdo deve ter sido o último estrangeiro a ser demitido (no Santos FC).
Será somente a questão de “recursos financeiros, oportunidade e competência”, ou não temos mais tão bons nomes no Brasil?
Nada contra a chegada de estrangeiros – se foram melhores do que os nacionais. Em mesmas condições, lógico, defenderia treinadores brasileiros pela questão de renovação.
E você: o que acha da invasão gringa não Brasil?
Se fosse um Flamengo x Corinthians, um Gre-Nal ou algo dessa grandeza (de apelo Nacional), repercutiria muito mais; só que como tem apelo Regional, o jogo Chapecoense x América nesta segunda-feira passou “meio batido”, mas pode ter sido considerado o pior jogo do uso do VAR no Campeonato Brasileiro 2021.
Sobre as lambanças, compartilho aqui: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/9067894/brasileirao-chapecoense-empata-com-o-america-mg-e-segue-sem-vencer-em-noite-de-arbitragem-conturbada?platform=amp
O que eu quero chamar a atenção é: nesta última semana, os árbitros passaram por imersões, treinamentos intensivos e concentrações TREINANDO o uso do VAR em Águas de Lindoia-SP, no espaço onde a CBF aluga para o “desenvolvimento do uso do árbitro de vídeo” (aliás, as fotos da confraternização dos términos do evento são muito bacanas). Também faz 15 dias que inaugurou-se o Centro de Excelência da Arbitragem, na sede da CBF.
Se tanto dinheiro está sendo gasto; se treinamento existe – mas os resultados não aparecem – conclue-se que:
Já é hora de repensarmos o uso do VAR ou não no Brasil (o que é permitido pela FIFA), com a seguinte justificativa: está valendo a pena ou não?
Do jeito que está, é mais barato e mais justo esportivamente falando não usá-lo.
Acréscimo: sobre treinamento e custo do VAR, nos itens 4 e 5 deste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/03/var-vale-a-pena-repensa-lo-em-7-topicos/
Na semana em que tivemos muitas queixas contra a arbitragem sul-americana, o jornal Olé noticiou que o chefe dos árbitros da Conmebol, o brasileiro Wilson Luís Seneme, houvera sido demitido.
Muita gente deu como certa a queda (que não ocorreu) e outros corrigiram a infirmação. Mas o que aconteceu?
Seneme não caiu, embora a pressão era (e é) grande. Afinal, veja o número de equipes brasileiras e de argentinas classificadas para a próxima fase da Libertadores da América. No futebol, federações e clubes nunca fazem “mea culpa” e procuram sempre um bode expiatório para justificar sua incompetência.
Mas considere:
1- Erros e acertos acontecem aos montes na arbitragem. E se destaque as queixas de Boca Juniors e Cerro Porteño contra Atlético Mineiro e Fluminense. Mas quantos outros equívocos (tão ou mais cabeludos) já ocorreram no torneio ao longo dos anos e não tiveram a mesma repercussão? Dependendo da “vítima”, o volume de reclamações aumenta mais.
2- Por ser brasileiro, Seneme conta com a antipatia dos países de língua espanhola (uma situação histórica no futebol do continente: Brasil vs Demais). E a costumeira pressão da AFA sobre a Conmebol sempre fez efeito. Não dá para deixar de lembrar das peripécias de Nicolas Leoz e Carlos Alarcon… o aceite de pedidos é fato público, onde vira-e-mexe a história nos mostra picaretagens.
3- O nível da arbitragem sul-americana é baixo atualmente. Os melhores estavam na Copa América, e por conta do calendário apertado, foram escalados nos jogos (que foram polêmicos), a “segunda linha” dos juízes do quadro internacional.
4- A grande questão para a manutenção de Seneme é: a CREDIBILIDADE! Ele, diferente dos demais gestores que ali passaram, tem a fama de honesto. E os clubes sabem de tudo isso (que Seneme faz o que pode, que não aceita pedidos e que não existe um bom nome à disposição). Portanto: por enquanto (pois a pressão realmente é enorme) Seneme não cai. Se cairá num futuro próximo, não creio. A médio e longo prazo, pelos antecedentes da Conmebol (veja o número de ex-presidentes envolvidos no FIFAgate), não duvido.
A verdade é: ter alguém que não diz “Amém” aos argentinos é irritante para a cartolagem hermana.
Quando a fase é ruim, nada dá certo. Prova disso é o inferno que vivem Botafogo e Vasco da Gama na série B – ambos sem técnico e lutando para não ficarem mais um ano longe da elite.
Especula-se que Lisca, Dorival Júnior e Vanderlei Luxemburgo recusaram o Fogão. Já o Time da Colina deve se preparar para recusas como as recebidas pelo seu co-irmão.
Times historicamente grandes, que não conseguem um título de expressão há um bom tempo, precisam se reinventar dentro e fora de campo. Mas como fazer isso sem dinheiro e/ou competência administrativa?
A pergunta que se deve fazer é: os dois cariocas estão vivendo uma prolongada fase ruim ou já se pode admitir que estão em uma nova e definitiva realidade de queda de patamar, diferente de seus rivais Flamengo e Fluminense?
Em tempo: faça a mesma indagação ao Cruzeiro…
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Depois da Copa América e da Eurocopa, tanto Conmebol e UEFA fazem suas avaliações sobre o trabalho dos árbitros.
Na América do Sul, notou-se a dificuldade de coibir a indisciplina dos atletas locais (que é uma questão cultural). Partidas razoavelmente apitadas, com “aceite” de milonga. Destaque positivo para Raphael Claus, que imagino: poderia ter sido escalado à final caso a Seleção Brasileira fosse eliminada em fases anteriores.
Na Europa, jogos com comportamento melhor dos jogadores e árbitros usando muito melhor o ferramental tecnológico à disposição: ou seja, o uso correto do VAR como auxílio – e não substituição de decisor – à arbitragem. Destaque para as ótimas atuações do alemão Félix Brych (do pênalti dificílimo – mas correto – de Inglaterra x Dinamarca) e Björn Kuipers, o holandês da decisão.
Pós competições continentais, o objetivo é único: escolher definitivamente os árbitros para a Copa do Mundo do Catar em 2022.
No Brasil, o goiano Wilton Sampaio e o paulista Raphael Claus estavam sendo trabalhados há algum tempo – ora se falando que o goiano Sampaio poderia ir como VAR (embora tenha sido criada uma lista de “árbitros especialistas em VAR” internacional), ora como árbitro principal. Até pelas atuações e escalas, parecia-me que Claus seria “bola cantada”, já que estava em melhor fase e sendo melhor preparado.
Entretanto…
A iniciativa da FIFA em criar um “evento inclusivo” mudou tudo: desejando mostrar a diversidade, a meritocracia e até mesmo a força feminina num país machista, escalou a paranaense Edina Alves Batista para o Mundial de Clubes no Catar. E deu certo! Ela, que já estava apitando muito bem no Campeonato Brasileiro, deu conta do recado e foi aclamada por torcedores, jogadores, árbitros e imprensa. Atuou corretamente e atingiu todos os índices físicos exigidos.
Para muitos, a “inclusão” foi uma jogada de marketing. Que seja! A meritocracia valeu mesmo assim. Só que voltando ao Brasil, Edina teve uma superexposição e desencadeou ciúmes e discriminação por sexismo. Muitos homens que deixavam de ser escalados usaram o argumento mesquinho de que “só porquê é mulher”… E a torcida para que ela errasse em campo, por muitos, aconteceu. Vide o episódio complicado envolvendo Internacional x Red Bull Bragantino (para não nos alongarmos, aqui neste link: https://wp.me/p55Mu0-2OK).
Apesar do árbitro Leandro (citado na matéria acima) ser punido e Edina voltado a apitar, ela foi escalada como primeira mulher a apitar na Libertadores da América Masculina, além de ter sido confirmada nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas suas escalas no Brasil, contraditoriamente, “minguaram”.
No Paulistão, Claus trabalhou nas finais da A1, e Edina na A2. No Brasileirão, escalas normais para Claus antes da ida à Copa América. Para Edina, nenhum clássico nacional, mas jogos “menos apelativos”. Sua última partida foi Cuiabá 2×2 Ceará, onde ela expulsou Pepê (jogador do time mandante) pelo 2o cartão amarelo ainda no 1o tempo CORRETAMENTE.
A questão é:
Uma impressão particular que tenho: Raphael Claus irá para a Copa do Mundo, representando o Brasil. E Edina Alves irá também, como árbitra convidada pela FIFA – e o que aparecerá de dirigente de arbitragem dizendo que o mérito dela é fruto da “confiança da Comissão de Arbitragem”… não tenha dúvida disso.
Em 2019, eu achava que o Brasil poderia ter um rumo positivo. Torci, mas me decepcionei – em especial com a truculência, má gestão da pandemia e o grande fator de oposição do Governo Bolsonaro: o cidadão Jair Messias!
Alguns bons ministros sustentam a atual gestão, que sofre com as bobagens desnecessárias ditas pelo presidente (como dizer que a vacina do Butantan não funciona, o descrédito no uso de máscaras, a omissão nas denúncias de seus pares ou ainda que “se não tivermos voto impresso, não tem eleição”).
Uma pena que seja assim. Quero uma presidente competente, honesto e que tenha credibilidade, e não vejo nenhum pré-candidato preenchendo essa lacuna.
Compartilho esse texto de 3 anos:
TODOS QUE GOVERNARAM REVOLUCIONARAM O BRASIL?
Um dia, FHC disse que revolucionou o Brasil com o Plano Real.
Outro dia, também Lula alardeou que revolucionou a nação com suas ações administrativas enfatizando em seu discurso dizendo “nunca antes nesse país”.
Outrora, foi a vez da presidente Dilma Roussef, em entrevista à TV Al Jazeera (dê um Google para achar essa pérola) bater na tecla de que promoveu uma revolução social democrática em sua administração.
Por último, Michel Temer diz que mudou os rumos do país ao assumir a Presidência, revolucionando os caminhos da crise em rumo do crescimento econômico e da geração de emprego.
Ok, todos fizeram algumas coisas, acertando e errando. Mas com esses 4 últimos “revolucionários”, o Brasil continua igual em péssimos índices sociais e de corrupção.
Gozado, onde está essa revolução de fato? Será que ela virá DE VERDADE com Bolsonaro, ou teremos mais do mesmo? Afinal, esperar até 2022 para que um novo comandante tente de novo, vai ser dose. Mas confesso ter receio na competência de Jair, respeitosamente falando.
Se tudo o que se propagandeia é verdade, seriamos o Canadá, a Noruega, o Japão…
Em vídeo, atualizado, em: https://youtu.be/DIELWUioWGI
Na minha esteira, enquanto eu estava correndo e ouvindo meu rádio, escutei durante a canção “Utopia” do Padre Zezinho SCJ (mítico sacerdote da música católica), ele pausando a apresentação e falando sobre a “responsabilidade e a competência de quem leva uma mensagem”.
Disse:
“Não é porque você está na televisão, que você é melhor ou pior do que alguém. A única diferença dos outros que estão fora da grande mídia é que a sua ‘fala’ vai mais longe”!
Sensacional. Serve para todas as atividades profissionais que tem espaço na TV (independente de crenças ou descrença)… Precisamos de humildade. Carecemos de senso de didática. Necessitamos de vozes diversas para crescermos e aprendermos.
Diante de tudo isso, tenhamos a certeza: somos competentes com ou sem repercussão – e isso nos faz importantes para nós mesmos!
Quando se vai escalar um árbitro para um jogo importante, você avalia algumas nuances. Por exemplo: a importância das equipes. Em qualquer clássico, haverá sempre a preocupação de colocar um juiz que tenha boa qualidade.
1- Especificamente para o Majestoso desta 4a feira: se Corinthians x São Paulo estivessem em condições mais tranquilas (não sendo pressionados pelo mau futebol apresentado e pela pontuação na tabela de classificação), você poderia confiar a partida a algum jovem talento, como algum aspirante à FIFA, a fim de testá-lo (afinal, escalar um árbitro com potencial somente em jogos medianos e nunca em um clássico é deixar de submetê-lo à prova de fogo). Sem torcida nas arquibancadas, melhor ainda para tal teste!
2- Porém, se estivessem brigando pela liderança do campeonato nas rodadas finais, você escalaria o “bola da vez”: aquele árbitro que está sendo escalado constantemente nos jogos da TV aberta e que está em ótimo momento, independente de ser da FIFA ou não. Você escolhe o que está em “boa fase”.
3 – Dito tudo isso, você chega à real situação do jogo de hoje: equipes com os bastidores fervendo e cobrança de resultados melhores, onde ninguém quer perder para não assumir o “estado de crise”. Quem deve apitar? Você não se socorre ao jovem árbitro para testá-lo (há risco de sucumbir aos atletas mais veteranos), nem ao “bola da vez” (que de tanto estar exposto, pode se preocupar com o protagonismo e isso nunca é bom), mas sim aos que “resolvem o problema”– pela experiência e pelo nome conquistado).
4 – Sendo em SP, a primeira opção seria Raphael Claus (que não pode apitar pois está na Copa América). A segunda seria Flávio Rodrigues de Souza, que nas últimas semanas teve um excesso de escalas da FPF envolvendo essas equipes e no seu último Majestoso vimos um empate modorrento (então é melhor evitá-lo). A 3ª e a 4ª seriam Luiz Flávio de Oliveira (mas que já está escalado no “Fla-Flu paulistano de domingo”) e Edna Alves Batista (que não tem tido a mesma confiança em jogos de importância na CBF). Sobram, portanto, os árbitros da categoria “Masters”, que são os ex-FIFAS experientes. Sem pensar muito: Leandro Pedro Vuaden (que foi o escalado).
5 – A escala é ótima (ele é a melhor opção disparado), pois:
A) Tem a confiança de quem o escalou, seu conterrâneo gaúcho “Leonardo Gaciba”.
B) Estará realizando seu jogo 242 no Brasileirão da 1a divisão em 20 anos de carreira, superando Dulcídio Wanderley Boschila (241 jogos) e entrando para os 10 árbitros mais escalados da história (Heber Roberto Lopes, Carlos Eugênio Simon e Arnaldo César Coelho são os Top 3 – Vuaden se aproxima das marcas de Wilson de Souza Mendonça, o 8º, e José de Assis Aragão, o 9º).
C) Ontem ele completou 46 anos, e está de bem com a vida. Isso pode parecer pouco, mas ajuda.
D) Nessas condições, fica a observação: o árbitro não tem que mostrar mais nada para ninguém, pode apitar sem amarras e tomar decisões sem fazer média ou se preocupar com reclamações. Prova disso: o relatório “descomprometido de pudores” com “os dizeres escritos claramente” feito contra Cuca, expulso pelo Atlético Mineiro).
Diante de tudo isso, fica a dica aos jogadores e atletas: joguem bola, evitem cartões ou reclamações.
Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Cel Nunes, Rogério Caboclo… cada figura presidiu a CBF, não?
Faça um esforço: qual nome poderíamos sugerir como presidente da CBF, a fim de recuperar a sua imagem?
Para tanto, tente encontrar alguém com 3 virtudes: honestidade, competência e poder de agregação.
Consegue encontrar alguém para liderar essa mudança?

Foto: Divulgação CBF.
Que emocionante a 500 milhas de Indianápolis! Mais ainda com a vitória do brasileiro Hélio Castroneves (conquistando seu tetracampeonato).
O decorrer da corrida aqui: https://motorsport.uol.com.br/indycar/news/helio-castroneves-da-show-no-fim-e-faz-historia-ao-vencer-500-milhas-de-indianapolis-pela-quarta-vez/6518561/
O único problema da Fórmula Indy é que a prova é cansativa… para o telespectador comum, como eu, “valem as voltas finais”. Mas, lógico, para os aficcionados, ela é sensacional da primeira volta até a bandeirada.
O que falar de alguém que ganha 4 vezes a mais emblemática prova de automobilismo do mundo? Sem contar com a capacidade dos EUA de realizarem grandes eventos – com muito público, pois ela estão vacinados!

Eu sou defensor inconteste do clube-empresa, seja para os pequenos clubes formadores (um exemplo bacana: o Metropolitano, de Jundiaí, que tem seus objetivos bem claros dentro dos seus propósitos em revelar atletas) ou para os grandes conglomerados (o City Group, dono do Manchester City e outros tantos times, é o exponencial: vide o magnífico CT construído para o Montevideo City Torque, sua recente aquisição).
Se o propósito é ter lucro, ganhar títulos, apresentar talentos jovens, fazer marketing ou simplesmente sobreviver, não importa. Importa é que a realidade está aos nossos olhos e será inevitável no futuro: os grandes de hoje não serão necessariamente grandes daqui há 20 anos!
Quando estamos na história, não a percebemos acontecer com profundidade. Nos anos 60, o inglês Nottingham Forest era campeão da UEFA Champions League. O Nuremberg era o “grandão” da Alemanha, e o Botafogo servia a Seleção Brasileira (em seus melhores anos) com metade do seu plantel. E hoje, como estão esses outroras incontestáveis clubes grandes?
Escrevemos sobre “grandeza dos clubes” quando o próprio Botafogo caiu, e abordamos os “conglomerados de clubes-empresas” aqui: https://wp.me/p4RTuC-teV.
Pois bem: o Red Bull Bragantino tem feito muito bem a sua parte, classificado para a segunda fase da Copa Sulamericana após uma combinação de resultados e sua vitória fora de casa contra o Tolima (somente o 1o do grupo se classifica nesta competição). E os demais brasileiros, o que fizeram? Vide o Corinthians, eliminado logo no quarto jogo dos seis existentes.
A fase de maior conquistas de títulos do Paulista de Jundiaí (se considerados os anos de parceria em relação à proporcionalidade dos anos de sua centenária história) foi como clube-empresa junto à Parmalat, quando o time mudou o nome para Etti Jundiaí – e deixou, além dos acessos no Brasileirão e no Paulistão (com títulos nas divisões inferiores), a semente que frutificou na Copa do Brasil. Depois da co-gestão e da colheita desses louros, sucumbiu à quarta-divisão estadual.
Diferente de co-gestão, o Red Bull é dono dos clubes que administra. E é essa a nova tendência: clube ter dono, como na Inglaterra, na Itália, nos EUA…
Engana-se que o futebol não muda. Ele é dinâmico e não percebemos – dentro e fora de campo. Quem resistiu aos modelos WM de jogo, ficou para trás. Quem imaginaria o sistema de Cartões Amarelos e Vermelhos, substituições e impedimentos com dois atletas atrás da linha da bola nos anos 40? Como pensar que o poderoso Paulistano, tão campeão no Estado de São Paulo, seria uma lembrança no futebol paulista? Ou ainda: que nos tempos em que negros eram excluídos do futebol e que imperava o amadorismo (com a humilhação das histórias do pós-de-arroz), hoje possuiriam salários milionários por mês e estariam até jogando em seleções nórdicas?
Tudo se transforma. Talvez nossa geração não veja os “novos grandes”, mas ocorrerá com nossos filhos ou netos. Garotos de 12 anos não sabem que a Portuguesa, o América e o Bangu tinham certa frequência em 1as divisões, mas conhecem as escalações de Barcelona, Real Madrid ou PSG. Aliás, o que era (nem existia) o PSG nos anos 50? O Bayern era inexistente até os anos 70…
Mesmo se o Massa Bruta / Toro Loko não tivesse se classificado, o trabalho dentro e fora de campo é ótimo. Quiçá São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos fizessem isso…
Em tempo, é óbvio que existe resistência de alguns torcedores: dos que se apegam ao saudosismo, dos que relutam à modernidade em nome do “futebol-raiz” e dos que invejam o modelo e não o tem. À eles, a comparação é fácil: não usem o celular, mas sim o telefone fixo; não comprem Smart TVs, mas usem a de tubo; fiquem no Raio X e ignorem as Ressonâncias Magnéticas modernas. Ou, simplesmente, optem insistentemente pela máquina de datilografar ao invés do computador.
Os usuários desses equipamentos antigos (ou jogadores e torcedores de futebol) podem ser os mesmos, mas ficarão defasados com o passar dos anos até ficarem excluídos (ou serem bulinados) pelo tempo. Claro, o torcedor mais fanático não pensa em nada disso (até porquê o fanatismo impede a racionalidade).
IMPORTANTE: clube nos modelos tradicionais, se fica deficitário, empurra a dívida com a barriga. Clube-empresa, se tem prejuízo e não resolve, quebra. E isso significa: independente do modelo, a competência sempre deverá vir em primeiro lugar.
Eu sempre duvidei que Renato Gaúcho, apaixonado pelo Rio de Janeiro e que “não está precisando de dinheiro” (afinal, ganhou bastante nos últimos tempos), fosse aceitar a proposta do Corinthians (ainda mais à espera do Flamengo, já que nunca se pode esperar tranquilidade no relacionamento da torcida com Rogério Ceni).
Diego Aguirre também disse não. Aqui, fica a dúvida: questões financeiras, receio de elenco limitado ou descrédito com a diretoria? Qual teria sido o motivo da recusa?
Sylvinho disse sim. E no anúncio, ficou a propaganda que o “Corinthians é moderno” (vide abaixo).
Sinceramente? Acho um equívoco. O “moderno Tiago Nunes” foi dispensado pelo Timão. E, nesse momento, me causa espanto pois… qual a experiência de Sylvinho? Respeitosamente, acumulou derrotas e foi demitido no Lyon. Na Seleção Brasileira, estava “treinando” alguém?
Treinador que não pratica, perde a mão. Treinador que não tem experiência, só vai tê-la quando trabalhar. Mas logo de cara no Coringão?
Eu imaginava um nome “cascudo”, que pudesse “aguentar a pressão”. Mas não foi essa a linha da diretoria.
Aguardemos.
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Fato: com dor, vejo que o Futebol está como a Política: não há um nome sequer que possa trazer união entre os pares / diferentes, mostrar honestidade e competência para dar credibilidade à coisa…
Diga: qual pessoa contempla, hoje, essas virtudes: congregar a todos, fazer a coisa certa e mostrar ética / lisura nos atos?
Responda pensando na Presidência da República e na Presidência da CBF e constate: a primeira, muito maior que a segunda, coincide na ausência de alternativas…
Discussões à parte: hipoteticamente, saindo Caboclo devido ao seu imbrolho (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-uPa), entraria o vice mais velho, o Cel Nunes. Mas qual cartola do mundo do futebol poderia ser um bom nome para presidir a Confederação Brasileira de Futebol?
Julian Nagelsmann será o treinador do Bayern München para a temporada 2021/2022. Ele tem apenas 33 anos!
Não é surpreendente tal idade? Ele estava no RB Leipzig e substituirá Hansi Flick. Tem um curriculum muito bom, vide o que fez antes de chegar em Leipzig e estando lá, o resultado de seu trabalho.
Tomara que os atletas o respeitem! E se fosse no Brasil? Será que um treinador tão jovem teria amparo da diretoria de um time grande?
Ficaremos na dúvida.
1- Raul Gustavo (SCCP) derrubou Gabriel Taliari (ITU)?
2- Jemerson tocou propositalmente a mão na bola?
3- Houve uma simulação do atleta do Ituano após tudo isso?
4- Antes disso, havia impedimento de alguém?
Edina Alves, a árbitra da partida, havia entendido que um “quase pé-alto do zagueiro corintiano” tinha atingido o atacante ituano e interpretou como lance temerário, marcando pênalti (de acordo com o áudio capitado na cabine do VAR, mostrado pela Sportv). Nada disso, nem toca o adversário para ser tiro livre direto, nem é “jogada perigosa” (como dito antigamente) para marcar tiro livre indireto dentro da área.
Nadine Bastos, comentarista da Rede Globo, entendeu ser mão de Jemerson e marcaria pênalti. Não foi isso também.
Flávio Rodrigues de Souza, o VAR, chamou a árbitra para analisar o lance que não era nenhum desses, mas uma simulação posterior. Errou também.
Depois de longos 8 minutos e o acerto na decisão final (de cancelar a marcação do pênalti), fica bem claro que: é inadmissível que a árbitra tenha “jogado para o VAR” a decisão de confirmar ou não a marcação, e que isso tenha levado mais de 5’30” até ir, ela própria, à cabine para rever o lance. E depois disso, quase 2’30” para ela decidir diante do monitor.
O VAR não é um subterfúgio para tirar a responsabilidade do árbitro. Nem uma ferramenta para se reapitar o jogo. Tampouco, enfim, um instrumento para transferir o poder de decisão do árbitro para o VAR. O árbitro é a autoridade máxima da partida, e ao invés de esperar mais de 5 minutos para ir à cabine, ele deve resolver logo e tomar a decisão. É questão de inteligência, de não perder a dinâmica do jogo e nem estragar o entretenimento.
Tudo isso fez o jogo começar num dia e terminar no outro: sem prorrogação ou disputa de pênaltis. Um jogo simples, comum, só isso…
Em tempo: não se credite o ocorrido ontem ao fato de ser uma árbitra. Infelizmente, machistas de plantão podem confundir as coisas…
Do ano passado, mas com assunto atual. Abaixo:
Uma interessante matéria da Revista Isto É (ed 2498, pg64-65) mostra que as maiores vítimas do desemprego no Brasil são os jovens, sendo que a faixa entre 18 e 24 anos retrata quase 30% de taxa de desocupação.
Como conseguir trabalho nesse cenário?
Somente se destacando, tendo flexibilidade e evitando a ansiedade!
Abaixo:
HÁ VAGAS PARA JOVENS
A taxa de desocupação chega a 28% na faixa etária entre 18 e 24 anos — a mais alta entre todos os segmentos no País. Saiba como aumentar as chances de encontrar trabalho
Por Bárbara Libório
Eles são as maiores vítimas do desemprego. Só no primeiro semestre deste ano, a taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos alcançou 28,8%. No segundo semestre, embora tenha recuado levemente, permanece em 27,3%, o que equivale a 4,3 milhões de pessoas — a maior entre todas as faixas etárias segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há espaço para eles no mercado de trabalho? Sim, há. Mas as oportunidades serão melhores para quem conseguir se destacar. O segredo está em como fazer isso.
Em momentos de recessão, com as empresas realizando ajustes no quadro de funcionários, é comum que elas prefiram manter profissionais mais capacitados que possam dar resultados imediatos. Hoje, segundo a consultoria Manpower, a proporção é de quatro jovens desempregados para cada adulto com experiência na função. A formação superior é o primeiro passo, mas não resolve o problema. Ainda que o diploma universitário seja capaz de dobrar as chances de empregabilidade, a conclusão de uma faculdade leva tempo— que aumenta se o jovem decidir fazer uma pós-graduação.
Dominar um idioma estrangeiro pode ser um atalho. “Na hora de recrutar profissionais a gente enfrenta grande dificuldade no nível de idioma”, explica Maria Sartori, gerente sênior da recrutadora Robert Half. “Muita gente sai da faculdade e se pergunta se faz uma pós, um MBA, ou investe no inglês. A coisa mais certeira a se fazer além da graduação é a fluência em um segundo idioma.”
Se o momento não é o melhor para encontrar rapidamente uma colocação, especialistas recomendam que os jovens aproveitem esse tempo para buscar especializações mais rápidas. Stephanie Zanini, de 26 anos, apostou em cursos que vão de atendimento a cliente a marketing pessoal e digital, além de aulas de como falar em público. “Acho que existem dois caminhos para conseguir um emprego: primeiro, o marketing pessoal, cuidar bem do Linkedin, ter um novo currículo; e o segundo é tomar café com muita gente, bater na porta dos lugares em que você quer trabalhar”, afirma. Em agosto a bacharel em Ciências em Tecnologia concluiu o processo seletivo de trainee da Vetor Brasil e trabalha hoje na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.
Igor Castro, de 22 anos, também começou recentemente um programa de estágio de rotação em que ele passará pelas empresas Ambev, a McKinsey e Credit Suisse. Para ele, foi essencial para o sucesso a sensação de nunca estar satisfeito e buscar sempre algo mais. Na faculdade de engenharia, o jovem chegou a abrir uma startup de inovação e participou também da empresa júnior da USP. “Não é porque eu estava na USP que eu achava que ia aparecer a empresa dos sonhos”, afirma. “Eu entrei na empresa júnior para buscar mais, autonomia, liderança, responsabilidade.” Para Márcia Almström, diretora do ManpowerGroup, o contato com o mercado de trabalho deve começar cedo. “Quanto antes tiver contato, seja estágio ou trainee, melhor”, afirma. “A gente percebe que tem se postergado o momento do jovem entrar na corporação, fica para depois da pós ou do MBA, como se uma coisa tivesse que acontecer depois da outra, mas isso retarda o início da prática e faz o jovem sofrer mais dentro das companhias.” Os programas de estágio e trainee ainda são uma opção, mas também foram afetados pela crise. “Até três anos atrás, esses programas eram uma porta de entrada e 90% das pessoas permaneciam ali dentro. Hoje em dia percebemos que o índice de aproveitamento dos profissionais caiu drasticamente”, diz Sartori, da Robert Half.
FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS
Apesar das deficiências, os jovens podem (e devem) usar a seu favor características inata, como o uso da tecnologia e a flexibilidade para mudanças. O setor de tecnologia da informação é, inclusive, um dos que mais contratam jovens. “É um mercado onde a inovação acontece de maneira mais rápida e o profissional mais jovem consegue acompanhar de maneira mais fácil”, diz Sartori. “Em TI as coisas ficam obsoletas muito rapidamente, então o profissional com mais experiência têm mais dificuldade com o ritmo frenético.”
Além do Linkedin, outras tecnologias podem ser aliadas na busca por emprego. O TAQE que capacita e recomenda jovens que estão entrando no mercado de trabalho. “Por meio de games (jogos), aulas e testes com linguagem adequada ao público jovem, usamos dados para entender a cultura das empresas, assim como o perfil dos candidatos”, diz Renato Dias, CEO do TAQE. “A partir disso, nosso algoritmo cruza essas informações para preenchimento das vagas, reduzindo o custo e tempo de contratação, além de melhorar índices de turnover e produtividade das empresas.” Foi assim que Gabriel Gregório, de 17 anos, conseguiu um emprego em setembro deste ano no atendimento aos clientes da rede Cimemark. Para ele, a ferramenta foi fundamental para garantir sua contratação: “A empresa não necessariamente seleciona o candidato com o melhor currículo, mas quem oferece o que ela precisa para aquela posição”, afirma.
Um último conselho para se dar bem no mercado de trabalho é aprender a lidar com a ansiedade. “Os jovens precisam entender que o mercado de trabalho não anda no ritmo dele, tem que ter paciência para as coisas acontecerem, não é em um ou dois anos que se conquista o mundo.” É importante, porém, começar agora. Com os novos ares da economia, o mercado de trabalho também começa a dar sinais de reaquecimento. Será a hora de colocar em prática o que se aprendeu nos tempos difíceis.

Imagem extraída de: https://www.diferenca.com/trabalho-e-emprego/
Fabiano Monteiro dos Santos tem apenas 23 anos e somente há 4 temporadas apita pela FPF. Fez sua 1a partida pela série A1 na semana passada, em Ponte Preta 0x1 Santo André.
Eu defendo a renovação da arbitragem e a oportunidade aos mais jovens, DESDE que seja alicerçada, sem “padrinhos interessados”, olhando o potencial e sem queima de etapas. Meritocracia, em outras palavras.
No ano passado, um árbitro que foi muito mal nos jogos que trabalhei observando e comentando, Flávio Mineiro, que teria potencial de ir bem com bastante treino e experiência, saiu da 4a para a 1a divisão e jogou fora sua oportunidade. A CEAF-SP o “queimou” por não saber o momento certo de dar a grande chance. Foi da mesma forma lançado como Fabiano, sem fazê-lo ganhar experiência o suficiente.
Há outros jovens: João Vitor Gobbi e Demétrios Candançan, que elogiei bastante nas categorias menores. O primeiro está tendo mais experiência em outras divisões e solidificando melhor a carreira. O segundo está, igualmente a Fabiano, lançado “na marra”.
Se forem acima da média, aproveitarão a oportunidade. Mas o ideal é: passo-a-passo, paulatinamente, dando experiência para não perder talentos.
Abaixo, o choro de Fabiano na estreia que fez (nas rodadas iniciais é propício, mas num jogo da Ponte no Moisés Lucarelli, talvez nem tanto), e lembro: na arbitragem, não basta conhecimento técnico e bom desempenho físico. Precisa ter equilíbrio emocional, senão não aguenta o “tranco”.
Boa sorte aos novatos.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.