Há pouco, no Rosário da Madrugada, Frei Gilson lembrou uma catequese de São José Maria Escrivá:
“Quando corrigir fraternalmente alguém, o faz com delicadeza e mansidão, pois você é cristão. O faça com caridade e verdade (…) Quando corrigir um filho, saiba que isso dói muito, pois amamos os nossos filhos e a correção é um ato de amor dolorido. O faça na medida certa, com firmeza e com carinho”.
Sabemos fazer isso?
