– O perdão das dívidas financeiras das Igrejas foi aprovado na surdina?

“A Deus o que é de Deus, a César o que é de César”, disse Jesus quando questionado sobre o pagamento de impostos frente a uma moeda de denário.

Tem sido assim?

Cerca de R$ 1,4 bilhão em renúncia fiscal da CSLL foi realizada nesta semana, e passou tão despercebido… Mas como isso ocorreu?

Você pode ler a matéria no link do Valor Econômico, aqui: https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/03/17/em-aceno-a-evangelicos-governo-avalia-perdoar-r-14-bi-em-dividas-de-igrejas.ghtml.

Basicamente, aconteceu o seguinte: o deputado federal David Soares (filho do Reverendo RR Soares, da Igreja Internacional da Graça) apresentou uma proposta de perdão das dívidas e anistia para as Igrejas, alegando que isso sacrificava demais a administração dos templos. O chefe do executivo Jair Bolsonaro vetou e a proposta  voltou ao Congresso Nacional. Porém, Lula conseguiu se tornar novamente elegível neste meio tempo e o presidente se viu pressionado pela bancada evangélica, que usou o argumento do número de fiéis / eleitores interessados nesta aprovação. Então, a pedido do Presidente Bolsonaro, a Câmara derrubou o SEU PRÓPRIO VETO e aprovou essa renúncia fiscal.

Quem pressiona mais, parece persuadir melhor nesta gestão (e em outros governos também), não?

A CNBB divulgou uma nota contrária a essa decisão alegando que estaria “sob o risco de surgirem interesses particulares que maculem a própria discussão”.

As Igrejas que mais devem (ou deviam) hoje são:

  • Igreja Internacional da Graça de Deus (R$ 145,3 milhões), liderada por RR Soares, pai do deputado-autor da proposta.
  • Igreja Mundial do Poder de Deus (R$ 90,5 milhões), liderada por Valdemiro Santiago.
  • Igreja Apostólica Renascer em Cristo (R$ 33,4 milhões), liderada pelo Apóstolo Estevam Hernandes e a bispa Sônia,
  • Associação Vitória em Cristo (R$ 35,7 milhões), liderada por Silas Malafaia.

O Editorial da Folha de São Paulo, de 2a feira, foi perfeito. Da página 2 da edição 22/03/2021, abaixo:

EDITORIAL DA FOLHA

Para dar privilégio às igrejas, Bolsonaro estimula derrubada de seu próprio veto

No intuito de auferir vantagens pessoais ou eleitorais, Jair Bolsonaro não titubeia em atropelar os interesses do Estado, subvertendo atribuições fundamentais do Poder Executivo e enfraquecendo mecanismos institucionais pelos quais deveria zelar.

Esse comportamento incendiário ficou mais uma vez explícito na derrubada pelo Parlamento dos vetos presidenciais referentes a dívidas fiscais e previdenciárias das igrejas, cujo incentivador maior foi ninguém menos que aquele que os havia imposto.

O despautério partiu do Congresso. Em setembro, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto permitindo que as igrejas deixassem de pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Como se o milagre fosse pouco, ainda as anistiou de dívidas tributárias que somam mais de R$ 1 bilhão.

Tais débitos relacionam-se a cobranças feitas pela Receita Federal, que nos últimos anos identificou manobras de templos para distribuir lucros e remuneração variável a funcionários sem o devido pagamento de tributos.

O que já seria mais que questionável em condições normais ganha ares de escândalo no atual estado de penúria das contas públicas.

As igrejas, como se sabe, gozam há mais de 70 anos de imunidade constitucional para tributos, dispositivo que impede União, estados e municípios de cobrar impostos e contribuições que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços promovidos por centros religiosos. Com o projeto aprovado, o Congresso ampliou ainda mais esse rol de privilégios.

Pressionado pelo Ministério da Economia para que vetasse a norma, Bolsonaro deu uma no cravo e outra na ferradura.

O mandatário seguiu a recomendação técnica, alegando que poderia terminar incorrendo em crime de responsabilidade, por desrespeito à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Ato contínuo, porém, declarou que, caso fosse deputado ou senador, votaria pela derrubada do veto quando o projeto retornasse ao Congresso.

A jogada, paradoxal apenas na aparência, tem um sentido óbvio: permite a Bolsonaro afagar suas bases eleitorais sem arcar com o ônus político da decisão. Que para isso acabe corrompendo um instrumento essencial da Presidência, destinado a evitar a promulgação de leis contrárias ao interesse público, parece mero detalhe.

O que significa Dê César o que é de César e a Deus o que é de Deus? - Versiculos

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Como um católico pode se confessar sem padre em tempo de Quarentena (de acordo com o CIC).

Não é nenhum subterfúgio, engodo ou desculpa para não procurar um padre para se confessar, mas confessar-se diretamente a Deus é uma opção em casos extremos como os que vivemos, em que a Igreja Católica permite que façamos a fim de nos reconciliarmos dignamente.

Nesse momento em que as Igrejas estão fechadas e os atendimentos paroquiais restritos, estando no Tempo da Quaresma e necessitando do Sacramento da Confissão, o Papa Francisco nos orienta seguir o que diz o Catecismo da Igreja Católica.

Abaixo, extraído de: Vatican News (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-recorda-como-receber-perdao-sem-sacerdote.html_).

O PAPA RECORDA COMO RECEBER O PERDÃO SEM O SACERDOTE

A salus animarum, a salvação das almas é a lei suprema da Igreja, o critério interpretativo fundamental para determinar o que é justo. É por isso que a Igreja sempre procura, de todos os modos, oferecer a possibilidade de se reconciliar com Deus a todos aqueles que o desejam, que estão em busca, esperando ou que, de alguma forma, se dão conta de sua condição e sentem a necessidade de serem acolhidos, amados e perdoados. Nestes tempos de emergência devido à pandemia, com pessoas gravemente doentes e isoladas nas unidades de terapia intensiva, bem como para as famílias que são solicitadas a permanecerem em casa para evitar a difusão do contágio, é útil lembrar a todos a riqueza da tradição. Foi o que fez o Papa Francisco durante a homilia da missa na Santa Marta na sexta-feira, 20 de março.

“Eu sei que muitos de vocês se confessam para a Páscoa a fim de se reconciliar com Deus”, disse o Papa. “Mas muitos me dirão hoje: ‘Mas, padre, onde posso encontrar um sacerdote, um confessor? Não se pode sair de casa! E eu quero fazer as pazes com o Senhor, quero que Ele me abrace, que o meu pai me abrace. O que posso fazer se não encontro um sacerdote?’ Você faz o que diz o Catecismo”.

“É muito claro: se você não encontra um sacerdote para se confessar”, explicou o Papa, “fale com Deus, ele é seu Pai. Diga-lhe a verdade: ‘Senhor, eu fiz isso e aquilo. Perdoa-me’. “Peça-lhe perdão de todo o coração, com o Ato de Contrição e prometa-lhe: ‘Depois, eu vou me confessar, mas perdoa-me agora’. E logo você retornará à graça de Deus. Você mesmo pode se aproximar, como o Catecismo nos ensina, do perdão de Deus sem ter um sacerdote. Pensem nisso: este é o momento! E este é o momento certo, o momento oportuno. Um Ato de Contrição bem feito e a nossa alma se tornará branca como a neve”.

O Papa Francisco se refere aos números 1451 e 1452 do Catecismo da Igreja Católica, promulgado por São João Paulo II e redigido sob a orientação de Joseph Ratzinger, naquela época prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O Catecismo, citando o Concílio de Trento, ensina que entre os atos do penitente, a “contrição” ocupa o primeiro lugar. Ela é «uma dor da alma e uma reprovação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro».

«Quando procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas, a contrição é dita «perfeita» (contrição de caridade)», afirma o Catecismo. «Uma tal contrição perdoa as faltas veniais: obtém igualmente o perdão dos pecados mortais, se incluir o propósito firme de recorrer, logo que possível, à confissão sacramental». Portanto, na expectativa de ser absolvido por um sacerdote assim que as circunstâncias permitirem, é possível ser perdoado imediatamente com esse ato. Isso já tinha sido afirmado também pelo Concílio de Trento, no capítulo 4 da Doctrina de sacramento Paenitentiae, onde se afirma que a contrição acompanhada pela intenção de se confessar «reconcilia o homem com Deus, mesmo antes que esse sacramento seja realmente recebido».

Em: https://youtu.be/KRIBt3UhrjU

– A força do Sacramento da Confissão! Perdoar-se, perdoar por Deus, perdoar ao Próximo e sentir a Graça do perdão!

Em tempos de ódio e de falta de perdão, num mundo tão competitivo, vale questionar: temos nos reconhecidos pecadores? Estamos cientes de quando erramos? E buscamos nos limpar espiritualmente, com o desejo ardente de buscar um dia-a-dia mais pleno, amoroso e ardoroso?

Bem direto: Temos nos confessado ou dado o devido valor à permissão de galgar tal presente dado pelo próprio Cristo?

Muitas vezes, ouvimos o termo Sacramento da Penitência e temos uma imagem sisuda de tal graça que nos é concedida por Deus. Ao contrário: a Igreja Católica nos convida a reconciliar com Deus, consigo e com o próximo, permitindo, através da Confissão, apagar nossas mágoas e faltas, remorsos e erros, ressentimentos e equívocos, buscando a abundância da alegria de uma vida plena.

Claro, deve-se estar arrependido de coração e ter o árduo desejo de não pecar mais. A importância e eficácia deste sacramento são abordados ao longo do CIC (Catecismo da Igreja Católica), mas destaco em particular:

“O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos apóstolos e lhes disse: ‘recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos’ (jo 20, 22-23)”.

Tal preciosidade não pode ser colocada em dúvida, e nem devemos nos questionarmos se fomos “perdoados mesmos“. Creia na Misericórdia, sem vacilar!

Alguém disse (me perdoe a não citação, tenho anotado em meus rascunhos):

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”.

Dessa forma, não tenhamos medo de gozar da reconciliação que nos foi dada pelo mesmo Jesus Cristo, Filho do Pai, que morreu por amor a nós e vivo está ressuscitado! O perdão está aí: para nos ajudar a viver em paz; caindo e levantando, mas sempre confiando no Amor que reconstrói (que é o perdão).

– A visão do Mundo de quem crê e não crê em Deus / A importância da Oração:

Uma importante mensagem do Papa Francisco que deveria ser lida e refletida todos os dias: o quão o demônio dá uma visão negativa das coisas, e, ao contrário, o quão Deus nos anima e nos traz à verdade e esperança.

Sobre a importância de rezar,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=TDYWWA6Y5MI

– A volta das atividades pastorais e evangelizadoras na Diocese de Jundiaí

Ufa! Parece que foi uma eternidade o tempo de espera: enfim, há possibilidade de, com todos os protocolos sanitários sendo cumpridos, voltar às atividades catequéticos e outras pastorais da Igreja Católica em ação efetiva.

A Diocese de Jundiaí divulgou um conjunto de normas no decreto do Bispo Dom Vicente Costa. Isso é ótimo!

O link em: https://dj.org.br/decreto-sobre-a-retomada-das-atividades-da-acao-evangelizadora/?fbclid=IwAR2iRygbtyqRBF_7uqaHaQKbP3iGjia544-3sItmasDdH782xnasCp9ESrg

– E as catequeses com a Pandemia?

Hoje, celebramos a Santa Missa com o Evangelho do Bom Pastor! Devido à crise sanitária, via TV.

Enquanto a filha mais nova acompanha com seu pianinho a celebração, a filha mais velha lembra que, se não existisse a pandemia, hoje seria o dia da tão esperada Primeira Comunhão dela.

E os amigos que lêem e comungam da mesma fé: como está a questão da suspensão da Catequese nas suas paróquias?

Por aqui, não se viabilizou (até se tentou) por plataformas interativas como o Zoom. Para os adolescentes da Crisma, já é uma ferramenta mais adequada, diferentemente do que para os menores.

Que Deus fortaleça os catequistas e catequizandos nessa época.

Imagem

– Como um católico pode se confessar sem padre em tempo de Quarentena (de acordo com o CIC).

Não é nenhum subterfúgio, engodo ou desculpa para não procurar um padre para se confessar, mas confessar-se diretamente a Deus é uma opção em casos extremos como os que vivemos, em que a Igreja Católica permite que façamos a fim de nos reconciliarmos dignamente.

Nesse momento em que as Igrejas estão fechadas e os atendimentos paroquiais restritos, estando no Tempo da Quaresma e necessitando do Sacramento da Confissão, o Papa Francisco nos orienta seguir o que diz o Catecismo da Igreja Católica.

Abaixo, extraído de: Vatican News (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-recorda-como-receber-perdao-sem-sacerdote.html_).

O PAPA RECORDA COMO RECEBER O PERDÃO SEM O SACERDOTE

A salus animarum, a salvação das almas é a lei suprema da Igreja, o critério interpretativo fundamental para determinar o que é justo. É por isso que a Igreja sempre procura, de todos os modos, oferecer a possibilidade de se reconciliar com Deus a todos aqueles que o desejam, que estão em busca, esperando ou que, de alguma forma, se dão conta de sua condição e sentem a necessidade de serem acolhidos, amados e perdoados. Nestes tempos de emergência devido à pandemia, com pessoas gravemente doentes e isoladas nas unidades de terapia intensiva, bem como para as famílias que são solicitadas a permanecerem em casa para evitar a difusão do contágio, é útil lembrar a todos a riqueza da tradição. Foi o que fez o Papa Francisco durante a homilia da missa na Santa Marta na sexta-feira, 20 de março.

“Eu sei que muitos de vocês se confessam para a Páscoa a fim de se reconciliar com Deus”, disse o Papa. “Mas muitos me dirão hoje: ‘Mas, padre, onde posso encontrar um sacerdote, um confessor? Não se pode sair de casa! E eu quero fazer as pazes com o Senhor, quero que Ele me abrace, que o meu pai me abrace. O que posso fazer se não encontro um sacerdote?’ Você faz o que diz o Catecismo”.

“É muito claro: se você não encontra um sacerdote para se confessar”, explicou o Papa, “fale com Deus, ele é seu Pai. Diga-lhe a verdade: ‘Senhor, eu fiz isso e aquilo. Perdoa-me’. “Peça-lhe perdão de todo o coração, com o Ato de Contrição e prometa-lhe: ‘Depois, eu vou me confessar, mas perdoa-me agora’. E logo você retornará à graça de Deus. Você mesmo pode se aproximar, como o Catecismo nos ensina, do perdão de Deus sem ter um sacerdote. Pensem nisso: este é o momento! E este é o momento certo, o momento oportuno. Um Ato de Contrição bem feito e a nossa alma se tornará branca como a neve”.

O Papa Francisco se refere aos números 1451 e 1452 do Catecismo da Igreja Católica, promulgado por São João Paulo II e redigido sob a orientação de Joseph Ratzinger, naquela época prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O Catecismo, citando o Concílio de Trento, ensina que entre os atos do penitente, a “contrição” ocupa o primeiro lugar. Ela é «uma dor da alma e uma reprovação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro».

«Quando procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas, a contrição é dita «perfeita» (contrição de caridade)», afirma o Catecismo. «Uma tal contrição perdoa as faltas veniais: obtém igualmente o perdão dos pecados mortais, se incluir o propósito firme de recorrer, logo que possível, à confissão sacramental». Portanto, na expectativa de ser absolvido por um sacerdote assim que as circunstâncias permitirem, é possível ser perdoado imediatamente com esse ato. Isso já tinha sido afirmado também pelo Concílio de Trento, no capítulo 4 da Doctrina de sacramento Paenitentiae, onde se afirma que a contrição acompanhada pela intenção de se confessar «reconcilia o homem com Deus, mesmo antes que esse sacramento seja realmente recebido».

Em: https://youtu.be/KRIBt3UhrjU

– A força do Sacramento da Confissão! Perdoar-se, perdoar por Deus, perdoar ao Próximo e sentir a Graça do perdão!

Em tempos de ódio e de falta de perdão, num mundo tão competitivo, vale questionar: temos nos reconhecidos pecadores? Estamos cientes de quando erramos? E buscamos nos limpar espiritualmente, com o desejo ardente de buscar um dia-a-dia mais pleno, amoroso e ardoroso?

Bem direto: Temos nos confessado ou dado o devido valor à permissão de galgar tal presente dado pelo próprio Cristo?

Muitas vezes, ouvimos o termo Sacramento da Penitência e temos uma imagem sisuda de tal graça que nos é concedida por Deus. Ao contrário: a Igreja Católica nos convida a reconciliar com Deus, consigo e com o próximo, permitindo, através da Confissão, apagar nossas mágoas e faltas, remorsos e erros, ressentimentos e equívocos, buscando a abundância da alegria de uma vida plena.

Claro, deve-se estar arrependido de coração e ter o árduo desejo de não pecar mais. A importância e eficácia deste sacramento são abordados ao longo do CIC (Catecismo da Igreja Católica), mas destaco em particular:

“O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos apóstolos e lhes disse: ‘recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos’ (jo 20, 22-23)”.

Tal preciosidade não pode ser colocada em dúvida, e nem devemos nos questionarmos se fomos “perdoados mesmos“. Creia na Misericórdia, sem vacilar!

Alguém disse (me perdoe a não citação, tenho anotado em meus rascunhos):

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”.

Dessa forma, não tenhamos medo de gozar da reconciliação que nos foi dada pelo mesmo Jesus Cristo, Filho do Pai, que morreu por amor a nós e vivo está ressuscitado! O perdão está aí: para nos ajudar a viver em paz; caindo e levantando, mas sempre confiando no Amor que reconstrói (que é o perdão).

Resultado de imagem para Confissão

– E quando morrermos, se formos para o Céu, como será a relação com aquele (a) que nos demos em Matrimônio?

Dias atrás o Evangelho repercutiu a pergunta de uma pessoa a Jesus sobre uma mulher, que casada com mais de um marido por viuvez, de qual forma seria a relação conjugal no Céu.

E aí? Quem seria o marido dela?

Jesus fala sobre o corpo glorioso, de ser como os anjos, da comunhão dos santos, entre outras explicações. Mas gostei bastante da explicação do Professor Felipe Aquino, que compartilho abaixo, bem didática.

Aqui em: https://www.facebook.com/PFelipeAquino/videos/437491477170648/?sfnsn=scwspmo&d=n&vh=e

Resultado de imagem para Céu transfiguração

 

– Maria, a Mulher do Advento e da Esperança!

Em nossos encontros semanais da Catequese para o Sacramento do Crisma, falaremos do Tempo do Advento, que está se aproximando.

Aos catequistas que se interessarem, 12 tópicos para reflexão que escremos para esse tema:

NOSSA SENHORA E O ADVENTO

  1. Estamos saindo do Atual Ano Litúrgico, encerrado na festa de Cristo-Rei. Sabia que o calendário de celebrações da Igreja é diferente do “começar dia 01/01 e terminar 31/12’? (aqui, uma “deixa” para cobrar a participação na última Missa – devemos falar sobre os tempos litúrgicos ao longo do ano, cores dos paramentos, etc, para introduzir o Advento).                  
  2. O que significa Advento para vocês? (Advento: é “ad-vir”, o que “há de vir”, aquele que “se espera chegar”, o “acontecimento”).
  3. O que significa Natal de Jesus, dito pelo anjo como o “Verbo que se fez carne e pelo seio da Virgem Maria habitou entre nós”. (falar sobre presentes de Natal, surgimento do Papai Noel e concorrência do comércio com a fé nessa época.)
  4. O que estamos esperando acontecer em nossa vida nesse tempo? (discutir das coisas materiais, dos relacionamentos, dos sentimentos e expectativas do dia-a-dia).
  5. Falar sobre a importância da Virgem Maria como co-redentora e partícipe fundamental para a concretização do Advento do Nascimento (o Natal propriamente dito) de Jesus. (como era o dia-a-dia dela antes do anúncio do anjo; o aceite dela em meio as dificuldades que viriam e o que ela esperava vir, ou seja, o ad-vir / advento dela, suas expectativas pessoais e de fé com o nascimento do seu Filho e ao mesmo tempo, seu Deus. Questionar os crismandos sobre como deveria ser esse sentimento.)
  6. Discutir o aceite de Maria, que não foi obrigada ao SIM, com o aceite dos jovens à catequese da Crisma.(lembrar que Maria não foi obrigada; mas nós, se somos obrigados, podemos abandonar essa obrigação e não aceitar o advento de Jesus e a confirmação da missão de batizados com a Crisma. Ou estamos fazendo uma transformação diária em nossa vida? Temos feito um advento desde nossa decisão em Crismar?) 
  7. Nossa Senhora gerou o seu Filho Amado, nosso Salvador Jesus Cristo. Ele era “O” advento. Recordaremos nesse período o mesmo Jesus, que já nasceu e está entre nós; mas simbolicamente nos prepararemos para a festa desta recordação. Como está sendo essa “geração” do Menino Jesus no coração de cada um de nós? (provocar a discussão se já estamos nos preparando, se nos prepararemos, como fazer isso, o que devemos mudar para dignamente gerar Jesus e transformar nosso íntimo em um sacrário vivo).
  8. Vocês vivem uma expectativa (um ad-vir / advento) para receber o Sacramento da Crisma. O primeiro passo foi o Batismo; depois a Confissão e a Primeira Comunhão). E hoje, como tem sido essa preparação para o Advento não só do Natal, mas da sua vida pós-Crisma? (aqui, falar da importância do comportamento deles desde o nosso primeiro encontro, o que foi transformado na vida deles ou não, e como será depois. Fazer um paralelo da vida de Maria antes do anúncio – falado no comecinho do encontro – a visita à Isabel e a peregrinação até a Belém – simbolizando que eles peregrinam para esse tempo de esperança e ao mesmo tempo para a Crisma).
  9. De maneira bem honesta: como estamos vivendo hoje; como viveremos o advento e o que podemos usar de exemplo da vida de Nossa Senhora nesse tempo tão bonito da Igreja? (falar sobre nosso dia-a-dia, nosso propósito e nossa CONSCIÊNCIA da importância desse período).
  10. O advento de Jesus era a Esperança para a Libertação da opressão vivida pelo povo judeu, a chegada de um Salvador. Muitos questionavam a divindade de Jesus por vir de uma mulher supostamente tão frágil como Maria. Você, crismando, com sua fragilidade (seus defeitos e suas virtudes), pode, assim como Maria, ser portador da Esperança aos outros? (falar com os jovens sobre ações concretas ao nosso próximo, além da espiritualidade necessária). 
  11. Já dissemos que por toda essa colaboração com o Advento e Natal de Jesus, Maria é co-redentora do mundo pois concretizou-se através dela a promessa de Salvação. Mas não adianta falar de Esperança, como falamos há pouco, se não somos AINDA colaboradores. Pense: o que você tem feito DE VERDADE para que tenhamos um mundo melhor (há pouco discutimos “o que fazer”; agora, é um momento de reflexão para vermos que não estamos sendo esperança pelo “muito pouco que fazemos” e sempre prometermos). 
  12. Por fim: Maria se abandonou de corpo e alma à vontade do Pai no Advento de seu Filho. A quais coisas estamos nos abandonando / dedicando / entregando nos últimos tempos? (aqui, mostrar que Maria não vacilou, não pediu conselhos às amigas, não ficou colocando condições ao anjo, mas se entregou à missão adventista; e quando nós colocamos “condições / obstáculos / contrapartidas” para esse advento? Quando nos entregamos ao mundo virtual, ao pornográfico, às bebidas, à erotização, ao materialismo e vaidades do dia-a-dia, sem nos abandonarmos em Cristo que vem em nosso socorro pleno? Por último, encerrar o encontro falando como Maria é a grane protagonista do Advento do Menino Jesus e correlaciona-la a nós).

Imagem relacionada

– Encontros de Catequese do Crisma: SIM À VIDA!

Nesta quinta-feira à noite, falaremos aos nossos crismando sobre o Dom da Vida, presente inegociável que Deus nos dá – e só ele pode nos tirar.

Em tempos de desamor, ódio, violência, falta de perdão, defesa do aborto e da pena de morte, ressaltar a importância em defender a vida é fundamental (e em especial aos nossos adolescentes e jovens).

Compartilho esse texto abaixo, formulado e adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco (Parque Eloy Chaves / Jundiaí-SP)

SIM À VIDA – ABORTO, EUTANÁSIA, SUICÍDIO E PENA DE MORTE

1. ABORTO

Cientificamente onde começa a Vida? Em 1839 dois Cientistas (Schleiden e Schwan), responsáveis pelo avanço no estudo da Embriologia, concluíram que o corpo é composto por células o que leva à compreensão de que o embrião se forma a partir de uma ÚNICA célula, o zigoto. Isso significa que a vida humana se inicia quando o óvulo (ovócito) é fecundado pelo espermatozoide.

Religiosamente onde começa a Vida? A Igreja Católica sempre disse que a vida se inicia na fecundação, ou seja, desde esse momento Deus já concebeu uma alma para aquela vida. Em 1869, o Papa Pio IX aceitou a explicação da ciência de onde começa a vida. Para não dizer que se trata de conceitos ultrapassados, TODOS os textos de Embriologia Humana afirmam que o desenvolvimento humano começa na fecundação. TODOS os textos científicos dizem que o desenvolvimento humano é irreversível e que se perduram parando somente na morte.

Mas e se a gravidez é de um estupro? Não se justifica, pois, a Justiça deve punir o agressor e não a criança inocente que irá pagar com a pena de morte o crime do pai.

Mas a criança está com uma deficiência? As verdadeiras sociedades civilizadas se caracterizam por proteger os mais fracos e não por matá-los. O que dizer da APAE e do dia da síndrome de Down se eu mato os deficientes antes de nascer? O anencéfalo é um ser humano dotado de alma imortal, tem vida. Não importa quanto tempo irá viver. Desde o século XIX a ciência reconhece que a vida humana se inicia na concepção. O maior geneticista do século XX, Dr. Jerome Lejeune, descobridor da Síndrome de Down, atestou esta verdade

Meu corpo minhas regras! Faço o que eu quero? A criança dentro do ventre da mãe é um outro corpo, uma outra vida. Ainda que ele esteja temporariamente dentro do corpo de sua mãe, ele não é parte deste corpo. O professor de Bioética da Universidade de São Paulo (USP), Dalton Ramos, explica que desde a concepção o embrião tem todos os elementos que caracterizam uma nova vida humana. “Impedir o desenvolvimento desse embrião significa impedir o desenvolvimento de uma vida”. (1Cor 6,19). Na Constituição Brasileira, maior lei do país, em seu início, art 1º inc III afirma que um dos fundamentos do Estado é a dignidade da pessoa humana e no seu art 5º assegura que a vida é inviolável. (Gl 5,13-17;22-24)

Quais as consequências para quem pratica o aborto? Apesar de ser apresentado como um ato de liberdade e uma conquista da mulher, o aborto pode deixar sérias consequências para o resto da vida tanto física quanto emocionais. Na parte física, o aborto pode causar até mesmo a morte (hemorragia, infecção uterina e infertilidade, entre outros). Mesmos os realizados em hospitais geram riscos para a mãe. Na parte emocional, o aborto provoca a curto, médio e longo prazo a chamada “síndrome pós aborto”. Partindo sempre do início como uma culpa absurda pelo ato cometido, o conflito familiar, a solidão e o medo. Depois, muitas vezes, apresenta problemas com a maternidade, seja pela dificuldade em engravidar ou com abortos espontâneos. E com o tempo apresentam tendências ao alcoolismo, à depressão, ao suicídio e ao uso de drogas.

2. EUTANÁSIA

Eutanásia significa “morte sem dor” ou “morte suave”. A Igreja, “que está sempre ao lado da vida”, como afirmou João Paulo II, ensina que devemos ter um respeito especial por aqueles cuja vida está diminuída ou enfraquecida. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas para levar uma vida tão normal quanto possível, e nunca as eliminar ou lhes apressar a morte. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) ensina que: “Sejam quais forem os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas. É moralmente inadmissível.” (CIC § 2277). (Ex 20,13)

Distingue-se a eutanásia direta da eutanásia indireta ou negativa. A eutanásia direta é o ato de matar o paciente. Vem a ser um homicídio ilícito. Nem mesmo a compaixão para com o paciente justifica a eliminação de sua vida, pois os fins não justificam os meios. Já a eutanásia indireta consiste em não dar ao paciente os meios de subsistência. Estes podem ser ordinários (soro, alimentação, injeções,…) ou extraordinários (desproporcionais).

Ortotanásia, que deriva de “orto” significa “correto”, ou seja, é a morte certa, aquela que deve acontecer naturalmente. No caso de morte cerebral decretada e irreversível, já é considerado morto, nada mais adianta de tratamento ou maquinário empregado, pode-se desligar os aparelhos considerando a ortotanásiae evitando a distanásia(morte com dor).

3. SUICÍDIO

Um suicida está condenado? Antigamente se pensava que sim, embora a Igreja nunca ter ensinado isso oficialmente; pois ela nunca disse o nome de um condenado. Contudo, hoje, com a ajuda da psicologia e psiquiatria, sabemos que a culpa do suicida pode ser muito diminuída devido o seu estado de alma.

Evidentemente que o suicídio é, objetivamente falando, um pecado muito grave, pois atenta contra a vida, o maior dom de Deus para nós. Infelizmente há países que chegam a facilitar e até mesmo a estimular essa prática para pacientes que sofrem ou para doentes mentais.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que:

  • 2280 Cada um é responsável por sua vida diante de Deus que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para sua honra e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela.
  • 2281 O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar e perpetuar a própria vida.

Mas o Catecismo lembra também que a culpa da pessoa suicida pode ser muito diminuída:

  • 2282 Se for cometido com a intenção de servir de exemplo, principalmente para os jovens, o suicídio adquire ainda a gravidade de um escândalo. A cooperação voluntária ao suicídio é contrário à lei moral. Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida. Portanto, ninguém deve pensar que a pessoa que se suicidou esteja condenada por Deus.

Certa vez, São João Maria Vianney, também conhecido como Cura DArs, ao celebrar a Santa Missa notou que uma mulher vestida de luto estava no final da igreja chorando, pois seu marido havia se suicidado na véspera, saltando da ponte de um rio. O santo foi até ela no final da Celebração Eucarística e lhe disse: “Pode parar de chorar, seu marido foi salvo, está no Purgatório; reze por sua alma. E explicou à pobre viúva: Por causa daquelas vezes que ele rezou o Terço com você, no mês de maio, Nossa Senhora obteve de Deus para ele a graça do arrependimento antes de morrer”. Não devemos duvidar dessas palavras.

4. PENA DE MORTE

O Catecismo da Igreja Católica esclarece:

“A legítima defesa das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente, que constituiu o homicídio voluntário. A ação de defender-se pode acarretar um duplo efeito: um é a conservação da própria vida, o outro é a morte do agressor… Só se quer o primeiro; o outro, não.

Esse mesmo pensamento pode ser aplicado entre duas sociedades. É o caso da guerra justa. Quando uma sociedade inocente está sendo agredida por uma sociedade criminosa, por legítima e proporcionada defesa, a sociedade agredida pode se defender realizando uma guerra que é justa a fim de defender seus cidadãos, seu solo, sua soberania”.

O Catecismo da Igreja Católica tratava de forma compilada o mesmo assunto, em seus números 2267 e seguintes:

O ensino tradicional da Igreja não exclui, depois de comprovadas cabalmente a identidade e a responsabilidade do culpado, o recurso à pena de morte, se essa for a única praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto. Se os meios incruentos bastarem para defender as vidas humanas contra o agressor e para proteger a ordem pública e a segurança das pessoas, a autoridade se limitará a esses meios, porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum e estão mais conformes à dignidade da pessoa humana.” – IMPORTANTE: o Papa Francisco, recentemente, esclareceu que em HIPÓTESE ALGUMA deve-se aceitar a pena de morte.

Conclui-se, então, que somente tendo a noção real do valor do homem enquanto imagem e semelhança de Deus é possível defender e valorizar a vida humana. O Evangelho da vida é algo que a Igreja quer pregar e promover. É esta a ideia de João Paulo II em sua encíclica. E é por isto que a Igreja hoje, embora teoricamente aprove a possibilidade da pena de morte, já não encontra mais ocasião para a sua aplicação, pois existem outros meios incruentos para retirar o indivíduo do convívio social.

Tudo isso é pecado? Sim!!!

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com todo o teu entendimento; e teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10,27).

Vale ressaltar que hoje a sociedade vive um relativismo (conceitos de ponto de vista que não tem uma verdade absoluta ou validade intrínseca, mas ele tem apenas um valor relativo, subjetivo, de acordo com diferenças na percepção e consideração). Não precisam mais de acreditar em Deus, pois, julgam-se saber de tudo e criam seus próprios “valores”, bem diferentes do valores que já falamos; pecado existe para eles? É relativo….

Há de se considerar também a moral. O que é moral? Pertence ao domínio do espírito do homem; conjunto de regras adquiridos através da cultura, tradição e cotidiano que orientam o comportamento humano dentro da sociedade; deriva de “morales”, que é relativo aos costumes; caminha junto com a ética, que é o que julga a moral.

Para que um ato possa ser moral ou imoral não basta que ele seja avaliado em si mesmo, é preciso levar em conta três fatores: o ato em si mesmo, a intenção e as circunstâncias. O ato em si mesmo pode ser bom. Ex. o rezar; contudo, se for feito com a intenção errada – por vaidade, por exemplo – pode ser inadequado. Apesar de ser bom, o ato de comer, por exemplo, se for praticado em uma circunstância errada pode ser também inadequado. Ex. comer dentro da Igreja. Assim, para que a moralidade de um ato seja realmente boa, é preciso avaliar também a intenção e a circunstância.

Já ouviram alguém dizer “meu direito termina onde começa o do outro”? Pois é… Infelizmente hoje não se pensa mais assim. Todos se acham extremamente importantes e só importa o seu direito, o outro (o próximo) não existe para ele… é literalmente “vou fazer o que me interessa e o outro que se dane”. Aí, se esquece que Deus existe Deus (Lc 10,27) e por consequência, do outro… Caimos no relativismo! A moral deixa de existir…. E tudo ganha um aspecto de “legal” e moralmente admissível.

A mudança começa com você! Se à partir do conhecimento adquirido tiver a coragem de distinguir o certo e o errado, amar a Deus sobre todas as coisas e consequentemente, amar seu próximo, tudo vai se arrumando…

Não se esqueçam de uma coisa importante cada vez que precisarem domar seu “eu” para dar lugar a “Ele”:

“Portanto, com tamanha nuvem de testemunhas em torno de nós, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que nos envolve. Corramos com perseverança na competição que nos é proposta, com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e leva à perfeição. Em vista da alegria que o esperava, suportou a cruz, não se importando com a infâmia, e assentou-se à direita do trono de Deus. Pensai pois naquele que enfrentou uma tal oposição por parte dos pecadores, para que não vos deixeis abater pelo desânimo. Vós ainda não resististes até o sangue, na vossa luta contra o pecado […]”. (Hb 12,1-4) 

“Exorta também aos jovens a serem ponderados. Em tudo, mostra-te modelo de boas obras, pela integridade da doutrina, a seriedade, a palavra sadia e acima de críticas. Assim, os nossos adversários, não tendo nada a falar de nós, passarão a nos respeitar”. (Tt 2,6-8)

“Por isso, irmãos santos, participantes da vocação que vem do céu, fixai bem a mente em Jesus, o apóstolo e sumo sacerdote da fé que professamos”. (Hb 3,1)

Resultado de imagem para Sim à Vida

– Santa Maria Madalena, Prostituição e Conversão

Neste dia 22, celebra-se o Dia de Santa Maria Madalena, protetora das prostitutas!

Calma, você não leu errado: no Catolicismo, é ela quem está na Comunhão dos Santos e intercede com carinho especial a Jesus para a conversão dessas mulheres.

Mas de onde veio essa crença?

Diz-se que a venda do corpo por favores sexuais é a atividade profissional mais antiga do mundo. Na Bíblia, há vários relatos de mulheres pecadoras envolvidas em prostituição. Entre elas, supostamente, fora Maria, nascida em Magdala, uma das mulheres mais engajadas na Evangelização e apóstola de Cristo.

Nos Evangelhos não há explicitamente a menção de que Maria Magdalena fora prostituta. Mas a Tradição Católica crê que a mulher à beira do apedrejamento por se prostituir e que foi salva por Jesus era ela. Recordando: naquele tempo, o crime de prostituição era punido com apedrejamento em praça pública pelos judeus, embora, para o homem, nada acontecia. Uma mulher – e acredita-se que seria Maria de Magdala – foi pega e, na iminência de ser morta, apareceu Jesus que diz à multidão:

Quem de vós não tiver pecado, que atire a primeira pedra”.

Dito isso, a multidão desencorajou-se e foi embora. E à mulher, Cristo diz:

Ninguém te condenou? Pois eu também não te condeno. Levante-se, vai, e não peque mais”.

Dessa forma, a prostituta se arrependeu dos pecados e se converteu. Passou a seguir Jesus e tornou-se discípula, tendo sido ela a testemunhar pela 1a vez a Ressurreição de Nosso Senhor, quando iria cuidar do corpo e encontrou o Sepulcro vazio.

Conta-se que Maria Madalena morreu em Eféseo (comunidade grega) evangelizando. Nos últimos anos, estórias cinematográficas como O Código da Vinci” disseminaram o conto de que Maria Madalena casou-se com Jesus Cristo e com ele teve filhos.

O importante de tudo isso é: o processo de conversão! Alguns mudam de vida após uma experiência de amor; outros, à beira da dor. O certo é que algumas casas de apoio às prostitutas costumam levar o nome daquela que se converteu: Maria de Magdala. E ao contrário do que muitos pensam sobre “as mulheres de vida fácil” (que de fácil não tem nada), a maioria delas não quer se ultrajar em tal situação e precisa de AMPARO para o recomeço.

– Santa Maria Madalena, rogai por nós e por todas as mulheres que se humilham sexualmente para a sobrevivência. Amém.

Imagem relacionada

– Como explicar a existência do Criador!

Este texto de autoria anônima mostra muito bem como explicar a existência de Deus por uma maneira bem realística e didática. Abaixo:

DEUS E A MÃE DOS GÊMEOS

No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro: Você acredita em vida após o parto?”

O outro respondeu: “É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.”

“Bobagem”, disse o primeiro. “Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?”

O segundo disse: “Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.”

O primeiro retrucou: “Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos.O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação.”

O segundo insistiu: “Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico.”

O primeiro contestou: “Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum.”

“Bem, eu não sei”, disse o segundo, “mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós.”

O primeiro respondeu: “Mamãe, vc realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?”

O segundo disse: “Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir.”

Disse o primeiro: “Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe.”

Ao que o segundo respondeu: “Às vezes, quando vc está em silêncio, se vc se concentrar e realmente ouvir, vc poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima.”

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.

bomba.jpg

– Catequese do Crisma a respeito do Bullying

Nas salas de aula onde lecionei nas turmas de Administração de Empresas, em diversas atividades falamos sobre as questões de ética, igualdade, equidade e respeito nas organizações. Porém, tal tema extrapola o ambiente de trabalho e deve ser discutido na sociedade em geral.

Dentro dos nossos encontros de Catequese do Sacramento do Crisma, aos nossos crismandos preparamos um material sobre o qual podem refletir as diversas formas de bullying.

A propósito, se tentarmos catalogar “o que é motivo de bullying”, teremos como mote (alguns exemplos):

etnia (nordestino, nortista), raça (negro, amarelo), religião (cristão, muçulmano), condição social (rico, pobre), estética (alto, magro, gordo, baixo), gênero (másculo, afeminado), idade (jovem, velho), ideologia (esquerda, direita), comportamento (extrovertido, tímido) e outras tantas questões que podem constranger por preconceito, gerando gozações e apelidos.

Compartilho um compilado adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP, a partir de dois bons textos extraídos de brasilescola.com.br e pesformosos.com.br.

BULLYNG

Você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Bullying é um termo da língua inglesa (bully= valentão) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas. Verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa, que não tem a possibilidade ou capacidade de se defender. São atitudes realizadas dentro de uma relação desigual de forças e poder. Na prática, traduz-se em atos de covardia, tirania, agressão, opressão, maus tratos, ironias. Essas agressões possuem um caráter intencional e, muitas vezes, a pessoa que sofre o bullying pode ser abordada por uma ou por várias pessoas.

O bullying se divide em duas categorias:

Bullying direto: é a forma mais comum entre os agressores masculinos, incluindo a agressão física e verbal.

Bullying indireto: essa é a forma mais comum entre as mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social, ou a famosa “risadinha”” da vítima.

Em geral, a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência física, verbal ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying pode ocorrer em qualquer ambiente: na rua, na escola, faculdade, igreja, shopping, entre outros.

– Agressor: você participa da agressão até mesmo quando ri de alguém que está sendo vítima, principalmente, quando você é o agressor direto, quando violenta
fisicamente ou verbalmente a vítima.

– Vítima: são as pessoas que sofre a violência física, verbal ou sexual. Sofrem, na maioria das vezes, calados por temerem denunciar o agressor.

– Testemunha: as pessoas que presenciam o bullying, na grande maioria alunos que convivem com a violência e silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor.

As crianças e adolescente que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamentos agressivos. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

“Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensa, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas, humildemente considerem os outros superiores a si mesmo. Cada um cuide, não somente de seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus”. Fl 2,1-5

O termo bullying não está na Bíblia, mas, nem por isso quer dizer que a Bíblia não se dirige significativamente a esta expressão da nossa cultura. A Bíblia dirige-se a cada um desses aspectos. E vai além, porque ela tem palavras de consolo e fortalecimento para o sofredor, caminhos de verdadeira transformação em Cristo para o agressor, palavras de incentivo para o pacificador. Você e eu temos a oportunidade de penetrar na vida destas pessoas por meio de um relacionamento de amor. Podemos identificar os problemas usando a nomenclatura que Deus usa e aplicar as verdades das Escrituras.

Encontramos na Bíblia inúmeras ilustrações e ensinos sobre ira, discriminação e muitos outros problemas que geram o bullying, mas, também teremos a solução para eles. Quando a Bíblia menciona algo com tanta frequência, podemos esperar que seja uma luta universal. O Bullying não é novidade atual, e o procedimento de vida correta aparece nas Escrituras:

“todavia não foi isso que vocês aprenderam de Cristo. De fato, vocês ouviram falar dele, e nele foram ensinados de acordo com a verdade que está em Jesus. Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e, em santidade, provenientes da verdade”. Ef 4,20-24.

Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escola, pais, agressores e agredidos, que muitas vezes não sabem o que fazer, mas, o grande plano neste momento, é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós.

A vida em Cristo nos remete a amar ao próximo como Ele mesmo nos amou:

“Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.” (Jo 13,34).

Devido a isso, não agrida ninguém por características físicas, raça, personalidade…. lembre-se que Deus nos fez à Sua Imagem e Semelhança e nos ama igualmente, independente de nossas diferenças. Ame o próximo.

Para reflexão:
– Exemplo de bullying na Bíblia: Lc 16,19
– Discussões: Cyberbullying, Liberalismo e Conservadorismo, Feminismo x Machismo, Apelidos e Bullying

Resultado de imagem para Bullying

– Dia de São Marcos e a Santa Liturgia de hoje!

São Marcos, Evangelista, amigo de São Pedro e servo de Jesus é celebrado hoje pelo Catolicismo.

Para quem pode participar da Missa deste dia festivo, ouviu duas maravilhosas leituras:

A Primeira Carta de São Pedro, citando o próprio Marcos mas falando principalmente dos valores da humildade e da segurança de quem segue a Cristo (1Pd 5,5b-14):

Caríssimos, 5brevesti-vos todos de humildade no relacionamento mútuo, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes. 6Rebaixai-vos, pois, humildemente, sob a poderosa mão de Deus, para que, na hora oportuna, ele vos exalte.
7Lançai sobre ele toda a vossa preocupação, pois ele é quem cuida de vós. 8Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, rodeia como um leão a rugir, procurando a quem devorar. 9Resisti-lhe, firmes na fé, certos de que iguais sofrimentos atingem também os vossos irmãos pelo mundo afora. 10Depois de terdes sofrido um pouco, o Deus de toda a graça, que vos chamou para a sua glória eterna, em Cristo, vos restabelecerá e vos tornará firmes, fortes e seguros.
11A ele pertence o poder, pelos séculos dos séculos. Amém. 12Por meio de Silvano, que considero um irmão fiel junto de vós, envio-vos esta breve carta, para vos exortar e para atestar que esta é a verdadeira graça de Deus, na qual estais firmes. 13A igreja que está em Babilônia, eleita como vós, vos saúda, como também, Marcos, o meu filho. 14Saudai-vos uns aos outros com o abraço do amor fraterno. A paz esteja com todos vós que estais em Cristo.”

O Evangelho, do Próprio Marcos (Mc 16,15-20), a respeito dos sinais de quem leva a Boa Nova de Jesus, deixados pelo Senhor na sua gloriosa Ascensão:

“Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, 15e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! 16Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. 17Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; 18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”. 19Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu, e sentou-se à direita de Deus. 20Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam.”

Cá entre nós: se ouvirmos e cumprirmos tais conselhos e ensinamentos, seremos mais felizes verdadeiramente. E em que ponto estamos de tal obediência e servidão?

São Marcos, rogai por nós!

bomba.jpg

– A Misericórdia, Paternidade e Maternidade de Deus

A liturgia da Igreja Católica hoje nos lembra do amor incondicional de Deus – tanto na Primeira Leitura, no Salmo e no Evangelho. E a palavra chave é: MISERICÓRDIA! Estando ainda no Tempo Quaresmal, exercê-la e recebê-la são condições fundamentais

Em um mundo cada vez mais latente e vivente do “olho-por-olho, dente-por-dente”, é consolador celebrar tal amor do Criador. Vide tantas pessoas desesperançosas, em crise, achando que a sua vida é um desastre! Tragédias pessoais pelo desamor e pela falta de perdão. Desânimo por parte de muitos e vidas ceifadas.

O Papa João Paulo II proclamou certa vez sobre a Maternidade de Deus em cima da palavra do Profeta Isaías (que foi proclamada nesta 4a), querendo mostrar que ora Deus é Pai Generoso, ora se comporta como a Mãe que carrega no colo seu filho rebelde. Belo e poético!

Sabe por quê a falta de misericórdia existe no mundo e maltrata àqueles que carregam mágoas? Porque há o esquecimento da prática de perdão!

E quantas vezes devo perdoar?

Sete. Setenta? 

Como disse Jesus: “Setenta vezes sete” (que na cultura dos judeus significava: “sempre, infinitas vezes”).

bomba.jpg

– O Papa aos jovens da JMJ-2019: Igreja não é Flashmob!

Viram o Papa Francisco falando aos jovens, nas reuniões preparatórias para a Jornada Mundial da Juventude no Panamá, em 2019?

Ele alertou que:

A Igreja não deve ser um Flashmob (…), sejam perseverantes e espelhem-se em Maria adolescente, batalhadora. Não sejam uma classe de pessoas que, para estar bem, precisa de um bom sofá onde se sinta cômoda, confortável e segura. Saiam ao povo, sejam como Maria que procurou Isabel e não ficou fechada em seu coração; conectem-se ao mundo, nunca sejam um ‘jovem-sofá’ que quer ficar em casa sem ser perturbado. A Igreja e a sociedade precisam dos jovens para que, com sua coragem, sonhos e ideais, abatam os muros da imobilidade e se abram caminhos que levem a um mundo melhor, mais justo, menos cruel e mais humano.”.

Flashmob são eventos marcados pela Internet e que, após acontecerem, se desmancham / desaparecem.Que a vida na fé católica e suas cerimônias (a Missa, a JMJ, os retiros espirituais, as catequeses) sejam fatos marcantes e perenes na vida de cada um!

bomba.jpg
Jovem faz selfie com o Papa por ocasião de sua visita a um centro de acolhimento de refugiados, em Roma – AFP

– Com alegria, mais uma turma de crismandos!

Aqui na nossa Paróquia Dom Bosco, começaremos nesse sábado mais uma turma da Catequese do Crisma.

Como é bom ver os adolescentes e jovens felizes, falando de Deus e buscando a prática do bem!

Uma novidade: estamos em fase experimental testando um blog para a equipe de catequistas se comunicar melhor com os crismandos.

O endereço é: https://CrismaParoquiaDomBosco.wordpress.com

Que o Espírito Santo nos ajude nessa Missão!

bomba.jpg

– Crisma: Que tal buscar esse importante sacramento?

Convidamos aos jovens que desejem confirmar seu Batismo de maneira madura na fé a participarem da Catequese da Crisma, aqui em nossa Paróquia.

Venha viver em comunidade e receber o importante Sacramento que nos dá tanta força no Espírito Santo!

Abaixo, as informações:

9e7dc4e4-e5c5-462d-8f6a-2bd63d177020 2

– Ai de todos nós, Crismandos!

Ou melhor: crismados!

Neste último domingo, 81 jovens das diversas comunidades da nossa Paróquia São João Bosco receberam o Sacramento da Confirmação do Batismo – a Crisma. Para nós, catequistas, motivo de júbilo. Mais ainda ao ouvir a Liturgia de Domingo, na Carta de São Paulo, onde o Bispo Dom Vicente Costa reforçou a todos os presentes as palavras do apóstolo: “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho”!

Pois é: isso é uma exigência a todos nós, batizados na fé católica e praticante dos ensinamentos de Cristo, mesmo sendo fracos e pecadores, mas impulsionados pelo Espírito Santo.

  • Ai de todos nós se nos acomodamos com as coisas mundanas…

bomba.jpg

– Encontros de Catequese para a Crisma: Chagas, Boatos, Verdades e Pecados da Igreja

Todo catequista se vê em meio a temas de difícil trato com os jovens que buscam o Sacramento da Confirmação. E nós, catequistas da Paróquia São João Bosco (Jundiaí/SP), sentimos a grande dificuldade que é falar sobre erros ou “não erros” da Igreja Católica.

O Catolicismo tem Cristo como a cabeça da Igreja; por isso a Igreja é Santa! Mas é formada por homens e mulheres; por isso ela também é pecadora!

Somos à imagem e semelhança de Deus. Não iguais, porque não somos onipresentes, onipotentes nem oniscientes. Mas semelhantes, pois diferenciado-nos do pecado.

Iluminados à Luz do Espírito Santo, nos reunimos e conseguimos criar os seguintes tópicos para a discussão com nossos crismandos do que seria inicialmente um tema sobre as Conturbações durante a História da Igreja, e que passou a ser: Controvérsias, Erros, Falhas e Supostos Engôdos / Pecados da Igreja Católica. Abaixo:

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO COM OS CRISMANDOS:

  • O que você mais tem receio de discutir, sente medo, fica em dúvida ou refuga/ entristece sobre a nossa Igreja?
  • Quais os pecados que comumente a Igreja Católica é acusada e que você costuma ouvir?
  • Como é a defesa da sua fé quando ouve críticas ao Catolicismo? Sabe contestar / contra-argumentar de maneira cristã, sem proselitismo e de maneira ecumênica?

HIGHLIGHTS PARA O ENCONTRO (“provocações-chaves”):

  1. Quanto às riquezas da Igreja, você sabe discutir sobre “a fortuna” do Vaticano? Por quê o Papa não vende tudo e dá o dinheiro aos pobres? Aliás, o que é da Igreja Católica e o que é obra sacra / patrimônio da humanidade sob tutela e conservação do Vaticano?
  2. O escândalo do “Vatileaks“: o que saberia o Papa Bento XVI e o que se apurou com o Papa Francisco? Os desfalques e prejuízos no Banco do Vaticano: sabe / entende isso?
  3. O dinheiro do dízimo vai para o bolso de quem? Sobre os custos das obras de caridade, das despesas com manutenção dos templos, salários dos religiosos e outros custos contabilizados e apresentados à comunidade. Por quê dar o dízimo? É obrigatório? Tem percentual realmente fixo? Em espécie ou em atos?
  4. A Vida Social dos religiosos: são humanos ou são santos? Tem fraquezas ou são blindados pelo escudo da fé? Padre erra? Bispo se confessa? A quem prestam contas? Ostentação acontece?
  5. Pedofilia e outras chagas da Igreja: por quê? Eles têm vocação ao sacerdócio ou não? É tentação do Demônio? Os escândalos são escondidos ou investigados? Quem pune pedófilos? É um exclusivo pecado da Igreja Católica?
  6. Os Tribunais da Inquisição: foram exclusivos do Catolicismo? Sabe diferenciar a “Santa Inquisição” com a queima das bruxas, hereges ou atos diversos dos Tribunais Inquisitórios das igrejas protestantes alemães e dos governos / reinados? Os números dos condenados pela Igreja Católica, pela Igreja Protestante e pelos Reis; qual são? Idem ao número das pessoas SALVAS graças aos tribunais eclesiásticos dos católicos. Debater e diferenciar quem eram os inquisidores, os acusados e os salvos. 
  7. Heresias diversas, ciência, fé, adversidades e ignorâncias: sabemos entender as coisas que aconteciam naquele período? Os cismas, o manifesto de Martinho Lutero. E se ele não abandonasse a Igreja e ajudasse na Reforma Interna? Nós somos os agentes reformatórios quando vemos a fé deturpada? É como a política: nos omitimos no erro ou apontamos a solução? Somos a própria Igreja ou coadjuvantes sem voz?
  8. Os Santos que apontaram os erros; a Infalibilidade Papal é da conduta ou das questões da crença; os dogmas e mistérios da fé.
  9. Os perdões pedidos pela Igreja às diversas causas; as catequeses e conversões forçadas; as vendas de indulgências: o que foram, como aconteceram?
  10. Pio XII e o Nazismo; os papas e o poder. A opção preferencial pelos pobres. Sabemos entender a ação da Igreja no contexto histórico e a acolhida aos excluídos, marginalizados e perseguidos?

Como se lê, são 3 questões para reflexões e 10 provocações, onde colocamos os assuntos (atuais nos noticiários e comuns nas aulas de História dos jovens) para serem debatidos. É muito importante que o catequista faça uma boa pesquisa sobre os mesmos, pois consideramos pertinente tal material. Claro, tão importante quanto é a participação dos crismandos para entender quais as verdades desses assuntos, o que é sensacionalismo, e quais são as chagas que a Igreja reconhece e se penitencia.

Compartilho um ótimo material do nosso irmão André, que pode ajudar muito no esclarecimento das dúvidas. Acesse o link aqui (em formato Word): História da Igreja – A verdadeira

bomba.jpg

– É necessário ajudar! Sobre a Vida Pública de Jesus

Uma pausa nas atividades do dia para fazer coisas do bem: preparando a catequese da Crisma, hoje para falar sobre a Vida Pública de Jesus aos nossos crismando da Paróquia São João Bosco.

Independente da sua fé, do que você crê ou não, vale sempre lembrar: a messe é grande e poucos são os operários. Divulgar a mensagem de paz que traz o Evangelho do Amor é importante! E nossos jovens são ávidos por boas palavras.

bomba.jpg

A VIDA PÚBLICA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. É o único nome divino que traz a salvação, e agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação, de sorte que “não existe debaixo do Céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).>

Catecismo da Igreja Católica, § 432

Veremos neste tópico o Cristo iniciando sua missão, revelando-se publicamente Filho do Altíssimo. Após a pregação de João Batista para que o povo estivesse preparado para acolher o Messias, Jesus prega às comunidades o amor, a misericórdia, a vida em plenitude. Pela remissão dos pecados do mundo todo, Ele aceita vir como homem para morrer na cruz.

– Reflexão 1: Você acreditaria em alguém nascido do seu meio, e que depois de adulto formado começasse a pregar? E que fosse o Messias esperado?

Judeus esperavam um Salvador de diversas formas: (sicários, zelotasanawins, essênios).

– Reflexão 2: Hoje, a Igreja espera Cristo nos diversos movimentos: quais são eles?

Em Mateus 3, 13-17 vemos Jesus Cristo iniciando sua vida pública ao ser batizado por João Batista. O Batismo, antes por água, passa a ser com o Espírito Santo. Jesus, mesmo cheio do Espírito Santo, quer ser batizado para iniciar sua pregação.

– Reflexão 3: Por que Jesus quis ser batizado?

Jesus, então com 30 anos, se retira ao deserto para jejuar. É um sacrifício e ao mesmo tempo uma preparação para sua missão. No deserto, vemos o relato em Lucas 4, 1-14 do diabo tentando impedir que Jesus cumprisse sua missão.

– Reflexão 4: Hoje, o que nos leva a ser tentados?

Em Lucas 4, 14-21 vemos que se cumpria a profecia de Isaías, pois nela Cristo se declara o Filho de Deus. É importante ver que depois de 700 anos tudo se cumpria em Jesus, o que caracteriza ainda mais a divindade dele

Será que se Cristo viesse ao mundo em nossos dias, encontraria um povo até certo ponto incrédulo como daquela época? – Com certeza, seria muito maior a incredulidade nossa. Se naquele tempo, com as profecias na mão, com os milagres que aconteciam por Jesus, o povo muitas vezes vacilava, imagine no nosso tempo, onde muitas pessoas exploram a necessidade de outras, há falsas religiões e charlatães em diversos lugares Repare que somos privilegiados de vivermos neste tempo, pois vimos que o Messias veio e ressuscitou, e nos deixou aberto o caminho para a nossa vitória sobre o pecado. Basta aceitá-lo ou não.

– Reflexão 5: há gente que explora comercialmente o nome de Jesus nos dias atuais?

No Evangelho de São Mateus 4, 17-22 podemos ver Cristo chamando seus apóstolos, formando com eles uma comunidade. Aos apóstolos, Jesus costumava dizer: Não foram vocês que me escolheram, mas Deus que os escolheu”.

– Reflexão 6: Na nossa vida, deparamos ou depararemos com muitos desafios. Como você reage às dificuldade: fica com medo; fica com medo e depois confia em Deus; demora para confiar; ou confia de imediato?

A partir daqui, veremos a pregação de Jesus: as bem-aventuranças, em Mateus 5, 1-12, onde ele mostra que é o consolador e que serão felizes aqueles que morrerem em prol do seu próximo ou de Deus.

– Reflexão 7: Você aceita tranquilamente a ideia de que Deus nos recompensará com a Vida Eterna aos que sofrem e aos que lutam, ou é preferível receber tudo agora em vida? Por que pessoas de bem, muitas vezes, sofrem? Ex: dona Zilda Arns.

Cristo mostra seu poder em diversas curas, como podemos ver em Mateus 8, 1-13 e Marcos 5, 21-43.

– Reflexão 8: No seu dia-a-dia, você procura o “Deus dos milagres” ou os “milagres de Deus?”

Jesus ensinava ao povo por parábolas. Parábolas são algumas estórias contadas comparando-as com os dias de hoje, usando modelos simples de fatos e de fácil compreensão para as pessoas entenderem como age Deus. Veja algumas parábolas em Mateus 21, 28-32 e Mateus 13, 24-30.

– Reflexão 9: Jesus resolveu utilizar parábolas para evangelizar. E você, quando vai explicar algo sobre a fé: consegue evangelizar com facilidade ou tem dificuldade para falar de Deus?

Nós veremos que Jesus Cristo ainda realiza muitos outros fatos em sua vida pública (vida de pregação) para não deixar dúvida que ele era (e é) Deus e também que possuía (e possui) autoridade sobre o Céu, a Terra e o inferno.  Prova disso, são os relatos em Mateus 8, 28-34, onde Jesus Cristo expulsa (exorciza) satanás.

– Reflexão 10: e aí: você tem medo do diabo, receio ou não se preocupa com ele? Aproveite e responda: no mundo, o bem e o mal se confrontam, numa terra onde há equilíbrio entre essas forças?

Também em Mateus 16, 24-28 podemos ver a realeza de Cristo quando ele se transfigura (dá uma amostra aos discípulos da vida Eterna) e em Marcos 6, 30-44 onde ele realiza o nosso conhecido milagre da multiplicação dos peixes.

Jesus, na verdade, não veio mudar a Lei de Moisés, que era a Lei que Deus deixou ao povo, mas pelo contrário, ele aperfeiçoa a Lei, explica na Verdade o que é vontade de Deus, e um exemplo disso é o ensinamento do maior mandamento que Deus dá aos homens: o mandamento do amor, em Mateus 22, 34-40.

Cristo ainda facilita a comunicação entre o Céu e a Terra ensinando-nos a orar: É a oração do Pai Nosso, contida em Mateus 6, 1-15. No Pai Nosso, vemos uma série de pedidos: súplica, louvor, perdão, proteção!

– Reflexão 11: rezar é se comunicar com Deus. Você tem conseguido arranjar tempo para rezar todos os dias? Em que horários e em que situações você faz suas orações?

Finalizando, podemos ver que Cristo é o Senhor, um Senhor bondoso, misericordioso e paciente. Ele não veio para condenar, mas para ensinar. Ele é aquele próprio que nos julgará no dia do juízo final, como vemos relatado em João 5, 19-29 e João 6, 35-40.

DINÂMICA: Cristo veio nos salvar, ensinou-nos diversas coisas, curou, fez coisas milagrosas e revolucionou o mundo. O que mais lhe toca após o encontro sobre a “Vida Pública de Jesus?

imgres.jpg

– Iniciaremos mais uma Catequese do Crisma nesse sábado!

Com alegria, começaremos nesse sábado mais algumas turmas da Catequese do Sacramento do Crisma.

Muita vezes, os jovens se esquecem de viver a fé que lhes foi dada pelos seus pais e padrinhos. Quando crianças inocentes, seus pais os levaram até o Sacramento do Batismo para que se tornassem católicos. Agora, de vontade própria, querem confirmar esse Batismo através dessa maturidade na fé.

Em nossa Paróquia São João Bosco (Diocese de Jundiaí-SP), teremos turmas no Eloy Chaves (Matriz) congregando todas as comunidades que a formam.

Que Deus abençoe os crismandos para que ouçam e discutam os temas propostos. Que ilumine os catequistas a fim de que a Palavra de Salvação e a Boa Nova do Evangelho sejam proclamadas. Que abra os corações dos pais para que participem juntos em comunidade, apoiando os filhos.

OREMOS:

– Senhor, que nossos jovens que receberam o Espírito Santo no Batismo possam, através do Crisma, receber em plenitude os dons desse mesmo Paráclito Divino. Amém.”

bomba.jpg

– Que tal buscar o Sacramento do Crisma?

Estão abertas as inscrições para a Catequese do Crisma, o Sacramento da Confirmação do Católico, na Paróquia São João Bosco (Jundiaí-SP). 

Informações nos contatos abaixo, no cartaz:

– Encontro de Dinâmica e Confraternização dos Crismandos da Paróquia São João Bosco

(por Regiane Lopes, com adaptações)

Realizamos com os jovens das Catequeses do Crisma da Paróquia São João Bosco (3 turmas da Matriz, 1 da Comunidade Sant”Anna e 1 da Comunidade Nossa Senhora de Fátima), na tarde do último de sábado, dia 05, o Encontro dos Crismandos na Cidade dos Meninos e Meninas.

O objetivo foi proporcionar aos crismandos um encontro com Deus. A animação ficou por conta do grupo de jovens Jucam. E tudo foi muito válido: nós os dividimos em grupos, e cada um trabalhou com temas para a reflexão da relação “deles com eles mesmos, a relação com o próximo, a relação com Deus e a preparação para a segunda vinda de Jesus (a Parusia). A idéia é que eles se interagissem um com o outro, e isso foi conseguido.

Observamos como é importante que os jovens tenham uma boa relação consigo próprio, pois muitos não se aceitam do jeito que Deus os fez. Hoje, será que eles têm um olhar voltado para o próximo, ou para seu próprio mundo?

Fizemos, através de dinâmica, com que os jovens percorressem por caminhos que levam ao Céu – caminho esse seguro, mas com muitas batalhas no dia a dia.

Nos temas propostos, eles enxergaram o que os motiva a pecar e se distanciar de Deus, levando-os ao arrependimento e a mudança de vida.

Aproveitamos que estamos no “Ano Jubilar da Misericórdia de Deus” e propomos esse arrependimento e a “volta para a casa do Pai”, a fim de que eles estejam sempre dispostos e preparados para a segunda vinda de Jesus. Para encerrar esse encontro com sucesso, fizemos um teatro (muito bem encenado pelo grupo de jovens JAUAC), onde foi mostrada a sedução mundana que afasta as pessoas, levando-as a pecar, e assim, distanciarem da santidade; mostramos ainda que Deus não nos abandona, Ele sempre está a nos esperar, bastando apenas uma atitude nossa. E esse momento foi marcado de muita emoção!

Depois da encenação foi realizada, por fim, a pregação do nosso irmão Robson, da comunidade Cristo Rei, que conduziu esses jovens a refletirem sobre seus erros e escreverem em um papel todas as faltas cometidas; em seguida, houve a “fogueira do pecado”, local onde os jovens queimaram esses papéis, simbolizando o perdão das culpas, ficando, desta forma, prontos para uma vida nova em Deus.

Foram momentos de muita reflexão, descontração e emoção entre os jovens. Catequistas e crismandos felizes pois todos sentiram o amor, a misericórdia e a alegria de viver e estar em comunidade.

bomba.jpg

– Iniciaremos mais uma Catequese do Crisma nesse sábado!

Com alegria, começaremos nesse sábado mais algumas turmas da Catequese do Sacramento do Crisma.

Muita vezes, os jovens se esquecem de viver a fé que lhes foi dada pelos seus pais e padrinhos. Quando crianças inocentes, seus pais os levaram até o Sacramento do Batismo para que se tornassem católicos. Agora, de vontade própria, querem confirmar esse Batismo através dessa maturidade na fé.

Em nossa Paróquia São João Bosco (Diocese de Jundiaí-SP), teremos turmas no Eloy Chaves (Matriz) e no Medeiros (Comunidades Sant’Anna e Nossa Senhora de Fátima).

Que Deus abençoe os crismandos para que ouçam e discutam os temas propostos. Que ilumine os catequistas a fim de que a Palavra de Salvação e a Boa Nova do Evangelho sejam proclamadas. Que abra os corações dos pais para que participem juntos em comunidade, apoiando os filhos.

OREMOS:

– Senhor, que nossos jovens que receberam o Espírito Santo no Batismo possam, através do Crisma, receber em plenitude os dons desse mesmo Paráclito Divino. Amém.”

bomba.jpg

– Dia Nacional do Catequista: Ide e Pregai o Evangelho!

Parabéns às pessoas de boa vontade que de coração se dedicam à Catequese e ensino religioso, sem esperar recompensa ou algo em troca, a não ser, a fé!

Hoje se celebra o Dia do Catequista (último domingo de Agosto), e o texto é do ano passado, mas serve para a data. Extraído de:

http://cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11993

DIA DO CATEQUISTA

Ide e pregai o Evangelho a toda criatura!

A Igreja Católica celebra neste dia 25 o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.

Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

url.jpg

– Crisma: que tal confirmar sua fé?

Em setembro, começaremos novas turmas da catequese do Crisma na Paróquia São João Bosco. Serão 3 comunidades: Matriz (Eloy Chaves), Nossa Senhora de Fátima e Sant’Anna (ambas no Medeiros).

O Sacramento da Confirmação (Crisma) é sinal de maturidade do cristão, onde ele tem a oportunidade de, sua própria vontade e consciência, confirmar o Batismo que recebeu quando pequeno de seus pais e padrinhos. 

As inscrições podem ser feitas direta e somente na Secretaria da Matriz (para as turmas de quaisquer das comunidades). Vide informações no cartaz (abaixo).

É a oportunidade de amadurecer sua fé, conhecendo um pouco mais da crença que herdou de seus pais!

 

– Parabéns aos nossos Crismandos!

Parabéns aos nossos crismandos. Ou melhor – agora CRISMADOS.
Os jovens aqui da nossa comunidade Nossa Senhora de Fátima (Bairro Medeiros) receberam o Sacramento da Confirmação aqui na Matriz (Paróquia São João Bosco) neste domingo.
Portanto, são adultos na fé , prontos para a Evangelização! Que sejam luz para iluminar esse mundo carente cada vez mais de vida…

bomba.jpg

– Catequese do Sacramento da Confirmação: a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do sacramento do Crisma, falaremos hoje com nossos crismandos sobre a Paixão de Cristo:

PAIXÃO E RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Durante a vida pública de Jesus, muitos poderosos queriam prendê-lo, condená-lo e matá-lo. Muitos nem queriam que Jesus nascesse com medo dele ser um rei. Os poderosos da época achavam que Cristo era um líder político, usando da religião para tirar proveito e não reconheciam seus milagres. Toda a bondade de Jesus levou-o a conseguir rancor das autoridades romanas, que não acreditavam em Deus e tinham prazer em dominar o povo.

Em Mateus 21, 1-11, vemos Jesus chegando a Jerusalém montado em um jumentinho. O povo que via as obras de Cristo o aclamava, cantando “Hosana” (que significa “Louvores, Glória”) e balançavam palmas, que representava uma homenagem. Este gesto é lembrado por nós no Domingo de Ramos.

Durante sua estada em Jerusalém, Jesus contou inúmeras vezes sobre o julgamento final. Muitas pessoas contam diversas impressões sobre o final dos tempos. Jesus contou-nos como isso acontecerá em Mateus 25, 31-46.

Reflexão 1: como e de que jeito você imagina que será o fim do mundo?

Em Marcos 14, 1-2 vemos os primeiros planos de se prender Jesus como um marginal. Porém, a principal colaboração para o se tramar a prisão de Cristo vem com Judas: veja em Mateus 26, 14-35.

Reflexão 2: você já passou por alguma situação em que vai se prejudicar, mas aceita passar por ela para ajudar um amigo? E se essa pessoa não é tão amiga?

Veremos agora o exemplo que Cristo nos dá de servir ao próximo. Ele diz que veio ao mundo para servir, e lava os pés dos discípulos como exemplo para que eles também sirvam ao próximo – João 13, 1-20. Celebramos na Quinta-Feira Santa a chamada Missa de Lava-pés.

Reflexão 3: o que vocês acham de luxúrias e ostentações? E de pessoas que se orgulham por ter autoridade, poder, e que gostam de ser servidas?

Passemos à Santa Ceia. Jesus, reunido com os apóstolos, faz a última refeição, e pede que nos lembremos de celebrar a Partilha do Pão e do Vinho freqüentemente, pois Ele próprio (Cristo) estará presente fazendo do Pão o seu Corpo e do Vinho seu Sangue, como sinal de uma Nova Aliança entre Deus e os homens. É a instituição do Sacramento da Eucaristia, onde temos o relato em Mateus 26, 17-29.

Cristo tinha natureza humana e divina. Era Deus que se fez homem. Por isso, temos o relato que Jesus também ficou agoniado com toda a dor a qual saberia que teria que enfrentar pela salvação dos homens. Então Ele se retirou e foi orar no Monte das Oliveiras – Lucas 22, 39-46.

Reflexão 4: Quando você está agoniado, o que você costuma fazer?

Toda a prisão de Jesus, seu injusto julgamento e crucificação estão relatados em Marcos 14, 43-65 e Capítulo 15, onde é possível observar os comentários sobre a injusta condenação do Salvador.

Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.

Reflexão 5: A cruz de Cristo simboliza o peso dos pecados do mundo sobre as costas de quem era Santo. E hoje: você vê pessoas que tem “cruzes pesadas para carregar”? Fale sobre isso:

imgres.jpg

– Encontros da Catequese da Crisma: Sobre a Vida Pública de Jesus

Dando continuidade aos nossos encontros semanais da catequese do Crisma, compartilho o tema deste sábado:

A VIDA PÚBLICA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. É o único nome divino que traz a salvação, e agora pode ser invocado por todos, pois se uniu a todos os homens pela Encarnação, de sorte que “não existe debaixo do Céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).>

Catecismo da Igreja Católica, § 432

Veremos neste tópico o Cristo iniciando sua missão, revelando-se publicamente Filho do Altíssimo. Após a pregação de João Batista para que o povo estivesse preparado para acolher o Messias, Jesus prega às comunidades o amor, a misericórdia, a vida em plenitude. Pela remissão dos pecados do mundo todo, Ele aceita vir como homem para morrer na cruz.

– Reflexão 1: Você acreditaria em alguém nascido do seu meio, e que depois de adulto formado começasse a pregar? E que fosse o Messias esperado?

Judeus esperavam um Salvador de diversas formas: (sicários, zelotasanawins, essênios).

– Reflexão 2: Hoje, a Igreja espera Cristo nos diversos movimentos: quais são eles?

Em Mateus 3, 13-17 vemos Jesus Cristo iniciando sua vida pública ao ser batizado por João Batista. O Batismo, antes por água, passa a ser com o Espírito Santo. Jesus, mesmo cheio do Espírito Santo, quer ser batizado para iniciar sua pregação.

– Reflexão 3: Por que Jesus quis ser batizado?

Jesus, então com 30 anos, se retira ao deserto para jejuar. É um sacrifício e ao mesmo tempo uma preparação para sua missão. No deserto, vemos o relato em Lucas 4, 1-14 do diabo tentando impedir que Jesus cumprisse sua missão.

– Reflexão 4: Hoje, o que nos leva a ser tentados?

Em Lucas 4, 14-21 vemos que se cumpria a profecia de Isaías, pois nela Cristo se declara o Filho de Deus. É importante ver que depois de 700 anos tudo se cumpria em Jesus, o que caracteriza ainda mais a divindade dele

Será que se Cristo viesse ao mundo em nossos dias, encontraria um povo até certo ponto incrédulo como daquela época? – Com certeza, seria muito maior a incredulidade nossa. Se naquele tempo, com as profecias na mão, com os milagres que aconteciam por Jesus, o povo muitas vezes vacilava, imagine no nosso tempo, onde muitas pessoas exploram a necessidade de outras, há falsas religiões e charlatães em diversos lugares… Repare que somos privilegiados de vivermos neste tempo, pois vimos que o Messias veio e ressuscitou, e nos deixou aberto o caminho para a nossa vitória sobre o pecado. Basta aceitá-lo ou não.

– Reflexão 5: há gente que explora comercialmente o nome de Jesus nos dias atuais?

No Evangelho de São Mateus 4, 17-22 podemos ver Cristo chamando seus apóstolos, formando com eles uma comunidade. Aos apóstolos, Jesus costumava dizer: “Não foram vocês que me escolheram, mas Deus que os escolheu”.

– Reflexão 6: Na nossa vida, deparamos ou depararemos com muitos desafios. Como você reage às dificuldade: fica com medo; fica com medo e depois confia em Deus; demora para confiar; ou confia de imediato?

A partir daqui, veremos a pregação de Jesus: as bem-aventuranças, em Mateus 5, 1-12, onde ele mostra que é o consolador e que serão felizes aqueles que morrerem em prol do seu próximo ou de Deus.

– Reflexão 7: Você aceita tranquilamente a ideia de que Deus nos recompensará com a Vida Eterna aos que sofrem e aos que lutam, ou é preferível receber tudo agora em vida? Por que pessoas de bem, muitas vezes, sofrem? Ex: dona Zilda Arns.

Cristo mostra seu poder em diversas curas, como podemos ver em Mateus 8, 1-13 e Marcos 5, 21-43.

– Reflexão 8: No seu dia-a-dia, você procura o “Deus dos milagres” ou os “milagres de Deus?”

Jesus ensinava ao povo por parábolas. Parábolas são algumas estórias contadas comparando-as com os dias de hoje, usando modelos simples de fatos e de fácil compreensão para as pessoas entenderem como age Deus. Veja algumas parábolas em Mateus 21, 28-32 e Mateus 13, 24-30.

– Reflexão 9: Jesus resolveu utilizar parábolas para evangelizar. E você, quando vai explicar algo sobre a fé: consegue evangelizar com facilidade ou tem dificuldade para falar de Deus?

Nós veremos que Jesus Cristo ainda realiza muitos outros fatos em sua vida pública (vida de pregação) para não deixar dúvida que ele era (e é) Deus e também que possuía (e possui) autoridade sobre o Céu, a Terra e o inferno.  Prova disso, são os relatos em Mateus 8, 28-34, onde Jesus Cristo expulsa (exorciza) satanás.

– Reflexão 10: e aí: você tem medo do diabo, receio ou não se preocupa com ele? Aproveite e responda: no mundo, o bem e o mal se confrontam, numa terra onde há equilíbrio entre essas forças?

Também em Mateus 16, 24-28 podemos ver a realeza de Cristo quando ele se transfigura (dá uma amostra aos discípulos da vida Eterna) e em Marcos 6, 30-44 onde ele realiza o nosso conhecido milagre da multiplicação dos peixes.

Jesus, na verdade, não veio mudar a Lei de Moisés, que era a Lei que Deus deixou ao povo, mas pelo contrário, ele aperfeiçoa a Lei, explica na Verdade o que é vontade de Deus, e um exemplo disso é o ensinamento do maior mandamento que Deus dá aos homens: o mandamento do amor, em Mateus 22, 34-40.

Cristo ainda facilita a comunicação entre o Céu e a Terra ensinando-nos a orar: É a oração do Pai Nosso, contida em Mateus 6, 1-15. No Pai Nosso, vemos uma série de pedidos: súplica, louvor, perdão, proteção!

– Reflexão 11: rezar é se comunicar com Deus. Você tem conseguido arranjar tempo para rezar todos os dias? Em que horários e em que situações você faz suas orações?

Finalizando, podemos ver que Cristo é o Senhor, um Senhor bondoso, misericordioso e paciente. Ele não veio para condenar, mas para ensinar. Ele é aquele próprio que nos julgará no dia do juízo final, como vemos relatado em João 5, 19-29 e João 6, 35-40.

DINÂMICA: Cristo veio nos salvar, ensinou-nos diversas coisas, curou, fez coisas milagrosas e revolucionou o mundo. O que mais lhe toca após o encontro sobre a “Vida Pública de Jesus?

imgres.jpg

– Kerigma

Neste sábado, em nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, teremos um KERIGMA.

E o que vem a ser isso?

Aqui na Diocese de Jundiaí (que engloba Itupeva, Cabreúva, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Salto e outras cidades), todas as catequeses, incluindo a da 1a Eucaristia, devem se iniciar com o anúncio de Cristo, a Boa Nova da Evangelização e apresentação dos valores cristãos-evangelísticos.

Hoje, para nossa turma que se iniciou na última semana (2014/2015 – Comunidade Nossa Senhora de Fátima), o querido seminarista Fábio Gentille irá fazer esse anúncio, ou melhor, proclamar o Kerigma a nossos crismandos.

Fica a reflexão: nós temos anunciado o Cristo ressuscitado, o amor do Pai e a Graça que procede do Espírito Santo no nosso dia-a-dia? Não só com palavras, mas com testemunho de vida?

kerigma.jpg

– O Apocalipse de São João Evangelista

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, discutiremos hoje o Apocalipse. Compartilho:

O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

Com a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição, os judeus convertidos (cristãos) receberam a missão de continuar a pregação do amor, e anunciar a boa nova (Evangelho). Os discípulos se reuniam para cultuar a Deus nas reuniões cristãs (missas); porém, os romanos, que dominavam a região da Palestina, acreditavam que essa ’seita’ era um movimento de fanáticos e de políticos revolucionários contra o poder do imperador.

As idéias de amar, perdoar, viver em comunhão, eram vista com maus olhos pelas autoridades de Roma. Por isso, a ordem era de perseguir essas pessoas chamadas de cristãos.

São João Evangelhista, apóstolo de Jesus, durante essas perseguições, tentava escrever para as comunidades cristãs, dando-lhes explicações do que estava acontecendo e do que poderia acontecer futuramente com aquelas comunidades. Mas, por estar impossibilitado de lhes falar às claras (ou seja, objetivamente) devido ao seu exílio (estava preso na ilha de Patmos), ele achou por bem escrever em metáforas e em comparações para que os romanos não entendessem.

Reflexão 1: Quando você ouve falar de “Apocalipse”, do que você lembra?

Portanto, diante da missão de continuar a evangelização, de levar o testemunho do amor de Cristo e de encorajar os cristãos a lutar e perseverar na fé, João escreve através de uma linguagem simbólica suas orientações sobre a fé. Temos que nos lembrar sempre que o livro do Apocalipse não é o anúncio do fim do mundo, mas um retrato do desfecho das perseguições cristãs naquela época.

Diante desse simbolismo que São João utiliza para escrever, é importante entender alguns trechos principais do Apocalipse para que não haja erros de interpretação devido a desconhecimentos do panorama da época. A leitura ao pé da letra do Apocalipse, sem o cuidado de entender os sinais e costumes judaicos, nem ao menos entender a situação de como esse livro foi escrito, nos possibilita umainterpretação errada, o que acaba fazendo com que muitos irmãos vejam no Apocalipse um anúncio de tragédias futuras e devastação, o que não é verdade.

Reflexão 2: quantas vezes você já leu trechos soltos de textos e interpretou errado, sem levar o contexto?

Algumas considerações sobre passagens apocalípticas:

Em Ap 1, 4-6 = Nós vemos a utilização do número sete, e a citação de Sete Espíritos diante do trono de Deus.

Temos que entender que 7 é o número judaico que representa a plenitude, a perfeição, a imensidão. Lembremo-nos que Cristo nos mandou perdoar setenta vezes sete (ou seja, infinitamente). Sete Espíritos de Deus quer dizer o Espírito perfeito, ou seja, o Espírito Santo ao lado do Pai e do Filho na Trindade, como a própria leitura nos mostra.

Na verdade, João saúda todas as comunidades cristãs da Ásia, e se refere com uma benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Em Ap 1, 12-20, vemos João dizendo que vê um homem com sete estrelas e sete candelabros que pede para escrever para as comunidades asiáticas.

Na verdade, João mostra a cobrança dele mesmo em levar em nome de Deus orientações e pregações de fé às sete comunidades gregas que estão sendo ameaçadas pelos imperadores romanos. (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). A cada comunidade ele dá uma orientação para coibir a decadência da fé.

Em Ap 4, 1-11, nós vemos o relato do Reino dos Céus e do poder de Deus. É claro que João está escrevendo por símbolos, pois ao lerem essas cartas, os romanos não entendiam o que queriam dizer e achavam que era loucura de João. (por exemplo, João fala dos relâmpagos e trovões constantes do trono em que alguém em um trono coberto pelo arco-íris sentava, rodeado por 24 anciãos).

Na verdade, João fala da providência e ação de Deus imediata aos homens (trovões e raios). A expressão ‘alguém sentado no trono’ é a própria majestade de Deus. O arco-íris representa a misericórdia e o amor citado em Gênese 9,13, e os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo; porém, o povo terrestre é reunido com os anjos no Céu, e lá louvam sem cessar a Deus (2X12=24).

Reflexão 3: será que os romanos entendiam todas essas coisas? É claro que não. Mas os cristãos entendiam porque eram simbologias da religião.

Em Ap 5, 6-8 , vemos o relato da visão de um cordeiro (carneiro) com sete chifres e sete olhos recebendo o livro da mão direita de quem está no trono.

Na verdade, Cristo é o Cordeiro de Deus (o cordeiro era o animal utilizado em sacrifícios) que se sacrificou por nós, e cheio do Espírito Santo, Onipotente e Onipresente ( 7 ch e 7 olh) está, com toda a sua autoridade,  na glória do Céu à direita do Pai.

Em Ap, 12, vemos a analogia da mulher revestida de Sol com uma coroa de 12 estrelas frente ao Dragão.

Na verdade, a mulher/ ora é Maria e as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo/ ora é a Igreja formada pelos 12 apóstolos. O Dragão é o mal. Não é uma profecia do final dos tempos, mas um alerta para o povo perseverar diante das perseguições do imperador Nero. É muito interessante ler todo o cap 12 e as notas de rodapé da Bíblia edição Pastoral, pois temos muita simbologia explicada.

Em Ap 13 – a besta sobre o número 666; quem sucumbir à besta verá que também adorará a segunda besta que virá, e os homens se marcarão pelo pecado. Na verdade, a besta é a representação do imperador romano Nero. Vespersiano, que iria assumir o lugar de Nero como imperador, é a representação da segunda besta.

Nero era maldoso e cruel, e queria ser adorado como Deus; quando morre, Vespersiano institui como religião o culto a imperador mortos, sendo que eles deveriam ser idolatrados desde sua vida.

O número 666 representa 3 X a trilogia da matéria. Mas o que é isso?

Para os judeus:

2 = matéria

3 = perfeição do relacionamento ou Trindade.         2X3=6

6= perfeição da matéria, o puro materialismo, o egoísmo, o mal.

666 = 6-6-6 (três seis seguidos) = perfeição da maldade.

O Apocalipse, nada mais é, do que o livro do grande exemplo de perseverar na fé e enfrentar as perseguições que os nossos antepassados mostraram em nome de Cristo Jesus.

Reflexão 4: Quantas pessoas você conhece que enxergam no Apocalipse um livro de esperança, ao invés de um livro de “fim trágico”? Que tal mudar a compreensão das pessoas que assim entendem?

imgres.jpg

– Rolezinho da Solidariedade

Servir, sem desejar nada em troca!

É assim que devemos agir, na esperança de plantar uma “sementinha de paz” no coração do próximo.

Ontem, voltamos das férias na Catequese do Crisma, e eis que um dos crismandos sugeriu: que tal um “rolezinho da solidariedade”, visitando casas levando mensagens positivas ou ações cidadãs?

Duas sugestões apareceram:

1) Campanha de conscientização da Dengue (levando orientação de combate aos focos de água parada) e

2) Campanha de Doação de Sangue, reservando um horário com algum banco de sangue para os “rolezeiros” praticarem a solidariedade.

Bem melhor do que “tumultuar shopping e ostentar”, não acham?

E aí, você participaria?

1003406_713558968684768_243866184_n.jpg

– E Depois da Ressurreição?

Nos nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, falaremos hoje sobre Pentecoste e Novo Testamento aos nossos crismados.

Abaixo:

PENTECOSTES E O NOVO TESTAMENTO

Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.

Veremos ainda outras aparições em João 20, 19-31, onde Jesus vai ao encontro dos discípulos e São Tomé não o encontra. Jesus volta em outra oportunidade para que este também creia.

Reflexão 1: Assim como Tomé, você tem dificuldade em acreditar em coisas que não vê?

Em Lucas 24, 13-53, vemos a belíssima passagem de Emaús, além da promessa de Cristo sobre o Paráclito, ou seja, o Espírito Santo descendo sobre os discípulos a fim de que tivessem coragem, fé, bênçãos e perseverança para anunciar a todo os povos de todas as raças e crenças a sua ressurreição.

Reflexão 2: Se Jesus viesse hoje ao mundo, será que as pessoas acreditariam com a mesma, maior ou menor intensidade do que o povo daquela época?

No Livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-42), vemos o Pentecostes e a instituição do Batismo como nos dias atuais

Reflexão 3: Como é a sua percepção do Divino Espírito Santo? Consegue identificar sua ação poderosa no dia-a-dia?

Reflexão 4: Você sente / percebe / se inspira com seu Batismo? E com os demais sacramentos que já recebeu?

Depois de tudo isso, começou a Evangelização mundo afora. Vamos lembrar dos apóstolos: eram inicialmente 12; com a morte de Judas Iscariotes, ficaram em 11. Com isso, resolveram eleger mais um discípulo para completar 12 (o 13o). Isso aconteceu antes de Pentecostes; portanto Matias, eleito pelos apóstolos, também recebeu o Espírito Santo (Atos dos Apóstolos 1, 17-26).

Mas o que os discípulos faziam para evangelizar?

Eles viajavam pelos povoados, levavam a Palavra de Deus, ensinavam, e até curavam. Porém, eram duramente perseguidos. Em determinado momento, são ameaçados pelo próprio Caifás (Atos 4, 1-22)

Reflexão 5: Já passou por alguma grande intimidação, como Pedro e João? Como reagiu / reagiria?

Em Atos 6, 1-7 vemos Estevão (primeiro bispo cristão) sendo eleito também pela imposição das mãos. Todos os bispos católicos foram ordenados, de geração por geração, por esse ato de imposição das mãos. Portanto, nosso clero repete o que o próprio Cristo fez a todos os seus antecessores. Com isso, se pegarmos algum bispo e fizermos uma árvore genealógica, chegaremos a algum dos discípulos e consequentemente a Cristo. O martírio de Estevão está relatado em Atos 7, 54-60 e 8, 1-3. Nestas passagens, vemos a firmeza em morrer por Cristo e a garantia de receber um lugar no Céu. Vamos ver também um devastador de cristãos: Saulo.

Reflexão 6: você renunciaria sua fé para sobreviver, em caso de ameaça?

O governo romano queria de todas as formas proibir o culto a Deus (Pai, Filho, Espírito Santo) e forçava as pessoas a se submeterem à crença dos deuses romanos. Saulo de Tarso era um dos mais temidos perseguidores. Porém, em Atos 9. 1-19 Saulo se converte ao cristianismo, e torna-se o 14o apóstolo. É conhecido como São Paulo.

Reflexão 7: você se convence quando alguém que você conhece e outrora teve um passado ruim lhe dá orientações e conselhos?

Tanto Saulo (Paulo), como Pedro, Tiago e os demais viajaram por todo o continente, propagando a fé em Jesus Cristo. As comunidades se tornaram maiores e mais numerosas. Os judeus que aceitavam ouvir os apóstolos eram chamados de cristãos, termo que nos diferencia dos judeus que não aceitaram Cristo. Devido as distâncias percorridas, era costume escrever cartas. Paulo escreveu muitas cartas, e teve como mensageiros delas Timóteo e Tito, que lhe contavam como andava o cristianismo nessas localidades e seus problemas. Escrevia as cartas a diversas comunidades (Coríntios, Filipenses, etc), e procurava disciplinar a fé e desfazer possíveis más interpretações de como viver a fé.

Vejamos alguns ensinamentos de Paulo às primeiras comunidades cristãs, e percebamos que o que ele ensinava é atualíssimo para nós. Muitas vezes estamos cometendo os mesmos erros que elas cometiam. Alguns exemplos das cartas de Paulo:

Aos Romanos (5, 1-11): quem é a Santíssima Trindade.

I Coríntios 15, 3-11: se Cristo perdoa até Paulo, que era perseguidor de cristãos, não nos perdoará?

II Coríntios 12, 1-10: vaidade e orgulho destroem o mundo; perseverar na fé.

Gálatas 5, 13-26: as comunidades verdadeiras vivem na fé.

Efésios 2, 4-10: a misericórdia de Deus.

Efésios 6, 10-17: luta contra o maligno e contra os pecados.

Outros discípulos também escreveram, como Tiago: em Tiago 2, 14-26 vemos um discernimento importantíssimo para a nossa salvação: não adianta ter fé e não realizar boas ações. A fé é morta sem obras. São Tiago nos diz que o diabo também acredita em Deus, porém não pratica boas ações. Assim somos nós: não seremos salvos só porque digo que tenho fé. É preciso demonstrar a fé, realizando boas obras.

Reflexão 8: Você tem tido fé e praticado boas obras? E o contrário?

Cartas de Pedro:

Em I Pedro 1, 14-16 vemos a missão de cada um de nós: sermos santos.

II Pedro 2, 1-12: cuidado com as falsas religiões e falsos profetas.

Escritos de João:

São João, além de escrever o Evangelho, escreveu cartas e o livro do Apocalipse.

I João 2, 18-25: todo aquele que for contra Cristo é um anticristo. Existem muitos em nosso meio.

Apocalipse: João foi muito perseguido, por isso era obrigado a escrever por simbolismos. Não podemos entender o livro do Apocalipse ao pé da letra, pois a linguagem tem que ser adaptada a todo o contexto que se apresentava. Podemos comparar o Apocalipse às composições de vários músicos durante o regime militar brasileiro: diziam uma coisa para ser entendida por outra. A perseguição era tanta, que as missas eram realizadas no que chamamos de catacumbas, e devido ao amor a Cristo muitos morreram em seu nome. As pessoas que morreram em nome de Cristo levaram o nome de mártires.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

1- Todos nós temos uma “cruz” para carregar no nosso dia-a-dia. Que tipo de “cruz” é essa que carregamos?

2- Você se incomoda com a leitura de Tiago 2, 14-26? Como praticá-la?

desconhecido.jpg