
Non puoi amare ciò che non conosci … e, aggiungerei, non puoi neanche odiare … Quante lamentele per le famiglie così assenti dalla crescita spirituale dei propri figli e quante lamentele…
Continua no link em: Non puoi amare ciò che non conosci …

Non puoi amare ciò che non conosci … e, aggiungerei, non puoi neanche odiare … Quante lamentele per le famiglie così assenti dalla crescita spirituale dei propri figli e quante lamentele…
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O Quê / Quem é o Paráclito?
Disse o saudoso Papa Francisco certo dia:
“Paráclito significa ‘aquele que está ao meu lado para me apoiar’, a fim de conservar a juventude do Espírito. O cristão é sempre jovem. Mas para obter a juventude, é preciso um diálogo diário com o Espírito Santo, que está sempre ao nosso lado”.
Buscamos no nosso dia-a-dia conversar com o Paráclito Divino? Nos fazemos abertos à Sua Santa Vontade sobre a nossa vida?
Tertuliano, um pensador do século III, houvera dito esta sábia frase que está em comunhão com o Cristianismo:
“Tens mágoa com alguém e quer ser feliz por um momento? Vingue-se.
Quer ser feliz para sempre? Perdoe“.
Sem contestação, o perdão está acima de tudo! Vingança traz uma falsa “felicidade”, não é coisa que se deve fazer em hipótese alguma. Já o perdão é a essência dos ensinamentos de Jesus que a Santa Igreja Católica nos cobra, junto com o amor incondicional.
A questão passa a ser: agimos assim, misericordiosos, ou desejamos a vingança aos nossos irmãos – das pequenas às grandes mágoas que sofremos?
E quando somos nós a causa de uma intriga?
Reflitamos sempre tudo isso…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Ensinar às crianças a oração do Santo Terço logo cedo é algo muito importante!
Aliás, a fé infantil, inocente e sincera é a mais pura que existe... Não é?

Imagem: Arquivo Pessoal
Para conhecer melhor o que acontece em cada dia desse período tão importante à vida religiosa dos católicos, abaixo:

Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!
Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?
Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…
Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).
Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?
Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou certa vez (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):
“O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”
Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…
Missão difícil?
Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…
Foto: a tranquila Capela Nossa Senhora Aparecida na pracinha em Jarinu/SP . Arquivo Pessoal.
Se a oração não se transformar em graça, transformará a nossa vida, nos ensinou o saudoso Papa Francisco.
E não é isso mesmo?
Abaixo, as palavras do Pontífice anos atrás, durante uma homilia.
“Quantas vezes pedimos e não fomos atendidos, batemos e encontramos a porta fechada? Jesus recomenda insistir e não desistir. A oração transforma sempre a realidade. Se não mudam as coisas ao nosso redor, pelo menos nós mudamos, nosso coração muda”.
Foto: Agência Vatican News
Artigo do bispo emérito de Jundiaí, Dom Vicente Costa, aborda uma importante reflexão: como EXCLUÍMOS Deus no dia-a-dia.
Vale a leitura,
Extraído de: http://www.jj.com.br/opiniao/dom-vicente-costa-graves-consequencias-de-excluir-deus-da-vida/
AS GRAVES CONSEQUÊNCIAS DE EXCLUIR DEUS DA NOSSA VIDA
“Pois em Deus vivemos, nos movemos e existimos” (cf. At 17,28). Vivemos tempos difíceis e conturbados. Apesar de vivermos numa sociedade com raízes cristãs, temos visto uma larga difusão de sinais e fenômenos de secularismo e descristianização. Deus já não é mais o centro da história humana e o ser humano quer fechar-se em si mesmo, sem nenhuma abertura à dimensão transcendental, determinando, com suas técnicas e intelectualidade, o curso de todas as coisas.
Cada vez mais Deus diz respeito somente para os que n’Ele creem. Claro que o avanço tecnológico traz benefícios extraordinários à humanidade. Mas penso que estas tendências escondem uma ameaça muito grave. Perigosas podem ser as consequências com que temos de arcar quando excluímos Deus e a dimensão ao Infinito da vida humana.
O presbítero espanhol, Emiliano Jiménez Hernándes, em seu livro “Decálogo, dez palavras de vida” (Brasília: Editora Centro Neocatecumenal de Brasília, 2017), escreveu ser bem verdade que “o homem pode excluir Deus de sua vida. Mas isso não ocorre sem gravíssimas consequências para o próprio homem e para sua dignidade como pessoa. O afastamento de Deus carrega consigo a perda daqueles valores morais que são base e fundamento da convivência humana” e, consequentemente, na sua carência, é produzido um “vazio que se pretende encher com uma cultura centrada no consumismo desenfreado, no afã de possuir e desfrutar, e que não oferece mais ideais que a luta pelos próprios interesses ou o prazer narcisista. (…) Em vários países desenvolvidos, (e também aqui no Brasil), uma séria crise moral já está afetando a vida de muitos jovens, deixando-os à deriva, amiúde sem esperança, e impelidos a buscar uma gratificação imediata” (pp. 11-12).
Diante desta realidade, a Igreja, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo e sendo perita em humanidade, pode e tem a missão de iluminar esta realidade na qual nossa sociedade está imersa. Como? Sugerimos três conceitos para isto: (1) Resiliência e Fé: a primeira é uma palavra moderna entendida como a capacidade de retornar à forma original e não deixar que nada nem ninguém desfigure a imagem de Deus presente em nós; (2) Maturidade e Educação: para que todos estejam dotados de um grande sentido de responsabilidade para o bem comum, a partir de um sistema educacional de qualidade, baseado na verdade e na formação de personalidades maduras e responsáveis, evitando qualquer confusão moral, insegurança pessoal e fácil manipulação; (3) A sacralidade da nossa consciência, que é, no dizer do Concílio Vaticano II, “o núcleo mais secreto e o sacrário do ser humano, no qual este se sente a sós com Deus (cf. Gaudium et Spes, n. 16)”.
Temos visto diariamente, nos meios de comunicação, as graves e impactantes consequências de excluir Deus da nossa vida – corrupção, violência, drogas, abortos, um crescente número de ideologias, uma cultura fragmentada, as grandes mídias e empresas politizadas partidariamente, o relativismo, a ditadura do hedonismo, do prazer e do consumo a todo custo, entre outras coisas. Não deixemos que nos roubem a esperança. Não deixemos que nos roubem a alegria de viver. Não deixemos que nos roubem de nós mesmos!
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Imagem extraída de: https://www.miliciadaimaculada.org.br/noticias/igreja/semana-de-oracao-pela-unidade-crista-segue-ate-domingo
Quantas vezes nos esquecemos de pedir ajuda a Deus?
Quantas vezes nos entendemos que “bastamos-nos” somente?
Quantas vezes achamos que pedimos, mas somente reclamamos com o Alto?
Por quê ter vergonha de dizer: “preciso da sua ajuda, ó Pai“?
Deus nos ouve, nos respeita e nos quer ajudar. Basta O procurarmos e esquecermos da nossa suposta auto-suficiência que nos torna arrogantes em espírito.

Imagem extraída de: https://www.rccbrasil.org.br/institucional/mais-lidas-ministerios/1254-projeto-abraco-de-pai-busca-promover-os-filhos-de-deus-.html
Não posso deixar de compartilhar a homilia do Frei Fernando, da Santa Missa que participei nesse final de semana. Ela me impulsiona a levá-la para outras pessoas.
Na celebração onde João Batista reconhece Jesus como o Cordeiro de Deus, somos convidados a nos questionar: quem é Jesus para nós?
E dessa perturbação, lembremo-nos: devemos ser servos de Deus, mas também luz!
Anotou?
Ser servos para Deus, e luz para o irmão! Luz para fazer o outro sorrir; luz para clarear a vida do próximo, seja com um gesto gentil ou um sorriso; luz, para mostrar que Cristo habita em nós!
E quando as pessoas não desejarem ajuda ou nos sentirmos sem saída para as angústias da vida?
Para essa questão, o frei disse:
“Quando eu estava na África, em missão, o paupérrimo povo usava a expressão ‘É assim’, e continuava a vida. O ‘É assim’ não quer dizer conformismo, mas disposição para enfrentar os desafios. E as pessoas de lá, com naturalidade, demonstravam alegria e enfrentavam suas dores. ‘É assim’!”.
Façamos da mesma forma: sejamos servos de Deus, luz do próximo, e diante das dificuldades, digamos: “É assim” e confiemos que Ele nos ajudará!

Imagem extraída de: https://www.diocesesa.org.br/2018/06/26/o-batismo-e-os-caminhos-de-conversao-demonstram-o-legado-de-sao-joao-batista/
Para quem pode ir à Missa nessa quinta-feira, deparou-se com a Primeira Leitura de incrível relevância aos dias atuais: fala-se dos corações que ficam endurecidos pelas coisas humanas e esquecimento do amor de Deus, e pede-se que dia-a-dia possamos estar em comunhão com Cristo.
Vale a meditação:
Hb 3,7-14
Leitura da Carta aos Hebreus.
Irmãos, 7escutai o que declara o Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a sua voz, 8não endureçais os vossos corações, como aconteceu na provocação, no dia da tentação, no deserto, 9onde vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, 10embora vissem as minhas obras, durante quarenta anos.
Por isso me irritei com essa geração e afirmei: sempre se enganam no coração e desconhecem os meus caminhos. 11Assim jurei na minha ira: não entrarão no meu repouso”. 12Cuidai, irmãos, que não se ache em algum de vós um coração transviado pela incredulidade, levando-o a afastar-se do Deus vivo. 13Antes, animai-vos uns aos outros, dia após dia, enquanto ainda se disser “hoje”, para que nenhum de vós se endureça pela sedução do pecado – 14pois tornamo-nos companheiros de Cristo, contanto que mantenhamos firme até o fim a nossa confiança inicial.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

Do recém falecido Papa Emérito Bento XVI:
“Ao morrer, o homem vai para a realidade e para a verdade sem véu. Acabou o jogo de máscaras de uma vida que se refugia atrás de posições fictícias. O homem é então o que é na verdade.”
Joseph Ratzinger, A Morte e o Além.
(Imagem e citação extraídos do twitter de Apostolado Veritatis Splendor).
“O Papa Francisco afirmou que ‘o demônio não é uma fábula; ele existe, e os cristãos não devem ser ingênuos diante de suas estratégias’… ‘é verdade que o demônio existe! A presença do demônio está na primeira página da Bíblia e também no final, com a vitória de Deus sobre ele’. E o Papa indicou três caminhos para resistir ao maligno: ‘Não confundir a verdade. Jesus luta contra o diabo; e este é o primeiro critério. O segundo é que ‘quem não está com Jesus está contra Jesus’. Não existe outro comportamento. E o terceiro critério é a vigilância”.
Reflita: será que estamos preparados para resistir às tentações do Inimigo de Deus?

Imagem extraída de: https://templariodemaria.com/sobre-a-necessidade-de-fugir-das-ocasioes-de-pecado/
Uma reflexão da mensagem do Papa Francisco sobre o quão Deus se preocupa conosco!
Em: https://youtu.be/cbKgGss66Oc
Uma forma lúdica de catequisar pequeninos: colecionando santinhos, nossas crianças já sabem que as “diversas Nossas Senhoras” são a mesma Virgem Maria, a Mãe de Jesus, nossa “Mãezinha do Céu”.
Destaque especial ao Papai de Jesus, o amigo São José. Não poderia faltar ele para falar da família…

Tenha fé.
Tenha ânimo.
Tenha esperança.
Creia.
Acredite.
Eu sei que é difícil esperar quando se está frágil. Mas lembremo-nos de São Paulo: “quando sou fraco, aí que sou forte” – não pelos nossos méritos, mas pela misericórdia divina.
Resistamos a mais um dia. Eu sei que a jornada pode parecer inglória, e muitas vezes os percalços nos deprimem. Mas insisto: creiamos! Tentemos, lutemos…

Você realmente vive sua fé ou apenas pratica ritos?
Uma ótima reflexão sobre os frutos que produzimos ou não:
Extraído de: https://pt.aleteia.org/2022/02/08/de-que-adianta-ser-cristao-por-tradicao-se-voce-nao-e-realmente/
DE QUE ADIANTA VOCÊ SER CRISTÃO POR TRADIÇÃO, SE VOCÊ REALMENTE NÃO É?
Por Padre Luigi Epicoco
Muitas vezes acontece que toda a nossa fé se torna apenas a soma de muitas tradições humanas que são louváveis, bonitos e interessantes, mas que às vezes perdem o foco no que mais importa: o mandamento de Deus
“Vós deixais de lado o mandamento de Deus, para vos prenderdes à tradição dos homens”(Mc 7, 1-13)
O Evangelho coloca-nos diante dessas palavras lapidárias de Jesus, que devem ser verdadeiramente um exame de consciência não só para cada um de nós, mas também para nossas comunidades.
De fato, muitas vezes acontece que toda a nossa fé se torna apenas a soma de muitas tradições humanas que são louváveis, bonitas, interessantes, mas que às vezes perdem o foco no que mais importa: o mandamento de Deus.
De fato, para que servem nossas tradições se esquecemos de amar o próximo, a nós mesmos ou o próprio Deus? Não é verdade que às vezes Jesus, ou os santos, são apenas o pretexto para fazer nossas próprias coisas, nas quais a lógica do Evangelho não entra de forma alguma?
E assim, muitas vezes somos cristãos “tradicionalmente” mas não “realmente”. Jesus disse uma vez no Evangelho que “a árvore é reconhecida pelos seus frutos”. Devemos sempre ter muito cuidado para não confundir os frutos com as folhas.
Podemos ostentar o cristianismo como uma árvore exibe suas folhas, mas a prova real de que estamos vivendo a fé cristã está nos frutos. Este seria um bom discernimento a ser feito com sinceridade, para entender o que deve ser mantido e defendido, e o que devemos evangelizar novamente.
De fato, devemos fazer com que tudo em nossa vida se encontre com o fogo do Evangelho.

Imagem: Fred de Noyelle | Godong
No Evangelho de São Lucas proclamado hoje, vemos Jesus na sinagoga lendo o livro do profeta Isaías, que dizia:
18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor […] Hoje essa Palavra se cumpriu”.
Se somos cristãos, devemos ser imitadores de Cristo. Em nossa vida, levamos também uma mensagem de esperança, praticamos a caridade e usamos nossos talentos para um mundo melhor?
Reflitamos nessa verdade.

Imagem extraída de: https://catequizar.com.br/evangelizar-um-exercicio-de-criatividade/
Hoje começa o “Tempo do Advento” para a Igreja Católica. Em nossos encontros semanais da Catequese para o Sacramento do Crisma, falamos algumas vezes desse tanto esperançoso período.
Aos catequistas que se interessarem, 12 tópicos para reflexão que escremos para esse tema:
NOSSA SENHORA E O ADVENTO

Andemos e partilhemos com gente de boa índole. Às más companhias, busquemos levar amizade, ensinamento e mudança de vida.
Uma mensagem bíblica de grande sabedoria, escrita por São Paulo aos Coríntios:

Pausa nas atividades para uma breve oração. Ter a chance de dispensar um tempo dos afazeres e ir à Igreja é fundamental para a vida espiritual…
Rezemos, amigos.

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Bragança Paulista/ SP (Arquivo Pessoal).
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós – em especial, aos que não têm ninguém que reze por eles. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Que Deus nos ajude. Sempre!
(Ou melhor: continue nos ajudando).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós. Consagramo-nos a ti, ó Mãe! Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Como está sua relação com Deus, oucom a sua alma? Está de bem com a sua vida espiritual?
Dias atrás, a bela mensagem do Evangelho de São Lucas (18, 1-8) nos trouxe uma reflexão: se até aqueles que não são justos atendem pedidos insistentes, imagine Deus, que é o Puro Amor, ao ouvir nossas preces, quando elas brotam do coração?
Abaixo:
“Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: 2“Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ 4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha agredir-me!’” 6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? 8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”
Confiemos na Providência Divina! É o que precisamos fazer.
De dias atrás, mas atual:
“Quando o ímpio se arrepende da maldade que praticou, conserva a própria vida”
Antífona do Evangelho.
Vamos refletir?
Por fim…
E o Papa Francisco, estando na Eslováquia nessa semana, disse: “as homilias não deveriam durar mais do que 10 ou 15 minutos”!
Na verdade, ele se referiu à importância da clareza e do sentido delas. O que cá, entre nós, são requisitos fundamentais, independente do tempo.
RELIGIOSAS APLAUDEM PEDIDO DO PAPA FRANCISCO POR HOMILIAS CURTAS
Bratislava, 13 set. 21 / 02:00 pm (ACI).- O papa Francisco fez um discurso sobre a missão evangelizadora da Igreja que gerou aplausos, especialmente das religiosas, quando falou sobre as homilias na reunião com os bispos, o clero e os consagrados no seu segundo dia de sua visita à Eslováquia.
Francisco não se ateve ao discurso oficial e falou sobre a importância de “encontrar caminhos, modos e linguagens novas para anunciar o Evangelho”, através da criatividade, seguindo o exemplo dos santos Cirilo e Metódio, inventores do alfabeto cirílico usado em países eslavos de maioria cristã ortodoxa.
“Nós podemos ajudar, com a criatividade humana, pois cada um de nós tem essa possibilidade. Mas o grande criativo é o Espírito Santo: é Ele quem nos move a ser criativos”, disse Francisco, em 13 de setembro.
O papa afirmou que, “se com a nossa pregação e com a nossa pastoral não conseguirmos entrar mais pela via ordinária, tentemos abrir espaços diferentes, experimentemos outros caminhos”.
“Aqui faço um parêntese” sobre “a pregação”, disse o papa.
“Alguém me disse que, na Evangelii gaudium, me detive demais sobre a homilia. Porque é um dos problemas deste tempo. A homilia não é um sacramento como pretendiam alguns protestantes, mas é um sacramental. E não é uma pregação de quaresma, é outra coisa. Está no coração da Eucaristia. E pensemos nos fiéis que têm que escutar homilias de 40 minutos, de 50 minutos, sobre argumentos que não entendem, que não lhes comove. Por favor, sacerdotes e bispos, pensem bem em como fazer a homilia, em como prepará-la para que haja um contato com as pessoas e se inspire no texto bíblico”.
Francisco disse que “uma homilia, muitas vezes, não deve passar de 10 minutos, porque as pessoas, depois de 8 minutos, perdem a atenção. A menos que seja muito interessante né? O tempo deveria ser de 10 a 15 minutos, não mais”.
Em seguida, o papa contou sobre uma lembrança: “um professor que tive de homilética dizia que uma homilia deveria ter coerência interna: uma ideia, uma imagem e um sentimento. Que as pessoas saiam com uma ideia, com uma imagem e com algo que lhes moveu o coração. O anúncio do Evangelho é simples assim, e Jesus pregava assim”, ele se valia das “coisas concretas, que as pessoas entendiam”.
“Desculpem-me que volte a esse assunto, mas é que eu me preocupo”, disse Francisco, cujas palavras foram interrompidas pelos aplausos, aos quais respondeu: “Permito-me uma maldade: as religiosas começaram com os aplausos, porque elas são as vítimas das nossas homilias, não é?”.
Papa Francisco durante o encontro com os bispos, sacerdotes e religiosos da Eslováquia. Crédito: Vatican Media (captura de vídeo)
Uma das coisas mais importantes que podemos fazer é perdoar a quem nos ofende. Mas, muitas vezes, nos auto-ofendemos e precisamos nos perdoar!
A Igreja Católica nos oferece o Sacramento da Confissão, onde pedimos a Deus a absolvição de nossas faltas graves, diante do sacerdote. É um exercício de humildade, arrependimento e desejo de conversão.
Que tal buscar sua reconciliação com o Alto, com seu irmão e consigo mesmo? Não deixe para depois.
Nossos líderes mundiais devem primar pela paz. Lembre-se: exaltar a violência ou o ódio não é algo cristão.
O católico, por exemplo, deve pensar muito bem em suas considerações públicas, pois Jesus Cristo é chamado carinhosamente de “Príncipe da Paz”. Ora, como alguém que se diz cristão pode defender a guerra, o separatismo, as armas, a balbúrdia?
Digo isso pois nesta 3a feira, a Liturgia nos fala claramente (através da Carta de São Paulo aos Tessalonicenses) sobre a busca dos meios pacíficos de convivência, nesta vida, a fim do juízo final, E o termo “edificai-vos uns aos outros” mostra a preocupação com a união.
PRIMEIRA LEITURA (1Ts 5,1-6.9-11)
1Quanto ao tempo e à hora, meus irmãos, não há por que vos escrever. 2Vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como ladrão, de noite. 3Quando as pessoas disserem: “Paz e segurança!”, então de repente sobrevirá a destruição, como as dores de parto sobre a mulher grávida. E não poderão escapar.
4Mas vós, meus irmãos, não estais nas trevas, de modo que esse dia vos surpreenda como um ladrão. 5Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite, nem das trevas. 6Portanto, não durmamos, como os outros, mas sejamos vigilantes e sóbrios.
9Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. 10Ele morreu por nós, para que, quer vigiando nesta vida, quer adormecidos na morte, alcancemos a vida junto d’Ele. 11Por isso, exortai-vos e edificai-vos uns aos outros como já costumais fazer.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.
Para quem teve a oportunidade de participar da Santa Missa no sábado (ou fará neste domingo), pode presenciar tão belas leituras, onde se coloca a figura do Pai (e juntamente Cristo) como o Bom Pastor.
Naquele tempo, os pastores eram pessoas marginalizadas na sociedade. E a figura de um pastor de ovelhas bondoso (por isso, o “Bom Pastor”) era algo diferente. Deus é o nosso bom pastor, e somos suas ovelhas. Cada um de nós é importante para Ele, e precisamos entender essa verdade: nunca estamos desprotegidos!
Compartilho, abaixo:
XVI DOMINGO TEMPO COMUM
PRIMEIRA LEITURA (Jeremias 23,1-6)
23 1 “Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem! – oráculo do Senhor.
2 Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: Dispersastes o meu rebanho e o afugentastes, sem dele vos ocupar. Eu, porém, vou ocupar-me à vossa custa da malícia de tal procedimento – oráculo do Senhor.
3 Reunirei o que restar das minhas ovelhas, espalhadas pelos países em que as exilei e as trarei para as pastagens em que se hão de multiplicar.
4 Escolherei para elas pastores que as apascentarão, de sorte que não tenham receios nem temores, e já nenhuma delas se extravie – oráculo do Senhor.
5 Dias virão – oráculo do Senhor – em que farei brotar de Davi um rebento justo que será rei e governará com sabedoria e exercerá na terra o direito e a eqüidade.
6 Sob seu reinado será salvo Judá, e viverá Israel em segurança. E eis o nome com que será chamado: ‘Javé, nossa justiça!’”
Palavra do Senhor.———————
SALMO 22/23
R: O Senhor é o pastor que me conduz:
felicidade e todo bem hão de seguir-me!O Senhor é o pastor que me conduz;
não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha
e restaura as minhas forças.Ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei;
estais comigo com bastão e com cajado;
eles me dão a segurança!Preparais à minha frente uma mesa,
bem à vista do inimigo,
e com óleo vós ungis minha cabeça;
o meu cálice transborda.Felicidade e todo bem hão de seguir-me
por toda a minha vida;
e na casa do Senhor habitarei
pelos tempos infinitos.———————
SEGUNDA LEITURA (Carta de São Paulo aos Efésios 2,13-18)
2 13 Agora, porém, graças a Jesus Cristo, vós que antes estáveis longe, vos tornastes presentes, pelo sangue de Cristo.
14 Porque é ele a nossa paz, ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizade que os separava,
15 abolindo na própria carne a lei, os preceitos e as prescrições. Desse modo, ele queria fazer em si mesmo dos dois povos uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz,
16 e reconciliá-los ambos com Deus, reunidos num só corpo pela virtude da cruz, aniquilando nela a inimizade.
17 Veio para anunciar a paz a vós que estáveis longe, e a paz também àqueles que estavam perto;
18 porquanto é por ele que ambos temos acesso junto ao Pai num mesmo espírito.
Palavra do Senhor.———————
EVANGELHO (São Marcos 6, 30-34)
6 30 Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-lhe tudo o que haviam feito e ensinado.
31 Ele disse-lhes: “Vinde à parte, para algum lugar deserto, e descansai um pouco”. Porque eram muitos os que iam e vinham e nem tinham tempo para comer.
32 Partiram na barca para um lugar solitário, à parte.
33 Mas viram-nos partir. Por isso, muitos deles perceberam para onde iam, e de todas as cidades acorreram a pé para o lugar aonde se dirigiam, e chegaram primeiro que eles.
34 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.
Palavra da Salvação.
Que possamos nós nos abrigar sempre em seu aprisco!
No Catolicismo, não existe dualidade de forças equitativas entre o bem e o mal. O bem é infinitamente superior ao mal. Deus não se iguala em forças com o Diabo.
Entretanto, gente de fé frágil, simplória e supersticiosa, muitas vezes cria correntes virtuais na Internet. Das mais bobinhas às mais complexas, confundem a cabeça das pessoas.
A criatividade abunda e custa crer que seja inspirada pelo Espírito Santo. O conhecido Padre Zezinho abordou esse tema com tal imagem abaixo e a reflexão:
“Certas postagens merecem um estudo. Será que quem postou isso pensou no que disse? Será que o Céu lhe revelou isso?”
Pois é. Desde quando digitar AMÉM no Facebook virou fórmula mágica? E tem quem acredite…
Na minha esteira, enquanto eu estava correndo e ouvindo meu rádio, escutei durante a canção “Utopia” do Padre Zezinho SCJ (mítico sacerdote da música católica), ele pausando a apresentação e falando sobre a “responsabilidade e a competência de quem leva uma mensagem”.
Disse:
“Não é porque você está na televisão, que você é melhor ou pior do que alguém. A única diferença dos outros que estão fora da grande mídia é que a sua ‘fala’ vai mais longe”!
Sensacional. Serve para todas as atividades profissionais que tem espaço na TV (independente de crenças ou descrença)… Precisamos de humildade. Carecemos de senso de didática. Necessitamos de vozes diversas para crescermos e aprendermos.
Diante de tudo isso, tenhamos a certeza: somos competentes com ou sem repercussão – e isso nos faz importantes para nós mesmos!
Está com muito peso nas costas? Não aguenta o julgamento do mundo? Sente-se pressionado pela vida? As preocupações temporais te afastam das coisas atemporais (que são as perenes, que não passam)?
Muitas vezes somos (ou nos achamos) tão cultos, estudados e comprometidos com a carreira profissional que perdemo-nos no dia-a-dia. E aqueles mais puros, sem formação, acabam sendo sábios nas coisas que mais valem a pena!
Se você não é tão afável à Palavra de Deus, vai pouco à Missa ou está distante das coisas mais espirituais, saiba: a Boa Nova anunciada por Cristo nos chama a atenção de que seu “jugo* é suave e o fardo é leve”.
*No sentido religioso, jugo é a opressão que uma pessoa carrega quando está dominada por seus próprios problemas, como enfermidades, vícios, dívidas. No literal, jugo é a peça de madeira para atrelar bois a carroça ou arado, uma canga.
Abaixo, o texto:
EVANGELHO DE SÃO MATEUS, capítulo 11, do versículo 25 ao 30.
Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
NÃO SEJAMOS ESCRAVOS DAS COISAS MISERÁVEIS QUE O MUNDO OFERECE (como o dinheiro e a vaidade), MAS SEJAMOS DOCES E ABERTOS ÀS RIQUEZAS CELESTIAIS (a misericórdia, a fé e a providência divina).