– Nem de Esquerda, nem de Direita! O Vírus não escolhe ideologia e nem foi produzido politicamente.

Em momentos de crise, as pessoas perdem muitas vezes a noção da realidade. Um desses casos é o de Andressa Urach, que literalmente “viajou” ao explicar a sua dúvida quanto a existência ou não do Covid-19.

Eu não tinha lido essa barbaridade (foi no final de Março), mas me assustei. Como pode?

Compartilho, extraído de: https://jovempan.com.br/entretenimento/famosos/andressa-urach-diz-que-pandemia-e-golpe-de-esquerda-recebe-criticas-e-apaga-post.html

ANDRESSA URACH DIZ QUE PANDEMIA É GOLPE DE ESQUERDA

Andressa Urach usou suas redes sociais para falar sobre a pandemia do novo coronavírus e foi alvo de críticas ao colocar em dúvida a sua existências – que já deixou ao menos 117 mortos apenas no Brasil.

“Essa ‘quarenta’ pra mim no Brasil não passa de um golpe de esquerda, que se uniu com uma parte da imprensa, para quebrar ainda mais economia do Brasil e depois colocar a culpa no presidente”, afirmou Urach.

A pastora e ex-Miss Bumbum foi além: “Aonde estão as provas dos atestados de Óbitos por Corona Vírus comprovados? Não existem!!! Outra coisa, vírus? Sempre vai existir… vamos parar sempre? Aff… Daqui 60 dias ou mais, quando várias empresas estiverem quebradas, o desemprego triplicar e pessoas passando mais fome e mais presídios cheios… vocês vão me dar razão. A aqui no Brasil o tráfico mata mais pessoas que o coronavírus. #PenseNisso.”

Após receber enxurrada de críticas de seus seguidores, Andressa resolveu, neste domingo (29), apagar o post. No entanto, ela fez questão de dizer que não se arrependeu do que disse. “Apaguei o post anterior, até estava bloqueando as pessoas, mas não vou mais! Sabe porque? Porque eles ainda vão se curvar ao meu Deus VIVO, então quando estiverem desesperados estarei aqui para ajudar vocês!”

– Histeria e Negação: os extremos do Covid e o questionamento para o respeito ao profissional

O momento é para agregar a humanidade, afinal há um inimigo comum universalmente: o Novo Coronavírus! Mas não é bem assim que está acontecendo…

O Ministro da Saúde aparece na Globo dizendo que dias mais difíceis ainda virão. Já o Presidente da República surge no SBT, na mesma noite de domingo, dizendo que o pior já passou.

Pirei? Talvez.

Politizou-se a pandemia, não se negue essa triste realidade. E com isso surge um novo problema: o descontrole emocional! Tal situação gera o seguinte: alguns publicam que estamos vivendo o final dos tempos e que nada restará; outros, desdenham da ferocidade e velocidade do contágio do Covid-19. Dessa forma, surgem pessoas (para meu grande espanto) validando atitudes extremistas, antidemocráticas e que vão contra qualquer princípio ético ou cidadão.

Na sociedade, existe uma exceção de pessoas que perdeu o respeito alheio e defende a violência oral, vocal, verbal, moral ou, se bobear, até física contra os outros (pasmem: como “método de defesa dos valores”). Tenho medo que isso gere coisas mais sérias e violentas.

De maneira bem clara, estou me referindo às lamentáveis defesas a favor dos trogloditas que intimidaram a repórter e o cinegrafista da TV Tem em Jundiaí ou a fanática mulher que invadiu a transmissão ao vivo no SP1 e impediu o trabalho do profissional de imprensa.

Aqui, o grande vexame e/ou constrangimento: generalizar os trabalhadores de uma área como se todos fossem ruins, confundir as bolas, cegar-se com uma impressão pessoal, se permitir a defesa do extrapolar…

Na crise, se revelam algumas personalidades e a pessoa explicita sua real faceta. Assim, reflita:

  • Se você não gosta da CBF, pode-se invadir o campo e arrancar o apito do juiz?
  • Se você não gosta da UNICAMP e acredita nas bobagens de que as universidades são só “canteiros de maconha” (como sugestionou e generalizou um Ministro), pode-se arrancar a caneta do professor em meio a aula?
  • Se você não gosta da Unimed, vale invadir a enfermaria e arrancar a seringa do enfermeiro?
  • E se estiver bronqueado com a CPFL, você vai tirar a escada do operário que está no poste?
  • Sem contar com a animosidade contra os músicos, arrancando o cavaquinho do pagodeiro ou o pandeiro do sambista, caso não seja seu gosto musical. Ou o Funk, o Sertanejo…

RESUMINDO: se não gosta da Globo, respeite o jornalista que é um empregado, está trabalhando e não lhe arranque o microfone. Critique-se o diretor e mude de canal!

Pense: um petista pode invadir a transmissão ao vivo da Record, arrancar o microfone do jornalista e dizer que a emissora de Edir Macedo é chapa-branca e recebe benesses do Governo? Lógico que não. Assim como um bolsonarista não pode cometer a mesma coisa, para dizer ao vivo sua versão “Globo e a destruição do Brasil”. Em tempo: essas opiniões de Globo ou Record não são defesa ou crítica minha, são os escritos que se lê em muitos perfis nas Redes Sociais.

Já imaginou no seu trabalho você ser atrapalhado em meio ao seu ofício por um radical que queira denegrir o seu patrão ou o seu próprio negócio? Se isso virar moda, acabou o mundo!

Sem convivência não há cidadania. O diálogo deve existir acima de tudo entre as pessoas, sem imposição de ideologia. Nunca a violência resultará em bons negócios.

Assista outra emissora, mude de plano de saúde, troque a operadora de celular, converta-se de religião, redefina-se até de sexo… mas respeite quem pensa diferente ou simplesmente quem está trabalhando.

Se preferir, troque tudo o que está escrito acima pelo resumo: tenha educação!

Onde vamos parar com tanta intolerância, até mesmo contra coisas descabidas?

– Renato Peters e a Mulher Fanática

Que coisa feia aconteceu durante o jornal da hora do almoço na Globo, não? 

Uma mulher descontrolada pegou o microfone do jornalista Renato Peters e gritou “Globolixo” e disse que o “Bolsonaro está certo“.

Quanta bobagem. Esquerda diz que a Globo é de Direita, Direita diz que a Globo é de Esquerda, e assim a vida seguecom muitos políticos tendo seus fanáticos seguidores fazendo idiotices.

Que culpa Peters tem? Ele, que está trabalhando, pode ser atrapalhado ao vivo? É o trabalho dele informar.

Respeitem os profissionais! Separem as coisas, e se não gosta da Globo, mude de canal.

Mulher invade reportagem da Globo ao vivo: “Bolsonaro tem razão”

– A prevenção contra o Coronavírus depende também de se evitar a ignorância!

Neste 45º dia da chegada do Novo Coronavírus no Brasil, as mortes deverão ultrapassar (quando divulgadas à tarde) lamentável a marca de 1000 pessoas.

Infelizmente, há quem desdenhe do número e queira absurdamente comparar com outros dados de doenças (normalmente falsos, retirados da Internet), alegando que são poucas vítimas.

Não se engane: em 2019 inteiro, morreram 782 pessoas de Dengue, 796 da Gripe H1N1 e 15 de Sarampo em nosso país (dados do Ministério da Saúde). E em 1 mês e ½ de Covid… lembrando que o pico ainda está por vir.

Higienização e pouca exposição: são as duas coisas que previnem. Além de se evitar a ignorância, é claro.

– Parabéns, Caixa Econômica Federal! As novas medidas do crédito imobiliário

Quando a ação governamental é correta, valem os aplausos. E nessa situação pontualmente o Governo acertou: a Caixa Econômica, para imóveis, oferta carência de parcelas de contratos antigos e 6 meses para contratos novos a serem fechados!

Há pouco, a ótima notícia visando minimizar as consequências da crise provocada pela Pandemia,

Em: https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2020/04/epoca-negocios-caixa-oferta-carencia-para-pessoas-e-construtoras-no-credito-imobiliario.html

CAIXA OFERTA CARÊNCIA PARA PESSOAS E CONSTRUTORAS NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira que oferecerá carência no financiamento imobiliário para pessoas físicas e para construtoras, na esteira da rápida desaceleração econômica provocada pela disseminação do coronavírus.

Maior financiador imobiliário do país, com cerca de 70% desse mercado, o banco estatal permitirá que pessoas físicas e construtoras façam uma pausa ou paguem parcialmente as prestações por um período de 90 dias em contratos vigentes.

Essa medida vale para clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso. Para pessoas com atraso por mais de 60 dias até seis meses, o banco poderá renegociar contratos, incluindo a possibilidade de pausa temporária nas prestações. Nos novos contratos, a carência sobe para 180 dias.

No caso das construtoras, a carência de 180 dias valerá para novos projetos concluídos, em fase de amortização e para prorrogação do início de obras. O banco também oferece antecipar recursos do financiamento não usados antes ou adiantar 20% dos recursos de obras ainda por começar, e ainda a possibilidade de prorrogação do início das obras por até 180 dias.

“Isso só vale se as empresas não demitirem”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em apresentação online.

O executivo disse ainda que o banco avalia estender carência das prestações de crédito imobiliário se a crise piorar.

Os benefícios, que poderão ser solicitados a partir da próxima segunda-feira, são anunciados no momento em que entidades ligadas ao setor imobiliário tentam conter os efeitos da crise instaurada pelo isolamento social implementado como forma de tentar aliviar a pandemia do coronavírus.

Após três anos de uma queda histórica, o financiamento imobiliário voltou a crescer no Brasil em 2018 e 2019. No primeiro bimestre de 2020, os empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança cresceram 35,7% ante mesma etapa do ano passado, segundo dados da Abecip.

Nesta semana, o sindicato dos fabricantes de cimento, Snic, afirmou que as vendas do insumo por dia útil em março desabaram cerca de 10% sobre um ano antes e cobrou do governo medidas para que os recursos disponibilizados pelo Tesouro e Banco Central chegassem aos consumidores.

– Em 43 dias, Covid-19 já matou mais em 2020 do que Sarampo, Dengue e H1N1 em 2019 inteiro! E sobre a hidroxicloroquina, uma posição.

Não acredite em Fake News e em fanáticos políticos, de Esquerda ou de Direita. Acredite na verdade, na lisura e na ponderação.

Dessa forma, segundo o Ministério da Saúde (números oficiais), já morreu mais gente por conta do Coronavírus em 2020 do que das “doenças populares replicadas na Internet por Fake News do que em todo ano de 2019”. Abaixo:

  • Nos 365 dias de 2019, os mortos no Brasil foram:
       Dengue: 782.
       Gripe H1N1: 796.
       Sarampo: 15.
  • Em 43 dias de 2020, os mortos pelo Novo Coronavírus no Brasil foram:
       Covid-19: 823.

Portanto, percebamos como a coisa é séria. Vaias para quem divulga números falsos e minimiza a pandemia e Aplausos para quem estuda, pesquisa e trabalha em soluções médicas.

Diante disso, existe a polêmica sobre a hidroxicloroquina, dividindo muitos médicos. Em si, a situação é que o remédio usado para combater a malária, lúpus e artrite teria ótimos resultados se ministrada em pacientes de Covid-19.

Quem é contra, sustenta que ainda faltam pesquisas mais profundas. Quem é a favor, alega que estamos numa tragédia mundial e já é hora de usar a droga oficialmente.

Compartilho um texto muito bom (na verdade, uma carta) assinada por 30 importantes cientistas brasileiros, a respeito do uso favorável da hidroxicloroquina. O link em: https://brasilsemmedo.com/cientistas-publicam-carta-aberta-ao-ministro-da-saude/

Bahia autoriza tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina ...

– Já são 114 mortes por Covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas. Que Deus nos ajude!

Falamos ontem sobre a necessidade de cuidados máximos nessa semana com o contágio pelo Novo Coronavírus (em: https://wp.me/p4RTuC-pkU). A previsão seria de grande número de infectados nos próximos 14 dias.

Vale lembrar os procedimentos básicos: para quem não pode ficar recluso, usar máscaras, passar álcool gel, manter distância de outras pessoas e caprichar na higiene.

Mas pense na progressão das mortes, ainda não estando no pico: essa praga altamente contagiosa matou mais de cem brasileiros somente em um dia. Quantos morrerão até o final dela? E como ficarão os hospitais se o sistema entrar em colapso?

Brasil registra 11.130 casos de covid-19 e 486 mortes | Agência Brasil

– A pisada na bola do Ministro da Educação com a trolagem contra a China.

Seria uma simples trolagem se tivesse sido publicada por algum adolescente. Mas não foi isso que aconteceu…

O Ministro da Educação Abraham Weintraub escreveu um tuíte na “língua do Cebolinha” (acredite, é verdade) ironizando a China com ilustrações da Turma da Mônica (e depois apagou). Se já estava complicada a relação diplomática dos dois países devido ao constrangimento criado por Eduardo Bolsonaro, piorou!

Novamente, houve o pronunciamento da Embaixada da China repudiando a desnecessária publicação. É protocolar, lógico… Mas cá entre nós: estadistas, líderes e inteligentes administradores não deveriam entender as questões diplomáticas, comerciais e sociais que envolvem as nações?

Eu não gosto da China por conta da Ditadura de Pequim (me refiro ao Partido Comunista Chinês, não aos pobres viventes), pois não respeita os Direitos Humanos. Mas daí a crer em Teoria da Conspiração e outras bobagens, ficará para o imaginário de gente menos instruída e iludida.

Lamentável. Se o Governo crê em tudo isso, corte os laços comerciais com os chineses – pois certamente teremos dificuldades em melhorar a cooperação entre ambos. 

No mundo dos negócios, não há espaço para fanatismo!

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– Este ano não teremos Páscoa? O vídeo que mostra exatamente o contrário…

A TV Evangelizar / PUC-PR, em associação com a Arquidiocese de Curitiba, produziu um espetacular vídeo aos católicos mostrando a Páscoa e suas celebrações tradicionais da Semana Santa, comparando com os momentos atuais vividos pela sociedade brasileira.

Não há como deixar de aplaudir. Vale a pena assistir para entender que, apesar de Quarentena ou Covid-19, viver a Páscoa está além disso que poderíamos pensar ser um limitador!

Em: https://www.facebook.com/tvevangelizaroficial/videos/1193857630974507/

– Mantenhamos a prudência: Duas semanas de apreensão no Brasil, Japão em alerta e Equador enterrando em caixões de papelão!

Se prevê que entre os dias 06 a 20 de abril teremos os dias mais delicados no que tange a contaminação pelo Novo Coronavírus em nosso país. Dessa forma, todos os cuidados são necessários.

Alguns países que haviam tentado não fazer o isolamento acabaram cedendo: vejam o Japão, que começou a orientar as pessoas para ficarem em casa. Pior: o Equador, que mesmo tentando segurar a população, vê o tão temido colapso nos hospitais (já que o número de pessoas infectadas é altíssimo e a rede de saúde não consegue atender não só eles, mas as pessoas de outras enfermidades), resultando em um grande número de óbitos que culminou na falta de, pasmem, caixões nas funerárias (assim como tem sido feito na Venezuela)!

Viveremos duas semanas que exigem prudência!

Abaixo, a triste situação de Guayaquil, em material extraído da IstoÉ:

Extraído de: https://istoe.com.br/caixoes-de-papelao-suprem-demanda-durante-emergencia-sanitaria-no-equador/

EQUADOR USA CAIXÕES DE PAPELÃO PARA MORTOS DO CORONAVÍRUS

Guayaquil, cidade mais castigada pelo novo coronavírus no Equador, tenta responder com caixões de papelão à alta demanda de féretros provocada pela pandemia, informou neste domingo a Associação de Papeleiros.

O município recebeu uma doação de mil caixões de papelão prensado da associação, que foi entregue a dois cemitérios da localidade. “É para que possam cobrir a demanda de caixões, que estão em falta na cidade ou são extremamente caros”, disse um porta-voz do conselho de Guayaquil à AFP.

A província de Guayas, que está militarizada e cuja capital é Guayaquil, registra a maior incidência da Covid-19 no país, com 2.524 infectados, entre eles 126 mortos.

Os caixões estão em falta na cidade, assinalou Santiago Olivares, dono de uma funerária. “Vendi 40 que tinha na sucursal do centro e outros 40 da sede de Durán. Pedi mais 10 para o fim de semana e já acabaram.”

Os caixões no porto de Guayaquil, motor econômico do Equador, são vendidos por um preço a partir de 400 dólares, mas, na cidade, os fornecedores não conseguem atender à demanda.

“Devido ao toque de recolher, não há fornecimento suficiente de material”, explicou Olivares, lembrando que um caixão de papelão não atende às normas sanitárias do governo para o enterro de vítimas da Covid-19.

Os caixões de papelão “serão de grande ajuda para proporcionar uma sepultura digna aos mortos durante esta emergência sanitária”, publicou no Twitter a prefeitura de Guayaquil, onde famílias imploram para que as autoridades removam os corpos de residências e ruas.

O Equador, que reportou 3.646 casos de Covid-19, e 180 mortos, está sob um toque de recolher de 15 horas. O governo equatoriano também decretou estado de exceção.

Equador usa caixões de papelão para suprir demanda de mortos por ...

– Pandemia: não é hora de brigar!

As redes sociais estão um inferno com as discussões de pessoas com opiniões diferentes sobre como lidar com o surto do Novo Coronavírus. Desde a politização, passando pela questão econômica e social, terminando no pânico de quem tem familiares no grupo de risco.

Acima de tudo, é hora de fazer valer algo muito maior do que a discórdia e individualidade: a solidariedade entre os brasileiros!

Não é hora de divisão, mas de união! Será que a conseguiremos? Para isso: precisamos deixar as paixões de lado e usar a racionalidade (um desafio muito grande a todos nós).

– As 3 reduções acumuladas dos Combustíveis

Desde que começou a crise entre Rússia e Arábia Saudita no mercado internacional de petróleo, existiram várias reduções de preço da Gasolina e do Diesel, totalizando, respectivamente, 43% e 30% de queda.

Mas por quê essa diferença não aconteceu na totalidade nas bombas?

Simples: da refinaria até o tanque do seu carro, quantos intermediários existem? Os Governos Federal e Estadual aceitam perder tal importante receita de impostos?

Que os combustíveis tiveram redução de preço, realmente tiveram. Mas o problema é: quando chegará na integralidade?

Sobre o conflito citado acima, clique em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/10/por-que-as-bolsas-despencaram-e-o-dolar-disparou/

Petrobras anuncia redução de preços da gasolina em 12% e do diesel ...

 

– O Fracasso dos Patinetes Motorizados

No começo, foram uma febre (especialmente na Capital Paulista e Litoral), mas depois… os patinetes elétricos foram abandonados pelas empresas que os alugavam pelos prejuízos constantes.

Abaixo, entenda o que aconteceu, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/02/22/o-que-explica-a-incrivel-ascensao-e-o-vertiginoso-declinio-dos-patinetes-no-brasil.htm

O QUE EXPLICA A INCRÍVEL ASCENSÃO E O VERTIGINOSO DECLÍNIO DOS PATINETES NO BRASIL

Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve?

Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa “de primeiro mundo”. Era o futuro, agora.

Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar.

Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações.

Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve?

Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto.

Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio.

“O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento”, diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta.

O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar.

Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso.

“Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos”, afirma o pesquisador.

Altos custos e prejuízo de milhões de dólares

A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço.

As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo.

Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas.

A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina.

“A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade”, afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo.

A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018.

Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba.

A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia.

O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York.

“O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis”, afirma Binder.

Falta de planejamento e pró-atividade do poder público

Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias.

Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele.

“O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa”, diz Benicchio.

Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso.

Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só.

“Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar”, afirma o consultor.

“Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação.”

Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete.

“Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais”, afirma o pesquisador.

“Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro”, opina.

‘Os patinetes vieram para ficar’, diz pesquisador

Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor. Paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí.

A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75.

“As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos”, diz Rachel Binder.

Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. “Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações”, diz Binder.

Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo.

“Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha.”

Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios.

“Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar.”

Serviços de aluguel compartilhado de patinete elétrico chegam a ...

– Não é o meu caso!

Há quem esteja em férias, aproveitando-se do resguardo estadual. E memes surgem aos milhões sobre tudo no Brasil.

Este caso, da figura abaixo, não é o meu

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– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?

– Jamais pensei em concordar com o Sarney, mas…

Ironias mundanas: José Sarney, que reinou por muito tempo em nosso país, disse à Folha de São Paulo:

“Sem a vida humana nada se compra nem se vende”.

A frase foi dita quanto se questionou sobre a inevitável recessão que teremos. Refletindo-a, como não deixar de admitir isso?

Nunca imaginei que concordaria com ele em um assunto tão delicado… Preserva-se a rotina diária sem resguardo, e sobra o quê? Faz resguardo, e a produção vai para onde? Ô difícil decisão!

Mas, para mim, os cuidados para a vida (em especial dos que não podem se infectar) deve prevalecer.

A mágoa de Sarney - Época

 

– A amplitude do Covid-19 e o pedido das prostitutas

Em um país de grande diversidade e de número elevado de entidade de defesa de direitos, uma categoria levanta a vós pedindo ajuda contra o novo coronavírus: a das prostitutas em MG.

Embora possa parecer inusitado, o mote é respeitável:

Extraído de: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2020/03/covid-19-prostitutas-de-mg-querem-ser-incluidas-em-plano-do-governo/

COVID-19: PROSTITUAS DE MINAS GERAIS QUEREM SER INCLUÍDAS EM PLANO ESPECIAL

“Ninguém pensa nas prostitutas, mas todo mundo usa”. Com essa afirmação, Cida Vieira cobra dos governantes a inclusão da categoria nas discussões sobre o combate ao novo coronavírus e medidas para minimizar eventuais prejuízos da classe.

Ela é diretora-geral da Aprosmig (Associação das Prostitutas de Minas Gerais).

Para Cida, governos estadual e federal ignoraram a classe ao definirem as principais políticas envolvendo a pandemia.

Sua entidade marcou para esta quinta (19) [já ocorrida] um evento em sua sede para discutir medidas de segurança para a saúde das prostitutas e a possibilidade de continuidade do exercício da atividade em tempos em que o isolamento virou questão de sobrevivência. A sindicalista afirma ter convidado a Polícia Militar de Minas Gerais e donos de hotéis para participar da discussão.

“Estamos falando de um grupo vulnerável, que precisa receber mais atenção. Vai ter exame em cliente para detectar se ele está contaminando? Como vai ser a prevenção? Como elas farão para sobreviver se pararem de trabalhar?”, indaga Cida.

O Governo Federal anunciou que vai dar ajuda financeira a trabalhadores informais

Cida defende que seja regulamentada uma maneira de as profissionais do sexo também receberem ajuda diante da iminência de queda nos negócios.

“Se vão ajudar caminhoneiro, eles têm que ajudar prostituta também. Como elas vão pagar suas contas se deixarem de trabalhar”, afirmou.

Na opinião da sindicalista, um desaquecimento no ramo pode gerar uma série de implicações. “Ninguém pensou no aumento nos casos de violência contra as mulheres se as prostitutas pararem. Não vai haver aumento de estupros quando os homens perceberem que não conseguem mais sair com uma prostitutas? Se as boates fecharem, elas irão para as ruas, ficarão desprotegidas” argumentou Cida.

“Queremos uma posição do governo em relação às medidas de prevenção específicas para as prostitutas e assistência para elas”, completou.

A categoria faz parte da Classificação Brasileira de Ocupações. Acontece que a profissão não foi regulamentada. Assim, as prostitutas não têm direito a benefícios trabalhistas.

Acreditando haver abandono das prostitutas por parte das autoridades, a associação mineira elaborou uma lista de recomendações para passar as suas associadas com o objetivo de elas se protegerem contra o Covid-19 sem deixarem de trabalhar.

“Algumas recomendações são usar luvas, evitar o toque de lábio com lábio e a respiração próxima em relação ao cliente”, explicou.

De acordo com a diretora, a entidade tem 3,5 mil associadas. Segundo Cida, entre elas há várias pessoas idosas e que fazem parte do grupo de risco de contaminação do Covid-19.

*Além dos habituais posts publicados neste blog, por tempo indeterminado, esse espaço também será dedicado a temas relacionados ao novo coronavírus

Esquecidas pelo #MeToo, prostitutas protestam na França contra ...

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

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– Os números dos casos de Coronavírus no Brasil são reais?

É lógico que os casos reais de Coronavírus estão longe dos números divulgados. E por vários motivos: os poucos exames que divulgam os casos positivos (pessoas saudáveis que contraiam o coronavírus, fora do grupo de risco, dificilmente serão submetidas a curto prazo; pobres e demais excluídos (pois o exame, se pago, é caríssimo) e a própria não locomoção da pessoa ao Posto de Saúde / Hospital.

Assim, se nos assustamos com os números oficiais, devemos ficar mais impactados com os não contabilizados – que são, verdadeiramente, a grande massa e que não serão contados e nunca saberemos quantos foram.

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– A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– Justus, Bolsonaro e Olavo: as frases de ontem são Fake News ou infelicidades de quem disse?

Como se tem muita bobagem a favor ou contra o Governo, em um momento que não se deveria partidarizar a pandemia mundial, quero crer que essas 3 frases que leio na mídia em geral sejam fruto da imaginação de insensíveis criadores de fake news, que querem simplesmente prejudicar as pessoas envolvidas. Abaixo:

1- Roberto Justus: “O que é morrer de 10 a 15% dos mais velhos se comparado com o estrago na economia”.

2- Jair Bolsonaro: “O povo saberá que foi enganado por governadores e imprensa sobre o coronavírus”.

3- Olavo de Carvalho: “Essa história de coronavírus é a mais vasta manipulação de opinião pública que aconteceu na história humana”.

Deve ser fake news, não é possível que se prefira a morte de idosos (nem de uma só vida) em preferência à pujança econômica, nem que alguém ache que as medidas dos governadores para conter o avanço da pandemia sejam enganação, tampouco que o coronavírus é uma invenção. Não pode ser!

Pode?

Ops… vale a pena torcer para o mundo parar e que essas pessoas, por misericórdia, não tenham pessoas queridas que morram por conta da ação do coronavírus. Aliás, será que elas têm pessoas queridas?

Se tudo isso for verdade, o Ministro da Saúde deveria pedir o boné e abandonar o cargo. Afinal, tudo o que ele fez e se preocupou foi mentira até agora, por essa visão.

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– Paradise Brazil?

Domenico De Masi, respeitadíssimo sociólogo italiano, de fato não conhece o Brasil. Declarou à Folha de São Paulo há 7 anos (ed 14/03/2013):

O Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes. Um lugar maravilhoso para viver, onde até mesmo os religiosos vivem de forma pagã.”

Ele já saiu as ruas de algumas das cidades marcadas pela violência e comparou o passeio com cidades europeias? É verdade que temos lindas paisagens, além do povo alegre e acolhedor. Mas a bandidagem e a classe política deste país…

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– O desenho que representa o atual momento de Quarentena e reflexões comerciais / sociais trazidas pelo Novo Coronavírus.

Não é perfeita tal representação: enclausurados em meio ao vasto mundo, mas por necessidade momentânea? Nesta imensidão do nosso planeta, protegendo-nos em nossa casa da pandemia do Novo Coronavírus.

Eu sei que a Economia desandará. Todos nós temos ciência da recessão vindoura (afinal, quem agüenta tanto tempo paralisado…). Mais do que nunca, como PME, sempre senti as dificuldades do dia-a-dia dos negócios, especialmente em manter salários em dia e impostos pagos – dificultado agora por estar sem receitas.

Mas o que fazer?

Sair do isolamento e continuar a rotina normalmente, e assim tornarmo-nos agentes retransmissores de Covid_19, mesmo sendo adultos assintomáticos? Não é justo, é egoísmo mundano e desprezo aos mais idosos e enfermos de doenças respiratórias.

Os Governos (Federal, Estadual e Municipal) precisam resguardar as empresas, diminuindo impostos e abonando taxas (um exemplo: a renovação anual do Alvará – que aqui em Jundiaí, no primeiro ano da gestão atual, através do Secretário de Finanças, o sr Parimoschi, elevou às alturas sem dó nem piedade com uma canetadaestamos em ano eleitoral, não nos esqueçamos dessa MALDADE). Salvaguardar o Comércio e a Indústria é o mínimo para não gerar desemprego.

Outro ponto difícil é o consumo responsável: ter apenas o necessário é pensar no outro, para que não falte ao próximo. Mas como proceder com isso?

Por fim: a união de forças, a não partidarização, a não politização da crise e a ação solidária são necessárias nesse momento. Claro, sem esquecer a posterior as razões nas quais se tem / teve tanta dificuldade com a Saúde Pública do Brasil (ah se os nossos governantes das ideologias mais diferentes fossem mais honestos e responsáveis… causa e consequência foram debatidas nesse texto difícil para redação e de compreensão perfeita de menos ideologizados e fanatizados em: https://wp.me/p4RTuC-pa4).

Colaboremos. Os sacrifícios são de todos e a coletividade precisa ser mais forte. Vejam na Itália, menor que nosso país em território e população, mas mais desenvolvido economicamente: quase 800 mortos SOMENTE no sábado. Some-se aos outros dias, aos outros países e principalmente: os não-contabilizados (as pessoas que não foram diagnosticadas de Covid-19, que são inúmeras, e que não entram nessa conta).

Não menospreze o mal, pois a arrogância do ato pode sucumbir aos esforços coletivos contra o inimigo invisível. O bem deve prevalecer – com paciência, resiliência e mansidão (ainda que seja difícil). E, sem tom eleitoreiro nesse momento mas relembrando a história: não caia no conto de que “é só uma marolinha ou uma gripezinha”

Resistamos. E aproveitemos o tempo em nossos lares com as pessoas que amamos, a fim de que tudo seja mais rápido.

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– Oficial: o comércio será fechado em SP!

Depois do anúncio do fechamento dos Shoppings e Academias na região Metropolitana de SP, por parte do Governador João Dória (da próxima semana até 30 de abril), agora é a vez do prefeito paulistano Bruno Covas determinar o fechamento do Comércio na Capital por 15 dias, a partir de 6a feira.

Padarias, farmácias, restaurantes, supermercados, postos de combustíveis e feiras livres terão autorização de funcionamento durante o período de vigor do decreto.

A verdade é: a necessidade de quarentena está aí, aceite-se ou não! E o prejuízo financeiro, reclamemos ou não, é inevitável pela causa maior.

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– Há 30 anos, Collor sequestrava nossas poupanças

Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.

Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.:

Enganou todo mundo…

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– Entregou o atestado e foi para a praia?

Coisas de um país onde se apronta de tudo, lamentavelmente: o funcionário entregou um atestado médico alegando estar doente, e foi para a… praia! Se não bastasse, postou fotos em sua rede social.

Cara de pau ou não?

Acabou mal. Abaixo, extraído de: https://www.contabeis.com.br/noticias/42239/trabalhador-que-entregou-atestado-e-postou-foto-na-praia-e-multado/

TRABALHADOR QUE ENTREGOU ATESTADO E POSTOU FOTO NA PRAIA É MULTADO

Operador de máquinas postou fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.

Um operador de máquinas de Espírito Santo do Pinhal, na região de Campinas, foi condenado a pagar multa de R$ 500 ao empregador por litigância de má-fé após o desenrolar de um processo judicial que comprovou que ele havia postado fotos na praia em dias em que estava afastado por atestado médico.

Adicional de insalubridade

Segundo o acórdão, o caso teve início quando o funcionário foi à Justiça fazer uma reclamação trabalhista contra a empresa, pedindo adicional de insalubridade e alegando que havia desenvolvido doença ocupacional em decorrência do trabalho na empresa, uma fábrica de vidros temperados.

O empregado foi admitido em junho de 2014 e dispensado em novembro de 2015, sem justa causa. Um mês antes da demissão, apresentou atestado médico de dois dias, com a justificativa de “ruptura espontânea de tendões não especificada”.

Além do adicional de insalubridade, o funcionário pediu à Justiça a manutenção do plano de saúde, reintegração ou indenização do período de estabilidade, indenizações por danos morais e materiais e honorários advocatícios.

Redes sociais

Nos autos do processo, a empresa usou como provas postagens em redes sociais do funcionário que, nos dois dias de afastamento, publicou fotos em uma praia.

“O reclamante alega que, em virtude da doença ocupacional, ‘se tornou praticamente inválido’ e terá que se aposentar por invalidez, de modo que as atitudes não se coadunam com os fatos por ele narrados ou até mesmo com os atestados apresentados à empregadora”, diz na decisão a desembargadora Larissa Carotta Martins da Silva.

Decisão

O juíz de 1º grau negou todos os pedidos do trabalhador e o condenou por litigância de má-fé, com condenação de multa de R$ 500 à empregadora.

O TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) negou o recurso apresentado posteriormente pelo funcionário e manteve a decisão do juíz da primeira instância, mantendo a multa.

“O atestado tinha relação com um dos pedidos da ação, que pretendia comprovar uma suposta doença ocupacional. Como a utilização do atestado visava um benefício no processo, a prova se revelou inidônea, então é perfeitamente cabível a indenização por litigância de má-fé”, explica o advogado Marcos Lemos, do Benício Advogados Associados.

Atestado falso

Apresentar atestado médico falso, além de ser considerada falta grave, pode levar a uma demissão com justa causa do funcionário.

“Nesse caso, o trabalhador não terá direito ao saque do FGTS e à multa de 40% sobre o fundo. Seguro-desemprego e saldo de férias ou 13º proporcionais também não serão recebidos”, explica Lemos.

Outro caso semelhante é quando o funcionário apresenta um atestado médico que é verdadeiro, mas que é incompatível com a sua condição real de saúde.

“Se ele disser que tem uma doença limitante, como uma crise renal aguda, e a empresa ver que, no período de afastamento, ele estava jogando futebol, por exemplo, ela poderá acionar um médico do trabalho para uma análise médica presencial. Se houver base médica para a conclusão, caberá justa causa”, afirma o advogado.

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– Os cuidados de uma sala de internação em hospital com pacientes portadores de coronavírus:

Você sabia que os hospitais preparados para receber pacientes do COVID-19 tem cuidados desde a pressurização do quarto até detalhes com a maçaneta da porta?

Como funciona no Hospital Israelita Albert Einstein, que atendeu o primeiro caso confirmado no Brasil.

Em: https://super.abril.com.br/saude/coronavirus-no-brasil-as-medidas-do-hospital-para-evitar-que-a-infeccao-se-espalhe/

AS MEDIDAS DO HOSPITAL PARA EVITAR QUE A INFECÇÃO SE ESPALHE

por Rafael Battaglia

Na última quarta-feira (26), o Brasil confirmou o primeiro caso de coronavírus no país. O infectado é um homem de 61 anos, morador de São Paulo e que, recentemente, visitou o norte da Itália, país onde o novo vírus já matou 12 pessoas.

A informação, confirmada pelo Ministério da Saúde, foi divulgada após dois testes atestarem positivo para a presença do vírus 2019-nCov, o causador desse novo surto. Até o momento, o ministério contabiliza 20 casos suspeitos da doença (que se chama COVID-19), além de 59 casos descartados. É possível acompanhar a atualização dos números neste site.

O idoso portador do coronavírus está, agora, em quarentena domiciliar. Por alguns dias, ele esteve assintomático (isto é, não apresentou sintomas da doença), mas depois procurou um serviço de saúde por apresentar problemas respiratórios. Por conta disso, 30 familiares estão sob observação, além de 16 passageiros do seu voo.

Atualmente, existem 81.280 casos confirmados da COVID-19 no mundo todo. A doença já causou 2.770 mortes, mas mais de 30 mil pessoas conseguiram se livrar dela.

O hospital Albert Einstein, em São Paulo, foi quem realizou o primeiro teste para confirmar a suspeita de vírus no paciente brasileiro. A instituição elaborou um documento para orientar seus funcionários na lida com pacientes infectados, ou que tenham suspeita de infecção. Confira as principais medidas que devem ser adotadas:

Equipamentos de proteção

Durante o contato com pacientes com suspeita ou confirmação da COVID-19, é preciso usar o traje completo: luvas, aventais, máscaras e até óculos de proteção. Aventais e luvas são descartáveis. Já as máscaras (respiradores do tipo N95) só devem ser trocadas se estiverem sujas, úmidas ou com o filtro desgastado, dificultando a respiração.

Transporte de pacientes

O transporte de pacientes pelo hospital deve ser evitado ao máximo. Mas, quando não houver jeito, é montado todo um esquema de proteção. As roupas e equipamentos de proteção são trocados antes e depois do trajeto, e os funcionários responsáveis devem se higienizar em ambos os momentos.

Além disso, o mais curioso: existe um membro da equipe cuja única e exclusiva função é tocar superfícies como maçanetas, portas e botões de elevador, como forma de evitar a contaminação dos ambientes do hospital.

Limpeza dos quartos

Os pacientes devem ficar acomodados em quartos com pressão negativa, uma técnica usada em hospitais para prevenir contaminações entre um cômodo e outro. Funciona assim: usando um sistema de ventilação, dá para regular a pressão do ar dentro do quarto, de forma a deixá-la menor que a do ambiente externo.

Isso funciona porque o ar sempre vai de lugares de alta pressão para os de baixa pressão. Dessa forma, com a pressão negativa, é possível impedir que correntes de ar saiam do quarto. Esse controle é monitorado a cada seis horas, e deve ser mantido por algum tempo mesmo depois que o paciente deixar o hospital. O quarto, aliás, não pode receber imediatamente outra pessoa: é preciso aguardar uma higienização completa, que leva duas horas.

Visitas

Quem possui doenças ou condições que diminuem a imunidade (câncer, portadores de HIV, grávidas, pacientes de quimio ou radioterapia, etc.) não pode fazer visitas a casos suspeitos ou confirmados de coronavírus. Para os demais, as condições são: usar máscara, avental e luvas.

Como saber se estou com o novo coronavírus?

Caso você esteja com febre e com alguma sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, etc.), tenha viajado para alguma área de risco nos últimos 14 dias (ou esteve em contato com casos suspeitos ou confirmados da COVID-19), a recomendação é procurar um hospital e seguir as orientações médicas.

Caso você seja orientado a ficar em casa, sob quarentena, é muito importante:

• Manter distância dos demais familiares e não dividir o quarto com ninguém.

• Manter o ambiente da casa com ventilação natural.

• Usar máscara cirúrgica descartável (e trocá-la quando estiver úmida)

• Não frequentar escola, trabalho ou locais públicos – sair de casa, apenas em situações de emergência.

• Precisa tossir ou espirrar? Cubra a boca e o nariz com lenços descartáveis.

• Higienizar as mãos frequentemente com gel alcoólico com água e sabonete. Se você não tiver feito isso, evite tocar olhos, nariz e boca.

• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

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– E a culpa é da imprensa?

Um Brasil ideal deveria ter como base os 3 poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) trabalhando de forma harmônica e com pessoas competentes e honesta. Sempre (isso é importante) de maneira independente.

A jornalista Vera Magalhães divulgou no Estadão que o presidente Jair Bolsonaro estava incentivando as manifestações contra o Congresso através de mensagens por WhatsApp (o que foi um fato real). Isso é notícia, não é Fake News ou algo que o valha. Cabe ao presidente responder (se quiser) sobre esse deslize em insurgir a população contra um dos poderes.

Mas não é que o fanatismo que cega resolveu “culpar” a profissional de imprensa?

Enfim: qual a culpa? De fazer o trabalho dela com correção?

Cuba, uma nojenta ditadura esquerdista, não permite Liberdade de Imprensa. China, uma potência econômica e militar, idem. No Brasil, o PT e seus aliados tentaram implantar a censura de maneira velada com a nefasta ideia de “regulação da mídia”. Agora, a Direita, que deveria ser contraponto e defensora do respeito, desdenha da Democracia com os extremistas?

Lamentável…

Extraído de: https://istoe.com.br/jornalista-vera-magalhaes-do-estado-e-alvo-de-ataques-nas-redes-sociais/

VERA MAGALHÃES É ALVO DE ATAQUES

Após ter revelado nessa terça-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro havia usado seu celular pessoal para compartilhar um vídeo convocando a população para manifestações contra o Congresso Nacional,a jornalista Vera Magalhães, do ‘Estado’, passou a ser alvo de ataques nas redes sociais.

Uma conta falsa em nome da jornalista foi criada no WhatsApp e mensagens fraudadas foram distribuídas em outras redes sociais. Além disso, houve compartilhamento de uma cobrança de 2015 do colégio onde estudam os filhos de Vera, expondo, dessa forma, a família da jornalista, de acordo com informações do próprio ‘Estado’.

“Divulgar este tipo de informação pessoal é um constrangimento e, embora possa não ser considerado uma ameaça do ponto de vista jurídico, é obviamente uma forma de ameaçar a jornalista. A divulgação de documentos é um método clássico de ameaçar ou incentivar alguém a atentar contra uma pessoa. Do ponto de vista da Abraji, é mais um ataque dos apoiadores do presidente contra jornalista. Pela recorrência, isso está se tornando uma questão crítica”, disse o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Marcelo Träsel, ao ‘Estado’.

No Twitter, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que é da base de apoio do presidente Bolsonaro no Congresso, classificou os ataques à Vera como algo ‘abominável’.

Carla Zambelli @CarlaZambelli38

Se a @veramagalhaes publicou um print do Fraga, é pq ele próprio printou e enviou. Acredito q isso não deveria sequer ser notícia, por isso critiquei a Vera.

Mas daí a divulgar onde os filhos dela estudam, os colocando em risco, é algo abominável. Atitude clássica da esquerda.

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– O surrealismo de Cid Gomes e o confronto com a PM

Não é uma bizarrice que Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, subiu numa retroescavadeira para entrar à força num Batalhão da PM de Sobral, onde os policiais protestavam contra os seus baixíssimos salários?

Quando Cid avançou com o trator para cima dos manifestantes, alguém lhe baleou (felizmente ele passa bem).  Foi o desfecho de medidas truculentas de ambas as partes (já que PMs esvaziavam os pneus das viaturas em protestos, afrontando os demais).

A principal observação é: Policial ganha muito mal mesmo, mas dentro do que a lei permite protestar, deve fazê-lo de maneira correta. E político não é para promover demagogia em cima de uma retroescavadeira.

Cid Gomes organiza ato contra manifestação de policiais que tentam impedir atuação da categoria — Foto: Arquivo pessoal

– “Dar o Furo”, “Mulher de Grelo Duro”… cada vez mais Bolsonaro e Lula se diferenciam e se igualam!

Que desrespeito vemos de pessoas que deveriam ser acima da média e exemplares em conduta, postura, honestidade e civilidade. Um Presidente da República deveria ser MODELO de inspiração aos nossos jovens. E desde há muito tempo não temos alguém assim.

Lula, um corrupto de alma demagoga disse um dia que as mulheres do seu partido tinham “grelo duro”. Agora, Bolsonaro, um mal-educado igualmente fanfarrão em desrespeito, fala jocosamente que a repórter queria (em sentido sexual e chulo) “dar o furo”.

Do populismo de Esquerda ao de Direita, se diferenciam pela ideologia mas se igualam na falta de ética e de amabilidade. Lamentável.

Cadê um líder inspirador em nosso Brasil?

– Golpes de Cartão na época do Carnaval

Infelizmente, existem picaretas para todas as ocasiões. E nessa época de Carnaval, há cada golpe na praça…

Cuidado com seu cartão de crédito ou débito. Veja essa lista de engodos que estão na moda:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/14/golpe-cartao-maquininha-celular-no-carnaval-dicas-para-evitar.htm

TROCA DE CARTÃO, VALOR ERRADO, APP DO BANCO… OS GOLPES DURANTE O CARNAVAL

Fevereiro é mês de folia para os brasileiros, mas também é preciso tomar cuidado com os principais golpes financeiros que acontecem durante o Carnaval.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) deve começar nos próximos dias a divulgar vídeos e alertas nas suas redes sociais alertando sobre os principais tipos de fraudes nesta época do ano. Veja alguns exemplos de golpes e como evitá-los, de acordo com a Febraban.

Roubo do celular (com app do banco)

Para começar, não é só com o cartão e com as maquininhas que o folião deve ficar atento. O telefone celular, que hoje carrega uma série de dados do usuário, também traz riscos financeiros, já que muitas pessoas usam aplicativos do banco no celular e guardam dados pessoais.

É comum após roubos de celulares a vítima procurar a empresa de telefonia e a operadora do cartão de crédito. “Quase ninguém se lembra de avisar o banco”, disse Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da Febraban.

É importante que a pessoa entre em contato com o banco para comunicar o roubo do celular assim que perceber que não está mais com o aparelho. Assim, a instituição financeira bloqueará a conta e impedirá que os bandidos realizem qualquer operação.

Troca do cartão

Outro cuidado importante é com o pagamento digital. Um dos casos mais comuns é o da troca do cartão. O golpista que se passa por vendedor ambulante e, ao entregar a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão, obtém os números que estão sendo digitados. Depois, aproveitando uma falta de atenção do consumidor, ele troca o cartão e devolve outro muito parecido.

Roubo da senha

Há também situações em que o golpista pede a senha no momento em que deveria digitar o valor e, então, os números, que deveriam ser secretos, ficam visíveis.

Valor errado

Outro golpe que tem acontecido com frequência é o golpista digitar na maquininha o valor errado da compra. O folião acaba pagando R$ 50, R$ 500 ou até R$ 5.000 numa compra de R$ 5, por exemplo.

Páginas, emails e SMS falsos

Outro golpe comum é o que acontece sem a presença física do golpista, quando clientes recebem avisos falsos de bancos ou operadoras de cartão de crédito. O alerta das instituições é desconfiar de ligações ou mensagens com pedidos de atualização de dados, e jamais fornecer senhas ou códigos de acesso ou de validação para transações digitais (como chave de segurança e token).

Veja dicas para evitar cair em golpes

Para reduzir os riscos de cair num golpe, a Febraban dá algumas dicas:

  • Nunca empreste ou entregue o seu cartão para ninguém e nunca o perca de vista. Pode haver a troca do cartão sem que você perceba
  • Ao efetuar pagamentos com seu cartão, não deixe que ele fique longe do seu controle, confira o valor e tome cuidado para que ninguém observe a digitação da sua senha. 
  • Ao finalizar a compra e pegar o cartão de volta, veja se é o seu nome que está nele
  • Solicite sempre a via do comprovante de venda e confira o valor impresso da compra
  • Sempre que possível, passe você mesmo o cartão na maquininha
  • Cadastre-se para receber avisos por SMS ou e-mail a cada transação realizada com seu cartão; assim, é possível identificar com rapidez uma transação fraudulenta
    Nunca guarde a senha junto com o cartão. Isso reduz o risco em casos de perda ou roubo
  • Tome cuidado com esbarrões ou encontros acidentais, que possam levar a perder de vista, temporariamente, o seu cartão. Se isso ocorrer, verifique se o cartão que está em seu poder é realmente o seu. Em caso negativo, ligue imediatamente para o banco e solicite o cancelamento
  • Quando for destruir um cartão, corte o chip ao meio. Mesmo com o plástico cortado, é possível fazer transações se o chip estiver intacto
  • Em caso de roubo, perda ou extravio do seu cartão, ligue imediatamente para a Central de Atendimento do seu banco e solicite o cancelamento do cartão. Em caso de roubo, também registre um B.O. na delegacia mais próxima

Caí em um golpe, e agora?

Segundo o Procon-SP, o consumidor que identificar que caiu em algum golpe deverá fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima também deve entrar em contato com o banco por meio do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para informar a situação. Tenha com você detalhes da transação indevida, como data e valores descontados. A instituição terá cinco dias úteis para dar uma resposta sobre a devolução do dinheiro.

Se o banco não resolver a situação ou não der uma resposta, o consumidor pode registrar uma queixa na ouvidoria da instituição. Também é possível fazer uma reclamação no Banco Central, em uma entidade de defesa do consumidor ou buscar a Justiça.

Dinheiro nem sempre é devolvido

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as instituições financeiras devem criar meios que garantam o acesso seguro do consumidor aos serviços bancários, o que inclui evitar golpes e fraudes. Para o Idec, em situações de fraude bancária, os bancos têm responsabilidade objetiva, ou seja, são responsáveis, independentemente de culpa.

Porém, nem sempre a justiça concorda com isso. Há casos em que o consumidor pode ficar no prejuízo. Isso porque nem sempre o dinheiro roubado é devolvido. O Judiciário está mais rigoroso na análise de ações sobre fraudes em compras com cartões. Os magistrados, sobretudo do STJ (Superior Tribunal de Justiça), têm dado ganho de causa aos bancos nos processos em que fica comprovado que os golpistas usaram a senha dos clientes e os cartões com chip. Os juízes afirmam nas decisões que há negligência ou desleixo dos correntistas com os cartões e as senhas.

Reprodução/ Facebook

– O cheiro ruim dos casos Adélio / Jair Bolsonaro e Adriano / Marielle Franco

Assim como sobrou para um cara “dito como louco” toda a culpa da facada contra Jair Bolsonaro (Adélio Bispo levou toda a responsabilidade), sobrou para o miliciano Adriano (morto nesta semana) a suspeita do assassinato de Marielle Franco.

Fico pensando: assim como o caso Adélio e sua loucura são suspeitíssimos, idem ao até então foragido Adriano.

Uns dizem queima de arquivo. Será? Sem fake news, mas com todas as dúvidas para discutir.

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– As chuvas em SP!

Quando eu lecionava em São Paulo e a chuva ameaçava ser forte, eu saía bem cedo de casa para não perder a hora. Peguei (felizmente) apenas alguns alagamentos, com possibilidade de desvio, mas sem prejuízo de avarias e de tempo. Somente uma vez eu peguei “a coisa brava”, mas por sorte eu estava em um ônibus.

Ao ver depois de tanto tempo os rios transbordados e as marginais alagadas, fico pensando: não se tem o que fazer para evitar? Piscinões foram construídos, rios mais fundos em seus leitos e… ainda assim não se resolve?

Na Selva de Pedra, o problema é um só: A Permeabilidade do Solo. E como resolver isso?

Um desafio para os gestores públicos…

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– A Centauro administrará a Nike do Brasil!

Uau! Que negócio impressionante. A SBRF (leia-se Centauro) pagou quase 1 bilhão de reais para ser o distribuidor e administrador da marca americana Nike no Brasil por 10 anos.

Abaixo, extraído de: https://exame.abril.com.br/mercados/apos-compra-da-nike-no-brasil-acoes-da-centauro-sobem-quase-6/amp/

APÓS COMPRA DA NIKE DO BRASIL, AÇÕES DA NIKE DO BRASIL SOBEM

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza

As ações ordinárias da Centauro sobem 5,73% e são negociadas a R$ 52,61 na B3, após o grupo controlador da empresa SBRF, anunciar a compra das operações da Nike no Brasil.

O valor do negócio é estimado em R$ 900 milhões, e a Centauro terá exclusividade na distribuição dos produtos da marca americana por dez anos, incluindo roupas, calçados e acessórios. Ontem, as ações da empresa subiram quase 15% e enceraram negociadas a R$ 49,71.

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza. E menos de um ano após abrir capital em Bolsa, em abril de 2019, que rendeu um caixa fortalecido para entrar em disputas de peso como o contrato agora fechado com a Nike. Com o negócio, o grupo SBF passa a gerir todos os canais de venda da Nike, ou seja, não apenas as lojas físicas como também o comércio eletrônico.

A americana está passando suas operações de distribuição em outros três mercados sul-americanos: Argentina, Chile e Uruguai. Nesses três países, o negócio ficará sob o chapéu do Grupo Axo.

– Mas de onde vem tais ideias esdrúxulas? Lula e os 20 mil, Bolsonaro e o HIV

certas situações evitáveis, a fim de que não exista contrangimento. Falar bobagem é um perigo…

Dois casos: 

  1. Lula: segundo a Revista Superinteressante “Terminado o mandato, todo ex-Presidente da República tem direito ao auxílio de quatro servidores para sua segurança, assim como dois veículos oficiais com dois motoristas, somando salários de R$ 28.738,36 mensais. Tanto Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992, quanto Dilma, recentemente, mantiveram esses e outros benefícios garantidos”. Lula recebe ainda R$ 6 mil como anistiado político por mês. Agora, ganhará R$ 20 mil de salário mensal do PT para “ajuda de custo”. Quer dizer que o dinheiro do fundo partidário (pago por nós) serve para bancar ex-presidiário? Pior é Lula dizer, como o fez semana passada na sede da CUT, que “se virar (ele) de ponta-cabeça não cairá nem moeda”, para dizer que está sem dinheiro algum…
  2. Bolsonaro: ontem, disse em entrevista, segundo a Revista Isto É: “O Alexandre Garcia [ex-jornalista e apresentador da Globo] comentou que a esposa dele, que é obstetra, atendeu uma mulher que teve primeiro filho aos 12 anos, o segundo aos 15 e no terceiro já estava com HIV. Uma pessoa com HIV, além de ter um problema sério para ela, é uma despesa para todos aqui no Brasil”. A frase final isolada é um problema, a ideia geral compreensível (colocada no contexto maior e frio). Mas e as crianças que herdaram HIV? As mulheres enganadas pelos seus maridos que contribuíram isso? Os doentes de câncer e de outros males, também não geram custos? Tudo poderia ser dito de outra forma, sem reclamar de custos, pois pode se entender insensibilidade.

Ninguém orienta a essas pessoas públicas importantes para pensar bem nos atos e palavras? Podem ser escandalosas para quem lê (só não será para insensatos, independente da ideologia).

O duro é que ninguém fala de custos e mordomias dos políticos e ex-presidentes, como omitidos nos dois casos.

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