– Feliz Dia das Mães!

Dia das mães é uma data mágica. Mas, claro, todo dia deveria ser dia das mães!

No próximo dia 17, fará 23 anos que minha mãe foi chamada para alegrar o Céu. Nada em ficar triste. Ao contrário: sou privilegiado, pois ela me criou até a fase adulta e, depois disso, resolveu me ajudar lá de Cima, na Comunhão dos Santos, velando por nós “do ladinho” da Virgem Maria, intercedendo por mim, pela minha irmã, pelo meu pai, pelas sua netas e neto, genro, nora… enfim, por todos nós junto a Cristo.

Aí no Alto, beijão no coração, mãe!

Te amo e sempre te amarei. E é assim que quero te lembrar: feliz!

FELIZ DIA DAS MÃES para todas as Mamães!

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– Hoje: 730 mortos por Covid-19 no Brasil. Se você não se sensibiliza, questione sua humanidade.

Mais de 10.600 mortos por Covid-19 no Brasil, em menos de 2 meses.

Nas últimas 24 horas, 730 pessoas faleceram desse mal.

Em 2019 inteiro, 787 pessoas faleceram da gripe H1N1 (Influenza).

Compare: 730 pessoas em um dia de Covid versus 787 pessoas em um ano de H1N1.

E há aqueles que desdenham desse perigo! Se você não se sensibiliza mais, desdenha do Novo Coronavírus e dá mal exemplo de prevenção, reflita: talvez você tenha perdido a humanidade.

Conhece pessoas assim, insensíveis, que insistem em ironizar essa pandemia e se comportam como se estivessem de férias? 

Coronavírus: mais 129 casos e quatro óbitos em investigação

– Profissionais da Saúde: os Super-Heróis do Momento!

Enfermeiros, médicos, atendentes de PS, e tantas outras pessoas envolvidas na Saúde: são os verdadeiros heróis do Brasil, especialmente neste momento tão difícil, deixando seus lares e familiares, expondo-se aos doentes e males, fazendo seu trabalho por vocação à profissão e por espírito humanitário.

Lembrando: sem contar nas dificuldades de EPI’s que eles vêm enfrentando, longas jornadas de labuta e todo o desconforto emocional que estão vivendo.

Se existe alguém que merece aplausos nesse país, hoje, é o profissional de saúde!

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– 615 mortos por Covid-19. Não podemos acostumar com isso!

Boa lembrança de William Bonner, há pouco, no Jornal Nacional: 205 pessoas morreram na tragédia da Brumadinho, na barragem que se rompeu. Mortes evitáveis. As pessoas se indignaram.

Hoje, em nosso país, 615 pessoas morreram de Covid-19. Mais de 8.500 mortos (por enquanto). E… parece que estamos nos acostumando.

Lamento que muitos estejam usando isso como briga política, deixando até mesmo a população confusa. E fique claro: não são pessoas que morreram de doenças inevitáveis, mas de uma enfermidade que requer atenção, pois pode ser fatal. Lamento ainda mais não ver um só esforço do Presidente da República Jair Bolsonaro em pedir para as pessoas tomarem precauções.

Neste momento, a doença que chegou através dos ricos que vieram de passeios internacionais ou a trabalho por quem tem que viajar, passou para as periferias das capitais e está chegando nas cidades pequenas do Interior. A tendência é o número de vítimas aumentar.

Não creia que são números falsos, forçados. Veja nos cemitérios: não há pessoas que deixaram de morrer de uma doença X ou Y e foram atestadas como Covid-19, são mortes a mais – explicando, de tal forma, o colapso nos velórios e enterros.

Rezemos! Mas façamos a nossa parte, pois o Estado (e digo nas 3 esferas) parece estar perdido.

Como será o novo mundo depois que o coronavírus passar? | NeoFeed

– Imagine a Pressão no Dia das Mães e Festa Junina!

Se o Comércio está desesperado com as vendas somente on-line para o Dia das Mães (a 2a melhor data para as vendas), tendo exercido natural pressão para um relaxamento nas medidas contra o Covid-19, imagine como será a pressão para as Festas Juninas! 

Pense como deputados farão discursos exaltados dizendo que até lá (Junho) tudo estará bem. E os municípios que fazem da Festa de São João um grande evento, o que farão para tentar realizá-las?

Claro, tal assunto despertará a questão: no Carnaval, já se sabia o suficiente ou não sobre  o Novo Coronavírus? Foi ou não responsável liberar as festividades?

Em tempo: algumas cidades já cancelaram suas Festas Juninas. É, agora, esperar as Julinas.

As cinco maiores festas juninas do Brasil | Viagem e Turismo

– As restrições viárias na Capital Paulista são inteligentes?

Ouvi as justificativas das autoridades para o fechamento de vias na cidade de São Paulo e… sinceramente, não acho ser uma ação produtiva!

O que contribui para a diminuição da propagação do Novo Coronavírus fechar as ruas? Além de represar o trânsito naquele local, os carros transferem-se para as vias locais periféricas, aumentando o fluxo nelas. Simplesmente você muda o foco, causando, num efeito contrário, aglomerações viárias.

Entendo que quem teve a ideia se propôs a “intimidar as pessoas” para que fiquem em casa, e isso não deu certo. Aliás, um “gênio às avessas” o idealizador dessa proposta.

Enfim: a tão necessária prevenção, nesse caso específico, foi um erro incompreensível.

Bloqueios em São Paulo terão apenas corredores de ônibus liberados ...

– Elogiar e Criticar Bolsonaro: a árdua missão de ser ponderado. Sobre Deus e o Diabo na Política.

Quando você elogia alguma coisa do presidente, vira Bolsominion. Se critica, vira comunista. Culpa (insisto sempre nisso) dos algoritmos do Facebook, que te levam a interpretar do jeito que lhe melhor agradar e visualizar coisas seletivas.

Está difícil ser sensato e manter-se honesto às opiniões. O mundo ficou chato e o ambiente virtual, desvirtuado (ou se preferir: fanático).

Deus para seus radicais e Diabo para seus opositores: esse é o Jair Bolsonaro, que para o cidadão que tem os pés no chão e fala sem paixão, simplesmente é o Presidente da República, um homem que erra, acerta, divide, e que faz muita coisa polêmica, não sendo nem Jesus e muito menos Lúcifer.

Mas esse humano Messias dá medo? Claro que dá! Quer prova disso? A manifestação em Brasília neste domingo…

Vamos lá:

Me recordo muito dos atos pró-Lula: ai de você se falasse mal de Luís Inácio (principalmente antes da descoberta de todos os esquemas de corrupção). Ele era o Antonio Conselheiro dos anos 2000! Criou no seu auge uma legião de fanáticos, que abarca até mesmo quem não conheceu sua história e os mais jovens que pensam ser ele um cara “honesto”. Não nos esqueçamos das suas condenações e dos seus processos… Um “quase Maluf”, expressão que os mais antigos entenderão bem.

Bolsonaro imita Lula no discurso demagógico e no trato com seus eleitores. Tem carisma para aqueles que votaram nele, isso é inegável, e um presidente precisa de apoio para governar. As reformas realizadas e a estruturação econômica são graças a esse voto de confiança da população que nele apostou. Entretanto, Collor, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro tem algo em comum: não ganharam os votos da maioria dos brasileiros, mas de uma maior parte deles. Afinal, some-se o número de votos contrários, brancos e nulos. Dessa forma, saber atender os anseios de quem não votou no vencedor é tarefa também do presidente, que governa não para os seus eleitores, mas para o Brasil (contrariando o ditado de que “A Voz do Povo é a Voz de Deus”).

Quando era criticado, Lula detonava a Rede Globo (“O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”). Agora, Bolsonaro faz o mesmo com a emissora (“Globolixo” e outros trocadilhos ruins). E se socorre à parte da imprensa que se apoia nele (vide a Record, por exemplo, de Edir Macedo).

Entre críticas ao comportamento (principalmente de desdém ao Novo Coronavírus, beirando a irresponsabilidade em atos não-exemplares) e elogios (às ações da equipe econômica e a diminuição da criminalidade), há muita contradição.

  • Defender a honestidade mas blindar os filhos e os aliados que estão na mira da Polícia Federal? Olha aí a história de Deus e o Diabo…
  • Sair na rua em ato contra os Poderes Legislativo e Judiciário como hoje e ao mesmo tempo falar em harmonia dos três poderes? Deus e o Diabo na contradição presidencial…
  • Falar como há pouco em defender a Constituição e a Democracia mas ficar alardeando que tem apoio das Forças Armadas (e Dudu Bolsonaro tendo exaltado o AI-5 dias atrás)? Deus e o Diabo…

Enfim: a semelhança maior do que se pode imaginar de Bolsonaro como um Lula de Direita, tirando a corrupção e reforçando a personagem de líder popular em referência aos seus apaixonados seguidores, é o fato de exaltar a condição de “NÓS contra ELES”.

Nós quem, cara-pálida?

Somos um só Brasil, de diversas culturas num mesmo pedaço gigante de terra. A mesma história vivida por 14 anos de lulismo (8 de Lula e 6 de Dilma Russef) não pode se repetir agora, só trocando a Esquerda pela Direita.

Tomara que as ameaças feitas nesse Dia Internacional da Liberdade de Expressão (Deus e o Diabo novamente apareceram, pois tivemos, ao invés de respeito à data, agressões a jornalistas) tenham ficado só no discurso. Lula quís um dia controlar a mídia, assim como Bolsonaro fala sobre concessão de TV e militarismo.

Que Deus tire da cabeça dos políticos os desejos do Diabo de que os homens se achem iguais em imagem, semelhança e poder ao Altíssimo. É esse o medo que tenho do presidente: o Poder, gerando desvios como birra e vaidade!

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Ops: opine a vontade sobre esse texto, mas respeite a opinião alheia – sem sobrepor / querer impor sua opinião a fim de mudar a dos outros.

– Antes da Crise Econômica dos anos 2010, havia camarão e descanso…

Eu trabalhava em 3 empregos, e ainda assim me sobrava possibilidade de descansar.

Há exatos 7 anos, eu desfrutava de mais tempo livre e menos dor-de-cabeça… olha aí onde eu estava: Porto de Galinhas!

Para “piorar”, veja o menu da tarde: camarão!

Que saudade do bom período que o Brasil passou. Pena que era ilusório…

🍤 #camarão #farinha #PortoDeGalinhas #passeio #descanso #férias #mandioca – em Pontal Dos Carneiros

– O Fanatismo traz confusão até em Manifestação Pacífica dos Enfermeiros. Democracia?

Não importa se é de Esquerda ou de Direita (ou de lado nenhum): encher o saco de ENFERMEIROS, que estão dando a vida nesse momento tão delicado, é de uma insensibilidade ímpar!

Veja só que exemplo de falta de respeito à diversidade de opinião:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/05/01/enfermeiros-e-tecnicos-de-saude-homenageiam-colegas-que-morreram-por-covid-19

ENFERMEIROS E TÉCNICOS DE SAÚDE HOMENAGEIAM COLEGAS QUE COMERAM DE COVID-19

Enfermeiros e técnicos de enfermagem se reuniram, na manhã desta sexta-feira (1º), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, para homenagear colegas que morreram por causa do novo coronavírus. Todos usavam máscaras e levantavam cruzes em direção ao Supremo Tribunal Federal e ao Palácio do Planalto.

Estavam presentes representantes do Sindicato dos Enfermeiros, Sindicato dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Conselho de Saúde do Distrito Federal, Conselho Regional de Enfermagem e professores da área.Coladas nas costas das pessoas que participavam do ato, estavam papéis com nomes de colegas que morreram.

De acordo com a enfermeira Marcela Vilarim, um dos objetivos da homenagem também era mostrar a necessidade de isolamento social. “A gente está dentro dos hospitais, a gente tá exposto a uma carga viral muito alta, a gente tá adoecendo e está morrendo. E não adianta a gente passar por tudo isso, ser chamado de heróis, coisa que não somos, pra depois a gente encontrar a população toda andando pela rua, sinalizações por parte dos governantes de afrouxamento do isolamento social. O nosso esforço está sendo em vão”.

Os participantes também pediam proteção dos trabalhadores que estão na linha de frente do combate à COVID-19. Eles pretendem entregar uma carta aberta ao ministro da Saúde, Nelson Teich. O documento ressalta a importância do isolamento social horizontal e pede equipamentos de proteção individual de qualidade, além de apoio e subsídios.

Um dos trechos do documento diz que, além do comprometimento físico perante a pandemia, “os profissionais que trabalham na área da enfermagem estão sujeitos a estresse relacionado ao local de trabalho, pressões familiares e comprometimento da saúde mental no confronto direto com a vulnerabilidade humana”. A carta ainda diz que os sistemas de saúde público e privado devem priorizar e assegurar condições de trabalho que evitem situações que aumentem os riscos de infecção.

CONFUSÃO

Após cerca de uma hora de manifestação, houve um desentendimento entre profissionais da saúde e um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Os admiradores do presidente disseram que os participantes do ato tinham pedido para moradores de rua usarem jalecos para participar da homenagem.

Os profissionais da saúde, no entanto, afirmaram que em nenhum momento houve esse pedido e que o grupo de apoiadores do presidente chegou gritando com eles. Os participantes da homenagem ressaltaram que a manifestação era para ser silenciosa e pacífica.Vídeos divulgados em redes sociais mostram um homem gritando, enquanto aponta o dedo na cara das pessoas que estavam no ato.

Profissionais da saúde contaram que houve agressões físicas e verbais. A confusão durou cerca de 15 minutos. Após o tumulto, os participantes continuaram a homenagem.

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– Já são 5017 mortos por Covid-19 no Brasil (474 hoje). Estamos no pico ou ainda não?

Morreram, somente hoje, 474 pessoas vítimas do Novo Coronavírus. A coisa está ruim. O pico chegou?

Aliás, me admiro ao ver tanta gente inteligente “fazendo de conta” que não entende a subjetividade da data. Se as pessoas não se previnem, a chegada do pico e os números mudam. Se conseguem se resguardar e evitar contato, adia o pico e o número de vítimas diminui devido a concentração de pessoas em casa. Mas ficam na bobagem de ironizar que ninguém acerta o pico. Claro que não! É previsão, não é número exato pois depende do comportamento e engajamento das pessoas.

Pior do que isso: negar a gravidade da doença. Cerca de 759 pessoas morreram de dengue no Brasil no último ano (números oficias). Somente hoje, quase 500 em nosso país de Covid-19. E há quem sugira de que “não se deve divulgar tais dados”… deve sim, uma população consciente é necessária. Ou desejamos ser alienados e desprecavidos?

Vacina contra coronavírus, estimada para setembro, começa a ser ...

– As mortes de Covid_19 já superam o bate-papo dos incrédulos Terra e Lorenzoni…

Osmar Terra e Onyx Lorenzoni: lembram da conversa desses dois senhores, dizendo que o Novo Coronavírus causaria 3000, no máximo 4000 mortes no Brasil?

Pois é… nem estamos no pico e já morreram mais de 4500 pessoas (sem contar as subnotificações). Quantas outras morrerão de Covid-19 em nosso país?

Fico muito triste quando vejo tal insensibilidade persistindo entre as pessoas, especialmente nas Redes Sociais. Talvez o pior vírus seja o da prepotência, desdenho e falta de humildade em assumir os erros.

Saída de Osmar Terra do Ministério da Cidadania é confirmada

– Quem alimenta o ressurgimento do nefasto Petismo de Lula é… Bolsonaro! Sobre a saída de Sérgio Moro

Bolsonaro serrou o galho em que estava sentado, da árvore chamada Sérgio Moro! E agora?

Um dos baluartes contra a corrupção foi Sérgio Moro. Teve coragem de lutar contra o sistema de poder implantado pelo PT e turbinado por Mensalão e Petrolão.

O presidente Jair Bolsonaro, que há tempos tem mais atrapalhado do que ajudado o país (vide tantas declarações polêmicas e a falta de liderança responsável durante a pandemia), por muito tempo se colou na aura honesta de Moro (por favor, não tente argumentar que Moro é quem se beneficiava da imagem de Bolsonaro, isso é ilógico).

Por duas vezes, tentou-se trocar o comando da Polícia Federal. Valeixo, o superintendente da PF, homem de confiança de Bolsonaro, por fim, foi demitido. Coerentemente, Moro pediu demissão do Ministério da Justiça. E me chamou a atenção os seguintes pontos:

1- Moro alertou que a troca da PF se devia pelo fato do Presidente querer relatórios do serviço de inteligência,
2- Sobre os detalhes da demissão de Valeixo, Moro foi categórico: “o presidente faltou com a verdade”.
3- Por fim, quanto a autonomia da Polícia Federal, nem nos tempos ruins do PT no Governo ela foi tão ameaçada.

Enfim, a saída de Sérgio Moro abala demais o apoio da população a Bolsonaro, que mostra mais uma demonstração de autoritarismo ao invés de autoridade, de egoísmo ao invés de liderança.

Entre Moro e Bolsonaro, em quem você confia / confiaria mais?

Fica difícil até o mais fanático Bolsonarista defendê-lo agora… Aliás, todo mundo que sai do Governo é chamado de “traidor ou comunista” (mesmo que seja o oposto disso). Alguém ousará?

Parece que o discurso de Bolsonaro, no fundo, lembra a mesma hipocrisia de Lula, Collor e tantos outros (o de pensar no povo e não pensar em si).

A maior ironia é: até Lula, o corrupto condenado por Moro, deve ter o aplaudido hoje pela coragem da entrevista.

– Os números do Covid_19 no Brasil são reais ou irreais?

Se você não tomar cuidado, enlouquece! Nessas horas, a sensatez e serenidade devem andar juntas, especialmente quando entramos nas Redes Sociais.

Os números e fotos a respeito do Novo Coronavírus, essa pandemia que paralisou o planeta e que é altamente contagioso, assustam. E é bom que as pessoas tenham a realidade dos fatos em destaque, a fim de que se previnam.

Porém, no mundo virtual há aqueles que desconfiam de tudo (até da existência do vírus). Outros, mais descrentes, dizem que a pretexto de interesses econômicos, a pessoa morre de câncer e é creditada como Covid_19.

Usando sempre a lógica e o bom senso, a verdade pode ser exatamente o contrário: com a falta de testes para a população, com o descuido de muitas pessoas e a existência de assintomáticos pela natureza do próprio agente contaminador, o número de infectados e de mortos deve ser bem maior do que o divulgado. 

Aliás, nunca se saberá ao certo quantos foram vítimas reais de contaminação – com óbito ou não – já que se necessitaria testar 210 milhões de brasileiros (algo impraticável). Dessa forma, as subnotificações e os despercebidos engrossariam muito mais as listas diárias, caso fossem contados.

O que não se pode, evidentemente, é: desdenhar do perigo dessa enfermidade. Estão em testes várias medicações: a hidroxicloroquina no Brasil (remédio para malária), o ivermectin na Austrália (remédio para vermes) e outros mundo afora – sem que nenhum desses tenha ainda o aceite UNÂNIME da comunidade médica (que é quem deve dar a palavra final, pois são os médicos especialistas que podem atestá-los, não líderes políticos ou cabos eleitorais fanatizados). Vamos torcer, portanto, para que a Ciência consiga dar seu parecer final o quanto antes, já que a Medicina / Química / Farmacologia estão trabalhando bastante. E, claro, desejando que em breve tenhamos uma vacina.

Enquanto esperamos, vale tomar as providências para que as coisas não saiam do controle. Viram como o caos está imperando em Manaus, por exemplo? Lá, a taxa de mortalidade chega a 8,5%!

Compartilho: https://epoca.globo.com/brasil/muita-chuva-poucos-testes-mais-gente-na-rua-que-levou-amazonas-explosao-de-casos-de-covid-19-24386887?%3Futm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post

MUITA CHUVA, POUCOS TESTES EM MAIS GENTE NA RUA: O QUE LEVOU O AMAZONAS PARA A EXPLOSÃO DE CASOS DE COVID

O primeiro caso de Covid-19 no Amazonas foi confirmado em 13 de março – o Estado foi o 13º do país a identificar um contágio pelo novo coronavírus. Pouco mais de um mês depois, a situação da epidemia no Estado é a mais grave do país.

O Amazonas tem a pior taxa de incidência do Brasil: são 521 casos para cada milhão de habitantes, segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, de 20 de abril.

De acordo com dados de 17 de abril, a taxa no Estado era 2,75 vezes a média nacional. No boletim do dia 20, o Ministério da Saúde não informou a taxa de incidência no Brasil e no Estado.

O Amazonas também tem a pior taxa de mortalidade, com 45 óbitos por cada milhão de habitantes, quase o dobro do registrado nos segundos colocados, Pernambuco e Rio de Janeiro, que têm 24 óbitos por milhão.

Em Manaus, onde estão cerca de 80% dos casos confirmados no Estado até agora, essas taxas são ainda maiores. Houve até agora 762 casos por milhão de habitantes, o quinto pior índice entre as capitais, e 72 mortes por milhão de habitantes, o maior entre todas as capitais.

Foram confirmados até a última terça-feira (21/4) 2.270 casos e 193 mortes – o quarto e quinto maior total do país respectivamente. A taxa de mortalidade do vírus no Amazonas, de 8,5%, também está acima da média nacional, de 6,4%.

A situação se agravou ainda mais porque o Amazonas está perigosamente perto de ter ocupado todos os seus leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública, que ficam, todos, em Manaus.

A taxa de ocupação chegou a 95% no início de abril e levou os governos federal e estadual a mobilizar verbas, equipamentos, profissionais e a abrir novos hospitais em regime de emergência para tentar impedir o colapso total do sistema de saúde.

Na terça-feira passada (14), a Prefeitura de Manaus anunciou em nota que, por causa do grande aumento do número de sepultamentos no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, decidiu abrir valas comuns para enterrar as vítimas do novo coronavírus.

A gravidade da crise levou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), a se reunir na segunda-feira (20/4) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para pedir ajuda ao governo federal para uma situação, que, segundo disse em entrevista à Folha de S. Paulo, deixou de ser de emergência para se tornar um “estado de calamidade”.

Na entrevista, Virgílio criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter respondido “não sou coveiro” ao ser questionado sobre o número aceitável de mortes nesta pandemia.

“Não sei se ele serviria para coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros”, disse Virgílio, que chorou ao falar do assunto, segundo a Folha.

A BBC News Brasil conversou com profissionais de saúde que atuam no Amazonas para entender o que levou situação a se agravar tão rápido ali, e eles apontaram alguns dos motivos que contribuíram para o Estado ter o quadro mais crítico do país nesta pandemia.

O primeiro motivo é o clima. Os meses de novembro e abril concentram o maior volume de chuvas no Estado, e isso favorece a proliferação de vírus que causam síndromes respiratórias, explica a imunologista Bárbara Baptista, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Amazonas.

“Na época de chuvas, as pessoas ficam mais em ambientes fechados, com pouca ventilação, respirando o mesmo ar, o que gera um aumento de infecções virais”, diz Baptista.

A temporada de chuvas coincidiu justamente com a época em que o novo coronavírus, descoberto em dezembro na China, começou a se espalhar pelo mundo.

E, neste ano, choveu acima da média, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Manaus, foram 441,9 mm em janeiro, bem mais do que os 270 a 300 mm que normalmente chovem neste mês. Em fevereiro, foram mais 232,1 mm, abaixo da média para o mês.

Mas o acumulado de 674 mm em janeiro e fevereiro fez do primeiro bimestre de 2020 o mais chuvoso dos últimos quatro anos. E, em março, voltou a chover mais do que de costume.

A temporada de chuvas aumenta a circulação de vírus que causam problemas respiratórios – como influenza comum, adenovírus e H1N1 -, e eleva o número de pessoas internadas nos hospitais pelas doenças que causam.

O Estado tem um sistema de saúde com capacidade limitada. Até meados de março, havia 533 leitos de UTI nas redes pública e privada, segundo o governo estadual. Isso corresponde a 13 leitos para cada 100 mil habitantes, 40% abaixo da média nacional, de 20 leitos a cada 100 mil habitantes.

Em uma época em que há ainda menos leitos disponíveis por causa de outras doenças, aumenta muito a chance de um hospital lotar com o fluxo de pacientes extra gerado pela pandemia de um vírus altamente contagioso.

Um estudo recente apontou que uma pessoa é capaz de infectar outras 2,79, mas sua rápida disseminação tem levado epidemiologistas a revisar o índice para mais de 3.

“O sistema de saúde da região pode não estar dando conta não só por causa da Covid-19, mas por outras doenças que circulam na região nesta época”, afirma Baptista.

A BBC News Brasil pediu uma entrevista à Secretaria de Saúde do Amazonas sobre o aumento do número de casos no Estado, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Baptista também aponta que muitos amazonenses, em especial em Manaus, não cumpriram devidamente as recomendações de isolamento social.

“O governo começou a fazer campanhas no início de março, mas não houve resposta. A gente via muitas pessoas nos mercados, farmácias, e não se respeitava as regras de distanciamento neste lugares para evitar a disseminação”, diz a pesquisadora.

“Talvez as pessoas tenham pensado que estavam lidando com algo distante, que estava acontecendo nas grandes metrópoles, mas se esqueceram que Manaus tem tudo que estas cidades têm.”

Essa também é a opinião de Guilherme Pivoto, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia no Estado.

“Manaus é a capital financeira da região Norte, com um fluxo grande de pessoas de fora do país, principalmente da América do Norte. Temos voo direto para Miami, por exemplo.”

O médico diz que ele e seus colegas costumam circular bastante pela cidade, porque trabalham em vários hospitais, e a percepção comum é de que havia muito movimento nas ruas com o comércio aberto, mesmo após os primeiros casos serem confirmados.

“Conforme as medidas foram sendo reforçadas, as pessoas foram aos poucos aderindo mais, até mesmo nos bairros periféricos, mas, no meu ponto de vista, tinha mais gente na rua do que deveria”, diz Pivoto.

O monitoramento da adesão ao isolamento social feito por empresas de tecnologia aponta na mesma direção, segundo apurou a BBC News Brasil.

O Google acompanha, com base nos sinais de GPS de celulares, a queda de circulação em estabelecimentos comerciais e de recreação, supermercados e farmácias, parques, estações de transporte público e locais de trabalho, em 26 Estados e no Distrito Federal.

A empresa já divulgou dois relatórios sobre o assunto, ambos feitos depois dos decretos estaduais de isolamento social – no Amazonas, a decisão começou a valer em 23 de março. Os índices destas datas – 29 de março e 5 de abril – foram comparados com a circulação média registrada nas semanas de 3 de janeiro a 6 de fevereiro.

Nos dois levantamentos, a circulação no Amazonas caiu menos do que na média do país em todas as cinco categorias.

Em 29 de março, o Estado teve a menor redução do país no movimento das estações de transporte público, e a sexta menor em comércio e recreação.

Uma semana depois, o Amazonas registrou a segunda menor queda nas estações, atrás só de Goiás, e a nona menor em comércio e recreação.

Por sua vez, a empresa In Loco criou um índice de isolamento social próprio, com base nas informações de 60 milhões de celulares, coletadas desde 1º de março.

Os dados mostram que, na primeira semana após o decreto de isolamento social entrar em vigor no Amazonas, o índice de adesão no Estado foi de 51%, cinco pontos percentuais a menos do que a média brasileira, de 56% – e essa diferença chegou a um pico de 11 pontos percentuais em 25 de março.

O Amazonas ficou naquela semana muito abaixo de algumas das maiores adesões do país, como por exemplo no Ceará e no Rio Grande do Sul (60%), em Goiás (61%), em Santa Catarina (62%) e no Distrito Federal (64%).

Tamanho real da epidemia

Bernardino Albuquerque, da Ufam, diz também que a testagem é insuficiente no Estado – um problema comum em todo o país.

“A confirmação de casos foi muito seletiva e demorada, em um velocidade muito menor do que a da propagação do vírus”, afirma o infectologista.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 16 de abril, 8.072, ou 1,69% dos 476.272 testes laboratoriais para covid-19 distribuídos aos Estados, foram destinados ao Amazonas.

Com muitos casos suspeitos e poucos exames, a testagem em todo o Brasil foi restrita aos casos mais graves.

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Taxa de mortalidade de covid-19 no Amazonas está acima da média nacional Foto: Reuters

 

– Política, Coronavírus e Paixão

O mundo anda “pilhado”. Tudo o que você escreve, soa (mesmo que você não tenha dito de tal forma) com tom político e as pessoas interpretam do jeito que querem (às vezes, até no sentido “correto”, da maneira que foi realmente falada / escrita).

Ontem mostrei minha preocupação com o número elevado de mortes do Novo Coronavírus no Brasil, demonstrando medo com a agressividade e força do contágio da Covid-19 e a necessidade de medidas preventivas. Não falei nada de Política, mas o tema veio em questão: “esquerdista, comunista, blablablá”.

Ora, detesto rótulos bipolares e não sou de Esquerda ou de Direita – se fosse para dar um título: de Centro. Gosto da ponderação, do bom senso e do não-extremismo. Procuro agir por ciência, coerência e consciência. Por defender que “quem possa ficar em casa, que de fato fique”, muitos acabaram criticando. Se tiver que trabalhar, trabalhe. Se puder ser Home Office, muito melhor. Simples. Mas aí vem o pessoal que consegue direcionar isso em discurso ideológico de Esquerda (Repito: não sou Esquerdista; mas… e se fosse? Mudaria alguma coisa? A dignidade das pessoas se altera se vota no Ciro, no Alckmin, no Haddad ou em outro qualquer de motivação política diferente que seja?).

Longe desse fanatismo (bem longe), trouxe uma matéria da Rádio Jovem Pan, publicada em seu site, sobre as novas covas do Cemitério da Vila Formosa, construídas para exclusivos enterros de vítimas da SARS-COV-2. Também fui detonado: não importa mostrar que era matéria de 6a feira e que as obras seriam iniciadas no sábado... sem ter ao menos trabalho de ler as matérias, lá vem o pessoal dizendo que é Fake News, matéria de 15 dias “sensacionalista do Washington Post”(confundem a matéria do trabalho rotineiro já dito pelo prefeito paulistano Bruno Covas com a outra reportagem atual). Não adianta nem em insistir no pedido de leitura do texto e da data, não se prefere isso.

Por quê tanto desdém? Pela enésima vez: falamos sobre a gravidade dos males do Covid-19, e aí vem o pessoal dizendo que a culpa é da “Globolixo” (não gosto de termos como Bozo, Luladrão ou outros, tenho Educação e respeito as pessoas – o que não me impede de fazer críticas).

É somente fanatismo ou ignorância? As mortes no Amazonas (veja o colapso do sistema de saúde na cidade de Manaus) é fantasia? E em Fortaleza? Estão morrendo “de mentirinha”?

Aí vem o pessoal que diz que “se morre muito mais de outras doenças do que de Covid-19…” Ora, que falácia! Pegue os números oficiais, não montagens de interessados. Também ouviremos: “teremos mais falidos do que falecidos”… ah, que frase nojenta. A vida não tem valor? E eu, que não defendi lockdown, passo a ser criticado por que “não quero que as empresas trabalhem”. Onde escrevi isso? Quem puder ficar em casa, fique. Quem tiver que trabalhar, trabalhe. Mas previna-se, a situação é anormal.

Têm-se ainda a turma do Dória, do Witzel, do Lula e do Bolsonaro… Todos candidatos à Presidência da República em 2022 ou 2026, fazendo seus discursos e cometendo atos para defesa das suas plataformas políticas. Também esses militantes assumidos (quando fanatizados) gostam de escrever um monte de coisas.

E a questão era (de novo, para que fique claro): só falamos da tristeza da morte das pessoas e a agressividade do Novo Coronavírus.

Como podem, alguns, interpretarem com tanto viés? Tá chato escrever para quem não respeita opinião ou faz questão de só ver um único lado – politizando na marra uma questão que não tinha nada a ver.

Dólar abre sob efeito de coronavírus e política | Remessa Online

 

 

– A “Voz do Povo” saiu às ruas ontem?

O que é a “voz do povo”?

Ditadura, Nazismo, Comunismo, Capitalismo Selvagem… nada disso é voz ou pedido popular. Num país de 210 milhões de pessoas não tem voz uníssona. Portanto, há de se respeitar as parcelas de toda a terra e a “gente diferente”. O que não vale é impor a opinião de um sobre o outro, criar discursos de “nós contra eles”, “luz ou trevas” ou ainda “brasileiros contra não-patrióticos”.

Tudo bobagem. Somos um país heterogêneo, com diversidade e riqueza de culturas. Repito: temos que respeitar a todos.

Lamento muito que há de se escrever algo assim, bem como ainda dizer: ditadura militar em pleno 2020? Que sandice…

Lembremo-nos:

A democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela…

Winston Churchill

Lágrimas em excesso | VisionCor

– Manaus traz as imagens brasileiras que não gostaríamos de ver na Pandemia…

Mais de 2000 mortos de Covid no Brasil até agora; acima de 200 óbitos diários; só em São Paulo, mais de 100 pessoas nas últimas 24h faleceram.

Se a situação é pavorosa, imagine em Manaus, onde começa a colapsar a rede hospitalar. Ao ler essas imagens abaixo, dá um “nó na garganta”. Veja:

Captura de Tela 2020-04-17 às 15.40.35

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Quarentena?

Com toda essa confusão envolvendo o Coronavírus e a ampliação da Quarentena Paulista para até 10 de maio, evidentemente que as empresas precisam se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalhar – pois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo.

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sair da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

Intenção de consumo das famílias cai 27% em um ano, mostra CNC ...

– Prevenir-se se faz ainda mais necessário contra o Novo Coronavírus. Viram os números de hoje?

E há quem não leve a sério as mortes pelo Covid-19, desdenhando dessa maldição. Somente hoje, quase 200 mortos. E a conta só cresce…

Lembrando que, dias atrás, alguns números oficiais desmentiram as fake news de que “morre mais gente de dengue e H1N1 do que do Novo Coronavírus” (aqui: https://is.gd/3fVuh9)… ou, pior: “é só uma gripezinha” (e aqui, sem juízo político, mas observação de imprudência).

Abaixo, os números: 

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O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (16) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. Os principais dados são:

  • 1.924 mortes, eram 1.736 na quarta, aumento de 10,8%
  • 30.425 casos confirmados, eram 28.320, aumento de 7,4%
  • São Paulo tem 853 mortes e 11.568 casos confirmados
  • Em 7 dias, total de mortes subiu 82,4%

(Extraído do G1).

– Quem é o novo Ministro da Saúde, Nelson Teich

BOLA CANTADA: caiu Mandetta, o Ministro da Saúde, e entrou no seu lugar o oncologista Nelson Teich.

Sobre quem ele é e o que pensa,

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/16/quem-e-nelson-teich-o-mais-cotado-para-substituir-mandetta-no-ministerio-da-saude.ghtml

QUEM É NELSON TEICH

Nascido no Rio de Janeiro, o médico se formou pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e se especializou em oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Atualmente, é sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos.

Teich atuou como consultor informal na campanha eleitoral do presidente, em 2018, e, na época, até chegou a ser cotado para o cargo, mas acabou preterido por Mandetta.

Ainda assim, participou do governo, entre setembro de 2019 e janeiro de 2020, como assessor de Denizar Vianna, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

Dele, inclusive, foi sócio no MDI Instituto de Educação e Pesquisa. A empresa de pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais, humanas, físicas e naturais e treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial foi aberta em março de 2009 e fechada em fevereiro de 2019, segundo consta no site da Receita Federal.

Em 1990, fundou o Grupo Clínicas Oncológicas Integradas (COI), sendo seu presidente até 2018 — em 2015, a empresa foi comprada pela UHG/Amil.

Também foi fundador — e presidente (pro bono) — do COI Instituto de Gestão, Educação e Pesquisa, organização sem fins lucrativos criada em 2009 para a realização de pesquisas clínicas e projetos e execução de programas de treinamento e educação em diversas áreas do cuidado do câncer, e, em 2016, do Medinsight – Decisões em Saúde, empresa de pesquisa e consultoria em economia da saúde.

E, entre 2010 e 2011, Teich, que é doutor em Ciências da Saúde – Economia da Saúde pela Universidade de York, do Reino Unido, prestou consultoria nesta área no Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo.

“O Nelson é dos principais oncologistas do país e é um grande empresário, empreendedor e gestor de saúde. Seu momento atual é de dedicação a causas públicas”, diz Angélica Nogueira, diretora da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

A médica enfatiza que ele é muito político, técnico, científico e um exímio negociador. “Numa eventual transição, sua chegada pode ser positiva, por ser tratar de um profissional tecnicamente preparado e que poderá promover uma boa comunicação entre o Planalto e o Ministério da Saúde”, acrescenta.

O que pensa Teich sobre o coronavírus

Nas últimas semanas, o oncologista tem publicado artigos na rede profissional LinkedIn sobre o coronavírus. Em um deles, intitulado “COVID-19: Histeria ou Sabedoria?”, comenta sobre a polarização que tomou conta do Brasil no momento.

“A discussão sobre as estratégias e ações que foram definidas por governos, incluindo o brasileiro, para controlar a pandemia de covid-19 mostra uma polarização cada vez maior, colocando frente a frente diferentes visões dos possíveis benefícios e riscos que o isolamento, o confinamento e o fechamento de empresas e negócios podem gerar para a sociedade”, escreveu.

“É como se existisse um grupo focando nas pessoas e na saúde e outro no mercado, nas empresas e no dinheiro, mas essa abordagem dividida, antagônica e talvez radical não é aquela que mais vai ajudar a sociedade a passar por esse problema”, afirma, ainda, o artigo.

Destacou ainda que “a situação do gestor de saúde é muito difícil, porque ele precisa tomar decisões duras usando informações e projeções que apresentam grande incerteza” e que “o sucesso vai depender da capacidade de colher dados críticos em tempo real, de incorporar e analisar essa base de dados atualizada, de ajustar as projeções quanto aos possíveis impactos das escolhas, rever as decisões e desenhar novas medidas e ações”.

Em outro texto, “COVID-19: Como conduzir o Sistema de Saúde e o Brasil”, salienta que o isolamento horizontal, ao contrário do que defende Bolsonaro, é a melhor estratégia para o momento.

“Diante da falta de informações detalhadas e completas do comportamento, da morbidade e da letalidade da covid-19, e com a possibilidade do Sistema de Saúde não ser capaz de absorver a demanda crescente de pacientes, a opção pelo isolamento horizontal, onde toda a população que não executa atividades essenciais precisa seguir medidas de distanciamento social, é a melhor estratégia no momento. Além do impacto no cuidado dos pacientes, o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país.”

Sobre a opção difundida pelo presidente, aponta que tem fragilidades e não representaria uma solução definitiva para o problema: “Como exemplo, sendo real a informação que a maioria das transmissões acontecem à partir de pessoas sem sintomas, se deixarmos as pessoas com maior risco de morte pela Covid-19 em casa e liberarmos aqueles com menor risco para o trabalho, com o passar do tempo teríamos pessoas assintomáticas transmitindo a doença para as famílias, para as pessoas de alto risco que foram isoladas e ficaram em casa. O ideal seria um isolamento estratégico ou inteligente”.

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Nelson Teich foi consultor informal na campanha eleitoral de Bolsonaro e chegou a ser cotado para assumir o Ministério da Saúde após a eleição — Foto: Reprodução/ BBC

 

– Explicando as cores vibrantes do amanhecer e entardecer da semana:

Tanto o nascer quanto o pôr do sol estão extremamente coloridos desde a 3a feira. Maravilhosos, especialmente para quem gosta de fotografar.

Mas por quê acontece tal fenômeno da natureza?

Abaixo, extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cidades/porque-por-do-sol-cores-vivas-sao-paulo/

POR QUÊ O PÔR DO SOL GANHOU CORES TÃO VIVAS

O céu da capital paulista ganhou tonalidades mais vivas nesta terça-feira (14). O fenômeno chamou atenção nas redes sociais, que foram inundadas por fotos do belo pôr do sol que pode ser visto por toda a cidade.

Existe uma razão para o intenso vermelho-alaranjado que chamou atenção inclusive dos leitores da Vejinha, que mandaram pela #vejasp, no Instagram, dezenas de fotos do momento. Buscamos o Instituto Climatempo para uma resposta.

A meteorologista Joselia Pegorim afirma que durante todo o dia, o céu na cidade estava com uma coloração esbranquiçada: uma intensa camada de nuvens médias e altas cobriam a capital, e os raios solares pouco conseguiram ultrapassar a barreira.

Então quando o sol começou a ficar próximo da linha do horizonte, com o final do dia, como sempre, ele refletiu seus raios na base, ou seja, na parte de baixo dessas nuvens. Mas como a concentração hoje era acima do normal, o fenômeno foi intensificado, e por isso a coloração ganhou tons ainda mais fortes.

“Com o sol já baixando no horizonte, os raios solares chegavam bem inclinados atravessando uma camada maior da atmosfera, onde se concentra a camada de poluentes. Mas a poluição não diminuiu com a redução da atividade humana nesta quarentena? Sim, diminuiu, mas não acabou. O lado “bom” da poluição é esta interação com os raios solares que geram essas cores surpreendentes no céu”, explica também Joselia.

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– Nem de Esquerda, nem de Direita! O Vírus não escolhe ideologia e nem foi produzido politicamente.

Em momentos de crise, as pessoas perdem muitas vezes a noção da realidade. Um desses casos é o de Andressa Urach, que literalmente “viajou” ao explicar a sua dúvida quanto a existência ou não do Covid-19.

Eu não tinha lido essa barbaridade (foi no final de Março), mas me assustei. Como pode?

Compartilho, extraído de: https://jovempan.com.br/entretenimento/famosos/andressa-urach-diz-que-pandemia-e-golpe-de-esquerda-recebe-criticas-e-apaga-post.html

ANDRESSA URACH DIZ QUE PANDEMIA É GOLPE DE ESQUERDA

Andressa Urach usou suas redes sociais para falar sobre a pandemia do novo coronavírus e foi alvo de críticas ao colocar em dúvida a sua existências – que já deixou ao menos 117 mortos apenas no Brasil.

“Essa ‘quarenta’ pra mim no Brasil não passa de um golpe de esquerda, que se uniu com uma parte da imprensa, para quebrar ainda mais economia do Brasil e depois colocar a culpa no presidente”, afirmou Urach.

A pastora e ex-Miss Bumbum foi além: “Aonde estão as provas dos atestados de Óbitos por Corona Vírus comprovados? Não existem!!! Outra coisa, vírus? Sempre vai existir… vamos parar sempre? Aff… Daqui 60 dias ou mais, quando várias empresas estiverem quebradas, o desemprego triplicar e pessoas passando mais fome e mais presídios cheios… vocês vão me dar razão. A aqui no Brasil o tráfico mata mais pessoas que o coronavírus. #PenseNisso.”

Após receber enxurrada de críticas de seus seguidores, Andressa resolveu, neste domingo (29), apagar o post. No entanto, ela fez questão de dizer que não se arrependeu do que disse. “Apaguei o post anterior, até estava bloqueando as pessoas, mas não vou mais! Sabe porque? Porque eles ainda vão se curvar ao meu Deus VIVO, então quando estiverem desesperados estarei aqui para ajudar vocês!”

– Histeria e Negação: os extremos do Covid e o questionamento para o respeito ao profissional

O momento é para agregar a humanidade, afinal há um inimigo comum universalmente: o Novo Coronavírus! Mas não é bem assim que está acontecendo…

O Ministro da Saúde aparece na Globo dizendo que dias mais difíceis ainda virão. Já o Presidente da República surge no SBT, na mesma noite de domingo, dizendo que o pior já passou.

Pirei? Talvez.

Politizou-se a pandemia, não se negue essa triste realidade. E com isso surge um novo problema: o descontrole emocional! Tal situação gera o seguinte: alguns publicam que estamos vivendo o final dos tempos e que nada restará; outros, desdenham da ferocidade e velocidade do contágio do Covid-19. Dessa forma, surgem pessoas (para meu grande espanto) validando atitudes extremistas, antidemocráticas e que vão contra qualquer princípio ético ou cidadão.

Na sociedade, existe uma exceção de pessoas que perdeu o respeito alheio e defende a violência oral, vocal, verbal, moral ou, se bobear, até física contra os outros (pasmem: como “método de defesa dos valores”). Tenho medo que isso gere coisas mais sérias e violentas.

De maneira bem clara, estou me referindo às lamentáveis defesas a favor dos trogloditas que intimidaram a repórter e o cinegrafista da TV Tem em Jundiaí ou a fanática mulher que invadiu a transmissão ao vivo no SP1 e impediu o trabalho do profissional de imprensa.

Aqui, o grande vexame e/ou constrangimento: generalizar os trabalhadores de uma área como se todos fossem ruins, confundir as bolas, cegar-se com uma impressão pessoal, se permitir a defesa do extrapolar…

Na crise, se revelam algumas personalidades e a pessoa explicita sua real faceta. Assim, reflita:

  • Se você não gosta da CBF, pode-se invadir o campo e arrancar o apito do juiz?
  • Se você não gosta da UNICAMP e acredita nas bobagens de que as universidades são só “canteiros de maconha” (como sugestionou e generalizou um Ministro), pode-se arrancar a caneta do professor em meio a aula?
  • Se você não gosta da Unimed, vale invadir a enfermaria e arrancar a seringa do enfermeiro?
  • E se estiver bronqueado com a CPFL, você vai tirar a escada do operário que está no poste?
  • Sem contar com a animosidade contra os músicos, arrancando o cavaquinho do pagodeiro ou o pandeiro do sambista, caso não seja seu gosto musical. Ou o Funk, o Sertanejo…

RESUMINDO: se não gosta da Globo, respeite o jornalista que é um empregado, está trabalhando e não lhe arranque o microfone. Critique-se o diretor e mude de canal!

Pense: um petista pode invadir a transmissão ao vivo da Record, arrancar o microfone do jornalista e dizer que a emissora de Edir Macedo é chapa-branca e recebe benesses do Governo? Lógico que não. Assim como um bolsonarista não pode cometer a mesma coisa, para dizer ao vivo sua versão “Globo e a destruição do Brasil”. Em tempo: essas opiniões de Globo ou Record não são defesa ou crítica minha, são os escritos que se lê em muitos perfis nas Redes Sociais.

Já imaginou no seu trabalho você ser atrapalhado em meio ao seu ofício por um radical que queira denegrir o seu patrão ou o seu próprio negócio? Se isso virar moda, acabou o mundo!

Sem convivência não há cidadania. O diálogo deve existir acima de tudo entre as pessoas, sem imposição de ideologia. Nunca a violência resultará em bons negócios.

Assista outra emissora, mude de plano de saúde, troque a operadora de celular, converta-se de religião, redefina-se até de sexo… mas respeite quem pensa diferente ou simplesmente quem está trabalhando.

Se preferir, troque tudo o que está escrito acima pelo resumo: tenha educação!

Onde vamos parar com tanta intolerância, até mesmo contra coisas descabidas?

– Renato Peters e a Mulher Fanática

Que coisa feia aconteceu durante o jornal da hora do almoço na Globo, não? 

Uma mulher descontrolada pegou o microfone do jornalista Renato Peters e gritou “Globolixo” e disse que o “Bolsonaro está certo“.

Quanta bobagem. Esquerda diz que a Globo é de Direita, Direita diz que a Globo é de Esquerda, e assim a vida segue – com muitos políticos tendo seus fanáticos seguidores fazendo idiotices.

Que culpa Peters tem? Ele, que está trabalhando, pode ser atrapalhado ao vivo? É o trabalho dele informar.

Respeitem os profissionais! Separem as coisas, e se não gosta da Globo, mude de canal.

Mulher invade reportagem da Globo ao vivo: “Bolsonaro tem razão”

– A prevenção contra o Coronavírus depende também de se evitar a ignorância!

Neste 45º dia da chegada do Novo Coronavírus no Brasil, as mortes deverão ultrapassar (quando divulgadas à tarde) lamentável a marca de 1000 pessoas.

Infelizmente, há quem desdenhe do número e queira absurdamente comparar com outros dados de doenças (normalmente falsos, retirados da Internet), alegando que são poucas vítimas.

Não se engane: em 2019 inteiro, morreram 782 pessoas de Dengue, 796 da Gripe H1N1 e 15 de Sarampo em nosso país (dados do Ministério da Saúde). E em 1 mês e ½ de Covid… lembrando que o pico ainda está por vir.

Higienização e pouca exposição: são as duas coisas que previnem. Além de se evitar a ignorância, é claro.

– Parabéns, Caixa Econômica Federal! As novas medidas do crédito imobiliário

Quando a ação governamental é correta, valem os aplausos. E nessa situação pontualmente o Governo acertou: a Caixa Econômica, para imóveis, oferta carência de parcelas de contratos antigos e 6 meses para contratos novos a serem fechados!

Há pouco, a ótima notícia visando minimizar as consequências da crise provocada pela Pandemia,

Em: https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2020/04/epoca-negocios-caixa-oferta-carencia-para-pessoas-e-construtoras-no-credito-imobiliario.html

CAIXA OFERTA CARÊNCIA PARA PESSOAS E CONSTRUTORAS NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira que oferecerá carência no financiamento imobiliário para pessoas físicas e para construtoras, na esteira da rápida desaceleração econômica provocada pela disseminação do coronavírus.

Maior financiador imobiliário do país, com cerca de 70% desse mercado, o banco estatal permitirá que pessoas físicas e construtoras façam uma pausa ou paguem parcialmente as prestações por um período de 90 dias em contratos vigentes.

Essa medida vale para clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso. Para pessoas com atraso por mais de 60 dias até seis meses, o banco poderá renegociar contratos, incluindo a possibilidade de pausa temporária nas prestações. Nos novos contratos, a carência sobe para 180 dias.

No caso das construtoras, a carência de 180 dias valerá para novos projetos concluídos, em fase de amortização e para prorrogação do início de obras. O banco também oferece antecipar recursos do financiamento não usados antes ou adiantar 20% dos recursos de obras ainda por começar, e ainda a possibilidade de prorrogação do início das obras por até 180 dias.

“Isso só vale se as empresas não demitirem”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em apresentação online.

O executivo disse ainda que o banco avalia estender carência das prestações de crédito imobiliário se a crise piorar.

Os benefícios, que poderão ser solicitados a partir da próxima segunda-feira, são anunciados no momento em que entidades ligadas ao setor imobiliário tentam conter os efeitos da crise instaurada pelo isolamento social implementado como forma de tentar aliviar a pandemia do coronavírus.

Após três anos de uma queda histórica, o financiamento imobiliário voltou a crescer no Brasil em 2018 e 2019. No primeiro bimestre de 2020, os empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança cresceram 35,7% ante mesma etapa do ano passado, segundo dados da Abecip.

Nesta semana, o sindicato dos fabricantes de cimento, Snic, afirmou que as vendas do insumo por dia útil em março desabaram cerca de 10% sobre um ano antes e cobrou do governo medidas para que os recursos disponibilizados pelo Tesouro e Banco Central chegassem aos consumidores.

– Em 43 dias, Covid-19 já matou mais em 2020 do que Sarampo, Dengue e H1N1 em 2019 inteiro! E sobre a hidroxicloroquina, uma posição.

Não acredite em Fake News e em fanáticos políticos, de Esquerda ou de Direita. Acredite na verdade, na lisura e na ponderação.

Dessa forma, segundo o Ministério da Saúde (números oficiais), já morreu mais gente por conta do Coronavírus em 2020 do que das “doenças populares replicadas na Internet por Fake News do que em todo ano de 2019”. Abaixo:

  • Nos 365 dias de 2019, os mortos no Brasil foram:
       Dengue: 782.
       Gripe H1N1: 796.
       Sarampo: 15.
  • Em 43 dias de 2020, os mortos pelo Novo Coronavírus no Brasil foram:
       Covid-19: 823.

Portanto, percebamos como a coisa é séria. Vaias para quem divulga números falsos e minimiza a pandemia e Aplausos para quem estuda, pesquisa e trabalha em soluções médicas.

Diante disso, existe a polêmica sobre a hidroxicloroquina, dividindo muitos médicos. Em si, a situação é que o remédio usado para combater a malária, lúpus e artrite teria ótimos resultados se ministrada em pacientes de Covid-19.

Quem é contra, sustenta que ainda faltam pesquisas mais profundas. Quem é a favor, alega que estamos numa tragédia mundial e já é hora de usar a droga oficialmente.

Compartilho um texto muito bom (na verdade, uma carta) assinada por 30 importantes cientistas brasileiros, a respeito do uso favorável da hidroxicloroquina. O link em: https://brasilsemmedo.com/cientistas-publicam-carta-aberta-ao-ministro-da-saude/

Bahia autoriza tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina ...

– Já são 114 mortes por Covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas. Que Deus nos ajude!

Falamos ontem sobre a necessidade de cuidados máximos nessa semana com o contágio pelo Novo Coronavírus (em: https://wp.me/p4RTuC-pkU). A previsão seria de grande número de infectados nos próximos 14 dias.

Vale lembrar os procedimentos básicos: para quem não pode ficar recluso, usar máscaras, passar álcool gel, manter distância de outras pessoas e caprichar na higiene.

Mas pense na progressão das mortes, ainda não estando no pico: essa praga altamente contagiosa matou mais de cem brasileiros somente em um dia. Quantos morrerão até o final dela? E como ficarão os hospitais se o sistema entrar em colapso?

Brasil registra 11.130 casos de covid-19 e 486 mortes | Agência Brasil

– A pisada na bola do Ministro da Educação com a trolagem contra a China.

Seria uma simples trolagem se tivesse sido publicada por algum adolescente. Mas não foi isso que aconteceu…

O Ministro da Educação Abraham Weintraub escreveu um tuíte na “língua do Cebolinha” (acredite, é verdade) ironizando a China com ilustrações da Turma da Mônica (e depois apagou). Se já estava complicada a relação diplomática dos dois países devido ao constrangimento criado por Eduardo Bolsonaro, piorou!

Novamente, houve o pronunciamento da Embaixada da China repudiando a desnecessária publicação. É protocolar, lógico… Mas cá entre nós: estadistas, líderes e inteligentes administradores não deveriam entender as questões diplomáticas, comerciais e sociais que envolvem as nações?

Eu não gosto da China por conta da Ditadura de Pequim (me refiro ao Partido Comunista Chinês, não aos pobres viventes), pois não respeita os Direitos Humanos. Mas daí a crer em Teoria da Conspiração e outras bobagens, ficará para o imaginário de gente menos instruída e iludida.

Lamentável. Se o Governo crê em tudo isso, corte os laços comerciais com os chineses – pois certamente teremos dificuldades em melhorar a cooperação entre ambos. 

No mundo dos negócios, não há espaço para fanatismo!

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– Este ano não teremos Páscoa? O vídeo que mostra exatamente o contrário…

A TV Evangelizar / PUC-PR, em associação com a Arquidiocese de Curitiba, produziu um espetacular vídeo aos católicos mostrando a Páscoa e suas celebrações tradicionais da Semana Santa, comparando com os momentos atuais vividos pela sociedade brasileira.

Não há como deixar de aplaudir. Vale a pena assistir para entender que, apesar de Quarentena ou Covid-19, viver a Páscoa está além disso que poderíamos pensar ser um limitador!

Em: https://www.facebook.com/tvevangelizaroficial/videos/1193857630974507/

– Mantenhamos a prudência: Duas semanas de apreensão no Brasil, Japão em alerta e Equador enterrando em caixões de papelão!

Se prevê que entre os dias 06 a 20 de abril teremos os dias mais delicados no que tange a contaminação pelo Novo Coronavírus em nosso país. Dessa forma, todos os cuidados são necessários.

Alguns países que haviam tentado não fazer o isolamento acabaram cedendo: vejam o Japão, que começou a orientar as pessoas para ficarem em casa. Pior: o Equador, que mesmo tentando segurar a população, vê o tão temido colapso nos hospitais (já que o número de pessoas infectadas é altíssimo e a rede de saúde não consegue atender não só eles, mas as pessoas de outras enfermidades), resultando em um grande número de óbitos que culminou na falta de, pasmem, caixões nas funerárias (assim como tem sido feito na Venezuela)!

Viveremos duas semanas que exigem prudência!

Abaixo, a triste situação de Guayaquil, em material extraído da IstoÉ:

Extraído de: https://istoe.com.br/caixoes-de-papelao-suprem-demanda-durante-emergencia-sanitaria-no-equador/

EQUADOR USA CAIXÕES DE PAPELÃO PARA MORTOS DO CORONAVÍRUS

Guayaquil, cidade mais castigada pelo novo coronavírus no Equador, tenta responder com caixões de papelão à alta demanda de féretros provocada pela pandemia, informou neste domingo a Associação de Papeleiros.

O município recebeu uma doação de mil caixões de papelão prensado da associação, que foi entregue a dois cemitérios da localidade. “É para que possam cobrir a demanda de caixões, que estão em falta na cidade ou são extremamente caros”, disse um porta-voz do conselho de Guayaquil à AFP.

A província de Guayas, que está militarizada e cuja capital é Guayaquil, registra a maior incidência da Covid-19 no país, com 2.524 infectados, entre eles 126 mortos.

Os caixões estão em falta na cidade, assinalou Santiago Olivares, dono de uma funerária. “Vendi 40 que tinha na sucursal do centro e outros 40 da sede de Durán. Pedi mais 10 para o fim de semana e já acabaram.”

Os caixões no porto de Guayaquil, motor econômico do Equador, são vendidos por um preço a partir de 400 dólares, mas, na cidade, os fornecedores não conseguem atender à demanda.

“Devido ao toque de recolher, não há fornecimento suficiente de material”, explicou Olivares, lembrando que um caixão de papelão não atende às normas sanitárias do governo para o enterro de vítimas da Covid-19.

Os caixões de papelão “serão de grande ajuda para proporcionar uma sepultura digna aos mortos durante esta emergência sanitária”, publicou no Twitter a prefeitura de Guayaquil, onde famílias imploram para que as autoridades removam os corpos de residências e ruas.

O Equador, que reportou 3.646 casos de Covid-19, e 180 mortos, está sob um toque de recolher de 15 horas. O governo equatoriano também decretou estado de exceção.

Equador usa caixões de papelão para suprir demanda de mortos por ...

– Pandemia: não é hora de brigar!

As redes sociais estão um inferno com as discussões de pessoas com opiniões diferentes sobre como lidar com o surto do Novo Coronavírus. Desde a politização, passando pela questão econômica e social, terminando no pânico de quem tem familiares no grupo de risco.

Acima de tudo, é hora de fazer valer algo muito maior do que a discórdia e individualidade: a solidariedade entre os brasileiros!

Não é hora de divisão, mas de união! Será que a conseguiremos? Para isso: precisamos deixar as paixões de lado e usar a racionalidade (um desafio muito grande a todos nós).

– As 3 reduções acumuladas dos Combustíveis

Desde que começou a crise entre Rússia e Arábia Saudita no mercado internacional de petróleo, existiram várias reduções de preço da Gasolina e do Diesel, totalizando, respectivamente, 43% e 30% de queda.

Mas por quê essa diferença não aconteceu na totalidade nas bombas?

Simples: da refinaria até o tanque do seu carro, quantos intermediários existem? Os Governos Federal e Estadual aceitam perder tal importante receita de impostos?

Que os combustíveis tiveram redução de preço, realmente tiveram. Mas o problema é: quando chegará na integralidade?

Sobre o conflito citado acima, clique em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/10/por-que-as-bolsas-despencaram-e-o-dolar-disparou/

Petrobras anuncia redução de preços da gasolina em 12% e do diesel ...

 

– O Fracasso dos Patinetes Motorizados

No começo, foram uma febre (especialmente na Capital Paulista e Litoral), mas depois… os patinetes elétricos foram abandonados pelas empresas que os alugavam pelos prejuízos constantes.

Abaixo, entenda o que aconteceu, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/02/22/o-que-explica-a-incrivel-ascensao-e-o-vertiginoso-declinio-dos-patinetes-no-brasil.htm

O QUE EXPLICA A INCRÍVEL ASCENSÃO E O VERTIGINOSO DECLÍNIO DOS PATINETES NO BRASIL

Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve?

Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa “de primeiro mundo”. Era o futuro, agora.

Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar.

Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações.

Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve?

Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto.

Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio.

“O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento”, diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta.

O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar.

Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso.

“Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos”, afirma o pesquisador.

Altos custos e prejuízo de milhões de dólares

A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço.

As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo.

Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas.

A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina.

“A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade”, afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo.

A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018.

Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba.

A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia.

O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York.

“O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis”, afirma Binder.

Falta de planejamento e pró-atividade do poder público

Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias.

Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele.

“O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa”, diz Benicchio.

Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso.

Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só.

“Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar”, afirma o consultor.

“Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação.”

Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete.

“Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais”, afirma o pesquisador.

“Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro”, opina.

‘Os patinetes vieram para ficar’, diz pesquisador

Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor. Paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí.

A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75.

“As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos”, diz Rachel Binder.

Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. “Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações”, diz Binder.

Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo.

“Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha.”

Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios.

“Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar.”

Serviços de aluguel compartilhado de patinete elétrico chegam a ...

– Não é o meu caso!

Há quem esteja em férias, aproveitando-se do resguardo estadual. E memes surgem aos milhões sobre tudo no Brasil.

Este caso, da figura abaixo, não é o meu: 

Imagem

– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?