– Quem avisa, amigo é…

Sávio Pereira Sampaio vai apitar Flamengo x Goiás. Tem como não lembrar dele e das lambanças de Internacional x Botafogo?
Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/19/o-penalti-inexistente-de-internacional-x-botafogo/

Paulo Zanovelli apitará São Paulo x Fortaleza.
Ele, no último domingo, marcou TODOS os lances de mão possíveis e imagináveis, desagradando a Grêmio x Bragantino (sem contar em um pênalti inexistente. Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/05/07/analise-da-arbitragem-de-gremio-3×3-red-bull-bragantino/
Aliás, foi dele o “pênalti de coxa” no Fluminense x Athético: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/22/os-penaltis-que-batem-na-perna-desaprendemos-a-apitar-sem-var/

Bráulio da Silva Machado apitará Palmeiras x Grêmio, e “promete fortes emoções”.
Foi ele quem deu o absurdo pênalti ao São Paulo contra o Internacional, no último domingo (e não foi punido): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/05/08/os-penaltis-inexistentes-em-sao-paulo-2×0-internacional-e-gremio-3×3-red-bull-bragantino/
Também ele que “caçou o treinador Pedro Caixinha” no Red Bull Bragantino x Cruzeiro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/30/pedro-caixinha-e-o-exemplo-para-abel-ferreira/
E, por fim, o desastre do começo do ano, em Sergipe x Botafogo: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/03/sobre-as-queixas-contra-a-arbitragem-de-sergipe-1×1-botafogo/

O que Abel Ferreira, notório crítico de árbitros e frequente “amigo de cartões amarelos e vermelhos” estará projetando para a arbitragem de hoje?

Torçamos para que os árbitros não sejam protagonistas nessa rodada.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x América.

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Coelho, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Rafael Rodrigo Klein tem 33 anos e é natural de Teutônia, RS. Em 2022, ele teve uma excelente sequência de escalas na Série B, culminando na sua primeira escala na série A.

No Gauchão de 2023, foi eleito o melhor árbitro do campeonato, e começou muito bem o Brasileirão. Teve uma ótima série de escalas na Série A (destaque para Vasco 2×2 Palmeiras), e, segundo muitos, será substituto de Anderson Daronco no quadro da FIFA em breve. Afinal, é bem mais jovem e melhor tecnicamente.

Das vezes que eu tive oportunidade de vê-lo em campo, tive a impressão de ser um árbitro “frio”, sendo “tranquilo até demais” em alguns momentos. Mas como está há pouco tempo na elite, vamos aguardar mais atuações.

Desejo um bom jogo e uma ótima atuação.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino vs América pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema. Quarta. 10/05, 19ho0. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– Os pênaltis inexistentes em São Paulo 2×0 Internacional e Grêmio 3×3 Red Bull Bragantino.

Voltaram os pênaltis “de queimada”, aqueles da Regra “12-B”, somente existente no Brasil, onde a bola que bate no braço é infração, independente se intencional ou não, de movimento anti-natural ou natural.

Quando ocorreu a Copa do Mundo, todos esses lances polêmicos foram considerados involuntários, de movimento natural, e que não deveriam ser sancionados (que é o que manda a Regra 12 da IFAB). Com o início dos Estaduais, vimos uma frequência muito menor dessas marcações (e menor intromissão do VAR), pois o Mundial do Catar estava fresco na memória de todos.

Com o passar dos jogos, voltou-se, aos poucos, à retomada dos erros de antigamente.

Resumidamente, sem apego às terminologias técnicas e com uma didática mais popular para o leitor entender, a Regra diz: “Primeiro, avalie a intenção: quis ou não tocar a mão na bola? Depois, veja: ele disfarçadamente deixa o braço para a bola bater nele, agindo com um movimento físico não-natural“?

LANCE 1:

Avalie: no Morumbi, quando Marcos Paulo (SPFC) salva a bola em cima da linha e dá um bico para trás, fazendo a bola bater no braço de Igor Gomes (INT), foi um toque intencional do jogador gaúcho? O braço dele estava em um movimento antinatural? Ele tira o corpo, desviando-se, mas deixa o braço para que a bola toque nele?

A resposta é: NÃO, para as 3 situações. Ele está com o braço grudado no corpo, é um movimento natural. E acrescento (isso é importante): se ele estivesse com o braço aberto de maneira natural e a bola batesse nele, não seria pênalti também! Afinal, haveria tempo, reflexo, ou possibilidade de recolher o braço? Claro que não, pois foi um chute “à queima-roupa”.

LANCE 2:

Em Porto Alegre, o lateral Thomás (GRE) cruza a bola com muita força, e Jadsom (RBB) está em seu caminho. O jogador paulista recolhe rapidamente o braço (que estava em movimento natural) e ela ainda resvala em sua mão. Não houve intenção, tampouco movimento antinatural, muito menos o desejo da mão bater na bola. Ele fez o que pode, com o seu reflexo, a fim de evitar o contato. Marca-se pênalti?

E a resposta também é: NÃO, pelos mesmos motivos citados.

Os árbitros continuam se apegando em: “como a regra ainda é confusa no Brasil, na dúvida eu vou dar e alego que o braço está aberto, e esse é o meu subterfúgio”.

ISSO É ERRADO, reforçando que “braço aberto” não quer dizer nada, se for em movimento natural.

Toda essa pendenga começou em 2014, com a confusão de Jorge Larrionda, instrutor “queridinho da CBF” e que contaminou negativamente a arbitragem. Relembro meu texto extraído desse mesmo blog:

Já explicamos a dificuldade (e a teimosia que foi) de discernir o termo movimento anti-natural para os árbitros brasileiros. Jorge Larrionda, instrutor da Fifa, fez uma lambança ao ensinar aos nossos juízes. A CBF comprou a ideia e insistia que estava certa (e o resto do mundo errado). Me recordo (tenho até hoje o recorte do jornal) que o Massimo Bussaca, responsável pela arbitragem da FIFA, deu uma entrevista ao Estadão (Jamil Chade ainda estava lá e foi o jornalista que fez a ótima pergunta) sobre tais lances:

“Um jogador precisa de sua mão e de seu braço para correr, se equilibrar e saltar. Não se pode jogar sem a mão. O árbitro precisa fazer a leitura correta do lance. Não se pode dar falta a qualquer toque na mão. Isso é um absurdo. O árbitro deve ver se a mão estava no local de forma natural ou não-natural. Tem que ser avaliado se o toque (da mão na bola) foi intencional ou não. Quando um jogador tenta fazer seu corpo maior usando a mão, isso deve ser punido. O juiz não pode só pensar como juiz e aplicar o que está escrito. Precisa se colocar no lugar do jogador para entender o movimento”. (extraído de: https://wp.me/p4RTuC-p).

Enfim: insisto na tese de que, árbitros mais jovens, com medo de punição, marcam pênalti a qualquer toque já que, muitas vezes, isso é aceito pelo “costume errado”. Árbitros FIFA, na TV, aplicam a Regra correta (a que é vista na Copa do Mundo) pois têm mais condição de justificar a correção de sua decisão. O que não pode é gente importante na TV polemizar algo que não tem polêmica.

– Análise da Arbitragem de Grêmio 3×3 Red Bull Bragantino.

Em um jogaço, com 31 finalizações (10 do Grêmio e 21 do Red Bull Bragantino), uma arbitragem atrapalhada.

Já havíamos falado que o árbitro Paulo Zanovelli estava em má fase técnica, sentindo o peso do escudo FIFA, e marcando pênaltis bisonhos (vide em: https://wp.me/p55Mu0-3fC). E nesta noite de domingo… não foi diferente.

Com apenas 1’44” de jogo, Thomás Luciano (GRE) cruza uma bola, com Jadsom (RBB) à frente. Ela vem forte, e o defensor tira o braço em movimento natural, com a bola resvalando nele. Claro lance acidental, não intencional e tampouco antinatural. O jogo segue, e eis que o VAR chama o árbitro. Durante 2 minutos de conversa com o VAR, sendo mais de 1 minuto no monitor, decide-se pelo pênalti. Errou. Esse era o erro comum antes da Copa do Mundo, os chamados “Pênaltis de Queimada Brasileiros”, que deixaram de ser marcados (felizmente) graças a visibilidade do Mundial do Catar.

Detalhe: aos 23m, uma bola “de supetão” bate igualmente no braço de um meio-campista do Grêmio e nada é marcado. Aí acertou.

Aos 29m, outro lance de movimento natural, dessa vez com Vina (GRE), e o árbitro marcou (de novo, errado) falta. O gremista levou amarelo ao fazer com as mãos o sinal de que o juizão precisava de óculos…

Para completar a bagunça, aos 43m (ainda do primeiro tempo), o jogador do Bragantino dá um bicão na bola que bate no braço de Bruno Uvini (GRE). Não tem como o braço desaparecer à “queima-roupa” e sem intenção. Errou de novo e ainda deu amarelo.

No segundo tempo, não tivemos polêmcias, felizmente. Mas a bola bateu nele por duas vezes…

A partida, em si, foi tranquila para se apitar (tanto que com 15 minutos, tínhamos apenas duas faltas marcadas).

Fico me perguntando: o que credenciou Zanovelli a ser FIFA, tão inexperiente ainda? E se ele manter esse ritmo ruim de atuações, continuará no quadro internacional?

Tem que voltar à escolinha… “Tudo é mão, e tudo com cartão”. Prejudicou o Grêmio e o Red Bull Bragantino, pois apitou com uma regra diferente da IFAB nessa partida do Brasileirão.

– O lance polêmico de Goiás x Palmeiras.

O lance polêmico da partida, aos 37m – Weverton dá um chutão para frente, lançando Rony. Halter comete uma falta, quando o atleta estava no ataque, e o árbitro aplica o Cartão Amarelo, entendendo que não foi jogo brusco grave (mas ação temerária), e nem era situação clara de gol (ele corria mais para o lado, não para o gol, além de ter um zagueiro voltando pelo meio).

Porém… 

O VAR o chama para rever o lance, e ele retira o Amarelo de Halter e aplica o Vermelho

Resta saber: reviu a decisão e entendeu como Jogo Brusco Grave ou entendeu como Situação Clara de Gol?

Para mim: a decisão inicial do árbitro, em campo, foi a correta. O VAR o “ludibriou” e ele errou…

 

– Análise da Arbitragem de Colorado Caieiras 2×4 Paulista.

Um jogo que não levou dificuldades ao iniciante árbitro Thiago Filipe Machado Chagas (apenas a sua segunda partida profissional apitada).

Tecnicamente, foi muito bem. Acertou nos lances mais viris (não foram muitos) e deixou o jogo seguir nos trancos legais. Não teve trabalho disciplinar (apenas um Cartão Amarelo ao goleiro reserva) e se colocou razoavelmente (precisa evitar que a bola bata nele, como ocorrido num importante ataque do Colorado).

Uma falha grave: parar o jogo para uniformizar os gandulas! Isso é tarefa do 4º árbitro no vestiário. E se precisar fazer isso durante a partida, não tem que deixar o jogo paralisado.

Outro erro, a ser corrigido pela inexperiência: a demora em agilizar a partida. Não foi um jogo faltoso, mas que existiriam diversas paralisações e que ele deixou o tempo correr. Fica o conselho para melhorar nisso.

Parece ter bom potencial, e por ter apenas 29 anos, pode evoluir. Gostaria de vê-lo num jogo com mais dificuldade.

Anotações da partida: 

Aos 4 minutos, o árbitro (jovem, que tem que ganhar experiência), parou o jogo por 40 segundos para que os gandulas se uniformizassem. Não pode… tem que ver isso antes da bola rolar, e não deve paralisar a partida por conta disso. Ordene ao 4º árbitro e o jogo deve seguir.

Aos 8 minutos, Arthur Moura pediu falta, mas não foi: tranco legal, que corretamente o árbitro deixou seguir.

Aos 12m, Arthur Moura pediu bola na mão do seu marcador, não foi nada. Acertou ao árbitro ao deixar seguir.

Aos 24m, Thomás Lamin avança, dribla e quando Morungaba vai roubar a bola, se joga. Acertou novamente. A arbitragem ao não marcar pênalti.

Aos 27m, a bola bateu no árbitro e teve que se marcar bola ao chão (poderia estar melhor colocado). No reinício, o Colorado perdeu o ataque… um detalhe da Regra (que entendo, precisa mudar).

Aos 30m: O árbitro tem dificuldade em agilizar o jogo, é algo a ser corrigido. Não só nesse momento, mas em vários outros.

Acréscimos do 1º tempo: o árbitro esqueceu de acrescentar o tempo perdido das paralisações inúmeras e do gol comemorado (conforme a regra nova). Os 3 minutos indicados foram pouco.

Até aos 20m do 2º tempo, NADA relevante. Apenas 5 faltas nesse período. Partida tranquila para o juizão.

24m no 2º tempo: novo atendimento médico a atleta lesionado. Sem preocupação em agilizar a partida… esse ee um defeito do árbitro, a ser corrigido.

30m no 2º tempo: trombada de Arthur Moura e Maicon, não foi nada, acertou de novo o árbitro.

31m no 2º tempo: que cáca! Felipe Vioti e Koiote ficaram olhando a bola, perderam ela “de bobeira”, e o Colorado empata com Thomas Lamin.

34m no 2º tempo: Koiote, que falhou, faz o 3º gol do Galo na falha do goleiro de Caieiras.

41m no 2º tempo: continua tendo dificuldade em agilizar o jogo…

– Fluminense 1×1 Vasco da Gama: o sutil Felipe Melo e a obstrução em Gabriel Pec.

Alguns amigos me perguntaram se Felipe Melo deveria ser expulso pela falta em Gabriel Pec, matando um ataque com uma possível cotovelada.

Não foi cotovelada! Reveja nesse bom ângulo que o atleta tricolor faz um paredão com uma “bundada” no oponente cruz-maltino. De fato, o braço está aberto, e talvez pelo histórico de virilidade em jogadas, possa levar o torcedor mais afoito a interpretar errado.

Foi bem Wilton Pereira Sampaio na aplicação do Cartão Amarelo, auxiliado pelo bandeira Bruno Raphael Pires (que tinha ótima visão do lance).

Em: https://www.tiktok.com/@geglobo/video/7230241274220088581

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino.

Para o confronto do Tricolor Gaúcho contra o Massa Bruta, trabalhará a seguinte equipe de arbitragem (repare a diversidade de estados):

Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG (FIFA)
Bandeira 1: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
Bandeira 2: Marciano da Silva Vicente – MG
4º Árbitro: Roger Goulart – RS
Assessora: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: Flávio Barroca – RN
AVAR 2 – Diego Pombo Lopez – BA
Observador de VAR: Márcio Eustáquio Souza Santiago – MG

Paulo tem 33 anos, é natural de Juiz de Fora/MG e entrou na FIFA nesse ano.

Em 2022, apitou SPFC 3×0 RBB, com boa arbitragem (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-35a). Depois esteve em RBB 0x2 SFC (onde não foi bem tecnicamente: https://wp.me/p55Mu0-36Y). Em 2023, Zanovelli foi criticado em partidas do Campeonato Mineiro, e no Brasileirão, cometeu um erro grosseiro em Fluminense x Athletico, corrigido pelo VAR, (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/22/os-penaltis-que-batem-na-perna-desaprendemos-a-apitar-sem-var/).

É um árbitro promissor, mas parece que o escudo da FIFA está pesando nesse começo de temporada.

Acompanhe conosco o jogo do Grêmio vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 07/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo para Colorado Caieiras x Paulista FC:

Para o jogo do Galo em Caieiras, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Thiago tem 6 anos de carreira e 29 de idade. Apitou apenas 1 jogo profissional na carreira: Itararé x Osvaldo Cruz, no ano passado, em meio aos jogos Sub 11 e Sub 13 que atuou. Nesse ano, trabalhou no Sub 20.

Quando iniciantes como ele acessam a Intranet da Federação Paulista e descobrem que estão escalados em um jogo de time importante (como o Paulista), abrem um sorriso enorme e falam para os amigos: “vou apitar uma partida de um clube que já foi Campeão da Copa do Brasil”. E chegam motivadíssimos para a partida.

Porém, para dar suporte ao novato, há dois bandeiras que têm experiência em A1. E isso é bom, pois mostra coerência num trabalho de renovação.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Colorado Caieiras x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Francisco José. Domingo, às 11h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 10h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Racing 1×1 Flamengo: Sacar ou não um jogador pendurado por Cartão Amarelo?

Na Argentina, Sampaoli poderia evitar ou não a perda de Wesley por expulsão?

As expulsões do jogo Wesley deu uma entrada dura (ação temerária) em Rojas aos 12m, e foi corretamente advertido com Amarelo. Aos 24m, Hauche faz igualmente uma falta forte em Ayrton Lucas, recebendo amarelo (e repete outra falta 1 minuto depois, no mesmo jogador, sendo expulso pela reincidência). Assim, jogando com um a menos, o Racing pressionava por uma “compensação”. Porém, o árbitro Jesus Valenzuela corretamente sustentou sua arbitragem, e, por nova falta de Wesley, somente aos 25m do 2º tempo, o expulsou pelo segundo amarelo.

Considere: quando um jovem atleta recebe o Cartão Amarelo muito cedo, até pela falta de experiência, ele acaba se pressionando para não receber o Cartão Vermelho. Naturalmente, dentro dessa pressão, ele pode se condicionar “a tirar o pé”.

Um exemplo prático: Pela 4a divisão paulista, Morungaba (meio-campista do Paulista FC) em dois jogos seguidos cometeu 4 faltas no 1º tempo e recebeu o Amarelo. Em ambos jogos, jogou o segundo tempo com muito cuidado, diminuindo a virilidade das disputas e sendo cuidadoso ao extremo (em alguns momentos, evitando cometer faltas). Em entrevista ao repórter da Difusora Francisco José, o treinador Roberval Davino confessou porque o manteve em campo nas duas ocasiões:

“O elenco é reduzido, eu não tinha outro jogador com aquela característica e orientei bastante ele no intervalo para não receber o Segundo Amarelo. É o que dava para fazer”.

Diferente do Paulista na 4ª divisão, o Flamengo na Libertadores tem elenco para não correr riscos. E Wesley não é insubstituível.

Fora isso, considere: tendo o árbitro expulsado um jogador no 1º tempo do time da casa, seria natural a pressão para que se expulsasse “o quanto antes” um do visitante. E o óbvio acontece: os jogadores vão forçar as jogadas pra cima de quem estiver mais propenso a receber o segundo cartão. 

Foi um risco que Sampaoli correu. Faz parte da estratégia de jogo.

Em tempo: Wesley ainda foi acusado de cometer um pênalti aos 15m do 2º tempo, por mão na bola. Não foi nada, foi movimento NATURAL e não pode ser marcada a infração.

Ayrton Lucas em Racing x Flamengo

Ayrton Lucas em Racing x Flamengo (Foto: Luis ROBAYO / AFP, extraído de: https://ge.globo.com/futebol/libertadores/jogo/04-05-2023/racing-flamengo.ghtml)

 

– No futebol, não basta trabalhar duro. Tem que ser inteligente!

Gostei desse vídeo, que vem do futebol feminino: não basta trabalhar duro, tem que ser inteligente.

Veja nesse link a cobrança de falta bem ensaiada (e disfarçada – repare na jogadora camisa 3): 

Em: https://www.linkedin.com/posts/tatianevita_paratodsverem-carreiras-carreifa-activity-6913440494458937344-OeA0?utm_source=linkedin_share&utm_medium=member_desktop_web

– Oitavas da Copa do Brasil: há um evento que dificilmente se repetirá..

E quantos jogos bacanas teremos nas Oitavas-de-Final da Copa do Brasil! Alguns clássicos importantes ocorrerão, chamando muito a atençã0.

Mas um detalhe que nenhuma edição proporcionou desde 2005, e dificilmente repetirá: um time da Série B vencer o torneio.

E se quisermos preciosismo, um fato ainda mais raro, acontecido apenas em 2005: um time da Série B vencer a competição, enfrentando 100% dos adversários da Série A do Brasileirão (isso aconteceu com a campanha do título do Paulista de Jundiaí).

Eram outros tempos… a premiação naquele tempo (R$ 1 mi) pagou os 3 meses de salários atrasados do Galo da Japi, e o que sobrou foi rateado entre os funcionários. Hoje, são valores estratosféricos (abaixo, os valores extraídos de GE.com):

Imagem extraída de: https://www.ocuriosodofutebol.com.br/2023/05/sorteio-define-confrontos-das-oitavas.html

– O mau momento dos árbitros da FIFA no Brasil.

Wilton Sampaio deixou de marcar pênalti de Du Queiroz em Artur no sábado. Errou… Mas tiveram cartões corretos a Abel Ferreira e a João Martins. Depois, sem coragem de proceder como se deveria, o quarto-árbitro Douglas Marques das Flores não chamou Sampaio para o segundo amarelo pelo protesto do esparadrapo verde do auxiliar.
Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/04/29/penaltis-reclamado-no-palmeiras-2x-corinthians-e-o-abel-em-3-observacoes/

Bráulio Machado irritou a todos em Bragança Paulista, e passou o jogo olhando para os bancos, fiscalizando o comportamento dos treinadores. Em um momento tenso (se não fosse hilário), quase deu cartão a Pedro Caixinha que estava conversando com seu time, e não com ele!
Sobre esse jogo, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/04/30/pedro-caixinha-e-o-exemplo-para-abel-ferreira/

Edina Alves não foi bem no Maracanã. Teve pênalti duvidoso, expulsão sonegada e expulsão ao treinador.
Vide em: https://professorrafaelporcari.com/2023/04/30/analise-da-arbitragem-de-flamengo-2×3-botafogo/

Nesta segunda-feira, quando Seneme ler os relatórios, o que ele avaliará: a “Tolerância Zero deu certo”, mas esqueceu-se da parte técnica… ou “Passaram do ponto da Tolerância, tornando-se Intolerantes radicais”?

– Análise da Arbitragem de Flamengo 2×3 Botafogo.

Quatro situações que observei e gostaria de compartilhar:

1- O lance de Wesley (FLA) em Victor Sá (BOT) que resultou no pênalti ao Fogão, abrindo o placar: repare que Victor Sá já vai caindo, esperando o toque do Wesley. É a clássica cavada, que faz árbitros jovens “entrarem”. A árbitra Edina Alves Batista já tem experiência suficiente para discernir a “simulação em que se busca um toque” e o “toque que de fato desequilibra”. Errou a árbitra.

2- Lance da expulsão de Rafael: perfeito, foram dois amarelos aplicados com correção, acertou a árbitra. Porém, os jogadores do Botafogo tentando impedir a aplicação do segundo amarelo mostrou que ela não estava sendo respeitada pelos jogadores.

3- Expulsão de Luís Castro: é difícil saber o que ele fez ou falou. Pelas imagens, só posso crer que foi algo bem ofensivo. Aguardemos a súmula.

4-  Thiago Maia: ao perder o tempo da bola, ele faz uma “falta sem querer” muito forte em Di Placido. Mas pela força que foi, se caracteriza jogo brusco grave, que significa: “disputar ou tentar disputar uma bola com força excessiva, levando risco à integridade do adversário”. Era para Cartão Vermelho. Edina deu amarelo, foi ao VAR e não o expulsou. Sampaoli, esperto, o substituiu pois saberia que na primeira oportunidade poderia ver Thiago recebendo um segundo amarelo. Errou a árbitra.

A malícia que teve Victor Sá para cavar o pênalti e de Sampaoli em não perder Thiago Maia, faltou à Edina.  Não gostei da sua atuação (e digo isso mais uma vez, pois está tendo oportunidades recentes e não tem agradado, infelizmente).

Flamengo x Botafogo: onde assistir ao vivo, horário e escalações | brasileirão série a | ge

Imagem extraída de GE.com

– Pedro Caixinha e o exemplo para Abel Ferreira!

O árbitro Bráulio da Silva Machado teve uma atuação infeliz no Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro (sem ter influência direta no placar). Foi desastroso nos cartões amarelos (o critério variou de tolerante para rigorosíssimo), além de se mostrar arrogante com os atletas

Nesse ano, lembrando, Bráulio foi muito mal em Sergipe x Botafogo pela Copa do Brasil, onde foi mal tecnicamente e lamentavelmente agredido.

Porém, em Bragança Paulista, um fato curioso: o juizão ficou preocupado demais em olhar os bancos de reserva (talvez com a recomendação de “Tolerância Zero”, se atentou com as Comissões Técnicas e se esqueceu da qualidade da sua arbitragem dentro de campo).

Pedro Caixinha, o treinador português do Massa Bruta, em 4 meses de Brasil teve até agora um comportamento exemplar. Das partidas que pude trabalhar, não houve uma reclamação sequer ou qualquer ato indisciplinar contra os árbitros (antes, durante ou depois dos jogos). Pedro Malta, seu auxiliar espanhol, vez ou outra tem “repentes de João Martins” (o auxiliar de Abel Ferreira no Palmeiras).

Na entrevista coletiva, Sérgio Loredo (nosso comandante da Rádio Futebol Total) perguntou ao Caixinha sobre a opinião dele a respeito da má arbitragem desse sábado, e a resposta foi muito interessante:

“Eu não comento as arbitragens, não faz parte do meu vocabulário falar de árbitro (…). Eu não sabia que já havia um caso entre esse árbitro e o Ramirez, mas eu não acredito que as pessoas tenham uma forma de apitar premeditada. Nunca vou me preocupar com as coisas que eu não posso controlar [como a arbitragem]. Em tempos, posso lhe confidenciar, fui 10 vezes pior que o Abel quando no México, mas percebi que eu passava mais tempo fora do banco, quando a minha equipe precisava, do que focado no jogo. Então, eu aprendi (…) que a gente precisa ser mais tolerante. Por quê eu vou discutir com o árbitro, se eu sei que eu não vou ganhar nada com isso? Vou perder o meu foco, desestabilizar minha equipe? (…) Vou tentar manter um bom comportamento que tem que ser este. Os jogadores devem sentir que o líder está ali, para os dirigir (…) Não tem que ter reclamações, as regras são essas e ponto final. Nunca vi ninguém fazer bem o seu próprio trabalho e o trabalho do árbitro. Não vou me queixar, pois sei que quando ganhamos falamos uma coisa e quando perdemos falamos outra. Eu não quero desculpas, não quero ‘desenfocar’ falando do árbitro.

Excelente. Palmas para o lúcido treinador. 

(Ops: em alguns momentos, o português legítimo nos trai. “Desenfocar” é em espanhol, Pedro Caixinha quis dizer Desfocar, Tirar o Foco).

Pedro Caixinha — Foto: Manuel Guadarrama/Getty Images

Foto: Manuel Guadarrama/Getty Images

– E o Bráulio em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro?

Rapaz, o que o árbitro BRÁULIO foi mal em Bragança Paulista…
Baixou o espírito do “Bráulio de Sergipe” (o mesmo de Sergipe x Botafogo) e fez uma péssima atuação em Red Bull Bragantino 0x3 Cruzeiro (embora o resultado tenha sido justo).

– Pênaltis reclamados no Palmeiras 2×1 Corinthians? E o Abel? Em 3 observações:

1 – Aos 7m, Du Queiroz foi disputar uma bola com Artur. O corintiano empurra o seu adversário palmeirense, e isso é falta. Sendo dentro da área, pênalti. Esqueça quem alegou “tranco” (pois tranco é ombro a ombro) ou  disputa de bola (pois braço empurrando e derrubando sempre será infração, nunca disputa legal). O árbitro Wilton Pereira Sampaio não marcou e, portanto, errou.

2 – Abel Ferreira, sem papas na língua, reclamou efusivamente (como costumeiramente faz, passando do ponto). E tomou seu enésimo amarelo com correção. João Martins, o auxiliar, idem. Porém… João Martins fez um protesto contra a arbitragem e colocou esparadrapo na boca, fazendo caretas para o quarto-árbitro. Era para receber o segundo cartão amarelo e ser expulso.

3 – Lance de mão de Zé Rafael: não dá para o braço desaparecer imediatamente, foi movimento natural. Portanto, não se pode marcar pênalti em uma jogada como essa.

Lamento demais o que faz Abel e seu assistente. Todo jogo reclama acima do permitido, de maneira raivosa, e criando um ambiente nocivo. A política de “tolerância zero” criada por Seneme foi justamente para conter excessos como ele comete (Seneme afirmou que tomou essa decisão após assistir Palmeiras x Flamengo pela Supercopa).

Duvido que ele agiria dessa forma estando na Europa. Aqui, ele abusa por estar com moral.

Imagem: Print de tela

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Ska Brasil.

Pablo Rodrigo Soares de Oliveira não teve trabalho com lances polêmicos, mas também não agradou (como poderia) na sua atuação.

No primeiro tempo, sem jogadas críticas. Mas deixou o jogo parado por muito tempo, sendo enrolado para fazer a partida fluir. Foi conivente com a cera e conversou demais com os atletas. Aplicou corretamente o Cartão Amarelo para Morungaba (PFC) por agarrar o adversário e para Guilherme (SKA) por não respeitar a distância na barreira, numa cobrança de falta. Faltou autoridade!

No segundo tempo, logo no começo da partida deu um correto Cartão Amarelo ao goleiro Lucas (SKA) por cera, e melhorou tecnicamente. Aos 7m, faltou cartão amarelo ao zagueiro do Ska na falta contra Arian (PFC). Porém, aos 40m, foi rigoroso demais com Mateus (SKA), o amarelando. Nenhum lance mais difícil.

Placar: 1×1

Cartões Amarelos 2×3

Renda: R$ 5.870,00 para 396 pagantes.

 

Estádio do Canindé, onde o Paulista FC precisou mandar o seu jogo, por conta da troca do gramado do Estádio Jayme Cintra (foto: Rafael Mainini, narrador do Time Forte do Esporte).

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Cruzeiro.

E para o confronto entre o Massa Bruta e a Raposa, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem.

Árbitro: Bráulio da Silva Machado – SC
Bandeira 1: Eder Alexandre – SC
Bandeira 2: Alex dos Santos – SC
4º Árbitro: Ilbert Estevam da Silva – SP
Assessor de Arbitragem: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: André da Silva Bitecourt – PR
AVAR 2: André Luís de Freitas Castro – GO
Observador de VAR: Anderson Carlos Gonçalves – PR

Bráulio é natural de Tubarão/SC, com 43 anos de idade e desde 2012 no quadro da CBF. Quando ingressou à FIFA, aumentou seu rigor em campo (uma das queixas era a falta de cartões aplicados). Alterna boas e más partidas tecnicamente falando, mas no final do ano, pela Copa do Brasil (Corinthians x Flamengo) teve seu melhor momento.

Infelizmente, no começo do ano, foi mal em Sergipe pela Copa do Brasil (Sergipe x Botafogo), onde foi agredido. Vide os lances aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/03/sobre-as-queixas-contra-a-arbitragem-de-sergipe-1×1-botafogo/

No único jogo do Bragantino pelo Brasileirão 2022, apitou RBB 1×1 CAM.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino vs Cruzeiro pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 29/04, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista de Jundiaí x Ska Brasil.

Para o confronto entre o Galo da Japi contra a Águia de Santana de Parnaíba, arbitrará a seguinte equipe:

Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira
Árbitro Assistente 1: Leonardo Tadeu Pedro
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Willians Costa Rocha
Analista de Vídeo: Roberval José de Oliveira

Pablo tem 30 anos, é Professor de Educação Física e tem 6 anos de carreira. Em 2019, ele apitava somente amadores. Em 2021, já teve sua chance de apitar a A1, quando Ana Paula de Oliveira tentou fazer uma renovação “na marra” no quadro de árbitros. Nesse ano, Pablo apitou A3 e A2, pois o grupo da A1 foi mais restrito.

Nunca trabalhou em jogos apitando o Paulista. No ano passado, se envolveu em uma polêmica e foi suspenso após Marília x Noroeste (vide aqui: https://ge.globo.com/sp/tem-esporte/futebol/copa-paulista/noticia/2022/08/17/fpf-reconhece-erros-de-arbitragem-contra-o-marilia-em-classico-com-o-noroeste-e-recomenda-que-arbitro-reveja-a-partida.ghtml).

O bandeira Leonardo já atuou na A1. A bandeira Juliana na A3. Conheceremos seu trabalho nessa jornada.

Por ser no Canindé, é obvio que o trio será observado por membros da Comissão de Arbitragem, é uma praxe da entidade ir ao simpático estádio da Portuguesa,  a fim de analisar árbitros promissores.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Sky Brasil pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Francisco José. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Discernindo os lances de Gerson e Jean Dias no Internacional 2×1 Flamengo.

Em vídeo, explicando as polêmicas no jogo do Sul, ocorrido no domingo:

No link, aqui: https://youtu.be/Zc0Y64jT2CM

 

– O erro crasso da arbitragem na rodada: Internacional 2×1 Flamengo.

Quando o árbitro erra a 1 minuto de jogo, você tem pelo menos 89 minutos para correr atrás do prejuízo. Mas quando você erra aos 52 minutos do 2º tempo, fica difícil. Especialmente se o jogo estiver empatado, e esse erro resultar num gol ao adversário.

Vamos lá: o gol de Maurício (que determinou a vitória ao Colorado) aconteceu de maneira ilegal. Explico:

A bola é lançada a Jean Dias (38, INT). Ele passa pelo goleiro Santos (1, FLA) e, ao sentir a proximidade de Everton (11, FLA), se joga descaradamente para cavar o pênalti. Ali, o árbitro Ramon Abel Abatti deveria parar o jogo, aplicar Cartão Amarelo ao jogador (por simulação, que é uma punição prevista na regra), e marcar tiro livre indireto ao Flamengo.

Ao não marcar a simulação, eis que a bola sobrou para Maurício (27, INT), que fez o gol da vitória no 7º minuto dos acréscimos do 2º tempo.

E como diferenciar a simulação da queda natural de jogo, para a punição?

  • Se o jogador cair por um tranco legal, ele pode até reclamar que não deve receber cartão amarelo (pois ele não simulou, e pode ter entendido, no calor da partida, que houve força excessiva). O jogo segue sem marcação de nada, e a única condição de aplicar o Amarelo é se ele insistir e exceder nas reclamações.
  • Se o jogador cair por uma consequência qualquer do ataque (ou seja, de maneira não-deliberada), segue o jogo normalmente. Não é simulação, é casualidade da partida, algo normal do esporte.
  • Se o jogador cair porque se jogou (é um ato deliberado), como fez Jean Dias, o jogo deve ser paralisado, aplicado Cartão Amarelo (é um unfair play) e o jogo reiniciado com tiro livre indireto ao defensor. Aqui, independe de reclamar pênalti ou não, pois o ato descarado de se jogar é uma forma de jogar a torcida contra o árbitro, de ludibriá-lo, e vai contra o Espírito da Regra (de ser um esporte com disputa leal).

Errou o jovem e recém-promovido árbitro da FIFA.

– Cadê o juizão?

Quando o cara tem uma oportunidade, ele tem que agarrar. Raphael Klein, 33 anos, árbitro de Vasco x Palmeiras (eleito o melhor do Gauchão e que quer entrar para o quadro da FIFA em 2026), é um desses que está bobeando.

No seu primeiro jogo no Maracanã (Vasco x Palmeiras), as equipes voltaram do intervalo, se posicionaram, e… cadê ele?

Algo muito grave deve ter acontecido, pois não é normal tal fato.

– Análise da Arbitragem de Cuiabá 1×1 Red Bull Bragantino.

Caio Max Vieira – RN é um árbitro “enrolado”. Em um jogo que não era difícil, deixou insatisfeitas ambas equipes na Arena Pantanal.

Deixou de expulsar Mosquera (RBB) ainda no 1º tempo (vide anotações abaixo) e marcou um pênalti de “coxa” ao Cuiabá (corrigido pelo VAR).

O jogo foi bom, mas a arbitragem, abaixo do esperado. Segue:

Aos 20m, o Red Bull Bragantino só tinha cometido uma falta (com Mosquera, que recebeu Cartão Amarelo). Eis que novamente Mosquera comete falta, erguendo o pé e atingido a coxa do adversário.
Se não atingisse, era tiro livre indireto (pé alto, como entendeu o árbitro, sem aplicação de cartão amarelo). Como atingiu, era tiro livre direto com cartão amarelo. Portanto, de maneira infantil, Mosquera deveria ser expulso pela reincidência. Errou o árbitro Caio Max.

Aos 43m, Cepellini (CUI) destoou do clima do jogo e deu uma entrada mais forte em Lucas Evangelista.

Aos 46m, Denilson (CUI) soltou o braço no seu marcador. Amarelo bem aplicado.

Aos 48m, no campo de defesa do Cuiabá, desnecessariamente Juninho Capixaba (RBB) impede a cobrança do seu adversário. Tinha outro jogador na cobertura, não precisava fazer isso.

Aos 3m do 2º tempo: A bola é chutada para o gol, bate na coxa de Lucas Evangelista e o árbitro marca… pênalti! Bola na cal, o VAR chama para a conferência e é anulado. Idêntico ao lance de Fluminense e Atheltico (pênalti ao CAP, bola que bate na coxa de Vitor Mendes), envolvendo o árbitro Zanovelli.

Aos 13m do 2º tempo: Marlon (CUI) acerta Sasha (RBB)

Aos 44m do 2º tempo, Cartão Amarelo para Borba (RBB), por reclamação. Foi de “graça”.

Trabalhou bastante o bandeira 2 Rafael Trombeta, acertando na anulação do gol por impedimento e em outros lances.

Cuiabá x Red Bull Bragantino –
Em gols: 1×1
Em Cartões Amarelos: 3×3
Em Cartões Vermelhos: 0x0
Em faltas: 17×19

Cuiabá x Bragantino: veja onde assistir e prováveis escalações da partida  do Brasileirão

Imagem extraída de Sportbuzz

– Análise da Arbitragem de Rio Branco 1×1 Paulista.

José Guilherme Almeida e Souza fez uma arbitragem muito boa (e se posicionou bem demais dentro de campo). Não entendi porque não atuou em divisões maiores nesse ano, baseado no que vi hoje. Vamos a algumas anotações:

O juizão começou correndo bastante, acompanhando as jogadas de perto e demonstrando muita atenção.

Aos 15m, Paulinho (PFC) sofreu uma falta e ele corretamente aplicou a vantagem, tendo boa leitura de jogo. Mas aos 19m, João Cubas (RBC) fez uma nova falta em Paulinho (PFC) e ele não marcou.

Aos 21m, Arthur Moura (PFC) fez uma falta por ação temerária e recebeu corretamente Cartão Amarelo.

Confusão aos 24m: Vitinho (RBC) comete falta em Gustavo (PFC). Estando a bola no chão e presa pelo corpo do jogador, Léo Alves (RBC) chuta ela desnecessariamente. Cartão Amarelo bem aplicado.

Aos 39m, Cartão Amarelo para Morungaba (PFC): o jogador já tinha cometido duas faltas, fez a 3ª (e o árbitro deu a vantagem) e na sequência a 4ª (onde o árbitro marcou e advertiu corretamente). Fiquei preocupado, pois ficou pendurado e estava mais viril do que os demais.

Aos 46m, Koiote (PFC) comete uma entrada muito forte em Vitinho (RBC) e recebe corretamente o Amarelo.

Nesse momento, o Paulista já tinha cometido 9 faltas e recebido 3 Amarelos. Cuidado…

Aos 53m: Léo Alves (RBC) deu uma entrada muito forte em Airan (PFC) e uma cotovelada certeira na sequência no oponente. Lance claríssimo para Cartão Vermelho Direto por expulsão. O árbitro optou por dar o segundo amarelo e consequentemente o Vermelho. Errou, era expulso direto (para a punição ser exemplar).

Aos 65m: Arthur Pierino (PFC) segura infantilmente Goldson (RBC) num lance de bola cruzada na área. Um agarrão bobo, desnecessário, evitável. Pênalti bem marcado, com o árbitro muitíssimo bem posicionado,

Aos 72m: pênalti em Saraiva (PFC) – novamente bem marcado pelo árbitro que estava novamente bem posicionado.

Aos 74m: bola cruzada na área que bate despretensiosamente no braço do defensor do Paulista, em movimento natural. Apesar da pressão, o árbitro corretamente não marcou.

Aos 76m: Cartão Amarelo bem aplicado a Saraiva.

Rio Branco x Paulista –
Em Gols: 1×1
Em Cartões Amarelos: 1×4
Em Cartões Vermelhos: 1×0
Em Faltas: 15×16

Renda Bruta: R$ 11.045,00, 826 pessoas presentes.

– Rodada Dupla!

Logo mais trabalharemos comentando arbitragem em:

– 4a divisão paulista, Rio Branco x Paulista: (https://professorrafaelporcari.com/2023/04/20/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-rio-branco-de-americana-x-paulista-de-jundiai/)

– 1a divisão nacional, Cuiabá x Red Bull Bragantino:(https://professorrafaelporcari.com/2023/04/20/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-cuiaba-x-red-bull-bragantino/)

Prestigiem!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Cuiabá x Red Bull Bragantino.

Para o confronto do Dourado contra o Massa Bruta, trabalhará a seguinte equipe de arbitragem (repare a diversidade de estados):

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira – RN
Bandeira 1: Ivan Carlos Bohn – PR
Bandeira 2: Rafael Trombeta – PR
4º Árbitro: Leonardo Willers Lorenzatto – MT
Assessora: Simone Xavier – RJ
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR 2 – Antonio Dib Moraes – PI
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG

Caio Max é um dos árbitros mais irregulares e imprevisíveis do quadro brasileiro. Pode ter uma noite boa e apitar bem, como pode fazer grandes “cácas”.

Ele tem 40 anos, há 12 temporadas na CBF e é Professor de Educação Física (natural de Parnamirim / RN). Nos últimos jogos do Bragantino, curiosamente, apitou: CAP 4×2 RBB e RBB 4×2 CAP (ambas partidas em 2022).

Duas partidas bem polêmicas de Caio Max: Internacional x Botafogo (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/12/13/de-novo-caio-max-sobre-internacional-2×1-botafogo/) e Corinthians x Grêmio (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/11/23/os-3-erros-da-arbitragem-reclamados-em-corinthians-0x0-gremio-com-ou-sem-razao/).

Acompanhe conosco o jogo do Cuiabá vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 22/04, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Rio Branco de Americana x Paulista de Jundiaí.

Para a abertura da 4ª divisão de SP, no confronto entre o Tigre vs Galo da Japi, apitará:

Árbitro: José Guilherme Almeida e Souza
Árbitro Assistente 1: Raphael Albuquerque Lima
Árbitro Assistente 2: Raphael Martinasso Lima
Quarto Árbitro: Caique Tiago de Oliveira Miquilini
Analista de Vídeo: Cláudio Roberto da Costa

Já falamos sobre o que esperar da arbitragem do Paulistão Sub 23 (clique aqui: https://wp.me/p55Mu0-3eD). Especificamente sobre o jogo no Estádio Décio Vita, vamos lá:

José Guilherme tem 37 anos, 12 anos de carreira, e trabalha como contador. É natural de Bofete/SP. Na semana passada, apitou pelo Sub 15 a partida Guarani 2×1 Salto. No ano, atuou apenas como 4º árbitro em jogos da A3 e da A2. Será o seu segundo jogo em 2023.

Curiosidade: o árbitro vem apitando a série A2 desde 2018 (no ano passado, esteve em 5 partidas). Mas parece ter perdido o “timing” de ser promovido (pela lógica das escalas e pela disposição da FPF, dificilmente chegará à A1). E o retrospecto de 2023 diz isso. 

Em jogos do Galo, trabalhou em 2019 no Assisense 0x2 Paulista e em 2018 no Paulista 0x1 Itapirense (onde foi muito mal, vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/07/29/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x1-itapirense/).

Os bandeiras: Raphael A Lima trabalhou em A1 e A2 nesse ano; Raphael M Lima trabalhou em A3. Sem problemas com eles.

Lembrando: os árbitros dessa divisão estiveram em pré-temporada recentemente, na “Fazenda do Ypê”, do Atlético Sorocaba, com treino intensivo.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Rio Branco x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Operação Penalidade Máxima II.

Que tristeza! Novas acusações de manipulações de resultados de partidas de futebol, agora envolvendo jogadores de clubes expressivos em seus estados, além da participação em partidas da série A do Brasileirão.

De acordo com o G1, pouco se sabe ainda. Vide aqui: https://g1.globo.com/google/amp/go/goias/noticia/2023/04/18/veja-quem-sao-os-alvos-de-operacao-que-investiga-manipulacao-de-resultados-de-jogos-do-brasileirao.ghtml

Os atletas são:

Que tudo seja esclarecido!

A “pulga atrás da orelha” é: em todos os escândalos, só há atletas. Nenhum cartola, treinador ou árbitro envolvido. Estariam de fato todos blindados?

Em tempo: Kevin Lomônaco já foi afastado do Red Bull Bragantino (a PF visitou sua residência em Bragança Paulista hoje). O atleta estaria como reserva na partida entre o Massa Bruta contra o Oriente Petrolero pela Copa Sulamericana.

– Os goleiros estão sendo injustiçados pela nova Regra.

Por conta de “Dibu” Martínez, todos os goleiros do mundo sofrem com a mudança da Regra do Jogo. Entenda:

Na decisão da Copa do Mundo, ele infernizou a vida dos franceses, catimbando as cobranças. E o gesto ridículo que fez quando foi premiado (com conotação depreciativo-sexual), fez com que a FFF (Federação Francesa de Futebol) pedisse desde a suspensão dele até a cassação do prêmio.

Para “afagar os reclamantes”, proibiu-se na Regra que os goleiros possam se mexer e provocar o adversário batedor. Entretanto, a mesma regra permite que os batedores possam fazer “fintas” na hora da cobrança (as paradinhas estão permitidas, só não pode “paradonas”).

Aliás, o goleiro do Coritiba Gabriel Vasconcelos até disse: “não posso me mexer nem tirar a atenção de quem vai chutar. Daqui a pouco vão me engessar”.

Eu acho uma regra “burra”. E você?

Deixe o seu comentário:

Emiliano Martinez, goleiro da Argentina

Imagem de Frank Fife / AFP

– O que esperar da arbitragem no Paulistão Sub 23?

As divisões maiores são sempre um espelho para os árbitros que atuam nas categorias amadoras e no Profissional Sub 23.

Assim, considere: tivemos recentemente Copa do Mundo e agora a Rodada que está sendo chamada nos bastidores do apito de “Tolerância Zero” do Brasileirão. De tal forma, os que atuarem na 4ª divisão se sentem à vontade para tentar fazer a mesma coisa que aqueles que estão na mídia fazem.

Portanto, veremos nas escalas:

Árbitros veteranos, em final de carreira, que estão chateados de apitar uma divisão menor e que não têm mais paciência com garotos. Dessa forma, as reclamações serão punidas com severidade e cartões (nesse caso, muitas vezes um rigorosíssimo vermelho ao invés de um amarelo).

Árbitros jovenstão afoitos quanto aos jogadores, querendo “mostrar serviço”. Correm demais, têm muita vontade de deixar o jogo rolar e acabam não marcando faltas reais, e por serem inexperientes, acabam se escondendo atrás dos cartões amarelos.

Árbitros “a serem trabalhados”: que têm bom potencial, tendo nesta divisão a oportunidade de se aperfeiçoarem para galgar divisões mais altas. Esses, por sua vez, não aceitam “perder o controle do jogo” para as reclamações e pontualmente advertem.

Vimos nas últimas edições esses 3 tipos de árbitros dentro e fora do Jayme Cintra, mas com a diferença de que neste ano não aceitarão reclamações e darão mais tempo de bola rolando. Portanto, cuidado!

Por serem jovens, os jogadores acabam se desentendo mais com os árbitros e recebendo mais cartões, especialmente pelas muitas faltas de ataque. Confundem garra / gana com virilidade / excesso de força na disputa. Confundem também raça com pancada e é típico da juventude. Se tivéssemos jogadores experientes no torneio, eles cadenciariam mais o jogo, acalmariam os ânimos e dosariam mais o esforço, posicionando-se melhor. Os jovens, usando de mais correria, são motivados pelos gritos da torcida e isso explica os carrinhos laterais em bolas perdidas (que não serão alcançadas) – mas que o atleta insistirá para ouvir a ovação a ele (o chamado esforço físico desnecessário). Por outro lado, na primeira vaia ou nervosismo, perde a cabeça e dá um pontapé em alguém, xingando o árbitro ou adversário e sendo punido de maneira “juvenil”.

Reforço: o mesmo embalo que motiva (o chamado “dopping emocional”), remete ao descontrole proporcional na dificuldade. E aí o árbitro não tem como deixar de punir.

São observações e dicas para evitar cartões e expulsões, pois sabemos que os elencos são enxutos e temos um histórico de atletas abalados e que se perdem nas partidas.

Por fim, lembremo-nos: haverá árbitros bons e ruins para todos, mas os erros deles passam despercebidos se o time for bom. O que não existe é: “time perseguido”, um mantra perigoso que está sendo cantado na Série A do Brasileirão (vide a história de Abel Ferreira aqui: https://wp.me/p55Mu0-3eo ou sobre “cisma de juiz”, em: https://wp.me/p55Mu0-3eb).

Em tempo: os árbitros do Sub 23 realizaram pré-temporada na Fazenda do Ypê, o monumental Centro de Treinamento do Atlético Sorocaba (apesar do time estar desativado, a estrutura está a todo vapor para clubes de futebol).

E sobre as regras que entraram em vigor (algumas não serão observadas por não ter VAR nessa divisão), aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/11/as-6-novidades-da-arbitragem-para-o-campeonato-brasileiro-2023/).

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Antecipando os lances:

Minha participação na Jovem Pan no último sábado: repare que nesse vídeo de apenas 1’30”, tem a antecipação do cartão amarelo ao Roger Guedes e o cartão vermelho ao Abel!

Assista em: https://youtu.be/fIPfIDpZrs8

– E se o Cássio realmente tivesse assistido a uma TV?

Assista o vídeo abaixo e role a tela na sequência:

Imaginando que o vídeo seja verdadeiro (eu o recebi como “Cássio vai ver no monitor do jornalista o lance de Roger Guedes, enquanto Daronco vai ao VAR”), o que fazer?

Repito: não sei se é referido ao jogo Corinthians 2×1 Cruzeiro, nem estou afirmando que aconteceu como enunciado quando recebi, mas… supondo que foi isso mesmo o que aconteceu, para fins educativos, quais atitudes do árbitro?

O que a Regra 4 diz?

Dessa forma (de novo, SE for isso algo verídico), Cássio deveria ter sido advertido com cartão amarelo e o jornalista relatado como agente externo que interferiu no jogo (imagino que a Aceesp tomaria providências).

A pergunta é: isso realmente aconteceu? E se sim, no momento citado do jogo?

Sobre comunicação entre atletas ou comissões técnicas, compartilho: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/04/06/os-bilhetinhos-de-rogerio-ceni-pode-ou-nao/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Oriente Petrolero (BOL).

Para a arbitragem da 2ª rodada da Copa Sulamericana, teremos como árbitro para o confronto entre o Massa Bruta / Toro Loko vs “El Papagaio Orientito”, Francisco Gilabert como árbitro, tendo como VAR Ângelo Hermasilla (ambos do Chile).

Francisco Giuliano Morales Gilabert completará 41 anos no dia 30 de abril. Está apenas no seu segundo ano como árbitro da FIFA, e será sua estreia num jogo internacional como árbitro principal (assim como ocorreu com o jovem Mathias de Armas, uruguaio, no jogo do Tacuary – e que foi muito bem).

No Chile, tem histórico de poucos cartões amarelos e de alguns cartões vermelhos contestados. A torcida do Colo-Colo não quer vê-lo nem “pintado de ouro” pela frente, pois considera que o juizão sempre erra contra eles. Aliás, está com a idade avançada para a entrada ao quadro internacional.

(Sobre isso, vide aqui: https://dalealbo.cl/colocolo/Las-dos-grandes-polemicas-de-Francisco-Gilabert-con-Colo-Colo-20230301-0021.html).

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Oriente Petrolero pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça-feira, 18/04, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

Francisco Gilabert en el encuentro entre Colo Colo y Cobresal en el Monumental

Foto extraída de Agência Uno.

– O que deu certo e o que deu errado aos árbitros na Rodada 1 do Brasileirão?

O que deu certo com os árbitros neste começo de Brasileirão: 

  • Cartões coibindo reclamações: Abel Ferreira, Maurício Barbieri, Soteldo, Roger Guedes, por exemplo.

O que deu errado

  • Qualidade técnica de alguns árbitros, como Zanovelli (sentindo o jogo e precisando do VAR) ou Daronco (já falamos da sua atuação anteriormente).

A questão é: manter-se-á o que deu certo e melhorará o que deu errado?

Na última rodada saberemos…

Em tempo: A CBF deu palestra sobre as Regras e Orientações a 19 times da Série A. Roger Guedes alegou que “não falaram para ele sobre a arbitragem ser tão rigorosa” (provavelmente, não prestou atenção). O único clube dos 20 da 1ª divisão que não teve uma palestra presencial ou virtual foi o Palmeiras, que alegou dificuldade em datas (mas recebeu o material impresso).

Imagem extraída de: https://portalmorada.com.br/brasileirao-2023-tem-inicio-neste-sabado/