– Afinal, os árbitros brasileiros têm chance de apitar a final da Copa do Mundo?

Já se começa a especular quem poderá apitar a final da Copa do Mundo. E, óbvio, com a Seleção Brasileira eliminada, os árbitros do nosso país continuam lá.

1- Para um brasileiro estar na final, a Argentina tem que ser eliminada. Afinal, a FIFA adotou o critério de continente neutro. E a AFA e a CBF pertencem à Conmebol…

2- Somente uma vez na história, quem abriu a Copa, também fechou. Wilton fez a abertura, e há vários árbitros lá nos EUA. Por que repeti-lo?

3- Se a FIFA fez tudo o que Donald Trump pediu até agora e não contestou nada (da proibição do árbitro somali à retirada do cartão vermelho aplicado por Claus), sendo que após a polêmica com nosso árbitro a Casa Branca reiterou que tinha suspeitas antigas sobre o árbitro brasileiro (me dói ver o Raphael Claus ser acusado e ainda depois do jogo, novamente citado como suspeito), por qual motivo a entidade escalaria Raphael Claus? Ela já se mostrou subserviente. Se Pierluigi Colina o escalar (para prestigiar e demonstrar que é honesto), certamente Infantino vetará. Ou Colina cairá.

4- Desde antes do Mundial, aposto em Alizera Faghani. E explico aqui: https://professorrafaelporcari.com/2026/05/31/ja-temos-arbitro-para-a-final-da-copa-do-mundo-2026/

Não estou questionando a competência dos brasileiros, mas sim a politicagem (explícita com Trump e Infantino). Oxalá em 2034, não se dobrem ao príncipe MBS, ainda mais poderoso financeiro.

Signature: pI5nRZquVB9+2QeDDUGfKxBfpdR4mVapkQOLAYvdVWJ/K5Ieafxr4kI06FKKuicpcdRJYxK+n1itbpZiV6IFkRsHD0uA4h3htzIBlhtrk9tLtnrPi3mjnQO6ofKFlC4Ql6/9CZqWsV1CpDegW238tOwJiLjDFM7aLmsLZrqbaNO6d+mNeeL9VpXrfK0oB/AgIfOOFgS2zIOsQq/6AxgpcGfYoWzJksEFTtaNpZAgVI8p3CgocDZ/Ai086HioqhfE

 

– Dois pesos e duas medidas? O gol anulado do Egito diante da Argentina e o gol validado para a Argentina diante da Áustria.

Eu não anularia o tão polêmico gol egípcio. Avalie:

  • Era uma situação iminente de gol?
  • Quantos jogadores antes da bola chegar ao gol poderiam interceptá-los?
  • Havia possibilidade de disputa?
  • Foi na imediatez?
  • Mais do que isso: Por culpa dessa falta não marcada é que saiu o gol, ou poderia ter acontecido qualquer outra coisa antes de se marcar o tento, como outra falta, uma roubada de bola ou outro lance?

Veja quanta gente havia antes para a interceptação, e pense: o VAR pode avaliar desde a origem da jogada, desde que partisse livre e fizesse o gol. Foi isso que aconteceu?

Me incomoda muito: um argentino apitando o jogo da França, e um francês apitando o jogo da Argentina, nessa rodada? Com tanta cautela que a FIFA está tendo nas escalas colocando continentes neutros, a fim de que não se pense em favorecimento…

Analise ainda isso aqui: em Argentina vs Áustria, Messi faz um gol onde houve uma falta na origem da jogada, e por estar distante do gol e com várias possibilidades, o VAR não interferiu. Dois pesos e duas medidas?

O link desse lance está em: https://x.com/oprahsideclark/status/2074557002408428006/video/1

 

– Como fica a situação de Claus, e o que fazer a respeito de Trump e o futuro da arbitragem?

No mundo ideal…

– Pochetino não escalaria Balogun;

– O atleta pediria para não jogar;

– A Bélgica não entraria em campo; e

– Em respeito ao Claus, a CBF traria seus árbitros para casa.

Reflita seriamente:

– Como estará a cabeça do árbitro da Jordânia, com medo de errar contra a Seleção de Trump?

– Como será a Copa de 2034, terra do príncipe ditador MBS, se alguém marcar pênalti contra a Arábia Saudita?

– Como agirá a FIFA se qualquer outra Seleção contestar um cartão vermelho recebido?

– Por fim, e se os EUA avançarem para uma final?

Uma abordagem, aqui: https://youtu.be/5kaXjX2wzOs?is=ai6oX21qyWxez8Cm

 

– A retirada do Cartão Vermelho de Balogun é uma vergonha.

O texto abaixo diz tudo. Expulso por Raphael Claus, “desexpulso” por Trump. 

ATUALIZANDO, EM: https://wp.me/p4RTuC-1gWz

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Noruega (Copa do Mundo, Oitavas de Final).

Para o confronto entre a Seleção Brasileira contra a Norueguesa (portanto, confronto CONMEBOL x UEFA), a FIFA escalou (dentro do seu critério de neutralidade) um árbitro da CONCACAF: Ismail Elfath.

Elfath reside em Austin (Texas) e é imigrante marroquino, tendo se naturalizado norte-americano há algum tempo. Tentou ser jogador de basquete (mesmo não sendo alto) e depois jogador de “soccer”, mas virou árbitro… Chegou ao país com 18 anos (hoje tem 44) e está no quadro da FIFA há 10 anos. Está na Copa do Mundo com a credencial de melhor árbitro da MLS.

Um detalhe interessante: Ismail Elfath é ativista de direitos islâmicos nos Estados Unidos, sendo um importante líder numa associação local, especialmente acolhendo jovens vítimas de islamofobia na América.

Dentro de campo, não se envolve em polêmicas. Corre bastante e é bem criterioso na distribuição de cartões. Já está na sua segunda Copa, e apitou (muito bem) a derrota do Brasil para Camarões em 2022 (a Seleção jogou com o time reserva).

– A retirada do Cartão Vermelho de Balogun é uma vergonha.

O texto abaixo diz tudo. Expulso por Raphael Claus, “desexpulso” por Trump. 

ATUALIZANDO EM: https://wp.me/p4RTuC-1gWz

 

– Que jogo feio! Sobre Paraguai 0x1 França.

Eu até estava torcendo para o Paraguai, mas desisti.

Muito antijogo, mereceu ser eliminado. E ressalto: arbitragem conivente, o juizão deverá voltar pra casa depois desse péssimo trabalho…

– O Impedimento por IA está tirando nota 10 até agora!

Não tivemos polêmicas de arbitragem na Copa do Mundo 2026 até agora. Um ou outro lance a discutir, mas nada grave. Aliás uma novidade de 2022, aperfeiçoada nessa edição, é o uso da tecnologia por IA no impedimento semiautomático.

A grande contribuição do Mundial até então: o impedimento por Inteligência Artificial, com alerta aos bandeiras. Nada de “na dúvida, deixe o jogo seguir” (como acontece aqui, onde os narradores narram e esperam o VAR confirmar o gol, ou não narram e aguardam pra gritar gol).

O uso do árbitro de vídeo em impedimentos é angustiante para jogadores e torcedores. E a pergunta é: quando veremos esse bom sistema, automático, de tecnologia nos campos brasileiros? Se nem o semi-automático “primeira versão” (lá da Copa de 2022) ainda temos, quiçá esse tão moderno?

Nos resta aguardar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Noruega (Copa do Mundo, Oitavas de Final).

Para o confronto entre a Seleção Brasileira contra a Norueguesa (portanto, confronto CONMEBOL x UEFA), a FIFA escalou (dentro do seu critério de neutralidade) um árbitro da CONCACAF: Ismail Elfath.

Elfath reside em Austin (Texas) e é imigrante marroquino, tendo se naturalizado norte-americano há algum tempo. Tentou ser jogador de basquete (mesmo não sendo alto) e depois jogador de “soccer”, mas virou árbitro… Chegou ao país com 18 anos (hoje tem 44) e está no quadro da FIFA há 10 anos. Está na Copa do Mundo com a credencial de melhor árbitro da MLS.

Um detalhe interessante: Ismail Elfath é ativista de direitos islâmicos nos Estados Unidos, sendo um importante líder numa associação local, especialmente acolhendo jovens vítimas de islamofobia na América.

Dentro de campo, não se envolve em polêmicas. Corre bastante e é bem criterioso na distribuição de cartões. Já está na sua segunda Copa, e apitou (muito bem) a derrota do Brasil para Camarões em 2022 (a Seleção jogou com o time reserva).

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– Os camisas 10 da Seleção nas Copas do Mundo (desde 1950):

Olhe e compare: a Sagrada Camisa 10 da Seleção Brasileira já foi ostentava pelos seguintes atletas (abaixo):

– O Impedimento por IA está tirando nota 10 até agora!

Não tivemos polêmicas de arbitragem na Copa do Mundo 2026 até agora. Um ou outro lance a discutir, mas nada grave. Aliás uma novidade de 2022, aperfeiçoada nessa edição, é o uso da tecnologia por IA no impedimento semiautomático.

A grande contribuição do Mundial até então: o impedimento por Inteligência Artificial, com alerta aos bandeiras. Nada de “na dúvida, deixe o jogo seguir” (como acontece aqui, onde os narradores narram e esperam o VAR confirmar o gol, ou não narram e aguardam pra gritar gol).

O uso do árbitro de vídeo em impedimentos é angustiante para jogadores e torcedores. E a pergunta é: quando veremos esse bom sistema, automático, de tecnologia nos campos brasileiros? Se nem o semi-automático “primeira versão” (lá da Copa de 2022) ainda temos, quiçá esse tão moderno?

Nos resta aguardar.

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– Sobre o gol anulado da Alemanha, aqui:

Falamos sobre a polêmica de Alemanha x Paraguai, em: https://youtube.com/shorts/TvZzzzIr78k?is=Ek5x94Xj9HeALzUk

– O Impedimento semi-automático será problemático no Brasil.

Em uma mesma semana de Copa do Mundo, dois lances emblemáticos: Colômbia x Portugal e Egito x Irã viram lances anulados pelo VAR via impedimento por tecnologia por... “uma lasca de unha” (vide as imagens abaixo).

Repare o seguinte: os “bandeirinhas” ultimamente são meros marcadores de arremesso lateral. Até os escanteios e tiros de meta mal marcados podem ser corrigidos (se for com rapidez). Portanto, praticamente todo lance decisivo é marcado pela tecnologia.

Aqui, duas tecnologias: no Brasileirão, pelas linhas (confusas) traçadas pelo pessoal da cabine, e na Copa do Mundo pelo aparato tecnológico de sensores.

Alguém poderia perguntar: e se, na imagem demonstrada, ocorrer uma inconsistência? Um erro do ponto de marcação ou ainda um erro de onde a bola foi lançada? Nesses casos, a cabine pode intervir e o VAR traça manualmente as linhas.

Mas a grande questão é: estamos preparados para lances assim num São Paulo x Corinthians? Num Palmeiras x Flamengo? Aqui, a marcação é matemática, não vai existir a discussão da analogia da mulher “meio grávida”: ou está ou não está.

Sabe qual será o problema? O inconformismo pelo milimétrico posicionamento. Aí surgirão novas ideias, como o impedimento de corpo total.

Enfim: o tão prometido impedimento semi automático no Brasileirão não aconteceu, e quando acontecer, suscitará ainda mais discussões.

Aguardemos!

– Análise da Arbitragem de Brasil 2×1 Japão.

Maurizio Mariani, o árbitro italiano que apitou em Houston o jogo da Seleção Brasileira contra a Seleção Japonesa, não precisou se esforçar muito nessa contenda.

Jogo fácil de apitar, sem polêmicas ou lances difíceis. Como esperado, os japoneses procuraram apenas jogar futebol, e os cartões amarelos (para as duas equipes) foram justos. Nenhuma jogada maldosa (a suposta cotovelada em Gabriel Martinelli não foi intencional).

Houve ainda um pedido de pênalti por mão na bola do defensor japonês, mas não foi. Ali, foi lance de mão natural (se fosse um VAR brasileiro, ai ai ai).

Enfim, dentro do estilo de apitar de Mariani, correspondeu. Uma ou outra falta real não marcada por força da escola italiana de futebol, que permite rispidez.

Mas o futebol não é feito só de arbitragem, mas principalmente de atletas. E como numa novela, há personagens importantes nessa jornada:

  • O iluminado: Carlo Ancelotti. Afinal, ele tem Neymar e Martinelli no banco, e coloca Martinelli que faz o gol aos 50 minutos do segundo tempo.
  • O covarde: Hajime Moryiasu. O treinador japonês montou um time altamente disciplinado taticamente, mas recuou completamente depois do intervalo e “pediu” para tomar gol.
  • O xarope: Neymar. Enquanto todos estavam comemorando a vitória, o “menino Ney”, veteraníssimo, estava arranjando briga e discutindo, sendo contido pela comissão técnica.
  • O azarado: Danilo. Quando ele vira o jogo no meio de campo e o adversário rouba a bola (será que só eu me lembrei de Toninho Cerezo em 1982?), na hora imaginei que ele não havia visto o japonês por conta do uniforme do árbitro! Quem é da bola, sabe que as cores são referenciais para os atletas, e repare na jogada: o juizão (que tem o mesmo calção e meias pretas da Seleção Japonesa) está encobrindo o jogador que rouba a bola. Que azar do brasileiro.

Enfim, o Brasil segue na Copa do Mundo, mas confesso: a qualidade do futebol apresentado ainda não me convence. O que “abona” o treinador é que seus prováveis titulares estão machucados (Militão, Rodrygo, Raphinha, Wesley e Estevão). E podem estar fazendo a diferença.

– O Impedimento semi-automático será problemático no Brasil.

Em uma mesma semana de Copa do Mundo, dois lances emblemáticos: Colômbia x Portugal e Egito x Irã viram lances anulados pelo VAR via impedimento por tecnologia por... “uma lasca de unha” (vide as imagens abaixo).

Repare o seguinte: os “bandeirinhas” ultimamente são meros marcadores de arremesso lateral. Até os escanteios e tiros de meta mal marcados podem ser corrigidos (se for com rapidez). Portanto, praticamente todo lance decisivo é marcado pela tecnologia.

Aqui, duas tecnologias: no Brasileirão, pelas linhas (confusas) traçadas pelo pessoal da cabine, e na Copa do Mundo pelo aparato tecnológico de sensores.

Alguém poderia perguntar: e se, na imagem demonstrada, ocorrer uma inconsistência? Um erro do ponto de marcação ou ainda um erro de onde a bola foi lançada? Nesses casos, a cabine pode intervir e o VAR traça manualmente as linhas.

Mas a grande questão é: estamos preparados para lances assim num São Paulo x Corinthians? Num Palmeiras x Flamengo? Aqui, a marcação é matemática, não vai existir a discussão da analogia da mulher “meio grávida”: ou está ou não está.

Sabe qual será o problema? O inconformismo pelo milimétrico posicionamento. Aí surgirão novas ideias, como o impedimento de corpo total.

Enfim: o tão prometido impedimento semi automático no Brasileirão não aconteceu, e quando acontecer, suscitará ainda mais discussões.

Aguardemos!

– Gol mal anulado do Brasil.

Explico o motivo do gol de Vinícius Jr ter sido legal,

em: https://youtube.com/shorts/Rh2b3bqS7VE?is=zMOYiWs8sacu5PlL

 

– Sobre o árbitro que apitará o jogo da Seleção Brasileira:

Já escrevemos sobre a arbitragem de Escócia vs Brasil. Em texto, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2026/06/24/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-escocia-x-brasil-rodada-3-da-copa-do-mundo-2026-2/

Agora, em vídeo, compartilho em: https://www.youtube.com/watch?si=YkwOMOLX51zaRgwb&v=igln9ISSsVY&feature=youtu.be

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Escócia x Brasil (Rodada 3 da Copa do Mundo 2026).

O mexicano César Ramos Palazuelos está escalado para a partida entre a Seleção Brasileira contra a Seleção Escocesa.

A Equipe inteira:

Árbitro: César Ramos (MEX)
Árbitro Assistente 1: Alberto Morin (MEX)
Árbitro Assistente 2: Marco Bisguerra (MEX)
Quarto Árbitro: Espes Eskas (NORUEGA)
Quinto Árbitro: Jan Erick Engan (NORUEGA)

César Ramos está há 12 anos no quadro da FIFA. Tem 42 anos e há 20 anos apita futebol. Em seu curriculum, há várias partidas internacionais na carreira. É bem experiente, e apitou a final do Mundial de Clubes entre Real Madrid vs Grêmio em 2017. Está na sua 3ª Copa do Mundo (apitou Brasil 1×1 Suíça em 2018).

Tanto no primeiro quanto no segundo jogo da Seleção, nem percebemos os árbitros dentro de campo, tampouco o VAR. Que seja assim nessa quarta-feira.

– Messi quebrou mais dois recordes em Copas do Mundo. Mas se…

Messi é gênio! Ninguém discute isso. É prazeroso vê-lo jogar. Eu, sempre que posso, fico admirando a sua qualidade dentro de campo.

Mas…

E se ele fosse expulso (como deveria) contra a Argêlia? Não teria quebrado os dois recordes de hoje…

Compartilho, em: https://youtu.be/Wlzxifvh710?is=opHW_rT6ivayNwTJ

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Escócia x Brasil (Rodada 3 da Copa do Mundo 2026).

O mexicano César Ramos Palazuelos está escalado para a partida entre a Seleção Brasileira contra a Seleção Escocesa.

A Equipe inteira:

Árbitro: César Ramos (MEX)
Árbitro Assistente 1: Alberto Morin (MEX)
Árbitro Assistente 2: Marco Bisguerra (MEX)
Quarto Árbitro: Espes Eskas (NORUEGA)
Quinto Árbitro: Jan Erick Engan (NORUEGA)

César Ramos está há 12 anos no quadro da FIFA. Tem 42 anos e há 20 anos apita futebol. Em seu curriculum, há várias partidas internacionais na carreira. É bem experiente, e apitou a final do Mundial de Clubes entre Real Madrid vs Grêmio em 2017. Está na sua 3ª Copa do Mundo (apitou Brasil 1×1 Suíça em 2018).

Tanto no primeiro quanto no segundo jogo da Seleção, nem percebemos os árbitros dentro de campo, tampouco o VAR. Que seja assim nessa quarta-feira.

– Messi quebrou mais dois recordes em Copas do Mundo. Mas se…

Messi é gênio! Ninguém discute isso. É prazeroso vê-lo jogar. Eu, sempre que posso, fico admirando a sua qualidade dentro de campo.

Mas…

E se ele fosse expulso (como deveria) contra a Argêlia? Não teria quebrado os dois recordes de hoje…

Compartilho, em: https://youtu.be/Wlzxifvh710?is=opHW_rT6ivayNwTJ

– Tem que falar inglês mesmo? Wilton depois dos memes e a expulsão histórica pela mão na boca.

A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.

Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).

Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.

Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!

Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.

Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.

Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:

– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.

Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.

Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?

Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…

Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.

Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.

Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.

Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.

O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.

– Espanha apita Brasil e vice-versa.

Raphael Claus, do Brasil, apita Espanha x Arábia Saudita.

Alejandro Hernandéz, da Espanha, apita Brasil x Haiti.

Sobre a arbitragem do jogo há pouco, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2026/06/18/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-brasil-vs-haiti-rodada-2-da-copa-do-mundo-2026/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– Tem que falar inglês mesmo? Wilton depois dos memes e a expulsão histórica pela mão na boca.

A comunicação entre jogadores e árbitros numa Copa do Mundo deve ser sempre bem clara, e isso já foi um problema histórico. Por exemplo, tivemos o surgimento dos cartões (Amarelo e Vermelho inspirados nos sinais de trânsito), motivados pela conhecida confusão entre o árbitro alemão Rudolf Kreitlein e o jogador argentino Rattín, que fingia não entender que havia sido expulso.

Pois bem: isso foi se aperfeiçoando, com a introdução de gesticulação cada vez maior dos árbitros nas marcações de lances específicos (ou seja, os gestos substituíam a comunicação verbal, para que atletas, imprensa e torcedores compreendessem melhor).

Na década de 90, nas três Copas existentes optou-se por árbitros que falassem a mesma língua, facilitando a comunicação entre Árbitros, Bandeiras e Quarto Árbitro.

Mais recentemente, a FIFA determinou que obrigatoriamente aos testes físicos, escritos e técnicos, cobrasse o inglês como língua universal da Copa do Mundo. Se o árbitro não falar inglês, não apita!

Criou-se até mesmo um conjunto de frases “prontas”, para os árbitros decorarem, a fim de saberem o que se conversava. Uma espécie de subterfúgio para quem não tem fluência.

Eis que no México x África do Sul, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, ao comunicar a decisão de expulsar um atleta sul-africano, falou com certa dificuldade seu inglês, levando a criação de memes na Internet devido às expressões dos jogadores, com dificuldade de compreensão.

Wilton voltará a campo no Noruega x Senegal, pela 2ª rodada. E fica a pergunta:

– Depois da confusão, escalou-se VAR e 4º árbitro na partida procedentes da… Austrália.

Fico imaginando: com o sotaque da Terra dos Cangurus, se o quarto-árbitro Arana Waugh Campbell-Kirk precisar comunicar algo importante ao Wilton, conseguirá existir um diálogo compreensível? E pergunto isso respeitosa e preocupadamente, pois os atletas são nativos em norueguês e francês.

Claro que hoje devemos ser fluentes em inglês e demais idiomas, mas será que a exigência da FIFA faz sentido?

Dulcídio, Godoy e tantos outros grandes árbitros brasileiros precisariam falar o idioma para fazer parte do quadro internacional, o que não é cabível em nossas mentes, conhecendo-os…

Nessa mesma toada, como prova de que nem sempre é a língua que deve prevalecer, eis que vimos a primeira expulsão na história do futebol pelo protocolo “Vinícius Jr”, sobre mão na boca ao falar com um adversário.

Uma introdução: tudo isso surgiu após o episódio envolvendo Gianluca Prestiani, do Benfica, e Vinícius Jr, do Real Madrid, quando o atleta argentino escondeu a boca e supostamente ofendeu o jogador brasileiro com palavras racistas. Desde então, a FIFA proibiu que jogadores escondessem a boca (com a camisa, a mão ou qualquer outro artifício) ao falar com seus adversários, tendo como punição a expulsão.

Perceba-se: aqui, corretamente, é uma decisão que o gestual está acima da língua falada, pois o futebol se entende por diversos atos.

Enfim: Almirón, do Paraguai, abordou seu adversário turco na segunda rodada da Copa do Mundo e entrou para a história por receber Cartão Vermelho por tal gesto. E acho excelente que isso ocorra, pois inibe os racistas em campo. Se alguém cometer ofensas, será visível e ocorreria a expulsão. Se tentar disfarçar, idem.

O futebol não é somente a língua falada, mas o jogo jogado e suas relações discutidas.

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil vs Haiti (Rodada 2 da Copa do Mundo 2026).

O árbitro espanhol Alejandro José Hernandéz, 43 anos, natural de Arrecife, há 12 anos no quadro da FIFA, apitará Brasil vs Haiti.

Hernandéz é respeitado na Espanha pela sua firmeza. Não titubeia em dar cartões vermelhos e exigir respeito. Já expulsou até Cristiano Ronaldo!

Acostumado a grandes jogos na UEFA Champions League, não deve ter problemas para essa jornada.

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?

– Qual dos empates foi mais decepcionante: Brasil, Espanha ou Portugal?

Avalie: 3 países de língua latina (Brasil, Espanha e Portugal) empataram com 3 países africanos (respectivamente: Marrocos, Cabo Verde e Congo).

Para você: qual dos “supostamente favoritos” fraquejou / decepcionou/ ficou muito aquém do esperado?

Não tenho dúvida: para mim, pela ordem, a Espanha e depois Portugal. O Brasil não foi decepção, pois eu respeito o bom momento de Marrocos (tanto que quase acertei o meu bolão, de 2×2).

Screenshot

– A não-expulsão de Messi: pedir desculpas vale?

Szymon Marciniak, árbitro polonês que apitou o último jogo da Argentina na Copa do Mundo 2022 (vitória da Argentina sobre a França), foi escalado para apitar a primeira partida dos hermanos em 2026, contra a Argélia.

Eis que houve um lance em que Messi atinge a panturrilha de Aïssa Mandi, situação que gerou pedidos de expulsão (ali, se apitar com o “livrinho embaixo do braço”, é para Cartão Vermelho).

Leio o seguinte: Marciniak (que tem muita moral na FIFA e respeito entre os atletas) não se esquivou de responder o que achou do lance, e disse:

“Expulsão ao Messi? Não sei não, seria um pouco exagerado, talvez um amarelo, mas não aconteceu nem um e nem outro porque Messi pediu desculpas ao rival, é isso o que futebol tem de ser.”

Eu entendi o que ele quís dizer. Mas… se fosse um Brasil x Argentina, e Felipe Melo fizesse isso (caso existisse um pedido de desculpas), também teria “aliviado”.

Defendo sempre o Fair Play no futebol. Mas a Regra é a Regra, e pedir desculpas (em tese) não pode substituir um eventual cartão.

Cá entre nós: quantas vezes você viu unfair-play de Lionel Messi?

– Espanha 0x0 Cabo Verde, com dupla façanha:

Se não bastasse a humilde seleção africana de Cabo Verde ter conseguido parar a poderosa La Furia, com defesas incríveis do goleiro “quarentão” chamado Josimar (quem não lembra do LD da Seleção dos anos 80?), cujo apelido curioso é “Vozinha”, eis que o time cometeu uma ÚNICA FALTA!

Há partidas no Brasileirão em que a bola não rola, o jogo não flui, o árbitro não ajuda e os atletas não colaboram. E ao ver um time que joga futebol, sem “apelar” ao anti-jogo diante de um adversário muito superior, e arranca um ponto de tal forma, só me resta aplaudir.

Aliás, perceberam que os árbitros nem tem sido notados na Copa do Mundo? E os que são…

Dividida de bola entre jogadores de Cabo Verde e Espanha — Foto: Reuters

– As regras que a FIFA mal explicou e que estão sendo vistas na Copa: o “Novo 4 D’s para Cartão Vermelho”.

Antes, nos queixávamos que as Regras do Futebol eram estáticas, imexíveis, que nunca mudavam

Agora, mudam demais!

Relendo as alterações das Regras para a Copa do Mundo (ler a edição atualizada do livro de regras com certa frequência me faz, muitas vezes, crer que nada sei…), vi que na questão dos 4D’s (quando você avalia se foi uma situação clara e iminente de gol), houve uma relevante alteração, não discutida a contento!

Basicamente, era:

Os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

 Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– O que mudou?

O texto da regra acrescentou em “Defensores” que os “Companheiros do Atacante” devem ser avaliados também. E isso significa que: não se deve avaliar mais “apenas se algum outro zagueiro alcançaria a bola”, mas a possibilidade de quem domina “tocar a bola para um adversário, ao invés de insistir em carregá-la”.

Confesso: não vi nenhuma orientação mais clara sobre isso. E pense: “quantos lances de cartões vermelhos a menos” teríamos, nos jogos já realizados ao longo dos tempos?