– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

Em vídeo, aqui: https://youtu.be/ioySBCP_2Ek?is=uNTkPitbPwieiVo_

– Não era tão simples apitar futebol?

Vejam só nesse meme brincalhão: os árbitros foram, aos poucos, aumentando o número de equipamentos em seu corpo e, curiosamente, não se vê na mesma proporção muita melhora e/ou fim das discussões.

Apenas para trazer a Nostalgia de volta, na imagem:

– Wilton Sampaio acertou nas 3 expulsões em MEX x AFS?

  • A Primeira Expulsão: Correta, o atleta da África do Sul impediu uma situação clara e manifesta de gol do mexicano (de acordo com os princípios de 4Ds da Regra do Jogo) e receber cartão vermelho.
  • A Segunda Expulsão: Wilton Pereira Sampaio não entendeu como agressão dentro de campo. Ao ser interpelado pelo VAR, mudou de ideia e deu Cartão Vermelho (justificando Conduta Violenta). Não foi, exagerou e errou.
  • A Terceira Expulsão: Aqui não dá para discutir, errou. Não foi jogo brusco grave.

Que pena ter falhado numa partida tão simples para apitar, onde os atletas colaboraram. Lamentável.

– Não era tão simples apitar futebol?

Vejam só nesse meme brincalhão: os árbitros foram, aos poucos, aumentando o número de equipamentos em seu corpo e, curiosamente, não se vê na mesma proporção muita melhora e/ou fim das discussões.

Apenas para trazer a Nostalgia de volta, na imagem:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

– Enfim começa a Copa do Mundo, com o Brasil em campo logo na abertura, no México.

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!

– Wilton Sampaio acertou nas 3 expulsões em MEX x AFS?

  • A Primeira Expulsão: Correta, o atleta da África do Sul impediu uma situação clara e manifesta de gol do mexicano (de acordo com os princípios de 4Ds da Regra do Jogo) e receber cartão vermelho.
  • A Segunda Expulsão: Wilton Pereira Sampaio não entendeu como agressão dentro de campo. Ao ser interpelado pelo VAR, mudou de ideia e deu Cartão Vermelho (justificando Conduta Violenta). Não foi, exagerou e errou.
  • A Terceira Expulsão: Aqui não dá para discutir, errou. Não foi jogo brusco grave.

Que pena ter falhado numa partida tão simples para apitar, onde os atletas colaboraram. Lamentável.

– A Copa sempre será um momento diferente para a arbitragem.

Nas Copas do Mundo, sempre se vê uma arbitragem diferente do que estamos acostumados no Brasil. E isso inclui a atuação dos próprios árbitros brasileiros.

mais respeito.

menos simulações.

mais concordância nas marcações.

mais Fair Play.

Não poderia ser sempre assim? Aqui no Brasileirão, boa parte das conversas pós-jogo se dá a respeito da arbitragem e do comportamento das pessoas envolvidas (técnicos e jogadores). Não se aborda mais tática ou técnica.

Árbitro deve ser coadjuvante. E, evidentemente, sem o rótulo de vilão.

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Marrocos (Rodada 1 da Copa 2026):

Slavko Vincic, 46 anos, da Eslovênia, que há 16 anos ostenta o escudo de árbitro internacional FIFA, apitará Brasil x Marrocos. É excelente nome para a estreia da Seleção Brasileira.

Ele apitou a final da Liga Europa 2022, a final da UEFA Champions League 2024, além de Bayern 4×3 Real Madrid e Chelsea 0x3 PSG na UCL 2026. Esteve nas últimas Copa do Mundo de Seleções Catar 2022 e Copa do Mundo de Clubes 2025.

Dentro de campo, tem excelente preparo físico e, nas partidas que já assisti dele, algo que me satisfaz: demonstra segurança na condução do jogo. Ele tem uma comunicação gestual perfeita, todos entendem o que ele está fazendo (ou seja: não é aquele “juiz malandro” que marca um “perigo de gol”, dá as costas e já recomeça a partida, para ninguém entender).

Por fim: é o tipo do árbitro que bate no peito, assume a responsabilidade e não se faz refém do VAR. Gosto disso.

– Caiu Rodrigo Martins Cintra. E Sandro Meira Ricci assume a arbitragem brasileira.

Invariavelmente, na surdina, se costuma trocar o comando da arbitragem. E não foi diferente dessa vez.

Sem resultados aparentes com a profissionalização, desgastado há algum tempo, eis que Cintra foi demitido e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci assume a Comissão de Arbitragem da CBF.

Aguardemos o que ele fará.

– Wilton Pereira Sampaio abrirá a Copa do Mundo. E o árbitro da Somália…

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!

– A Copa sempre será um momento diferente para a arbitragem.

Nas Copas do Mundo, sempre se vê uma arbitragem diferente do que estamos acostumados no Brasil. E isso inclui a atuação dos próprios árbitros brasileiros.

mais respeito.

menos simulações.

mais concordância nas marcações.

mais Fair Play.

Não poderia ser sempre assim? Aqui no Brasileirão, boa parte das conversas pós-jogo se dá a respeito da arbitragem e do comportamento das pessoas envolvidas (técnicos e jogadores). Não se aborda mais tática ou técnica.

Árbitro deve ser coadjuvante. E, evidentemente, sem o rótulo de vilão.

 

– Wilton Pereira Sampaio abrirá a Copa do Mundo 2026. E o árbitro da Somália…

Sorte de uns, azar de outros…

Considere: sorte é o encontro da competência com a oportunidade. Assim, Wilton Sampaio, que sempre agradou a FIFA (não nos esqueçamos que ele apitou “à europeia” na Copa do Mundo passada, diferente do que faz em alguns jogos do Brasil), foi escolhido para abrir o Mundial. México vs África do Sul, com árbitro brasileiro (sempre teremos continentes neutros no apito em uma disputa: enxergue, portanto, CONCACAF vs CAF, com arbitragem CONMEBOL).

Considere ainda: azar é quando a oportunidade e a competência não se encontram. Dessa forma, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano em 2025), foi impedido de entrar nos EUA devido as restrições do país (a Somália está na lista de países com restrições para acesso ao território americano, por ser acusada de apoiar o terrorismo). O que o inocente (e capacitado) Omar Artan tem a ver com a briga desses países? Os homens que promovem a guerra e a discórdia podam o sonho de um trabalhador…

Que a FIFA possa compensar o árbitro excluído em outra oportunidade. E boa sorte ao Wilton!

– Aparência dos Treinadores influencia dentro de campo?

O Jornal Internacional de Psicologia dos Esportes (http://www.ijsp-online.com/) publicou um trabalho curioso da Universidade de Portsmouth: a aparência dos treinadores influencia no desempenho dos atletas. Quanto mais formal, maior inspiração aos atletas, sendo que o uso do terno e gravata traria a sensação de maior eficiência à equipe do que equipes cujo treinador usa agasalho esportivo!

E você, concorda com essa pesquisa? Deixe seu comentário:

Extraído de: International Journal of Sport Psychology

COACHES WEARING A SUIT WERE PERCEIVED AS BEING MORE STRATEGICALLY COMPETENT THAN THOSE WEARING SPORTING ATTIRE.

SPORTS coaches who wear suits on match days and tracksuits on training days are more likely to get the best out of their teams, according to new research.

Sports scientists at the University of Portsmouth studied the effect a coach’s appearance had on the players’ impressions of their competence.

Dr Richard Thelwell said: “We have found that the clothing that coaches wear can have a direct effect on the players’ perceptions of the coach’s ability.

“Players look to their coach to provide technical skills, to motivate them and to lead them. ” A coach in a suit suggests strategic prowess which is obviously ideal for a match.
“In our study, coaches wearing a suit were perceived as being more strategically competent than those wearing sporting attire.

“However, when wearing sporting attire, they were perceived to be more technically competent than those in a suit.”

For the research, published in the International Journal of Sport Psychology, the researchers asked 97 men and women to observe and give their reactions to static photographs of four different coaches.

The pictures depicted coaches who were of lean physique and dressed in a tracksuit, large physique and dressed in a tracksuit, lean physique and dressed in a suit and large physique and dressed in a suit.

The coach who was of large build and wearing smart clothes was uniformly ranked the lowest in terms of their competence to motivate, develop technique, develop game strategy, and build athlete character.

The coach who was lean and wearing a tracksuit was rated best for technical and character-building abilities which were skills most required at training and development of players and was rated equal best for “ability to motivate players.”

The coach who was lean and smartly dressed was rated best as a strategist, the skill most expected and required at matches. Dr Thelwell said: “First impressions can have a powerful and long-lasting effect, no matter how quickly judgements were made.

“From research, we know that sportsmen and women make snap decisions about their opponents based on first impressions.

“Such impressions then often influence the expectations of the performance outcome that results in success or failure.

“In coaching it is vital a strong rapport develops between the coach and the athlete.

“Sportsmen and women have to be willing to be persuaded to push the boundaries physically and mentally because the coach believes they can push harder or even because the coach just tells them to, but, to date, very little research has been done on what happens in those first few moments, and more importantly whether the athlete is prepared to go along with the coach’s ideals.

“While we are more aware of how athletes might judge coaches, we are still unaware of the processes that athletes go through to be able to develop impressions of coaches and this is something we are starting to look at.”

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– A Proposta Esquecida: Samir Xaud queria que os clubes escolhessem os membros da Comissão de Arbitragem.

Há 1 ano… e se essa promessa não cumprida se tornasse realidade?

Neste domingo, durante a posse do novo presidente da CBF, ouviu-se a promessa de incentivo à criação de uma Liga Brasileira de Futebol, de regionais com apenas 11 datas e outras tantas coisas. Uma delas, despercebida por muitos, foi a de dar poder aos clubes na escolha de dois membros para administrar a CA-CBF.

Parece-me um ressurgimento do que a FPF tentou fazer após o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho: na oportunidade, os clubes da série A indicaram um nome para compor a Comissão de Árbitros Estadual, mas não deu certo.

Penso: como os clubes, hoje, tão divididos, chegariam a um consenso a respeito de dois nomes? E como o presidente da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, receberia a indicação?

Parece-me mais uma medida popularesca do que um acerto técnico.

– Cansou a narrativa do Abel contra a arbitragem, não?

Abel Ferreira consegue usar o microfone para dizer que sua equipe, e não a Chapecoense, foi prejudicada no último domingo.

É óbvio que ele não dará o braço a torcer, mas ele mesmo sabe que esse discurso piegas não funciona mais…

Sobre sua fala, um pitaco contundente, em: https://youtu.be/yAKDv6WxpZ0?si=r6waYunQwo2QNiTo

 

– A Proposta Esquecida: Samir Xaud queria que os clubes escolhessem os membros da Comissão de Arbitragem.

Há 1 ano… e se essa promessa não cumprida se tornasse realidade?

Neste domingo, durante a posse do novo presidente da CBF, ouviu-se a promessa de incentivo à criação de uma Liga Brasileira de Futebol, de regionais com apenas 11 datas e outras tantas coisas. Uma delas, despercebida por muitos, foi a de dar poder aos clubes na escolha de dois membros para administrar a CA-CBF.

Parece-me um ressurgimento do que a FPF tentou fazer após o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho: na oportunidade, os clubes da série A indicaram um nome para compor a Comissão de Árbitros Estadual, mas não deu certo.

Penso: como os clubes, hoje, tão divididos, chegariam a um consenso a respeito de dois nomes? E como o presidente da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, receberia a indicação?

Parece-me mais uma medida popularesca do que um acerto técnico.

– O primeiro beneficiário pelas novas regras do futebol foi… a Seleção do Japão!

E as novas regras do futebol já estão em vigor, com o final da temporada 2025/2026.

Falamos das modificações para a temporada 2026/2027 (que visam acelerar o jogo e que nesse domingo já foram vistas nos amistosos internacionais), em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Pois bem: na partida entre Japão vs Islândia, o atleta islândes Hlynsson demorou para sair de campo (mais de 10 segundos), e seu substituto teve que ficar fora de campo por 1 minuto, como punição pela cera. Resultado: nesse período em que os japoneses estavam com um atleta a mais, Ogawa fez o gol da vitória (aos 86 minutos).

Relembrando as novas regras, em postagem do começo do ano, aqui:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28/02), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneiopreferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverãosair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

    • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas(e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– Cansou a narrativa do Abel contra a arbitragem, não?

Abel Ferreira consegue usar o microfone para dizer que sua equipe, e não a Chapecoense, foi prejudicada no último domingo.

É óbvio que ele não dará o braço a torcer, mas ele mesmo sabe que esse discurso piegas não funciona mais…

Sobre sua fala, um pitaco contundente, em: https://youtu.be/yAKDv6WxpZ0?si=r6waYunQwo2QNiTo

 

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 1×0 Chapecoense:

Três lances polêmicos na partida entre Verdão vs Chape:

1- A expulsão de Allan em lance com Giovanni Augusto: corretíssima! Entenda:

Existe a orientação de que uma entrada onde a sola atinja a perna de um atleta, é para vermelho. Um pisão que seja no pé, é amarelo (e carrinho certeiro, sempre vermelho). Acontece que acima de tudo isso, existe a Regra do Jogo, que fala sobre “Jogo Brusco Grave”. Allan não disputa a bola, ele pisa com força desproporcional. Não importa a orientação, pois não é um “pisão qualquer”. Acertou o árbitro.

2- O gol anulado da Chapecoense:

Ali, é o chamado “perigo de gol”. Não foi nada, mas o árbitro anulou alegando falta de ataque. Ora, o futebol é um jogo de contato físico, e anular um gol por tal disputa viril (e legal), é ridículo. Errou o árbitro.

3- O pênalti marcado para a Chape:

Foi, não há muito o que discutir. Mas ali, sinto que o árbitro estava com um certo “remorso” do gol mal anulado e “torceu” para que fosse…

Em tempo: tanto o VAR pode chamar o árbitro, quanto o árbitro pode chamar o VAR (o que não é tão comum, pois, em tese, o árbitro tem que apitar convicto). É como “fazer prova com consulta”- você apita e confere com alguém.

– Já temos árbitro para a final da Copa do Mundo 2026!

Todos nós sabemos que a FIFA é historicamente uma entidade política. Mas, com essa politicagem que faz, há uma oportunidade de ouro para ela aproveitar essa característica e usar de meritocracia.

Acontece que Alireza Faghani, árbitro iraniano que se naturalizou australiano, se tornará no próximo Mundial o primeiro juiz de futebol a apitar 4 Mundiais. E, sejamos honestos, seu histórico de partidas importantes é considerável. Sempre atuou muito bem em todas as competições que foi convocado.

Cá entre nós, com o conflito envolvendo Trump e os aiatolás, escalar um árbitro do Irã em uma final de Copa nos EUA, seria significativo. Afinal, é simbólico para o “sistema” ter alguém que debandou daquela teocracia asiática (ele está com 48 anos, e resolveu deixar Teerã com a família e morar na Austrália). Mas o mais importante (apesar desse fato) é que Alireza Faghani está em seu último ano, é excelente árbitro e uma possível escala em uma final de Copa do Mundo seria justíssima.

– O VAR acabou com a malandragem no futebol? Com a palavra, o Malandro!

Os torcedores mais antigos se lembram do folclórico Dé Aranha, que jogou futebol nos anos 70 e passou por Botafogo, Bangu e Vasco da Gama.

Reconhecido como “malandro” (ele jogou gelo na perna de adversário, areia nos olhos de goleiro e ‘comeu’ cartão vermelho de juiz), quando questionado sobre tais atitudes com o VAR existindo hoje, disse à Revista Veja que:

“No futebol, não há mais espaço para a irreverência e a malandragem dos meus tempos de jogador (…) Cada jogo era uma guerra, e na guerra vale tudo: tiro nas costas, emboscada (…). Os jogadores de hoje são mais atletas do que craques. Por isso jogam um futebol horroroso. Eu fui marrento, mas também craque e atleta. Hoje não se pode nem mais comemorar um gol provocando a torcida adversária (…) Eu joguei no tempo do Castor de Andrade, ele fazia de tudo: comprava juiz, tirava jogador de time adversário. Mas estamos no tempo do profissionalismo. Hoje, é preciso pensar como uma empresa. A malandragem ficou para trás.”

O link está em: https://veja.abril.com.br/esporte/de-aranha-a-malandragem-ja-era/

de-ex-jogador-de-futebol.jpg

Imagem extraída da Revista Veja (link acima), mas não encontrei a autoria da foto. Por gentileza, quem souber, informar para o crédito na postagem.

– O primeiro beneficiário pelas novas regras do futebol foi… a Seleção do Japão!

E as novas regras do futebol já estão em vigor, com o final da temporada 2025/2026.

Falamos das modificações para a temporada 2026/2027 (que visam acelerar o jogo e que nesse domingo já foram vistas nos amistosos internacionais), em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/02/as-alteracoes-das-regras-do-jogo-para-a-temporada-2026-2027-explicadas-2/

Pois bem: na partida entre Japão vs Islândia, o atleta islândes Hlynsson demorou para sair de campo (mais de 10 segundos), e seu substituto teve que ficar fora de campo por 1 minuto, como punição pela cera. Resultado: nesse período em que os japoneses estavam com um atleta a mais, Ogawa fez o gol da vitória (aos 86 minutos).

Relembrando as novas regras, em postagem do começo do ano, aqui:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28/02), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneiopreferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverãosair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

    • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas(e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 1×0 Chapecoense:

Três lances polêmicos na partida entre Verdão vs Chape:

1- A expulsão de Allan em lance com Giovanni Augusto: corretíssima! Entenda:

Existe a orientação de que uma entrada onde a sola atinja a perna de um atleta, é para vermelho. Um pisão que seja no pé, é amarelo (e carrinho certeiro, sempre vermelho). Acontece que acima de tudo isso, existe a Regra do Jogo, que fala sobre “Jogo Brusco Grave”. Allan não disputa a bola, ele pisa com força desproporcional. Não importa a orientação, pois não é um “pisão qualquer”. Acertou o árbitro.

2- O gol anulado da Chapecoense:

Ali, é o chamado “perigo de gol”. Não foi nada, mas o árbitro anulou alegando falta de ataque. Ora, o futebol é um jogo de contato físico, e anular um gol por tal disputa viril (e legal), é ridículo. Errou o árbitro.

3- O pênalti marcado para a Chape:

Foi, não há muito o que discutir. Mas ali, sinto que o árbitro estava com um certo “remorso” do gol mal anulado e “torceu” para que fosse…

Em tempo: tanto o VAR pode chamar o árbitro, quanto o árbitro pode chamar o VAR (o que não é tão comum, pois, em tese, o árbitro tem que apitar convicto). É como “fazer prova com consulta”- você apita e confere com alguém.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional (Rodada 18 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone – RJ
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality Manager: Nayara Pereira dos Santos – CBF

Alex Gomes Stéfano, juntamente com Davi de Oliveira Lacerda, foram os dois jovens árbitros que brilharam em 2025 e que se esperaria que ambos se tornassem FIFA em 2026. Porém, ainda estão e permanecem na condição de aspirantes.

O árbitro carioca sabe deixar o jogo correr, mas muitas vezes se perde ao não marcar faltas reais, na preocupação de ter tempo de bola rolando. Porém, está amadurecendo e tem um bom futuro pela frente, se trabalhado a contento.

Não vejo preocupação com a arbitragem para esse jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Internacional pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 31/05, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional (Rodada 18 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone – RJ
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality Manager: Nayara Pereira dos Santos – CBF

Alex Gomes Stéfano, juntamente com Davi de Oliveira Lacerda, foram os dois jovens árbitros que brilharam em 2025 e que se esperaria que ambos se tornassem FIFA em 2026. Porém, ainda estão e permanecem na condição de aspirantes.

O árbitro carioca sabe deixar o jogo correr, mas muitas vezes se perde ao não marcar faltas reais, na preocupação de ter tempo de bola rolando. Porém, está amadurecendo e tem um bom futuro pela frente, se trabalhado a contento.

Não vejo preocupação com a arbitragem para esse jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Internacional pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 31/05, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Carabobo (Copa Sulamericana 2026, Rodada 6).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Carabobo, a  Conmebol escalou uma equipe toda colombiana:

Árbitro: Andrés Rojas
Árbitro Assistente 1: Richard Ortiz 
Árbitro Assistente 2: Roberto Padilla 
Quarto Árbitro: Jairo Mayorga
VAR: Maurício Peres

Péssima escala. O colombiano Rojas tem sérias deficiências técnicas. Vamos lá:

A primeira vez que vi uma partida apitada pelo colombiano Andrés Rojas, foi no Boca Jrs x Atlético em 2021. E foi uma lambança! Perdeu a autoridade e desagradou os dois times (e a Conmebol o suspendeu naquela oportunidade por 6 meses). Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/13/como-perder-a-autoridade-de-um-jogo-de-futebol-no-boca-jrs-x-atletico-mineiro/

Em 2023, voltou a apitar jogos mais relevantes, como Fortaleza x Corinthians, onde, além da dificuldade técnica de interpretar lances, mostrou deficiência disciplinar. Um desastre no critério de cartões! Em: https://wp.me/p4RTuC-Qdg.

No ano retrasado, em LDU x Fluminense, outra má arbitragem. E questionei: ele não é “primeira linha da FIFA”, já tem 43 anos, por que a insistência em suas escalas? Aqui, mais erros: https://professorrafaelporcari.com/2024/02/23/o-lance-reclamado-em-ldu-1×0-fluminense-foi-penalti-em-cano/

Em 2025, enfim, apitou Argentina x Brasil, pelas Eliminatórias, naquela partida polêmica de “Raphinha e a fala sobre Racismo”. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/03/25/andres-rojas-o-arbitro-de-argentina-vs-brasil-e-raphinha/

No Maracanã, em 2025, dois erros relevantes, no Flamengo x Estudiantes:

  • Aos 45m: Pivoni dá um leve toque em Samuel Lino, que se desequilibra e cai. Fora da área, falta sem cartão. Dentro, é pênalti. E não houve marcação! Entenda: toques em adversários, agarrões ou empurrões, não precisam ser fracos ou fortes, a análise que deveria ser feita é: desequilibrou o oponente?
  • Aos 81m: Plata sofreu a falta de Rodríguez (lance de imprudência, perdeu o tempo da bola e chutou o adversário), mas Rojas erra, inverte a falta e entende como “uma solada do flamenguista” (ação temerária, Cartão Amarelo). Como o equatoriano já tinha sido advertido anteriormente, foi expulso (o protocolo do VAR não podia ser acionado para Segundo Cartão Amarelo, somente para Cartão Vermelho Direto)

Foram dois prejuízos graves ao time brasileiro, que reclama com razão. Afinal, poderia ter feito 3×0 no primeiro tempo e só tomou o gol após estar com 10 atletas.

Enfim: diante de tudo isso, vale a pena ficar atento pois o árbitro é ruim mesmo…

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Carabobo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 27/05, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os árbitros de antigamente:

O uniforme da arbitragem na Copa de 1930: o jogo, a estética e aa roupas eram diferentes aos nossos padrões..

Olhe só:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Carabobo (Copa Sulamericana 2026, Rodada 6).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Carabobo, a  Conmebol escalou uma equipe toda colombiana:

Árbitro: Andrés Rojas
Árbitro Assistente 1: Richard Ortiz 
Árbitro Assistente 2: Roberto Padilla 
Quarto Árbitro: Jairo Mayorga
VAR: Maurício Peres

Péssima escala. O colombiano Rojas tem sérias deficiências técnicas. Vamos lá:

A primeira vez que vi uma partida apitada pelo colombiano Andrés Rojas, foi no Boca Jrs x Atlético em 2021. E foi uma lambança! Perdeu a autoridade e desagradou os dois times (e a Conmebol o suspendeu naquela oportunidade por 6 meses). Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/13/como-perder-a-autoridade-de-um-jogo-de-futebol-no-boca-jrs-x-atletico-mineiro/

Em 2023, voltou a apitar jogos mais relevantes, como Fortaleza x Corinthians, onde, além da dificuldade técnica de interpretar lances, mostrou deficiência disciplinar. Um desastre no critério de cartões! Em: https://wp.me/p4RTuC-Qdg.

No ano retrasado, em LDU x Fluminense, outra má arbitragem. E questionei: ele não é “primeira linha da FIFA”, já tem 43 anos, por que a insistência em suas escalas? Aqui, mais erros: https://professorrafaelporcari.com/2024/02/23/o-lance-reclamado-em-ldu-1×0-fluminense-foi-penalti-em-cano/

Em 2025, enfim, apitou Argentina x Brasil, pelas Eliminatórias, naquela partida polêmica de “Raphinha e a fala sobre Racismo”. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/03/25/andres-rojas-o-arbitro-de-argentina-vs-brasil-e-raphinha/

No Maracanã, em 2025, dois erros relevantes, no Flamengo x Estudiantes:

  • Aos 45m: Pivoni dá um leve toque em Samuel Lino, que se desequilibra e cai. Fora da área, falta sem cartão. Dentro, é pênalti. E não houve marcação! Entenda: toques em adversários, agarrões ou empurrões, não precisam ser fracos ou fortes, a análise que deveria ser feita é: desequilibrou o oponente?
  • Aos 81m: Plata sofreu a falta de Rodríguez (lance de imprudência, perdeu o tempo da bola e chutou o adversário), mas Rojas erra, inverte a falta e entende como “uma solada do flamenguista” (ação temerária, Cartão Amarelo). Como o equatoriano já tinha sido advertido anteriormente, foi expulso (o protocolo do VAR não podia ser acionado para Segundo Cartão Amarelo, somente para Cartão Vermelho Direto)

Foram dois prejuízos graves ao time brasileiro, que reclama com razão. Afinal, poderia ter feito 3×0 no primeiro tempo e só tomou o gol após estar com 10 atletas.

Enfim: diante de tudo isso, vale a pena ficar atento pois o árbitro é ruim mesmo…

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Carabobo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 27/05, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem de Vasco da Gama 0x3 Red Bull Bragantino.

O árbitro Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho não teve trabalho em São Januário. Aplicou bem os cartões, correu bem, tentou deixar o jogo correr, mas… faltou critério nas faltas.

No meio de campo, não dava faltas. Mas quando existia a mesma disputa dentro da área, tudo virava falta de ataque. Aí não pode…

Enfim: cartões bem aplicados e o único “senão”, foi o VAR precisar chamá-lo para o pênalti que o juizão não marcou em campo.

Tem potencial o paraense, mas precisa “afinar a sintomia”.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vasco da Gama x Red Bull Bragantino (Rodada 17 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Gigante da Colina, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE
Quarto Árbitro: Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho – PE
Assessor: Ítalo Medeiros de Azevedo – RN
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Michel Patrick Costa Guimaraes – MG
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality manager: Joel Tolentino Damata Junior – MG

Fernando tem ótimo porte físico e está aproveitando as oportunidades na carreira. Começou a ter suas primeiras chances na série A no ano passado, e aos 33 anos, engatou uma sequência de jogos muito boa. Sabe deixar o jogo correr e tem ótima postura. Criterioso nos cartões.

Seu melhor jogo até agora foi a atuação em Red Bull Bragantino 3×0 Flamengo. Repetirá a dose?

Aguardemos. Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Vasco da Gama vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 24/05, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A correta expulsão de Carrascal em Flamengo x Palmeiras:

O lance do Carrascal é idêntico ao de um vídeo de instrução da FIFA, de anos atrás, que assisti na Federação Paulista.

Salvo engano, era um amistoso Brasil x Coreia do Sul, onde o Adriano Imperador ergueu o pé da mesma forma.

Orientação: Cartão Vermelho.

Parabéns ao árbitro Davi Lacerda.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Flamengo x Palmeiras (Rodada 17 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Mengão contra o Verdão, a CBF “fez uma pegadinha” (um não-FIFA) e escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Bruno Boschilia – PR
Quarto Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior – PR
Assessor: Antonio Pereira da Silva – CA/CBF
Inspetor: Luiz Flávio de Oliveira – CA/CBF
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti – SC
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares – CA/CBF
Quality manager: Arnaldo Jasson Araújo Santos – CA/ CBF

Ao ver a escala do árbitro para o jogaço do sábado à noite, não tive como não fazer alusão aos elementos bíblicos: Abel (que não é o filho de Adão) estará ao lado de Jardim (não confundam com o do Éden), aos olhos de Davi (que não é o Rei dos Judeus), no Templo Sagrado (não o construído por Salomão, mas sim o do futebol).

O árbitro capixaba Davi de Oliveira Lacerda, com apenas 30 anos, talvez seja o mais jovem juiz de futebol a apitar esse clássico brasileiro (sem dúvida, será o jogo mais importante da carreira dele que, sabe-lá-Deus o porquê, não foi para o quadro da FIFA no lugar de Paulo César Zanovelli – e o motivo provável: a CBF não pode deixar a FMF sem um árbitro FIFA).

Assim como o ruivo, pequenino mas esperto Davi (o filho de Jessé) teve que enfrentar o gigante filisteu Golias, o nosso Davi apitador enfrentará um outro gigante, dividido em 3 partes:

1 – estádio lotado,

2- jogadores manhosos (Arrascaeta e Bruno Henrique, simuladores contumazes) e

3- uma Comissão Técnica Indisciplinadíssima (Abel e seus assistentes sabem que são recordistas em expulsões e têm péssimo comportamento).

Davi tem excelente desempenho desde o ano passado. Deixa o jogo correr bastante, aproveitou todas as chances que a CBF lhe deu, se posiciona muito bem e, talvez o único defeito, é que na preocupação em não marcar as faltas “forçadas” (e isso é ótimo), vez ou outra lhe escapa uma falta real que ele deveria marcar e não marca.

A situação dele é a mesma de Sandro Meira Ricci, quando aspirante à FIFA: no melhor ano de sua carreira, Ricci aguardava ir à FIFA e não foi (Péricles Bassols foi para o quadro internacional). Naquela oportunidade, os jogos mais importantes eram apitado por ele, mesmo sem ter o escudo branco (embora, depois decaiu em qualidade técnica). Davi tem feito ótimos jogos sem ser FIFA, mas Zanovelli ficou com a honraria, mesmo indo mal.

Mas por que a CBF não escolheu Raphael Claus, Ramon Abatti Abel ou Wilton Pereira Sampaio (os três brasileiros que irão à Copa do Mundo)?

Porque Claus é paulista (não pode estar num jogo entre carioca x paulista), porque Abatti Abel é citado toda vez como injustiçado por Abel Ferreira (imagine o que o Flamengo reclamaria em um erro contrário) e porque Wilton Pereira Sampaio precisa ter a imagem preservada para a Copa do Mundo (é uma praxe, às vésperas de um Mundial, “poupar a exposição dos árbitros” para que não saiam com algum erro no último jogo local, sendo questionados”. Repare: os 3 não estão escalados nessa rodada.

Nessa 6ª feira, a CBF está promovendo o segundo treino dos árbitros profissionais. Ops: lembram que foram profissionalizados? O que mudou na prática? E só será o segundo treino…

Em tempo: Abel Ferreira, em sua entrevista pós-jogo contra o Cerro Porteño, disse que já imaginava quem apitaria o jogo, pois sempre são os mesmos (Daronco era uma das opções, com Klein e Reinaldo José Pereira). Nessa, Rodrigo Martins Cintra, o chefe da Comissão de Arbitragem, escolheu a dedo para “enganar” o treineiro.

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vasco da Gama x Red Bull Bragantino (Rodada 17 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Gigante da Colina, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE
Quarto Árbitro: Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho – PE
Assessor: Ítalo Medeiros de Azevedo – RN
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Michel Patrick Costa Guimaraes – MG
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality manager: Joel Tolentino Damata Junior – MG

Fernando tem ótimo porte físico e está aproveitando as oportunidades na carreira. Começou a ter suas primeiras chances na série A no ano passado, e aos 33 anos, engatou uma sequência de jogos muito boa. Sabe deixar o jogo correr e tem ótima postura. Criterioso nos cartões.

Seu melhor jogo até agora foi a atuação em Red Bull Bragantino 3×0 Flamengo. Repetirá a dose?

Aguardemos. Torço para um bom jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Vasco da Gama vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 24/05, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Flamengo x Palmeiras (Rodada 17 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Mengão contra o Verdão, a CBF “fez uma pegadinha” (um não-FIFA) e escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Bruno Boschilia – PR
Quarto Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior – PR
Assessor: Antonio Pereira da Silva – CA/CBF
Inspetor: Luiz Flávio de Oliveira – CA/CBF
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti – SC
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares – CA/CBF
Quality manager: Arnaldo Jasson Araújo Santos – CA/ CBF

Ao ver a escala do árbitro para o jogaço do sábado à noite, não tive como não fazer alusão aos elementos bíblicos: Abel (que não é o filho de Adão) estará ao lado de Jardim (não confundam com o do Éden), aos olhos de Davi (que não é o Rei dos Judeus), no Templo Sagrado (não o construído por Salomão, mas sim o do futebol).

O árbitro capixaba Davi de Oliveira Lacerda, com apenas 30 anos, talvez seja o mais jovem juiz de futebol a apitar esse clássico brasileiro (sem dúvida, será o jogo mais importante da carreira dele que, sabe-lá-Deus o porquê, não foi para o quadro da FIFA no lugar de Paulo César Zanovelli – e o motivo provável: a CBF não pode deixar a FMF sem um árbitro FIFA).

Assim como o ruivo, pequenino mas esperto Davi (o filho de Jessé) teve que enfrentar o gigante filisteu Golias, o nosso Davi apitador enfrentará um outro gigante, dividido em 3 partes:

1 – estádio lotado,

2- jogadores manhosos (Arrascaeta e Bruno Henrique, simuladores contumazes) e

3- uma Comissão Técnica Indisciplinadíssima (Abel e seus assistentes sabem que são recordistas em expulsões e têm péssimo comportamento).

Davi tem excelente desempenho desde o ano passado. Deixa o jogo correr bastante, aproveitou todas as chances que a CBF lhe deu, se posiciona muito bem e, talvez o único defeito, é que na preocupação em não marcar as faltas “forçadas” (e isso é ótimo), vez ou outra lhe escapa uma falta real que ele deveria marcar e não marca.

A situação dele é a mesma de Sandro Meira Ricci, quando aspirante à FIFA: no melhor ano de sua carreira, Ricci aguardava ir à FIFA e não foi (Péricles Bassols foi para o quadro internacional). Naquela oportunidade, os jogos mais importantes eram apitado por ele, mesmo sem ter o escudo branco (embora, depois decaiu em qualidade técnica). Davi tem feito ótimos jogos sem ser FIFA, mas Zanovelli ficou com a honraria, mesmo indo mal.

Mas por que a CBF não escolheu Raphael Claus, Ramon Abatti Abel ou Wilton Pereira Sampaio (os três brasileiros que irão à Copa do Mundo)?

Porque Claus é paulista (não pode estar num jogo entre carioca x paulista), porque Abatti Abel é citado toda vez como injustiçado por Abel Ferreira (imagine o que o Flamengo reclamaria em um erro contrário) e porque Wilton Pereira Sampaio precisa ter a imagem preservada para a Copa do Mundo (é uma praxe, às vésperas de um Mundial, “poupar a exposição dos árbitros” para que não saiam com algum erro no último jogo local, sendo questionados”. Repare: os 3 não estão escalados nessa rodada.

Nessa 6ª feira, a CBF está promovendo o segundo treino dos árbitros profissionais. Ops: lembram que foram profissionalizados? O que mudou na prática? E só será o segundo treino…

Em tempo: Abel Ferreira, em sua entrevista pós-jogo contra o Cerro Porteño, disse que já imaginava quem apitaria o jogo, pois sempre são os mesmos (Daronco era uma das opções, com Klein e Reinaldo José Pereira). Nessa, Rodrigo Martins Cintra, o chefe da Comissão de Arbitragem, escolheu a dedo para “enganar” o treineiro.