– O Meteoro que brilhou na madrugada!

Eu e minha filha Marina vimos o céu dando uma “piscada hoje de madrugada! E era um… meteoro.

Muita gente viu também. E você?

Olha a matéria, em: https://youtu.be/CitKzlpmB8A

– Depressão não é frescura.

Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:

(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO

Por Gustavo Amorim

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.

Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.

Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.

A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.

Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.

Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.

A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.

Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.

O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.

Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.

Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.

Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.

Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

Depressão não é frescura! | GPET Física

Imagem extraída de: https://www3.unicentro.br/petfisica/2018/04/02/depressao-nao-e-frescura/

– Tomara que o treinamento dos árbitros dê certo.

Cerca de 95 árbitros estão participando de uma intertemporada da arbitragem da CBF. São árbitros de campo, bandeiras e VARs, com toda espécie de treinamento.

O investimento, como se vê nesta matéria do GE.com, é alto. Valerá a pena?

Tomara que sim. Poderemos conferir a partir da próxima rodada se deu certo ou não. 

Em: https://ge.globo.com/futebol/noticia/2022/08/02/para-estancar-crise-do-apito-cbf-leva-arbitros-para-treinar-no-campo.ghtml

O árbitro Paulo Vollkopf checa o VAR sob o olhar de Wilson Seneme — Foto: Martín Fernandez

O árbitro Paulo Vollkopf checa o VAR sob o olhar de Wilson Seneme — Foto: Martín Fernandez

– Por que chamamos algumas pessoas de “Doutor” sem terem Doutorado?

Repararam que às vezes tratamos pessoas importantes respeitosamente de “doutor”, sem que tenham feito um curso de Doutorado?

De onde vem esse costume?

A resposta achei num recorte da Revista Superinteressante de Abril.

Abaixo:

“Doutor” vem do latim doctor, que significa “mestre, o que ensina”. Até meados do século 11, designava quem dominava uma área do conhecimento, como professores e teólogosCom a fundação das primeiras universidades na Europa, no fim do século 11, passou a distinguir quem tinha um título acadêmico e estava habilitado a ensinar. Chamar médico e advogado de “dotô” é coisa do Brasil Colonial, quando filhos de ricos iam estudar fora do país. Em 1827, um decreto de D. Pedro 1°, criando cursos de Ciências Jurídicas e Sociais no Brasil, dizia que os formados na área deveriam ser tratados como “doutores”. Já em Portugal, qualquer um com curso superior pode ser chamado de doutor.

– Mais Filhos, mais Felicidade!

Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!

Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87

MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?

Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.

Por Daniella Cornachione

A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.

A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.

Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.

A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.

Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.

Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.

Resultado de imagem para Filhos

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A Política é o mais alto grau da Caridade. Acredite!

O Papa Francisco soltou mais uma de suas maravilhosas reflexões, corroborando Pio XI:

A Política é o grau mais alto da Caridade.

Sem dúvida, é! A raiz originária da Política traz o significado de que a sua prática é estar entre as pessoas. Ou seja, “fazer política” é a “arte de se relacionar”.

O problema é que no Brasil a Política tomou outro sentido: o do Poder, da Ganância e da Corrupção. Mudamos o termo para Politicagem e misturamos tudo!

Já imaginaram se os políticos brasileiros fossem integralmente honestos em todas as esferas? Claro, devem existir os corretos, mas são tantos os escândalos de desvios de dinheiro que perdemos o senso e não cremos na lisura das negociações e projetos dos nossos deputados, por exemplo.

Sem dúvida, se a Política fosse vivida em nosso país como lembrada pelo Papa Francisco, teríamos um Brasil mais justo, mais santo, mais rico e mais solidário.

Imagem extraída de: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2019-11/suharyo-papa-convida-convivencia-catolicos-indonesios-frente.html

– Aplausos ao Paulista FC e suas relações com as entidades sociais.

O presidente do Paulista FC Rodrigo Alves tem recebido críticas por várias situações (algumas justas, outras não). Mas quando merece um aplauso, há de se fazer, por questão de coerência.

Nos jogos em Jayme Cintra, várias crianças, escolas e entidades sociais têm sido trazidas. Vi assistidos da Casa Santa Marta, por exemplo, entre algumas das ONGs presentes. Louvável ação social (e aqui, não quero crer que seja uma ação pessoal buscando créditos eleitorais).

Em especial, nesta última semana, os atletas foram visitar a Casa da Fonte, e li a emocionada publicação da Maria Cristina Castilho de Andrade (da Cáritas Diocesana – e quem a conhece, sabe: essa mulher será candidata à Santa um dia, pois dá a vida pelos pobres e excluídos. Aliás, se tivéssemos um “Prêmio Nobel da Solidariedade”, ela estaria na relação de premiadas).

O futebol não é só um esporte, é uma ferramenta de agregação, crescimento, sonho e inclusão. Abaixo:

– Amanhecer bonito!

🇺🇸 A spectacular sunrise in the interior of Brazil! Look at the golden colors leaving the sky with a unique feat! / 🇧🇷 Um amanhecer espetacular no Interior do Brasil! Vejam só que cores bonitas deixando o céu com um feito único!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A “regra que sempre muda” apareceu em Corinthians 0x2 Flamengo.

E se a bola bater no braço em jogada de gol, vale o gol?

Essa regra mudou 3 vezes recentemente. Antes, se uma bola batesse acidentalmente na mão e fosse para o gol, seria “gol válido de mão”. Depois ocorreram as mudanças! Foram as seguintes alterações para se marcar falta de ataque em lance de “mão na bola INVOLUNTÁRIO”:

Qualquer mão no ataque seria falta (intencional, antinatural ou casual) (2019/2020),

Somente em jogada resultante em gol, qualquer mão seria falta (2020/2021);

– Agora: lance imediato que resulte em gol da mão ou braço do finalizador (2021/2022)!

Como não foi toque no braço de quem finalizou, o gol do Flamengo foi válido. E somente não seria se o toque de braço fosse de movimento antinatural ou intencional.

Parabéns à boa arbitragem Argentina.

Imagem: print de tela.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 05h30 – Desperte, Bragança Paulista, ainda escura.

Que a quarta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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