– Para reflexão e para ter auto-estima:

Salvo engano, essa mensagem de auto-estima é de Cora Coralina.

Cá entre nós: não é tão fácil assim… mas é necessário!

Reflita:

– Parabéns, Internet! Está ficando velhinha…

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos, e poucos sabiam o que era isso…

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 31 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que você valoriza nas empresas quando procura emprego?

Uma pesquisa a respeito de PERCEPÇÃO DE VALORES PRATICADOS PELAS EMPRESAS mostrou resultados interessantíssimos: segundo levantamento da consultoria Vagas.com os profissionais evitam empresas corruptas. (extraído de: Jornal de Jundiaí, caderno Modulinho Empregos).

A pergunta foi: QUAIS VALORES VOCÊ JULGA IMPORTANTE QUE UMA EMPRESA TENHA PARA QUE VOCÊ SE CANDIDATE À UMA VAGA DE EMPREGO?

Respostas:

  1. Valorização humana: 79%
  2. Respeito: 78%
  3. Ética: 78%
  4. Comprometimento: 71%
  5. Transparência: 68%
  6. Qualidade: 68%
  7. Confiança: 66%
  8. Trabalho em equipe: 66%
  9. Integridade: 55%
  10. Responsabilidade: 53%
  11. Inovação: 50%
  12. Sustentabilidade: 48%
  13. Outros: 4%

Valorização do Trabalho - Como Você Atua em Sua Empresa? - Marcus ...

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Festa do Bom Jesus!

Hoje se celebra a Festa da Transfiguração de Jesus Cristo no Monte Tabor, à vista dos seus apóstolos. Nessa data a Comunidade Católica carinhosamente remete a invocação do Salvador como Bom Jesus. De tal título, sugiram outros nomes: Bom Jesus da Lapa, dos Perdões, de Pirapora…

Compartilho um belo poema popular de tal homenagem:

Sou romeiro, com alegria no coração e na caminhada para o louvor,

pois creio no Bom Jesus,

minha luz,

que me faz Peregrino do amor.

Hoje é dia do Bom Jesus, que se transfigura no Monte Tabor.

Viva o Bom Jesus de Pirapora, de Nazaré, dos Perdões e de tantas outras invocações.

– Que vergonha: a Comissão de Deputados que irá passear no Catar para “acompanhar a Seleção”.

Eu me envergonho de saber que, em um país com graves problemas sociais, os “nobres políticos”, sem constrangimento algum, aprovaram uma Comissão Parlamentar para acompanhar a “Preparação da Seleção Brasileira no Catar”, visando “um resgate da imagem da Seleção”.

Gastar nosso dinheiro dos impostos para ir assistir a Copa do Mundo de graça, e com esse “papinho-furado”, é muito cara-de-pau!

Abaixo, extraído de: https://ge.globo.com/df/noticia/2022/08/05/comissao-do-esporte-na-camara-aprova-criacao-de-grupo-de-trabalho-para-monitorar-preparacao-da-selecao-brasileira-para-a-copa.ghtml

COMISSÃO DO ESPORTE NA CÂMARA APROVA CRIAÇÃO DE GRUPO PARA MONITORAR PREPARAÇÃO DO BRASIL PARA A COPA

Grupo de trabalho foi criado a partir de requerimento do deputado José Rocha (União/BA), com a justificativa de que o futebol brasileiro “está em baixa”

Por Lucas Magalhães

A Comissão do Esporte na Câmara dos Deputados aprovou nessa quinta-feira a criação de um grupo de trabalho para monitorar a preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo do Catar, que será disputada entre os dias 21 de novembro e 2 de dezembro. A criação do grupo de trabalho chegou à comissão por meio de um requerimento do deputado federal José Rocha (União/BA).
No texto do requerimento, o parlamentar, presidente do Vitória/BA nos anos 1980, usou como justificativa para a criação do grupo de trabalho “a baixa na imagem da Seleção Brasileira” atualmente.
— O futebol brasileiro vive uma conjuntura delicada no cenário mundial: desde a conquista do pentacampeonato em 2002, o Brasil não chega a uma semifinal da Copa do Mundo. Exceção feita apenas na edição de 2014, em que fomos o país sede e fomos eliminados de forma vexatória pela Alemanha — ponderou o parlamentar no requerimento.
Os integrantes do grupo de trabalho ainda serão indicados pela comissão. O requerimento, no entanto, não prevê a ida dos parlamentares ao Catar. Segundo o texto proposto por José Rocha, a intenção do grupo de trabalho será de propor discussões.
— A proposta desse Grupo de Trabalho é provocar discussões dentro deste colegiado e junto à Confederação Brasileira de Futebol, entidade máxima do futebol brasileiro, como parte de um conjunto de esforços para resgatar a imagem do Brasil como “o país do futebol” — afirmou o parlamentar no requerimento.
Também na sessão dessa quinta-feira, a Comissão do Esporte aprovou outros requerimentos. Um deles fala sobre a realização de uma audiência pública para discutir possibilidades de financiamento de projetos esportivos por meio de emendas parlamentares. Outro prevê a realização de uma audiência pública para debater os efeitos da pandemia da Covid-19 no esporte.

Comissão do Esporte na Câmara aprova criação de grupo para monitorar preparação do Brasil para a Copa

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

– A Fórmula da Juventude!

Sabemos que o Nazismo é uma mancha negra da história da humanidade. Hitler investia numa sociedade exclusiva e preconceituosa. E para alcançar a perfeição da raça ariana, confinava, matava e gastava muito dinheiro com pesquisas avançadas em diversos setores, inclusive na medicina.

Faz barulho um livro recente sobre esse fato, do argentino Carlo di Nápoli, intitulado A Fórmula da Eterna Juventude e Outros Experimentos Nazistas.

Uma das obsessões do ditador era encontrar a Fórmula da Juventude, e além do montante financeiro gasto, milhares de prisioneiros de guerra eram usados como cobaias. Na publicação, há relatos dos judeus que recebiam drogas a força para testes da loucura do ditador. Desses experimentos, outros resultados de pesquisas científicas surgiram.

É inegável que havia pessoas inteligentes sob seu comando. E se elas agissem em prol de um mundo melhor? Que bom seria, não?

A fórmula da eterna juventude e outros experimentos nazistas | Amazon.com.br

Imagem extraída de Amazon.com

– Liturgia Diária de 06/08/2022: Festa da Transfiguração de Nosso Senhor.

Festa de 2ª Classe – Missa Própria, com comemoração dos Ss. Sixto II, Papa e Felicíssimo e Agapito, Mártires – Missa “Sapientiam” Para fortalecer os …

Continua em: Liturgia Diária – 06/08/2022 – Festa da Transfiguração de Nosso Senhor

– Você tem coragem para mudar?

Li e gostei demais deste texto: e coragem para mudarmos? 

Temos?

Extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2020/11/16/coragem-para-mudar-voce-tem/

CORAGEM PARA MUDAR, VOCÊ TEM?

Imagem Movimento Pais 1

“Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos,
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais.”

In: Como Nossos Pais – de Belchior

Em algum momento da sua vida você já acreditou que teria nascido para ser a ‘vítima’ preferencial de determinadas pessoas? Que não importava o que fizesse, você continuaria trombando com estes mesmos tipos pela frente? Que só podia ser ‘carma’, falta de sorte’ ou algum tipo de ‘encosto’?

Sou mesmo um(a) azarado(a)! “Quando penso que não, lá estou eu namorando uma pessoa que só me faz mal!

E quando percebe que está se apaixonando por alguém ‘diferente’ que, rapidamente, se revela igual a todas as pessoas que já passaram por sua vida, como é que você se sente? Que é alvo de algum tipo de azar recorrente ou que precisa encontrar outra explicação para este padrão repetitivo?

Acontece que a maioria das pessoas reproduzem os mesmos relacionamentos insatisfatórios porque, não importa quão infelizes possam parecer, eles são aquilo que foram condicionados a aceitar.

Afinal, nossas habilidades interpessoais foram desenvolvidas no ambiente psicológico em que crescemos.

O fato é que na infância nos acostumamos com a maneira pela qual somos tratados dentro das nossas famílias. Mesmo que nossos pais tenham sido amorosos (o que nem sempre é a regra), os momentos sutis ou acidentais em que fomos criticados, menosprezados ou abandonados, nos afetaram ecausaram profundas marcas em nosso psiquismo – o que, dependendo de como estas experiências serão elaboradas, podem nos deixar sentimentos desfavoráveis ​​em relação a nós mesmos.

Então, por que será que alguns relacionamentos amorosos repetem exatamente modelos absolutamente lesivos que vamos observando no decorrer da nossa infância, adolescência, até atingirmos a vida adulta?

A proposta de refletir sobre este tema nasceu justamente desta constatação alcançada depois de muitos anos de clínica em psicologia.

No ambiente terapêutico, a vida conjugal, assim como as desordens emocionais envolvendo os membros da família, adquire uma importante posição dentro dos conflitos que nos acompanharão. Ou não (se assim decidirmos).

E o que nutre esta tendência? Por que nos transformamos em meras e enfadonhas repetições de enredos que comprovadamente não deram certo e nem nos farão felizes? Por que, mesmo assim, teimamos em reprisar experiências fadadas ao insucesso, muitas vezes mantendo relações por toda vida em nome de demonstrar aos outros que soubemos corrigir os erros a fim de fazermos “dar certo”?

Talvez, uma pista possa ser fornecida por aquilo que Freud definiu como “processo de escolha do par ideal”.

Fundamentado na sua vivência do ‘complexo de Édipo’, o homem tenderia a buscar parceiras desejadas por outros homens, reeditando o mesmo sentimento experimentado quando precisou dividir sua mãe com seu pai. Portanto, este adulto estaria identificando-se de maneira totalmente inconsciente com a figura paterna.

No caso da mulher, o mesmo ocorreria com ela buscando homens que possuam características muito semelhantes às do pai.

Isto produziria certa zona de conforto onde tudo pode ser reprisado sem que haja qualquer necessidade de revisão ou de criação de novos modelos

Acreditar que nossos pais (ou cuidadores) sejam nossas referências mais seguras é um sentimento construtivo, inicialmente. Posteriormente, é preciso que estas relações ofereçam uma atmosfera de liberdade que propicie uma espécie de revisão crítica que, sem dúvida, auxiliará o indivíduo no sentido de criar autonomia nas atitudes e pensamentos, propiciando o desejável e saudável desligamento do núcleo familiar em prol da criação de um verdadeiro espaço para ser único e exclusivamente seu.

Fora desta perspectiva, as relações parentais estarão fadadas a criar vínculos de dependência cujo resultado produzirá filhos que passarão a vida tentando reeditar os pais nos mais diversos aspectos, seja na profissão, no modo de se relacionar com a vida e de conceber o mundo, ou seja, repisando dores e amores que só trarão infelicidade e frustração.

Pude acompanhar, por muitos anos, filhas de alcoólatras casando-se com homens incríveis que logo se revelariam adictos, reiterando o mesmo comportamento de suas mães. Filhos reproduzindo comportamentos machistas dos pais e casando-se com mulheres submissas iguais as mães. Mulheres que só conseguiam se relacionar com homens comprometidos e homens que só se atraiam por mulheres possessivas. Mulheres encontrando um dependente emocional a cada esquina e homens esbarrando com parceiras manipuladoras por todos os cantos. Sem saber porque fazem estas estranhas seleções.

Quando perguntados(as) sobre as semelhanças entre suas escolhas e as relações que presenciaram no decorrer da vida, prontamente respondem não haver a menor correspondência.

Porém, com o passar do tempo e diante da possibilidade de ressignificar suas experiências mais íntimas como, por exemplo, a impotência vivenciada diante do sofrimento da mãe subestimada ou do pai humilhado, essas pessoas inevitavelmente encontravam a confirmação de que muitos deste afetos eram simplesmente ‘deslocados’ suas atuais ligações afetivas.

Conceberam, finalmente, que o amor vivenciado hoje carregava muitos traços daquilo que entendiam como a única relação possível entre seres humanos.

Se nossos protetores eram assim, então é assim que devemos nos manter, afinal.

Como se a conexão com o mundo e a preservação da identidade pessoal só fossem se concretizar se as escolhas confirmassem aquelas feitas pelos pais.

E isto pressupõe, dentro da corrosiva e enlouquecedora lógica familiar, que não devemos olhar para outras opções e que não podemos buscar alternativas diferentes para ser e sentir.

Será que você já leu o suficiente para que, neste instante, se pergunte se existem facetas da sua vida onde fica clara a reiteração dos exemplos herdados de mamãe e papai? Já havia pensado nisso?  Se não, aceitaria pensar agora?

Gosto muito da imagem do cordão umbilical posto que nela é notável a dependência visceral existente entre feto e mãe. Uma sensação de complementariedade e preenchimento que nunca mais experimentaremos.

Ora, esta experiência certamente é tão boa e gratificante que, ao sermos lançados para o mundo externo, choramos nos debatendo desesperadamente para que nos levem de volta àquele lugar seguro e quentinho, onde permanecemos abrigados por meses a fio e de onde jamais desejaríamos sair.

A partir desta inevitável separação, passamos a viver uma vigorosa busca deste vínculo exemplar representado por aquela sensação ancestral e maravilhosa da qual sentimos uma indescritível falta.

Em suma, quando corremos em busca do amor idealizado – e inatingível – fatalmente iremos esbarrar em frustrações inexoráveis que só nos levarão à mais decepções e desencantos.

No entanto, percebendo nossa singularidade e o quanto somos distintos de nossos parentes, poderemos nos permitir testar caminhos diversos, encontrando pessoas de verdade e, por isto, humanamente falíveis.

Diferentes das nossas fantasias, existirão seres reais, com suas qualidades, suas tramas e seus defeitos. Gente como a gente.

E daí, quem sabe, longe da precariedade dos amores que teimamos em repercutir, aproveitaremos relações mais leves e muito mais prazerosas.

Então, tenha coragem de mudar. Porque a felicidade da vida amorosa, necessariamente, passa por aí.

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– Eita, frio.

Frio e Vento. Assim está o sabadão…

Que nossa jornada (de trabalho ou de descanso) seja muito proveitosa!

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– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, sábado (4 de 4).

🌅 05h – Desperte, Bragança Paulista, bem branquinha pelas nuvens.

Que o sábado possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

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– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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