– Baleias e Resíduos no Mar: não dá certo…

A poluição dos mares é um problema muito sério, talvez não tratado como deveria.

Digo isso pela matéria abaixo (é do ano passado, mas a situação é recorrente). Mais claro o exemplo, impossível!

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/31/baleia-e-encontrada-com-40-quilos-de-plastico-no-estomago-nas-filipinas/

BALEIA É ENCONTRADA COM 40 QUILOS DE PLÁSTICO NO ESTÔMAGO

Não é a primeira, mas podemos lutar para que seja a última vez que uma baleia é encontrada morta devido à ingestão de plástico. Em abril do ano passado, uma cachalote faleceu na Espanha após comer 29 kg do material. Mesmo antes disso, um vídeo emocionante divulgado pela BBC já mostrava uma mãe-baleia carregando seu filhote morto depois de ingerir plástico. Agora, um animal da espécie foi encontrado nas Filipinas com 40 kg de resíduos no estômago.

Encontrada no último sábado, 16 de março, a baleia estava na costa da cidade de Davau, na ilha filipina de Mindanao. O corpo do animal foi resgatado pelos biólogos e voluntários do D’ Bone Collector Museum, um museu aberto em 2012 com o objetivo de educar as pessoas a cuidar do meio ambiente.

“A causa final da morte desta jovem baleia-bicuda-de-cuvier que resgatamos no dia 16 de março de 2019 são 40 quilos de sacos plásticos, incluindo 16 sacos de arroz, quatro sacos utilizados na plantação de banana e várias sacolas de compras”, diz uma publicação na página do Facebook do museu. A organização informa ainda que uma lista completa dos resíduos encontrados no corpo do animal será divulgada nos próximos dias.

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D’ Bone Collector Museum Inc.

– A renúncia dos bilhões da herdeira da BASF.

Aqui no Brasil, conhecemos a BASF através de inúmeras empresas, como a Suvinil, por exemplo. Mas o grupo químico alemão é enorme, e causou espanto a renúncia da herança de uma das netas de Trauld Vechiatto, a toda-poderosa do grupo.

O motivo de recusar 22 bilhões de reais?

A herdeira, Marlene Engelhorn, tinha como conceito de que não iria se sentir feliz!

Respeite-se!

– Jô e Sílvio Santos… que recordação!

Que legal: ainda repercutindo as homenagens do já saudoso Jô Soares, a emissora de SS reprisou o último programa do Jô no SBT (Jô Onze e Meia). Nele, há o destaque para o Show de Calouros, onde ele interpretou um dos seus inúmeros personagens.

Repare no visual e na jovialidade dos jurados naquele período. Também, lógico, num “jovem” Sílvio Santos.

Em: https://youtu.be/5khjGkl-Rqw

– Quando o presidente do time vai se reunir com o chefe dos árbitros, o que acontece?

Leio que o presidente do Atlético Mineiro foi (de novo) à CBF para conversar com Wilson Luís Seneme, o chefe dos árbitros (a informação é do GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2022/08/10/presidente-do-atletico-mg-se-reune-com-comissao-de-arbitragem-em-nova-visita-a-cbf-desabafei.ghtml). Detalhe: horas antes do decisivo confronto pela Libertadores da América. Estratégico, lógico.

Na primeira tentativa, no mês passado, Seneme estava reunido com os presidentes de comissões de arbitragens estaduais, e apesar de Sérgio Coelho (o presidente do CAM) ter dito que foi reclamar com ele, não houve conversa.

Nas semanas seguinte, a convite da CBF, os presidentes queixosos se reuniram com Seneme e Edinaldo Rodrigues, onde as reclamações foram feitas em “coletivo”.

Agora, o encontro foi particular, e o atleticano disse que desabafou e estava aliviado, pois Seneme ouviu tudo o que ele tinha a dizer.

– O que acontecerá agora?

  • Primeiro: todos os clubes reclamam que são prejudicados (todos MESMO). Ora bolas, se alguém é prejudicado, o adversário é beneficiado. E se TODOS são beneficiados, em algum momento, TODOS são beneficiados. E isso é ruim, pois não devem existir erros de compensação. Um pênalti não marcado no 1º minuto de jogo é um erro diferente do que um pênalti não marcado ao 89º minuto. Igualmente um atleta expulso no começo do jogo e outro ao final. Enfim: erros não se compensam pura e simplesmente e NEM DEVEM existir.
  • Segundo: Nas próximas rodadas, teremos os melhores árbitros nos jogos do Atlético, pois Seneme estará “precavido” de que não terá uma nova visita do dirigente.
  • Terceiro: Se o árbitro não estiver emocionalmente preparado, irá pensando: “Se eu errar contra o Galo Mineiro, vão ‘me encher o pacová’. Em dúvida, é melhor marcar ‘pra eles’ pois a queixa é menor”.
  • Quarto: Muitas vezes, se escolhe um “bode expiatório”, um árbitro para o sacrifício. Vide Palmeiras x Corinthians pelo Paulistão, onde inventaram Matheus Candançan, de 23 anos, para apitar antes de estar pronto. Simplesmente… sumiu!
  • Quinto: Sérgio Coelho e Leila Pereira infernizam com as reclamações de erros contrários (mas se calam com os erros a favor). Sendo assim, esperta do jeito que é, a Conmebol escalou um cara “rodado”, de fora, para descer do avião, apitar o jogo e ir embora: Wilmar Roldán. E se tiver queixa, que se virem no Brasil.

Insisto: nenhum dirigente se reune para dizer que foi favorecido e isso não é correto. Todos só pensam no seu umbigo, e isso é mais uma prova de que montar uma Liga no Brasil é ilusão (ao menos, nos moldes da Europa).

Seneme era mais feliz no apito do que como cartola, sem sombra de dúvida… embora deva ser muito melhor remunerado agora do que antes (sem dúvida também).

Brasileiro teria pedido punição rigorosa a Messi | Placar - O futebol sem barreiras para você

Imagem extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/brasileiro-teria-pedido-punicao-rigorosa-a-messi/, por Daniel Garcia/AFP.

– Cerveja é tão bom quanto água para o esportista, diz estudo.

Cada uma… Sempre ouvimos falar que o atleta não deve beber álcool, e que cerveja desidrata. Mas um novo estudo diz o contrário! Em quem confiaremos?

Cervejeiros de plantão, olha só o estudo, em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u591792.shtml

ATLETAS DEVEM BEBER CERVEJA TODO DIA, DIZ ESTUDO

Além de matar a sede e relaxar, a cerveja ajuda na recuperação após a prática esportiva. A afirmação é do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, que apresentou um estudo defendendo o consumo moderado da cerveja para os atletas como fonte de hidratação diária.

O estudo “Idoneidade da cerveja na recuperação do metabolismo dos desportistas”, apresentado nesta terça-feira (7), foi baseado em relatórios e pesquisas de especialistas em medicina, fisiologia e nutrição da Universidade de Granada com o aval do CSIC.

Segundo o documento, os componentes da cerveja ajudam na recuperação do metabolismo hormonal e imunológico depois da prática desportiva de alto rendimento e também favorece a prevenção de dores musculares.

A tese é defendida pelo cardiologista e ex- jogador de basquete da seleção espanhola, Juan Antonio Corbalán, medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles (1984).

O estudo foi realizado em dois anos e recomenda o consumo de três tulipas de 200 ml de cerveja (ou de 20 g a 24 g de álcool) para homens e duas para mulheres (10 g a 12 g) por dia; volume que os autores do relatório definem como moderada.

Cerveja ou suco de laranja

De acordo com os pesquisadores, a cerveja contém 95% de água e é a bebida alcoólica com menor gradação (5% em média). Uma tulipa de 200 ml possui 90 calorias, o mesmo que um copo de suco de laranja.

Para chegar a essa conclusão de consumo na dieta de desportistas, os cientistas fizeram pesquisas com 16 atletas universitários com idades entre 20 e 30 anos, em boa forma física e que alcançavam uma velocidade aeróbica máxima (VAM) de 14 km/h.

Além disso, todos deveriam ser consumidores habituais e moderados de cerveja, manter uma dieta mediterrânea, não ter hábitos tóxicos nem antecedentes familiares de alcoolismo.

Os testes foram feitos durante três semanas em baterias diárias de uma hora de corrida, sob calor de 35ºC, 60% de umidade relativa e duas horas de pausa para hidratação.

Nesse intervalo os atletas bebiam água ou cerveja (máximo de 660 ml), alternando as bebidas em cada pausa de hidratação para comparar resultados.

“Tão boa quanto água”

A conclusão foi que a cerveja permitia recuperar as perdas hídricas e as alterações do metabolismo tão bem quanto a água.

Os cientistas usaram parâmetros indicativos como: composição corporal, inflamatórios, imunológicos, endocrinometabólicos e psicocognitivos (coordenação, atenção, campo visual, tempos de percepção-reação, entre outros) para comprovar que o álcool não afetava a atividade de hidratação.

O estudo destaca ainda que a cerveja contém substratos metabólicos que substituem algumas substâncias perdidas durante o exercício físico como aminoácidos, minerais, vitaminas e antioxidantes.

Mas apesar desta defesa do consumo da cerveja, os pesquisadores espanhóis afirmam que o consumo nunca deve passar da moderação, porque o excesso de álcool não se metaboliza e, por isso, afeta o sistema nervoso central.

No caso dos desportistas a recomendação do relatório é beber durante as refeições. Nunca momentos antes de praticar exercícios nem logo depois.

O intervalo indicado para a cervejinha da hidratação é de duas horas antes ou depois de suar.

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Imagem extraída de: https://bardocelso.com/entenda-qual-a-importancia-da-agua-para-cerveja/

– Quanto menos reuniões, maior produtividade?

Menos reuniões, maior produtividade?

Por essa matéria da Forbes, aparentemente, sim! E talvez pela prática também, não?

Em: https://forbes.com.br/carreira/2022/08/reduzir-reunioes-traz-menos-gastos-e-mais-produtividade/

REDUZIR REUNIÕES TRAZ MENOS GASTOS E MAIS PRODUTIVIDADE

por Fernanda de Almeida.

Ao perceber o custo emocional e financeiro do excesso de reuniões, empresas começam a aderir ao “no meeting day”

“Mais uma reunião que poderia ter sido um email.” O meme provavelmente já passou pela sua cabeça ao sair de uma conversa improdutiva com sua equipe. Não à toa, os profissionais nos Estados Unidos ranquearam as reuniões como o motivo principal para acabar com a produtividade das equipes, mostrou um artigo da Harvard Business Review. As pessoas gastam hoje mais de 85% de seu tempo em reuniões, segundo uma pesquisa do MIT Sloan.

E as reuniões não têm apenas custo emocional, mas financeiro. A consultoria americana Bain & Company descobriu que uma única reunião presencial semanal de gerentes de nível médio em uma grande empresa custava à organização mais de US$ 15 milhões (R$ 78,21 milhões) por ano – entre custos pessoais como tempo de deslocamento dos funcionários e energia mental.

A Harvard Business Review desenvolveu uma calculadora que, com informações como tempo de duração, números de participantes e seus salários, simula o quanto custaria essa reunião – levando em conta, ainda, eventuais benefícios de contrato. Uma reunião semanal de uma hora com quatro pessoas, sendo três com salário de R$ 8,5 mil e uma com salário de R$ 13 mil custaria, anualmente, cerca de R$ 16 mil à empresa.

O excesso de reuniões afeta negativamente o bem-estar psicológico, físico e mental das pessoas. E o trabalho remoto piorou a situação, uma vez que as conversas que eram antes feitas num café ou no corredor viraram uma chamada no Zoom. “A reunião é importante quando proporciona troca de ideias, ou quando a pauta é mais complexa e pode gerar dúvidas”, diz Erika Moraes, gerente da consultoria Robert Half. “As trocas que existiam no trabalho presencial agora precisaram ser realizadas virtualmente.”

Dia sem reuniões

O problema é tão grande que gerou o movimento “no meeting day”, que começou nos Estados Unidos e consiste em definir um dia na semana em que reuniões não são permitidas na empresa. No Brasil, a Johnson & Johnson instituiu o “No meetings Friday”, em que os funcionários não devem agendar reuniões ao menos uma sexta-feira por mês. A farmacêutica Sanofi estabeleceu que às quintas-feiras os funcionários não podem agendar essas conversas com suas equipes internamente.

A pesquisa do MIT Sloan foi feita com 76 companhias globais que introduziram de um a cinco dias sem reuniões por semana. Com o espaço livre nas agendas, os funcionários relataram ter mais autonomia e menos estresse. Tirar um dia de reuniões por semana reduziu o estresse em 26% e não ter chamadas em nenhum dos cinco dias reduziu em 75%.

Os melhores resultados foram alcançados em empresas que tinham três dias sem reuniões na semana.

Uma pesquisa da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) mostrou alguns dos malefícios do excesso de reuniões virtuais para a saúde mental dos funcionários. Segundo o estudo, feito no final de 2020, 68,6% dos psiquiatras entrevistados aumentaram as prescrições de psicoterapia aos pacientes, que começaram a desenvolver quadros de estresse e ansiedade com o excesso de videoconferências.

Para economizar tempo, dinheiro e energia, antes de convocar uma reunião, faça uma análise de seus objetivos. Moraes elenca algumas perguntas a serem respondidas: Qual o tema e quem são as pessoas de fato interessadas no assunto? A reunião é para dar um recado? Se sim, ele é de impacto, vai gerar mais dúvidas ou é algo mais simples? O meu time está sobrecarregado? O quanto a reunião vai sobrecarregar ainda mais a equipe?

Não convide todo mundo

Não se preocupe em deixar alguém de fora caso o assunto não seja importante para essa pessoa. É mais respeitoso reconhecer que isso seria um desperdício do tempo dela. Também deixe claro o tema da reunião e se ela é opcional ou indispensável.

Os funcionários mais produtivos comparecem a menos reuniões e protegem suas agendas para se dedicar ao trabalho. Então também não se frustre se alguém não aparecer na chamada.

É importante mesmo?

Como organizador da reunião, se atente à importância dela e não tenha medo de cancelar caso não haja algo importante para discutir ou anunciar. “Especialmente no momento em que muitas equipes estão sobrecarregadas, é muito importante olhar com carinho para a agenda das pessoas”, diz a gerente da Robert Half. Mas lembre-se de cancelar com antecedência, em respeito às agendas dos outros.

Preparação

Quando as reuniões têm o objetivo de validar algum material, compartilhá-lo com a equipe previamente possibilita que todos já cheguem ao encontro com suas considerações.

Reuniões repetidas

Muitas vezes, temas de reuniões passadas são repetidos porque as pessoas não se lembram do que foi discutido. Para evitar que isso aconteça, é importante registrar o que ficou decidido e o que ainda deverá ser pauta de futuras conversas. Se ninguém estiver anotando, se ofereça para escrever uma ata da reunião e compartilhe com o resto do pessoal depois.

Comunicação aberta

Os líderes devem encorajar suas equipes a dar feedback e compartilhar suas frustrações. Assim, o time pode reconhecer reuniões improdutivas, repensar suas formas de interação e, se for o caso, transformar aquela reunião em um email mesmo.

Benefícios de reuniões profissionais | Espaço Fit Eventos

Imagem extraída de: https://espacofiteventos.com.br/por-que-realizar-reunioes-de-equipes-profissionais/

– Sol e flores.

O entardecer em meio ao canteiro de flores: que bacana!

Um pouco de sol para aquecer o dia gelado, em meio às avencas (vincas ou beijinhos) faz bem, né?

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– Hoje é dia do Diácono. Já parabenizou o da sua comunidade?

A Igreja Católica celebra hoje São Lourenço, mártir e padroeiro dos Diáconos. Veja que bela história, abaixo:

Extraído de: http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Os%20Santos%20do%20Dia/Santos%20do%20Mês%20de%20Agosto/10.08%20-%20São%20Lourenço,%20Mártir.htm

DIA DE SÃO LOURENÇO

No ano 257, o imperador romano Valeriano ordenou uma perseguição contra os cristãos. No início, parecia mais branda do que a imposta por Décio. Ela tinha mais uma conotação repressora, porque proibia as reuniões dos cristãos, fechava os acessos às catacumbas, exilava os bispos e exigia respeito aos ritos pagãos. Mas não obrigava a renegar a fé publicamente. Entretanto, no ano seguinte, Valeriano ordenou que os bispos e padres fossem todos mortos.

Lourenço, na ocasião, era o arcediácono, do papa Xisto II, isto é, o primeiro dos sete diáconos a serviço da Igreja de Roma. Dados de sua vida, anterior a esse período, nunca foram encontrados. Porém devia ter uma boa formação acadêmica, pois seu cargo era de muita responsabilidade e importância. Depois do papa, era Lourenço o responsável pela Igreja. Isso quer dizer que ele era o assistente do papa nas celebrações e na distribuição da eucaristia. Mas, além disso, era o único administrador dos bens da Igreja, cuidando das construções dos cemitérios, igrejas e da manutenção das obras assistenciais destinadas ao amparo dos pobres, órfãos, viúvas e doentes.

A partir do decreto de Valeriano, os bispos começaram a ser executados e um dos primeiros foi Cipriano de Cartago, que morreu em 258. Logo em seguida foi a vez de o papa Xisto II ser executado, junto com os outros seis diáconos.

Conta a tradição que Lourenço conseguiu conversar com o papa Xisto II um pouco antes dele morrer. O papa ter-lhe-ia pedido para que distribuísse aos pobres todos os seus pertences e os da Igreja também, pois temia que caíssem nas mãos dos pagãos. Lourenço foi preso e levado à presença do governador romano, Cornélio Secularos, justamente para entregar todos os bens que a Igreja possuía. Lourenço pediu um prazo de três dias, pois, como confessou, a riqueza era grande e tinha de fazer o balanço completo. Obteve o consentimento.

Assim, rapidamente distribuiu tudo aos pobres e, quanto aos livros e objetos sagrados, cuidou para que ficassem bem escondidos. Em seguida, reuniu um grupo de cegos, órfãos, mendigos, doentes e colocou-os na frente de Cornélio, dizendo: “Pronto, aqui estão os tesouros da Igreja”. Irado, o governador mandou que o amarrassem sobre uma grelha, para ser assado vivo, e lentamente. O suplício cruel não demoveu Lourenço de sua fé. Segundo uma narrativa de santo Ambrósio, Lourenço teria ainda encontrado disposição e muita coragem para dizer ao seu carrasco: “Vira-me, que já estou bem assado deste lado”.

Lourenço morreu no dia 10 de agosto de 258, rezando pela cidade de Roma.

A população mostrou-se muito grata a são Lourenço, que, pelo seu feito, é chamado de “príncipe dos mártires”.

Os romanos ergueram, ao longo do tempo, tantas igrejas em sua homenagem que nem mesmo São Pedro e são Paulo, os padroeiros de Roma, possuem igual devoção.

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Extraído de ACI Digital

– O mau momento da arbitragem brasileira na Libertadores da América (e em outros torneios internacionais).

Dias atrás, ouvi que “não temos tantos árbitros brasileiros na Libertadores pois temos muitos times disputando títulos”

Calma lá! É uma verdade parcial. Nos últimos tempos, como no Maracanã (estando em solo brasileiro), com dois brasileiros decidindo título (Palmeiras x Santos), a Conmebol precisava dar um caráter continental à competição (e tem sido assim em alguns jogos). Mas lembremo-nos de grandes clássicos brasileiros no torneio, onde brasileiros foram escalados normalmente e sem discussão (lembram de Corinthians x Palmeiras com Edilson Pereira de Carvalho, decidido nos pênaltis)?

A prova de que esse (o excesso de brasileiros) não é o grande problema, mas sim a qualidade técnica, é o seguinte número: de 1990 para cá (32 anos), tivemos apenas 3 arbitragens brasileiras em finais de Taça Libertadores da América. Ou seja, não foram 29 decisões com brasileiros versus estrangeiros na final (River x Boca, por exemplo, em 2018, tivemos no jogo de ida Roberto Tolbar-CHI e na volta Andrés Cunha-URU). Considere ainda o desastre pior: dessas 29 partidas, apenas 3 foram em formato de jogo único (ou seja, nas outras 26 edições, foram 52 jogos). Desconsiderando as que envolveram brasileiros, ainda assim o número é altíssimo.

Os últimos árbitros brasileiros escalados: José Roberto Wright em 1991 (Colo Colo-CHI vs Olímpia-PAR), Márcio Rezende de Freitas em 2001 (Cruz Azul-MEX vs Boca Jrs-ARG, com erros relevantes de arbitragem a favor dos argentinos da Conmebol e contrários aos mexicanos da Concacaf) e Sandro Meira Ricci em 2014 (San Lorenzo-ARG vs Nacional-URU).

E não devemos nos restringir a apenas isso: Na Copa dos Campeões Europa-América do Sul, organizada conjuntamente pela UEFA e Conmebol (chamada de “Finalíssima”), disputada por Itália vs Argentina em Wembley, onde o estádio era europeu e o árbitro sul-americano (olha a chance de um brasileiro ser escalado), apitou a final o chileno Piero Maza. Nem aí conseguimos aparecer!

Nos anos dourados (ou politicamente fortes) da arbitragem brasileira, tivemos Arnaldo e Romualdo apitando as decisões de Copas do Mundo de 1982 e 1986. Depois disso, Elizondo e Pitana da Argentina reinaram (abrindo e fechando o Mundial).

E na Copa do Mundo de Clubes da FIFA? Nas 18 edições (não tivemos brasileiros jogando a final em 18 delas…) apenas Sandro Meira Ricci teve a honra de representar o país numa final, em 2013, no Bayern x Raja Casablanca.

A questão é: a coisa lamentavelmente tá feia… o descrédito é grande!

O que fazer? Talvez repensar os conceitos e “cair na realidade”. Por exemplo: dizer a Anderson Daronco que não temos a melhor arbitragem do mundo, como ele disse que tínhamos na Rede Globo.

Imagem extraída de: http://blogalemdoapito.blogspot.com/2019/09/

– Temos cores?

Não teve sol, tampouco espelho d’água na manhã desta 4ª feira chuvosa e fria. Mas há cores por aqui: as flores bem cuidadas do entorno do Lago do Taboão não me desmentem!

Como deixar de achar belo?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Manacás Floridos.

A beleza dos manacás tão floridos nesta época do ano! Apesar do cinza do céu, tudo colorido nas árvores e no chão.

Eu me encanto com a natureza em qualquer tempo e lugar.

🌺 📸 🌳 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– E o Flamengo?

O Mengão está jogando muita bola, não?

Dificilmente ele não será finalista da Libertadores. E mesmo com “o freio de mão puxado”, ontem (contra o Corinthians), está sobrando.

A questão é: teremos uma revanche entre Palmeiras x Flamengo nesse ano? Seria sensacional!

Matriz De Bordado - Escudo Flamengo - Bordando Na Prática

Imagem extraída de: https://bordandonapratica.com.br/produto/matriz-de-bordado-escudo-flamengo/

– Corra que faz bem!

Yeah! E mais um treino finalizado hoje (6k na esteira), controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/