– Deflação?

A Economia registrou deflação de 0,73% neste último mês. Em tese, os preços caíram devido a queda do valor do combustível.

  • Você sente isso no seu bolso?

Quando a inflação era “meio porcento”, eu só via aumento nos mercados e sentia a alta “muito maior”. Agora, na queda, parece tudo igual.

Ou somos nós que ganhamos pouco?

– A Síndrome da Vítima Eterna.

Vivemos dias difíceis, de eternos desafios e muitas dúvidas. A “cabeça” muitas vezes não funciona legal, e há aqueles que acabam se vitimizando.

Entre ser vítima e permanecer vítima, há algumas diferenças. Compartilho esse artigo interessantíssimo, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/08/30/a-sindrome-da-eterna-vitima/

A SÍNDROME DA ETERNA VÍTIMA

Por Heloísa Lima

“Quem esperou, como eu,
Por um novo carinho
E viveu tão sozinho,
Tem que agradecer.
Quando consegue do peito
Tirar um espinho,
É que a velha esperança
Já não pode morrer
.”

In: Onde a Dor Não Tem Razão– de Paulinho da Viola

Imagem Movimento Psicopata 2

Uma das relações mais difíceis e corrosivas que existem, no meu ponto de vista, é aquela que envolve um inesquecível tipo denominado Eterna Vítima.

Certamente todos nós já nos deparamos com uma Eterna Vítima de algo, de alguém ou de alguma circunstância.

Dentre as várias que conheci, teve uma amiga que perdeu o marido de forma inesperada e trágica. Ele estava indo visitar os pais e os irmãos, em uma outra cidade, quando teve o carro colhido de frente por uma carreta desgovernada. O fato da morte ter sido instantânea não aplacou a descomunal dor que alcançou todos nós.

Como eram bastante próximos, compareci ao velório e pude observar algo provavelmente imperceptível aos olhares menos atentos.

Minha amiga, ali, tornara-se o centro de todas as atenções e, ainda que pudesse compreender seu padecimento, percebi que só ela se lamentava. E apenas sobre a própria dor.

Parentes se revezavam para lhe fazer companhia, preocupados e solícitos. Traziam água, lanches, cafezinhos e abraços a todo o momento, enquanto ela, descontrolada, chorava pelo companheiro.

Notei que ali, próximos a ela, permaneciam solitários os pais e os dois irmãos da vítima. Pareciam contidos numa dor profunda, interna e desprovida de alardes. Silenciosos diante daquela espécie de histeria demonstrada pela esposa logo ao lado.

Nos dias e meses seguintes as coisas apenas pioraram. Era impossível ligar para saber da família, sem que ela tomasse o telefone para contar o quanto ainda sofria e tudo o que tinha que organizar e deixar em dia. Reclamava que ninguém a ajudava, que a família dele teimava em lhe criar problemas, que sua mãe resolvera adoecer justo naquele período, que o frio estava insuportável e que ninguém deveria ser obrigado a ter força como ela.

Do parceiro perdido, nenhum comentário. Nada sobre saudade, amor ou falta.

Seu nome e suas histórias simplesmente desapareceram das conversas, a não ser para recordar datas de missas que, por sinal, foram todas encomendadas.

Outro casal, conhecido meu, perdeu o filho para um suicídio que ocorreu diante de toda a família, quando o jovem, de 18 anos, se jogou da janela da sala, enquanto todos, desesperados, tentavam segurá-lo. Infelizmente, não foi possível impedir seu gesto.

O fato é que, apenas durante o funeral, foi possível comentar sobre o ocorrido que atingiu todos de maneira brutal. Pais, irmãos, tios, tias, avós, enfim, todos os familiares e amigos ficaram chocados com o trágico desfecho e demonstravam total empatia em relação aos pais e irmão do garoto.

Ocorre que, poucos dias depois, o assunto foi transformado num verdadeiro e estranho tabu. Uns foram avisando aos outros sobre a proibição de mencionar o ocorrido ou o nome do primogênito.

E a partir daquilo, por ordem dos pais, sua morte tornava-se assunto absolutamente proibido.

Ocorre que a avó paterna, última a falar com ele – já que o mesmo tentara conversar com o avô, que estava no banho, minutos antes de se atirar para a morte – permanecia inconsolável.

Ela, por ser idosa e se encontrar bastante doente, não parava de falar sobre a ocorrência, culpando-se por não ter interrompido o banho do marido. Na sua fantasia, aquele contato teria salvado a vida do rapaz.

Deste modo, aonde estivesse, expunha seu sofrimento aos prantos e falava, sempre com muito amor, sobre este que fora seu primeiro neto, talvez como um jeito de expiar o próprio pesar ou de tentar entender tão radical atitude.

Porém, a nora vivia como quem possuía o poder de controlar tudo, censurando qualquer menção ao fato.

Quando soube que a sogra – justamente no dia em que ela e o marido a acompanhavam no exame de mapeamento do câncer – havia contado a triste passagem à enfermeira ali presente, o casal imediatamente decidiu cortar contato com a velha senhora e com seu pobre marido também.

Portanto, pelos anos seguintes o casal deixou de se relacionar com os velhos e, anteriormente, tão próximos parentes, largando o cuidado destes nas mãos de sua única filha.

Por anos a fio os avós sofreram com a ausência do filho querido, provocada por uma incompreensível falta de empatia.

No final, o tão almejado reencontro só ocorreu quando do falecimento de ambos, com poucos dias de diferença.

O que vemos de semelhante nestes dois exemplos é uma notável supressão de humanidade.

A verdade é que ninguém gosta de ficar perto de pessoas que se fazem de vítimas. Ainda que não seja legal julgá-las ou condená-las, confesso que, pessoalmente, acho difícil demais este tipo de convivência.

Todos entendemos que coisas indesejáveis ou muito ruins, lamentavelmente, podem acontecer na vida de qualquer um de nós. E ninguém deseja isso nem para si, muito menos para aqueles que amam.

O fato é que você pode vir ser vítima de uma fraude, por exemplo, ou de um crime ou, até mesmo, de uma agressão sexual. Pode ter sofrido traumas na infância ou no decorrer da vida. Ninguém escapa de tempos ruins.

E se, por alguma razão, você imaginar que podia ter evitado a dor e que toda a responsabilidade dela cabe à você, saiba que está redondamente enganado/a.

Também será perfeitamente normal sentir pena de si mesmo de vez em quando ou, ainda, sentir-se impotente diante de um desafio como uma perda ou um divórcio.

O nome deste sentimento é auto piedade. 

Contudo, permanecer grudado/a ao status de vítima, ainda que de forma velada, pode significar que você se tornou dependente da pena das outras pessoas e que se acostumou de ver todas as suas faltas justificadas e todos os seus deslizes perdoados.

Isto pode parecer altamente viciante, não é?

Afinal, se ninguém tem coragem de lhe criticar quando até você sabe que merece, se não lhe cobram o que está claro que deve, se não precisa ter obrigação de fazer coisa alguma e tudo passa a ser legitimado pela eterna dor que talvez nem sequer sinta e que finge tentar esconder, então você, decididamente, é deveras manipulador/a e sabe muito bem disto, certo?

O trauma não aconteceu apenas com você, ele se converteu em quemvocê é.

Logo, você não pretende sair do trauma porque escolheu se apegar a ele feito um náufrago diante de um pedaço de isopor.

O tornou parte da história que você vive para contar e recontar incansavelmente.

A Eterna Vítima, no fundo, decidiu paralisar sua própria história, se concebendo incapaz de caminhar em frente, embora finja que segue adiante.

Aprendeu que só obterá atenção e amor se continuar sendo objeto de compaixão.

Seu indisfarçado ‘pobre de mim‘ inegavelmente continuará sendo usado para que os outros sejam forçados a aceitá-lo/a como é, mesmo se isto não for nada justo. 

E quem deseja ter pessoas ligadas a si por pena ou culpa? Quem vai querer viver algo tão insuportavelmente exigente, onde um drena enquanto o outro se deixará sugar?

Pode nascer uma relação saudável daí? Eu, honestamente, mantenho sérias e profundas dúvidas acerca desta possibilidade.

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– Quando somos fracos, devemos ser fortes!

Vejam só que reflexão encorajadora trazida pelo Blog “Oração e Reflexão – O amor de Deus”: Ele não me quer “parcialmente íntegro”, Ele deseja minha integridade e felicidade plenas, superando meus medos com a ação do Espírito Santo como auxílio. Além disso, ser humilde e reconhecer o quão falho sou é fundamental para o crescimento espiritual e o entendimento de que nossas fraquezas podem nos auxiliar no desenvolvimento cristão.

Abaixo, extraído de: https://oracaoereflexao.wordpress.com/2020/08/11/deus-me-convida-a-superar-meu-medo-de-fracassar-e-buscar-a-fortaleza-na-fragilidade/

DEUS ME CONVIDA A SUPERAR MEU MEDO DE FRACASSAR E BUSCAR A FORTALEZA NA FRAGILIDADE

Mt 18,1-5.10.12-14
Naquele tempo: Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.

Reflexão: Uma pergunta desse Evangelho ressoa em mim: Quem é o maior no Reino dos Céus? Quem é o maior na minha vida? O que tem sido maior em mim? A dor? A dúvida? A fé? A esperança? O que tem que ser maior para que o Reino dos Céus aconteça, na minha vida, na vida do outro, na Igreja, no meu trabalho, nos meus estudos?

Pra responder essa pergunta Jesus chama uma criancinha. A lógica do Reino é muito diferente. A força vem de onde menos se espera. O mais humilde é o maior. E eu experimentava da parte de Deus um convite muito forte a olhar pra minha fragilidade. Um chamado a reconhecer que a minha força pode vir dessa fraqueza. Por mim, eu deixaria a fragilidade escondida, esquecida. Mas Deus quer falar disso agora. Deus me convida a superar meu medo de fracassar e buscar a fortaleza na fragilidade.

Do jeito que Jesus fala, parece óbvio que qualquer um vai deixar as 99 ovelhas e sair em busca da ovelha perdida. Será que estou disposta a buscar minha ovelha perdida? Ou prefiro ficar com as minhas 99 seguranças? O tom de obviedade que Jesus usa me faz perceber o quanto Ele deseja que eu seja íntegra, que eu não me contente com as 99 na mão. A vontade de Deus é que eu seja 100%, é que eu me torne uma pessoa integral, completa! É muito amor e delicadeza do Pai ir atrás do que eu deixaria passar batido. Nada em nós passa batido pra Deus.

Que na oração de hoje, deixemos que nosso coração se aqueça com o desejo profundo do Pai de que não se perca nenhum. Que TODOS estejam na festa do Reino e que TUDO em mim esteja integrado.

Pollyanna Vieira, Bacharel em Estatística – Família Missionária Verbum Dei – FamVD

Fonte: https://lectionautas.com.br/que-nao-se-perca-nenhum-mt-181-5-10-12-14/

A força que vem de Deus

Fonte: https://www.mensagensdeconforto.com.br/forca-fe/

ORAÇÃO

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em nós, falas em nós, rezas em nós, ages em nós. Te pedimos: ajuda-nos a fazer espaço às tuas palavras, à tua oração, para que possamos conhecer o mistério da vontade de Deus na história. Acende em nós aquele mesmo fogo que ardia no coração de Jesus, quando ele falava do reino de Deus. Somente tu, Espírito Santo, podes acendê-lo e a ti, portanto, apresentamos a nossa fragilidade, a nossa pobreza, o nosso coração apagado, para que tu o reacendas com o calor da santidade da vida, do amor fraterno e da potência do Reino. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_14.html

– Arbitragem para a Copa do Brasil.

Ramon Abatti Abel, que tem se destacado no Brasileirão, apitará Corinthians x Fluminense. Anderson Daronco, pela enésima vez, apitará uma confronto envolvendo São Paulo x Flamengo. Ambos ficaram concentrados desde 2ª feira no RJ.

Ramon tem uma trajetória idêntica a de Sandro Meira Ricci no começo de carreira. Na época, o chefe dos árbitros da CBF, Sérgio Corrêa da Silva, estava com problemas de desempenho dos seus FIFAs. Então, para os jogos mais difíceis, escalava o aspirante Ricci (que estava na melhor fase da sua carreira e realmente estava apitando muito bem). No ano seguinte, Ricci entrou para a FIFA e caiu na mesmice. Tomara que Ramon mantenha seu ritmo atual e evolua.

Daronco, depois da confusão com o Palmeiras no Ceará, foi poupado dos holofotes para ser aproveitado nessa fase. É nítido que fez um trabalho de recuperação física e descansou a imagem (assim como um artista de novela sai de cena para evitar desgastes). A única coisa é: quantos jogos entre Fla x SPFC ele já trabalhou nos últimos anos?

Pela “lógica das escalas”: Jean Pierre “Vin Diesel” no Maracanã para Corinthians x Fluminense e Wilton Sampaio no Flamengo x São Paulo? Talvez. Assim, se Abatti for bem, se garante no primeiro jogo da final e, se tivermos confrontos entre paulistas ou entre cariocas, Claus na finalíssima (só não vai se a final for um RJ-SP).

Desejo uma ótima arbitragem para a noite. Pena que os dois jogos sejam no mesmo dia, poderia uma das partidas ter sido marcada para a 5ª feira.

Imagem: print de tela do Google.

– Pétalas Sensíveis.

🌼 Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nosso dia!

Jardinagem é um ótimo passatempo!

🌸📸🌹 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Pouco se repercutiu: morreu Cutrale, o bilionário “Rei da Laranja”.

José Luis Cutrale, o “Rei da Laranja”, faleceu há 15 dias. Sua riqueza, segundo a Forbes em 2021, era de R$ 12,5 bilhões! O processo sucessório dele na sua empresa está definido pelos filhos que, todos discretos, nem Redes Sociais têm!

Abaixo, extraído de: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/08/quem-sao-os-herdeiros-do-imperio-do-agronegocio-de-jose-luis-cutrale/?amp

QUEM SÃO OS HERDEIROS DO IMPÉRIO CUTRALE

O empresário José Luis Cutrale morreu na última quarta-feira (17) em Londres, aos 75 anos, deixando três filhos frutos de seu casamento de 50 anos com Rosana Falcioni Cutrale. Agora, os herdeiros têm a missão de administrar um verdadeiro império do agronegócio — que rendeu ao pai o título de “rei das laranjas”. 

Dono da maior exportadora mundial de suco de laranja, a Cutrale, o empresário comandava, ao lado dos filhos, a empresa fundada por seu pai, José Cutrale Júnior (1926 – 2004). Ele também era dono, junto ao Grupo Safra, da Chiquita Brands, uma das maiores empresas agrícolas do mundo. 

Graças ao sucesso nos negócios, José Luís Cutrale deixou um patrimônio avaliado atualmente pela Forbes em R$ 9,2 bilhões. Em 2021, ele apareceu no 31º lugar da lista de bilionários brasileiros da Forbes Brasil em 2021 com fortuna estimada de R$ 12,5 bilhões. Ele também ocupou a 1.579ª posição na lista mundial de bilionários da Forbes, que inclui apenas as pessoas que têm patrimônio superior a US$ 1 bilhão.

Nascido em São Paulo em 17 de setembro de 1946, ele começou a trabalhar desde cedo com seu pai no Mercado Municipal da Cantareira, em São Paulo. Posteriormente, ingressaram na atividade de plantio e cultivo de laranjas e, vinte anos mais tarde (1967), fundaram a empresa que se tornou conhecida mundialmente.

Quem são os herdeiros da fortuna?

Temendo pela sua segurança, a família Cutrale mudou-se para Londres em 2006 e, atualmente, os três filhos possuem casas em diferentes países da Europa. 

José Luís Cutrale Júnior, de 49 anos, e José Henrique Cutrale, de 48, nasceram na Itália e moram na Suíça. A caçula, Graziela Cutrale, de 46 anos, nasceu no Brasil, mas se mudou para a Inglaterra, segundo informações do site de notícias do Reino Unido Endole. 

Os três irmãos trabalham na Europa e ocupam cargos de direção na Chiquita Holdings. Discretos como o pai, nenhum deles possui perfil em redes sociais e eles não costumam se pronunciar publicamente. 

Após a morte de Cutrale, seus filhos assinaram uma nota conjunta lamentando a perda do patriarca e o enaltecendo como grande líder dos negócios. 

“É com muita tristeza que comunicamos o falecimento de nosso querido pai, professor e mentor, José Luis Cutrale, ocorrido na data de hoje por causas naturais. […] Com muito esforço e dedicação, ele, ao lado de seu pai, transformou o nome da família em sinônimo mundial de suco de laranja”, afirmaram os herdeiros.

“Ao longo de sua carreira, empreendeu com sucesso nos ramos de laranjas frescas, sucos de laranja, grãos, logística, bananas, saladas, condimentos, refrigerantes, snacks, imobiliário, financeiro e de saúde.”

“Pessoa de poucas palavras e grandes compromissos, de fácil trato, brilhante nos negócios, lutador incansável, nosso pai pautou sua vida pela gentileza e respeito ao próximo, trabalho árduo, honestidade, humildade e discrição, valores esses que nos transmitiu para que junto com seus seis netos perpetuamos o seu legado familiar e empresarial. Deixa sua família, amigos, colaboradores e parceiros com saudade eterna e grandes recordações”, escreveram os irmãos.

Drew Angerer/Getty Images

Drew Angerer/Getty Images

– Amanhecendo.

Sol que me anima e me ilumina!

Tenhamos todos uma ótima quarta-feira, com a beleza da natureza.

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