Nossas orquídeas estão abrindo. As primeiras flores da temporada desabrocharam!
Para bem recebê-las, um pouco de água para suas pétalas. E com esse tempo seco, até eu quero entrar embaixo do regador…
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Uma matéria interessante da Isto É: cai o consumo de bebidas dos jovens entre 18 e 24 anos, que estão mais comportados e pensando em coisas mais importantes!
Em: https://istoe.com.br/uma-juventude-mais-comportada/
UMA JUVENTUDE MAIS COMPORTADA
Pesquisa revela que os jovens estão consumindo menos álcool. As causas são relativas à Covid, mas não só. Eles estão preocupados com os estudos e com o futuro profissional
Na letra da música Como nossos pais de Antonio Belchior (1946-2017), há um trecho no qual se afirma que “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. No que diz respeito ao contexto político talvez a afirmação seja verdadeira, acontece, no entanto, que existe uma importante mudança na sociedade quando o assunto é o consumo de bebidas alcoólicas. Uma recente pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que o consumo de álcool pela primeira vez foi reduzido entre os jovens na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade. A pesquisa chamada Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), índica que o consumo abusivo de álcool caiu de 25% para 19,3% da população de homens e mulheres. Há sete anos o percentual não ficava abaixo de 20%. Nesse caso tratam-se de pessoas que declaram ingerir sessenta gramas ou mais de álcool, o equivalente a pelo menos quatro doses, em uma única ocasião, ou ao menos uma vez por mês.
A constatação de que a juventude tem deixado o álcool de lado foi realizada no período da pandemia. A situação retratada é positiva dado que a droga é lícita, mas causadora de diversos problemas de saúde, além de alterações comportamentais. O dado do estudo insere o Brasil numa tendência mundial de queda do consumo de bebidas alcoólicas que começou no inicio dos anos 2000. Isso foi observado na Austrália, Reino Unido e em países nórdicos, principalmente. “É uma boa notícia, mas é necessário ter mais medições que confirmem a tendência”, afirma Arthur Guerra, psiquiatra e presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). Os motivos para a queda da ingestão de bebidas alcoólicas são diversos. Além da pandemia, quando a curtição em festas teve que ser contida e fez aumentar o convívio familiar e a vigilância dos pais, houve, por parte dos jovens, a preocupação com os estudos e com o futuro profissional. “É nesse balanço que ocorreu a redução do consumo etílico”, diz o médico.
É o caso Victor Dako, de 20 anos de idade, paulista de Guaratinguetá. Ele conta que bebia cachaça e vodca de três a quatro vezes por semana, no período em que cursou o ensino médio, entre os anos de 2016 e 2018. “Quando veio a Covid reduzi drasticamente a ingestão de bebidas”, conta. Dako explica que decidiu trocar o álcool pelos estudos. Ele alcançou o objetivo, conseguiu passar no vestibular e está cursando psicologia. Espera-se agora, que as próximas pesquisas confirmem que a queda do consumo de álcool é uma tendência.
Para um dia bonito como o de hoje (apesar da manhã “feinha”), flores bonitas para encantar!
E o que dizer dessa roseira tão bela? Caprichei no clique:

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora
E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem! E meus motivos para praticar exercícios eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/


Em 18 de julho de 1918, na localidade de Mvezo, África do Sul, nascia um dos maiores líderes mundiais de todos os tempos: Nelson Rolihlahla …
Continua em: HOJE É O DIA DE NELSON MANDELA
🌅 05h30 – Desperte, Bragança Paulista, com muitas nuvens.
Que a segunda-feira possa valer a pena.
(E há de valer, bem como toda a semana – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).
Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas (com duas cores).
Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Padroeira do Brasil:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics #Nike
Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4
Trabalhei, simplesmente. Não deu pra descansar… mas tudo bem, fiz muita coisa – e todas que eu gosto.
Até amanhã.

Beautiful Unique Xhosa African Idioms Proverbs with historical background, explained. Kukuza kuka Nxele. / Yimbini yezolo yakwa Gxuluwe. The post …
Continua em: Unique African Xhosa Idioms and Proverbs
Boa arbitragem de Wagner Magalhães no Estádio Independência! Jogo pouco faltoso, sem lances polêmicos, com os atletas colaborando. E algo maravilhoso: não teve polêmica com VAR!
O árbitro de vídeo só foi acionado uma vez, e manteve-se (com correção) a decisão de campo.
Ah se todo jogo de futebol fosse assim…
Grande vitória do Massa Bruta em cima do Coelho fora de casa. Aliás, 7 gols marcados e nenhum sofrido nos últimos dois jogos.
Você faz uso do celular durante o período de trabalho?
Pois saiba: você pode perder seu emprego por justa causa!
USAR CELULAR NO TRABALHO PODE PROVOCAR A SUA DEMISSÃO?
Usar celular no trabalho pode gerar demissão. E mais: por justa causa. Nos casos mais graves, que já foram parar nos tribunais, os empregadores alegam que o uso do aparelho era proibido e os ex-funcionários sabiam das regras. Ainda não há, em instâncias superiores da Justiça, o registro de dispensas causadas pelo uso excessivo do eletrônico nas empresas onde o celular está (parcialmente) liberado. Especialistas ouvidos pelo UOL, no entanto, afirmam que é uma questão de tempo até isso começar a acontecer.
O motivo é simples. Cada vez mais viciados nos smartphones, os usuários não conseguem desgrudar seus olhos e dedos da tela –estejam eles em casa, em trânsito, em aula, em situações sociais e também no trabalho. Estudo divulgado em junho pela empresa norte-americana OfficeTeam aponta que funcionários de escritórios gastam em média 56 minutos por dia –ou cinco horas por semana– usando o celular no ambiente profissional para fins pessoais. Se considerado só o grupo de 18 a 34 anos, o intervalo passa para 70 minutos para cada dia de trabalho.
Na prática é o empregado que, protegido pelas fronteiras das baias, divide a atenção entre tarefas profissionais e o WhatsApp. Ou o médico que, antes de começar o atendimento, passa segundos hipnotizado pela tela –comentando em seguida algum absurdo do grupo de família. O caixa de supermercado, que esconde o aparelho sob o suporte para máquina de cartões, navegando enquanto o cliente digita a senha. O vigilante da rua, mais atento ao Facebook do que às movimentações do mundo offline. O manobrista, que prioriza os memes aos motoristas. A manicure, dividida entre cutículas e updates.
E até a protagonista da Globo, que por descuido levou o smartphone a uma cena de novela ambientada em 1821 (um spoiler de como seria o mundo dali a 200 anos).
DESAFIO EXIGE EQUILÍBRIO E FLEXIBILIDADE
Existe o outro lado, claro, vantajoso para o empregador. Com tantas ferramentas digitais de comunicação, o expediente não acaba quando o trabalhador vai para casa: o smartphone aumenta muito o tempo em que o empregado está disponível. Por isso Edna Bedani, diretora-executiva de aprendizagem e conhecimento da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), aponta “flexibilidade” e “equilíbrio” como palavras-chave ao lidar com esse novo desafio no ambiente profissional.
“O uso do celular no trabalho para fins pessoais tem incomodado, mas veio para ficar. Portanto, é preciso encontrar um equilíbrio. Se o uso for proibido, o funcionário pode não atender uma ligação profissional após o expediente, por exemplo. As empresas precisam ser flexíveis, e os funcionários precisam estar atentos para o celular não atrapalhar suas entregas, sua relação com os colegas nem sua saúde.”
Sobre este último item, a especialista dá o exemplo de transtornos da era digital, como o Fomo (fear of missing out, ou medo de perder algo se ficar sem acesso ao celular) ou a sensação equivocada de que o aparelho está tocando.
O QUE DIZ A JUSTIÇA
O desafio não pode ser tratado da mesma maneira para lidar com diferentes profissões. O juiz Fábio Augusto Branda, do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, exemplifica: pessoas que trabalham em laboratórios podem comprometer as análises caso manipulem celulares, extremamente sujos. Em áreas de segredo industrial, smartphones podem facilitar a captura de dados sigilosos. Render um vigilante fica mais fácil se ele não estiver atento ao ambiente, mas sim à tela do aparelho. Ligado no WhatsApp –situação testemunhada pela reportagem–, o caixa do supermercado aumenta as chances de erro enquanto passa as compras do cliente.
“O ideal é estabelecer o que é ou não permitido no trabalho, pois regras não escritas podem causar mal-entendidos. Se elas não existirem, vale o bom senso: o funcionário é pago por seu tempo e, se estiver trocando mensagens pessoais durante o expediente, não está trabalhando”, explicou o juiz, que ainda não julgou casos deste tipo, mas afirma que eles devem se tornar cada vez mais comuns.
Para ele, deve ser levado em conta se este uso atrapalha o rendimento do funcionário, se aumenta suas chances de distração e se compromete a segurança de alguma forma.
Segurança foi o que sustentou a demissão por justa causa de um serralheiro de Maringá (PR). Em fevereiro de 2017, o TRT do Paraná manteve esta decisão da vara de Maringá, sob alegação de que o uso do celular durante o horário do expediente descumpria uma regra de segurança da empresa. A determinação diz que ele havia sido advertido várias vezes sobre esta proibição, pois sua função envolvia manipulação de máquinas de corte, de polimento e soldas, além de produtos químicos com algum grau de toxicidade.
REGRAS PRECISAM SER CLARAS
Claudinor Barbiero, professor de direito trabalhista da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Campinas, reforça a importância de as regras serem claras. Isso pode estar previsto no contrato de trabalho ou em uma circular apresentada a todos os funcionários, logo que admitidos na empresa. Sua opinião, no entanto, vai de encontro com a importância da flexibilização destacada anteriormente. “Cabe ao empregador definir se o uso do celular é permitido ou não. A flexibilização dificulta esse controle. Quando pode? Quanto tempo pode? Esses são pontos mais difíceis de serem determinados.”
Mas, se não pode, não pode. Tanto que a proibição do uso já respaldou outra demissão por justa causa –desta vez, de um operador de telemarketing. “Ele sabia que estava infringindo norma da empresa que vedava o acesso ao ambiente de trabalho com o aparelho e foi dispensado por insubordinação e indisciplina”, diz a determinação do Tribunal Superior do Trabalho, de 2015.
Na ocasião, o funcionário alegou que não havia guardado o aparelho em um armário para objetos pessoais, pois de lá já haviam desaparecido objetos de valor. A decisão respondeu que o empregado não poderia “fazer uso arbitrário de suas próprias razões e deixar de cumprir as normas da empresa”.

Imagem extraída de: https://www.contabeis.com.br/noticias/41316/empresas-podem-proibir-o-uso-do-celular-no-ambiente-de-trabalho/
Em 17 de Julho de 1994, a Seleção Brasileira conquistava a Copa do Mundo dos EUA!
Seleção de futebol pragmático e que quase não se classificou. Parreira teve que trazer a contragosto Romário (que havia brigado com ele desde que foi reserva de Müller, contra a Alemanha, em Porto Alegre). No Maracanã, contra o Uruguai, o Baixinho chamou a responsabilidade pra si e carimbou-se ali o passaporte.
Duas coisas marcantes daquele Mundial: o baixíssimo nível técnico da competição e o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio, na final.
Puxa, voltamos aos anos 90 na memória ao escrever tudo isso…
Imagem extraída da Internet. Quem conhecer a autoria, favor indicar para crédito na postagem.
A natureza e suas cores incríveis!
Não é que o laranja combinou muito bem com o azul e o verde?
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No Evangelho deste domingo, vemos Marta e Maria recebendo Jesus em sua casa. Na mensagem: uma está preocupada com as coisas mundanas, e a outra, com as coisas espirituais.
Cristo nos traz uma perturbação: preocupamo-nos demais com coisas bobas, desrespeitamos o próximo, ficamos presos ao materialismo do mundo, ou nos dedicamos às coisas que valem: o amor, a paz, o perdão…?
Abaixo:
EVANGELHO Lc 10,38-42.
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 38Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. 39Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra.
40Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”
41O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. 42Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Imagem extraída de: https://disselhesjesus.blogspot.com/2016/04/contemplando-deus.html
Meu pai, meu herói.
Aqui, no ano passado, com minha irmã no Mirante da Campina (Guarujá/ SP).
Quanto mais sorrisos, melhor! Seu Lili está precisando de ânimo (e encontrará em nós).

Respeito todas as opiniões contrárias às minhas, converso com muita gente que entende mais de “regra do jogo” e de “futebol jogado” do que eu, mas ao ouvir os áudios (enfim liberados pela CBF), dá para humildemente esclarecer o ocorrido no polêmico lance que resultou no gol para o São Paulo (sobre os 3 lances polêmicos, já abordamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-F8A, para quem queira acompanhar):
Portanto, o impedimento (que houve) não é um erro crasso de marcação, mas corriqueiro pela dificuldade (os troncos estão em mesma linha, é ajustada a questão das partes não-jogáveis e jogáveis), que deveria ter sido acertado pelo bandeira e não obrigatoriamente traçado pelo VAR. O erro foi: o pênalti inexistente marcado.
O pepino é esse, a palavra oficial da CBF: “CBF diz que é lance ajustado e precisa ser checado”.
AO CONTRÁRIO!
Lance ajustado é do bandeira, deve prevalecer a decisão de campo. Quem falou em nome da CBF errou, e levou as pessoas a crerem ao contrário!
Em tempo 1: com a tecnologia do impedimento semi-automático por inteligência artificial, essa discussão deve acabar (essa tecnologia foi aprovada para a Copa do Mundo, com sensores espalhados e chip na bola). Vide em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/11/25/na-copa-arabe-o-teste-do-impedimento-automatico-por-ia-enfim-ocorrera-dara-certo/
Em tempo 2: a citação “clara e óbvia” está no protocolo oficial, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/07/07/o-grande-erro-do-uso-do-var-no-brasil-a-partir-do-livro-de-regras/
Em tempo 3: sobre decisão do bandeira ou lance do VAR (lances ajustados), no 3o item do 3o parágrafo, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/11/05/o-que-a-ifab-pede-ao-var-e-o-que-o-brasil-faz-com-ele/
Imagem extraída do print de GE.com
Como não me sentir amado?
O carinho dos filhos é que nos move mesmo em meio às dificuldades mundanas… por eles, a vida ganha cores mesmo quando tudo está nebuloso!
Momento simples, cheio de ternura e registrado num clique, representando as palavras acima:

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Domingo de 2ª Classe – Missa Própria Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela …
Continua em: Liturgia Diária – 17/07/2022 – VI Domingo depois de Pentecostes
Amo ver o sol surgindo entre as folhagens. Veja só nosso amanhecer desse domingo: que brilho!
Que tenhamos uma boa jornada (de trabalho ou de descanso), iluminados pelo Astro-Rei.

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Finished! O treino da manhã / madrugada foi muito bom.
Controlando o BPM, fazendo o corpo estar em sintonia com a mente e a alma…
Pratique esportes – hoje e sempre (monitorando as atividades físicas para não ser surpreendido).

🌅 06h30 – Desperte, Bragança Paulista, bem inspiradora.
Que o domingo possa valer a pena.
(E há de valer – creiamos nisso).

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🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).
Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.
Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4
Na espera da volta da patroa. Só mais um pouco.
Até amanhã.

Publicado originalmente em Pitacos e Achados: O inverno chegou e com ele vem aquela vontade de ficar em casa debaixo das cobertas e comer todas as …
Continua em: 12 dicas para manter o corpo em forma no inverno
Nessa semana, a foto mais legal que eu registrei foi essa aqui: a Represa de Joanópolis, vista do alto da Estrada “Entre Águas e Serra” (gostaram do nome da via)?
A natureza sempre nos inspira…

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Para 1023 pagantes no Estádio Jayme Cintra, vimos um jogo com arbitragem fraca e desentrosamento entre árbitro e bandeira 1.
Aos 4m: o assistente Claudenir Donizeti inverteu um lateral bisonho… O próprio jogador do Paulista (Amarildo) se lamentou pelo toque a mais, e o bandeira deu a saída de bola do seu adversário (foi o chamado “branco”, pois foi um lateral muito claro). Com 8 minutos, precisou da ajuda do árbitro Flávio Mineiro Ribeiro para definir o lado. Aos 28m, árbitro e bandeira ficaram “namorando” (um linguajar da arbitragem para situações de indecisão) e nada foi marcado, e nesse momento, quem gritou, ganhou o lateral (momento demorado e vexatório… ) Aos 48m, outro lance bizarro: árbitro insistindo para um lado e bandeira insistindo para outro. (o estádio não xingava, mas ria!).
Também tivemos problemas do outro lado: aos 19m, o bandeira Ricardo Buzzi ficou indeciso numa dividida que era a favor do São-Carlense e “ficou esperando o árbitro, que ficou esperando o bandeira… que ficaram olhando um para o outro”, e … inverteram. A mesma coisa aconteceu aos 21m.
Aqui, uma observação: elogiei o plano de trabalho do árbitro Danilo Silva com seus assistentes no jogo contra o Manthiqueira. Hoje, contra o São-Carlense, é justamente o inverso. Não conversaram entre si?
Tecnicamente:
Somente aos 11m aconteceu a primeira falta do jogo. Jogadores “queriam jogo”, ótimo. Mas aí o árbitro gostou da situação e não marcou faltas reais. Por exemplo: aos 14minutos, uma falta de Zé Vitor em João Vitor, onde o juizão não marcou. A partida estava fácil até esse momento, entretanto, houve a impressão (especialmente nesse lance) que o juizão queria aplicar o “Estilo Vuaden”, sem saber fazer isso.
Aos 20m, nova falta não marcada ao Paulista. De novo, a impressão de que levaria o jogo sem querer marcar faltas. Vaidade do árbitro? Talvez. Nesse momento, tínhamos : 1 falta e 2 bolas ao chão apitadas.
Aos 21m: uma falta forte no jogador do Paulista (apenas a 2ª que o árbitro apitou) e um bololô se formou. Nesse momento, comentei na transmissão: “ou o árbitro leva a sério a partida, ou ele vai transformar um jogo fácil de se apitar, com jogadores que estavam preocupados apenas com a partida , em uma confusão.”
Aos 28m: Kennedy deu um pontapé no Carlos Eduardo, deveria ter recebido Cartão Amarelo. Enfim, mais tarde, na falta de Marcelo, o justo Cartão aplicado.
Aos 53m: Carlos Eduardo sofreu a falta (novamente não marcada) e aí precisou parar o jogo para atendimento e dar “bola ao chão” (pela 4ª vez). Ou seja, beneficiou o infrator.
Aos 57m: Morungaba sofreu uma “pernada” que lhe arrancou a caneleira. O árbitro estava próximo demais e não marcou. Seu posicionamento “em cima demais” o atrapalhou. Na sequência, uma “desforra”, que ele marcou.
Aos 63m: Gol anulado do São-Carlense: aparentemente, pareceu-me um gol legal. Entretanto, o árbitro anulou alegando que a bola bateu na mão na hora da finalização. Da cabine, eu não vi a mão. No estúdio, não achou-se essa mão. O árbitro estava próximo e, até surgir uma imagem, continuo na dúvida. O São-Carlense reclamou demais.
Resumidamente: a arbitragem não teve influência no placar, mas irritou equipes e torcedores ao não apresentar um bom trabalho.
Em tempo: após o apito final, ocorreu uma confusão envolvendo jogadores do Paulista e do São-Carlense, onde aparentemente houve uma expulsão em meio ao bololô, não identificada. Para saber o que aconteceu, aguardando a súmula (clique aqui para acesso a ela – até 17h15, ainda em branco): http://2016.futebolpaulista.com.br/sumulas2.php?cat=74&cam=104&jog=199&ano=2022)
Vejo com preocupação que, depois das lambanças de Palmeiras x São Paulo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-F8A), a CBF suspendeu o VAR e o AVAR. Porém, o árbitro foi mantido em sua escala (Vuaden apitará Ceará x Corinthians).
Se o pessoal do vídeo sugeriu, e o juizão (que é muito experiente) aceitou numa boa a sugestão dos seus colegas, por que ele é poupado?
Abaixo:
Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.
Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):
COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL
por Daniela Moreira
O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.
Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:
Pesquise o público-alvo
Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.
Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.
Encontre um modelo de negócio
Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.
“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.
Faça um bom plano de negócios
Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.
Conduza um piloto
Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.
Busque recursos
A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.
Tenha paixão e perseverança
Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto. “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.
