Neste sábado, 697 pagantes assistiram um jogo feio, de inúmeros e absurdos passes errados das duas equipes, numa arbitragem aceitável de Rodrigo Pires de Oliveira (com algumas virtudes e alguns defeitos).
Como previsto, foram muitas faltas: 39 . No primeiro tempo, 21 (PFC 7×14 ADM). No 2º tempo, 18 (PFC 10 x 8 ADM). Total de Cartões Amarelos: PFC 3×2 ADM. Amarildo, que foi advertido, o mais faltoso: 5 faltas cometidas.
AS VIRTUDES DO JUIZ:
O árbitro correu muito e se posicionou corretamente. Muito bom nesse aspecto! Tecnicamente, foram pedidos dois pênaltis ao Paulista por mão na bola, e nenhum foi. Esteve atento a esses lances. Perdeu uma vantagem aos 43m do 1o tempo, mas pela preocupação em ver se ela se concretizava ou não. Acertou em um lance idêntico, aos 44m do 2o tempo. Disciplinarmente, acertou em todos os cartões aplicados, mas deixou de dar ao zagueiro João (ADM) numa ação temerária e outro ao atacante Fabrício (ADM), no final da partida. Incluo, aqui, que esteve atento para evitar indisciplina (como reincidência ou provocação entre atletas).
OS DEFEITOS DO JUIZ:
Marca muitas faltas, pois esse é o seu estilo de jogo. Há a necessidade de fluidez, e nos lances normais de contato físico, onde há dúvida se foi ou não, ele não vacila: marca mesmo. Aí os jogadores percebem e buscam o contato físico. E o maior problema: o excesso de conversa. Fala demais com os jogadores, dá muita satisfação do que marcou e fica batendo papo com eles. Em um desses diálogos, o atleta Lucas (ADM) ficou reclamando com o dedo apontado para ele, e ele ficou respondendo. Não pode, perde a autoridade… deveria falar menos e, nesse caso, ter aplicado o Amarelo.
Os bandeiras foram muito bem, marcando os vários impedimentos ocorridos, bem como o 4º árbitro, que foi discreto e eficaz quando exigido.
O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?
Talvez, apenas a sua condição econômica.
Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia.Sobre eles, ponderou que:
“Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?“
Pois é:muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.
Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.
Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?
Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios sea primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste.E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.
Do mesmo jeito que umcriminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Em 20 dias, não é fácil apitar bem 6 jogos (e nem estou cobrando alto nível).
Nessas escalas, a logística foi de um duro trajeto: do RS para o RJ, de lá para AL, e aí desceu para o PR; de lá subiu para a BA e em seguida voltou para o RS. Foi a maratona do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, que mora em Ubatuba-SP.
O motivo da publicação é: na sexta, 21h, ele terminou a arbitragem de Bahia x Náutico pela série B, e domingo às 16h começará seu trabalho em Internacional x Atlético Mineiro pela Série A.
Imagine que ele saiu da Fonte Nova por volta das 23h (preencheu súmula, tomou banho e realizou outras situações pós-jogo). Chegou no hotel ou no aeroporto no sábado de madrugada. Viajou de Salvador para Porto Alegre e já tem que estar pronto para entrar em campo.
As perguntas pertinentes são:
Quando fez seu treino recuperativo?
Quando assistiu sua partida apitada, para verificar possíveis erros e corrigi-los para o próximo jogo?
Quando descansou?
Quando treinou?
Quando esteve com a sua família?
Quando se concentroupara a próxima partida?
No mundo ideal, você apitaria um jogo por semana, a fim de ter condição técnica, física e emocional adequadas. Destaco o emocional, devido a maluquice que virou o mundo da arbitragem. E se Flávio for mal e um clube vetá-lo (já que é nítido que a atual CA-CBF recebe com muita atenção os cartolas de clubes)?
A “sorte” (entre aspas mesmo) é que a Conmebol não aproveita Flávio com frequência em suas competições internacionais, usando Daronco, Wilton e Claus. Caso contrário, sua agenda estaria ainda mais apertada.
Não dá para dizer que isso é futebol profissional. Falta gente gabaritada para apitar. O quadro de árbitros é grande, mas poucos têm nome para serem escalados e suportar (ou tentar suportar) a pressão.
Quer prova disso? Lembram do afastamento de Rafael Traci, após a lambança como VAR em Internacional 2×3 Botafogo? Pois bem: durante os 30 dias de suspensão, ele trabalhou em competições da Conmebol.Nos últimos 11 dias, já foi escalado 4 vezes pela CBF (corre as imagens do absurdo gol anulado em Sport x Guarani, na sua indevida intervenção na última 5a feira), incluindo no próximo domingo, onde trabalhará em Athletico x São Paulo.
Será que a CBF o re-suspenderá, ou por falta de nomes, dirá ao Traci “é melhor ficar quietinho na cabine, deixe o experiente Marcelo de Lima Henrique apitar sossegado”?
Pobre futebol brasileiro….
Abaixo, as sequências turbinadas de escalasde Flávio e Traci:
Não é para surtar, mas sim para ter atenção: a Varíola do Macacotem vacina e só é fatal para pessoas com baixíssima imunidade. O contágio se dá principalmente por via sexual sem cuidado(por isso os grupos gays estão em alerta pelas autoridades de saúde) e em alguns poucos casos por gotículas da saliva.
Ronaldinho Gaúcho tem seus bens bloqueados por não pagar pensão. E aí fico sem entender: por quê pessoas ricas fazem filhos, largam as esposas e simplesmente dão calotes?
Tudo seria mais simples se cada um cumprisse suas responsabilidades… triste essa situação.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece ao Imaculado Coração de Maria:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O Paulista de Jundiaí precisa vencer o AD Manthiqueira de Guaratinguetá, a fim de fugir do inferno que é a 4a divisão. Acompanhe conosco na Rádio Difusora AM 810 ou pelos App, a partir das 15h.
Narração de Rafael Mainini, comentários do Berró e eu analiso a arbitragem. Reportagens do Cobrinha e no comando Adilson Freddo!