– Análise da Arbitragem de Fluminense 2×1 Red Bull Bragantino (e o VAR sem energia elétrica, “vai-e-volta”).

Arbitragem ruim em Volta Redonda. No primeiro tempo, o árbitro André Luís de Freitas Castro deixou de marcar “uma ou outra falta real”, e marcou “uma ou outra cavada”, não comprometendo pois o jogo estava tranquilo. No segundo tempo, teve dificuldade em controlar os ânimos dos atletas.

Sua virtude foi se posicionar muito bem em campo. Em jogos de times de Fernando Diniz (pela forma que os times que ele dirige jogam), é difícil se posicionar.

Seus defeitos foram dois (e relevantes):

1- A falta de visão periférica: em duas tabelas do Red Bull Bragantino, o atleta que iria receber a bola sofreu a infração e ele nada marcou pois estava vendo apenas a bola. Na segunda, em Aderlan, Maurício Barbieri reclamou e foi advertido pelo quarto-árbitro.

2- A dificuldade em se impor e acalmar os nervos, especialmente com Felipe Melo, que tumultuou a partida quando entrou. Conseguiu desagradar os dois times.

Os Bandeiras: impedimentos bem marcados pelos bandeiras na primeira etapa, mas uma participação negativa do assistente 2 Fábio Pereira: o árbitro mandou seguir um lance de ataque onde a bola bateu na barriga de Raul, no final do 1o tempo, e o bandeira invalidou o ataque do Massa Bruta insistindo que foi mão (inexistente).

Curiosidade: jogou-se boa parte do 2o tempo sem energia elétrica. A partida acabou no escuro e tivemos quase 40 minutos sem VAR. É nesse período que surgiu o gol de Arias, duvidoso, pois não teve linha do VAR nem replay na transmissão quanto ao posicionamento ajustado. Também um carrinho lateral muito forte de Felipe Melo, que poderia ser revisado de Amarelo para Vermelho e não foi. Quando voltou o VAR, Marrony foi corretamente expulso por falta fora do lance.

  • E se tivéssemos VAR o jogo inteiro?

Para mim, quando os atletas mais experientes perceberam que não tinha VAR, abusaram dos unfair-plays e tomaram conta da arbitragem (infelizmente).

Detalhe: segundo o Protocolo do VAR, se algo acontecer durante o jogo:

“Uma partida não pode ser invalidada devido a Defeito(s) na tecnologia do VAR (inclusive na tecnologia da linha de gol – GLT)”.

A questão é: os equipamentos do VAR têm bateria, que aguentam um certo período, insuficiente para um “tempo inteiro mais acréscimos”, necessitando de geradores. Não deveriam ter condição de aguentar mais?

Esse tem VAR, sem VAR, volta VAR é ridículo. São duas regras num jogo só.

Imagem extraída de: http://www.sveletrica.com/blog/queima-constante-lampadas-que-fazer/

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