Não foi nada!
Me refiro ao pênalti marcado no Morumbi em São Paulo x Cuiabá. Entenda: André Anderson (SPFC) sente a mão do defensor sobre ele, que não tem força para empurrá-lo, puxá-lo, barrá-lo, impedi-lo ou coisa qualquer. O são-paulino, esperto, desaba.
É esse tipo de lance que desde 2020 a FIFA alertou os árbitros: agarrões / puxões em camisa / empurrões precisam realmente impedir que o jogador continue na jogada. Se o atleta sentir o contato físico e desistir de jogar, o árbitro NÃO DEVE marcar nada.
O juizão carioca, infelizmente, “faltou na aula” e o VAR não ajudou.
Eu me lembro muito das seguintes situações: um atleta segurava a camisa e imediatamente o adversário parava. Na sequência, o árbitro marcava a falta e aplicava o Cartão Amarelo por agarrão. Isso já não existe mais no futebol (porquê um simples agarrão não é falta, só será se ele desequilibrar ou frear o oponente.

Imagem extraída de: https://www.spfc.net/news.asp?nID=218121
