Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.
Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?
Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

