– A Língua Inglesa dominando a Administração de Empresas no Brasil

Modismos de palavras estrangeiras que entraram no vocabulário dos administradores de empresas. Goste ou não, você precisa conhecê-los.

Extraído da Revista Época Negócios, Ed 104 pg 25, por Ariane Abdallah

IN ENGLISH, PLEASE

Anos 50:

BREAKEVEN – diz respeito ao equilíbrio financeiro, quando o valor que entra é equivalente ao que sai. a partir daí, o que vier é lucro.

Anos 60:

BRAINSTORMING – O termo “tempestade cerebral” nasceu na agência de publicidade americana BBDO. Hoje está na boca de profissionais de vários setores.

Anos 70:

FEEDBACK – Dar retorno sobre o desempenho das pessoas ganha um novo nome do departamento de RH.

JUST IN TIME – Originário do Japão, o método marcou uma mudança radical nas empresas, com a adoção de ferramentas que promoviam a eficiência nas operações.

Anos 80:

DOWNSIZING – Os termos difícies na economia trazem o termo que aponta profundo corte de custos.

STAKEHOLDERS – A relação com clientes, funcionários e fornecedores passa a ser estratégica. Nasce o termo que reúne todos eles num grupo.

Anos 90:

EXPERTISE – Aparece no momento em que as empresas passam a investir em conhecimentos segmentados para ganhar mercado.

STARTUPS – Os negócios nascentes de tecnologia passam a chamar a atenção do mundo, atraindo talentos e dinheiro.

NETWORKING: O termo lembra que não basta ser bom no que se faz. Tem que cultivar a rede de relacionamentos.

Anos 2000:

PLUS A MAIS: Como se plus (mais) já não bastasse, surgiu a redundância. Hoje o anglicanismo depõe contra o negócio. É melhor evitar.

SCHEDULE: Se ouvir “vou schedular a reunião”, não estranhe. O palavrão significa apenas que o interlocutor vai agendar o encontro.

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– VAR e GUM, Andrés e TV!

Tá todo mundo louco, ôba“, como um dia cantou Sílvio Brito.

Sim, afinal, na partida entre Fluminense x Corinthians, o zagueiro Gum pós-jogo parabenizou a arbitragem e a participação do … VAR (o árbitro de vídeo)! Lembrando que o Campeonato Brasileiro não conta com esse membro da equipe de arbitragem.

A quem será que Gum se referia? Ao Paulo César de Oliveira? Ao Leonardo Gaciba? Ou algum outro ex-árbitro que comenta na Rede Globo, que detém os direitos de transmissão, e por lógica “aparece no vídeo”, ou melhor, na tela?

Papelão maior fez Andrés Sanches, que prefere dar “patada” no repórter da FOX que fez pertinente pergunta e foi maltratado pelo presidente corintiano. A propósito: não era ele que renunciaria ao cargo de Deputado Federal assim que fosse eleito (IMEDIATAMENTE, como enfatizava)? E que depois postergou para a semana posterior ao Carnaval? Depois da Quaresma? Da Festa Junina… Ou seria preocupação em manter a imunidade parlamentar a qual muitos políticos se salvaguardam nesse país?

Por fim: deve custar caro aos cofres do Andrés sair de Brasília, onde trabalha arduamente para fazer jus ao voto dos seus eleitores e ao dinheiro público, e que depois do expediente na Câmara dos Deputados pega um vôo para o Rio de Janeiro acompanhar o seu time. Será que conseguiu chegar de volta hoje às 8h da matina para picar o cartão no Congresso?

Ou não é nada disso?

Com a palavra, aqueles que, como eu, pensam ser impossível trabalhar nessas duas atividades (Deputado em Brasília e Presidente de time paulista) simultaneamente.

De fato, todo mundo deve estar louco mesmo quando não fica boquiaberto com essas coisas…

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– Existe suspensão de 1 1/2 jogo?

Que confusão está acontecendo por conta do uruguaio Carlos Sanchez, não?

O atleta do Santos foi expulso anos atrás quando jogou na Copa Sulamericana pelo River Plate, e numa partida contra o Huracan, agrediu um gandula e foi suspenso pela Conmebol por 3 partidas. Entretanto, a entidade anistiou os atletas pela metade das penas (durante evento comemorativo em 2016). A pergunta é: o atleta que levou gancho de 3 jogos e teria que cumprir apenas 1,5 jogo? 

Como assim? Ficaria 45 minutos de uma partida punido?

O certo é que o Peixe alegou que ele só tinha que cumprir 1 jogo, justifica que consultou o sistema eletrônico da Conmebol e as queixas do adversário, o Independiente, não têm fundamento.

O que vai acontecer, não?

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– De Mito ao Mico da Indústria Automobilística

E o que falar do Nano, o carro popular da Tata Motors?

Ratan Tata foi comparado como o novo Henry Ford do século XXI. O empreendedor indiano apostou alto no Nano, um carrinho pequeno e que prometia ser uma sensação global.

Uma matéria antiga, mas relevante sobre o projeto tão badalado (extraído de Época Negócios, Ed Janeiro / 2011, pg 26)

O NANO MICOU

por Fernando Valeika de Barros

O bilionário indiano Ratan Tata deveria fechar o ano de 2010 rindo à toa. Seu conglomerado de 98 companhias em setores como construção, siderurgia, energia, comunicações e automóveis faturou US$ 67,4 bilhões. Mas Tata enfrenta uma dor de cabeça inesperada. Ela vem do produto que o tornou famoso no mundo: o Nano.

Quando foi lançado, em 2009, por módicos R$ 4,2 mil, o carro compacto gerou uma fila de 2,5 milhões de pessoas interessadas em adquirir as primeiras 100 mil unidades. Só que as coisas não saíram como Tata esperava. A produção do Nano numa nova linha de montagem em Sanand, no estado de Gujarat, atrasou, e o carro só chegou a cinco províncias indianas. Mas mesmo nelas o entusiasmo esfriou e o Nano encalhou. Em novembro passado, quando o mercado indiano registrou vendas de 203 mil automóveis, foram comercializadas apenas 509 unidades do Nano. A previsão da Tata apontava para 10 mil unidades mensais.

Mas o que deu errado? Quase tudo. O preço subiu 7,7%. Uma falha no projeto causou incêndio em seis automóveis. Para piorar, a Tata Motors recusou-se a admitir o problema e responsabilizou a instalação de aparelhos de som potentes pelos incêndios. Só em novembro a empresa anunciou a extensão da garantia dos carros zero-quilômetro para quatro anos (e não mais 18 meses). Enfrentou ainda problemas externos, como a falta de crédito ao consumidor mais pobre e o fato de o Nano, diferentemente das motos, muito usadas na Índia, não caber nas pequenas vielas e garagens das favelas de cidades grandes como Mumbai e Nova Délhi. Mais um contratempo: muitos dos consumidores que Ratan Tata cobiçava não querem um carro com motor de 624 cilindradas, que acelera a 105 km/h a duras penas. Para enfrentar o problema, a Tata Motors quer agora vender o Nano nas áreas rurais. “O Nano merece uma chance”, diz Prakash Telang, diretor de operações da Tata. “Nosso carro é seguro, tem qualidade e é confiável.”

 

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– Que visual de 5a feira!

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #VirgemMaria, #Mãe de #Jesus, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores (hoje, com a #primavera #lilás).
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, Jundiaí.
Que a jornada diária possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

☀️#Sol muito bonito de #natureza e #beleza indescritíveis.
Obrigado, #MãeTerra.
🌱#inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes

Ótima #QuintaFeira para todos nós.