– O Estudo de correções de genes e o debate ético!

Embriões com genes modificados para curar doenças estão se tornando uma realidade no campo das pesquisas. Só que o mesmo trabalho pode permitir a escolha de crianças que nasçam com características físicas específicas escolhidas pelos pais.

Até onde a ciência irá?

Extraído de: http://istoe.com.br/pesquisadores-corrigem-genes-defeituosos-em-embrioes-humanos-pela-primeira-vez/

CORREÇÃO DE GENES DEFEITUOSOS: A MEDICINA ENTRE A ESPERANÇA E O DEBATE ÉTICO

Genes portadores de uma doença cardíaca hereditária foram modificados -com sucesso- em embriões humanos pela primeira vez graças a uma técnica que gera esperanças e questões éticas.

Esta pesquisa foi publicada na quarta-feira (02/08) na revista Nature. Embora ainda esteja em fase preliminar, abre potencialmente o caminho para grandes avanços no tratamento de doenças genéticas.

No entanto, surgem sérias questões éticas dignas do “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, já que esta técnica poderia, em teoria, ser utilizada para produzir bebês geneticamente modificados com o objetivo de escolher a cor de seus cabelos ou aumentar sua força física.

A pesquisa sobre embriões humanos conta com uma regulação estrita, e não se trata de implantar os utilizados no estudo no útero de uma mulher para iniciar uma gravidez. Por isso, os cientistas não os deixaram se desenvolver mais do que alguns dias.

Este método, que ainda precisa de mais pesquisas, “pode potencialmente servir para prevenir a transmissão de doenças genéticas às futuras gerações”, comentou durante coletiva por telefone uma das autoras do estudo, Paula Amato.

Mas esta perspectiva ainda está distante. “Antes dos testes clínicos, serão necessárias pesquisas suplementares e um debate ético”, afirmou Amato.

– Corrigir um erro –

O estudo foi realizado na Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (OHSU), nos Estados Unidos, por cientistas americanos, chineses e sul-coreanos. A ferramenta utilizada é a técnica CRISPR-Cas9, grande achado revelado em 2012.

É baseado em uma enzima que age como uma “tesoura molecular”. Ela pode retirar partes não desejadas do genoma de forma muito precisa para substituí-las por novas partes de DNA.

A equipe de pesquisadores usou esta ferramenta revolucionária para corrigir, em embriões humanos, o gene portador da cardiomiopatia hipertrófica. Esta doença cardíaca hereditária pode provocar a morte súbita, especialmente durante a prática de esporte.

Os pesquisadores realizaram uma fecundação in vitro de ovócitos normais com espermatozoides portadores do gene defeituoso. Simultaneamente com o esperma, os cientistas introduziram as ferramentas de edição genética.

O objetivo: cortar o DNA defeituoso para provocar a sua reparação.

O resultado foi indiscutível. Cerca de 72% dos embriões (42 de 58) foram corrigidos, enquanto esta taxa teria sido de 50% sem as famosas “tesouras genéticas” – de maneira natural os embriões teriam tido uma chance em duas de herdar um gene saudável.

– Precedente na China –

“Estas ferramentas ainda podem melhorar para chegar a uma taxa de sucesso de 90%, ou até de 100%”, previu outro autor do estudo, Shukhrat Mitalipov.

Em 2015, foi realizada uma experiência similar na China, mas com resultados menos conclusivos. O fenômeno de “mosaicismo” (presença simultânea de genes saudáveis e defeituosos no embrião) não foi impedido, o que foi conquistado pelos cientistas no novo estudo.

“A questão mais debatida será a de saber se o princípio de modificar os genes de um embrião in vitro é aceitável”, analisou um especialista independente, o professor Darren Griffin, da Universidade de Kent, citado pelo Science Media Centre.

Agora, segundo ele, “outra questão deve entrar em debate: é moralmente justo não agir se tivermos tecnologia para prevenir estas doenças fatais?”.

Em dezembro de 2015, um grupo internacional de cientistas reunidos pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS, em inglês) em Washington considerou que seria “irresponsável” usar a tecnologia CRISPR para modificar o embrião com fins terapêuticos enquanto os problemas de segurança e de eficácia não tenham sido resolvidos.

Mas em março, a NAS e a Academia Americana de Medicina estimaram que os avanços neste âmbito “abriam possibilidades realistas que mereciam sérias considerações”.

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– A falta de experiência (ou de competência) na arbitragem brasileira mostrada em Cruzeiro x Santos

Nesta semana, vimos uma falha grotesca por falta de experiência do árbitro Rodolpho Toski Marques no Mineirão. Como tais erros ainda acontecem?

A propósito, más atuações dele aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/11/22/o-penalti-inexistente-em-corinthians-1×0-internacional/

Aqui não se deve discutir: o acréscimo que você dá tem que ser durante o minuto. Por exemplo: se deu 5 minutos, o jogo vai dos 50’00” até 50´59″ (e se precisar dar 1 minuto a mais por tempo perdido no acréscimo, não há problema, desde que sinalize). O que não pode é acabar antes, nem terminar o jogo sem permitir uma cobrança de tiro de penal. Do restante, sim.

Pode acabar no escanteio? 

Sim.

No ataque?

Claro que sim.

Na cobrança de uma falta?

Idem.

Aí você entra no bom senso e na inteligência: se você tem a elasticidade de acabar entre o tempo 00′ até o 59′, POR QUE ACABAR NO ATAQUE DE UMA EQUIPE? Pode acabar no ataque sim; mas… deve-se acabar no ataque? 

Ninguém o orientou (e olha o escudo dele no peito!!!… Fifa?)

Discuta então o seguinte: quem é o incompetente da históriao que apita dessa forma ou quem prestigia o árbitro escalando-o sistematicamente, mesmo com um histórico ruim?

Aliás, gostaria de ouvir Thiago Neves, que reclamou durante a semana que o Cruzeiro é sistematicamente prejudicado no Mineirão e usou termos muito fortes.

Para ler a declaração do jogador, clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/14/a-ousada-e-polemica-declaracao-de-thiago-neves-sera-punido/

Não vai adiantar VAR, 9 árbitros em campo, 30 câmeras e drone sem um elemento fundamental: a competência!

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– Ou “Solta de Vez”, ou “Impugna logo”!

Não gosto de político bandido, não tenho nenhum criminoso de estimação e tampouco sou influenciado por direita ou esquerda. Se o cara é do PT, PSDB, MDB ou qualquer outro, e cometeu corrupção, tem que ir para o Xilindró.

Agora, ver que Lula registrou sua candidatura à Presidência da República, é uma aberração. Façamos o seguinte: convidemos outros presidiários a se filiarem a algum partido político, e permita-lhes a permissão de registro também.

É obvio que ele será declarado inelegível, mas por que iludir o eleitor? Essa é a burocracia mal usada e que entorta o país.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem da Rodada 20: Bandeirante x Paulista

Na última rodada da Segunda Divisão Sub 23, a FPF escalou árbitros da série A1 para garantir segurança na derradeira disputa de cada grupo.

Para Birigui, no jogo em que o Galo precisa de um bom resultado, foi sorteado um árbitro muito benquisto na FPF, embora eu tenha algumas restrições técnicas quanto ao seu desempenho em jogos de time grande na Primeira Divisão: José Cláudio Rocha Filho, de Jaú/SP. Um sujeito sério, que apita de cara fechada e que não gosta de indisciplina. Reclamações / cera / atitudes antidesportivas serão coibidas certamente com o cartão amarelo.

Repito: tenho alguma ressalva quanto a sua escala em jogos de expressão pelo desempenho, mas ele atua muito bem em jogos menores da A1. Para essa divisão, uma ótima escala.

O quarteto de arbitragem completo, abaixo:

Árbitro: José Claudio Rocha Filho
Árbitro Assist 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assist 2: Luis Felipe Prado Silva
Quarto Árbitro: Clayton de Oliveira Dutra

Para Comercial RP x Itapirense, um jogo que interessa ao Galo, compartilho:

Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
Árbitro Assist 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assist 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Andre Luis Riquena

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