– A arma sonora em Cuba sob os americanos é real. Mas por quê?

Já é confirmado que um “ataque sônico” produziu surdez e outros danos na cabeça de diplomatas dos EUA e alguns funcionários da embaixada do Canadá, em Havana. Foi um golpe com ondas sonoras que danificaram a audição e causaram outros males, praticado por algum equipamento imperceptível.

A questão que Donald Trump quer saber é: foram agentes de Cuba? Ou gente de fora, como venezuelanos, iranianos ou norte-coreanos, que vivem atualmente com pendengas contra os Estados Unidos?

Abaixo, extraído de: https://www.efe.com/efe/brasil/portada/ataque-sonico-em-cuba-pode-ter-causado-dano-cerebral-diplomatas-dos-eua/50000237-3359743

“ATAQUE SÔNICO” EM CUBA PODE TER CAUSADO DANO CEREBRAL EM DIPLOMATAS DOS EUA

O “ataque sônico” sofrido há alguns meses por vários diplomatas americanos e canadenses em Cuba pode ter provocado danos cerebrais, informou nesta quarta-feira a emissora “CBS”, que disse ter tido acesso relatórios médicos do caso.

Um médico americano que avaliou os diplomatas dois dos países diagnosticou “doenças graves como lesão cerebral traumática, com provável dano ao sistema nervoso central”, indicou a emissora.

Os diplomatas afirmaram que sentiram sintomas como náuseas, perda de audição, dores de cabeça e problemas de equilíbrio.

O FBI e o governo de Cuba estão investigando os incidentes ocorridos em Havana. Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, os ataques teriam ocorrido no final de 2016. A “CBS” e a “CNN”, no entanto, dizem que eles seguiram ocorrendo neste ano.

O governo dos EUA não detalhou a natureza das agressões, nem quis confirmar as informações da imprensa que indicam que os diplomatas foram vítimas de um “ataque acústico”.

A “CNN” informou na segunda-feira que mais de dez diplomatas americanos e seus familiares foram afetados pelo problema. Além disso, estão entre as vítimas cinco funcionários que trabalhavam na embaixada do Canadá na capital cubana.

Segundo a “CNN”, dois diplomatas que foram tratados nos EUA “sofreram danos de longo prazo, incluindo a perda auditiva como resultado dos ataques, e não puderam voltar a Cuba”. Outros decidiram deixar os cargos na ilha pelo ocorrido.

“Em alguns dos ataques, uma sofisticada arma sônica que operava fora da categoria de sons audíveis foi ativada dentro e fora das residências de diplomatas americanos que viviam em Havana e provocou sensações físicas imediatas”, indicou a “CNN”.

Outros ataques geravam um ruído alto e ensurdecedor, similar a um zumbido de um inseto ou a um metal arranhando o solo, mas as vítimas não conseguiam identificar a fonte do som.

O governo de Cuba afirmou neste mês que, após ter sido informado em fevereiro sobre os incidentes, iniciou uma “investigação cansativa, prioritária e urgente”, reforçando também as medidas de segurança dos funcionários da embaixada americana na ilha.

Apesar de os EUA não culparem, por enquanto, Cuba de realizar os ataques, o Departamento de Estado decidiu expulsar dois diplomatas cubanos da embaixada do país em Washington por considerar que Havana não cumpriu com a responsabilidade de proteger os funcionários americanos na ilha.

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A Embaixada Americana em Havana, onde 21 pessoas foram vitimadas (foto: O Globo)

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