– Nosso belo entardecer caipira!

18h00 – Entardecer maravilhoso desta 2a feira na divisa de Jundiaí com Itupeva. Mesmo no escuro, ainda há um clarão do sol!

Descansemos em paz com essa incrível foto. #Sunset:

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– Você aplica a Regra 34 em sua vida?

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”, diz:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE: São Bento de Nursia. “Ora et Labora”.

– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

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– Lula e Odebrecht: cada vez que se mexe, fede mais!

Texto de 17 de Outubro de 2015 neste blog, mas parece ser tão pertinente e atual… releia:

Toda semana descobrimos mais podres do Luiz Inácio, aquele que se auto-classificou como “a esperança que venceu o medo”. Entretanto, a “ganância sobrepujou a caridade” e, do presidente que deveria ser marcado pelo incremento dos programas sociais de maneira popular, fica marcado como aquele que os transformou em instrumento eleitoral e surrupiou os cofres públicos e privados.

A bola da vez são os pagamentos da Odebrecht, agora comprovados: R$ 4 milhões em lobbysmo disfarçado em honorários de palestras.

Numa delas, Lula cobrou R$ 479.000,00 para falar de “Gestão do Fome Zero e da Bolsa-Família” em Luanda, capital de Angola”. E na fatura acrescentou R$ 370.000,00 por despesas de locomoção! A imagem da cobrança e a matéria são da Revista Época (abaixo).

Você pagaria R$ 850.000,00 para ouvir Luís Inácio Lula da Silva dando dicas de administração do Bolsa-Família e do Fome Zero? Nem Barack Obama, Angela Merkel, ou qualquer outro importante governante cobraria tal valor (e tal reembolso de viagem) para ser ouvido.

Em 2005, Bill Clinton e FHC, respectivamente ex-presidentes dos EUA e do Brasil, cobraram (em reais) R$ 50.000,00 para um evento corporativo em São Paulo no WTC. Se discutir a base de comparação…

Infelizmente, os golpes e provas são tantos, que não há muito o que defender... Maluf era chamado de “rouba mas faz”. Lula idem? Ou nem o “mas faz”?

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– É profissional ou é torcedor? Sobre Neymar, Jogadores e Árbitros:

Se um árbitro de futebol declarar o seu “time do coração”, por mais independente e honesto que ele seja, a carreira estará encerrada por motivos óbvios. Alguns, pós-carreira, declaram. Outros, como eu, ficam apenas com a paixão pelo seu time do Interior (a minha pelo glorioso, sofrido e querido Paulista de Jundiaí). Muitos (como eu, de novo faço questão de citar) perdem a paixão pelo time grande e passam a torcer pelos amigos que apitam ou pelos que jogam, mas sem comprometer com a lisura do seu trabalho. 

O jogador de futebol idem! Imaginaram se no começo da carreira, Sócrates se declarasse santista? Só o fez ao final do seu período profissional, e isso nada abalou o símbolo máximo da Democracia Corintiana que ele se tornou. 

Marcos Assunção comia a grama pelo Palmeiras, mesmo se declarando santista no seu último ano como atleta. E por aí existem outros exemplos. 

Mas agora temos um exemplo de jogador em atividade que assume seu time: Neymar confessou ser palmeirense. Faz isso na condição de ídolo global, jogando pelo PSG, sem estar envolvido com os clubes locais. Na atual conjuntura, ele “pode” fazer isso

A questão é: estando em pendenga financeira com o Santos FC, deveria declarar seu time neste momento?

É para pensar…

A propósito, o Uol.com montou a Seleção Brasileira com os times dos jogadores convocados. Teria acertado? Abaixo:

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– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– Grande carreata em louvor à Nossa Senhora Aparecida

por Reinaldo Oliveira

No ano em que é comemorado o tricentenário da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a manifestação de Fé da comunidade católica de Itupeva será com uma grande carreata, saindo do centro de Itupeva até a comunidade do Bairro do Medeiros, que a tem como padroeira.

As celebrações e festa social alusivas à ela tiveram inicio no dia 7, com a celebração de Ação de Graças, presidida pelo padre Silvio Andrei; no dia 8 teve o Desfile dos Cavaleiros da Romaria, e prosseguem as celebrações nos dias 9, 10 e 11, com os padres Atila Destefani, Julio de Freitas e Leandro Megeto.

No dia 12 – o dia jubilar a Nossa Senhora Aparecida, às 8h30 sai a carreata de frente da paróquia São Sebastião até a comunidade no Bairro do Medeiros. Ali chegando tem uma solene celebração de Ação de Graças, presidida pelo pároco – padre Marcos Adriano, que convida a todos e todas para participarem desta manifestação de Fé e Louvor.

Todos os dias após as celebrações, no salão ao lado da igreja tem a parte social, com muita comida, porções diversas, frutas, doces, bebidas e outros petiscos. É importante celebrar, orar e agradecer, mas é também importante a alegria e confraternização. Bendigamos ao Senhor!

– 50 anos de Che Guevara

Hoje se recorda a execução do argentino que lutou pela libertação de boa parte da América Latina, e, ao lado de Fidel Castro, implantou o Comunismo em Cuba: Che Guevara!

Concordo que ele foi um símbolo da ideologia e dos simpatizantes do sonho que ele pregava. A isso, respeito. Mas chamá-lo de herói?

Qual herói implanta ditadura (como ele e seus companheiros fizeram)? Ou que comete assassinatos ao povo (só pelo fato de alguns serem contra o regime que ele implantou)?

Aliás, todo ditador, radical, revolucionário e idealista, não permite diálogo – seja de direita ou de esquerda!

Sabe o que me espanto? De jovens que nunca estudaram História mas vestem roupas de grife com estampas de Che Guevara (que foi abandonado pelos seus “camaradas” e morto na Bolívia). Sabem eles o que realmente Che fez?

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– Uma boa 2a feira para nós!

Ôba! Restaurado pelo descanso dominical, começamos mais uma semana. Vamos buscar endorfina com um bom cooper? Nossa foto-motivação:

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Com a boa corrida, suando e meditando nas coisas que nos elevam ao Céu. Hoje com a Sagrada Família: Jesus, Maria, José. Nossa foto-meditação:

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Depois de gastar a adrenalina, vale o relaxante alongando entre as roseiras do nosso jardim. Desta feita, ao lado da rosa branca. Nossa foto-inspiração:

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Chega de atividade física, hora de trabalhar. E para o serviço render, a paisagem vai conosco. Nossa foto-contemplação:

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Ótima segunda-feira a todos!

Ops: não poderia deixar de publicar a Estelinha curtindo a nossa roseira vermelha com o brilho do sol da manhã. Ela já pegou gosto em sentir o perfume das flores. Nossa foto-fofurice:

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