– Gilmar Mendes acaba mandando Cabral para a cadeia VIP com Cinema?

Quem acompanha as coisas do Judiciário sabe que o Ministro Gilmar Mendes é antipopular e polêmico. Dessa vez, ele sofrerá críticas por um benefício direto a um presidiário e que, por uma tremenda ação inusitada, acarretará indiretamente outro benefício.

O ex-governador Sérgio Cabral, preso por alta corrupção (e que quebrou o RJ), seria transferido para um Presídio Federal no Mato Grosso do Sul. Entretanto, Gilmar Mendes proibiu a transferência para lá e Cabral ficará na cadeia de Benfica. Neste local, a Igreja Batista do Méier financiou uma sala de cinema com home theater e vários títulos, a fim de ajudar na ressocialização dos detentos.

Abaixo, extraído da Isto É Dinheiro (31/10/2017)

CADEIA VIP

Cabral poderá ter acesso à sala de cinema com home theater na cadeia

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) poderá usufruir de uma nova sala de cinema com home theater, que está sendo instalada na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio. A oportunidade será possível graças à decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal de Justiça (STF), desta terça-feira, 31, que impediu o ex-governador de ser transferido para um presídio federal em Mato Grosso do Sul.

A informação sobre a sala de cinema da cadeia, que é conhecida como “Presídio VIP”, foi publicada pelo jornal O DIA, nesta terça-feira, 31, e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo. A sala, que será equipada com uma TV grande, aparelho de DVD e filmes à disposição dos presos com nível superior, foi financiada pela Igreja Batista do Méier e pela Comunidade Cristã Novo Dia.

O controle da videoteca será feito por outro preso da Lava Jato, o ex-secretário de governo de Cabral, Wilson Carlos Carvalho, condenado a 45 anos de prisão por corrupção. A cada três dias no local, cuidando dos DVDs e do tempo que cada preso ficará assistindo aos filmes, irá diminuir um dia na prisão. Já o acesso dos internos a essa videoteca será definido pelo diretor da prisão. Ele que irá estabelecer dias e horários de cada galeria para usufruir do benefício.

De acordo com a nota da assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária, enviada ao Estado, os aparelhos foram doados pela Igreja Batista do Méier juntamente com a Comunidade Cristã Novo Dia, “unidades religiosas cadastradas nesta pasta para trabalhos missionários dentro das unidades prisionais”. Além disso, afirmou que “a instalação de videotecas nas unidades prisionais estão dentro das previsões da Lei de Execuções Penais que cita a ressocialização dos internos”.

“Cabe ressaltar que na Cadeia Pública José Frederico Marques (presídio de Benfica), tal videoteca está sendo instalada e funcionará nos mesmos moldes das outras unidades, com doação total dos equipamentos feitos pela referida igreja”. “Esclarecemos que também há videotecas em unidades prisionais como Pedrolino Werling de Oliveira, Instituto Penal Benjamim de Moraes Filho, Penitenciária Moniz Sodré e Unidade Materno Infantil, todas atendidas com equipamentos doados”, informou a nota.

A Seap informou ainda que “o interno Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho foi classificado para trabalhar na referida videoteca, também dentro das previsões da Lei de Execuções Penais”. “Nesse caso, o interno que trabalha tem direito a remissão de pena. A cada três dias trabalhados ele tem um dia a menos na sua pena”, disse, acrescentando que “o acesso dos internos não será todos os dias”, informou.

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– Empresas que “Tuitam”

O Twitter é uma das primeiras grandes redes sociais globais e que hoje luta para não perder seu público, ávido por novidades.  Mas veja que interessante o que o mestre dos négocios Jack Welch disse há tempos, quando ele surgiu:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0946/gestao/rendemos-ao-twitter-479640.html

PORQUE NOS RENDEMOS AO TWITTER

A rede social não é apenas um modismo divertido. Ela poderá ajudar algumas empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se relacionar de maneira mais direta com seus consumidores

Você sabe que está fazendo uma coisa diferente e nova – no mínimo, nova – sempre que o assunto vem à tona numa rodinha informal e alguém faz um comentário ácido do tipo: “Por que você perde tempo com uma bobagem dessas?” É o que se passa com o Twitter, essa coisa inventada pelas redes sociais que adotamos recentemente e com um entusiasmo tal que deixou surpresos amigos, familiares e inclusive a nós mesmos.

De uns meses para cá, nos apaixonamos pelo Twitter. Não queremos dizer com isso que ele vai mudar o mundo, conforme dizem alguns de seus adeptos, mas o fato é que conseguimos compreender perfeitamente seu potencial para os negócios. Se o Twitter continuar a crescer no ritmo que vem crescendo atualmente, ele pode se tornar uma ferramenta extremamente valiosa, já que poderá ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Talvez seja também uma ferramenta muito útil para executivos que necessitem de uma maneira original de interagir com seu pessoal, e vice-versa.

Mas isso não explica por que ultimamente estamos sempre castigando nossos teclados com rajadas de 140 caracteres – na verdade, umas três ou quatro vezes ao dia.

Usamos o Twitter simplesmente porque não dá para parar.

Por quê? Não pelos motivos que a princípio imaginamos. Na verdade, um de nós (a Suzy, mais conhecida como suzywelch no linguajar da rede) começou a usar o Twitter movida pelos velhos e bons propósitos de marketing. Ela estava para lançar um livro, e todo mundo que sabia disso insistia com Suzy: “É na mídia social que as coisas estão acontecendo”. O conselho não poderia ter sido melhor. A acessibilidade do Twitter, sua informalidade e seu alcance ajudaram Suzy a conseguir entrevistas excelentes (principalmente em blogs). Isso levou muita gente para as sessões de autógrafos, gerou dezenas de resenhas, engrossou o tráfego do site do livro e, o melhor de tudo, criou uma comunidade simpática e estimulante para o público leitor do livro. Foi lá no suzywelch que a Suzy começou a chamar seu grupo de twiffers – “amigos do Twitter” (Twitter friends) – depois que muitos responderam de maneira muito solidária à sua mensagem de Páscoa. “Acabei de ser informada por minha família que não preciso fazer o purê de batatas neste ano. O que será que eles quiseram dizer com ‘manteiga demais’?”

Por fim, Suzy se deixou seduzir a tal ponto pelo Twitter (ficou fanática mesmo) que conseguiu me convencer a entrar na onda. Assim, jack_welch decidiu aderir à nova moda, ainda que fizesse a seguinte restrição: “Não consigo entender para que serve este negócio”.

Bastaram 24 horas para que eu entendesse. Todas as vezes em que fazia alguma observação sobre o time de beisebol Red Sox ou sobre a equipe de basquete do Boston Celtics, dezenas de fãs do esporte enviavam seus comentários. O mesmo acontecia com política e negócios, o que proporcionou dezenas de minidebates fascinantes sobre tudo, desde a política econômica de Obama até a falência da Chrysler e da GM.

Com o Twitter, qualquer um pode participar de coquetéis do tamanho do mundo e bater um papo muito diversificado e (geralmente) bastante civilizado. Algumas coisas que ouvimos (e dizemos) são bem frívolas. No entanto, a maior parte das coisas sobre as quais conversamos tem o dom de nos provocar, informar e, de modo geral, de nos envolver de uma maneira tal que é simplesmente impossível reproduzir quando estamos offline.

O melhor de tudo, pelo menos para nós, é que o Twitter nos ajuda a testar e a melhorar as ideias. Há algumas semanas, postei uma mensagem citando dois eventos que talvez fossem “indícios promissores” de um novo movimento bipartidário nos Estados Unidos. A argumentação de alguns opositores – ainda que eles tivessem apenas 140 caracteres para se expressar – sem dúvida contribuiu para o debate.

Contudo, não nos empolguemos demais em relação ao uso do Twitter como ferramenta de trabalho. Qualquer chefe ficaria irritado com o tempo que gastamos com nosso novo brinquedo. Prova disso é que esta coluna demorou o dobro do tempo usual para ser escrita porque a todo momento checávamos as reações à pergunta “O que há de tão especial no Twitter?”, postada lá por nós.

As respostas vieram bem depressa e com um bocado de entusiasmo, como é próprio do Twitter. As pessoas nos disseram que usavam o Twitter “porque é divertido”, “para se sentir conectadas em um mundo desconectado” e “para se comunicar com a equipe”. São todas razões muito boas, sem dúvida. Mas um comentário em especial nos chamou a atenção: “Tenho tentado explicar às pessoas por que uso o Twitter”, dizia a mensagem, “mas a melhor resposta que me ocorreu foi a seguinte: comece a usar o Twitter e você vai entender”. Foi exatamente isso o que aconteceu conosco. Topamos com uma conversa que parece estar só começando. Nossa ideia é ficar por aqui.

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Os dois lances reclamados em Palmeiras 2×2 Cruzeiro

Heber Roberto Lopes apitou o empate entre o Porco e a Raposa, um importante e difícil clássico brasileiro, de interesse muito grande para a classificação na ponta da tabela. E dois lances foram reclamados:

1.Diogo Barbosa e o pênalti em Keno: você deve avaliar se a força do puxão da camisa seria suficiente ou não para que o atleta continue a jogada. Se “não”, não há porque marcar a falta já que isso se torna tentativa de cavar a infração (já que abdica da continuidade do lance). Entretanto, se há um desequilíbrio real, não importando se foi um puxão fraco ou forte, aí não pode deixar seguir o lance, pois o jogador não tem como continuar a jogada. E foi justamente isso o que aconteceu: um leve (mas existente) desequilíbrio. Fora da área é falta; dentro é pênalti (equivocadamente não marcado, mas difícil de se perceber imediatamente e fazer a correta avaliação da intensidade do puxão).

2.Gol de cabeça de Borja: Manoel vai dividir com o atacante palmeirense. Não existe tranco nem dividida de jogo. Borja se antecipa e pula, a queda do zagueiro não se dá por um puxão por força excessiva (embora exista o braço no adversário), mas por consequência de ter perdido a disputa de bola. Ao sentir o contato físico, se joga! Portanto, o árbitro errou na interpretação do lance, já que Manoel força a queda que não aconteceria se ele disputasse a bola e erroneamente o juiz anula o gol. Detalhe: ele sinaliza de imediato um empurrão, o que não acontece na jogada (será que o árbitro de vídeo “sopraria” algo diferente no ouvido de Heber, neste momento, se ele existisse?).

Respeito a dificuldade dos lances e entendo perfeitamente quem interpretasse diferentemente as duas decisões. Mas discordo do comentarista da Rede Globo, Arnaldo César Coelho, que disse ter sido “uma das melhores arbitragens do Campeonato Brasileiro.

Alguém questionará: “cadê o critério: num lance deixa seguir, no outro não deixa mais”? Aí já não é questão de estilo de jogo ou critério, mas lances pontuais.

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– Ótima 3a feira em cores vibrantes dos cliques matutinos!

Bom dia e boa chuva! Começamos a labuta bem cedo com uma garoa que não cessa. Assim, na esteira, fui suar. Foto-motivação:

Para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Santo Afonso Rodrigues, um carismático jesuíta que dizia: “A alegria consistem em fazer a vontade de Deus” . Nossa foto-meditação:

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Pós-treino e pós chuvisco, alongando entre as flores do jardim, com as lindas roseiras floridas. Essa é a nossa campeã da manhã, colorida e realçando sua beleza. Nossa foto-inspiração:

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Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, provando que o dia vai clarear e que o sol há de aparecer, a Natureza pinta o céu de azul. Nossa foto-contemplação:

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Ótima terça-feira a todos!